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Escândalos dos Membros do Clero Católico descobertos

Um mero recuo tático?

*Dr. Helio Bernardo Lopes


Quando Bento XVI visitou Portugal, como se sabe, sucessivos elementos da Igreja Católica vinham sendo postos em causa um pouco por todo o Mundo, fruto dos mil e um escândalos, entretanto postos a nu como consequência da liberdade de informar, pelo que se tornou lógica a tomada de posição da hierarquia suprema daquela instituição, já que se tornara evidente que continuar a desmentir a torrente noticiosa que vinha tendo lugar apenas prejudicava a imagem da Igreja Católica.

Em todo o caso, e para lá do que se percebeu ser um inevitável recuo tático, sempre acabei por acreditar que um tempo novo poderia estar a nascer no seio da Igreja Católica. Não, claro está, naquilo que só à Igreja Católica diz respeito, mas no que se refere às possíveis e naturais violações dos códigos em vigor nos designados Estados de Direito, que só o poderão ser se os mesmos se aplicarem a todos e de um modo semelhante.

O tempo que passou, desde essa visita histórica, parece estar a desmentir a minha esperança. Logo pouco depois, eis que as autoridades judiciárias italianas colocaram sob suspeita o arcebispo de Nápoles, por suposta receptação de cerca de dois milhões e meio de euros, e por atos de corrupção com ramificações perigosas. Um pouco depois ou talvez antes eis que o já tristemente célebre Instituto de Obras Religiosas voltava a ser notícia e por razões idênticas às já verificadas no tempo de famigerado arcebispo Marcinkus, que teve de manter-se por quase dois anos escondido das autoridades italianas, que o vinham procurando em torno do escândalo do Banco Ambrosiano.

Um cenário, pois, que se repete e com elevadíssima probabilidade de apresentar uma estrutura idêntica à do já velho e histórico caso.

Por fim, eis que a realidade do valor das palavras de Bento XVI, naquele seu vôo a caminho de Portugal, acaba de vir à superfície: o Vaticano protestou contra as recentes diligências policiais das autoridades belgas, parecendo entender que as regras gerais de investigação criminal não se aplicam à instituição que dirige. Esta reação do Vaticano, de um modo indubitável, veio mostrar que, afinal, a Igreja Católica considera os seus membros e as suas estruturas como estando acima do Estado de Direito. Ou seja: as palavras de Bento XVI naquela sua viagem de avião a caminho de Portugal, quase com toda a certeza, mais não foram que um recuo tático, determinado pela fantástica onda de pressão da comunicação social de todo o Mundo e das pessoas em geral. Simplesmente lamentável.

Por *Hélio Bernardo Lopes, Dr. É colaborador de diversos jornais portugueses.

Enviado por Evaristo Dias da Silva

 

MAIS UM ESCÂNDALO REPUGNANTE!

*Taveiros


Este escândalo cruel e desumano em colégios católicos na Irlanda, sobre crianças de ambos os sexos, desamparadas e privadas de uma vida de amor e carinho e que, agora é dado a conhecer aos irlandeses e ao mundo, já não provocou em mim nem um pouco de surpresa.

Lamentáveis fatos que se repetem.
Levantemos a história desses colégios nos pontos mais diversos deste planeta: o primeiro que me vem ao pensamento é o tristemente célebre caso do Colégio da Divina Providência em Québec onde, embora com uma outra variante, mas cuja natureza, neste tempo de degradação mental, é muito semelhante.

Pude também recordar os milhares de casos ocorridos nos Estados Unidos, ao longo de várias décadas, sempre em torno de jovens desamparados ou pobres, abusados e vilipendiados na sua dignidade, por aqueles que se apresentavam como seguidores de Jesus Cristo.

Como naquele colégio canadiano, também, neste caso dos colégios irlandeses, os criminosos sairão sob a vista grossa da justiça, mostrando que as instituições religiosas estão, desde há muito tempo, funcionando como escudos protetores dos que, na sua estrutura, se determinem a praticar crimes dos mais hediondos.

A hierarquia da igreja católica da Irlanda tem que saber dessa realidade, à semelhança do que aconteceu em Quebec e nos Estados Unidos.

Acobertamento vergonhoso.
A própria “Santa Sé” tem que tomar conhecimento de mais essa vergonha, e não tentar evitar queixas públicas por parte das vítimas de tais ignomínias, como acontece nos Estados Unidos, há muito tempo.

Omissão durante o Nazismo.
Mas o que mais reforçou em mim este escândalo sobre crianças foi a idéia, que de algum modo, sempre tive, que o Vaticano teve sempre conhecimento do que se passava na *Alemanha de Hitler, apesar de, ao tempo, nada ter dito. Acho então legítimo acreditar perante mais este escândalo conhecido desde sempre e nunca denunciado.

Importante é não esquecer a proteção dada, no próprio Vaticano, ao croata Ante Pavelic, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, depois de ter superintendido no assassino de cerca de duzentos mil sérvios ortodoxos. Quem tiver a oportunidade de conhecer um sérvio culto, de imediato ficará sabendo o quão longa é a memória daquele povo, e de como só com extrema dificuldade os sérvios de hoje e de amanhã poderão esquecer os crimes cometidos sobre os seus antepassados, sobretudo pelos croatas católicos durante a última guerra.

A igreja católica, pelos mil e um repugnantes exemplos deste tipo, e de outros igualmente repudiáveis, há muito deixou de ser um exemplo para o mundo. A prova de que assim é está, mais uma vez, na postura assumida perante o que agora conheceu publicamente: naturalmente, tem de condenar, mas nada faz para castigar, perante a justiça, os criminosos que, no seu seio, se acolitam há centenas de anos. É vergonhoso!...

N.R. -*O autor, Taveirós, é advogado e católico por nascimento.

Para os que acham que condenar a prática da perversão e do abuso serem formas de preconceito contra homossexuais, citamos na Bíblia o livro de Levitico Cap 20 vers. 13. Quando um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação, certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles.
No texto original: “A maldição do sangue cairá sobre suas cabeças”.
Por analogia, o mesmo acontece se uma mulher se deitar com outra mulher, nosso grifo.

Quando o crime é praticado pelo sacerdote, “que recebeu o sacramento da ordem” poderia até ser considerado transgressão pessoal pelas leis dos homens, mas não pelas leis de D’US.

Quando a Instituição Igreja Católica acoberta o delito é culpada de omissão e ocultação do crime, praticado com agravante das circunstâncias.
O atual dirigente da Igreja Católica foi membro da juventude nazista e aparece em diversas fotos usando uniforme.

 

 


Bento XVI é processado por decisão da Igreja, em 1307

Esse á apenas um dos muitos crimes praticados pela “santa igreja” nosso grifo.

Fonte: http://noticias.terra.com. br


A Ordem Soberana do Templo de Cristo, que afirma ser a herdeira dos míticos templários, apresentou um processo contra o papa Bento XVI, a quem exigem a reabilitação da Ordem, suspensa por Clemente V, em 1307.

Também pedem o reconhecimento de seus bens apreendidos avaliados em 100 bilhões de euros (US$ 155 bilhões).

A ação, apresentada em um tribunal de Madri contra o pontífice através da Nunciatura Apostólica na Espanha, solicita a revisão do processo, que terminou com a suspensão da ordem templária há 700 anos.

A denúncia é formulada contra a pessoa física do papa Bento XVI como sucessor de Clemente V e não como chefe de Estado do Vaticano, e deixa claro que os atuais Templários não desejam a restituição patrimonial dos espólios no século XIV, que atualmente alcançariam os 100 bilhões de euros.

“Não pretendemos em nenhum caso causar a falência da Igreja Romana”, acrescenta o documento, “mas o tribunal pode ter uma idéia da magnitude da operação tramada contra nossa ordem”.

Segundo a Ordem Soberana do Templo de Cristo, legalmente inscrita no registro de associações, os templários tinham recenseadas 9 mil propriedades em toda a Europa, sem contar os direitos sobre terras, pastos, moinhos e direitos portuários, inclusive navios de transporte e de guerra.

No século XIV, os templários, que contavam com mais de 15 mil cavaleiros em toda a Europa, tinham propriedades na França, Inglaterra, Portugal, Espanha, Alemanha, Itália, Bélgica, Luxemburgo e Polônia.

O processo ainda aguarda a resolução do recurso de apelação apresentado pela Ordem do Templo perante a Audiência Provincial de Madri, depois de não ter sido aceita em primeira instância.

Em seu primeiro auto, a juíza encarregada do caso rejeitou o caso por falta de jurisdição, ao entender que não correspondia a seu tribunal se pronunciar a respeito de acontecimentos de 700 anos atrás, “por ser assunto próprio de historiadores”.

N.R. A ORDEM DOS CVALEIROS TEMPLÁRIOS tinha o propósito de GUARDAR A CIDADE SANTA DE JERUSALÉM e os peregrinos das diversas denominações religiosas que a visitavam e aos locais sagrados.

Os Templários eram uma Ordem Militar e Religiosa de Cavaleiros Iniciados.

Para proteger os bens levados em viagem à Cidade Santa pelos peregrinos, inventaram a carta de crédito e os peregrinos as compravam, para resgatá-las em Jerusalém. Para a viagem de volta pelo mesmo deserto, adquiriam nova carta de crédito com o valor remanescente e a resgatavam no local de origem onde residiam.
Pelo pequeno valor da taxa cobrada os Cavaleiros Templários amealharam fortuna e esses valores eram emprestados a Estados e ao Vaticano. Os principais tomadores eram o Estado do Vaticano, avalizado pelo Papa e o de França, avaliado pelo rei Filipe “O Belo”.

Para aplicarem o calote aos Templários, o Papa Clemente V e O Rei de França, Filipe “O Belo”, pactuaram tornar a Ordem suspensa (por heresia) e julgar e condenar pelo tribunal do “Santo Ofício” os membros da ordem.

Assim foi feito: o Grão-Mestre da Ordem dos Templários foi cremado vivo na Ille de la Cité, uma ilha no meio do rio Sena, à vista do povo ensandecido. Diante das testemunhas, Jacques DeMolay, o Grão-Mestre condenado, conjurou o Papa e o Rei de França a se encontrarem com ele diante do Grande Arquiteto do Universo para serem julgados no prazo de um ano. Antes do tempo ser esgotado, ambos morreram. FPR.

Do Processo - Na sexta-feira de 13 de outubro de 1307, os templários no reino da França são presos em massa por ordem de Filipe, o Belo. O grão-mestre Jacques de Molay é capturado em Paris. Imediatamente após a prisão, Guillaume de Nogaret proclama publicamente nos jardins do palácio real em Paris as acusações contra a Ordem.
Esta manobra régia impedira o inquérito pontifício pedido pelo próprio grão-mestre, o qual interno à Igreja, discreto e desenvolvido com base no direito canônico, emendaria a ordem das suas “faltas” promovendo a sua reforma interna.

A prisão, as torturas, as confissões (duvidosas e sob tortura) do grão-mestre, criam um conflito diplomático com a Santa Sé, sendo o papa o único com autoridade para efetuar esta ação. Depois de uma guerra diplomática face ao processo instaurado contra a ordem entre Filipe, o Belo e Clemente V, chegam a um impasse, pois estando o grão-mestre e o Preceptor da Normandia, Geoffroy de Charnay sob custódia dos agentes do rei, estão no entanto protegidos pela imunidade sancionada pelo papa e absolvidos não podendo ser considerados heréticos.

Em 1314 o rei pressiona para uma decisão relativa à sorte dos prisioneiros. Já num estado terminal da sua doença, com violentas hemorragias internas que o impedem de sair do leito, Clemente V ordena que uma comissão de bispos trate da questão. As suas ordens seriam a salvação dos prisioneiros ficando estes num regime de prisão perpétua sob custódia apostólica e assegurando ao rei que a temida recuperação da ordem não será efetuada. Perante a comissão Jacques DeMolay e Geoffroy de Charnay proclamam a inocência de toda a ordem face às acusações dirigidas a ela, a comissão pára o processo e decide consultar a vontade do papa neste assunto.

Ao ver que o processo estava ficando fora do seu controle e estando a absolvição da ordem ainda pendente, Filipe, o Belo, decide um golpe de mão para que a questão templária fosse terminada, ordena o rapto de Jacques DeMolay e de Geoffroy de Charnay, então sob a custódia da comissão de bispos, e ordena que sejam queimados na fogueira na Ille de la Cité, pouco depois das vésperas em 18 de março de 1314.

A Ille de la Cite é uma das duas ilhas do rio sena a outra é a de são Luis. A îlle da la Cité era o centro da Paris medieval. Lá foi construída a Catedral de Notre Dame, diante da qual foi executada a sentença.

Com isso, Jacques DeMolay passou a ser conhecido como um símbolo de lealdade e companheirismo. Ele preferiu morrer a entregar seus companheiros.



 

Vaticano Admite

Eniado por Roberto Carrazedo


O diretor do observatório astronômico do Vaticano, padre José Gabriel Funes afirmou (em entrevista intitulada O EXTRATERRESTRE É MEU IRMÃO) que “Deus pode ter criado seres inteligentes em outros planetas do mesmo jeito como criou o universo e os homens.” “Como existem diversas criaturas na Terra, podem existir também outros seres inteligentes, criados por Deus” disse o diretor do observatório conhecido como SpecolaVaticana.

“Isso não contradiz nossa fé porque não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus”, acrescentou Funes, em entrevista ao jornal L'Osservatore Romano, órgão oficial de imprensa da Santa Sé.

Na entrevista ao jornal do papa, o padre Funes diz que “possíveis habitantes de outros planetas devem ser considerados como nossos Irmãos. “Se consideramos as criaturas terrestres como 'Irmão' e 'Irmã', por que não podemos falar também de um 'Irmão’ Extraterrestre?”, pergunta o padre. “Ele também faria parte da criação.”


 

Enviado por Ana A S. Cesar
fonte: Der Spiegel

 

Especialistas juntam fragmentos de bíblia de 1600 anos de idade

Partes do Codex Sinaiticus, de 1.600 anos de idade, e que inclui o primeiro Novo Testamento completo do mundo, estão espalhadas entre Leipzig, Londres e São Petersburgo. Agora os pesquisadores querem digitalizar os fragmentos e publicar o volume inteiro na InternetMatthias Schulz.

Em 1844, Constantin von Tischendorf, um pesquisador da cidade alemã de Leipzig, viajou de camelo até o Cairo passando pelo Deserto do Sinai. Durante a árdua jornada de 13 dias ele viu "pegadas frescas de tigre" e enfrentou tempestades de areia. Tischendorf ficou debilitado devido à água estagnada "que afeta a parte inferior do abdômen", foi picado por formigas e mosquitos e, em determinada ocasião, a sua tenda foi simplesmente levada pelo vento.

Em maio daquele ano, a sua caravana chegou a uma serra escarpada de montanhas de granito onde Deus - segundo o Êxodo - apareceu para Moisés na forma de um arbusto incandescente. O lugar estava marcado por uma fortaleza espiritual sombreada por ciprestes, romãzeiras e oliveiras: o Monastério de Santa Catarina, construído no ano 550 da nossa era. Um homem usando um robe da Igreja Ortodoxa Grega surgiu na porta alta do monastério e içou o hóspede com uma corda.

Pouco tempo depois, o aventureiro alemão escreveu que uma "jóia de valor totalmente incalculável" caiu em suas mãos. Quando ele puxou uma pilha de páginas soltas de um cesto de lixo que continha peças danificadas de um pergaminho, o seu coração quase parou.

A descoberta no sopé do Monte Sinai está entre as grandes sensações da história científica - e é considerada tão importante quanto a descoberta de Tróia por Heinrich Schliemann e a escavação da tumba de Tutancamon por Howard Carter. Após um total de três viagens ao Egito o professor da Saxônia recuperou 400 páginas de uma Bíblia em péssimo estado, incluindo cerca de um terço do Velho Testamento e a versão completa mais antiga do Novo Testamento. O mundo acadêmico definiu a descoberta simplesmente como a "Número Um".

O livro, confeccionado com peles de animais, custou a vida de mais de 350 vacas. Ele foi escrito com tinta preta e marrom feita de bolotas esmagadas de árvores e fuligem. Os títulos dos salmos e do Cântico dos Cânticos estão em vermelho, e são "da maior elegância", para usar as palavras de Tischendorf.

Uma história de grande aventura gira em torno do Codex Sinaiticus. Foi concedida a Tischendorf uma audiência com o papa. O tsar da Rússia lhe ofereceu dinheiro à vontade e financiou a sua missão final. Porém, apesar da fama, uma sombra paira sobre este homem, que alguns insistem em dizer que foi um ladrão.


 

Carta do Leitor João Victor Dutra Diniz

Rio de Janeiro, 26 de junho de 2006.

Caro Sr. Flávio P.Ramos
Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a atenção que foi dada à minha mensagem, e também parabenizá-lo por este excelente site que abrange vários temas, esclarecendo aquelas pessoas que carecem de cultura, e dando oportunidade a outros de se reciclarem.
Gostaria sim que a minha mensagem fosse publicada, será um grande prazer.

XXXXXXXXXXXXXXXX

Nome: João Victor Dutra Diniz
Estudante de História

E-mail = jvictor23_@hotmail.com

Mensagem

Colando cacos de um vaso
Resolvi escrever algo sobre a tal originalidade do Cristianismo, e responder a alguns equívocos contradizendo as convicções, que alguns cristãos dizem ter, uma vez que eles desdenham a fé alheia.
Em primeiro lugar, em qualquer religião organizada, não há originalidade total. As religiões não começam do zero. Elas nascem e crescem, uma a partir da outra. As religiões contemporâneas são como se fossem genéricas.
Começarei com bons exemplos. Os halos (objeto que se encontra na cabeça das imagens) são como boa parte da simbologia cristã, foram tirados da antiga religião egípcia baseada na adoração ao sol. O Cristianismo está cheio de adorações ao sol. O que se comemora no dia 25 de dezembro? O nascimento de Cristo? O Natal? Errado. De acordo com a Bíblia, o nascimento de Cristo é em março, e não em dezembro. É que no dia 25 de dezembro é o dia da antiga festa pagã do sol invictus, é aquela maravilhosa fase do ano em que o sol retorna e os dias são mais longos. Outro bom exemplo é o ritual da canonização cristã (o ato de atribuir status de santo a quem era beato), foi tirado do antigo rito de deificação de Euhmerus. A prática de comer Deus, ou seja, a Santa Comunhão, foi copiada dos Astecas. Até o conceito de Cristo morrer por nossos pecados, pode-se afirmar que isso não é exclusivamente cristão. O auto-sacrifício de um rapaz para absolver os pecados do seu povo aparece nos registros das mais remotas tradições associadas à Quetzalcoatl.
Meus amigos, devo informar que até a imagem de Deus não é original. Quando os primeiros cristãos convertidos abandonaram as suas divindades anteriores, como os deuses romanos e gregos, eles perguntaram à igreja com quem se parecia o seu Deus cristão. Convenientemente, a igreja escolheu o mais poderoso. Adivinha quem a igreja escolheu meus amigos? Zeus (Júpiter). Pois Zeus é o pai de todos os deuses, o mais temido.
Aqui findo o meu texto, abalando a fé inabalável.


 
 
O código Da Vinci

A polêmica sobre o livro e o filme de mesmo nome está sendo levantada pela Igreja Católica e entidades ligadas ao clero católico com o objetivo de retirar o filme dos cinemas e desmoralizar o autor do livro, uma ficção, em parte baseada em fatos, o que torna a obra interessante e cuja premissa não pode ser descartada.
De fato, a mulher é comparada ao cálice da vida nos tempos de Cristo. O fato de existirem livros “apócrifos”, de modo algum é argumento para desacreditar a obra.

Livros apócrifos são aqueles que a Igreja católica decidiu que não fariam parte dos escritos bíblicos.

 

 
 

O livro de Enoc e outros livros considerados apócrifos para os evangélicos, como Judite e Macabeus 1 e 2 não fazem parte das traduções evangélicas, mas fazem parte das traduções católicas.

Nas traduções católicas tendenciosas da Bíblia, como a do padre Antonio Pereira de Figueiredo, editado no Brasil, notas de rodapé lançam confusão sobre importantes idéias dos textos originais traduzidos como, por exemplo, “nem uma vírgula passará”. Algumas traduções falam do sinal ortográfico “til”. A verdade é que os originais se referem à letra IOD cujo ideograma parece uma vírgula. É a menor letra do alfabeto hebraico. Entretanto, um dos nomes de Deus, Ieve se escreve com a inicial IOD, a mesma do nome de Jesus, Ieoshua.

A bem da verdade, os livros que não servem aos interesses da Igreja são considerados por ela apócrifos.


 
 
O Código Da Vinci
Como o livro e o filme bem retratam, de fato é sabido que a organização secreta OPUS DEI pratica, em seus iniciados, lavagens cerebrais, torturas físicas e psicológicas. Provas testemunhais e depoimentos de membros que conseguiram sair dela, contam como e quando ocorrem essas mortificações e também o auto-flagelo pelo cilício e pela disciplina (chicote).
 
 
 
foto: sobre o livro e a alcachofra, a peça de ferros pontiagudos, é o cilício
usado em ambas as coxas alternadamente, para provocar dor e ulcerações, como forma de mortificação material buscando a elevação espiritual.
 
 

A Opus Dei está infiltrada nas famílias, sendo elas de qualquer camada social, mas as mais importantes são as preferidas.

Pessoas públicas e importantes, como o senhor D. Luiz, Príncipe Real e Imperial, chefe da Casa Real e Imperial brasileira são membros da Opus Dei.

A prática da violência já foi adotada no passado pelo “Santo Oficio” (Inquisição, cuja organização existe até hoje, com outro nome).

A separação da Inglaterra

O monarca Inglês Henrique VIII extinguiu o vínculo com o clero romano e proclamou-se chefe da Igreja Anglicana, delegando funções ao Arcebispo de Cantuária.
Outras igrejas católicas também são desvinculadas de Roma, como a Ortodoxa de Antioquia.


Atualmente, a Igreja Católica, é dirigida por um cardeal que já pertenceu à “juventude nazista”, e continua retrógrada, falseia com a verdade sempre que esta contraria seus “dogmas de fé”, como a eterna virgindade de Maria que concebeu e pariu virgem.

Novos documentos têm surgido com revelações.

São os achados arqueológicos conhecidos como Pergaminhos do Mar Morto, cujas interpretações podem mudar a História. Há livros ainda perdidos e que são mencionados na Bíblia.


Uma história podre e falsa envolve toda a história da doutrina católica. Saques, estupros, assassinatos, envenenamentos, pederastia, pedofilia, orgias, castrações, autos de fé e tantas mais barbaridades praticadas em nome da “Igreja de Cristo”, cujo dirigente maior diz ser INFALÍVEL.

O poder da informação:

Com o maior e mais eficiente sistema de informação do mundo, contando com “agentes” em todas as capelas e igrejas
, além dos incautos e subservientes fiéis, essa aberração até hoje esconde-se atrás de um minúsculo estado, o Vaticano, para subjugar pela fé, cidadãos do mundo com seus tentáculos de poder e influência como Estado.

Membros do Colégio de Cardeais andam em carros com chapa diplomática e gozam de dupla cidadania como Príncipes da Igreja.


Israel também é um estado religioso, mas ninguém viu rabinos em carros diplomáticos.
E´um privilégio que nenhuma outra Igreja detém.

Essa é a igreja que deseja o poder de dizer ao mundo o que é certo e o que é errado.
Essa é a igreja que, durante séculos, teve o poder de escrever a História, através dos monges copistas, que copiavam à mão e editavam os livros de acordo com os dogmas da Igreja.

A igreja católica,
através das universidades, que surgiram nas catedrais, com o curso de teologia, teve condições ideais de lavar as “inteligências acadêmicas” com suas premissas falsas e mais, as teses universitárias eram obrigatoriamente apresentadas em Latim, língua oficial da Igreja Católica, que influenciou também na mesma práxis, a Real Academia de Londres. Mais tarde, o professor da Universidade de Wütenberg, na Alemanha, o monge agostiniano, Martinho Lutero, não teve aceita a sua tese por não ter sido escrita em Latim.

Essa afronta e mais as indulgências, cujo valor ia inteiramente para Roma, nada sobrando para a cúria de Wütenberg, teriam detonado a separação protestante.


Tudo que aqui foi escrito pode ser provado e faz parte da História.

Até nas Forças Armadas Brasileiras esse poder paralelo é sentido com as capelanias. Os padres vestem farda de oficiais. Entretanto, a Constituição é burlada, pois não há capelães judeus, sacerdotes afro-brasileiros, ou padres ortodoxos.

M. Selaht

N.R.: o pintor renascentista Leonardo Da Vinci vai muito além da simples pintura no seu trabalho. É autor de manuais de anatomia humana e, baseadas em seus desenhos, foi possível construir armas, com a besta (balestra), o veículo blindado de combate e os princípios do helicóptero são de sua autoria. Leonardo Da Vinci foi um dos iluminados de sua época.
O livro e o filme foram baseados nas pinturas de Leonardo Da Vinci, de onde foi extraído o argumento ficcional de ambos, livro e filme. Entretanto, a hipótese da conjunção carnal entre Maria Madalena e Jesus não foi provada, mas não pode ser descartada.


 
     
     
 

 

Esta matéria histórica é de autoria de um médico português, foi enviada por nosso correspondente para a Comunidade Européia, Victor Azevedo.

É uma clara demonstração da impunidade dos poderosos em qualquer época, mesmo levando em consideração os costumes da época e a “religiosidade católica”, que em certos lugares beira o fanatismo.


O padre português que não precisou de viagra.

Por Manuel Luciano da Silva, médico

Portugal vai celebrar, em 2039, novecentos anos de independência. Com uma história de quase mil anos, Portugal é um país com muitos acontecimentos históricos, desde os mais dramáticos aos mais heróicos.

Citamos este exemplo verídico histórico, arquivado na Torre do Tombo, em Lisboa (Arquivo Nacional Português) porque relata as aventuras sexuais dum padre de Trancoso (Beira Alta, Norte de Portugal).

Foi pai de 244 crianças: sendo 143 raparigas e 98 rapazes. Engravidou 46 mulheres diferentes, incluindo a própria mãe!

Foi condenado à morte, mas o Rei D. João II (Príncipe Perfeito) perdoou-lhe a sentença porque entendeu que "naquela região o país precisava de aumentar a população e portanto o padre fez os seus actos a bem para a sociedade".
Aqui está o referido documento histórico.

Trancoso foi o local do casamento entre o Rei, D. Dinis e a Rainha Santa Isabel, in 1283.
Faz hoje, 17 de Março de 2004, 517 anos que a sentença foi pronunciada pelo Rei D. João II.

SENTENÇA PROFERIDA EM 1487 CONTRA O PRIOR DE TRANCOSO

(Quando forem a Trancoso, vão à casa onde viveu este padre, que é agora o restaurante “O MUSEU” ) Do Arquivo Nacional da Torre do Tombo Autos arquivados na Torre do Tombo, armário 5,maço 7:

"Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de idade de sessenta e dois anos, será degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado, o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi argüido e que ele mesmo não contrariou,

- sendo acusado de ter dormido:

- com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e sete filhas e trinta e sete filhos;

- de cinco irmãs teve dezoito filhas;

- de nove comadres trinta e oito filhos e dezoito filhas;

- de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas;

- de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas;

- dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem teve três filhas,

- da própria mãe teve dois filhos.

Total: “duzentos e setenta e cinco, sendo cento e quarenta e oito do sexo feminino e cento e vinte e sete do sexo masculino, tendo concebido em cinqüenta e quatro mulheres".

"El-Rei D. João II lhe perdoou a morte e o mandou por em liberdade aos dezassete dias do mês de Março de 1487, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta, tão despovoada ao tempo e guardar no Real Arquivo da Torre do Tombo esta sentença, devassa e mais papéis que formaram o processo".

Esta sentença ficará arquivada na Torre do Tombo, Lisboa, Portugal.


 
     
 


Ecumenismo, Realidade ou Farsa?

Do livro Magia Passo a Passo a Escada de Jacó
Mago Selaht

As Sociedades Fraternas, como a Maçonaria e a Rosacruz, aceitam membros de qualquer religião. Podemos afirmar que elas praticam o ecumenismo autêntico, onde é respeitado o credo de cada um de seus membros. As demais tentativas de ecumenismo pecam por apresentarem uma premissa falsa e preconceituosa.
Na realidade ocidental judaico-cristã, se houvesse ao menos uma intenção sincera de pensamento, o gancho do pensamento ecumênico estaria no Velho Testamento, aceito pelas religiões católica romana, ortodoxa, espírita e as diversas denominações evangélicas, isto é, se houvesse uma intenção de ceder alguma coisa pelo bem da união, o que não ocorre.
O próprio Islã poderia ser inclinado a participar do movimento, já que aceita a origem de seu povo em Ismael, filho de Abraão, o que poderia representar a paz para o Oriente Médio, Berço de Todas as Religiões

Possivelmente, com esse modelo ecumênico, a paz no Oriente Médio poderia ser tentada e alcançada, pois lá está o Berço de Todas as Religiões ocidentais.
As religiões são uma instituição do homem para religá-lo a Deus. Os homens, por questões de comodismo ou tradição, o fazem através dos sacerdotes e outros intermediários e obedecem a regulamentos e dogmas que absolutamente não fazem parte dos livros doutrinários, neste caso a Bíblia ou o Corão.
Os Magos que, por outro lado, não precisam de religião, pois não estão desligados de Deus, talvez não fossem mais perseguidos.
A palavra mago vem do persa, magi, que no seu etmo original trata daqueles que conhecem a medicina, a astrologia e os fenômenos naturais, tendo influência sobre eles.
Muitas palavras foram inculcadas pelas religiões e distorcidas do seu etmo original, como a palavra demônio que, em grego daimon, quer dizer apenas espírito, não determinando se pertence ao bem ou ao mal.
Na Bíblia não há diferença entre sacerdote, profeta, adivinho ou mago. Essa diferença de maneira dolosa é introduzida nas traduções. A expressão utilizada para separar o bem do mal era filho de belial (bell ou baal) quando se referia a alguém do demônio ou um sacerdote de Adonay, quando se referia a alguém de Deus. Ex.: Melquisedec, um sacerdote de Deus Altíssimo.
Essas distorções de tradução dolosamente foram absorvidas pelos cleros das diversas religiões e ensinadas em seus seminários e daí repassadas ao povo ignaro. Aquele que lê a Bíblia de capa a capa e o Corão de capa a capa não verá grande diferença essencial entre eles, pois o mesmo Deus de Abrahão, Isaac e Jacó também é Deus de Maomé (Mohamed).
Se partirmos da premissa da lógica, a prática do ecumenismo poderia ser comparada à utilização de uma língua comum aos povos, o Esperanto. Mas sabemos que, por razões políticas, financeiras e patrimoniais, tanto a Língua Universal, o Esperanto quanto o Ecumenismo estão fadados ao fracasso pelo menos em curto prazo.
O dólar, moeda padrão imposta ao planeta pelos norte-americanos, obriga a língua inglesa como idioma padrão e a moeda americana nos negócios, tendo o Inglês outrora suplantado a língua francesa, como foram suplantadas diversas línguas antigas pelo grego, a língua dos mais sábios, o que não ocorre com o inglês, que não é a língua dos mais sábios, mas imposta pelo poder econômico e militar.
As Religiões que, pela televisão, têm marketing agressivo para conseguir dizimistas, agridem e espalham o preconceito contra as demais, que dizem pertencerem ao mundo de satanás.
O Espiritismo, fenômeno que Alan Kardec, codificou como religião, trilha caminho paralelo e acredita ser a única verdade.
Mais e mais atitudes intolerantes levam a juventude, principalmente os adolescentes, a valores duvidosos espelhados em velhos e perigosos assassinos travestidos de estadistas, como Hitler Mussolini e Guevara.
A pederastia, a pedofilia e a Síndrome da Imuno Deficiência Adquirida corroem a saúde e os valores morais da sociedade e campeiam na Igreja Católica Romana enquanto seus dirigentes tentam esconder a verdade. Pastores pregam a aceitação dessas pessoas e seus desvios de comportamento como opção sexual. Políticos se elegem com o voto dessas pessoas e prometem leis que beneficiem esse desvio de conduta. Todos ignoram Lev. 20.
As ciências arcanas são abandonadas, o conhecimento esotérico passa a ser visto como superstição, seus praticantes se escondem as Socidades Secretas, viram clubes e centros de politicagem.
Com o pretexto de que o Vaticano é um Estado, Altos membros do clero circulam em limusines com placas diplomáticas.
Nunca vi nenhum rabino com placa diplomática, e Israel também é um Estado.

Nesse clima em que ninguém cede nada não há intenção de Ecumenismo que resista.

As falácias atribuídas a Jesus:

Jamais disse que veio para modificar a Lei. A mudança herética do dia do santo sábado (Shabath) que ocorreu muito depois da morte de Jesus para domingo, Dia do Sol, em Roma, obrigando aos seguidores de Deus a pecarem, trabalhando no sábado sem que haja extrema necessidade.
A escolha do dia de eleições, que várias vezes ocorreram no sábado, tiram a igualdade de direitos prevista em lei neste país de hipócritas, onde a Constituição diz que não há religião oficial.


Dois casos:

Certa ocasião, um diretor da Universidade Estácio de Sá, o Doutor Tercílio Carlini Sobrinho, que é Padre Católico Ortodoxo e de grande erudição, peticionou ao senhor Ministro da Marinha solicitando ser indicado para a Capelania da Marinha. O pedido foi negado.
Durante um evento na Escola de Guerra Naval, ao qual compareci, perguntei ao Ministro a razão de um Sacerdote afro-brasileiro não ser capelão já que há na força muitos que seguem a religião dos Orixás. O Ministro foi claro: só bacharéis em Teologia podem ingressar no quadro de capelães.
Aí fica a questão: não seria isso contra a constituição que permite total liberdade de culto?
E os pastores evangélicos que cursam faculdade de Teologia? E os rabinos que igualmente cursam faculdade? Nenhum deles é capelão nas forças armadas e auxiliares no Brasil.
Quando são expostos objetos dos rituais afro-brasileiros, os mesmos são chamados objetos de magia negra ou artigos de feitiçaria.
Imagens católicas, por outro lado, são Arte Sacra, mesmo que sua confecção e uso contrariem o primeiro mandamento Êxodo 20.
A Magia, então, tem sido objeto de perseguição de todas as religiões cristãs ou ditas cristãs.
Na Idade Média, enquanto os Magos e Alquimistas produziam remédios, os Padres da Santa Igreja produziam bebidas, como os licores Benedictine e Frá Angélico e terríveis venenos como o Vitríolo.
Nessa época, a Idade Média, todos os cargos da Igreja Católica Apostólica Romana eram vendidos e era considerado de bom tom ter um padre ou uma freira na família.
É claro que tanto o padre quanto a freira tinham o cargo proporcional ao preço pago pela família. É fato histórico.
Sem querer ser simplista ou intolerante com os religiosos sociais por comodismo ou por viverem do altar, essa farsa que é o ecumenismo acabaria de uma vez por todas com a simples objetiva e documental prova explicitada na história do dilúvio já comprovada pela moderna ciência.
Somos descendentes da única família sobrevivente, a de Noah, (NOÉ), portanto todos judeus.
Fim da discussão princípio da luz. SHALOM.

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“Só Jesus pode fazer milagres” Seria uma verdade?

Essa e outras afirmações, lamentavelmente, emporcalham as paredes do nosso Rio de Janeiro, que o Prefeito César Maia se esforça por embelezar e esses pseudo- conhecedores da verdade teimam em sujar. Se a sujeira fosse apenas material, poderia ser lavada ou pintada e tudo voltaria à normalidade, mas não é.
O fanatismo religioso, acompanhado do desconhecimento teológico, tenta empurrar goela abaixo inverdades que podem levar até mesmo a casos extremos, como invasões de templos e profanações de cemitérios.
Parece fácil, à primeira vista, mas a mentira enraizada, por séculos de doutrinação falsa e mal-intencionada, coloca aos que desconhecem os fatos, no mínimo, em estado de dúvida.
Milagres aconteceram muito antes de Jesus nascer como humano e filho de uma mulher virtuosa e exemplo de judia.
- Aconteceu na passagem do Mar Vermelho pelo povo escolhido. Ex. 14;16.
- O Maná, alimento que caiu do céu para alimentar o povo e que continuou caindo diariamente. Ex. 16;16.
- Moisés bate com sua vara em um rochedo, de onde brota água cristalina para mitigar a sede do seu povo. Ex. 17. (neste episódio Moisés usa seu conhecimento oculto da Rabdomancia)
- A conquista de Canaã. Jos. 3;6;11.
- As pragas do Egito invocadas por Moisés para persuadir o Faraó do poder de Deus. Ex. 4;7-12.
- Na época em que o rei Acab, perverso e pecaminoso, governava em Israel, o Profeta Eliahu (Elias) ficou famoso (muito antes do nascimento de Jesus) por seus feitos milagrosos. Terceiro livro de Reis. de 17-19, entre eles, o da multiplicação dos pães e do azeite. Terceiro Livro de Reis, 17 vers. 8 a 18.
- Elias ressuscita o filho da viúva de Sarepta (cidade na costa do Mediterrâneo, entre Tiro e Sidon.
- Elias e os profetas de Baal.
- O profeta Elias mandou que se juntassem os 450 profetas de Baal no Monte Carmelo 450 e os 400 profetas dos bosques que comiam à mesa de Jezabel, esposa de Acab. Lá, no Monte Carmelo, Elias juntou lenha e mandou que os profetas invocassem seus deuses e queimassem o boi que havia preparado para o sacrifício. Os profetas invocaram Baal, da manhã ao meio dia, para que trouxesse fogo e consumisse o holocausto. Elias, passado o meio-dia, chamou o povo junto a si, refez o altar do senhor, que havia sido destruído e ergueu o holocausto sobre 12 pedras, cada uma representando uma das doze tribos. Mandou que jogassem água sobre a lenha e invocou ao Senhor Deus de Abrahão, Isac e Jacó. Caiu do céu um fogo que consumiu todo o holocausto. Esse milagre provou que a força do Senhor Deus está acima de todas as demais, se é que existem.
- Elias fez chover, Terceiro Livro de Reis, capítulo 18, versos 41 a 46.
Apenas esses milagres já seriam suficientes para mostrar que outros, além de Jesus fazem milagres. Na verdade, os milagres continuam acontecendo hoje também, mas não faltam os que os creditem ao demônio, talvez por não serem capazes de realizá-los.
Caros Leitores, sem pretensões teológicas, mas de forma jornalística, aqui estão reunidos fatos mais do que suficientes para derrubar essa farsa e mentirosa premissa, que diminui os feitos de Jesus, que jamais iria valer-se de mentiras para enaltecer seu poder. Essas provas documentais são de domínio público desde que a Bíblia foi escrita, e constam até mesmo nas traduções que tentam torcer a verdade de acordo com a vontade dos cleros de diversas religiões.
Vejam até que ponto a ignorância e o fanatismo podem levar.
Conhecereis a Verdade e ela vos libertará.

 

 
 

Só Jesus expulsa os demônios?

Em primeiro lugar, é preciso conceituar a palavra demônio na época em que a bíblia foi
escrita. Hoje, o uso, apesar de indevido, mudou o sentido dessa palavra.
N.T. do exemplar da Bíblia Sagrada, editada pela Barsa, edição Ecumênica 1977, com notas e um completo dicionário do Mons. José Alberto L. de Castro Pinto, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Demônio - nome aplicado a todos os espíritos maus, especialmente a satanás ou diabo. Nomes dados aos anjos que pecaram antes da criação de Adão e foram condenados ao inferno. Estes anjos, depois do pecado, não mudaram de natureza, mas conservaram a inteligência e poderes naturais, que passaram a empregar a serviço do mal. Nome dado ao chefe dos anjos maus, também chamado de satã (o adversário).

Segundo o sacerdote jesuíta, padre Antonio Pereira de Figueiredo, tradutor da bíblia na sua edição pseudo-ecumênica, editada pela Barsa, pseudo, porque as notas de rodapé de cada página não são comentadas pelos teólogos que comentam os diversos livros no prólogo, mas apenas pelo tradutor e pelo seu dicionarista Mons José Alberto, cujos comentários não correspondem exatamente à verdade, mas à sua opinião pessoal, atrelada aos dogmas católicos, não havendo, portanto, a isenção esperada em uma obra ecumênica, havendo momentos em que o dicionário bíblico, que vem como apêndice, discorda e torce o texto bíblico original traduzido pelo próprio autor, como, no caso, dos Dez Mandamentos, única peça de todo conjunto de livros escrito de próprio punho por Deus, no monte Sinai, por duas vezes.
Pela repetição falsa e contínua, por quase dois milênios, nas diversas traduções tendenciosas (basta comparar com outros escritores da época, como Flavio Josefo), veremos que a palavra demônio, do grego vulgar Coiné [daimón] significa apenas espírito e não tem a conotação satânica que lhe querem atribuir. Outra palavra tendenciosa é Eclésia, cujo sentido da época é o de assembléia, reunião de pessoas e não o de templo ou reunião com propósito de orações.
Para os judeus, o único lugar verdadeiramente sagrado era o templo de Herodes (o que existia na época de Cristo, em Jerusalém). As sinagogas eram locais para estudos e oração, mas não eram sagradas.
Sempre que satanás ou outro “inimigo” é mencionado, os autores bíblicos usam o nome belial. Isso, no Antigo Testamento, como servo de satanás: filho de belial, um homem de belial.
Assim, a palavra daimón, que significa apenas espírito, e outras palavras vêm tendo seu sentido original deturpado propositadamente, nas traduções dos livros do Novo Testamento que foram originalmente escritos em Grego Coiné.
O Coiné não era a língua corrente do povo judeu e muito menos de Jesus e seus discípulos, que falavam o hebraico pré-massorético, diferente do atual, que admite pontos para dar sentido vocálico nas palavras. Os hebreus não usavam pontos. As vogais não existiam no alfabeto hebraico, pois estes sons vocálicos representam o espírito de Deus. O alfabeto hebraico era apenas consonantal e suas 22 consoantes representam o corpo de Deus.
Os discípulos de Jesus, comprovadamente, fizeram milagres. Qualquer pessoa digna pode também fazer milagres e muito mais, hoje mesmo, mas as diversas seitas evangélicas preferem atribuir qualquer ato milagroso à obra do demônio (aqui usado o sentido atual da palavra) mesmo que essa seja de uma cura ou um feito benigno. Já o clero católico faz passar a pessoa a quem se atribui o milagre por um processo longo até que o milagre seja reconhecido. O processo é inegavelmente político e envolve importantes somas em dinheiro, fato de domínio público e notório.
Vejamos a comprovação bíblica de que milagres podem ser feitos por outros, além de Jesus:
Lucas:
10.17 - “Voltaram depois os setenta e dois muito alegres, dizendo: Senhor, até os mesmo demônios se nos submetem em virtude do teu nome.”
10.19 - “Eis aí vos dei eu poder de pisardes as serpentes, e os escorpiões, e toda a força do inimigo: e nada vos fará dano.”
10.20.- E contudo, o sujeitarem-se-vos os espíritos, não é o de que vós vos deveis alegrar: Mas sim deveis alegrar-vos de que os vossos nomes estão escritos nos céus.”

Atos dos Apóstolos


5.12 - “E pelas mãos dos Apóstolos se faziam muitos milagres, e prodígios entre a plebe.”
5.15 – “De maneira que traziam os doentes para as ruas, e os punham em leitos e enxergões, a fim de que, ao passar Pedro, cobrisse sequer a sua sombra alguns deles, e ficassem livres das suas enfermidades.”
5.16 – “Assim mesmo concorriam enxames deles das cidades vizinhas a Jerusalém, trazendo os seus enfermos, e os vexados dos espíritos imundos: os quais todos eram curados.”
8.7 – “Porque os espíritos imundos de muitos possessos saíam dando grandes gritos.” (vejam a palavra [daimón] empregada corretamente em seu sentido original)
8.8 – “E muitos paralíticos e coxos foram curados.”
16.18 – “E isto fazia muitos dias. Mas Paulo indignando-se já, tendo-se voltado para ela, disse ao espírito: Eu te mando em nome de Jesus Cristo, que saias dessa mulher. E ele na mesma hora saiu.”
Mas, caro leitor, para que não reste a menor dúvida da inverdade da premissa, que é uma invenção dos que deturpam a palavra de Deus, leiam a 1ª Epístola de Paulo aos Corintos, capítulo 12, que trata dos dons espirituais.
12.7 – “E a cada um é dada a manifestação do espírito para proveito.”
12.8 – “Porque a um pelo espírito é dada a palavra de sabedoria: a outro porém a palavra de ciência, segundo o mesmo espírito:”
12.9 – a outro a fé pelo mesmo espírito: a outro a graça de curar doenças em um mesmo espírito;” (dom de cura)
12.10 – a outro a operação dos milagres, a outro a profecia, a outro o discernimento dos espíritos, a outro a variedade de línguas, a outro a interpretação das palavras.”
12.11 – “Mas todas estas coisas obra só um e o mesmo espírito repartindo a cada um como quer.”
Este último verso mostra que Deus reparte os dons como quer e os doa a quem quer.
Creio que esses fatos documentais são o bastante para demonstrar que os fiéis dessas seitas vem sendo enganados. O engano é a arma de satanás; a arma de Deus é A verdade.
Conhecereis a verdade e ela vos libertará
.

 

 
     
 


Exorcizar demônios é tarefa que só padres católicos
ou pastores evangélicos podem executar?

Espíritos ou demônios?

Dificilmente o demônio (sentido incorreto para Satanás, que significa inimigo) se apresenta. O que ocorre, freqüentemente, são possessões ou obsessões por espíritos desencarnados de pessoas que ainda não encontraram o caminho da libertação do plano material e que por razões diversas estão apegadas ao plano material.

Ao morrerem, os espíritos dessas pessoas deixam o corpo material, mas conservam todos os desvios de comportamento e também as virtudes que possuíam enquanto vivos, ou seja, o espírito permanece como quando encarnado.

A palavra daimon significa espírito em grego, podemos afirmar que propositadamente o sentido de espírito foi distorcido nas traduções da Bíblia já que é sabido que há uma diferença entre desencarnado e espírito diabólico. Essa distorção valoriza o trabalho do padre exorcista, fazendo crer que tem poder maior. Hodiernamente “pastores” evangélicos de duvidosa formação usam o mesmo artifício.

As seitas católicas e protestantes e seus dogmas de fé.
Protestantismo e Catolicismo são seitas (uso a palavra seita já que religião é o Cristianismo e as suas correntes religiosas são seitas) que não aceitam a vida após a morte, mas curiosamente aceitam esse tipo de obsessão, talvez por isso chamem esses espíritos de desencarnados de demônios, forma de ao mesmo tempo negarem a vida espiritual e aceitarem o fato da obsessão. Essas seitas reservam-se o “direito” de serem as únicas com poder de exorcizar.

Quem pode praticar o exorcismo?
Qualquer pessoa digna, limpa e proba pode exorcizar espíritos obsessores. Os kardecistas erradamente preferem a doutrinação, o que a prática demonstra ser de todo ineficaz, mas que, sem dúvida, é gratificante para os doutrinadores que sentem que prestam um serviço essa premissa é falsa por dois motivos: 1- Os espíritos tem um tempo ilimitado enquanto desencarnados. 2- O tempo dos encarnados vai do berço à sepultura em cada segmento de vida essa sim, eterna, já que é sabido que o espírito, que é a essência, é energia em forma materializada. Observem o fato de que com o método os mesmos espíritos sempre voltam. Nesta ou naquela reunião de médiuns em outro lugar. É que o diálogo preenche sua necessidade de receber atenção e polemizar, de manter a sensação de estar vivo enquanto interage com as consciências encarnadas.


Os produtores de cinema são os grandes responsáveis pela amplificação dessa premissa falsa, porque em verdade qualquer pessoa com o conhecimento e dignidade adequados pode praticar o exorcismo.

O erro está também na forma de exorcizar.
O exorcismo deve ser praticado sempre à distância, longe da pessoa obsedada (veja o livro do Ver. Eugene Maurey. Exorcismo, A Cura da Possessão Espiritual à Distância e a matéria “vampirismo” do Mago Selaht) neste Portal, www.mensageiro.com.br, clicando em MISTÉRIOS.

A Bíblia já nos mostra como comprovamos anteriormente que discípulos e apóstolos também expulsaram espíritos.

Possessão Coletiva:
A maioria dos casos observados são de histeria coletiva induzida.
Real é o enriquecimento desses mercadores da fé que fazem verdadeiras lavagens cerebrais nos fiéis de suas igrejas e os levam à cegueira espiritual e ao fanatismo.

“Batismo” pelo Espírito Santo:
É o fenômeno de histeria coletiva que comprovadamente ocorre nas Igrejas Pentecostais, quando os fiéis pensam que falam línguas estranhas, segundo eles, língua dos Anjos. Ocorre um fenômeno em que os fiéis sentem necessidade de se unirem ao grupo dos que já foram batizados pelo Espírito Santo. A necessidade de gregarismo é incentivada pelos pastores que tentam induzir os acontecimentos do Pentecostes. Atos dos Apóstolos, Cap. 2 quando os discípulos de Ieoshua ben Iosef (Jesus) teriam falado e entendido as línguas dos estrangeiros. 1ª carta de Paulo aos Coríntios, Cap. 12 e 14. Nesta passagem bíblica é que se apóiam pastores nessa histeria coletiva, o pseudo dom de línguas.

As línguas possuem gramática própria, declinações, plurais, singulares, gênero, que podem ser identificadas por especialistas. Nada prova que nessas algaravias gravadas e submetidas a filólogos haja uma língua qualquer, mas apenas a repetição de sons e letras sem nexo. É de causar espanto que essa prática ainda continue.

O milagre do pentecostes seria, os estrangeiros entenderem o que os discípulos diziam em sua língua-mãe, acontecendo o mesmo com os discípulos que entendiam perfeitamente as línguas estrangeiras faladas pelos gentios sem as terem aprendido. Poderia ser o que hoje conhecemos como telepatia, uma forma profunda de empatia.

Conhecereis a Verdade e ela vos libertará.

M. Selaht

 

 
     
 


É possível saber se uma pessoa está obsedada?

M. Selaht
Do livro
Magia Passo a Passo,
a Escada de Jacó

Sim, como também, qualquer radiestesista treinado pode saber e encaminhar obsessores. É uma simples operação de EXORCISMO.

É um estágio mais avançado e objetivo do que a doutrinação, ineficaz, e quando possível, demorada.

Não depende de nenhuma religião; é um método que pode ser adotado por qualquer pessoa digna e desejosa de ajudar os desencarnados a terem paz.

Como?
É até muito fácil. O Anjo de Guarda, também chamado de Eu Superior (pelos não-religiosos), deve ser questionado primeiro. Há ocasiões em que a operação não pode ou deve ser executada.

Pergunta-se: “Anjo de guarda de Fulano, ele está obsedado ou (obsediado)?”

Em caso afirmativo, perguntamos:

“A entidade é um demônio?” (no sentido de satânico); dificilmente será.

Em caso afirmativo, esse trabalho não pode ser feito dentro de casa. No livro Magia Passo a Passo, a Escada de Jacó, esta matéria é esmiuçada passo a passo.

Em caso negativo, quantos são os espíritos? De posse dessa informação, perguntamos qual é a entidade negativa mais poderosa e em que nível se encontra na tabela que vai de 1 a -30, para os casos de espíritos sem luz. (é possível saber também sobre os espíritos de luz que acompanham a pessoa em questão).

Agora, perguntamos se algum dos espíritos é o de um parente falecido do obsedado. Isso freqüentemente ocorre.

Médiuns videntes poderão acompanhar e ver o que está acontecendo no campo espiritual, mas sua presença não é de todo necessária.

Identificados os espíritos, passa-se ao exorcismo, quando são definitivamente afastados. Esse ritual passo a passo pode ser encontrado no livro Magia Passo a Passo, a Escada de Jacó.

Na forma adotada pelo Kardecismo, a doutrinação, o afastamento definitivo não ocorre ou acontece de forma muito demorada. Nosso tempo deve ser otimizado, pois nossa vida começa no berço e vai até ao túmulo, nesse segmento de nossa vida eterna.


Exorcismo e literaturas:


O reverendo Eugene Maurey, pastor evangélico, também trata da matéria em seu livro EXORCISMO, traduzido e editado no Brasil pela Editora Pensamento.

Na preocupação de vender para Gregos e Troianos, o reverendo deixa passar algumas falhas imperdoáveis. Por exemplo, não acha necessário usar um pêndulo consagrado.

De fato, se for apenas um desencarnado, não é de todo necessário, mas se for um espírito satânico, além da consagração do pêndulo, e todos os objetos usados, também o local e o operador do exorcismo devem estar limpos e puros, ter jejuado de carnes e alimentos impuros. Portanto, para evitar surpresas, proceder sempre esperando pelo pior.
(veja em Lev 11). “Como manda O Senhor”, e por vinte e quatro horas não ter tido relações sexuais.

O exorcismo jamais deve ser feito com o obsedado presente.

Qualquer pessoa digna, pura e de elevados propósitos, estando adequadamente treinada, pode executar um exorcismo.

Grande parte das doenças, principalmente as mentais, são de natureza espiritual, por obsessão involuntária.


A escritora e Psicóloga Dra. Edith Fiore, tratou de casos de possessão espiritual pela hipnoterapia (terapia por hipnose) e descobriu que em 70% deles, os pacientes sofriam de obsessão, possessão espiritual. Durante o tratamento observou que as entidades obsessoras haviam tido algum tipo de ligação com suas vítimas e que insistiam nesse relacionamento pós-morte.

A psicóloga e psicanalista brasileira, Dra. Karin Verônica Teixeira da Silva, colaboradora do Portal www.mensageiro.com.br. desenvolve significativo trabalho com hipnoterapia e regressão, com resultados igualmente significativos nesses campos.

Há alguns sintomas que podem ser observados:


Insônia ou sonolência constante, vícios, falta de apetite, gastrite constante, diarréia, dores de cabeça constantes, falta de ar, depressão, sufocamento, apnéia sem motivo aparente, resmungar. Alguns desses sintomas atingem também os vampirizados psiquicamente.

Doenças podem ser transmitidas por espíritos obsessores

Pasmem, doenças transmitidas por vírus e micróbios podem também ser transmitidas por espíritos obsessores, que em vida foram portadores dessas doenças.

Experiências em “placas de Petrin” comprovaram: um caldo de cultura em ambiente estéril de laboratório foi contaminado pelo bacilo de Koch, da tuberculose. Essa experiência foi narrada em diversos livros e é de domínio público.

Certa ocasião acompanhei uma amiga a um centro espírita Kardecista e fui convidado a participar de uma corrente de desobsessão. Perguntei como sabiam se eu estava obsedado e fiquei surpreso com a resposta. “Não sabemos, todos passam por essa corrente.”

Preocupa-me o fato de pessoas bem intencionadas, mas despreparadas, pratiquem o exorcismo.

Narro esse fato primeiro que, como disse, é errado praticar qualquer exorcismo com a vítima do problema presente.

Devemos fazê-lo à distância, sem aviso prévio de dia e hora, segundo porque é perfeitamente possível saber quantos, e quais as mazelas e vícios dos espíritos obsessores, enfim ter um quadro completo da situação.

Quando uma pessoa morre, perde unicamente o corpo físico, mantendo todas as qualidades e defeitos que tinha em vida.

Obsessores positivos existem?


É possível ser perturbado por um obsessor positivo, culto e de boa índole. Entretanto, por ter falecido por uma doença infecto-contagiosa, pode transmitir ao seu “hospedeiro” temporário a sua patologia, doença do corpo, como um psicopata pode levar o obsedado a comportamentos de sua patologia mental. Exemplo, dupla personalidade, momentos de violência, etc.

É comum pensarmos que as pessoas que morrem ficam “boazinhas”. Isso não corresponde absolutamente à verdade. Elas permanecem como eram em vida.

É importante que aquele que opera o exorcismo tenha autoridade, conhecimento e poder de volição, desejo indubitável de conseguir realizar a operação com sucesso.

Conhecereis a Verdade e ela vos libertará.

 
 
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