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Um
fim de semana especial na
serra
Itaipava
, terceiro distrito de Petrópolis,
Rio de Janeiro
Reportagem de Flavio e Celeste
O
estado do Rio de Janeiro
é um pedaço
de todas as maravilhas que
existem: praias lindas,
cidades históricas,
como a já retratada
Paraty, ou ainda, as cidades
serranas, montanhas, cachoeiras,
tipos de clima variados,
de altas temperaturas próximas
ao litoral, ao frio de próximo
de zero grau, no inverno.
Itaipava, cidade serrana
a cerca de uma hora e meia
do centro do Rio de Janeiro,
é uma excelente opção
de lazer, gastronomia e
compras.
Não pensem na desculpa
de que está chovendo
ou fazendo frio: mudar de
ares e descansar é
uma forma de carregar as
baterias e os pulmões
com o ar puro da serra,
para melhorar a saúde
e o desempenho no trabalho.
Há belas pousadas
e hotéis para quem
gosta de sauna, lareira
a lenha e fondue.
O
Portal visitou Itaipava,
que é o terceiro
distrito de Petrópolis,
a “Cidade Imperial”.
Nosso objetivo era mostrar
para os leitores deste portal
mais de 2 000 000 acrescidos
de cerca de 10 novos leitores
por dia, como é fácil,
mesmo indo de ônibus,
passar um fim de semana
maravilhoso.
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Pousada
Leo e Lu
Estrada
das Arcas, loteamento
Xavier, Rua B N°152
- Tel: +55 (0xx24)
2222-1322 / +55 (0xx21)
9687-3998
Entrada
lateral da pousada
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Buscando na Internet, escolhemos a pousada Leo e Lu, um belo
recanto pertencente a uma
família que administra
a pousada pessoalmente,
e diga-se, de passagem,
muito bem, deixando os hóspedes
bem á vontade.
Ao chegarmos, fomos recebidos
pelo dono da pousada, o
gentil Leo, o Leonardo.
A pousada oferece apartamentos
confortáveis e limpíssimos,
com tv e frigobar. No salão,
lareira e televisão,
além de um som especial,
há uma mesa de sinuca
oficial e outros jogos para
crianças e adultos.
Também existe um
barzinho charmoso, para
uma boa conversa.
Buscando na Internet, escolhemos
a pousada Leo e Lu, um belo
recanto pertencente a uma
família que administra
a pousada pessoalmente,
e diga-se, de passagem,
muito bem, deixando os hóspedes
bem á vontade.
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A
mãe de Leo, D.
Lucia, é artista
plástica. O ambiente
é de muito bom
gosto e aconchegante,
harmonizando-se à
beleza e tranqüilidade
do local, decorado com
pinturas da artista
Salão
de jogos com lareira,
onde é servido
o café da manhã.
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Ao chegarmos, fomos recebidos
pelo dono da pousada, o gentil
Leo, o Leonardo. A pousada
oferece apartamentos confortáveis
e limpíssimos, com
tv e frigobar. No salão,
lareira e televisão,
além de um som especial,
há uma mesa de sinuca
oficial e outros jogos para
crianças e adultos.
Também existe um barzinho
charmoso, para uma boa conversa.
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A
piscina e a sauna seca
ficam no deck, com vista
panorâmica das montanhas
e de parte da cidade,
abaixo. Há também
uma churrasqueira para
quem desejar assar uma
carne e uma mesa de ardósia,
próxima, para drinks
e lanches.
Recanto
da sauna, junto à
piscina. |
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O café da manhã
é farto, servido no amplo
salão.
A pousada não oferece
outras refeições,
dispõe de apartamento
equipado com cozinha mediante
reserva. Shoppings,
restaurantes e outras opções
A pousada está a cerca
de dez minutos de carro do
centro. Os motoristas de táxi
podem ser encontrados na rodoviária
que serve os distritos de
Petrópolis. Os ônibus
intermunicipais, vindos do
Rio, e que vão direto
a Itaipava, não entram
nessa rodoviária, somente
dão a volta e regressam
para a rodoviária de
Petrópolis, no bairro
do Bingen.
Dessa rodoviária urbana
para a pousada Leo e Lu são
dez minutos de táxi.
Para quem vai de carro próprio,
é só seguir
o mapa disponível na
Internet e estacionar no local
próprio dentro do terreno
da pousada.
Os editores do portal www.mensageiro.com.br
fizeram o trajeto em ônibus
intermunicipal com banheiro
e ar condicionado, partindo
do terminal Menezes Cortes,
no centro do Rio de Janeiro,
para poderem avaliar o tempo
e os custos de viagem: passagem
Rio-Itaipava - 19 Reais por
pessoa, táxi até
a pousada Leo e Lu, em torno
de 15 Reais.. Os táxis
podem ser chamados da pousada,
por telefone, sempre que o
hóspede desejar ir
ao centro de Itaipava para
compras.
Para acertarem, informem-se
com o Leo sobre as melhores
opções de compras,
restaurantes e passeios. Itaipava
tem intensa programação.
Mesmo para quem vai de ônibus
vale a pena ser hóspede
da pousada Leo e Lu. O ambiente
é super-familiar e
nos faz sentir em casa, afastados
do barulho do centro, mas
próximo o suficiente
para as compras de viagem.
Sugestão para fugir
completamente da rotina e
aproveitar ao máximo
a beleza do local: para o
almoço no centro a
seu gosto ou jantar, outra
possibilidade é passar
em uma casa de delicatessen
e comprar queijos e vinho
para serem degustados na pousada.
Recomendamos aos leitores
os encantos e a hospitalidade
familiar da pousada Leo e
Lu. Aproveite o próximo
fim-de-semana e suba a serra
rumo a Itaipava. Vale a pena!
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O
tempo chuvoso não
é desculpa: à
praia, você vai
no Rio; em Itaipava
quem manda é
a sauna, a piscina e,
no inverno, a lareira.
O Brasil, e com muito
privilégio, o
Rio de Janeiro, o clima
que você escolher
está bem perto.
Entardecer
visto do deck da piscina
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Negocie
com o Léo pacotes de
família, férias
e eventos. É possível
o aluguel com porteira fechada,
pequenos animais podem ser trazidos
pelos hóspedes, desde
que respeitados os lugares adequados.
Agradecemos pelo atendimento
carinhoso e recomendamos.
Nós já estamos
com saudade e vamos voltar.
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O
lugar mais carioca do Rio
No
centro do Rio pulsa o Largo da Carioca,
palco natural de constantes
apresentações de artistas
anônimos, vivenciadas por um público
apressado,
indo e vindo para todas as direções.
O
cenário amplo é demarcado
por uma verdadeira moldura ao ar livre,
sob o céu azul, contrastante entre
a arquitetura moderna dos edifícios
e a arquitetura religiosa colonial do
convento e da igreja de Santo Antônio,
fundados no século XVII e situados
no morro do mesmo nome.
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Este
local guarda certa magia do passado,
que se transporta para o presente.
Ali, tudo pode acontecer... e acontece
mesmo, do real ao inusitado.
Há espaço para todos
e para tudo, ao mesmo tempo. Acredite.
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Podemos
encontrar estátuas vivas de soldados
romanos
ou de figuras mitológicas.
Mágicos, cantores, músicos,
grupos políticos de protesto
convivem pacificamente com os pregadores
do apocalipse que,
empunhando suas bíblias, vociferam
contra os “pecadores do mundo”.
Ao mesmo tempo, o palhaço “Sombra”
segue as pessoas que passam distraídas,
imitando seu jeito de andar, arrancando
gargalhadas do público.
O Brasil ali está presente num
mosaico vivo
com cores fortes e alegres, mostrando
a diversidade cultural de seu povo e de
seus produtos
típicos regionais.
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Largo da Carioca, onde o passado
e o presente se encontram.
Por que o nome Largo da Carioca?
Carioca é uma palavra do
tupi, kaa-ry-og –
que significa “corrente saída
do mato ou do monte”.
Essa corrente de água jorrava
da nascente da serra, acima das
Paineiras e era famosa pela sua
qualidade.
Somente em 1700, a kaa-ry-og
ou a água do rio Carioca
passou a ser trazida por calhas
de telhas, costeando o morro, até
a ladeira de Santa Teresa, pelas
ruas Riachuelo (na época,
Mata Cavalos) e Evaristo da Veiga,
onde era lançada num grande
tanque e depois transportada em
barris e cântaros para as
melhores casas da cidade que, na
época, tinha a população
de dez mil habitantes. Havia escassez
de água de boa procedência.
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Em
1773 foi inaugurado o aqueduto da Carioca,
ligando os morros de Santa Teresa e de Santo
Antônio, aproximando o centro da água
preciosa, que então passou a jorrar
do chafariz.
Aos habitantes da cidade foi dado o apelido
de cariocas. Assim, podemos perceber o quanto
era importante a presença da água
do rio Carioca na vida da sociedade daquela
época.
Agora, vamos viajar rapidamente no tempo
até o século XVI.
Quando foi fundada a cidade de São
Sebastião do Rio de Janeiro, em 11
de março de 1565, no atual Largo
da Carioca, havia uma lagoa – a lagoa
de Santo Antonio. Junto ao morro, do qual
ainda existe parte, foi construído
um forte para defender o povoado das invasões
estrangeiras.
Depois, os frades da Ordem de Santo Antonio
instalaram-se no morro, doando parte da
área para um cemitério de
escravos. O local passou a chamar-se, então,
“Campo de Santo Antônio”
e, posteriormente, em 1748, foi construído
o hospital da Ordem 3ª de São
Francisco da Penitência e ali permaneceu
até 1905.
Recentemente, com a remodelação
do Largo da Carioca, foi construído
um lago situado junto à saída
do metrô Av. Chile, voltado para o
aqueduto Carioca. Esse lago artificial,
além da função paisagística,
mantém a presença histórica
da água no local. O aqueduto deixou
de existir, mas, até hoje, permanece
um trecho dessa obra arquitetônica
– os Arcos da Lapa – que servem
de passagem para os bondes que ligam o Centro
a Santa Teresa – um dos muitos belíssimos
cartões-postais do Rio.
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No Largo da Carioca atual, a passagem
do tempo é observada pela
presença da figura impassível
do Relógio, colocado em cima
do pedestal de granito. Fabricado
em 1909 pela Fundição
Brasileira Kobler & Cia., ele
é ornamentado com alegorias
de sereias aladas representando
o comércio, a indústria
e a navegação. Está
situado do lado oposto ao lago,
perto das ruas da Carioca e Uruguaiana
(antiga rua da Vala).
Contrastando
com o movimento do local,
o
Relógio,
há quase um século,
permanece imponente,
registrando, com seus ponteiros
ritmados,
todos os minutos e horas dos dias,
o ponto de encontro entre
o passado, o presente e o futuro.
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Assim
é o Largo da Carioca do século
XXI.
Celeste
R.B.Ramos
Texto e fotos
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TURISTAS
Nômades por prazer |
Por
questões climáticas, em
busca de alimentos, seguindo a migração
da caça as famílias, tribos
e povos inteiros viajavam.
Levar consigo hábitos, costumes
e a própria língua, eram
formas de levar o progresso, as histórias.
As notícias eram uma forma de distribuir
e compartilhar cultura.
Imagem:
Internet
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| Os
fenícios, por mar, comerciavam suas mercadorias.
Na época, como hoje, os pontos de entrada
em um país eram lugares significativos.
Eram de grande importância política
e religiosa. As cidades eram conhecidas e faladas
pelos viajantes de todos os quadrantes do mundo
de então. Esses viajantes seriam os turistas
do passado - eram multiplicadores da cultura universal.
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O
formato das embarcações - as
de cascos longos e afinados como as dos vikings,
com pequeno calado tanto podiam viajar em
águas profundas como em águas
rasas.
Eram velozes, impulsionadas por remos ou por
vela, adequadas ao costume das guerras de
pilhagem da época.
Imagem:
Internet |
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O
conceito de seus barcos oceânicos é
usado até hoje nos modernos iates de regatas
transoceânicas.
Os robustos e grandes navios fenícios eram
adequados ao transporte de grandes cargas e feitos
para agüentar mares bravios.
As roupas também foram sensivelmente afetadas,
com o uso das peles e das sedas.
Armas e máquinas de guerra, estratégias
de defesa e ataque, a engenharia militar, fortes
e defesas móveis, navios de guerra, a introdução
da couraça e dos esporões.
A pólvora trazida de Katai (nome da China)
por Marco Pólo, incorporada na arte da
pirotécnica e na da guerra.
Soluções de engenharia como os aquedutos,
os arcos, as fontes, as pontes, o feng shui, tudo
isso só foi possível pelas viagens
e pela observação pelo intercâmbio
de culturas.
Religiões
como o shintoismo, o budismo e o bramanismo foram
divulgadas e ganharam adeptos em todo o mundo.
As tradições de magia como a céltica
Wicca, o druidismo até hoje praticado,
os oráculos, como as runas e, como o I
shing, o tarô trazido e divulgado pelos
ciganos na Europa.
Os meios de transporte foram melhorados e tornados
mais sofisticados como o trem chamado “Expresso
do Oriente”.
O turismo é a mais antiga forma de multiplicação
das culturas do mundo.
Um turista, que veio na comitiva de Pedro Álvares
Cabral, contou em sua carta ao Rei de Portugal,
D. Manoel, detalhes da descoberta: era Pero Vaz
de Caminha.
Flavio
P. Ramos
Editor
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Turismo,
uma solução que o Brasil não
pode descartar
O
ser humano tem características que fazem
do turismo um filão que se explorado adequadamente,
preenche sem dúvida as necessidades básicas
de felicidade para qualquer pessoa.
Gregarismo é a necessidade
de viver em grupos, que combinado com a vontade
de conhecer, explorar novos lugares, comportamento
nômade que até hoje é observado
no Saara, onde tribos inteiras vivem no deserto,
eternamente viajando.
O comércio é a necessidade de adquirir
o básico para viver não importa
onde, é a
natural curiosidade pelo novo, são molas
que podem mover o turismo interno e externo de
qualquer país.
A Espanha e a Grécia vivem
do turismo. São espelhos que devem
ser imitados, para evitar erros estruturais.
Há muitos anos conheci uma cidade onde
todos eram dedicados a representar a vida no Oeste
Americano da época das diligências.
Estávamos em 1965 e fiquei admirado, estupefato
mesmo, com a criatividade genial e a forma profissional
como todos atuavam 24 horas por dia vestindo a
persona como se fora real.
Frontier Towm, uma cidade do estado
do Colorado, reconstruída e inaugurada
em 1958, onde todos são atores o tempo
todo. não se vê luz elétrica,
televisão, rádios, computadores,
NADA, nem mesmo antenas de televisão que
são camufladas fora dos limites da cidade
teatral.
Estrada de ferro, diligências da Wells Fargo,
Poney Express, tiroteios, ataques de índios
e personalidades históricas, como Búfalo
Bill, cruzam a rua com os visitantes, tudo tão
real que logo estamos transportados a esse universo
do passado como se estivéssemos no presente.
Que tal um carteado no saloon com direito a roubalheira
e tiroteio ou um culto evangélico na igreja
de madeira da cidade?
Não é uma cidade
cenográfica, é real. Todos
vivem, se vestem e agem como no passado, inclusive
crianças que vão à escola
local. Tudo é possível como comprar
uma carabina Winschester 44, uma sela mexicana,
um revolver colt 44 cano longo, chapéus,
esporas e vestimentas completas de cowboy, tudo
real e funcionando. Ninguém resiste às
compras.
Dá até para morar lá. É
só entrar na fila quilométrica do
hotelzinho da cidade, ou ficar numa cidade vizinha
e voltar de graça outras vezes.
Enquanto isso, o Brasil tem A Paixão de
Cristo e mais nada, ou Beto Carrero World, que
é um circo temático, longe, bem
longe da saudosa Fontier Town, um encontro autêntico
com o passado vivido a cada dia, hoje. Uma cidade
de atores reais vivendo uma vida paralela.
Nosso Portal vai incentivar o turismo
nesse ano de 2006. Junte-se a nós. Em 2005,
enfocamos Friburgo e Paraty. Em 2006 novas cidades
turísticas serão visitadas.
Flavio
P. Ramos
Editor
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Nova
Friburgo,
uma cidade para ser apreciada aos poucos
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Grupo
de visitantes que fez o passeio de um dia
a Nova Friburgo, região serrana do
Rio de Janeiro, para compras em lojas de fábricas
de lingeie e visita a pontos de atração
turística, transportados pela Best
Line, com a guia Ana Maria Miyasato.
Reportagem
Flavio P. Ramos e Celeste R.B.Ramos
Fotos: Flavio P.Ramos
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Quem mora na cidade do Rio de Janeiro
é um felizardo e não sabe. Tem praias
maravilhosas, a baía mais linda do mundo,
Copacabana, e do outro lado da baía, Icaraí,
como se Copacabana estivesse se olhando no espelho
- uma outra linda princesinha do mar. É
beleza em dose dupla.
Rio quarenta graus? Qual é o problema?
As cidades serranas estão aí mesmo,
com um charme de fazer inveja a muitas da Europa
e logo ali, na serra. Hoje transporte confortável
é o que não falta, basta saber escolher.
A serpente de asfalto, por entre a mata atlântica,
sobe a serra e leva-nos a pedaços do Éden,
fartos pedaços diga-se de passagem.
Teresópolis, que visitaremos mais tarde,
para contar aos leitores do portal www.mensageiro.com.br
que não moram no Rio de Janeiro, o que
encontrar e como passar momentos imperdíveis.
Petrópolis, igualmente suis generis, a
única cidade Imperial do Brasil, com terras
adquiridas, isso mesmo, compradas pelo nosso amado
Imperador D Pedro II, sem dúvida, um estadista
de nível internacional, bem diferente do
néscio e corrupto que hoje desgoverna o
Brasil e humilha o país com sua ignorância
e omissão grotescas.
Friburgo, um pedaço da Suíça,
com um clima europeu brando e perfumado pelas
flores e matas que produzem mel de qualidade,
superior aos melhores. Há ainda os queijos,
doces e licores, as trutas, as carnes de caça,
enfim, ou melhor, em princípio, um cardápio
de reis e rainhas que merece ser revisitado sempre,
( palavras do chef Mosar Olavif Pitón.).
Segundo o chef, “Friburbo é uma cidade
para ser degustada”.
Desta feita, a equipe do portal mensageiro juntou-se
a uma excursão em van, conduzida pela guia
de turismo credenciada pela Embratur, Ana Maria
Miyasato, responsável pelo passeio. Tudo
dentro das normas da Embratur, a transportadora
foi a BEST LINE, que transporta nossas equipes
com segurança e sofisticação
em vans com ar condicionado, tv, música
e outros confortos. Os motoristas são sempre
corretíssimos e experientes - palavra de
cliente exigente.
Nossa intenção era conhecer mais
uma opção de preço accessível
e conforto adequado a qualquer idade. Nesse grupo,
especificamente, a maioria era de senhoras de
terceira idade.
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Paramos
para compras na “Ponte da Saudade”,
local de concentração de lojas
de fábricas de lingerie. As mulheres
adoraram.
Estacionamento gratuito para carros e vans
de turismo.
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Foto
ao centro: Rodoviária Sul, com chegadas
de ônibus do Rio de Janeiro e de outros
municípios. Opção para
quem prefere esse transporte. |
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| Depois,
o grupo foi ao Centro, onde almoçou
em um restauante self service, comida em fogão
a lenha. |
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Após
o almoço, a excursão dirigiu-se à
estrada Friburgo-Teresópolis- a TERE-FRI.
para visita à Queijaria e ao Museu do Colono,
(veja as fotos). Após a visita, volta ao
Rio, por Teresópolis.
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Museu
da Abelha
No caminho
para Teresópolis.
Lago
de carpas e ponte orienal compõem
o ambiente onde se pode observar as abelhas
produzindo o mel da região.
A visita
é agendada e orientada por um guia. |
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Queijaria
de Nova Friburgo
e Museu do Colono Suiço
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Fotos:
à esquerda, anfitriã em trajes típicos
recebe no Museu do Colono Suiço, onde há
também uma exposição temporária
de pintura
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Museu do Colono
Contato
com a história da vinda para o Brasil
dos colonos suiços, após atravessarem
o oceano, enfrentando o desconhecido, mas
cheios de esperança em encontar um
novo mundo promissor.
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Alexandre
Casemiro, acadêmico de Direito, o mais
jovem participante da excursão, à
esquerda, aprova a facilidade de acesso por
rampa, dentro das leis em vigor. A direita,
consultando o computador com dados sobre o
Museu do Colono.
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Acima,
à esquerda, foto de uma bíblia. É
a preocupação religiosa. Na vitrine
da direita, a magia acompanha os viajantes. Vejam
à esquerda da vitrine um exemlar do Tarô
de Marselle.
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Foto
da esquerda:
baús e pequeno tonel de bebida, trazidos
pelos imigrantes suiços.
À direita, réplica de um dormitório
típico de uma casa de imigrantes. |
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à esquerda
e à direita, rudimentares instrumentos
de carpintaria: plainas e graminhos. |
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| Os costumes
alpinos trazidos para a terra de escolha:
enquanto na Suiça, os guisos ornamentados
eram usados nos peitorais dos cavalos que
tiravam trenós, aqui, usados nos cavalos
que puxavam as carroças. Velhos hábitos
e novos usos. |
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Um
passeio de um dia que recomendamos. Fica melhor
ainda com os amigos como nesse grupo que sempre
viaja junto.
Mais informações, contate
Ana Maria Miyasato (21) 2205-0709 - Rio de janeiro.
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Na
foto, à esquerda, a guia Ana Miyasato,
orgnaizadora da excursão e o Sr. Robson,
motorista da Best Line Transportadora de Turismo
credenciada pela Embratur. |
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Nova Friburgo,
"uma terra que mana leite e mel"
Após
40 anos de sofrimento nas escaldantes areias do
deserto, o “Povo de Deus”, liderado
por Moisés, chega à Terra Prometida.
Segundo o “Senhor dos Exércitos”,
era uma terra que mana leite e mel. Embora
fosse a mais fértil porção
da área chamada “Crescente Fértil”,
onde está a Cidade Santa para todas as
religiões, Jerusalém,
a
comparação nos parece imprópria,
se olharmos para as terras de Friburgo, onde o
paraíso é real...
A imigração
traz os colonos para a “Terra Prometida”
Como no passado, na migração
dos hebreus pelo deserto, também aqui,
o Rei D. João VI abre a colonização
de uma área imensa e virgem na região
serrana do estado do Rio de Janeiro.
Sua Majestade, homem culto de grande visão,
recebeu colonizadores europeus suíços.
Esses pioneiros recebiam do Rei toscas moradias
que eram compartilhadas por mais de uma família.
Como no “crescente fértil”,
a terra prometida dos hebreus, a vida dos imigrantes
foi dura. Foi preciso trabalho braçal árduo
no inclemente inverno serrano de Friburgo; muitos
não resistiram.
As desavenças entre
cristãos
Colonizadores cristãos, mas de
origens católica e protestante não
se ajustaram como acontece ainda hoje no “crescente
fértil”, entre judeus e palestinos.
Quis o Senhor Deus que em Friburgo as luzes da
Beleza, da Força e da Sabedoria prevalecessem
e brilhassem até hoje. A convivência
acabou acontecendo e, da visão de um rei
de Portugal, do Brasil e Algarves, veio a palavra
do progresso, enquanto o Grande Arquiteto do Universo
decretava o destino dessa colônia do “Novo
Mundo”. Friburgo, hoje, é uma terra
harmônica e trabalhadora que mana leite
e mel.
Descendentes
dos Colonos Suíços fundam a Queijaria
Suíça de Nova Friburgo
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Descendentes
dos suíços iniciais e especialistas
da Suíça de hoje, juntaram
vontade e conhecimento para criar a Queijaria
Suíça de Nova Friburgo, fundada
em 1º de agosto de 1987, na época,
com a finalidade de ser uma Queijaria-Escola.
A Queijaria
Suíça de Nova Friburgo foi
construída com recursos suíços
(três
quartos) e nacionais (um quarto). |
Esta
união materializa o intercâmbio entre
as duas cidades (Fribourg e Nova Friburgo), mantendo
vivas as tradições dos fundadores
de Nova Friburgo.
Queijaria
desperta interesse da imprensa
Nossa reportagem, como sempre, hospedou-se
no Rancho Girassol, uma pousada ainda não
aberta ao público, de propriedade da professora
Iara Gomes dos Santos, de longa data amiga dos
diretores deste portal.
Nossa equipe, inicialmente, contava com três
pessoas: o chef Mosar Olavif Piton e os jornalistas
Celeste R.B.Ramos e Flavio P.Ramos. Mais tarde,
juntou-se à equipe, o Diretor de Arte,
André Rodrigues, que produziu as imagens
da reportagem sobre o MEl, inserida, a seguir,
nesta página.
Nossa anfitriã, professora Iara Gomes,
foi quem nos orientou em Nova Friburgo e acompanhou-nos
nas visitas aos locais onde a reportagem colheu
os fatos que passamos a relatar:
Nosso Roteiro, para guiar
os visitantes, nessa visita imperdível
Chegada à pousada no dia 26 de
março – permanecemos na pousada no
sábado e domingo montando a estratégia
de trabalho. Foi decidido que deixaríamos
o carro na pousada e visitaríamos os locais
das reportagens usando a condução
de Friburgo de modo a poder relatar aos que venham
de ônibus a melhor forma de chegar aos locais
visitados, bem como as estimativas do custo, em
geral.
O chef Mosar Olavif Piton, já
conhecedor dos queijos, ficou na pousada levantando
dados sobre a produção de mel, que
será um outro assunto em nossa pauta de
reportagens. Na volta tivemos uma surpresa, que
está contada em Culinária.
Custos Reais
Por Passageiro
Passagem Rio-Friburgo com ar condicionado,
por pessoa - R$ 20,96. O preço varia em
função de taxas.
Passagem de ônibus urbano em Friburgo –
R$1,60. Existe um sistema de integração
onde, viajando no mesmo sentido, paga-se apenas
uma passagem.
Os jornalistas Celeste R.B. Ramos e Flavio Pinto
Ramos saíram da Pousada às 13:30h
e pegaram um ônibus na Ponte da Saudade
em direção à rodoviária
urbana, onde fez conexão para a Queijaria
Suíça de Nova Friburgo, no bairro
Conquista, no ônibus Conquista. Até
agora, o custo do transporte, por pessoa foi R$
24,16.
A Queijaria Suíça
de Nova Friburgo fica na estrada Teresópolis-Friburgo,
Km 49, no bairro Conquista, Nova Friburgo.
Chegamos, aproximadamente, às 15 horas.
A sede da Queijaria é uma construção
típica dos Alpes Suíços,
semelhante à que encontramos também
em Gramado–RS. Veja fotos e reportagem de
Andréia Andreoli, nesta página.
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| Entrada
do Chalet Heidi, prédio principal
da Queijaria Suiça de Nova Friburgo |
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O
belo chalé, além da fábrica
de queijos, abriga, também, a infra-estrutura
da Chocolataria Suíça de Nova Friburgo,
onde são desenvolvidos produtos artesanais
de altíssima qualidade, semelhante aos
chocolates suíços de primeira linha.
Ainda, no complexo da Queijaria, existe um Horto,
um Museu de Taxidermia, onde se encontram animais
exóticos e da Mata Atlântica e o
Pavilhão de Artesanatos (feitos pelos próprios
artesãos em suas lojas). Abrem de quinta
a domingo e oferecem visitas guiadas.
Fabricação
dos queijos, qualidade total em padrão
europeu.
Nossa
anfitriã foi a Sta. Luciana Schumach,
de tradicional família friburguense
que, muito segura, guiou a equipe de reportagem
do Mensageiro, demonstrando perfeito conhecimento
do processo que envolve desde a coleta de
matéria-prima nas regiões
circunvizinhas, com destaque para Sumidouro,
até o produto acabado. |
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À
esquerda, Luciana Schumach, da Queijaria
Suíça de Nova Friburgo. À
direita, a editora-adjunta Celeste R.B.Ramos |
Passamos
pelas diversas fases mostradas no fluxograma que
engloba a produção de diversos tipos
de queijos.
A Queijaria Suíça de Nova Friburgo
estabelece rigoroso controle de qualidade do leite
utilizado na fabricação dos diversos
tipos de queijos. O de vaca é colhido diariamente
e chega à Queijaria pela manhã,
numa quantidade diária de dois mil litros;
o de cabra, duas vezes por semana, também
pela manhã.
Laboratório garante
os padrões de qualidade
Logo na chegada, são feitos controles
laboratoriais, que garantem a pureza e a qualidade
equivalente à dos queijos similares fabricados
na Suíça.
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Higiene total garante qualidade na fabricação
O processo de fabricação dos
queijos pode ser observado pelos visitantes,
através de uma parede de vidro. O
queijo é fabricado em área
estéril.
Enquanto acompanham este trabalho, os visitantes
podem observar, confortavelmente sentados,
numa varanda com mesinhas e cadeiras.
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| Interior
do Setor de Produção |
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Fluxograma
do Processo
Fluxograma: recepção do
leite, exames de controle de qualidade, pasteurização,
resfriamento, colocação no tanque,
adição de fermento coalho e cloreto
de cálcio, corte com liras (equipamento
com forma do instrumento musical do mesmo nome),
mexedura, enformagem, viragem, colocação
na prensa para retirada do soro (queijos curados),
imersão em tanques na câmara de salga
e embalagem.
Os queijos curados, principalmente da linha delicatessen,
antes de serem embalados passam por um processo
de maturação, ficando em câmaras
frias onde recebem um tratamento segundo a Tecnologia
Suíça da Casca Lavada. Durante este
período, os queijos apuram sabor e aroma
característicos. A Casca Lavada consiste
em aplicar sobre o queijo uma bactéria
láctica chamada linens, criando
na casca do queijo uma fina camada protetora,
evitando o aparecimento de bolores e trincas,
além de liberar uma série de enzimas
que agem sobre a proteína e gordura da
massa, conferindo ao queijo sabor e aroma especiais.
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Os
queijos que recebem este tipo de tratamento
são: Queijo Tipo Reblochon, Queijo
Tipo Raclette, Queijo Tipo Gruyère,
Queijo Tipo Chevrotin, Queijo Moleson e
Queijo Moleson Cabra.
Os queijos Tipo Gorgonzola, Tipo Sbrinz,
Tipo Suíço e Minas Padrão,
também são queijos maturados,
mas possuem a casca lavada. |
| Amostra
dos diversos queijos fabricados |
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Linha
de fabricação
Linha Delicatessen
– Queijo Tipo Reblochon, Queijo tipo Gorgonzola,
Queijo Tipo Raclette, Queijo Tipo Gruyère,
Queijo Tipo Sbrinz, Queijo Moleson, Queijo Tipo
Suíço, Fondue.
Linha Cabra –Queijo
de Cabra Fresco, Queijo Tipo Chevrotin, Queijo
Moleson Cabra, Queijo de Cabra fundido, Leite
de Cabra em Pó.
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Recanto
do restaurante
Detalhe
da típica lareira a lenha dos Alpes
Suiços com panela de ferro pendente
da trave, que pode ser rebatida sobre o
fogo aceso. A grade serve de proteção
para que as brasas não sejam jogadas
fora da lareira. |
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| Os
queijos mais comuns, no Brasil:
Linha Lanche
Queijo Minas
Frescal, Ricota Fresca com e sem sal, Requeijão
Cremoso, Queijo Minas Padrão, Queijo
Prato Lanchese, Manteiga com e sem sal.
Foto à
direita:
Mesa sob a clarabóia, com diversos
queijos em temperatura natural, prontos
para servir. |
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Inspeção
do Governo
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Inspeção
permanente do Serviço de Inspeção
Federal-SIF, órgão do Governo
que autoriza a distribuição
do produto em todo território nacional.
A
autoridade governamental que inspeciona
os laticínios tem uma sala especial
reservada para seu trabalho. Sempre que
o inspetor julgar necessário, coleta
amostras aleatórias para exame
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