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  Bem Vindo ao Portal da Sabedoria.
 
       
   
 
 
 
 

Um fim de semana especial na serra
Itaipava , terceiro distrito de Petrópolis, Rio de Janeiro


Reportagem de Flavio e Celeste

O estado do Rio de Janeiro é um pedaço de todas as maravilhas que existem: praias lindas, cidades históricas, como a já retratada Paraty, ou ainda, as cidades serranas, montanhas, cachoeiras, tipos de clima variados, de altas temperaturas próximas ao litoral, ao frio de próximo de zero grau, no inverno.

Itaipava, cidade serrana a cerca de uma hora e meia do centro do Rio de Janeiro, é uma excelente opção de lazer, gastronomia e compras.

Não pensem na desculpa de que está chovendo ou fazendo frio: mudar de ares e descansar é uma forma de carregar as baterias e os pulmões com o ar puro da serra, para melhorar a saúde e o desempenho no trabalho. Há belas pousadas e hotéis para quem gosta de sauna, lareira a lenha e fondue.

O Portal visitou Itaipava, que é o terceiro distrito de Petrópolis, a “Cidade Imperial”. Nosso objetivo era mostrar para os leitores deste portal mais de 2 000 000 acrescidos de cerca de 10 novos leitores por dia, como é fácil, mesmo indo de ônibus, passar um fim de semana maravilhoso.

 

Pousada Leo e Lu

Estrada das Arcas, loteamento Xavier, Rua B N°152 - Tel: +55 (0xx24) 2222-1322 / +55 (0xx21) 9687-3998


Entrada lateral da pousada

Buscando na Internet, escolhemos a pousada Leo e Lu, um belo recanto pertencente a uma família que administra a pousada pessoalmente, e diga-se, de passagem, muito bem, deixando os hóspedes bem á vontade.

Ao chegarmos, fomos recebidos pelo dono da pousada, o gentil Leo, o Leonardo. A pousada oferece apartamentos confortáveis e limpíssimos, com tv e frigobar. No salão, lareira e televisão, além de um som especial, há uma mesa de sinuca oficial e outros jogos para crianças e adultos. Também existe um barzinho charmoso, para uma boa conversa.

Buscando na Internet, escolhemos a pousada Leo e Lu, um belo recanto pertencente a uma família que administra a pousada pessoalmente, e diga-se, de passagem, muito bem, deixando os hóspedes bem á vontade.

A mãe de Leo, D. Lucia, é artista plástica. O ambiente é de muito bom gosto e aconchegante, harmonizando-se à beleza e tranqüilidade do local, decorado com pinturas da artista



Salão de jogos com lareira, onde é servido o café da manhã.

 

Ao chegarmos, fomos recebidos pelo dono da pousada, o gentil Leo, o Leonardo. A pousada oferece apartamentos confortáveis e limpíssimos, com tv e frigobar. No salão, lareira e televisão, além de um som especial, há uma mesa de sinuca oficial e outros jogos para crianças e adultos. Também existe um barzinho charmoso, para uma boa conversa.

  A piscina e a sauna seca ficam no deck, com vista panorâmica das montanhas e de parte da cidade, abaixo. Há também uma churrasqueira para quem desejar assar uma carne e uma mesa de ardósia, próxima, para drinks e lanches.

Recanto da sauna, junto à piscina.

O café da manhã é farto, servido no amplo salão.
A pousada não oferece outras refeições, dispõe de apartamento equipado com cozinha mediante reserva.

Shoppings, restaurantes e outras opções

A pousada está a cerca de dez minutos de carro do centro. Os motoristas de táxi podem ser encontrados na rodoviária que serve os distritos de Petrópolis. Os ônibus intermunicipais, vindos do Rio, e que vão direto a Itaipava, não entram nessa rodoviária, somente dão a volta e regressam para a rodoviária de Petrópolis, no bairro do Bingen.

Dessa rodoviária urbana para a pousada Leo e Lu são dez minutos de táxi. Para quem vai de carro próprio, é só seguir o mapa disponível na Internet e estacionar no local próprio dentro do terreno da pousada.

Os editores do portal www.mensageiro.com.br fizeram o trajeto em ônibus intermunicipal com banheiro e ar condicionado, partindo do terminal Menezes Cortes, no centro do Rio de Janeiro, para poderem avaliar o tempo e os custos de viagem: passagem Rio-Itaipava - 19 Reais por pessoa, táxi até a pousada Leo e Lu, em torno de 15 Reais.. Os táxis podem ser chamados da pousada, por telefone, sempre que o hóspede desejar ir ao centro de Itaipava para compras.

Para acertarem, informem-se com o Leo sobre as melhores opções de compras, restaurantes e passeios. Itaipava tem intensa programação.

Mesmo para quem vai de ônibus vale a pena ser hóspede da pousada Leo e Lu. O ambiente é super-familiar e nos faz sentir em casa, afastados do barulho do centro, mas próximo o suficiente para as compras de viagem.

Sugestão para fugir completamente da rotina e aproveitar ao máximo a beleza do local: para o almoço no centro a seu gosto ou jantar, outra possibilidade é passar em uma casa de delicatessen e comprar queijos e vinho para serem degustados na pousada. Recomendamos aos leitores os encantos e a hospitalidade familiar da pousada Leo e Lu. Aproveite o próximo fim-de-semana e suba a serra rumo a Itaipava. Vale a pena!

O tempo chuvoso não é desculpa: à praia, você vai no Rio; em Itaipava quem manda é a sauna, a piscina e, no inverno, a lareira. O Brasil, e com muito privilégio, o Rio de Janeiro, o clima que você escolher está bem perto.

Entardecer visto do deck da piscina

 

Negocie com o Léo pacotes de família, férias e eventos. É possível o aluguel com porteira fechada, pequenos animais podem ser trazidos pelos hóspedes, desde que respeitados os lugares adequados.

Agradecemos pelo atendimento carinhoso e recomendamos.
Nós já estamos com saudade e vamos voltar.


 


Clique abaixo:

RIO DE JANEIRO

 
     
     

O lugar mais carioca do Rio

No centro do Rio pulsa o Largo da Carioca, palco natural de constantes
apresentações de artistas anônimos, vivenciadas por um público apressado,
indo e vindo para todas as direções.

O cenário amplo é demarcado por uma verdadeira moldura ao ar livre,
sob o céu azul, contrastante entre a arquitetura moderna dos edifícios
e a arquitetura religiosa colonial do convento e da igreja de Santo Antônio,
fundados no século XVII e situados no morro do mesmo nome.

Este local guarda certa magia do passado, que se transporta para o presente.

Ali, tudo pode acontecer... e acontece mesmo, do real ao inusitado.

Há espaço para todos e para tudo, ao mesmo tempo. Acredite.

 

Podemos encontrar estátuas vivas de soldados romanos
ou de figuras mitológicas.
Mágicos, cantores, músicos, grupos políticos de protesto
convivem pacificamente com os pregadores do apocalipse que,
empunhando suas bíblias, vociferam contra os “pecadores do mundo”.
Ao mesmo tempo, o palhaço “Sombra” segue as pessoas que passam distraídas, imitando seu jeito de andar, arrancando gargalhadas do público.
O Brasil ali está presente num mosaico vivo
com cores fortes e alegres, mostrando a diversidade cultural de seu povo e de seus produtos
típicos regionais.


 

Largo da Carioca, onde o passado e o presente se encontram.


Por que o nome Largo da Carioca? Carioca é uma palavra do tupi, kaa-ry-og – que significa “corrente saída do mato ou do monte”.

Essa corrente de água jorrava da nascente da serra, acima das Paineiras e era famosa pela sua qualidade.

Somente em 1700, a kaa-ry-og ou a água do rio Carioca passou a ser trazida por calhas de telhas, costeando o morro, até a ladeira de Santa Teresa, pelas ruas Riachuelo (na época, Mata Cavalos) e Evaristo da Veiga, onde era lançada num grande tanque e depois transportada em barris e cântaros para as melhores casas da cidade que, na época, tinha a população de dez mil habitantes. Havia escassez de água de boa procedência.
Em 1773 foi inaugurado o aqueduto da Carioca, ligando os morros de Santa Teresa e de Santo Antônio, aproximando o centro da água preciosa, que então passou a jorrar do chafariz.

Aos habitantes da cidade foi dado o apelido de cariocas. Assim, podemos perceber o quanto era importante a presença da água do rio Carioca na vida da sociedade daquela época.

Agora, vamos viajar rapidamente no tempo até o século XVI.

Quando foi fundada a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em 11 de março de 1565, no atual Largo da Carioca, havia uma lagoa – a lagoa de Santo Antonio. Junto ao morro, do qual ainda existe parte, foi construído um forte para defender o povoado das invasões estrangeiras.

Depois, os frades da Ordem de Santo Antonio instalaram-se no morro, doando parte da área para um cemitério de escravos. O local passou a chamar-se, então, “Campo de Santo Antônio” e, posteriormente, em 1748, foi construído o hospital da Ordem 3ª de São Francisco da Penitência e ali permaneceu até 1905.

Recentemente, com a remodelação do Largo da Carioca, foi construído um lago situado junto à saída do metrô Av. Chile, voltado para o aqueduto Carioca. Esse lago artificial, além da função paisagística, mantém a presença histórica da água no local. O aqueduto deixou de existir, mas, até hoje, permanece um trecho dessa obra arquitetônica – os Arcos da Lapa – que servem de passagem para os bondes que ligam o Centro a Santa Teresa – um dos muitos belíssimos cartões-postais do Rio.


No Largo da Carioca atual, a passagem do tempo é observada pela presença da figura impassível do Relógio, colocado em cima do pedestal de granito. Fabricado em 1909 pela Fundição Brasileira Kobler & Cia., ele é ornamentado com alegorias de sereias aladas representando o comércio, a indústria e a navegação. Está situado do lado oposto ao lago, perto das ruas da Carioca e Uruguaiana (antiga rua da Vala
).

Contrastando com o movimento do local,
o Relógio,
há quase um século, permanece imponente,
registrando, com seus ponteiros ritmados,
todos os minutos e horas dos dias,
o ponto de encontro entre
o passado, o presente e o futuro.

 

Assim é o Largo da Carioca do século XXI.

Celeste R.B.Ramos
Texto e fotos


 
TURISTAS
Nômades por prazer

Por questões climáticas, em busca de alimentos, seguindo a migração da caça as famílias, tribos e povos inteiros viajavam.

Levar consigo hábitos, costumes e a própria língua, eram formas de levar o progresso, as histórias. As notícias eram uma forma de distribuir e compartilhar cultura.

Imagem: Internet

 
Os fenícios, por mar, comerciavam suas mercadorias. Na época, como hoje, os pontos de entrada em um país eram lugares significativos. Eram de grande importância política e religiosa. As cidades eram conhecidas e faladas pelos viajantes de todos os quadrantes do mundo de então. Esses viajantes seriam os turistas do passado - eram multiplicadores da cultura universal.
  O formato das embarcações - as de cascos longos e afinados como as dos vikings, com pequeno calado tanto podiam viajar em águas profundas como em águas rasas.

Eram velozes, impulsionadas por remos ou por vela, adequadas ao costume das guerras de pilhagem da época
.


Imagem: Internet


O conceito de seus barcos oceânicos é usado até hoje nos modernos iates de regatas transoceânicas.

Os robustos e grandes navios fenícios eram adequados ao transporte de grandes cargas e feitos para agüentar mares bravios.

As roupas também foram sensivelmente afetadas, com o uso das peles e das sedas.
Armas e máquinas de guerra, estratégias de defesa e ataque, a engenharia militar, fortes e defesas móveis, navios de guerra, a introdução da couraça e dos esporões.

A pólvora trazida de Katai (nome da China) por Marco Pólo, incorporada na arte da pirotécnica e na da guerra.

Soluções de engenharia como os aquedutos, os arcos, as fontes, as pontes, o feng shui, tudo isso só foi possível pelas viagens e pela observação pelo intercâmbio de culturas.

Religiões como o shintoismo, o budismo e o bramanismo foram divulgadas e ganharam adeptos em todo o mundo.

As tradições de magia como a céltica Wicca, o druidismo até hoje praticado, os oráculos, como as runas e, como o I shing, o tarô trazido e divulgado pelos ciganos na Europa.

Os meios de transporte foram melhorados e tornados mais sofisticados como o trem chamado “Expresso do Oriente”.

O turismo é a mais antiga forma de multiplicação das culturas do mundo.

Um turista, que veio na comitiva de Pedro Álvares Cabral, contou em sua carta ao Rei de Portugal, D. Manoel, detalhes da descoberta: era Pero Vaz de Caminha.

Flavio P. Ramos
Editor


 
Turismo, uma solução que o Brasil não pode descartar

O ser humano tem características que fazem do turismo um filão que se explorado adequadamente, preenche sem dúvida as necessidades básicas de felicidade para qualquer pessoa.

Gregarismo é a necessidade de viver em grupos, que combinado com a vontade de conhecer, explorar novos lugares, comportamento nômade que até hoje é observado no Saara, onde tribos inteiras vivem no deserto, eternamente viajando.

O comércio é a necessidade de adquirir o básico para viver não importa onde, é a
natural curiosidade pelo novo, são molas que podem mover o turismo interno e externo de qualquer país.

A Espanha e a Grécia vivem do turismo. São espelhos que devem ser imitados, para evitar erros estruturais.

Há muitos anos conheci uma cidade onde todos eram dedicados a representar a vida no Oeste Americano da época das diligências.

Estávamos em 1965 e fiquei admirado, estupefato mesmo, com a criatividade genial e a forma profissional como todos atuavam 24 horas por dia vestindo a persona como se fora real.

Frontier Towm, uma cidade do estado do Colorado, reconstruída e inaugurada em 1958, onde todos são atores o tempo todo. não se vê luz elétrica, televisão, rádios, computadores, NADA, nem mesmo antenas de televisão que são camufladas fora dos limites da cidade teatral.

Estrada de ferro, diligências da Wells Fargo, Poney Express, tiroteios, ataques de índios e personalidades históricas, como Búfalo Bill, cruzam a rua com os visitantes, tudo tão real que logo estamos transportados a esse universo do passado como se estivéssemos no presente.

Que tal um carteado no saloon com direito a roubalheira e tiroteio ou um culto evangélico na igreja de madeira da cidade?

Não é uma cidade cenográfica, é real. Todos vivem, se vestem e agem como no passado, inclusive crianças que vão à escola local. Tudo é possível como comprar uma carabina Winschester 44, uma sela mexicana, um revolver colt 44 cano longo, chapéus, esporas e vestimentas completas de cowboy, tudo real e funcionando. Ninguém resiste às compras.

Dá até para morar lá. É só entrar na fila quilométrica do hotelzinho da cidade, ou ficar numa cidade vizinha e voltar de graça outras vezes.

Enquanto isso, o Brasil tem A Paixão de Cristo e mais nada, ou Beto Carrero World, que é um circo temático, longe, bem longe da saudosa Fontier Town, um encontro autêntico com o passado vivido a cada dia, hoje. Uma cidade de atores reais vivendo uma vida paralela.

Nosso Portal vai incentivar o turismo nesse ano de 2006. Junte-se a nós. Em 2005, enfocamos Friburgo e Paraty. Em 2006 novas cidades turísticas serão visitadas.

Flavio P. Ramos
Editor

 
Nova Friburgo,
uma cidade para ser apreciada aos poucos
Grupo de visitantes que fez o passeio de um dia a Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro, para compras em lojas de fábricas de lingeie e visita a pontos de atração turística, transportados pela Best Line, com a guia Ana Maria Miyasato.

Reportagem Flavio P. Ramos e Celeste R.B.Ramos
Fotos: Flavio P.Ramos

 

Quem mora na cidade do Rio de Janeiro é um felizardo e não sabe. Tem praias maravilhosas, a baía mais linda do mundo, Copacabana, e do outro lado da baía, Icaraí, como se Copacabana estivesse se olhando no espelho - uma outra linda princesinha do mar. É beleza em dose dupla.

Rio quarenta graus? Qual é o problema? As cidades serranas estão aí mesmo, com um charme de fazer inveja a muitas da Europa e logo ali, na serra. Hoje transporte confortável é o que não falta, basta saber escolher.

A serpente de asfalto, por entre a mata atlântica, sobe a serra e leva-nos a pedaços do Éden, fartos pedaços diga-se de passagem.

Teresópolis, que visitaremos mais tarde, para contar aos leitores do portal www.mensageiro.com.br que não moram no Rio de Janeiro, o que encontrar e como passar momentos imperdíveis.
Petrópolis, igualmente suis generis, a única cidade Imperial do Brasil, com terras adquiridas, isso mesmo, compradas pelo nosso amado Imperador D Pedro II, sem dúvida, um estadista de nível internacional, bem diferente do néscio e corrupto que hoje desgoverna o Brasil e humilha o país com sua ignorância e omissão grotescas.
Friburgo, um pedaço da Suíça, com um clima europeu brando e perfumado pelas flores e matas que produzem mel de qualidade, superior aos melhores. Há ainda os queijos, doces e licores, as trutas, as carnes de caça, enfim, ou melhor, em princípio, um cardápio de reis e rainhas que merece ser revisitado sempre, ( palavras do chef Mosar Olavif Pitón.). Segundo o chef, “Friburbo é uma cidade para ser degustada”.
Desta feita, a equipe do portal mensageiro juntou-se a uma excursão em van, conduzida pela guia de turismo credenciada pela Embratur, Ana Maria Miyasato, responsável pelo passeio. Tudo dentro das normas da Embratur, a transportadora foi a BEST LINE, que transporta nossas equipes com segurança e sofisticação em vans com ar condicionado, tv, música e outros confortos. Os motoristas são sempre corretíssimos e experientes - palavra de cliente exigente.

Nossa intenção era conhecer mais uma opção de preço accessível e conforto adequado a qualquer idade. Nesse grupo, especificamente, a maioria era de senhoras de terceira idade.
  Paramos para compras na “Ponte da Saudade”, local de concentração de lojas de fábricas de lingerie. As mulheres adoraram.

Estacionamento gratuito para carros e vans de turismo.

Foto ao centro: Rodoviária Sul, com chegadas de ônibus do Rio de Janeiro e de outros municípios. Opção para quem prefere esse transporte.
Depois, o grupo foi ao Centro, onde almoçou em um restauante self service, comida em fogão a lenha.
Após o almoço, a excursão dirigiu-se à estrada Friburgo-Teresópolis- a TERE-FRI. para visita à Queijaria e ao Museu do Colono, (veja as fotos). Após a visita, volta ao Rio, por Teresópolis.
 

Museu da Abelha

No caminho para Teresópolis.

Lago de carpas e ponte orienal compõem o ambiente onde se pode observar as abelhas produzindo o mel da região.

A visita é agendada e orientada por um guia.


Queijaria de Nova Friburgo e Museu do Colono Suiço

 
Fotos: à esquerda, anfitriã em trajes típicos recebe no Museu do Colono Suiço, onde há também uma exposição temporária de pintura


Museu do Colono

Contato com a história da vinda para o Brasil dos colonos suiços, após atravessarem o oceano, enfrentando o desconhecido, mas cheios de esperança em encontar um novo mundo promissor.


Alexandre Casemiro, acadêmico de Direito, o mais jovem participante da excursão, à esquerda, aprova a facilidade de acesso por rampa, dentro das leis em vigor. A direita, consultando o computador com dados sobre o Museu do Colono.
 
Acima, à esquerda, foto de uma bíblia. É a preocupação religiosa. Na vitrine da direita, a magia acompanha os viajantes. Vejam à esquerda da vitrine um exemlar do Tarô de Marselle.
Foto da esquerda:
baús e pequeno tonel de bebida, trazidos pelos imigrantes suiços.
À direita, réplica de um dormitório típico de uma casa de imigrantes.
à esquerda e à direita, rudimentares instrumentos de carpintaria: plainas e graminhos.
Os costumes alpinos trazidos para a terra de escolha: enquanto na Suiça, os guisos ornamentados eram usados nos peitorais dos cavalos que tiravam trenós, aqui, usados nos cavalos que puxavam as carroças. Velhos hábitos e novos usos.  
Um passeio de um dia que recomendamos. Fica melhor ainda com os amigos como nesse grupo que sempre viaja junto.
Mais informações, contate Ana Maria Miyasato (21) 2205-0709 - Rio de janeiro.
  Na foto, à esquerda, a guia Ana Miyasato, orgnaizadora da excursão e o Sr. Robson, motorista da Best Line Transportadora de Turismo credenciada pela Embratur.




Nova Friburgo,
"uma terra que mana leite e mel"

Após 40 anos de sofrimento nas escaldantes areias do deserto, o “Povo de Deus”, liderado por Moisés, chega à Terra Prometida.

Segundo o “Senhor dos Exércitos”, era uma terra que mana leite e mel. Embora fosse a mais fértil porção da área chamada “Crescente Fértil”, onde está a Cidade Santa para todas as religiões, Jerusalém,
a comparação nos parece imprópria, se olharmos para as terras de Friburgo, onde o paraíso é real...

A imig
ração traz os colonos para a “Terra Prometida”

Como no passado, na migração dos hebreus pelo deserto, também aqui, o Rei D. João VI abre a colonização de uma área imensa e virgem na região serrana do estado do Rio de Janeiro.

Sua Majestade, homem culto de grande visão, recebeu colonizadores europeus suíços.

Esses pioneiros recebiam do Rei toscas moradias que eram compartilhadas por mais de uma família. Como no “crescente fértil”, a terra prometida dos hebreus, a vida dos imigrantes foi dura. Foi preciso trabalho braçal árduo no inclemente inverno serrano de Friburgo; muitos não resistiram.

As desavenças entre cristãos

Colonizadores cristãos, mas de origens católica e protestante não se ajustaram como acontece ainda hoje no “crescente fértil”, entre judeus e palestinos. Quis o Senhor Deus que em Friburgo as luzes da Beleza, da Força e da Sabedoria prevalecessem e brilhassem até hoje. A convivência acabou acontecendo e, da visão de um rei de Portugal, do Brasil e Algarves, veio a palavra do progresso, enquanto o Grande Arquiteto do Universo decretava o destino dessa colônia do “Novo Mundo”. Friburgo, hoje, é uma terra harmônica e trabalhadora que mana leite e mel.

Descendentes dos Colonos Suíços fundam a Queijaria Suíça de Nova Friburgo

 
Descendentes dos suíços iniciais e especialistas da Suíça de hoje, juntaram vontade e conhecimento para criar a Queijaria Suíça de Nova Friburgo, fundada em 1º de agosto de 1987, na época, com a finalidade de ser uma Queijaria-Escola.
A Queijaria Suíça de Nova Friburgo foi construída com recursos suíços (três quartos) e nacionais (um quarto).

Esta união materializa o intercâmbio entre as duas cidades (Fribourg e Nova Friburgo), mantendo vivas as tradições dos fundadores de Nova Friburgo.

Queijaria desperta interesse da imprensa

Nossa reportagem, como sempre, hospedou-se no Rancho Girassol, uma pousada ainda não aberta ao público, de propriedade da professora Iara Gomes dos Santos, de longa data amiga dos diretores deste portal.

Nossa equipe, inicialmente, contava com três pessoas: o chef Mosar Olavif Piton e os jornalistas Celeste R.B.Ramos e Flavio P.Ramos. Mais tarde, juntou-se à equipe, o Diretor de Arte, André Rodrigues, que produziu as imagens da reportagem sobre o MEl, inserida, a seguir, nesta página.

Nossa anfitriã, professora Iara Gomes, foi quem nos orientou em Nova Friburgo e acompanhou-nos nas visitas aos locais onde a reportagem colheu os fatos que passamos a relatar:


Nosso Roteiro, para guiar os visitantes, nessa visita imperdível

Chegada à pousada no dia 26 de março – permanecemos na pousada no sábado e domingo montando a estratégia de trabalho. Foi decidido que deixaríamos o carro na pousada e visitaríamos os locais das reportagens usando a condução de Friburgo de modo a poder relatar aos que venham de ônibus a melhor forma de chegar aos locais visitados, bem como as estimativas do custo, em geral.

O chef Mosar Olavif Piton, já conhecedor dos queijos, ficou na pousada levantando dados sobre a produção de mel, que será um outro assunto em nossa pauta de reportagens. Na volta tivemos uma surpresa, que está contada em Culinária.

Custos Reais Por Passageiro

Passagem Rio-Friburgo com ar condicionado, por pessoa - R$ 20,96. O preço varia em função de taxas.

Passagem de ônibus urbano em Friburgo – R$1,60. Existe um sistema de integração onde, viajando no mesmo sentido, paga-se apenas uma passagem.

Os jornalistas Celeste R.B. Ramos e Flavio Pinto Ramos saíram da Pousada às 13:30h e pegaram um ônibus na Ponte da Saudade em direção à rodoviária urbana, onde fez conexão para a Queijaria Suíça de Nova Friburgo, no bairro Conquista, no ônibus Conquista. Até agora, o custo do transporte, por pessoa foi R$ 24,16.


A Queijaria Suíça de Nova Friburgo fica na estrada Teresópolis-Friburgo, Km 49, no bairro Conquista, Nova Friburgo.

Chegamos, aproximadamente, às 15 horas. A sede da Queijaria é uma construção típica dos Alpes Suíços, semelhante à que encontramos também em Gramado–RS. Veja fotos e reportagem de Andréia Andreoli, nesta página.

Entrada do Chalet Heidi, prédio principal da Queijaria Suiça de Nova Friburgo
 

O belo chalé, além da fábrica de queijos, abriga, também, a infra-estrutura da Chocolataria Suíça de Nova Friburgo, onde são desenvolvidos produtos artesanais de altíssima qualidade, semelhante aos chocolates suíços de primeira linha. Ainda, no complexo da Queijaria, existe um Horto, um Museu de Taxidermia, onde se encontram animais exóticos e da Mata Atlântica e o Pavilhão de Artesanatos (feitos pelos próprios artesãos em suas lojas). Abrem de quinta a domingo e oferecem visitas guiadas.

Fabricação dos queijos, qualidade total em padrão europeu.

Nossa anfitriã foi a Sta. Luciana Schumach, de tradicional família friburguense que, muito segura, guiou a equipe de reportagem do Mensageiro, demonstrando perfeito conhecimento do processo que envolve desde a coleta de matéria-prima nas regiões circunvizinhas, com destaque para Sumidouro, até o produto acabado.
 
   
À esquerda, Luciana Schumach, da Queijaria Suíça de Nova Friburgo. À direita, a editora-adjunta Celeste R.B.Ramos

Passamos pelas diversas fases mostradas no fluxograma que engloba a produção de diversos tipos de queijos.

A Queijaria Suíça de Nova Friburgo estabelece rigoroso controle de qualidade do leite utilizado na fabricação dos diversos tipos de queijos. O de vaca é colhido diariamente e chega à Queijaria pela manhã, numa quantidade diária de dois mil litros; o de cabra, duas vezes por semana, também pela manhã.


Laboratório garante os padrões de qualidade

Logo na chegada, são feitos controles laboratoriais, que garantem a pureza e a qualidade equivalente à dos queijos similares fabricados na Suíça.

 

 

Higiene total garante qualidade na fabricação

O processo de fabricação dos queijos pode ser observado pelos visitantes, através de uma parede de vidro. O queijo é fabricado em área estéril.

Enquanto acompanham este trabalho, os visitantes podem observar, confortavelmente sentados, numa varanda com mesinhas e cadeiras.

Interior do Setor de Produção
 

Fluxograma do Processo

Fluxograma: recepção do leite, exames de controle de qualidade, pasteurização, resfriamento, colocação no tanque, adição de fermento coalho e cloreto de cálcio, corte com liras (equipamento com forma do instrumento musical do mesmo nome), mexedura, enformagem, viragem, colocação na prensa para retirada do soro (queijos curados), imersão em tanques na câmara de salga e embalagem.

Os queijos curados, principalmente da linha delicatessen, antes de serem embalados passam por um processo de maturação, ficando em câmaras frias onde recebem um tratamento segundo a Tecnologia Suíça da Casca Lavada. Durante este período, os queijos apuram sabor e aroma característicos. A Casca Lavada consiste em aplicar sobre o queijo uma bactéria láctica chamada linens, criando na casca do queijo uma fina camada protetora, evitando o aparecimento de bolores e trincas, além de liberar uma série de enzimas que agem sobre a proteína e gordura da massa, conferindo ao queijo sabor e aroma especiais.

 
Os queijos que recebem este tipo de tratamento são: Queijo Tipo Reblochon, Queijo Tipo Raclette, Queijo Tipo Gruyère, Queijo Tipo Chevrotin, Queijo Moleson e Queijo Moleson Cabra.

Os queijos Tipo Gorgonzola, Tipo Sbrinz, Tipo Suíço e Minas Padrão, também são queijos maturados, mas possuem a casca lavada.
Amostra dos diversos queijos fabricados
   

Linha de fabricação

Linha Delicatessen – Queijo Tipo Reblochon, Queijo tipo Gorgonzola, Queijo Tipo Raclette, Queijo Tipo Gruyère, Queijo Tipo Sbrinz, Queijo Moleson, Queijo Tipo Suíço, Fondue.

Linha Cabra –Queijo de Cabra Fresco, Queijo Tipo Chevrotin, Queijo Moleson Cabra, Queijo de Cabra fundido, Leite de Cabra em Pó.

 

Recanto do restaurante

Detalhe da típica lareira a lenha dos Alpes Suiços com panela de ferro pendente da trave, que pode ser rebatida sobre o fogo aceso. A grade serve de proteção para que as brasas não sejam jogadas fora da lareira.

     

Os queijos mais comuns, no Brasil:

Linha Lanche

Queijo Minas Frescal, Ricota Fresca com e sem sal, Requeijão Cremoso, Queijo Minas Padrão, Queijo Prato Lanchese, Manteiga com e sem sal.

 

Foto à direita:
Mesa sob a clarabóia, com diversos queijos em temperatura natural, prontos para servir.

 

Inspeção do Governo

 

Inspeção permanente do Serviço de Inspeção Federal-SIF, órgão do Governo que autoriza a distribuição do produto em todo território nacional.
A autoridade governamental que inspeciona os laticínios tem uma sala especial reservada para seu trabalho. Sempre que o inspetor julgar necessário, coleta amostras aleatórias para exame no

Carta de vinhos de qualidade à escolha para compra ou consumo no restaurante
 
laboratório governamental no Rio de Janeiro.

As instalações, dentro das normas técnicas brasileiras da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT e internacionais, são áreas onde a reportagem não pôde entrar; (deveríamos vestir roupas especiais, o que dependeria da autorização de um técnico da área, que no momento, estava ocupado num outro setor da fábrica).

Como chegamos na parte da tarde, a fase principal da produção de queijos já havia sido encerrada e os técnicos retiravam as últimas formas de queijo para a fase seguinte – a maturação em câmara fria especial.


Higiene nas máquinas e equipamentos

Todas as tubulações, máquinas e utensílios usados na fabricação, desde que a matéria-prima entra, são de aço inoxidável e esterilizados.

Na parede da fábrica há um imenso vidro por onde os processos de produção podem ser vistos sem que os visitantes atrapalhem os técnicos ou contaminem a área estéril e a produção.


Luciana Schumach, nossa anfitriã, mostrou-nos também as instalações da Chocolataria Suíça de Nova Friburgo e de uma sala adjacente, onde são ministrados os cursos de Fabricação de Chocolate Artesanal, realizados através de um convênio com o SEBRAE-RJ.
Também são realizados cursos de Fabricação de Queijos de leite de cabra e de leite de vaca, onde o convênio propicia a capacitação de pequenas queijarias.

Segundo Luciana, a Queijaria Suíça de Nova Friburgo também mantém convênios com o CIEE para estágios curriculares, além de convênios com universidades, como a de Viçosa (MG), UFRJ (RJ), UENF (RJ) e ILCT (MG).

Restaurante típico suíço, onde os produtos podem ser consumidos com vinhos nacionais e estrangeiros, adequados a cada tipo de queijo.

As cadeiras artesanais, com o típico desenho suiço do coração e a ornamentação das mesas tornam o ambiente aconchegante e agradável.

A lareira fornece calor ao ambiente.
 


Luciana conduziu-nos ao restaurante do Chalet Heidi, com serviço a la carte, que oferece um cardápio diversificado com produtos à base de queijo, além de trutas da região e sobremesas à base de chocolate, segundo ela, imperdíveis.

Museu, preocupação com a história e com a natureza

No museu anexo, o visitante pode conhecer a história da colonização Suíça de Nova Friburgo, onde encontrará artefatos originais e réplicas perfeitas. São fotos, trajes típicos, documentos escritos, móveis e utensílios diversos que retratam fidedignamente a colonização nesta cidade do Brasil.

Há, também, uma exposição de taxidermia, animais da Mata Atlântica empalhados, e em seus habitats, reproduzidos fielmente, com visas à conscientização para preservação da flora e fauna da região
.

Leite de cabra

Segundo Luciana Shumach, o Brasil ainda é um país de baixo consumo de queijos, em geral, e o queijo de cabra, largamente consumido na Europa, ainda é pouco conhecido dos hábitos alimentares da maioria dos brasileiros.

O leite e o queijo caprinos são indicados para pessoas alérgicas ou intolerantes ao leite bovino. É recomendado pelos médicos aos que possuem intolerância ao queijo de leite de vaca.

A FRIALP beneficia leite de cabra, produzindo quatro tipos de queijos e o leite em pó de cabra (com adição de ácido fólico) com a tecnologia suíça e a qualidade de padrão internacional, “uma constante nos produtos da Queijaria Suíça de Nova Friburgo”.

Após a degustação de duas variedades do queijo desenvolvido especialmente na Queijaria, chegamos à parte triste de nossa visita.

Tivemos que nos despedir desse saboroso pedaço da Europa, plantado na Mata Atlântica, e da nossa amável anfitriã, Luciana Schumach que, com sua inteligência e conhecimento técnico, mostrou ser uma perfeita colaboradora integrada aos padrões suíços de qualidade. É de pessoas como ela, que se orgulham de seu trabalho e o executam com amor, que o Brasil precisa para ocupar seu lugar entre os primeiros países do mundo.

Obrigado a Luciana por mostrar aos nossos leitores esse pedaço do Brasil que manam leite e mel.

Convidamos nossos leitores a visitar a Queijaria Suíça de Nova Friburgo e, se tiverem a nossa sorte, Luciana estará com vocês também. E, ao final da visita, oferecerá uma deliciosa degustação dos queijos nobres fabricados pela Queijaria. São de dar água na boca só de olhar.

Fotos e texto, Flavio P.Ramos e Celeste R.B.Ramos
Editores - Professores e Jornalistas


 

Mel e História

Nossas amiguinhas do mundo dos insetos são conhecidas há mais de vinte milhões de anos, muito antes do surgimento da raça humana na Terra.

A Bíblia menciona, em diversas passagens, esse inseto, que é símbolo da produção individual e do milagre da alquimia orgânica, da transmutação dos açúcares, polens, encontrados nas floradas em mel, um elemento nobre, e que serviu também aos povos nômades do deserto.

Ainda hoje, no Oriente, o mel é consumido com o respeito que merece, em iguarias ou in natura.

A apicultura, que é a técnica da exploração racional do mel, vem sendo aperfeiçoada ao longo dos séculos. Remonta a 2400 anos a.C., conforme vários historiadores do Egito Antigo.

 
Carro de combate egípcio

O mel era usado como adoçante, nessa época, e, também, nas mumificações para conservar as vísceras, em vasos, que acompanhavam as múmias. Passados milênios, os órgãos permanecem preservados.

A apicultura já era conhecida pelos sumérios em 5000 a.C.. Egípcios e gregos desenvolveram as técnicas rudimentares para o manejo, que só chegou a ser aperfeiçoado significativamente no final do século XVII.



Mel, fonte histórica de saúde,
um doce e completo alimento natural

A produção de mel puro de Nova Friburgo, na região serrana
do Estado do Rio de Janeiro está ligada aos cuidados
com essas criaturinhas fantásticas que vivem
para adoçar as nossas vidas.

O apicultor Leandro Beltrão, nesta entrevista,
desperta a polêmica sobre o
futuro ameaçado e incerto da produção de mel no Brasil.

Nos dias de hoje, quando a natureza não está sendo mais respeitada em seus ciclos naturais para lavoura e pasto, poucas são as pessoas que se dedicam a trabalhar em harmonia com ela, com paciência, respeito e cuidado de preservação.

 

Foto André Rodrigues
  Prédio que abriga o laboratório e loja de produtos melíferos

A natureza escolhe as pessoas por quem ela gostaria de ser tratada?

Esse antigo conceito dos celtas parece que se aplica como uma luva neste caso.


Assim foi o que aconteceu com o Sr. Leandro Beltrão, há 21 anos. Era cadete da Força Aérea em Pirassununga. Lá, ele descobriu que não desejava seguir a carreira militar. Foi, então, que decidiu cursar a faculdade de Psicologia, mas desistiu. Ainda não era essa a sua vocação profissional.


Voltando para sua cidade natal, em Friburgo, perguntou-se: “O que fazer daqui por diante?” Foi, então, que ele lembrou que seu avô costumava cuidar de abelhas, de forma rudimentar. Esta idéia pareceu-lhe ótima para começar seu trabalho futuro.

Tenacidade no aprendizado

Para pôr sua idéia em prática, teve que vencer vários obstáculos para aprender esta nova atividade, na qual nunca havia pensado. Ele foi à luta, e, transcorrido um ano, nenhum resultado, aparentemente positivo.


Ele não desistiu, foi em frente, sempre se familiarizando mais com essas pequenas criaturas fascinantes produtoras de mel.

Relação de amor e respeito à natureza

 

Pés de laranjeira silvestre. Ao fundo, à esquerda, eucaliptos, em seu habitat natural.
Os pássaros e o vento transportam as sementes que fazem brotar essas variedades rústicas de plantas cítricas melíferas, em meio às flores rasteiras.
Foto André Rodrigues

Respeito, dedicação e amor pelas abelhas

Durante nossa conversa, ficou bem evidente o respeito do Sr. Leandro à vida das abelhas. Não foi possível esgotar o assunto, pois o tempo era insuficiente para tanto trabalho que ele realiza, mas o que ele ensinou e que agora repassamos aos leitores foi muito valioso.

Sr. Leandro colhe mel de caixas (1) de abelhas distribuídas em vários locais da região serrana, produzindo diversos tipos de mel, de acordo com as flores da região – Cachoeiras de Macacu, Bom Jardim, Duas Barras, Cantagalo, Macuco, Cordeiro, São Sebastião do Alto, Valão do Barro e Itaocara.


As principais floradas nativas da região são as do eucalipto, assa-peixe, erva-canudo, morrão de candeia, capixingui, e floradas silvestres mistas, que resultam no tipo de mel “mil flores”.

Alterações climáticas, agora, imprevisíveis.

Segundo ele, as alterações climáticas causadas por danos ambientais não mais permitem fazer previsões de um ano para o outro, na produção do mel. Há ocasiões em que é preciso alimentar as abelhas para que elas não morram de fome, até a próxima florada.
 
Foto André Rodrigues
 
Pé de assa-peixe

Danos propositados ao meio-ambiente são criminosamente praticados.

Outro fator que vem sendo muito prejudicial, não só à produção do mel, mas também ao meio ambiente, no Brasil, é a prática da plantação de capim brachiaria para o gado. Ele destrói as floradas nativas, provocando um desequilíbrio no ecossistema. É uma variedade altamente invasiva, na verdade uma praga trazida da África que destrói todos os demais tipos de vegetação, onde se instala. É um crime ecológico que as autoridades não percebem.

Convivência pacífica ecologicamente correta

No passado, o gado convivia com as espécies que davam flor, mas os fazendeiros, a pretexto de terem um pasto limpo, implantaram esta praga importada, que está se espalhando pelo Brasil inteiro. Se continuar assim, no futuro não muito distante não teremos mais mel de algumas floradas.

Essa visão dos criadores é uma visão antiecológica e criminosa, pois é de grande impacto ambiental e com estragos permanentes e cada vez maiores.

Este tipo de capim foi importado da África para substituir o capim gordura, que não é agressivo como a brachiaria.

Abelhas e biotecnologia moderna

  Assim como encontramos laranjeiras silvestres em encostas de difícil acesso, lá também são encontradas caixas com abelhas produzindo mel de laranjeira. As caixas são movidas, de acordo com as floradas, em cada época do ano, à noite, para não irritar as abelhas
Foto André Rodrigues

Dentre os insetos, a abelha é um minúsculo ser vivo da natureza capaz de fazer verdadeiros milagres, salvando vidas e fornecer alimento.

Sr. Leandro nos fala da vida das abelhas com muita familiaridade, carinho e admiração pelo trabalho que elas desempenham e o que representam na vida das pessoas. “Elas vivem em permanente trabalho de produção de mel e derivados, todos aproveitados pelo homem”.

Em sua empresa existe um laboratório, que recebe o mel para ser centrifugado e preparado para a venda, na loja, junto com outros derivados do mel, além de outros produtos da região. Seus produts são certificados pela Secretaria Estadual de Agricultura.

A própolis (2) serve de revestimento interno da colméia. Desempenha a função de assepsia e vedação da caixa.
Aplicação em cosmetologia e medicina estética. Também pode ser usada em ferimentos, queimaduras e gargarejos.

A apitoxina (3) vem sendo indicada no tratamento de a
rtrite e artrose. Para a extração da apitoxina, a abelha é agredida com choque elétrico que provoca a liberação do apitoxina sobre uma placa de vidro. É um método de extração que sacrifica a abelha. Ela dá a vida para aliviar o sofrimento das pessoas.

O mel pode ser consumido puro ou agregado a outras plantas e ervas para produzir xaropes, doces e bebidas. Por exemplo, o mel com clorofila é feito a partir do broto de trigo, que é colocado na moenda para extrair o sumo, e ser misturado ao mel.

Através do estudo, da observação e da vivência no campo, Leandro Beltrão vem acompanhando a degradação da natureza e deu sugestões preciosas na possibilidade de contribuir para a reversão deste processo.

Sugestões a partir da mudança do meio-ambiente


Segundo Leandro Beltrão, a EMBRAPA-Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, órgão oficial do governo, pode estabelecer critérios de avaliação para as vantagens e desvantagens da disseminação da brachiaria nos campos, e, a partir desse estudo, criar alternativas não-agressivas à biodiversidade.

Sugestões a partir da realidade.

Incentivo para melhorar as plantas melíferas, através dos órgãos municipais, estaduais e federais.

• Criação de parcerias com outros produtores de mel, incentivando o cooperativismo.

• Criação de alamedas, com árvores e plantas melíferas, próximas de pequenos centros urbanos.

• Criação de canteiros entre as pistas nas rodovias com plantas e árvores melíferas evitaria a cegueira pelos faróis além do benefício de aproveitamento para o mel.

• Reflorestamentos com plantas e árvores melíferas beneficiaria a fauna também os beija- flores: são naturais polinizadores e espalhariam o pólen, naturalmente.

Além da função de urbanização, seria benéfico para a natureza e para o homem, que se beneficiaria do mel e de seus produtos, além de gerar fonte de trabalho no campo, para abastecer as cidades a custos mais baixos, com maior produção de mel por hectare.

Cursos e atividades escolares que ensinassem às crianças a preservar as abelhas e as espécies melíferas, poderiam ser atividade de férias ou extra-classe, também. Um investimento que poderia despertar vocações de novos apicultores e formar um pensamento ecologicamente correto nos demais.

Em Friburgo, a natureza é pródiga. Segundo Leandro Beltrão, as cidades deveriam ser cercadas de áreas com espécies melíferas.
Na foto, de André Rodrigues, laranjeiras e outras espécies, próximas à estrada.

Saiba mais sobre apicultura

(1) Caixa - colméia construída pelo homem.
Colméia ou cortiço. Habitação das abelhas.
(2) Própolis - produto processado a partir de resinas vegetais, pelas abelhas, que é utilizado para fechar frestas da colméia. É poderoso antissético e próbiótico

(3) Apitoxina - nome dado ao veneno produzido pelas abelhas quando são atacadas
 


A palavra abelha vem do Latim [Apis]. A apis melifera produz o mel, pólen, cera, geléia real e própolis.

Cera – secreção glandular da abelha que serve para construir os favos, estrutura física da colméia.

Colônia – família de abelhas. Tem em média 60.000 abelhas

Ferrão – arma de defesa das abelhas.

Fumigador – equipamento portátil indispensável utilizado para produção de fumaça para reduzir a agressividade das abelhas.

Geléia real – produto riquíssimo em proteínas, vitaminas, sais minerais e hormônios sexuais e de crescimento, utilizado na alimentação de larvas de abelhas rainhas e da rainha.

Opercular – trabalho de vedação dos favos pelas abelhas.

Pólen – produto rico em proteínas, vitaminas e hormônios que as abelhas colhem das flores.

Própolis – produto processado a partir de resinas vegetais pelas abelhas, utilizado para fechar frestas da colméia. É poderoso antissético e probiótico. Se um bicho atacar a colméia, ele morre e é mumificado pela própolis.
Indicações: para gargarejos com água morna serve de anti-séptico e cicatrizante cantores é bom para professores oradores cantores locutores; no tratamento de escaras e queimaduras.

Rainha – mãe de uma família de abelhas

Vôo nupcial – é o primeiro vôo que a rainha faz, quando é fecundada por uma média de 6 a 8 zangões. Quase sempre, os zangões morrem.

Zangão – é o indivíduo masculino de uma família de abelhas e de outros insetos.

Nota do Editor: esta matéria está sendo enviada para:
• Senhora Ministra do Meio Ambiente, com a denúncia sobre a invasão do capim Brachiaria, vindo da África e nocivo ao equilíbrio da nossa biodiversidade.
• Universidades Rurais
• ONGs de proteção ambiental.


ABELHAS e Mel, fonte de saúde em extinção, causada pelo próprio homem.

Por Flavio P. Ramos e Celeste R.B.Ramos
Editores - professores e jornalistas
Imagens: André Rodrigues




Campos do Jordão

Taveiros

Este ano, as minhas férias não foram muito grandes, mas foram muito férias. Nunca, em tão pouco tempo, senti o corpo e o espírito restaurarem-se lado a lado tão profundamente como naqueles dez dias em Campos do Jordão.
Depois de umas centenas de quilômetros com vontade crescente de chegar, as casas de Campos do Jordão apareceram no pára-brisas a marcar a última distância e a oferecer o primeiro aconchego.
Campos do Jordão é uma terra inacreditavelmente brasileira, para quem do Brasil tem apenas imagens negativas.
Salvo a avenida principal, com traçado mais ou menos retilíneo, as ruas de Campos do Jordão parecem ter surgido ao sabor das casas como as pequenas praias ao sabor das dunas. Por isso o perambular à toa na cidade, é tão agradável como divertido. Está sempre parecendo que não há saída, mas a rua, cada vez mais irregular, acaba sempre por arranjar uma maneira de se esgueirar. Em centro de terrenos enormes, as casas, grandes e encantadoramente debruadas a madeira em cores muito vivas, compõem um cenário tipicamente europeu.
O turismo em Campos do Jordão é marcado por uma grande representação paulista de meia idade. Muitos casais com os filhos e muitos jovens a beijarem-se como em lugar nenhum. A sofreguidão quase alimentar com que se beijam, leva-nos a pensar que em suas terras o beijo seja proibido.
Nesta cidade sobressai o clima e o silêncio, de entre uma infinidade daqueles detalhes que tornam um lugar simpático antes ainda de se saber por que. Se não fosse o canto dos grilos, o chilrear dos pássaros, e o murmúrio da brisa vinda dos pinheiros, a vida nesta cidade mais pareceria um filme colorido a que se tivesse tirado o som. O ambiente tão naturalmente belo e sossegado influi no caráter das pessoas. Turista e naturais parecem reger-se por um temperamento comum. As pessoas ao passarem por outras sorriem como se dissessem: “como é bom estar aqui não é?”
Bastou um dia para me livrar do pesado sedimento de tédios e cansaços. O corpo logo me pediu passeios, e o espírito leituras. Li o céu, os castanheiros, as heras, as giestas floridas, o rio, e tudo me pareceu o folhear dum livro imenso duma obra sem fim no sossego daquele pedaço do Brasil insuspeitado. Por isso os livros escolhidos para o veraneio me pareceram artificiais e insignificantes. Andei muito no meio daquela floresta até encontrar um riacho. Agora, já cansado, sentei-me debaixo duma velha árvore junto do rio, e fui levado a apreciar a sua música rítmica, a sua dança em seu caminho de retorno ao mar.
Lembrei-me da infância quando me divertia às margens dum pequeno rio muito semelhante. Ali, sentado, em estado de plena atenção, lembrei-me da história da água e o que ela contaria se falasse a nossa linguagem. Sacia milhões de pessoas, rega campos, ruas e calçadas, esgotos, transforma-se em vapor para girar a engrenagem da máquina, em gelo para conforto da humanidade voltando ao seu estado natural. Retorna sempre à sua fonte nos oceanos donde veio, e depois de purificada dentro deles, retoma a sua jornada novamente. Não pode ser destruída nem criada e sem ela a vida não existiria. No horizonte descendo o sol me fez lembrar o papel que ele desempenha na história da água. Sem o sol, a água ficaria para sempre no mar aprisionada. Olhei uma pequena pedra muito bem polida pela água do riacho e segurei-a na mão. Neste instante, e em estado de quietude, pareceu-me ouvir uma voz interior dizendo-me. Contempla, ó mortal, o que seguras na mão! Sou uma pequena pedra como vês, mas garanto ter um pequeno universo no qual existe tudo. Há miríades de átomos a se movimentar e um sistema molecular cada um o próprio universo. Não sou a massa de pedra como crês, mas um grupo de unidades de energia incessante. Pareço massa sólida, mas a aparência é ilusão, tudo é separado realmente. Estuda-me com cuidado, ó humilde viajante, lembra-te que os maiores poderes do universo são os intangíveis, e estás diante de um deles.
Reconheci que tinha segurado uma porção infinitesimal da energia que mantém o sol, as estrelas, os planetas etc. Foi uma experiência de grande alegria, ao ar livre, que fez com que a minha alma cansada se aquietasse e repousasse calmamente. Detive-me neste paraíso encontrado, quando uma estrela começou a cintilar, e, aí, relutantemente e emocionado, voltei ao hotel para me misturar de novo com aqueles que são dirigidos como escravos de galera pelas leis inexoráveis da civilização, todos empenhados em lutas furiosas e inexplicáveis para acumular coisas que de nada valerão.

Estou agora de volta ao trabalho, com os livros e o micro em que estou digitando esta narrativa da minha experiência em Campos do Jordão. Estou, porém, invadido por um sentimento de solidão e um desejo de estar lá, no meio da natureza, às margens daquele riacho tranqüilo onde, somente há dias, lavara a minha alma nas realidades saciantes da Inteligência Infinita.

Clique aqui para baixar o arquivo com esta matéria em Microsoft Word.

 

 
 
COM DIVERSÃO, É CLARO.

Andréia Andreoli
CORRESPONDENTE

Rio Grande do Sul sai na frente.

É de Guaporé, cidade serrana, importante polo joalheiro do Rio Grande do Sul a mais nova correspondente do Mensageiro.

Andréia Andreoli, canceriana, formada em Ciência da Computação e atuante figura do meio jornalístico em Guaporé.
Atuante também como líder comunitária.

Andréia Andreoli, ja é conhecida no Rio de Janeiro pelo seu corajoso trabalho na instalação de linhas telefônicas para a comunidade, matéria publicada no Jornal Zero Hora de Porto Alegre e noticiada em Emissoras do Rio.

A Equipe do Mensageiro dá as boas vindas a companheira e lhe deseja sucesso nessa árdua tarefa de jornalismo investigativo.
Parabéns ao Povo Gaúcho e a cidade de Guaporé por sua filha ilustre e generosa.

Andreia Andreoli foi convidada a concorrer a Assembléia Legislativa no Município de Guaporé o que enche de orgulho seus companheiros jornalistas e colunistas deste portal, estamos certos que na vida pública ela agirá com mesmo desprendimento e honestidade com que desempenha sua função junto ao nosso veículo.

 

Serra Gaúcha – Opções de Lazer em Qualquer Tempo

Andréia Andreoli
Correspondente

Tudo que o visitante precisa é decidir quando.

Do verde vivo, passando pelo ocre com ou sem flores. As estradas bem pavimentadas serpenteiam por tapetes de hortênsias, pelo verde viçoso ou pelos tons de ocre quando o inverno se aproxima.
São a natureza pródiga e a hospitalidade não menos pródiga do gaúcho, que dão as calorosas boas-vindas, essa em qualquer estação, aos visitantes.

Imagem ampliada.
Foto Arquivo: Hotel estilo Alpino.

Inverno ameno

É inevitável lembrar do sul. Seu inverno ameno, (no Canadá, as temperaturas chegam a 40graus negativos) na Serra Gaúcha, no rigor do inverno, as temperaturas oscilam em torno de apenas 4 graus negativos.
Os poucos brasileiros abonados, que viajam para a Europa para curtir o frio, perdem o melhor de seu País.
O Rio Grande do Sul, de grande diversidade cultural, climática e humana ainda é destino pouco conhecido dos brasileiros e dos povos do Mercosul.

Gramado e Canela

Hotéis, construções modernas, confortáveis e aconchegantes que lembram a arquitetura dos Alpes, os mais tradicionais com lareira. Tudo isso e mais os deliciosos Chocolates de Gramado

O Mini Mundo

Mini-cidade onde se encontram réplicas em escala perfeitas nos seus detalhes.
Miniaturas de castelos europeus, ferrovias com seus trens e pontes, igrejas de onde sai música sacra e canto coral, tudo funcionando com surpreendente realismo.

Cascata do Caracol

Famosa beleza natural, que aparece na mini série da Globo “A Casa das Sete Mulheres”, lugar místico e romântico.

  Clique aqui para ampliar.
O vale do rio Taquari
Semelhante a paisagens européias, esse rio foi o primeiro meio de intercomunicação e transporte integrando o terceiro vale mais fértil do mundo, perdendo apenas para o do Rio Nilo, na África e o do Mississipi, nos Estados Unidos.
Clique aqui para mpliar.
Minimundo (foto arquivo)
Veja a altura das meninas em relação as casinhas.
 
Bento Gonçalves
Em honra ao general comandante da Guerra dos Farrapos
Conhecida como a “Capital da Uva e do Vinho”.
Lá são encontradas cantinas rudimentares, bolichos (bares de beira de estrada), adegas familiares, com excelentes vinhos e preços, e vinícolas de grande porte.
Os vinhos mais finos são elaborados de forma artesanal e são oferecidos gentilmente à degustação dos visitantes. A arquitetura centenária, a vegetação formada de Plátanos e Araucárias (variedade de pinheiro), e parreirais com as melhores cepas.

Carlos Barbosa, viajando de Maria Fumaça.

Próximo a Bento Gonçalves, tem na locomotiva a vapor o saudosismo romântico do passado. É de 23 kilômetros o percurso atual percorrido pelo trem com 6 vagões e a máquina, como antigamente. O conjunto corta montes e vales.
Um cenário deslumbrante que remete-nos ao passado.
Caxias do Sul.

Retrato da Colonização Italiana, é conhecida por sua “Festa da Uva”, tradição local desde 1935. Uma exposição de uvas na praça principal é o ponto de partida para esse evento, que é um dos mais concorridos e populares do País.
Durante a festa, de estrutura muito bem planejada, acontecem shows com renomados artistas de nível local e nacional.

Vem desfrutar da hospitalidade Gaúcha Che!
Tu vais voltar sempre.

 

Guaporé: cidade serrana com
cem anos de história

Andreia Andreoli
Correspondente

 

No ano de 2003, a cidade de Guaporé, localizada na encosta superior do nordeste do estado do Rio Grande do Sul, completou cem anos de emancipação política, comemorando com festividades emocionantes que enfatizaram suas principais características.
comerciais, populacionais e turísticas. A centenária Guaporé destaca-se no cenário estadual, nacional e internacional como um qualificado pólo de compras, onde transforma seus produtos industriais do ramo de jóias e lingerie em atração turística, sendo que no ramo de lingerie, Guaporé tem atualmente cerca de sessenta fábricas e, na área de semi-jóias,(Jóias chapeadas em metais preciosos) aproximadamente cento e quinze empresas.
 
Clique aqui para ampliar.
Lago da AFAG - Guaporé

 

Imagem ampliada.
Vista geral de Guaporé

Em vista da grande procura por maiores informações acerca das empresas de ambos os ramos, criou-se recentemente em Guaporé a AJOLI, Associação de Jóias e Lingerie, onde quarenta e três empresas já estão associadas, sendo que destas vinte e uma são do ramo de jóias, quinze de lingerie e sete hotéis e restaurantes. Maiores informações sobre horários de atendimento, produtos e serviços podem ser obtidos pelo telefone 54.443.6323, ou via e-mail: ajoli@mastertek.com.br.

Imagem ampliada.

Além disso, fazendo um city tour, o visitante poderá conhecer muito mais sobre a cidade fazendo uma visita ao Museu Municipal, além de apreciar suas belas paisagens naturais, entre elas: grutas, cascatas, o morro do Gallon com a imagem do Cristo Redentor em sua parte mais alta, o autódromo internacional Nelson Barro, o Kartódromo, o lago da AFAG (Associação da Flora e Fauna de Guaporé), a Igreja Matriz Santo Antônio, antigos capitéis espalhados pelo interior, entre outros.

Imagem ampliada.

Bem vindos a Guaporé,
estamos esperando.

 
 
  ARA, Editora e Publicidade Ltda.
Mensageiro Jornal - http://www.mensageiro.com.br