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Escândalos
dos Membros do Clero Católico descobertos
Um
mero recuo tático?
*Dr. Helio Bernardo
Lopes
Quando Bento XVI visitou Portugal, como se sabe,
sucessivos elementos da Igreja Católica
vinham sendo postos em causa um pouco por todo
o Mundo, fruto dos mil e um escândalos,
entretanto postos a nu como consequência
da liberdade de informar, pelo que se tornou lógica
a tomada de posição da hierarquia
suprema daquela instituição, já
que se tornara evidente que continuar a desmentir
a torrente noticiosa que vinha tendo lugar apenas
prejudicava a imagem da Igreja Católica.
Em todo o caso,
e para lá do que se percebeu ser um inevitável
recuo tático, sempre acabei por acreditar
que um tempo novo poderia estar a nascer no seio
da Igreja Católica. Não, claro está,
naquilo que só à Igreja Católica
diz respeito, mas no que se refere às possíveis
e naturais violações dos códigos
em vigor nos designados Estados de Direito, que
só o poderão ser se os mesmos se
aplicarem a todos e de um modo semelhante.
O tempo que passou,
desde essa visita histórica, parece estar
a desmentir a minha esperança. Logo pouco
depois, eis que as autoridades judiciárias
italianas colocaram sob suspeita o arcebispo de
Nápoles, por suposta receptação
de cerca de dois milhões e meio de euros,
e por atos de corrupção com ramificações
perigosas. Um pouco depois ou talvez antes eis
que o já tristemente célebre Instituto
de Obras Religiosas voltava a ser notícia
e por razões idênticas às
já verificadas no tempo de famigerado arcebispo
Marcinkus, que teve de manter-se por quase dois
anos escondido das autoridades italianas, que
o vinham procurando em torno do escândalo
do Banco Ambrosiano.
Um cenário,
pois, que se repete e com elevadíssima
probabilidade de apresentar uma estrutura idêntica
à do já velho e histórico
caso.
Por fim, eis que a realidade do valor das palavras
de Bento XVI, naquele seu vôo a caminho
de Portugal, acaba de vir à superfície:
o Vaticano protestou contra as recentes diligências
policiais das autoridades belgas, parecendo entender
que as regras gerais de investigação
criminal não se aplicam à instituição
que dirige. Esta reação do Vaticano,
de um modo indubitável, veio mostrar que,
afinal, a Igreja Católica considera os
seus membros e as suas estruturas como estando
acima do Estado de Direito. Ou seja: as palavras
de Bento XVI naquela sua viagem de avião
a caminho de Portugal, quase com toda a certeza,
mais não foram que um recuo tático,
determinado pela fantástica onda de pressão
da comunicação social de todo o
Mundo e das pessoas em geral. Simplesmente lamentável.
Por *Hélio
Bernardo Lopes, Dr. É colaborador de diversos
jornais portugueses.
Enviado por Evaristo
Dias da Silva
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MAIS
UM ESCÂNDALO REPUGNANTE!
*Taveiros
Este escândalo cruel
e desumano em colégios católicos
na Irlanda, sobre crianças de ambos os
sexos, desamparadas e privadas de uma vida de
amor e carinho e que, agora é dado a conhecer
aos irlandeses e ao mundo, já não
provocou em mim nem um pouco de surpresa.
Lamentáveis
fatos que se repetem.
Levantemos a história desses colégios
nos pontos mais diversos deste planeta: o primeiro
que me vem ao pensamento é o tristemente
célebre caso do Colégio
da Divina Providência em Québec
onde, embora com uma outra variante, mas cuja
natureza, neste tempo de degradação
mental, é muito semelhante.
Pude também
recordar os milhares de casos ocorridos nos
Estados Unidos, ao longo de várias
décadas, sempre em torno de jovens desamparados
ou pobres, abusados e vilipendiados na sua dignidade,
por aqueles que se apresentavam como seguidores
de Jesus Cristo.
Como naquele
colégio canadiano, também, neste
caso dos colégios irlandeses, os criminosos
sairão sob a vista grossa da justiça,
mostrando que as instituições religiosas
estão, desde há muito tempo, funcionando
como escudos protetores dos que, na sua estrutura,
se determinem a praticar crimes dos mais hediondos.
A hierarquia da igreja católica da Irlanda
tem que saber dessa realidade, à semelhança
do que aconteceu em Quebec e nos Estados Unidos.
Acobertamento
vergonhoso.
A própria “Santa Sé”
tem que tomar conhecimento de mais essa vergonha,
e não tentar evitar queixas públicas
por parte das vítimas de tais ignomínias,
como acontece nos Estados Unidos, há muito
tempo.
Omissão
durante o Nazismo.
Mas o que mais reforçou em mim
este escândalo sobre crianças foi
a idéia, que de algum modo, sempre tive,
que o Vaticano teve sempre conhecimento do que
se passava na *Alemanha de Hitler, apesar de,
ao tempo, nada ter dito. Acho então legítimo
acreditar perante mais este escândalo conhecido
desde sempre e nunca denunciado.
Importante
é não esquecer a proteção
dada, no próprio Vaticano, ao croata Ante
Pavelic, logo após o fim da Segunda Guerra
Mundial, depois de ter superintendido no assassino
de cerca de duzentos mil sérvios ortodoxos.
Quem tiver a oportunidade de conhecer um sérvio
culto, de imediato ficará sabendo o quão
longa é a memória daquele povo,
e de como só com extrema dificuldade os
sérvios de hoje e de amanhã poderão
esquecer os crimes cometidos sobre os seus antepassados,
sobretudo pelos croatas católicos durante
a última guerra.
A igreja
católica, pelos mil e um repugnantes exemplos
deste tipo, e de outros igualmente repudiáveis,
há muito deixou de ser um exemplo para
o mundo. A prova de que assim é está,
mais uma vez, na postura assumida perante o que
agora conheceu publicamente: naturalmente, tem
de condenar, mas nada faz para castigar, perante
a justiça, os criminosos que, no seu seio,
se acolitam há centenas de anos. É
vergonhoso!...
N.R. -*O autor, Taveirós,
é advogado e católico por nascimento.
Para os que acham que
condenar a prática da perversão
e do abuso serem formas de preconceito contra
homossexuais, citamos na Bíblia o livro
de Levitico Cap 20 vers. 13. Quando um homem se
deitar com outro homem, como com mulher, ambos
fizeram abominação, certamente morrerão;
o seu sangue é sobre eles.
No texto original: “A maldição
do sangue cairá sobre suas cabeças”.
Por analogia, o mesmo acontece se uma mulher se
deitar com outra mulher, nosso grifo.
Quando o crime é
praticado pelo sacerdote, “que recebeu o
sacramento da ordem” poderia até
ser considerado transgressão pessoal pelas
leis dos homens, mas não pelas leis de
D’US.
Quando a Instituição
Igreja Católica acoberta o delito é
culpada de omissão e ocultação
do crime, praticado com agravante das circunstâncias.
O atual dirigente da Igreja Católica foi
membro da juventude nazista e aparece em diversas
fotos usando uniforme.
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Bento XVI é processado por decisão
da Igreja, em 1307
Esse á apenas um dos muitos
crimes praticados pela “santa igreja”
nosso grifo.
Fonte: http://noticias.terra.com.
br
A Ordem Soberana do Templo de Cristo,
que afirma ser a herdeira dos míticos templários,
apresentou um processo contra o papa Bento XVI,
a quem exigem a reabilitação da
Ordem, suspensa por Clemente V, em 1307.
Também
pedem o reconhecimento de seus bens apreendidos
avaliados em 100 bilhões de euros (US$
155 bilhões).
A ação, apresentada em um tribunal
de Madri contra o pontífice através
da Nunciatura Apostólica na Espanha, solicita
a revisão do processo, que terminou com
a suspensão da ordem templária há
700 anos.
A denúncia
é formulada contra a pessoa física
do papa Bento XVI como sucessor de Clemente V
e não como chefe de Estado do Vaticano,
e deixa claro que os atuais Templários
não desejam a restituição
patrimonial dos espólios no século
XIV, que atualmente alcançariam os 100
bilhões de euros.
“Não
pretendemos em nenhum caso causar a falência
da Igreja Romana”, acrescenta o documento,
“mas o tribunal pode ter uma idéia
da magnitude da operação tramada
contra nossa ordem”.
Segundo a Ordem Soberana do Templo
de Cristo, legalmente inscrita no registro de
associações, os templários
tinham recenseadas 9 mil propriedades em toda
a Europa, sem contar os direitos sobre terras,
pastos, moinhos e direitos portuários,
inclusive navios de transporte e de guerra.
No século
XIV, os templários, que contavam com mais
de 15 mil cavaleiros em toda a Europa, tinham
propriedades na França, Inglaterra, Portugal,
Espanha, Alemanha, Itália, Bélgica,
Luxemburgo e Polônia.
O processo ainda
aguarda a resolução do recurso de
apelação apresentado pela Ordem
do Templo perante a Audiência Provincial
de Madri, depois de não ter sido aceita
em primeira instância.
Em seu primeiro
auto, a juíza encarregada do caso rejeitou
o caso por falta de jurisdição,
ao entender que não correspondia a seu
tribunal se pronunciar a respeito de acontecimentos
de 700 anos atrás, “por ser assunto
próprio de historiadores”.
N.R. A ORDEM DOS CVALEIROS
TEMPLÁRIOS tinha o propósito de
GUARDAR A CIDADE SANTA DE JERUSALÉM e os
peregrinos das diversas denominações
religiosas que a visitavam e aos locais sagrados.
Os Templários eram uma Ordem Militar e
Religiosa de Cavaleiros Iniciados.
Para proteger os bens levados em viagem à
Cidade Santa pelos peregrinos, inventaram a carta
de crédito e os peregrinos as compravam,
para resgatá-las em Jerusalém. Para
a viagem de volta pelo mesmo deserto, adquiriam
nova carta de crédito com o valor remanescente
e a resgatavam no local de origem onde residiam.
Pelo pequeno valor da taxa cobrada os Cavaleiros
Templários amealharam fortuna e esses valores
eram emprestados a Estados e ao Vaticano. Os principais
tomadores eram o Estado do Vaticano, avalizado
pelo Papa e o de França, avaliado pelo
rei Filipe “O Belo”.
Para aplicarem o calote aos Templários,
o Papa Clemente V e O Rei de França, Filipe
“O Belo”, pactuaram tornar a Ordem
suspensa (por heresia) e julgar e condenar pelo
tribunal do “Santo Ofício”
os membros da ordem.
Assim foi feito: o Grão-Mestre da Ordem
dos Templários foi cremado vivo na Ille
de la Cité, uma ilha no meio do rio Sena,
à vista do povo ensandecido. Diante das
testemunhas, Jacques DeMolay, o Grão-Mestre
condenado, conjurou o Papa e o Rei de França
a se encontrarem com ele diante do Grande Arquiteto
do Universo para serem julgados no prazo de um
ano. Antes do tempo ser esgotado, ambos morreram.
FPR.
Do Processo - Na sexta-feira
de 13 de outubro de 1307, os templários
no reino da França são presos em
massa por ordem de Filipe, o Belo. O grão-mestre
Jacques de Molay é capturado em Paris.
Imediatamente após a prisão, Guillaume
de Nogaret proclama publicamente nos jardins do
palácio real em Paris as acusações
contra a Ordem.
Esta manobra régia impedira o inquérito
pontifício pedido pelo próprio grão-mestre,
o qual interno à Igreja, discreto e desenvolvido
com base no direito canônico, emendaria
a ordem das suas “faltas” promovendo
a sua reforma interna.
A prisão, as torturas, as confissões
(duvidosas e sob tortura) do grão-mestre,
criam um conflito diplomático com a Santa
Sé, sendo o papa o único com autoridade
para efetuar esta ação. Depois de
uma guerra diplomática face ao processo
instaurado contra a ordem entre Filipe, o Belo
e Clemente V, chegam a um impasse, pois estando
o grão-mestre e o Preceptor da Normandia,
Geoffroy de Charnay sob custódia dos agentes
do rei, estão no entanto protegidos pela
imunidade sancionada pelo papa e absolvidos não
podendo ser considerados heréticos.
Em 1314 o rei pressiona para uma decisão
relativa à sorte dos prisioneiros. Já
num estado terminal da sua doença, com
violentas hemorragias internas que o impedem de
sair do leito, Clemente V ordena que uma comissão
de bispos trate da questão. As suas ordens
seriam a salvação dos prisioneiros
ficando estes num regime de prisão perpétua
sob custódia apostólica e assegurando
ao rei que a temida recuperação
da ordem não será efetuada. Perante
a comissão Jacques DeMolay e Geoffroy de
Charnay proclamam a inocência de toda a
ordem face às acusações dirigidas
a ela, a comissão pára o processo
e decide consultar a vontade do papa neste assunto.
Ao ver que o processo estava ficando fora do seu
controle e estando a absolvição
da ordem ainda pendente, Filipe, o Belo, decide
um golpe de mão para que a questão
templária fosse terminada, ordena o rapto
de Jacques DeMolay e de Geoffroy de Charnay, então
sob a custódia da comissão de bispos,
e ordena que sejam queimados na fogueira na Ille
de la Cité, pouco depois das vésperas
em 18 de março de 1314.
A Ille de la Cite é uma das duas ilhas
do rio sena a outra é a de são Luis.
A îlle da la Cité era o centro da
Paris medieval. Lá foi construída
a Catedral de Notre Dame, diante da qual foi executada
a sentença.
Com isso, Jacques DeMolay
passou a ser conhecido como um símbolo
de lealdade e companheirismo. Ele preferiu morrer
a entregar seus companheiros.
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Vaticano
Admite
Eniado por Roberto Carrazedo
O diretor do observatório
astronômico do Vaticano, padre José
Gabriel Funes afirmou (em entrevista intitulada
O EXTRATERRESTRE É MEU IRMÃO) que
“Deus pode ter criado seres inteligentes
em outros planetas do mesmo jeito como criou o
universo e os homens.” “Como existem
diversas criaturas na Terra, podem existir também
outros seres inteligentes, criados por Deus”
disse o diretor do observatório conhecido
como SpecolaVaticana.
“Isso não contradiz nossa fé
porque não podemos colocar limites à
liberdade criadora de Deus”, acrescentou
Funes, em entrevista ao jornal L'Osservatore Romano,
órgão oficial de imprensa da Santa
Sé.
Na entrevista ao jornal do papa, o padre Funes
diz que “possíveis habitantes de
outros planetas devem ser considerados como nossos
Irmãos. “Se consideramos as criaturas
terrestres como 'Irmão' e 'Irmã',
por que não podemos falar também
de um 'Irmão’ Extraterrestre?”,
pergunta o padre. “Ele também faria
parte da criação.”
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Enviado
por Ana A S. Cesar
fonte: Der Spiegel
Especialistas
juntam fragmentos de bíblia de 1600 anos
de idade
Partes
do Codex Sinaiticus, de 1.600 anos de idade, e
que inclui o primeiro Novo Testamento completo
do mundo, estão espalhadas entre Leipzig,
Londres e São Petersburgo. Agora os pesquisadores
querem digitalizar os fragmentos e publicar o
volume inteiro na InternetMatthias Schulz.
Em 1844, Constantin von Tischendorf, um pesquisador
da cidade alemã de Leipzig, viajou de camelo
até o Cairo passando pelo Deserto do Sinai.
Durante a árdua jornada de 13 dias ele
viu "pegadas frescas de tigre" e enfrentou
tempestades de areia. Tischendorf ficou debilitado
devido à água estagnada "que
afeta a parte inferior do abdômen",
foi picado por formigas e mosquitos e, em determinada
ocasião, a sua tenda foi simplesmente levada
pelo vento.
Em maio daquele ano, a sua caravana chegou a uma
serra escarpada de montanhas de granito onde Deus
- segundo o Êxodo - apareceu para Moisés
na forma de um arbusto incandescente. O lugar
estava marcado por uma fortaleza espiritual sombreada
por ciprestes, romãzeiras e oliveiras:
o Monastério de Santa Catarina, construído
no ano 550 da nossa era. Um homem usando um robe
da Igreja Ortodoxa Grega surgiu na porta alta
do monastério e içou o hóspede
com uma corda.
Pouco tempo depois, o aventureiro alemão
escreveu que uma "jóia de valor totalmente
incalculável" caiu em suas mãos.
Quando ele puxou uma pilha de páginas soltas
de um cesto de lixo que continha peças
danificadas de um pergaminho, o seu coração
quase parou.
A descoberta no sopé do Monte Sinai está
entre as grandes sensações da história
científica - e é considerada tão
importante quanto a descoberta de Tróia
por Heinrich Schliemann e a escavação
da tumba de Tutancamon por Howard Carter. Após
um total de três viagens ao Egito o professor
da Saxônia recuperou 400 páginas
de uma Bíblia em péssimo estado,
incluindo cerca de um terço do Velho Testamento
e a versão completa mais antiga do Novo
Testamento. O mundo acadêmico definiu a
descoberta simplesmente como a "Número
Um".
O livro, confeccionado com peles de animais, custou
a vida de mais de 350 vacas. Ele foi escrito com
tinta preta e marrom feita de bolotas esmagadas
de árvores e fuligem. Os títulos
dos salmos e do Cântico dos Cânticos
estão em vermelho, e são "da
maior elegância", para usar as palavras
de Tischendorf.
Uma história de grande aventura gira em
torno do Codex Sinaiticus. Foi concedida a Tischendorf
uma audiência com o papa. O tsar da Rússia
lhe ofereceu dinheiro à vontade e financiou
a sua missão final. Porém, apesar
da fama, uma sombra paira sobre este homem, que
alguns insistem em dizer que foi um ladrão.
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Carta
do Leitor João Victor Dutra Diniz
Rio de Janeiro,
26 de junho de 2006.
Caro
Sr. Flávio P.Ramos
Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a atenção
que foi dada à minha mensagem, e também
parabenizá-lo por este excelente site que
abrange vários temas, esclarecendo aquelas
pessoas que carecem de cultura, e dando oportunidade
a outros de se reciclarem.
Gostaria sim que a minha mensagem fosse publicada,
será um grande prazer.
XXXXXXXXXXXXXXXX
Nome: João
Victor Dutra Diniz
Estudante de História
E-mail = jvictor23_@hotmail.com
Mensagem
Colando
cacos de um vaso
Resolvi escrever algo sobre a tal originalidade
do Cristianismo, e responder a alguns equívocos
contradizendo as convicções, que
alguns cristãos dizem ter, uma vez que
eles desdenham a fé alheia.
Em primeiro lugar, em qualquer religião
organizada, não há originalidade
total. As religiões não começam
do zero. Elas nascem e crescem, uma a partir da
outra. As religiões contemporâneas
são como se fossem genéricas.
Começarei com bons exemplos. Os halos (objeto
que se encontra na cabeça das imagens)
são como boa parte da simbologia cristã,
foram tirados da antiga religião egípcia
baseada na adoração ao sol. O Cristianismo
está cheio de adorações ao
sol. O que se comemora no dia 25 de dezembro?
O nascimento de Cristo? O Natal? Errado. De acordo
com a Bíblia, o nascimento de Cristo é
em março, e não em dezembro. É
que no dia 25 de dezembro é o dia da antiga
festa pagã do sol invictus, é aquela
maravilhosa fase do ano em que o sol retorna e
os dias são mais longos. Outro bom exemplo
é o ritual da canonização
cristã (o ato de atribuir status de santo
a quem era beato), foi tirado do antigo rito de
deificação de Euhmerus. A prática
de comer Deus, ou seja, a Santa Comunhão,
foi copiada dos Astecas. Até o conceito
de Cristo morrer por nossos pecados, pode-se afirmar
que isso não é exclusivamente cristão.
O auto-sacrifício de um rapaz para absolver
os pecados do seu povo aparece nos registros das
mais remotas tradições associadas
à Quetzalcoatl.
Meus amigos, devo informar que até a imagem
de Deus não é original. Quando os
primeiros cristãos convertidos abandonaram
as suas divindades anteriores, como os deuses
romanos e gregos, eles perguntaram à igreja
com quem se parecia o seu Deus cristão.
Convenientemente, a igreja escolheu o mais poderoso.
Adivinha quem a igreja escolheu meus amigos? Zeus
(Júpiter). Pois Zeus é o pai de
todos os deuses, o mais temido.
Aqui findo o meu texto, abalando a fé inabalável.
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A
polêmica sobre o livro e o filme de mesmo
nome está sendo levantada pela Igreja Católica
e entidades ligadas ao clero católico com
o objetivo de retirar o filme dos cinemas e desmoralizar
o autor do livro, uma ficção, em
parte baseada em fatos, o que torna a obra interessante
e cuja premissa não pode ser descartada.
De fato, a mulher é comparada ao cálice
da vida nos tempos de Cristo. O fato de existirem
livros “apócrifos”, de modo
algum é argumento para desacreditar a obra.
Livros
apócrifos são aqueles que a Igreja
católica decidiu que não fariam
parte dos escritos bíblicos.
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O livro de Enoc e outros livros
considerados apócrifos para os evangélicos,
como Judite e Macabeus 1 e 2 não fazem parte
das traduções evangélicas, mas
fazem parte das traduções católicas.
Nas traduções católicas tendenciosas
da Bíblia, como a do padre Antonio Pereira de
Figueiredo, editado no Brasil, notas de rodapé
lançam confusão sobre importantes idéias
dos textos originais traduzidos como, por exemplo, “nem
uma vírgula passará”. Algumas traduções
falam do sinal ortográfico “til”.
A verdade é que os originais se referem à
letra IOD cujo ideograma parece uma
vírgula. É a menor letra do alfabeto hebraico.
Entretanto, um dos nomes de Deus, Ieve
se escreve com a inicial IOD, a mesma
do nome de Jesus, Ieoshua.
A bem da verdade, os livros que não servem aos
interesses da Igreja são considerados por ela
apócrifos.
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O
Código Da Vinci
Como
o livro e o filme bem retratam, de fato é
sabido que a organização secreta
OPUS DEI pratica, em seus iniciados, lavagens
cerebrais, torturas físicas e psicológicas.
Provas testemunhais e depoimentos de membros que
conseguiram sair dela, contam como e quando ocorrem
essas mortificações e também
o auto-flagelo pelo cilício e pela disciplina
(chicote).
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foto:
sobre o livro e a alcachofra, a peça de ferros
pontiagudos, é o cilício
usado em ambas as coxas alternadamente, para provocar
dor e ulcerações, como forma de mortificação
material buscando a elevação espiritual. |
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A Opus Dei está infiltrada
nas famílias, sendo elas de qualquer camada social,
mas as mais importantes são as preferidas.
Pessoas públicas e importantes, como
o senhor D. Luiz, Príncipe Real e Imperial, chefe
da Casa Real e Imperial brasileira são membros
da Opus Dei.
A prática da violência
já foi adotada no passado pelo “Santo Oficio”
(Inquisição, cuja organização
existe até hoje, com outro nome).
A separação da
Inglaterra
O monarca Inglês Henrique VIII extinguiu o vínculo
com o clero romano e proclamou-se chefe da Igreja Anglicana,
delegando funções ao Arcebispo de Cantuária.
Outras igrejas católicas também são
desvinculadas de Roma, como a Ortodoxa de Antioquia.
Atualmente, a Igreja Católica,
é dirigida por um cardeal que já pertenceu
à “juventude nazista”, e continua
retrógrada, falseia com a verdade sempre que
esta contraria seus “dogmas de fé”,
como a eterna virgindade de Maria que concebeu e pariu
virgem.
Novos documentos têm surgido com
revelações.
São os achados arqueológicos conhecidos
como Pergaminhos do Mar Morto, cujas interpretações
podem mudar a História. Há livros ainda
perdidos e que são mencionados na Bíblia.
Uma
história podre e falsa envolve toda a história
da doutrina católica. Saques, estupros,
assassinatos, envenenamentos, pederastia, pedofilia,
orgias, castrações, autos de fé
e tantas mais barbaridades praticadas em nome da “Igreja
de Cristo”, cujo dirigente maior diz ser
INFALÍVEL.
O poder da informação:
Com o maior e mais eficiente sistema de informação
do mundo, contando com “agentes” em todas
as capelas e igrejas, além dos incautos
e subservientes fiéis, essa aberração
até hoje esconde-se atrás de um minúsculo
estado, o Vaticano, para subjugar pela fé, cidadãos
do mundo com seus tentáculos de poder e influência
como Estado.
Membros do Colégio de Cardeais andam
em carros com chapa diplomática e gozam
de dupla cidadania como Príncipes da Igreja.
Israel também é
um estado religioso, mas ninguém viu rabinos
em carros diplomáticos.
E´um privilégio que nenhuma outra Igreja
detém.
Essa é a igreja que deseja o poder de
dizer ao mundo o que é certo e o que é
errado.
Essa é a igreja que, durante séculos,
teve o poder de escrever a História, através
dos monges copistas, que copiavam à mão
e editavam os livros de acordo com os dogmas da Igreja.
A igreja católica,
através das universidades, que surgiram nas catedrais,
com o curso de teologia, teve condições
ideais de lavar as “inteligências acadêmicas”
com suas premissas falsas e mais, as teses universitárias
eram obrigatoriamente apresentadas em Latim, língua
oficial da Igreja Católica, que influenciou também
na mesma práxis, a Real Academia de Londres.
Mais tarde, o professor da Universidade de Wütenberg,
na Alemanha, o monge agostiniano, Martinho Lutero, não
teve aceita a sua tese por não ter sido escrita
em Latim.
Essa afronta e mais as indulgências, cujo valor
ia inteiramente para Roma, nada sobrando para a cúria
de Wütenberg, teriam detonado a separação
protestante.
Tudo que aqui foi escrito
pode ser provado e faz parte da História.
Até nas Forças Armadas Brasileiras esse
poder paralelo é sentido com as capelanias. Os
padres vestem farda de oficiais. Entretanto, a Constituição
é burlada, pois não há capelães
judeus, sacerdotes afro-brasileiros, ou padres ortodoxos.
M.
Selaht
N.R.:
o pintor renascentista Leonardo Da Vinci vai muito além
da simples pintura no seu trabalho. É autor de
manuais de anatomia humana e, baseadas em seus desenhos,
foi possível construir armas, com a besta (balestra),
o veículo blindado de combate e os princípios
do helicóptero são de sua autoria. Leonardo
Da Vinci foi um dos iluminados de sua época.
O livro e o filme foram baseados nas pinturas de Leonardo
Da Vinci, de onde foi extraído o argumento ficcional
de ambos, livro e filme. Entretanto, a hipótese
da conjunção carnal entre Maria Madalena
e Jesus não foi provada, mas não pode
ser descartada.
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Esta matéria
histórica é de autoria de um médico
português, foi enviada por nosso correspondente
para a Comunidade Européia, Victor Azevedo.
É uma clara demonstração da impunidade
dos poderosos em qualquer época, mesmo levando
em consideração os costumes da época
e a “religiosidade católica”, que
em certos lugares beira o fanatismo.
O
padre português que não precisou de viagra.
Por Manuel Luciano
da Silva, médico
Portugal vai
celebrar, em 2039, novecentos anos de independência.
Com uma história de quase mil anos, Portugal
é um país com muitos acontecimentos históricos,
desde os mais dramáticos aos mais heróicos.
Citamos este exemplo verídico histórico,
arquivado na Torre do Tombo, em Lisboa (Arquivo Nacional
Português) porque relata as aventuras sexuais
dum padre de Trancoso (Beira Alta, Norte de Portugal).
Foi pai de 244 crianças: sendo 143 raparigas
e 98 rapazes. Engravidou 46 mulheres diferentes, incluindo
a própria mãe!
Foi condenado à morte, mas o Rei D. João
II (Príncipe Perfeito) perdoou-lhe a sentença
porque entendeu que "naquela região o país
precisava de aumentar a população e portanto
o padre fez os seus actos a bem para a sociedade".
Aqui está o referido documento histórico.
Trancoso foi o local do casamento entre o Rei, D. Dinis
e a Rainha Santa Isabel, in 1283.
Faz hoje, 17 de Março de 2004, 517 anos que a
sentença foi pronunciada pelo Rei D. João
II.
SENTENÇA PROFERIDA EM 1487 CONTRA O PRIOR DE
TRANCOSO
(Quando forem a Trancoso, vão à casa onde
viveu este padre, que é agora o restaurante “O
MUSEU” ) Do Arquivo Nacional da Torre do Tombo
Autos arquivados na Torre do Tombo, armário 5,maço
7:
"Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de
idade de sessenta e dois anos, será degredado
de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas
nos rabos dos cavalos, esquartejado, o seu corpo e postos
os quartos, cabeça e mãos em diferentes
distritos, pelo crime que foi argüido e que ele
mesmo não contrariou,
- sendo acusado de ter dormido:
- com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e
sete filhas e trinta e sete filhos;
- de cinco irmãs teve dezoito filhas;
- de nove comadres trinta e oito filhos e dezoito filhas;
- de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas;
- de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas;
- dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem
teve três filhas,
- da própria mãe teve dois filhos.
Total: “duzentos e setenta e cinco, sendo cento
e quarenta e oito do sexo feminino e cento e vinte e
sete do sexo masculino, tendo concebido em cinqüenta
e quatro mulheres".
"El-Rei D. João II lhe perdoou a morte e
o mandou por em liberdade aos dezassete dias do mês
de Março de 1487, com o fundamento de ajudar
a povoar aquela região da Beira Alta, tão
despovoada ao tempo e guardar no Real Arquivo da Torre
do Tombo esta sentença, devassa e mais papéis
que formaram o processo".
Esta sentença ficará arquivada na Torre
do Tombo, Lisboa, Portugal.
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Ecumenismo, Realidade ou Farsa?
Do livro Magia Passo a Passo
a Escada de Jacó
Mago Selaht
As Sociedades Fraternas, como
a Maçonaria e a Rosacruz, aceitam membros de
qualquer religião. Podemos afirmar que elas praticam
o ecumenismo autêntico, onde é respeitado
o credo de cada um de seus membros. As demais tentativas
de ecumenismo pecam por apresentarem uma premissa falsa
e preconceituosa.
Na realidade ocidental judaico-cristã, se houvesse
ao menos uma intenção sincera de pensamento,
o gancho do pensamento ecumênico estaria no Velho
Testamento, aceito pelas religiões católica
romana, ortodoxa, espírita e as diversas denominações
evangélicas, isto é, se houvesse uma intenção
de ceder alguma coisa pelo bem da união, o que
não ocorre.
O próprio Islã poderia ser inclinado
a participar do movimento, já que aceita a origem
de seu povo em Ismael, filho de Abraão, o que
poderia representar a paz para o Oriente Médio,
Berço de Todas as Religiões
Possivelmente, com esse modelo ecumênico, a paz
no Oriente Médio poderia ser tentada e alcançada,
pois lá está o Berço de Todas as
Religiões ocidentais.
As religiões são uma instituição
do homem para religá-lo a Deus. Os homens, por
questões de comodismo ou tradição,
o fazem através dos sacerdotes e outros intermediários
e obedecem a regulamentos e dogmas que absolutamente
não fazem parte dos livros doutrinários,
neste caso a Bíblia ou o Corão.
Os Magos que, por outro lado, não precisam
de religião, pois não estão desligados
de Deus, talvez não fossem mais perseguidos.
A palavra mago vem do persa, magi,
que no seu etmo original trata daqueles que conhecem
a medicina, a astrologia e os fenômenos naturais,
tendo influência sobre eles.
Muitas palavras foram inculcadas pelas religiões
e distorcidas do seu etmo original, como a palavra demônio
que, em grego daimon, quer dizer apenas espírito,
não determinando se pertence ao bem ou ao mal.
Na Bíblia não há diferença
entre sacerdote, profeta, adivinho ou mago. Essa diferença
de maneira dolosa é introduzida nas traduções.
A expressão utilizada para separar o bem do mal
era filho de belial (bell ou baal) quando se referia
a alguém do demônio ou um sacerdote de
Adonay, quando se referia a alguém de Deus. Ex.:
Melquisedec, um sacerdote de Deus Altíssimo.
Essas distorções de tradução
dolosamente foram absorvidas pelos cleros das diversas
religiões e ensinadas em seus seminários
e daí repassadas ao povo ignaro. Aquele que lê
a Bíblia de capa a capa e o Corão de capa
a capa não verá grande diferença
essencial entre eles, pois o mesmo Deus de Abrahão,
Isaac e Jacó também é Deus de Maomé
(Mohamed).
Se partirmos da premissa da lógica, a
prática do ecumenismo poderia ser comparada à
utilização de uma língua comum
aos povos, o Esperanto. Mas sabemos que, por
razões políticas, financeiras e patrimoniais,
tanto a Língua Universal, o Esperanto quanto
o Ecumenismo estão fadados ao fracasso pelo menos
em curto prazo.
O dólar, moeda padrão imposta ao planeta
pelos norte-americanos, obriga a língua inglesa
como idioma padrão e a moeda americana nos negócios,
tendo o Inglês outrora suplantado a língua
francesa, como foram suplantadas diversas línguas
antigas pelo grego, a língua dos mais sábios,
o que não ocorre com o inglês, que não
é a língua dos mais sábios, mas
imposta pelo poder econômico e militar.
As Religiões que, pela televisão,
têm marketing agressivo para conseguir dizimistas,
agridem e espalham o preconceito contra as demais, que
dizem pertencerem ao mundo de satanás.
O Espiritismo, fenômeno que Alan Kardec, codificou
como religião, trilha caminho paralelo e acredita
ser a única verdade.
Mais e mais atitudes intolerantes levam a juventude,
principalmente os adolescentes, a valores duvidosos
espelhados em velhos e perigosos assassinos travestidos
de estadistas, como Hitler Mussolini e Guevara.
A pederastia, a pedofilia e a Síndrome da Imuno
Deficiência Adquirida corroem a saúde e
os valores morais da sociedade e campeiam na Igreja
Católica Romana enquanto seus dirigentes tentam
esconder a verdade. Pastores pregam a aceitação
dessas pessoas e seus desvios de comportamento como
opção sexual. Políticos se elegem
com o voto dessas pessoas e prometem leis que beneficiem
esse desvio de conduta. Todos ignoram Lev. 20.
As ciências arcanas são abandonadas, o
conhecimento esotérico passa a ser visto como
superstição, seus praticantes se escondem
as Socidades Secretas, viram clubes e centros de politicagem.
Com o pretexto de que o Vaticano é um
Estado, Altos membros do clero circulam em limusines
com placas diplomáticas.
Nunca vi nenhum rabino com placa diplomática,
e Israel também é um Estado.
Nesse clima em que ninguém cede nada não
há intenção de Ecumenismo que resista.
As falácias atribuídas
a Jesus:
Jamais disse que veio para modificar a Lei.
A mudança herética do dia do santo sábado
(Shabath) que ocorreu muito depois da morte de Jesus
para domingo, Dia do Sol, em Roma, obrigando aos seguidores
de Deus a pecarem, trabalhando no sábado sem
que haja extrema necessidade.
A escolha do dia de eleições, que várias
vezes ocorreram no sábado, tiram a igualdade
de direitos prevista em lei neste país de hipócritas,
onde a Constituição diz que não
há religião oficial.
Dois casos:
Certa ocasião, um diretor da Universidade
Estácio de Sá, o Doutor Tercílio
Carlini Sobrinho, que é Padre Católico
Ortodoxo e de grande erudição, peticionou
ao senhor Ministro da Marinha solicitando ser indicado
para a Capelania da Marinha. O pedido foi negado.
Durante um evento na Escola de Guerra Naval, ao qual
compareci, perguntei ao Ministro a razão de um
Sacerdote afro-brasileiro não ser capelão
já que há na força muitos que seguem
a religião dos Orixás. O Ministro foi
claro: só bacharéis em Teologia podem
ingressar no quadro de capelães.
Aí fica a questão: não seria isso
contra a constituição que permite total
liberdade de culto?
E os pastores evangélicos que cursam faculdade
de Teologia? E os rabinos que igualmente cursam faculdade?
Nenhum deles é capelão nas forças
armadas e auxiliares no Brasil.
Quando são expostos objetos dos rituais afro-brasileiros,
os mesmos são chamados objetos de magia negra
ou artigos de feitiçaria.
Imagens católicas, por outro lado, são
Arte Sacra, mesmo que sua confecção e
uso contrariem o primeiro mandamento Êxodo 20.
A Magia, então, tem sido objeto de perseguição
de todas as religiões cristãs ou ditas
cristãs.
Na Idade Média, enquanto os Magos
e Alquimistas produziam remédios, os Padres da
Santa Igreja produziam bebidas, como os licores Benedictine
e Frá Angélico e terríveis
venenos como o Vitríolo.
Nessa época, a Idade Média, todos os cargos
da Igreja Católica Apostólica Romana eram
vendidos e era considerado de bom tom ter um padre ou
uma freira na família.
É claro que tanto o padre quanto a freira tinham
o cargo proporcional ao preço pago pela família.
É fato histórico.
Sem querer ser simplista ou intolerante com os religiosos
sociais por comodismo ou por viverem do altar, essa
farsa que é o ecumenismo acabaria de uma vez
por todas com a simples objetiva e documental prova
explicitada na história do dilúvio já
comprovada pela moderna ciência.
Somos descendentes da única família
sobrevivente, a de Noah, (NOÉ), portanto todos
judeus.
Fim da discussão princípio da luz. SHALOM.
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“Só
Jesus pode fazer milagres” Seria uma verdade?
Essa e outras afirmações,
lamentavelmente, emporcalham as paredes do nosso Rio
de Janeiro, que o Prefeito César Maia
se esforça por embelezar e esses pseudo- conhecedores
da verdade teimam em sujar. Se a sujeira fosse
apenas material, poderia ser lavada ou pintada e tudo
voltaria à normalidade, mas não é.
O fanatismo religioso, acompanhado do desconhecimento
teológico, tenta empurrar goela abaixo inverdades
que podem levar até mesmo a casos extremos, como
invasões de templos e profanações
de cemitérios.
Parece fácil, à primeira vista, mas a
mentira enraizada, por séculos de doutrinação
falsa e mal-intencionada, coloca aos que desconhecem
os fatos, no mínimo, em estado de dúvida.
Milagres aconteceram muito antes de Jesus nascer
como humano e filho de uma mulher virtuosa e exemplo
de judia.
- Aconteceu na passagem do Mar Vermelho pelo
povo escolhido. Ex. 14;16.
- O Maná, alimento que caiu do céu para
alimentar o povo e que continuou caindo diariamente.
Ex. 16;16.
- Moisés bate com sua vara em um rochedo, de
onde brota água cristalina para mitigar a sede
do seu povo. Ex. 17. (neste episódio Moisés
usa seu conhecimento oculto da Rabdomancia)
- A conquista de Canaã. Jos. 3;6;11.
- As pragas do Egito invocadas por Moisés para
persuadir o Faraó do poder de Deus. Ex. 4;7-12.
- Na época em que o rei Acab, perverso e pecaminoso,
governava em Israel, o Profeta Eliahu (Elias) ficou
famoso (muito antes do nascimento de Jesus) por seus
feitos milagrosos. Terceiro livro de Reis. de 17-19,
entre eles, o da multiplicação dos pães
e do azeite. Terceiro Livro de Reis, 17 vers. 8 a 18.
- Elias ressuscita o filho da viúva de Sarepta
(cidade na costa do Mediterrâneo, entre Tiro e
Sidon.
- Elias e os profetas de Baal.
- O profeta Elias mandou que se juntassem os 450 profetas
de Baal no Monte Carmelo 450 e os 400 profetas dos bosques
que comiam à mesa de Jezabel, esposa de Acab.
Lá, no Monte Carmelo, Elias juntou lenha e mandou
que os profetas invocassem seus deuses e queimassem
o boi que havia preparado para o sacrifício.
Os profetas invocaram Baal, da manhã ao meio
dia, para que trouxesse fogo e consumisse o holocausto.
Elias, passado o meio-dia, chamou o povo junto a si,
refez o altar do senhor, que havia sido destruído
e ergueu o holocausto sobre 12 pedras, cada uma representando
uma das doze tribos. Mandou que jogassem água
sobre a lenha e invocou ao Senhor Deus de Abrahão,
Isac e Jacó. Caiu do céu um fogo que consumiu
todo o holocausto. Esse milagre provou que a força
do Senhor Deus está acima de todas as demais,
se é que existem.
- Elias fez chover, Terceiro Livro de Reis, capítulo
18, versos 41 a 46.
Apenas esses milagres já seriam suficientes para
mostrar que outros, além de Jesus fazem milagres.
Na verdade, os milagres continuam acontecendo
hoje também, mas não faltam os que os
creditem ao demônio, talvez por não serem
capazes de realizá-los.
Caros Leitores, sem pretensões teológicas,
mas de forma jornalística, aqui estão
reunidos fatos mais do que suficientes para derrubar
essa farsa e mentirosa premissa, que diminui os feitos
de Jesus, que jamais iria valer-se de mentiras para
enaltecer seu poder. Essas provas documentais
são de domínio público desde que
a Bíblia foi escrita, e constam até
mesmo nas traduções que tentam torcer
a verdade de acordo com a vontade dos cleros de diversas
religiões.
Vejam até que ponto a ignorância
e o fanatismo podem levar.
Conhecereis a Verdade e ela vos libertará.
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Só
Jesus expulsa os demônios?
Em primeiro lugar, é preciso
conceituar a palavra demônio
na época em que a bíblia foi
escrita. Hoje, o uso, apesar de indevido, mudou
o sentido dessa palavra.
N.T. do exemplar da Bíblia Sagrada, editada
pela Barsa, edição Ecumênica 1977,
com notas e um completo dicionário do Mons. José
Alberto L. de Castro Pinto, Bispo Auxiliar do Rio de
Janeiro
Demônio - nome aplicado a
todos os espíritos maus, especialmente a satanás
ou diabo. Nomes dados aos anjos que pecaram antes da
criação de Adão e foram condenados
ao inferno. Estes anjos, depois do pecado, não
mudaram de natureza, mas conservaram a inteligência
e poderes naturais, que passaram a empregar a serviço
do mal. Nome dado ao chefe dos anjos maus, também
chamado de satã (o adversário).
Segundo o sacerdote jesuíta, padre Antonio Pereira
de Figueiredo, tradutor da bíblia na sua edição
pseudo-ecumênica, editada pela Barsa, pseudo,
porque as notas de rodapé de cada página
não são comentadas pelos teólogos
que comentam os diversos livros no prólogo, mas
apenas pelo tradutor e pelo seu dicionarista Mons José
Alberto, cujos comentários não correspondem
exatamente à verdade, mas à sua opinião
pessoal, atrelada aos dogmas católicos, não
havendo, portanto, a isenção esperada
em uma obra ecumênica, havendo momentos em que
o dicionário bíblico, que vem como apêndice,
discorda e torce o texto bíblico original traduzido
pelo próprio autor, como, no caso, dos Dez Mandamentos,
única peça de todo conjunto de livros
escrito de próprio punho por Deus, no monte Sinai,
por duas vezes.
Pela repetição falsa e contínua,
por quase dois milênios, nas diversas traduções
tendenciosas (basta comparar com outros escritores da
época, como Flavio Josefo),
veremos que a palavra demônio,
do grego vulgar Coiné [daimón] significa
apenas espírito e não tem a conotação
satânica que lhe querem atribuir. Outra palavra
tendenciosa é Eclésia,
cujo sentido da época é o de assembléia,
reunião de pessoas e não o de templo ou
reunião com propósito de orações.
Para os judeus, o único lugar verdadeiramente
sagrado era o templo de Herodes (o que existia
na época de Cristo, em Jerusalém). As
sinagogas eram locais para estudos e oração,
mas não eram sagradas.
Sempre que satanás ou outro “inimigo”
é mencionado, os autores bíblicos usam
o nome belial. Isso, no Antigo Testamento,
como servo de satanás: filho de belial, um
homem de belial.
Assim, a palavra daimón,
que significa apenas espírito, e outras palavras
vêm tendo seu sentido original deturpado propositadamente,
nas traduções dos livros do Novo Testamento
que foram originalmente escritos em Grego Coiné.
O Coiné não era a língua
corrente do povo judeu e muito menos de Jesus e seus
discípulos, que falavam o hebraico pré-massorético,
diferente do atual, que admite pontos para dar sentido
vocálico nas palavras. Os hebreus não
usavam pontos. As vogais não existiam no alfabeto
hebraico, pois estes sons vocálicos representam
o espírito de Deus. O alfabeto hebraico era apenas
consonantal e suas 22 consoantes representam o corpo
de Deus.
Os discípulos de Jesus, comprovadamente, fizeram
milagres. Qualquer pessoa digna pode também fazer
milagres e muito mais, hoje mesmo, mas as diversas seitas
evangélicas preferem atribuir qualquer ato milagroso
à obra do demônio (aqui usado o sentido
atual da palavra) mesmo que essa seja de uma cura ou
um feito benigno. Já o clero católico
faz passar a pessoa a quem se atribui o milagre por
um processo longo até que o milagre seja reconhecido.
O processo é inegavelmente político e
envolve importantes somas em dinheiro, fato de domínio
público e notório.
Vejamos a comprovação bíblica de
que milagres podem ser feitos por outros, além
de Jesus:
Lucas:
10.17 - “Voltaram depois os setenta
e dois muito alegres, dizendo: Senhor, até os
mesmo demônios se nos submetem em virtude do teu
nome.”
10.19 - “Eis aí vos dei
eu poder de pisardes as serpentes, e os escorpiões,
e toda a força do inimigo: e nada vos fará
dano.”
10.20.- E contudo, o sujeitarem-se-vos
os espíritos, não é o de que vós
vos deveis alegrar: Mas sim deveis alegrar-vos de que
os vossos nomes estão escritos nos céus.”
Atos dos Apóstolos
5.12 - “E pelas mãos dos
Apóstolos se faziam muitos milagres, e prodígios
entre a plebe.”
5.15 – “De maneira que
traziam os doentes para as ruas, e os punham em leitos
e enxergões, a fim de que, ao passar Pedro, cobrisse
sequer a sua sombra alguns deles, e ficassem livres
das suas enfermidades.”
5.16 – “Assim mesmo concorriam
enxames deles das cidades vizinhas a Jerusalém,
trazendo os seus enfermos, e os vexados dos espíritos
imundos: os quais todos eram curados.”
8.7 – “Porque os espíritos
imundos de muitos possessos saíam dando grandes
gritos.” (vejam a palavra [daimón] empregada
corretamente em seu sentido original)
8.8 – “E muitos paralíticos
e coxos foram curados.”
16.18 – “E isto fazia muitos
dias. Mas Paulo indignando-se já, tendo-se voltado
para ela, disse ao espírito: Eu te mando em nome
de Jesus Cristo, que saias dessa mulher. E ele na mesma
hora saiu.”
Mas, caro leitor, para que não reste a menor
dúvida da inverdade da premissa, que é
uma invenção dos que deturpam a palavra
de Deus, leiam a 1ª Epístola de Paulo aos
Corintos, capítulo 12, que trata dos dons espirituais.
12.7 – “E a cada um é
dada a manifestação do espírito
para proveito.”
12.8 – “Porque a um pelo
espírito é dada a palavra de sabedoria:
a outro porém a palavra de ciência, segundo
o mesmo espírito:”
12.9 – a outro a fé pelo
mesmo espírito: a outro a graça de curar
doenças em um mesmo espírito;” (dom
de cura)
12.10 – a outro a operação
dos milagres, a outro a profecia, a outro o discernimento
dos espíritos, a outro a variedade de línguas,
a outro a interpretação das palavras.”
12.11 – “Mas todas estas
coisas obra só um e o mesmo espírito repartindo
a cada um como quer.”
Este último verso mostra que Deus reparte os
dons como quer e os doa a quem quer.
Creio que esses fatos documentais são o bastante
para demonstrar que os fiéis dessas seitas vem
sendo enganados. O engano é a arma de satanás;
a arma de Deus é A verdade.
Conhecereis a verdade e ela vos libertará.
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Exorcizar demônios é tarefa que só
padres católicos
ou pastores evangélicos podem executar?
Espíritos
ou demônios?
Dificilmente o demônio (sentido incorreto
para Satanás, que significa inimigo) se apresenta.
O que ocorre, freqüentemente, são possessões
ou obsessões por espíritos desencarnados
de pessoas que ainda não encontraram o caminho
da libertação do plano material e que
por razões diversas estão apegadas ao
plano material.
Ao morrerem, os espíritos dessas pessoas deixam
o corpo material, mas conservam todos os desvios de
comportamento e também as virtudes que possuíam
enquanto vivos, ou seja, o espírito permanece
como quando encarnado.
A palavra daimon significa espírito
em grego, podemos afirmar que propositadamente o sentido
de espírito foi distorcido nas traduções
da Bíblia já que é sabido que há
uma diferença entre desencarnado e espírito
diabólico. Essa distorção valoriza
o trabalho do padre exorcista, fazendo crer que tem
poder maior. Hodiernamente “pastores” evangélicos
de duvidosa formação usam o mesmo artifício.
As
seitas católicas e protestantes e seus dogmas
de fé.
Protestantismo e Catolicismo são seitas
(uso a palavra seita já que religião é
o Cristianismo e as suas correntes religiosas são
seitas) que não aceitam a vida após a
morte, mas curiosamente aceitam esse tipo de obsessão,
talvez por isso chamem esses espíritos de desencarnados
de demônios, forma de ao mesmo tempo negarem a
vida espiritual e aceitarem o fato da obsessão.
Essas seitas reservam-se o “direito” de
serem as únicas com poder de exorcizar.
Quem
pode praticar o exorcismo?
Qualquer pessoa digna, limpa e proba pode exorcizar
espíritos obsessores. Os kardecistas
erradamente preferem a doutrinação, o
que a prática demonstra ser de todo ineficaz,
mas que, sem dúvida, é gratificante para
os doutrinadores que sentem que prestam um serviço
essa premissa é falsa por dois motivos: 1- Os
espíritos tem um tempo ilimitado enquanto desencarnados.
2- O tempo dos encarnados vai do berço à
sepultura em cada segmento de vida essa sim, eterna,
já que é sabido que o espírito,
que é a essência, é energia em forma
materializada. Observem o fato de que com o método
os mesmos espíritos sempre voltam. Nesta ou naquela
reunião de médiuns em outro lugar. É
que o diálogo preenche sua necessidade de receber
atenção e polemizar, de manter a sensação
de estar vivo enquanto interage com as consciências
encarnadas.
Os produtores de cinema são
os grandes responsáveis pela amplificação
dessa premissa falsa, porque em verdade qualquer pessoa
com o conhecimento e dignidade adequados pode praticar
o exorcismo.
O
erro está também na forma de exorcizar.
O exorcismo deve ser praticado sempre à
distância, longe da pessoa obsedada (veja
o livro do Ver. Eugene Maurey. Exorcismo, A Cura da
Possessão Espiritual à Distância
e a matéria “vampirismo” do Mago
Selaht) neste Portal, www.mensageiro.com.br, clicando
em MISTÉRIOS.
A Bíblia já nos mostra como comprovamos
anteriormente que discípulos e apóstolos
também expulsaram espíritos.
Possessão
Coletiva:
A maioria dos casos observados são de
histeria coletiva induzida.
Real é o enriquecimento desses mercadores da
fé que fazem verdadeiras lavagens cerebrais
nos fiéis de suas igrejas e os levam à
cegueira espiritual e ao fanatismo.
“Batismo”
pelo Espírito Santo:
É o fenômeno de histeria coletiva
que comprovadamente ocorre nas Igrejas Pentecostais,
quando os fiéis pensam que falam línguas
estranhas, segundo eles, língua dos Anjos. Ocorre
um fenômeno em que os fiéis sentem necessidade
de se unirem ao grupo dos que já foram batizados
pelo Espírito Santo. A necessidade de gregarismo
é incentivada pelos pastores que tentam induzir
os acontecimentos do Pentecostes. Atos dos Apóstolos,
Cap. 2 quando os discípulos de Ieoshua
ben Iosef (Jesus) teriam falado e entendido
as línguas dos estrangeiros. 1ª carta de
Paulo aos Coríntios, Cap. 12 e 14. Nesta passagem
bíblica é que se apóiam pastores
nessa histeria coletiva, o pseudo dom de línguas.
As línguas possuem gramática própria,
declinações, plurais, singulares, gênero,
que podem ser identificadas por especialistas. Nada
prova que nessas algaravias gravadas e submetidas a
filólogos haja uma língua qualquer, mas
apenas a repetição de sons e letras sem
nexo. É de causar espanto que essa prática
ainda continue.
O milagre do pentecostes seria, os
estrangeiros entenderem o que os discípulos diziam
em sua língua-mãe, acontecendo o mesmo
com os discípulos que entendiam perfeitamente
as línguas estrangeiras faladas pelos gentios
sem as terem aprendido. Poderia ser o que hoje conhecemos
como telepatia, uma forma profunda de empatia.
Conhecereis a Verdade e ela
vos libertará.
M. Selaht
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É
possível saber se uma pessoa está obsedada?
M. Selaht
Do livro
Magia Passo a Passo,
a Escada de Jacó
Sim,
como também, qualquer radiestesista treinado
pode saber e encaminhar obsessores. É uma simples
operação de EXORCISMO.
É um estágio mais avançado e
objetivo do que a doutrinação, ineficaz,
e quando possível, demorada.
Não depende de nenhuma religião; é
um método que pode ser adotado por qualquer
pessoa digna e desejosa de ajudar os desencarnados
a terem paz.
Como?
É até muito fácil. O Anjo de
Guarda, também chamado de Eu Superior (pelos
não-religiosos), deve ser questionado primeiro.
Há ocasiões em que a operação
não pode ou deve ser executada.
Pergunta-se: “Anjo de guarda de Fulano, ele
está obsedado ou (obsediado)?”
Em caso afirmativo, perguntamos:
“A entidade é um demônio?”
(no sentido de satânico); dificilmente será.
Em caso afirmativo, esse trabalho
não pode ser feito dentro de casa. No livro
Magia Passo a Passo, a Escada de Jacó, esta
matéria é esmiuçada passo a passo.
Em caso negativo, quantos são
os espíritos? De posse dessa informação,
perguntamos qual é a entidade negativa mais
poderosa e em que nível se encontra na tabela
que vai de 1 a -30, para os casos de espíritos
sem luz. (é possível saber também
sobre os espíritos de luz que acompanham a
pessoa em questão).
Agora, perguntamos se algum dos espíritos é
o de um parente falecido do obsedado. Isso freqüentemente
ocorre.
Médiuns videntes poderão acompanhar
e ver o que está acontecendo no campo espiritual,
mas sua presença não é de todo
necessária.
Identificados os espíritos, passa-se ao exorcismo,
quando são definitivamente afastados.
Esse ritual passo a passo pode ser encontrado no livro
Magia Passo a Passo, a Escada de Jacó.
Na forma adotada pelo Kardecismo, a doutrinação,
o afastamento definitivo não ocorre ou acontece
de forma muito demorada. Nosso tempo deve ser otimizado,
pois nossa vida começa no berço e vai
até ao túmulo, nesse segmento de nossa
vida eterna.
Exorcismo e literaturas:
O reverendo Eugene Maurey, pastor evangélico,
também trata da matéria em seu livro
EXORCISMO, traduzido e editado no Brasil pela Editora
Pensamento.
Na preocupação de vender para Gregos
e Troianos, o reverendo deixa passar algumas falhas
imperdoáveis. Por exemplo, não
acha necessário usar um pêndulo consagrado.
De fato, se for apenas um desencarnado, não
é de todo necessário, mas se for um
espírito satânico, além da consagração
do pêndulo, e todos os objetos usados, também
o local e o operador do exorcismo devem estar
limpos e puros, ter jejuado de carnes e alimentos
impuros. Portanto, para evitar surpresas, proceder
sempre esperando pelo pior.
(veja em Lev 11). “Como manda O Senhor”,
e por vinte e quatro horas não ter tido relações
sexuais.
O exorcismo jamais deve ser feito com o obsedado
presente.
Qualquer pessoa digna, pura e de elevados propósitos,
estando adequadamente treinada, pode executar um exorcismo.
Grande parte das doenças, principalmente as
mentais, são de natureza espiritual, por obsessão
involuntária.
A escritora e Psicóloga Dra. Edith Fiore, tratou
de casos de possessão espiritual pela hipnoterapia
(terapia por hipnose) e descobriu que em 70% deles,
os pacientes sofriam de obsessão, possessão
espiritual. Durante o tratamento observou que as entidades
obsessoras haviam tido algum tipo de ligação
com suas vítimas e que insistiam nesse relacionamento
pós-morte.
A psicóloga e psicanalista brasileira,
Dra. Karin Verônica Teixeira da Silva, colaboradora
do Portal www.mensageiro.com.br. desenvolve significativo
trabalho com hipnoterapia e regressão, com
resultados igualmente significativos nesses campos.
Há alguns sintomas que podem ser observados:
Insônia ou sonolência constante, vícios,
falta de apetite, gastrite constante, diarréia,
dores de cabeça constantes, falta de ar, depressão,
sufocamento, apnéia sem motivo aparente, resmungar.
Alguns desses sintomas atingem também
os vampirizados psiquicamente.
Doenças podem ser
transmitidas por espíritos obsessores
Pasmem, doenças transmitidas por vírus
e micróbios podem também ser transmitidas
por espíritos obsessores, que em vida foram
portadores dessas doenças.
Experiências em “placas de Petrin”
comprovaram: um caldo de cultura em ambiente estéril
de laboratório foi contaminado pelo bacilo
de Koch, da tuberculose. Essa experiência foi
narrada em diversos livros e é de domínio
público.
Certa ocasião acompanhei uma amiga a um centro
espírita Kardecista e fui convidado a participar
de uma corrente de desobsessão. Perguntei como
sabiam se eu estava obsedado e fiquei surpreso com
a resposta. “Não sabemos, todos passam
por essa corrente.”
Preocupa-me o fato de pessoas
bem intencionadas, mas despreparadas, pratiquem o
exorcismo.
Narro esse fato primeiro que, como disse, é
errado praticar qualquer exorcismo com a vítima
do problema presente.
Devemos fazê-lo
à distância, sem aviso prévio
de dia e hora, segundo porque é perfeitamente
possível saber quantos, e quais as mazelas
e vícios dos espíritos obsessores, enfim
ter um quadro completo da situação.
Quando uma pessoa morre, perde unicamente o corpo
físico, mantendo todas as qualidades e defeitos
que tinha em vida.
Obsessores positivos existem?
É possível ser perturbado por um obsessor
positivo, culto e de boa índole. Entretanto,
por ter falecido por uma doença infecto-contagiosa,
pode transmitir ao seu “hospedeiro” temporário
a sua patologia, doença do corpo, como um psicopata
pode levar o obsedado a comportamentos de sua patologia
mental. Exemplo, dupla personalidade, momentos de
violência, etc.
É comum pensarmos que as pessoas que
morrem ficam “boazinhas”. Isso não
corresponde absolutamente à verdade. Elas permanecem
como eram em vida.
É importante que aquele que opera o exorcismo
tenha autoridade, conhecimento e poder de volição,
desejo indubitável de conseguir realizar a
operação com sucesso.
Conhecereis a Verdade
e ela vos libertará.
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