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  Bem Vindo ao Portal da Sabedoria.
 
       
   
 
 
 
“É melhor buscar Refúgio no SENHOR
do que confiar nos homens.”

Salmo 118:8

A humanidade ainda não se deu conta de que palavras como, interdependência , relações interpessoais, interdisciplinaridade, solidariedade e fraternidade, mais que simples palavras de força, mostram a importância inevitável da expressão “Amai-vos uns aos outros”.

Se fosse a vontade do Senhor, cada um de nós seria totalmente independente, mas não é assim, ao contrário, somos todos dependentes uns dos outros.
Imagine que você é o mais famoso cirurgião cardíaco do mundo e que precisa de ser safenado; vai precisar de um colega para ser salvo.

O dia que entendermos essa simples verdade, acabará o egoísmo e finalmente “O lobo pastará com o cordeiro” e aí, sim, o mashia (messias) virá. Será o triunfo da fraternidade e do amor incondicional.
M. Selaht
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Bíblia


OS NÍVEIS DO SER HUMANO


Há alguns anos, um buscador aproximou-se de um Mestre da Arte Real (um verdadeiro místico) e perguntou-lhe: “mestre, gostaria muito de saber por que razão os seres humanos guerreiam-se e por que não conseguem entender-se, por mais que apregoem estar buscando a paz e o entendimento, por mais que apregoem o Amor e por mais que afirmem abominar o Ódio?”

-Essa é uma pergunta muito séria. Gerações e gerações a têm feito e não conseguiram uma resposta satisfatória, por não se darem conta de que tudo é uma questão de nível evolutivo.

A grande maioria da humanidade do planeta Terra está vivendo atualmente no nível 1. Muitos outros, no nível 2 e alguns outros no nível 3. Essa é a grande maioria. Alguns poucos já conseguiram atingir o nível 4, pouquíssimos o nível 5, raríssimos no nível 6 e somente de mil em mil anos aparece algum que atingiu o nível 7.

- Mas, Mestre, que níveis são esses?
- Não adiantaria nada explicá-los, pois além de não entender, também, logo em seguida, você os esqueceria e esqueceria também a explicação. Assim, prefiro levá-lo numa viagem mental, para realizar uma série de
experimentos e aí, então, tenho certeza, você vivenciará e saberá exatamente o que são esses níveis, cada um deles, nos seus mínimos detalhes. Colocou, então, as pontas de dois dedos na testa do consulente e,
imediatamente, ambos estavam em um outro local, em outra dimensão do Espaço e do Tempo.
O local era uma espécie de bosque, e um homem se aproximava deles. Ao chegar mais perto, disse-lhe o Mestre:
- Dê-lhe um tapa no rosto.
- Mas por quê? Ele não me fez nada...
- Faz parte do experimento. Dê-lhe um tapa, não muito forte, mas dê-lhe um tapa!
E o homem aproximou-se mais do Mestre e do consulente.
Este, então, chegou até o homem, pediu-lhe que parasse e, sem nenhum aviso, deu-lhe um tapa que estalou.

Imediatamente, como se fosse feito de mola, o desconhecido revidou com uma saraivada de socos e o consulente foi ao chão, por causa do inesperado do ataque.
Instantaneamente, como num passe de mágica, o Mestre e o consulente já estavam em outro lugar, muito semelhante ao primeiro e outro homem se aproximava.
O Mestre, então comentou:

- Agora, você já sabe como reage um homem do nível 1. Não pensa. Age mecanicamente. Revida sem pensar. Aprendeu a agir dessa maneira e esse aprendizado é tudo para ele, é o que norteia sua vida, é sua "muleta.”.

Agora, você testará da mesma maneira, o nosso companheiro que vem aí, do nível 2.
Quando o homem se aproximou, o consulente pediu que parasse e lhe deu um tapa. O homem ficou assustado, olhou para o consulente, mediu-o de cima a baixo e, sem dizer nada, revidou com um tapa, um pouco mais forte. Instantaneamente, já estavam em outro lugar muito semelhante ao primeiro.

- Agora, você já sabe como reage um homem do nível 2. Pensa um pouco, analisa superficialmente a situação, verifica se está à altura do adversário e aí, então, revida. Se se julgar mais fraco, não revidará imediatamente, pois irá revidar à traição. Ainda é carregado pelo mesmo tipo de "muleta" usada pelo homem do nível 1. Só que analisa um pouco mais as coisas e fatos da vida. Entendeu?

Repita o mesmo com esse aí que vem chegando, o nível 3.
A cena repetiu-se. Ao receber o tapa, o homem parou, olhou para o consulente e assim falou:
- O que é isso, moço?... Mereço uma explicação, não acha? Se não me explicar direitinho por que razão me bateu, vai levar uma surra! Estou falando sério!
- Eu e o Mestre estamos realizando uma série de experimentos e este experimento consta exatamente em fazer o que fiz, ou seja, bater nas pessoas para ver como reagem.
- E querem ver como reajo?
- Sim. Exatamente isso...
- Já reparou que não tem sentido?
- Como não? Já aprendemos ótimas lições com as reações das outras pessoas. Queremos saber qual a lição que você irá nos ensinar...
- Ainda não perceberam que isso não faz sentido? Por que agredir as pessoas assim, gratuitamente?

- Queremos verificar - interferiu o Mestre - as reações mais imediatas e primitivas das pessoas. Você tem alguma sugestão ou consegue atinar com alguma alternativa?
- De momento, não me ocorre nenhuma. De uma coisa, porém, estou certo:
-Esse teste é muito bárbaro, pois agride os outros. Estou, realmente, muito assustado e chocado com essa ação de vocês, que parecem pessoas inteligentes e sensatas. Certamente, deverá haver algo menos agressivo e mais inteligente. Não acham?

- Enfim - perguntou o buscador - como você vai reagir? Vai revidar? Ou vai nos ensinar uma outra maneira de conseguir aprender o que desejamos?
- Já nem sei se continuo discutindo com vocês, pois acho que estou perdendo meu tempo. São dois malucos e tenho coisas mais importantes para fazer do que ficar conversando com dois malucos. Afinal, meu tempo é precioso demais e não vou desperdiçá-lo com vocês. Quando encontrarem alguém que não seja tão sensato e paciente como eu, vão aprender o que é agredir gratuitamente as pessoas. Que outro, em algum outro lugar, revide por mim. Não vou nem perder meu tempo com vocês, pois não merecem meu esforço... São uns perfeitos idiotas... Imagine só, dar tapas nos outros... besteira... idiotice... falta do que fazer..
E ainda querem me convencer de que estão buscando conhecimento... picaretas!
Isso é o que vocês são! Uns picaretas! Uns charlatães!
Imediatamente, aquela cena apagou-se e já se encontravam em outro luar, muito semelhante a todos os outros. Então, o Mestre comentou:
- Agora, você já sabe como age o homem do nível 3. Gosta de analisar a situação, discutir os pormenores, criticar tudo, mas não apresenta nenhuma solução ou alternativa, pois ainda usa as mesmas "muletas" que os outros dois anteriores também usavam.
Prefere deixar tudo "pra lá", pois "não tem tempo" para se aborrecer com a ação, que prefere deixar para os "outros". É um erudito e teórico que fala muito, mas que age muito pouco e não apresenta nenhuma solução para nenhum problema, a não ser a mais óbvia e assim mesmo, olhe lá... é um medíocre enfatuado, cheio de erudição, que se julga o "Dono da Verdade", que se acha muito "entendido" e que reclama de tudo e só sabe
criticar. É o mais perigoso de todos, pois costuma deter cargos de comando, por ser, geralmente, portador de algum diploma universitário em nível de bacharel (mais uma outra "muleta") e se pavoneia por isso. Possui instrução e muita erudição. Já consegue ter um pouquinho mais de percepção das coisas, mas é somente isso. Ainda precisa das "muletas" para continuar vivendo, mas começa a perceber que talvez seja melhor andar sem elas. No entanto, por "preguiça vital" e simples falta de força de vontade, prefere continuar a utilizá-las.
De resto, não passa de um medíocre enfatuado que sabe apenas argumentar e tudo criticar.

Vamos, agora, saber como reage um homem do nível 4.
Faça o mesmo com esse que aí vem.
E a cena repetiu-se. O caminhante olhou para o buscador e perguntou:
- Por que você fez isso? Eu fiz alguma coisa errada? Ofendi você de alguma maneira? Enfim, gostaria de saber por que motivo você me bateu. Posso saber?
- Não é nada pessoal. Eu e o Mestre estamos realizando um experimento para aprender qual será a reação das pessoas diante de uma agressão imotivada.
- Pelo visto, já realizaram este experimento com outras pessoas. Já devem ter aprendido muito a respeito de como reagem os seres humanos, não é mesmo?
- É... Estamos aprendendo um bocado. Qual será sua reação? O que pensa de nosso experimento? Tem alguma sugestão melhor?
- Hoje, vocês me ensinaram uma nova lição e estou muito satisfeito com isso e só tenho a agradecer por me haverem escolhido para participar deste seu experimento.
Apenas acho que vocês estão correndo o risco de encontrar alguém que não consiga entender o que estão fazendo e revidar à agressão. Até chego a arriscar-me a afirmar que vocês já encontraram esse tipo de pessoa, não é mesmo? Mas também se não corrermos algum risco na vida, nada, jamais, poderá ser conseguido, em termos de evolução. Sob esse ponto de vista, a metodologia experimental que vocês imaginaram é tão boa como outra qualquer.
Já encontraram alguém que não entendesse o que estão a fazer e igualmente reações hostis, não é mesmo? Por outro lado, como se trata de um aprendizado, gostaria muito de acompanhá-los para partilhar desse aprendizado. Aceitar-me-iam como companheiro de jornada? Gostaria muito de adquirir novos conhecimentos. Posso ir com vocês?
- E se tudo o que dissemos for mentira? E se estivermos mal-intencionados? -perguntou o Mestre - Como reagiria a isso?
- Somente os loucos fazem coisas sem uma razão plausível. Sei, muito bem, distinguir um louco de um são e, definitivamente, tenho a mais cristalina das certezas de que vocês não são loucos. Logo, alguma razão vocês deverão ter para estarem agredindo gratuitamente as pessoas. Essa razão que me deram é tão boa e plausível como qualquer outra.Seja ela qual for, gostaria de seguir com vocês para ver se minhas conjecturas estão certas, ou seja, de que falaram a verdade e, se assim o for, compartilhar da experiência de vocês. Enfim, desejo aprender cada vez mais, e esta é uma boa ocasião para isso. Não acham?
Instantaneamente, tudo se desfez e logo estavam em outro ambiente, muito semelhante aos anteriores.
O Mestre assim comentou:
- O homem do nível 4 já está bem distanciado e se desligando gradativamente dos afazeres mundanos. Já sabe que existem outros níveis mais baixos e outros mais elevados e está buscando apenas aprender mais e mais para evoluir, para tornar-se um sábio.
Não é, em absoluto um erudito (embora até mesmo possa possuir algum diploma universitário) e já compreende bem a natureza humana para fazer julgamentos sensatos e lógicos. Por outro lado, possui uma curiosidade muito grande e uma insaciável sede de conhecimentos. E isso acontece porque abandonou suas "muletas" há muito pouco tempo, talvez haja um mês ou dois. Ainda sente falta delas, mas já compreendeu que o melhor mesmo é viver sem elas.
Dentro de muito pouco tempo, só mais um pouco de tempo, talvez mais um ano ou dois, assim que se acostumar, de fato, a sequer pensar nas muletas, estará realmente começando a trilhar o caminho certo para os próximos níveis.
Mas vamos continuar com o nosso aprendizado.

Repita o mesmo com este homem que aí vem, e vamos ver como reage um homem do nível 5.
O tapa estalou.
- Filho meu... Eu bem o mereci por não haver logo percebido que estavas necessitando de ajuda. Em que te posso ser útil?
- Não entendi... Afinal, dei-lhe um tapa. Não vai reagir? - Na verdade, cada agressão é um pedido de ajuda. Em que te posso ajudar, filho meu?
- Estamos dando tapas nas pessoas que passam, para conhecermos suas reações. Não é nada pessoal...
- Então, é nisso que te posso ajudar? Ajudar-te-ei com muita satisfação pedindo-te perdão por não haver logo percebido que desejas aprender. É meritória tua ação, pois o saber é a coisa mais importante que um ser humano pode adquirir. Somente por meio do saber é que o homem se eleva. E se estás querendo aprender, só tenho elogios a te oferecer.
Logo aprenderás a lição mais importante que é a de ajudar desinteressadamente as pessoas, assim como estou a fazer com vocês, neste momento. Ainda terás um longo caminho pela frente, mas se desejares posso ser o teu guia nos passos iniciais e te poupar de muitos transtornos e dissabores. Sinto-me perfeitamente capaz de guiar-te nos primeiros passos e fazer-te chegar até onde me encontro. Daí para diante, faremos o restante do aprendizado juntos.
O que achas da proposta? Aceitas-me como teu guia? Instantaneamente, a cena se desfez e logo se viram em outro caminho, um pouco mais agradável do que os demais, e o Mestre assim se expressou: - Quando um homem atinge o nível 5, começa a entender que a Humanidade, em geral, digamos, o homem comum, é como uma espécie de adolescente que ainda não conseguiu sequer se encontrar e, por esse motivo, como todo e qualquer bom adolescente, é muito inseguro e, devido a essa insegurança, não sabe como pedir ajuda e agride a todos para chamar atenção sobre si mesmo e pedir, então, de maneira velada e indireta, a ajuda de que necessita.
O homem do nível 5 possui a sincera vontade de ajudar e de auxiliar a todos desinteressadamente , sem visar vantagens pessoais.É como se fosse uma Irmã Dulce ou uma Madre Teresa de Calcutá, da vida. Sabe ser humilde e reconhece que ainda tem muito a aprender para atingir níveis evolutivos mais elevados. E deseja partilhar gratuitamente seus conhecimentos com todos os seres humanos. Compreende que a imensa maioria dos seres humanos usa "muletas" diversas e procura ajudá-los, dando-lhes exatamente aquilo que lhe é pedido, de acordo com a "muleta" que estão usando ou com o que lhes é mais acessível no nível em que se encontram. A partir do nível 5, o ser humano adquire a faculdade de perceber em qual nível o seu interlocutor se encontra. Agora, dê um tapa nesse homem que aí vem.

Vamos ver como reage o homem do nível 6.
E o buscador iniciou o ritual. Pediu ao homem que parasse e lançou a mão ao eu rosto. Jamais entenderá como o outro, com um movimento quase instantâneo, desviou-se e a sua mão atingiu apenas o vazio.
- Meu filho querido! Por que você queria ferir-se a si mesmo?Ainda não aprendeu que agredindo os outros você estará agredindo a si mesmo? Você ainda não conseguiu entender que a Humanidade é um organismo único e que cada um de nós é apenas uma pequena célula desse imenso organismo? Seria você capaz de provocar, deliberadamente, em seu corpo, um ferimento que vai doer muito e cuja cicatrização orgânica e psíquica vai demorar e causará muito sofrimento inútil?
- Mas estamos realizando um experimento para descobrir qual será a reação das pessoas a uma agressão gratuita.
- Por que você não aprende primeiro a amar? Por que, em vez de dar um tapa, não dá um beijo nas pessoas? Assim, em lugar de causar-lhes sofrimento, estará demonstrando Amor. E o Amor é a Energia mais poderosa e sublime do Universo.
Se você aprender a lição do Amor, logo poderá ensinar Amor para todas as outras células da Humanidade, e tenho a mais concreta certeza de que, em muito pouco tempo, toda a Humanidade será um imenso organismo amoroso que distribuirá Amor por todo o planeta e daí, por extensão, emitirá vibrações de Amor para todo o Universo.
Eu amo a todos como amo a mim mesmo.No instante em que você compreender isso, passará a amar a si mesmo e a todos os demais seres humanos da mesma maneira e terá aprendido a Regra de Ouro do Universo: - Tudo é Amor! A vida é Amor! Nós somos centelhas de Amor!E por tanto amar você, jamais poderia permitir que você se ferisse, agredindo a mim.
Instantaneamente, tudo se desfez e se viram em outro ambiente, ainda mais lindo e repousante do que este último em que estiveram.
E então o Mestre falou:
- Este é um dos níveis mais elevados a que pode chegar o Ser Humano em sua senda evolutiva, ainda na Matéria, no Planeta Terra. Um homem que conseguiu entender o que é o Amor, já é um Homem Sublime, Inefável e quase Inatingível pelas infelicidades humanas, pois já descobriu o Começo da Verdade, mas ainda não a conhece em toda sua Plenitude, o que só acontecerá quando atingir o nível 7. Logo você descobrirá isso.
Dê um tapa nesse homem do nível 7 que aí vem chegando.
E o buscador pediu ao homem que parasse. Quando seus olhares se cruzaram, uma espécie de choque elétrico percorreu-lhe todo o corpo e uma sensação mesclada de amor, compaixão, amizade desinteressada, compreensão, de profundo conhecimento de tudo que se relaciona à vida e um enorme sentimento de extrema segurança encheram-lhe todo o seu ser.
- Bata nele! - ordenou o Mestre.
- Não posso, Mestre, não posso...
- Bata nele! Faça um grande esforço, mas terá que bater nele! Nosso aprendizado só estará completo se você bater nele! Faça um grande esforço e bata! Vamos! Agora!
- Não, Mestre. Sua simples presença já é suficiente para que eu consiga compreender a futilidade de lhe dar um tapa. Prefiro dar um tapa em mim esmo. Nele, porém, jamais!
- Bate-me - disse o Homem com muita firmeza e suavidade - pois só assim prenderás tua lição e saberás finalmente, porque ainda existem guerras na humanidade.
- Não posso... Não posso... Não tem o menor sentido fazer isso...
- Então - tornou o Homem - já aprendeste tua lição. Quem, dentre todos em quem bateste, a ensinou para ti? Reflete um pouco e me responde.
- Acho que foram os três primeiros, do nível 1 ao nível 3. Os outros apenas ilustraram e a complementaram. Agora, compreendo o quão atrasados eles estão e o quanto ainda terão que alinhar na senda evolutiva para entender esse fato.
Sinto por eles uma compaixão muito profunda. Estão de "muletas" e não sabem isso. E o pior de tudo é que não conseguem perceber que é até muito simples muito fácil abandoná-las e que, no preciso instante em que as abandonarem, começarão a progredir.
Era essa a lição que eu deveria aprender?
- Sim, filho meu. Essa é apenas uma das muitas facetas do Verdadeiro Aprendizado. Ainda terás muito que aprender, mas já aprendeste a primeira e a maior de todas as lições. Existe a Ignorância! - volveu o Homem com suavidade e convicção - Mas ainda existem outras coisas mais que deves ter aprendido. O que foi?
- Aprendi, também, que é meu dever ensiná-los para que entendam que a vida está muito além daquilo que eles julgam ser muito importante - as suas "muletas" - e também sua busca inútil e desenfreada por sexo, status social, riquezas e poder.
Nos outros níveis, comecei a entender que para se ensinar alguma coisa para alguém é preciso que tenhamos aprendido aquilo que vamos ensinar. Mas isso é um processo demorado demais, pois todo mundo quer tudo às pressas, imediatamente.
- A Humanidade ainda é uma criança , mal acabou de nascer, mal acabou de aprender que pode caminhar por conta própria, sem engatinhar, sem precisar usar "muletas".
O grande erro é que nós queremos fazer tudo às pressas e medir tudo pela duração de nossas vidas individuais.
O importante é que compreendamos que o tempo deve ser contado em termos cósmicos, universais.
Se assim o fizermos, começaremos, então, a entender que o Universo é um organismo imenso, ainda relativamente novo e que também está fazendo seu aprendizado por intermédio de nós seres vivos conscientes e inteligentes que habitamos planetas disseminados por todo o Espaço Cósmico. Nossa vida
individual só terá importância, mesmo, se conseguirmos entender e vivenciar, este conhecimento, esta grande Verdade: - Somos todos uma imensa equipe energética atuando nos mais diversos níveis energéticos daquilo que é conhecido como Vida e Universo, que, no final das contas, é tudo a mesma coisa.
- Mas sendo assim, para eu aprender tudo de que necessito para poder ensinar aos meus irmãos, precisarei de muito mais que uma vida. Ser-me-ão concedidas mais outras vidas, além desta que agora estou vivendo?
- Mas ainda não conseguiste vislumbrar que só existe uma única Vida e tu já a estás vivendo há milhões e milhões de anos e ainda a viverás por mais outros tantos milhões, nos mais diversos níveis? Tu já foste energia pura, átomo, molécula, vírus, bactéria, enfim, todos os seres que já apareceram na escala biológica. E tu ainda és tudo isso. Compreende, filho meu, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.
- Mas mesmo assim, então, não terei tempo, neste momento atual de minha manifestação no Universo, de aprender tudo o que é necessário ensinar aos meus irmãos que ainda se encontram nos níveis 1, 2 e 3.
- E quem o terá jamais, algum dia?

Mas isso não tem a menor importância, pois tu já estás a ensinar o que aprendeste, nesta breve jornada mental. Já aprendeste que existem 7 níveis evolutivos possíveis aos seres humanos, aqui, agora, neste Planeta Terra.
O Autor deste conto conseguiu transmiti-lo, há alguns milênios, através da Tradição Oral, durante muitas e muitas gerações.
O Autor deste trabalho, ao ler esse conto, há muitos anos atrás, também aprendeu a mesma lição e agora a está transmitindo para todos aqueles que vierem a lê-lo e, no final, alguns desses leitores, um dia, ensinarão essa mesma lição a outros irmãos humanos.

Compreendes, agora, que não será necessário mais do que uma única vida como um ser humano, neste Planeta Terra, para que aprendas tudo e que possas transmitir esse conhecimento a todos os seres humanos, nos próximos milênios vindouros?
É só uma questão de tempo, não concordas, filho meu?

Agora, se quem deste aprendizado tomar conhecimento e, assim mesmo, não desejar progredir, não quiser deixar de lado as "muletas" que está usando ou não quiser aceitar essa verdade tão cristalina, o problema e a
responsabilidade já não serão mais teus.
Tu e todos os demais que estão transmitindo esse conhecimento já cumpriram as suas partes.

Que os outros, os que dele estão tomando conhecimento, cumpram as suas. Para isso são livres e possuem o discernimento e o livre-arbítrio suficientes para fazer suas escolhas e nada tens com isso.

Entendeste, filho meu?

 

 

A Herança da Inquisição

*Stephen Kanitz
Enviado por Maria Cristina Vidal

A Inquisição gerou uma série de comportamentos humanos defensivos na população da época, especialmente por ter perdurado na Espanha e em Portugal durante quase 300 anos, ou no mínimo quinze gerações.


Embora a Inquisição tenha terminado há mais de um século, a pergunta que fiz a vários sociólogos, historiadores e psicólogos era se alguns desses comportamentos culturais não poderiam ter-se perpetuado entre nós.

Na maioria, as respostas foram negativas, ou seja, embora alterassem sem dúvida o comportamento da época, nenhum comportamento permanece tanto tempo depois, sem reforço ou estímulo continuado.

Não sou psicólogo nem sociólogo para discordar, mas tenho a impressão de que existem alguns comportamentos estranhos na sociedade brasileira, e que fazem sentido se você os considerar resquícios da era da Inquisição.

Primeiramente, como se explica a enorme dificuldade de nossos intelectuais firmarem uma posição pessoal sobre um assunto? É notória a posição dos intelectuais do PSDB, de estarem sempre "em cima do muro". Quantos não conhecem a frase "Não sou a favor nem contra, muito pelo contrário", uma expressão coloquial pouco usada em outros países.

Leia alguns textos de intelectuais e você notará que a maioria sempre cita dezenas de autores, a idéia é sempre do outro ou pelo menos atribuída ao outro. O que passa por erudição pode ser uma tática de preservação da própria pele. Numa Inquisição você não vai querer se expor defendendo suas próprias idéias, a saída é sempre atribuí-las a outrem.

Uma das coisas mais difíceis neste país é saber o que se passa na cabeça de um mineiro. Não permitir que alguém pudesse ler sua mente, ou chegar a uma aproximação de suas reais intenções, era uma condição básica de sobrevivência na Inquisição, algo que os mineiros cultivam até hoje.

Nossa Constituição e nossas leis tentam sempre agradar a todos, somos sempre conciliadores, nunca há perdedores, mesmo que isso gere absurdos. A começar pela Constituição de 1988, que consegue ser de esquerda, de direita e liberal ao mesmo tempo. Contrariar alguém na época da Inquisição era contrair um potencial inimigo ou incentivar uma denúncia anônima.

Nada me deprime mais do que uma pessoa humilde que me presta um serviço se despedir com a frase "Desculpe qualquer coisa". Por que alguém iria se desculpar por ter feito algo que ele nem mesmo sabe o que poderia ser? Uma forma de se proteger de alguma denúncia posterior à Inquisição.

Fernando Henrique Cardoso, em seu livro O Presidente Segundo o Sociólogo, define a imprensa brasileira como extremamente atenta ao deslize. Se um presidente anunciar o fim da pobreza no Brasil, segundo FHC, e no meio do discurso caírem seus óculos, a manchete e a foto de primeira página serão sobre a queda dos óculos, e não sobre o fim da pobreza.
O deslize era talvez o maior perigo de um português na época. Era justamente disso que a Inquisição ficava à procura. (1) Se um português mencionasse que havia tomado banho na sexta, isso poderia ser considerado indício de que se tratava de um cristão-novo. Todo português precisava se policiar diariamente. É essa preocupação com o deslize e a consistência interna do discurso coloquial que explica a maioria de nossas piadas de portugueses, em que rimos de sua lógica extremamente rígida e hermética.

Por exemplo, saindo de um hotel em Portugal às 5 da tarde, eu perguntei ao porteiro a que horas costumava escurecer naquela época do ano. O porteiro olhou para mim em pânico, provavelmente querendo decifrar o significado da pergunta capciosa que eu havia feito. Ficou minutos tentando achar uma resposta que não o comprometesse de nenhuma forma, uma resposta que não pudesse ser subjetiva, revelando o mais íntimo do seu ser, mas uma resposta calcada na lógica cristalina, pelo racional mais cartesiano possível. Finalmente achou a resposta, sorriu e me disse: "Mas, meu senhor, aqui não escurece. Aqui em Portugal nós temos luz elétrica".

Coloco a questão mais como uma hipótese a pesquisar, a de que nosso comportamento não foi determinado exclusivamente pelo índio, pelo negro nem pelo europeu, mas que uma boa parte foi moldada pelos quase 300 anos de Inquisição.

*Stephen Kanitz é administrador por Harvard EUA.

www.kanitz.com.br

N.R.: (1) Banho sabático tomado antes do por do sol de sexta-feira, costume entre os judeus.



Paganismo

“Conhecendo a verdade, que pode ser provada pela história, o homem verá que não precisa de religiões.
A comunhão com D’us é pessoal e intransferível.

Mago Selaht
Do livro Magia passo a passo, a Escada de Jacó


Definição

O Paganismo é o culto e o respeito às forças da Natureza.

A palavra "PAGÃO" vem do latim "paganus", que é aquele que mora no "pagus", campo, na Natureza.

“Para o pagão, toda a Natureza é viva, é Sagrada e seus deuses e deusas refletem essa crença, oferecendo conforto e equilíbrio àqueles que compreendem o real significado de se respeitar a Natureza.”

Erros de conceito

Erros são propagados quanto ao sentido da palavra "paganismo".

Dicionários, enciclopédias e até mesmo adeptos do paganismo pregam a palavra como sinônimo de não-cristão, o que é um grande erro, pois assim se incluiriam religiões como o judaísmo, o islã e outras, as quais não possuem componentes distintamente "pagãos" no sentido real da palavra - ou seja, de respeito à Natureza. Em outros verbetes, um "pagão" é aquele que ainda não foi batizado no cristianismo. Em outros mais, os termos "paganismo" e "ateísmo" são confundidos, pois ateu é aquele que não crê em nada, não possui religião - bem diferente da noção de paganismo enquanto caminho religioso.

Quem são os pagãos?

São os seguidores das religiões da Terra, dos muitos deuses e deusas da Natureza. Este é o sentido que os adeptos do paganismo adotam quando se referem às culturas pré-cristãs da Europa e das Américas (apenas como exemplos clássicos), como "culturas pagãs". Poucas são hoje as que mantêm um contato direto com as tradições originais do paganismo.

O paganismo original, surgido na Antigüidade, tem conceito diferente do novo paganismo, representado por diversas correntes recentes.

Muitos pesquisadores optam por utilizar o termo neo-pagão, ou seja, os novos pagãos, para os que seguem tradições filosófico-espirituais inspiradas nos ensinamentos e valores das Antigas Religiões.

Dentre estas correntes neo-pagãs, sem dúvida, duas ganham destaque: a Wicca e o Neo-Druidismo.

Até que ponto os povos pagãos influenciaram o conhecimento humano?


Até que ponto o culto desses povos pagãos foi ou é nocivo às demais religiões?

Os cleros das seitas cristãs vêm mentindo e enganando sistematicamente os que, por comodismo ou teimosia, desconhecem a verdade histórica, embora de certa forma haja uma desculpa razoável para que isso acontecesse no princípio.

Os cristãos primitivos eram como a maioria das pessoas analfabetas e, portanto, eram dominadas pelos poucos que sabiam ler e escrever. Os próprios reis e rainhas não foram mais cultos. A figura do Chanceler, aquele que portava o selo real e confirmava os decretos, era de suma importância, era pessoa de grande prestígio e de confiança do Soberano. O selo dos anéis cardinalícios e papais é um sucessor desse hábito de autenticar um documento impondo o selo (sigilo).

A palavra sigilo – segredo - vem do lacre inviolável que garantia a autenticidade e a inviolabilidade de um documento.

A figura do arauto, funcionário encarregado de ler os decretos e autos, que eram afixados em praça pública, era a maneira de informar e dar aspecto legal aos documentos que deveriam ser do conhecimento das populações analfabetas. Até hoje, proclamas de casamento, editais de concorrência e outros documentos seguem esse rito.

A leitura dos textos bíblicos, os quais só podiam ser interpretados pelo clero, era vedada ao povo, mesmo aos letrados. Facilitou mentiras, fraudes e farsas, que até hoje são motivo de ignorância e de preconceito contra os praticantes de crenças não-cristãs e que são ainda amplificadas entre seminaristas, que serão futuros sacerdotes. São acrescidas das decisões de Concílios e das de altos membros do clero. São os chamados dogmas de fé, inquestionáveis pelos seguidores da religião católica.

Mentira, farsas, distorções da verdade e outros absurdos até hoje tidos como verdadeiros.

Jesus Cristo, Ieoshua ben Iosef, Jesus, filho de José, o carpinteiro. Cristo significa ungido, em grego coiné (vulgar), língua falada na época, nas províncias dominadas pelos romanos, além do latim e do hebraico.

Messias significa igualmente ungido, aquele que passou pelo ritual da unção, quando o óleo de oliva das primícias (primeira colheita ofertado como dízimo do templo) era misturado a resinas aromáticas e vertido sobre a cabeça daquele que recebia a unção. Os sacerdotes e reis de Israel eram todos ungidos. Mashiah, em hebraico, messias. Vê-se por aqui que, se na história fosse considerada a palavra messias, sozinha, significava apenas e unicamente Ungido e não Jesus.

O mito do Salvador.

Ieoshua, Jesus ou Josué, que são o mesmo nome, cujo significado é Salvador. Assim, o nome dele é que significava Salvador, como Raquel significa ovelha.

Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro. É mentira.

Nasceu em Belém de Judá, Belém da Judéia, uma aldeia próxima a Jerusalém, provavelmente entre 6 e 7 a.C.

O paradoxo é fruto do erro de datação atribuído ao monge Dionísio, o Pequeno, encarregado pelo Papa da época (Sixto III ou Leão I Magno), no século V de nossa era, encarregado de organizar um novo calendário.

A farsa da invenção do natal cristão.

O dia 25 de dezembro foi fixado no ano 440 da era cristã como data “oficial” do nascimento de Jesus, com a intenção de tornar cristã a festa pagã realizada naquele dia, a festa pagã dedicada ao SOL celebrada pelos pagãos por ser o solstício de inverno.

A festa, chamada SATURNALIA, era um festival de inverno Natalis Invicti, natividade do sol inconquistado.

O deus Sol, no paganismo, LUGH, é comemorado em agradecimento pelo calor que o astro-rei fornece à mãe Terra e a conseqüente vida dos seres vivos da Terra.

O dia 21 de dezembro é talvez o maior dos feriados para os pagãos. Nesse dia é comemorado o simbolismo do nascimento de KERNUNNOS, Deus da vida terrena, da fauna e da fertilidade, vinculado à masculinidade.

Em lugar nenhum nas escrituras do “Novo Testamento” aparece a data do nascimento de Jesus, filho de José o Carpinteiro e de Mariam ou Miriam, sua esposa.

Só mesmo a ignorância dos que acreditam cegamente ou a má-fé dos que inventaram essa farsa, justificariam essa farsa para a comemoração de acontecimento de tamanha importância. Os católicos não lêem a Bíblia nem estão preocupados com os fatos históricos, mas com medo de desobedecerem aos dogmas de fé, preferindo a ignorância e a mentira, que vai sendo enraizada com o ensinamento do catecismo às crianças desde a tenra idade.

Árvore de Natal, presentes natalinos e simbologia.

Pagãos, pelas razões comemorativas já expostas, tinham o costume de dar presentes em dezembro.

Entre os judeus, a festa do Chanucah ocorre na mesma época do pseudo-natal e era como é até hoje costume trocar presentes.

Os presentes dos “reis” magos (outra grande mentira do clero católico) seriam uma outra origem falsa para o simbolismo dos presentes natalinos. Na verdade, os magos “magi” a palavra é de origem persa, já tinham esse costume havia séculos. O costume já existia entre também entre sumérios.

A grande mentira se deve ao fato de em nenhum lugar da Bíblia estar escrito que os magos eram reis ou que eram em número de três ou seus nomes, tudo isso é invenção mentirosa.

Três foram os presentes, e as razões eram esotéricas, o incenso composto de resinas aromáticas, servia, junto com o azeite de oliva, para a unção, a mirra servia para fechar os nove orifícios do corpo no ritual fúnebre e o ouro é o metal incorruptível e símbolo da incorruptibilidade, essa era também a razão do ataúde de ouro dos egípcios.

A árvore natalina tem origem no paganismo druídico. O carvalho, árvore sagrada, era enfeitado nas casas e nos lugares públicos pelos aldeões druidas.

Os sinos das igrejas são outro simbolismo, que é oriundo dos pagãos.

Representavam o elemento ar, enquanto os enfeites na forma de bolas representavam o sol. Naturalmente, as velas que iluminavam as antigas árvores de natal, eram a representação do elemento fogo.

Farsas e outras mentiras poluem as seitas cristãs.

A virgindade “eterna” de Maria, mesmo tendo dado à luz a Jesus e outros filhos depois dele.

Leite da “Virgem Maria” é encontrado em um frasco como relíquia na cidade de Wütenberg, onde Martin Luther (Lutero) traduziu a bíblia para o alemão, a qual foi o primeiro exemplar impresso (na prensa).

Fato: A versão da “Bíblia” presenteada ao príncipe de Wüttenberg, pelo doutor em teologia, Martinho Luthero, (monge da ordem Agostiniana) era um exemplar do “Novo Testamento” (apenas a parte dos evangelhos cristãos).

O culto às imagens, mesmo usando o eufemismo “veneração” e o dogma de que Maria seria advogada junto a Jesus, contrariam o escrito nos dez mandamentos originais, antes da “releitura” católica - outra farsa.

A permissão dada ao apóstolo Saul “Paulo de Tarso”, em sua visão no caminho para Damasco, para comer animais impuros Taref. D’us não iria contrariar sua própria determinação e Jesus, em nenhuma parte do “novo Testamento” disse que veio para mudar. Outra grande mentira, que separa cristãos e judeus.

Fato: Em sua vida, narrada no “Novo Testamento”, o judeu Ieoshua ben Josef (Jesus filho de José) nunca deixou de cumprir todos os preceitos da Torá e em momento algum os questionou em essência ou os alterou, ao contrário, era um judeu exemplar em seu comportamento como pessoa e como religioso.

Origem da pseudo-eucaristia.

Até mesmo a festa do que seria a “Santa Ceia”, comemorada pela Igreja Católica, é um ritual judaico, escrito e é usado até hoje. Antecedia, em muito, a época do nascimento de Jesus. A primeira páscoa data da época da saída do povo do Egito, onde era escravo, para a liberdade. Pessah significa passagem (para a liberdade). O ritual da páscoa judaica é um ritual obedecido até os nossos dias, do qual seder era a ceia em que comiam carne de carneiro ou cabrito, o pão ázimo e bebiam um vinho, ainda não fermentado, especial, kasher, puro, feito com as primeiras uvas da colheita, sagradas por serem “primícias do Senhor”.

Molhar o pão ázimo, que significa não fermentado, que era de trigo integral moído, no vinho, e reparti-lo entre os presentes, era comum, na época em que dentes fracos e cariados eram comuns.

Erguer um brinde também era de praxe. É a origem da Eucaristia, na ceia seder. Dividir o pão e brindar com o vinho era comum em todas as mesas, na ceia de seder, muito antes do nascimento de Jesus.

Para concluir, a bem da verdade, a ceia de “seder” é um ritual escrito e obedecido sempre da mesma forma pelos judeus, até nossos dias. Jesus foi um judeu exemplar e nunca contrariou nenhum dos preceitos de sua fé, por isso, comemorou o ritual completo da Páscoa, que termina com a ceia e o fez com seus onze discípulos.

N.R. Páscoa. A mais importante festa do calendário judaico. Era celebrada a partir da tarde do 14º dia do mês de Nisan e ia até o 21º dia do mês de Nisan, que, como o calendário era lunar, poderia ser em março ou abril. Êxodo, 34:24.

Durante os oito dias da festa, na tarde do 14º dia do mês de Nisan, cada família israelita se reunia para a ceia do cordeiro pascal. Durante os 8 dias da festa, não se comia pão fermentado, por isso a festa era chamada, também, de festa dos Pães Ázimos. O primeiro e o último dia eram santificados como o dia de um Sabbath, com repouso. O ritual das cerimônias está em Êxodo 12 e Levítico 23.

Fontes:
Bíblia Sagrada, ritual de Pessah; Atos do Concílio de Nicéia, em 325 d.C.


Perseguição a pagãos e a fraternidades esotéricas.
Por quê?

O grande medo do desconhecido poderia ser uma das causas dessa perseguição sistemática e perversa dos cleros das seitas cristãs, católicos e evangélicos, o que ocorre dissimuladamente ou não, até hoje.

A caça às bruxas e aos hereges sempre despertou o sadismo e a cólera dos que, por ignorância ou pela má-fé, movida pelos interesses escusos dos “piedosos”, adeptos de seitas cristãs oriundas do judaísmo puro, do qual são um grotesco arremedo.

“As religiões dividem a raça humana ao invés de uni-la e estabelecer
uma relação de amor entre os filhos de D’us.”


M. Selaht
Do livro magia passo a passo,
a escada de Jacó

Em 28 de janeiro de 2007, a canadense Stephanie Conover, de 23 anos, ganhadora de um concurso de Miss, no Canadá, foi expulsa do Miss Toronto por gostar de práticas de bruxaria, como o tarô e o Reiki (prática de origem japonesa).

Segundo os organizadores do concurso, foi excluída porque o Reiki e a leitura do tarô são coisas do diabo.

Esta notícia é confirmada e está em portais da internet.

A caça às bruxas, de 1450 a 1750 oficialmente, começou bem antes.

Com o poder do clero católico sendo consolidado, com o costume de que reis e rainhas deviam ser coroados por bispos para serem considerados Reis pela Graça de Deus, Deo Gratia Rex ou Deo Gratia Regina, pelo fato de os livros serem copiados à mão, por monges copistas, que dominavam a palavra escrita entre a multidão de analfabetos. E assim dominavam a cultura e manipulavam as mentes das crianças no catecismo, e adultos.

Os costumes pagãos foram vistos como uma ameaça ao novo sistema religioso recém estabelecido. Os deuses e deusas da natureza, que eram da “religião antiga” foram banidos.

Os festivais das antigas crenças foram substituídos por festas cristãs e feriados religiosos católicos nas mesmas datas e épocas (veja o Titulo Paganismo neste livro).
Os antigos deuses pagãos da natureza e da fertilidade foram transformados em diabos maléficos e terríveis.

Antigas deusas pagãs foram transformadas em diabos machos para torcer o fato de aspecto feminino ter sido venerado quando deveria ser anulado.

Foi no século XII que se difundiu, falsamente, que na reunião noturna das sextas-feiras, os sabás, as bruxas compareciam montadas em bodes e cavalgavam vassouras ou apareciam na forma de pássaros. Para voarem, as feiticeiras untavam o corpo com uma poção mágica por elas preparada, à meia-noite, entregavam-se a orgias grupais e ao coito com o demônio. Este foi um mito fatal, inventado para justificar as atrocidades praticadas contra elas.

Cronologia do terror.

Torturas e assassinatos de inocentes em nome de D’us e de seu “Filho Unigênito, Jesus”.

1233.
O Papa Gregório IX institui o Tribunal Católico Romano, conhecido como “Santo Oficio” ou “Inquisição”, numa “piedosa e santa” tentativa de exterminar os hereges e suas práticas malignas com o diabo.

A figura do diabo era totalmente desconhecida dos praticantes dos cultos pagãos da Terra, que em muito antecediam os cristãos e eram praticados por povos de outra origem étnica, os celtas e os wikings.

1250. Alguns bispos entregaram ao dominicano Étiene de Bourbon a primeira descrição do sabá. Oito anos mais tarde iniciam–se os processos inquisitórios por feitiçaria e, em 1275, após várias sentenças condenatórias, uma primeira ré é morta, queimada viva na fogueira da inquisição.

“São” Tomás de Aquino (1225-1274), expoente da escolástica, declarou ser possível a conjunção carnal com satanás. “Tudo o que acontece por via natural, o diabo pode imitar”, afirmou o “santo e devotado” Tomás de Aquino.

1318. O Bispo de (1) Cahors foi condenado à fogueira sob a acusação de haver tramado magicamente contra “Sua Santidade”, o Papa João XXII, usando o encantamento com um boneco de cera, do qual a História tem conhecimento por relatos semelhantes, datando de 2500 a.C., tendo o poeta Virgilio (70–19 a.C.) feito referencias à mesma prática.

1320. O Papa declarou oficialmente que “a Bruxaria e a antiga Religião dos Pagãos constituíam uma ameaça hostil ao Cristianismo”. Uma grave afirmativa considerando–se que o Papa é infalível em questões de fé.

Os bruxos foram tornados (2) heréticos e a perseguição aos pagãos, espalhou-se como fogo sobre capim seco por todo o continente europeu. Os bruxos assumidos e um número incalculável de pessoas acusadas injustamente, homens, mulheres e criancinhas indefesas foram perseguidos e, apesar de inocentes, brutalmente torturados, violentados sexualmente, molestados, castrados e só então executadas diante de multidões ensandecidas e do sadismo dos algozes.

Eram autoridades eclesiásticas, de uma igreja que se dizia e ensinava ser representante de D’us, um D’us de amor e compaixão.

1398. A Universidade de Paris reforça a tese da união sexual entre bruxas e o demônio.

1424. O monge Bernardino de Siena (1380-1444) prega contra as “artes mágicas” em Roma.

1465. Condenado à fogueira, o Prior da Ordem dos Servitas, dono de bordel, acusado de oferecer súcubos, (demônios sob forma feminina) aos seus clientes do lupanar.

1474. Este ano foi um marco significativo. Até este momento, só eventualmente os processos levavam à pena capital. A Igreja mantinha as campanhas contra hereges e pagãos, mas não havia uma caça sistemática.

Em 1474, os padres católicos carmelitas, de seu púlpito e durante as missas, arriscavam-se a prever o futuro e diziam fazê-lo com o auxilio dos demônios.

1484. O Papa Inocêncio VIII, em 5 de dezembro de 1484, por insistência dos Dominicanos alemães, publica a Bula Sumis Desiderantes Affectibus (Desejando com Grande Ansiedade), que espalha o verdadeiro terror pelo continente.

“...tem chegado recentemente a nossos ouvidos que, certas regiões da Alemanha setentrional ... nas dioceses de Mainz, Colônia,Tier, Salzburgo e Bremen, muitas pessoas de ambos os sexos, esquecendo-se de sua própria salvação e apartando-se da fé católica, têm mantido relações com os demônios... por meio de encantamentos, feitiços, conjuros e outras superstições malditas...”

Confirmada a Bula Papal pelo Imperador Maximiniano I, o Papa designou para executar a Bula a começar pelo país reclamante (Alemanha). Os monges dominicanos Heinrich Institor e Jacob Sprenger, este último Deão da Universidade de Colônia, publicaria em dois anos, em parceria com Heinrich Kramer, Prior de Sazburgo, a mais importante obra sobre demonologia da história, o *Malleus Malleficarum (o Martelo das Bruxas), que inspirou todos os tratados posteriores.

1541. A Bruxaria torna-se uma ofensa ilegal na Inglaterra.

1604. É adotada a lei que decreta pena capital para bruxos e pagãos. Nas 13 colônias da América do Norte é decretada a pena de morte para o “crime de bruxaria”.

No final do século XVII, os que permaneciam leais aos antigos ritos pagãos, viviam escondidos e a bruxaria tornou-se uma religião subterrânea, secreta após a morte estimada em um milhão de condenados na Europa e mais de trinta condenados em Salem. Os fatos ocorridos em Salem são os mais conhecidos, entretanto, o primeiro enforcamento de um pagão, na Nova Inglaterra, aconteceu em Connecticut, em1647, 45 anos antes do de Massachussets, em1692, tudo em nome do Cristianismo!

Também em Providense e Rhode Iland ocorreram execuções em 1622.

Penas capitais e formas de execução dos condenados, os métodos.

O método mais comum nas colônias Inglesas na América era o enforcamento, “Será pendurado pelo pescoço até a morte”.

Na Europa, a fogueira. Outros métodos eram o afogamento, a decapitação e o esquartejamento.

Os seguidores das “práticas antigas do paganismo” mantiveram-se ocultos nas sombras e no segredo por 260 anos. Somente após as leis contra a bruxaria terem sido revogadas na Inglaterra é que os Bruxos e Pagãos, no ano de 1951, oficialmente saíram da clandestinidade para a luz da verdade.

Perseguições a fraternidades esotéricas

As fraternidades Rosacruz, Maçonaria, a Ordem religiosa dos cavaleiros de São João de Jerusalém, do Santo Sepulcro e do “templo de Jerusalém”, os “Templários”, as Ordens Sufis muçulmanas, e outras, foram sempre objeto da curiosidade e da desconfiança dos cleros das seitas cristãs, católicos e evangélicos.

Uma possível alegação para a perseguição.

Seria a inveja do poder dessas instituições, acumulado pela sabedoria, importância social, financeira e política de seus membros, que são a nata da sociedade culta, nos diversos campos da cultura humana.

A outra é o medo desse poder alegado como desconhecido.

Boa desculpa para atribuir este poder à intervenção de Satanás nas Ordens Iniciáticas. Desculpa favorita para que os clérigos católicos e evangélicos perseguissem seus membros.

O que entre os, membros e dirigentes das igrejas em relação à sociedade deveria ser exemplo de boa conduta e comportamento, deixa a desejar e muito.

Acobertamentos.

Escândalos de sevícias contra crianças indefesas. A pratica da pedofilia já não pode ser ignorada, ou escondida pelos dirigentes do clero católico. Motivo de processos e de condenações, apesar do acobertamento sórdido desses atos e de seus abjetos autores, os sacerdotes.

Os seminários e conventos sempre foram antros de pederastia e lesbianismo, estendido aos colégios de padres e freiras, pais não acreditavam que homens e mulheres religiosas fossem capazes de atos tão baixos, mas também os acobertavam por medo de exporem seus filhos vitimados.

Escândalos financeiros.

Enriquecimento ilícito ligado à sonegação e à fuga de divisas, como o caso da Igreja Renascer, no Brasil, têm ocupado os noticiários.

Recentemente foi tornado público o caso do Vaticano e do Banco Ambrosiano, dirigido por um cardeal americano e a organização criminosa Gelli, que foi chamada de Loja Maçônica com intenção torpe de manchar e envolver a maçonaria com o crime.

Moral duvidosa


Hoje, como sempre, faltam às igrejas condições morais para sequer levantar suspeição sobre as instituições e ordens fraternais.

As fraternidades pagam impostos
, as igrejas não, as fraternidades pugnam pela perfeição do ser humano e são o repositório dos valores científicos sem fronteiras,e pugnam ainda pelo desenvolvimento da obra magna do supremo Arquiteto do Universo que é D’us, e pela raça que Ele criou à Sua semelhança, a raça humana.

O mundo logo verá. O ser humano, individualmente, não depende de nenhum representante para ser ouvido pelo criador do qual é parte, da mesma forma que os Anjos. M.S.

Falta bem pouco para que o ser humano aprenda o que alguns já sabem, abrir seus corações e pedir os Dons que o Senhor dá a quem os pedir. M.S.

Essa será a derrota dos farsantes que usam o nome do Senhor dos Exércitos para fazer sofrer os que deveriam proteger e orientar.

A verdade é de D’us, a mentira, é arma do inimigo.


Se essas Igrejas fossem sérias não precisariam de farsas e mentiras para submeter seus fieis. Essas armas não são de D’us, mas, de belial, a quem servem às sombras das catedrais, construídas com dinheiro manchado de sangue por assassinatos e sofrimento de inocentes. Com dinheiro dos saques e espólios das “Cruzadas” e pela apropriação das fortunas dos condenados pela “Santa Inquisição”.

Intolerância Protestante


As seitas protestantes também perseguiram pessoas e o fazem até hoje os de outras religiões, a quem discriminam, chamando-os de “pessoas do mundo” enquanto eles são pessoas de Deus. Seus dirigentes usam até de extorsão para receberem contribuições, alegando que “Quanto maior a contribuição, maior será o retorno”.

Segundo a Bíblia, por determinação do, próprio D’us, o dízimo só pode ser dado ao Levita e a mais ninguém.

Liderados pelo teólogo João Calvino, os protestantes sustentaram seu próprio reinado de terror.


O historiador protestante suíço, Philip Schaff, admitiu: “Para a grande humilhação das igrejas protestantes, a intolerância religiosa e até mesmo a perseguição até a morte continuaram por muito tempo após a Reforma. Em Genebra, o estado e a igreja puseram em prática tal teoria perniciosa, chegando até a utilizar a tortura e a admitir o testemunho dos filhos contra os pais, e isto com a sanção de Calvino.” E, quando sua teologia sobre a predestinação e a Trindade foi questionada por Jérôme Bolsec e Miguel Servet, respectivamente, Calvino mandou banir o primeiro de Genebra e fez com que o último fosse preso e julgado como herege. Servet foi queimado na estaca.

Outros “hereges” também foram queimados vivos na Genebra calvinista, com a aprovação de teólogos protestantes, como Teodoro Beza.

Martinho Lutero, um anti-semita.

Martinho Lutero (o reformador protestante) também demonstrou grande intolerância. Não só se tornou “notoriamente anti-semita (oposto aos judeus)”, mas até chegou a mandar queimar vivas, em Wittenberg, quatro “bruxas”.

Guerras religiosas

Logo a França e a Alemanha se tornariam despedaçadas por violentas guerras religiosas nos séculos XVI e XVII, sendo cometidas atrocidades tanto por católicos como por protestantes.

As perseguições em nome de D’us continuam até hoje

2008, no Brasil, programas de TV evangélicos em diversas emissoras e, principalmente, nas emissoras de propriedade de evangélicos e nos programas das madrugadas, quando “expulsam os demônios diante da multidão estérica de fieis e freqüentadores”. Apresentadores, “pastores e bispos” dizem aos berros, “vamos acabar com todos os trabalhos de magia, feitiçaria e maçonaria, atribuindo á maçonaria e ordens similares, culto e pacto com satanás”.

Além de ser falso, isso é um desrespeito à Constituição da República, que assegura a todos o direito de livre expressão e que o estado é laico, não havendo religião oficial.

A Maçonaria e a sua coirmã, a Rosacruz, não são ordens religiosas e seus estatutos e propósitos são registrados em cartório e os endereços de suas sedes e locais de reunião, conhecidos.

Brasil, fevereiro de 2008. A Fundação Nacional do Índio, no Brasil, mostra às emissoras de televisão a invasão de Igrejas Pentecostais que constroem em terras das reservas indígenas dos índios Guaranis no Estado do Mato Grosso do Sul. À revelia da FUNAI evangélicos interferem nos cultos religiosos dos índios, satanizando os objetos de adorno e até a tradicional cor vermelha do urucum que usam para pintar o corpo.
Culto dos índios é semelhante ao dos Druidas Celtas e modernos Wiccanos:

O culto pagão dos índios Guaranis e o respeito ás forças da natureza e a liberdade é semelhante ao dos Celtas.

Os índios usam também a medicina herbácea como os Celtas e cultuam os mamaés “espíritos da Floresta”.

A seita que mais constrói casas de oração em reservas indígenas é a “Igreja Pentecostal Deus e Amor”.

A liberdade de culto e de livre expressão é uma piada no Brasil, governado por um presidente omisso e incompetente, alheio a tudo que não lhe interessa politicamente, ou ao seu partido para se manterem eternamente no poder.

O Brasil não aprendeu a lição dada pelo Marquês de Pombal.

N.A. :

Religiões e seitas: A palavra religião vem do latim religare (voltar a ligar) homem e D’us, usamos a palavra seita para designar as práticas religiosas, que derivam do tronco puro, que é a religião, no caso o Cristianismo. As seitas são caracterizadas pelos dogmas de fé, decisões de sacerdotes que dirigem as seitas e que colocam as suas decisões como “tabula rasa”, não admitindo sobre estas decisões questionamentos, dogmas de fé, como proibições e alterações dos textos bíblicos. Ex.: alterar o santo sábado para domingo, contrariando o texto dos 10 mandamentos, várias vezes alterado em essência.

A própria palavra “religare” já mostra que essa ligação é pessoal, homem com D’us, como afirmamos, e não homem, sacerdote, D’us. Não há necessidade de intermediários.

CAHORS (1) cidade da França de tradições celtas.

Heréticos (2) segundo definição, heréticos só os que fossem cristãos primeiro, poderiam ser hereges. Os pagãos sempre foram pagãos, portanto nunca poderiam ser hereges.

O Malleus Malleficarum:

Código contra as artes negras da magia. Abriu portas para a histeria sádica e cruel dos Dominicanos da “Santa Inquisição”.

Tudo isso baseado em Êxodo 22,V 17 (em uma tradução tendenciosa) “A feiticeira não deixarás com vida” o verso refere-se aos que praticam o mal e usam atavios para tal prática.

O Malleus Malleficarum era dividido em três partes:

Na primeira, os juízes eram ensinados a reconhecer os sinais e as bruxas, em seus múltiplos disfarces e atitudes.

Na segunda, eram expostos os tipos de malefícios classificando-os e explicando-os detalhadamente.

Na terceira, estavam as regras, procedimentos e formalidades para agir “legalmente” contra as bruxas demonstrando como inquiri-las, para que a condenação sempre ocorresse.

Processo Inquisitório:

Era cruel, levava-se ao tribunal qualquer um que fosse suspeito de feitiçaria. Bastavam três testemunhas para que o testemunho delas, somado, servisse como prova dos “autos”. Filhos podiam denunciar seus pais e cônjuges, um ao outro.

As confissões eram obtidas através de torturas, havia ainda a submissão às provas ordálicas. Os réus eram postos desnudos e inspecionados, cuidadosamente, manchas escuras eram prova de pacto com o demônio, insensibilidade à dor em qualquer parte do corpo, era indício de feitiçaria. Pobres hansenianos e pessoas com transtornos mentais e portadores de deficiências físicas. Foram parar na fogueira!

Suspeitos eliminados por “julgamento Divino”

Os suspeitos eram amarrados em cruz sobre madeiras pesadas e atirados a algum rio. Se não afundassem, era a prova de que satanás os protegia. Se, ao contrário, se afogassem era sinal de que a justiça divina fora antecipada. Durante as torturas, as vitimas eram obrigadas a confessar transformações em lobos, gatos, cisnes negros e, também, que mantinham fornicações, relações sexuais e sevícias com satanás.

Nazistas perseguiram maçons e rosacruzes:

A afirmação está no livro “Doutrinas secretas de Hitler”.


É de domínio público, também, que o Papa Pio XII fez acordos e colaborou com Adolf Hitler.

Já é tempo de a verdade tomar o seu lugar de direito diante das farsas imundas que só envergonham a inteligência dos sábios e afastam os seres humanos uns dos outros, e do Senhor Nosso D’us Uno e verdadeiro criador de tudo que há no universo.

Conclamo os leitores de mente aberta e sensível à verdade, a confirmarem tudo o que está escrito aqui e, quem sabe, assim o véu do desconhecimento, da incerteza e da intolerância não será rasgado de vez?

Fontes
Bíblia Sagrada, Editora Barsa tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo.
Malleus Malleficarum e outras fontes históricas.
A feitiçaria moderna de Gerina DunWich.
Doutrinas secretas de Hitler, Editora Pensamento.


 

PÁSCOA - PESSACH

Um ritual que lembra a passagem do povo de Dus, da servidão no Egito para a liberdade na terra prometida

Quando o povo hebreu seguiu Moisés na fuga para a liberdade, o pão, que na época era a base da alimentação do povo, não estava pronto para assar. Da forma como era feito, usando-se como fermento natural “esponja”, as sobras da massa do dia anterior, era misturada à nova massa, a fermentação era muito lenta.

Foi esse pão ázimo, chag haMazot (não fermentado), que o povo de Dus comeu, em sua primeira páscoa; comeu também as ervas amargas da orla do deserto e deu graças ao Senhor dos Exércitos por sua graça, pela passagem da escravidão para a liberdade.

A primeira PESSACH

As doze tribos descendentes de José e seus irmãos eram agora uma parte significativa em número, entre os que habitavam Mitzraim. Por isso faraó Rei do Egito amedrontado com o número de hebreus os havia escravizado.

Moisés, o príncipe, havia sido banido e perdera seu título. Vivia agora a sua verdadeira natureza de hebreu. Havia sofrido com o inclemente calor do deserto e com as noites de frio intenso. No oásis onde estavam acampados Jetro e sua casa “família” encontrara Zipora, aquela que tomaria como esposa. O Senhor Dus na “sarça ardente” havia ordenado seu retorno ao Egito onde seria o libertador do Seu Povo.

Moisés havia pedido a Ramesés, o Faraó, a liberdade para o povo de Dus. Diante da recusa Dus mandara dez pragas para castigar os egípcios. Isso aconteceu no mês de Nisan, no reinado de Ramesés.

Antes que a décima praga fosse cumprida Dus ordenara que os portais das casas dos hebreus fossem molhados com o sangue do cordeiro sacrificado para a ceia. Os hebreus comeram a carne do carneiro, acompanhada de pães ázimos com rábano e outras ervas amargas. À meia noite, um Anjo enviado por Dus feriu de morte a todos os primogênitos dos egípcios, animais e crianças até os da casa real.

Ramesés temendo a ira do Dus de Moisés aceita libertar o povo para que fosse adorar o seu Dus no deserto. Foi assim que começou o ÊXODO.

Como recordação desse glorioso dia de libertação dos hebreus, em que Dus castigou o rei do Egito e seu povo foi instituída a grande festa chamada PESSACH, que significa passagem.

Isso aconteceu no décimo quarto dia do mês de nisan, há 3.500 anos.

Os judeus têm sido o alvo preferido do clero católico, entretanto, a bem da verdade, o catolicismo é nada mais do que um arremedo do judaísmo recheado de heresias e farsas - a Páscoa cristã é uma delas.

Durante certa época, o mundo viveu sob o terror explícito do “Santo Ofício”, nome que era dado à Inquisição. Falar dessa época triste e podre da “Santa Madre Igreja Católica, Apostólica Romana” é tentar explicar o inexplicável. As aberrações foram tantas, as transgressões à moral e aos bons costumes excederam as leis e o bom senso.

A arte poderia ser chamada de herética e impudica, a ciência igualmente estava escrava do clero. Os cofres do Vaticano se enchiam de ouro sujo de sangue, leis permitiam o confisco de bens de hereges. Muitas famílias inteiras foram assassinadas em nome de Deus.

Qualquer religião tinha seus adeptos em risco de morte iminente e sem motivos justos.
A Ordem dos Dominicanos Chamada de “Santo Ofício” gozava de poderes absolutos.

Foi assim que muito antes do Ditador do Terceiro Reich; essa instituição matou mais seres humanos do que Hitler.

As seqüelas até hoje estão arraigadas nas cabeças dos “Cristãos” nas mentiras e costumes ratificados pelo concílio de Nicéia e inculcados como ensinamentos verdadeiros no catecismo. Desafiamos provar o contrário.

Pessach, Páscoa - significa passagem, e é um ritual escrito, tradicional do povo hebreu e antecede em muito o nascimento de Jesus.

A páscoa dos discípulos foi celebrada como no ritual escrito.

Em toda a sua vida mortal, em nenhum momento o “Rabino da Galiléia” deixou de observar rigorosamente os costumes e a Torá.


Esse é mais um dos pontos controversos, que não têm amparo histórico, embora os cristãos digam que Jesus veio para mudar. Isto não está escrito em nenhuma parte do Novo Testamento. Desafiamos quem possa provar o contrário.

A distribuição do pão ázimo e do vinho “kasher” (puro, não fermentado) aconteceram como no ritual. O ato de molhar o pão no vinho era costume, já que o pão ázimo é muito duro, era um ato de cortesia o brinde, também parte do ritual e o Rabino o fez como fiel e digno judeu.

Nessa cerimônia, O Filho do Homem Jesus, um judeu nascido em Bethlehem, filho de Miriam e Joseph, o carpinteiro, conduziu como judeu exemplar a cerimônia exatamente como no ritual. A eucaristia é uma farsa inventada pelo clero (nosso grifo).

Eucaristia, uma farsa herética.

Um arremedo da ceia “SEDER”

Grotesca imitação da ceia chamada seder e que faz parte do ritual da semana santa dos judeus e que dura 7 ou 8 dias, a contar do mês de nisan.

A eucaristia é nada mais do que uma mentirosa farsa. Poderia até unir cristãos e judeus, mas os separa.

O costume de comer carne de porco no sábado é abominável para os judeus e devia ser para os cristãos, cuja religião nada mais é do que um teatro, um arremedo do judaísmo.
A páscoa cristã poderia ter alta significância se sua origem verdadeira fosse admitida.


O líder do clero deveria envergonhar-se em aceitar o título de “santidade” e de ser o dirigente de um clero contaminado pela pedofilia e pederastia, embora essa última venha sendo aceita como costume, é condenada por Deus em Lev. 20.

Nesse momento que deveria ser de união é o momento de reflexão, queremos mostrar a verdade citando as fontes, e correndo o risco do patrulhamento dos que aceitam serem enganados em assunto tão sério, onde a verdade de D us está sendo mostrada.

Aos libertos, Feliz Páscoa.

Queremos transmitir a todos uma mensagem positiva, e nada mais positivo do que a verdade. Está escrito.

M. Selaht
Teólogo e deísta autodidata



A outra face da moeda

Uma visão histórica e um comentário
denário

O Universo está em perfeito equilíbrio.
Os astros giram com massas diferentes, velocidades diferentes e rotações diferentes.
E tudo permanece em perfeito equilíbrio. Por quê?

A sustentação da vida existe pelo equilíbrio da biodiversidade.

O ser humano tem saúde quando suas funções vitais estão em equilíbrio.

O bem e o mal estão em equilíbrio, cabendo ao homem manter esse equilíbrio, para seu próprio bem.

As moedas têm duas faces. Na época em que Poncio Pilatos era governador da Judéia havia duas moedas em circulação: a moeda romana, o denário e o Shekel (esse é o nome da moeda de Israel nos nossos dias).

O discípulo Judas (Iuda), da cidade de Cariotes, recebeu trinta denários como pagamento para apontar aos guardas do templo o “Rabino da Galiléia”. Acredito que tudo fazia parte do equilíbrio e, portanto, era parte do plano de Dus para que as ações decorrentes acontecessem.

Naquele tempo havia o costume de fazer oferendas a Dus em Seu Templo em Jerusalém, construído por Herodes.

Nesse mesmo lugar, onde havia sido erguido o templo de Salomão e mais tarde, quando o povo voltou da Pérsia, guiado por Esdras, naquele mesmo local foi erguido o templo de Zorobabel. Até hoje, parte do templo original, o de Salomão, onde A Gloria de Dus esteve presente no “Lugar Mais Santo”, existe. É o “muro das lamentações”.

Era nesse local sagrado, o templo, que estava o altar onde as “hóstias”, animais sacrificados eram incinerados. Eram uma oferenda ao Criador, um ato de agradecimento e fé antigos, como o dízimo. Essa é uma parte da história com provas documentais em mais de uma fonte escrita, além das Escrituras Sagradas.

Em nossos dias também a história nos mostra a realidade de uma distorção do ato de ofertar antigo.

A promessa
Em lugar de um louvor, é uma forma de barganhar com o Senhor, mascatear com o próprio Dus. É uma prova de desconfiança, achar que Dus não é justo, e uma tentativa de corromper ao próprio Criador. Esse pecado se torna ainda maior quando a barganha se dá com os chamados “santos”, porque contraria o primeiro mandamento, porque Dus é UNO. E a Ele devem ser dirigidas as preces e súplicas.

O Concílio de Nicéia estabeleceu, entre outras heresias absurdas, a trindade divina e a virgindade eterna de Maria, um absurdo anatômico e biológico.

A barganha com Dus e as coisas de Natureza Divina são o outro lado da moeda, o lado do maligno, que induz ao erro, à mentira e ao pecado, todos atributos menores da grande ignorância que, junto com a permissividade, molestam a raça humana, levando às demais mazelas de nossos dias.

Enquanto a verdade indica o caminho da luz e do “Ser”, a mentira leva à treva e ao “Ter”.

Essa última, a ignorância, leva à escolha de governantes da mesma identidade, a do “Ter”, sem escrúpulos e sem ética.

Essa escolha aparentemente um direito pessoal, e protegido por lei, leva ao mal coletivo, prejudicando os mais sábios, que fizeram a escolha adequada, a do SER.

Parece sem importância, mas a humanidade só será desenvolvida e alçada a um plano superior quando todos os indivíduos estiverem em pé de igualdade perante seu Criador. É por isso que o dedo do mal e as escolhas dos ignorantes são tão nocivas à raça humana.

É impossível separar as faces de uma mesma moeda, como é impossível separar o passado do presente e ambos do futuro, pois fazem parte da mesma história.

Neste segmento de vida terrena, que tem princípio e fim, determinados por Dus, é impossível separá-lo dos que o antecedem e dos que o sucederão, pois fazem parte da história do mesmo ser.

A escolha de um caminho indigno é uma mácula que permanecerá para sempre no “imprint” da genética espiritual, como da história do ser.

Dedico este escrito aqueles que reúnem grupos para minimizar o sofrimento de seu semelhante, estudando e divulgando a palavra da verdade, o espírito de profecia e a fé no Grande Arquiteto do Universo, que desejou criar o ser humano perfeito e à sua semelhança, mas que ama tanto a sua criação que dá a ela o arbítrio, a liberdade de escolha.

A esses seres especiais que lideram os filhos da luz, na missão de trazer ao rumo os afastados, as bênçãos do Altíssimo. E que os anjos os guiem e guardem nessa sagrada missão.

Mago Selaht.


 

Liberdade de religião?

Está em trâmite no Congresso um projeto que torna obrigatório o ensino de religião nas escolas.

A idéia, não importa quem a tenha proposto, é no seu todo prejudicial à criança e fere seus direitos.

A simples alegação de que menores não têm direitos esbarra em duas premissas:
a primeira é a Constituição da República que diz que o Estado é laico;
a segunda, no direito de o menor poder escolher livremente.

O Estado já é falho na medida em que usa nas salas dos tribunais símbolos as seita católica, (religião é o cristianismo que engloba também protestantes que não aceitam os símbolos e as imagens), o que é um flagrante abuso contra as demais religiões e desrespeita a Constituição.


Recentemente a estátua do Cristo Redentor, situada no morro do Corcovado, no Rio de janeiro, teve aberta a capela de seu interior e ganhou status de local de culto.

Já fica difícil de admitir sem desrespeitar os direitos das outras religiões, que um logradouro público seja local privilegiado de uma determinada religião, seja a que pretexto for. Agora o desrespeito fica mais evidente.

A influência nociva do clero católico no Brasil
Na colonização do Brasil, os padres católicos jesuítas e dominicanos já abusaram dos direitos dos cidadãos impondo sua fé a ferro e fogo literalmente com a força da tortura e da inquisição a que chamavam de Santa Inquisição ou Santo Oficio; uma barbaridade.

Papel sórdido da “Santa Igreja”
Foi a Igreja Católica a responsável também pela escravatura e a crueldade contra os escravos já que o Papa, cujo julgamento é “infalível” decretou que índios e negros não tinham alma e por isso eram listados nos balanços das fazendas como semoventes (animais). Foi a mão-de-obra escrava a usada na construção das igrejas e de sua manutenção.

É pouco sabido pelas pessoas em geral que a “Santa Madre Igreja Católica” era o maior proprietário de escravos do Brasil, sendo de bom tom que cada padre tivesse pelo menos um escravo. Esse foi o motivo real para retardar o fim da escravidão no Brasil. O fato de a família real ser católica e a conseqüente repercussão na Europa eram secundários, bem como a oposição dos senhores de escravos, o motivo alegado, tanto é que com a chegada dos imigrantes o que houve foi progresso.

A igreja católica foi igualmente responsável pelo aculturamento dos donos da terra, os índios, impondo lhes língua e religião à força.

Perseguição religiosa
Foi igualmente responsável pela perseguição de Judeus e Cristãos Novos.
O bairro do Brooklin, na cidade de New York foi fundado por judeus perseguidos que fugiram para os Estados Unidos. Até hoje vivem no Brooklin descendentes desses judeus vindos do Brasil.

Crueldade e castigos corporais contra crianças
O ensino era dominado pelos padres católicos, e os castigos físicos brutais com o uso das palmatórias e varas para espancamentos.

Até os idos de 1930 os castigos corporais eram praxe nos colégios de padres, principalmente nos internatos.

Empresários do ensino

Está certo que entidades religiosas sejam mantenedoras de instituições de ensino. Errado é impor o ensinamento religioso a quem não o desejar, mesmo que no âmbito escolar ou acadêmico.

Capelães militares são apenas os padres católicos.
Outro desrespeito á lei é o fato de capelães militares serem apenas padres. Porque são discriminadas as outras religiões se o Estado é laico?

Diplomacia, outro foco de desrespeito à lei.
Também na diplomacia há delitos contra a Constituição. Cardeais circulam em automóveis de placa diplomática porque como “príncipes da Igreja” são também cidadãos do Estado do Vaticano. E daí? Israel também é um estado religioso, mas os rabinos não andam por aí em carros diplomáticos. Os clérigos muçulmanos também não.

Desrespeito ao Santo Sábado, como está na Bíblia.
O sábado, dia sagrado estabelecido por Deus no decálogo em Ex. 20 também não é respeitado. Convocando-se eleições para esse dia e obrigando ao trabalho, empregados que respeitam o sábado como dia de descanso e recolhimento espiritual.

É preciso acabar, isto sim, com essas distorções que discriminam pessoas por sua fé ou pelo direito de serem ateus.

Se os parlamentares fizessem o trabalho para o qual foram eleitos e parassem de se locupletarem com dinheiro púbico já seria ótimo.

Tratem de deixar o assunto religião como escolha dos cidadãos.

Professor Flavio P. Ramos
Editor


 


Você confia em Deus?

alpinista

 

 

 

Castrati

Rio de janeiro, segunda feira, 17 de abril de 2006
Resposta à leitora Rita de Cássia, de Minas Gerais

Deixamos para responder seu e-mail no domingo em respeito à Páscoa cristã

Direito à réplica
Senhora Rita de Cássia, o Portal www.mensageiro.com.br sempre cumpriu a lei dando o direito de réplica a seus leitores.
Sempre publicou artigos embasados na verdade com fontes citadas.
Por ser um artigo assinado, temos a inteira responsabilidade pelo que foi escrito.
A senhora diz representar milhões de católicos fervorosos e praticantes. Parabéns pela eleição ou será que não houve eleição?
Respeito ás religiões
Nosso portal respeita as religiões sim, mas se reserva ao direito de demonstrar a verdade dos fatos.
Seu primo que é padre, já esteve sob suspeita, e teve sua inocência provada. Ótimo, somos pela justiça, sempre.
Não questionamos a transferência, se é certo, que se Ele é inocente, foi uma decisão que pode dar o que falar.

Um Fato Histórico
Quanto à castração dos meninos é um fato que pode ser visto até na internet e há livros inteiros escritos sobre essa verdade sórdida.
O Cristianismo sofreu perseguições, sim.
A Seita Católica, não. Foi ela sempre a perseguidora. Está aí a “Santa Inquisição” que ceifou vidas de pessoas inocentes de todos os credos.
A Ordem dos Templários, Religiosa e Militar acreditada e oficializada pela Igreja Católica, teve seus membros presos e dirigentes cremados vivos em frente à Catedral de Notre Dame, na França, acusados de heresia. Isso aconteceu em 18 de março de 1314, ao entardecer.
O motivo real foi o dinheiro que a Igreja, seu papa Clemente V, nascido Bertrand de Got e o Rei Felipe “o Belo” de França deviam aos Templários.

Veículos de Comunicação
A Igreja Católica tem vários jornais, revistas, emissoras de rádio-difusão e televisões no mundo inteiro, possui também banco e é acionista de inúmeras empresas privadas.
Acho que a sua fé tem o tamanho da sua ignorância, quem sabe a senhora não seria como uma das mães do passado que deram seus filhos para serem castrados e seviciados para deleite dos senhores da fé?
Ou a mãe que é contra os filhos que denunciam abusos sexuais, preferindo a versão dos acusados? Esperamos, sinceramente que isso nunca venha a acontecer com os seus filhos. Ou aquela que ajudou a eleger Lula Presidente?
Temo pessoas como a senhora pois, há muitos que pensam da mesma forma.

A época é própria porque chama a atenção
A cada ano a mentira e a ilusão vão crescendo e os que praticam os mais covardes e sórdidos crimes vão sendo acobertados pelo corporativismo dessa Igreja e pelo fanatismo dos que nada mais conhecem do que as orações da missa.
Mas, senhora Rita de Cássia, a senhora não está sozinha, há milhões que ainda acreditam nessa farsa criminosa e a ela rendem homenagens. Muitos são homens e mulheres de Ciência. Fico pasmo com essa constatação será por comodismo? Desconhecimento? Para juntar-se à massa, por gregarismo? Por medo?
Agradecemos à leitora por acessar o nosso portal, que é escrito para o leitor que deseja a verdade nua e crua, doa a quem doer.
É exatamente por nossa fé no “Senhor dos Exércitos” que tirou Seu povo do Egito, da casa da servidão para a terra prometida, que pugnamos pela verdade, sempre.
Imagine senhora, a cada ano cerca de cinco mil jovens meninos eram castrados, e isso aconteceu por dois séculos. Suponhamos que cada um dos meninos casasse e tivesse um único filho. Veja quantas crianças deixaram de alegrar o mundo. Bela forma de evitar filhos, tudo em nome dessa sua Igreja...
Abra seus olhos para a realidade histórica.
Desafiamos que qualquer pessoa prove o contrário do que foi por nós escrito.

Flavio P. Ramos
Editor

 

 

Castrati. E-mail da leitora RITA DE CÁSSIA

Belo Horizonte, 16 de abril de 2006

Professor Flavio P. Ramos

Meu nome é Rita de Cássia, sou mineira, tenho 40 anos e sou de família de tradição Católica Apostólica Romana.

Duvido que meu e-mail seja publicado.

Represento milhões de católicos fervorosos e praticantes que ficaram chocados com seu artigo com o título de Castrati.

O senhor diz que seu portal respeita as religiões, entretanto, nesse artigo caiu de pau na Igreja Católica.

Meus filhos estudam de graça em um seminário aqui de Minas e tenho um primo padre.

Não acredito nessa história de caparem os meninos para cantarem no lugar das meninas.

A Santa Madre Igreja de Cristo sempre foi perseguida e caluniada e os padres também.

Meu primo já passou o vexame de ser acusado de bulir com os garotos nada foi provado e ele é padre até hoje, mas perdeu o ministério na paróquia aqui perto,aonde estava e foi transferido para outra cidade. Tudo por causa da difamação, mas não conseguiram provar nada nem abalar a nossa fé.

A Igreja não tem um jornal para se defender por isso é acusada pelos que estão no grupo dor intolerantes e servos do diabo que querem aparecer. Se o senhor é um homem de Deus vá confessar os seus pecados que devem ser muitos, Jesus vai ser generoso e vai perdoar.

Estou revoltada, acho de mau gosto aproveitar a Páscoa para difamar a Igreja de Cristo.
Se tiver coragem, duvido, publique esse e-mail”
.



Ao senhor Flávio P. Ramos, editor do www.mensagiero.com.br, sobre o e-mail da leitora Rita de Cássia, de BH-MG.

Leio este jornal desde que ele foi inaugurado e posso afirmar sem medo, que coragem é algo que não falta a este jornal.

Infelizmente, vemos nos dias de hoje, o fundamentalismo cristão ressurgir das mais diversas formas, seja em algumas igrejas evangélicas, seja no próprio seio da seita católica; na figura do nazista Ratzinger e nos Carismáticos; se não me falha a memória o Estado do Vaticano foi oficializado através de um acordo com Benito Mussolini.

Os fundamentalistas agem como pessoas cegas e como animais adestrados, seguem as ordens de seus donos; sem pensar criticamente, sem a capacidade analisar o que é certo ou errado, pois para eles a palavra do pastor é a única verdade.

A seita católica pode não ter jornal, mas possui um padre “superstar” e diversos programas nas estações de rádio do Brasil e na rede de televisão. Aliás, nunca vi uma crítica à santa igreja; em nenhum meio de comunicação.

Enquanto isso, como exemplo de tolerância católica, a cantora Daniela Mercury foi proibida de cantar no vaticano devido ao seu apoio ao uso de preservativos durante uma relação sexual.

O Sr. Padre Quevedo sempre teve destaque na grande mídia; desmascarando; fenômenos paranormais e mediúnicos inexplicáveis. Mas por que será que ele não se confrontou com o grande Chico Xavier?

Por que será que a verdadeira ufologia raramente é divulgada na mídia? Só aparecendo os loucos que dizem viajar para Vênus diariamente...

Negar as atrocidades cometidas pela igreja católica, profanando o sagrado nome de Deu, é negar a própria história da humanidade.

No filme “The Great Farinelli, Il Castrato” (década de 80), aparecem castrati que depois de atingir idade adulta apresentam comportamento homossexual, o que logo geraria preconceito e um ser humano podado em seu desenvolvimento, morre prematuramente. O que acontece com Farinelli no filme. Farinelli nasceu em 1858 e morreu em 1922. Sua voz foi gravada pela Gramophone Recording.

Congratulo o Sr. Flávio P. Ramos pela coragem de editar este jornal, com a certeza de sua missão espiritual de divulgar a verdade, está sendo cumprida.

"Bem-aventurados são os que lutam pela verdade"

Allan Soria, Professor

.


Ao Sr. Professor ALLAN MARCEL P. SORIA

Obrigado, Professor Allan Soria por sua resposta à leitora RITA DE CASSIA, de BH, Minas Gerais.

Por comodismo ou falta de coragem, raramente recebemos cartas de pessoas que entendem nossa posição em assuntos que abalam os conceitos a

inda que falsos sobre assuntos que são tabus religiosos.

Nosso objetivo é a verdade, principalmente aquela que foi ocultada pela censura política e religiosa. Somos contra o fanatismo e a cegueira que leva o ser humano à alienação.

Como o senhor sabe, durante decênios os copistas religiosos eram os que, internos em conventos, registravam a história (que servia aos propósitos

da Igreja Católica).

É também o caso do ensino dos sacerdotes jesuítas no mundo inteiro, que sempre impuseram e impõem até hoje a religião pela goela de seus alunos.

Quando o maçom Marquês do Pombal extinguiu a "Santa Inquisição em Portugal e no Brasil" prejudicou os interesses da Igreja Católica no ensino, mas por outro lado acabou com o banho de sangue dos inquisidores e a imposição da religião católica aos indígenas e a perseguição aos judeus e aos evangélicos.

Também os escravos foram beneficiados. É sabido que cada padre tinha pelo menos um negro como escravo e a instituição que mais escravos possuía era a Igreja Católica.

O poder era ratificado pelo fato de reis serem coroados por Papas, dando aos soberanos a condição de "Reis pela Graça de Deus". Napoleão Bonaparte coroou a si próprio e afrontou o Papa com seu gesto.

Ainda hoje, é tempo de profunda ignorância e hipocrisia, quando o clero católico e seu patrão, o Bispo de Roma, metem o bedelho em assuntos científicos, como o planejamento familiar e o uso da camisinha, sentimos o que é e até que ponto vai a ignorância dos que pensam que vão alcançar a salvação tapando o sol com a peneira.

Nostradamus diria: É um sinal dos tempos.

Atenciosamente,

Flavio P. Ramos
Professor universitário, jornalista,
Editor do www.mensageiro.com.br

 

CASTRATI

Prof. Flavio P. Ramos
editor

A Páscoa, comemorada nos dias de hoje pelos católicos do mundo inteiro era, nos séculos XVII e XVIII comemorada no mundo inteiro, como hoje.

Por traz dos cantos “sacros” um ato selvagem era praticado por ordem do papa e tendo a bíblia como pseudo-respaldo.

Os jovens do sexo masculino eram os únicos permitidos a cantar nos coros das igrejas e no vaticano.

Com um requinte de maldade, de crueldade mórbida e hedionda, devido a uma interpretação questionável da bíblia, na primeira carta de Pedro aos Corinthos 14: 34, todos os jovens cantores tinham seus testículos extraídos cirurgicamente para que suas vozes tivessem timbre feminino. Eram chamados CASTRATI.

Anualmente, eram castrados cerca de 5.000 meninos com o propósito de cantar nos coros das igrejas, de acordo com Melicow e Pulrang.

A justificativa

Segundo os entendidos da época, “por possuírem caixa torácica e pulmões masculinos e cordas vocais femininas” eram os intérpretes ideais para os cantos nas igrejas e depois na ópera.

A Herança judaica

A PÁSCOA é o ritual judaico do Pesah que dura uma semana. É a comemoração da PASSAGEM do cativeiro em terras egípcias para a liberdade, quando o povo escolhido por Deus, liderado por MOCHE, Moisés, que fora Príncipe do Egito, tomou seu rumo para a Terra Prometida. Na verdade, uma volta ao principio, pois essa terra, Jerusalém, era a mesma Salém onde o Patriarca Abraão dera ao Sacerdote do Deus Altíssimo o primeiro dízimo.

A realidade oculta é abafada sempre

A bem da verdade e, para os cultos e inteligentes que, com suas mentes abertas forem capazes de ver as barbaridades que esses senhores dirigidos pelos “Bispos de Roma” vêm cometendo.

As Cruzadas, expedições militares onde o saque, o estupro e os assassinatos de homens, mulheres e crianças foram os meios de arrecadação para que Roma e o Vaticano pudessem nadar em ouro.

A “Santa Inquisição”, mancha que jamais será apagada. O “Santo Oficio” torturou e assassinou milhares de seres humanos de todas as religiões e confiscou seus bens terrenos.

A perseguição a cientistas que discordavam cientificamente da Igreja vetusta que acreditava ser a terra quadrada.

A venda de todos os quadros sacerdotais de padre a Papa. Bastava comprar o lugar para ter um filho na Igreja.

As comprovadas práticas de MAGIA NEGRA praticada por altos membros do clero católico.

Mais recentemente os acordos secretos entre o papa Pio XII e o governo do nazista Adolf Hitler.

O aculturamento das populações indígenas nativas e a imposição da religião a ferro e fogo nas Américas. Feito esse de responsabilidade dos sacerdotes Jesuítas, os mesmos da “Santa Inquisição.”

O atual papa, membro da juventude Hitler, é contra o uso da camisinha e outros métodos anti-concepcionais. Essa é a Igreja na contramão da ciência e do bom senso.

O acobertamento dos casos de pederastia e pedofilia já acontecia como hoje, naturalmente, entre padres e CASTRATI.

Reflitam, vocês gostariam de ter seu filho castrado para poder cantar coro da igreja?

Uma corrupção do Judaísmo, uma farsa que em nada engrandeceu o propósito da fraternidade, pois, dividiu ao invés de somar uma Igreja que não paga impostos, que só tira dos seus incautos fieis, comodistas e desinformados que pensam que TODOS os caminhos levam a Deus. SÓ A VERDADE LEVA A DEUS.

Procurem refletir com base na verdade, na ciência, não acreditem no teatro montado para ilusão dos incultos, usem o discernimento.

 
 

Religiões

“A regra de ouro consiste em sermos amigos do mundo e em considerarmos como uma toda a família humana.
Quem faz distinção entre os fiéis da própria religião e os de outra, deseduca
os membros de sua religião e abre caminho para o abandono, a irreligião.”

Mahatma Gandhi

 
  Mohandas Karamchand Gandhi (1869-1948)

 
     
  Fonte e ilustração: BBC BRASIL
Texto de: Assimina Vlahou, de Roma
 
 

Manuscrito redescoberto pode reabilitar Judas

 
 

Judas, o homem que, por 30 moedas, entregou Jesus aos soldados que o crucificaram, não seria um traidor mas sim um herói.

Segundo documento Jesus teria perdoado Judas,
que teria ido para o deserto

 
 
 


Esta interpretação da história pode ganhar força graças a um antigo documento que só agora está sendo traduzido. Sua publicação, prevista para abril, já causa polêmicas e divide os católicos.

O manuscrito, em copta, é do século quatro e foi descoberto nos anos 70, no Egito.

Desde então passou por várias mãos e muitas aventuras, até chegar aos cofres da fundação Maecenas for Ancient Art (Mecenas para Arte Antiga, em tradução livre), de Basiléia, Suiça- atual proprietária, em sociedade com a National Geographic.

O texto, mantido sob sigilo, está sendo traduzido para inglês, francês e alemão por Rudolph Kasser, considerado como o maior especialista em língua copta do mundo.
Apócrifo.

Quanto ao conteúdo, segundo estudiosos que tiveram acesso à copia de alguns trechos, não há duvidas. O código transcreveria o "evangelho de Judas", um apócrifo do século um.

Os evangelhos são a principal fonte de informações sobre Jesus Cristo.

A igreja reconhece quatro, que define como canônicos: Mateus, João, Marcos e Lucas.

Os apócrifos não têm autoridade canônica, mas influenciaram a interpretação da história e a maneira como ela foi reproduzida através da arte.

Na opinião de alguns estudiosos, o documento poderá revolucionar o modo de entender a primeira fase do cristianismo. E dar uma nova imagem ao homem que traiu Jesus com um beijo.

O "evangelho de Judas" teria sido escrito por membros da seita gnóstica cainita, um movimento religioso cristão que misturava misticismo e filosofia e influenciou grupos heréticos.

Na visão dos cainitas, Judas Iscariotes teria seguido um desígnio divino e não podia fugir de seu destino. A traição faria parte do plano de Deus, era necessária, e sem ela não haveria salvação para os homens.

Confirmações

A existência desse evangelho e sua interpretação da figura do apóstolo, considerado maldito, é comprovada por diversos autores, entre eles S. Irineu, no texto Contra as Heresias, escrito em 180.

Segundo monsenhor Walter Brandmuller, presidente do Comitê de Ciências Históricas do Vaticano, os cainitas achavam que o mundo era expressão do mal. O bem, existia apenas na dimensão transcendental.

“Consideravam em modo positivo todas as figuras negativas das escrituras sagradas hebraicas e cristãs. Uma forma de oposição ao deus criador deste mundo, um deus mau, que ignorava o Deus verdadeiro", disse à BBC Brasil.

Monsenhor Brandmuller nega, contudo, que o Vaticano esteja promovendo uma campanha para reabilitar Judas.

O novo documento, que define como uma espécie de "ficção histórica", não deve provocar grandes mudanças, em sua opinião.

"Será um testemunho precioso para conhecer melhor o cristianismo primitivo", afirmou.

Outros católicos consideram importante uma revisão da figura que acabou por se tornar sinônimo de traição e que ainda hoje é simbolicamente castigada, através da "malhação de Judas", no Sábado de Aleluia.

Possuído

Para São Lucas e São João, Judas traiu porque possuído pelo demônio.

O escritor Vittorio Messori acredita que o manuscrito copta pode dar um impulso na reabilitação de Iscariotes.

Segundo o autor de vários livros sobre a Igreja Católica e amigo de João Paulo 2°, esta revisão é necessária. Resolveria, segundo ele, um problema aberto de justiça e misericórdia de Jesus, que teria perdoado a covardia de Pedro, mas não a traição de Judas.

"No evangelho apócrifo, Judas se arrepende. Jesus o perdoa e o manda para o deserto, fazer exercícios espirituais. Nos evangelhos canônicos ele se suicida. Não há sinal de perdão, apesar de Jesus ter ensinado a perdoar os próprios inimigos”, afirmou Messori para o jornal La Stampa.

A idéia de um desígnio divino não é novidade, na avaliação de Alberto Mellone, professor de historia da Igreja Católica.

"Esta interpretação faz parte de uma catequese difusa", disse para a BBC Brasil.

Mellone descarta também que a figura de Judas tenha tido alguma influência no surgimento e enraizamento do anti-semitismo.

Alguns estudiosos defendem esta hipótese e acreditam que uma reabilitação da figura de Judas possa contribuir para o diálogo entre católicos e judeus.

"O antisemitismo cristão nada tem a ver com Judas mas com os sacerdotes de Israel. Baseou-se na acusação de assassinato de Jesus e não em sua delação", afirmou Alberto Mellone.

 

 
     
 
Reis Magos,
realidade ou farsa?

Mais uma farsa do clero católico que gerou devoções e crendices populares como a Folia de Reis, a meu ver um folclore pernicioso, pois leva desde a criança até o mais velho, que não conhece a Bíblia a mais uma falsidade, mais uma mentira que o clero católico cultiva na cabeça de seus fiéis.

Normalmente, o católico não é estimulado a estudar as Sagradas Escrituras, mas apenas repetir as orações da missa, mecanicamente. No passado, a missa era rezada em latim, para aumentar a distância entre os fiéis e o clero (que se dizem legítimos representantes e ministros de Deus na Terra).

Durante muito tempo os católicos pensaram que a Bíblia havia sido escrita em latim. Na verdade, nem uma só palavra dela foi escrita em latim, mas em aramaico e grego coiné (vulgar), encontrado nos Evangelhos.

Não somos contra nenhuma religião ou seus fiéis, mas a favor da busca da Verdade, pois entendemos que Deus é Verdade, satanás é mentira, é engodo, é farsa.

Juntando-se a outras tantas, como a data do nascimento de Jesus, que não foi no dia 25 de dezembro, ou que Jesus teria vindo para mudar o Antigo Testamento, quando Ele próprio disse que não. A troca da santidade do sábado, dia de repouso e meditação, instituída por Deus, nos Dez Mandamentos, (única peça escrita pelo próprio punho de Deus, no alfabeto de fogo, alfabeto quadrado pré-massorético).

Na época, não vigorava o calendário atual, mas o calendário lunar, que não coincide com o atual calendário gregoriano. Procurem refletir sobre mais esta questão.

Especificamente, a questão da antiga dúvida semeada pelo Apóstolo Paulo, que disse ter visto um vaso vindo do céu com toda sorte de animais impuros, e que Deus permitiria que doravante fossem consumidos como alimento. O apóstolo Paulo não tem maior autoridade do que o Senhor Deus, que instituiu os alimentos saudáveis, chamados “kasher”, chamados também puros, dos impuros, chamados “taref”. Deus não iria se contradizer, lançando entre seu povo uma dúvida sobre um assunto antigo e importante, como a purificação do corpo (templo de Deus no homem).

Mas não é dessas inverdades que falaremos agora, mas especificamente, dos pseudo-reis magos. Na tradução imprópria e tendenciosa da Bíblia Sagrada do padre Antonio Pereira de Figueiredo, com notas e um completo dicionário prático, por Monsenhor José Alberto L. de Castro Pinto, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro.

Procurando o verbete “reis magos” nada encontramos, mas procurando “magos”, encontramos na página 90, “personagens que vieram do Oriente para visitar o menino Jesus, segundo a narrativa do discípulo Mateus em Cap. 2.1 a 12. Embora tenham sido tidos popularmente como reis, nada prova que o fossem. Provavelmente eram homens versados nas ciências naturais, especialmente na Astrologia (vejam que este membro do clero aceita a Astrologia como ciência natural e não como coisa de satanás).

A escritura não fornece dados suficientes para determinarmos suas pátrias, diz apenas do Oriente. Mesmo quanto ao número não se sabe ao certo”.

Os presentes, em número de três, ouro, incenso e mirra, é que falseiam a idéia de que seriam três os personagens, mas há quem julgue terem sido quatro, cinco, seis e até doze os personagens. Palavras do padre, o monsenhor que escreveu o Dicionário.

Os nomes “Gaspar, Baltasar e Melquior”, segundo o autor do dicionário, monsenhor José Alberto L. de Castro Pinto, são de uma tradição tardia e dúbia (duvidosa).

A mentira vem sendo repetida e encenada pela Igreja, através dos séculos, promovendo nos católicos uma lavagem cerebral e instituindo mais um ponto polêmico que divide as opiniões e volta religiões umas contra as outras.

Encenada, além dos presépios, está a Folia de Reis, uma tradição baseada numa premissa falsa, que virou folclore, e é reproduzida em forma de encenação nos colégios católicos, inculcando, desde cedo, na cabeça das crianças, uma mentira.

O absurdo chega a tal ponto que existe na Europa, um simulacro de túmulo, onde dizem que estão supultados os três “Reis Magos”. Essa sepultura é isolada pelos clérigos e não se permitem visitas. Entretanto, o “santuário” onde está localizada é centro de grandes peregrinações, claro, de fiéis ignorantes (ignoram a verdade) que são ludibriados pelas mentiras da Igreja Católica.

Ainda segundo o Monsenhor, os três presentes dados ao Menino Jesus, têm um significado místico. O ouro, em homenagem à sua realeza, o incenso à sua divindade e a mirra à sua humanidade.

O monsenhor, que certamente não é um iniciado, erra mais uma vez. O ouro é o metal da incorruptibilidade, pois não se oxida facilmente, exceto quando ligado.
Já no Egito Antigo, berço das civilizações cultas do Oriente, servia de ataúde interno, sendo um dos três usados regularmente e selados separadamente com sigilos do sumo sacerdote. “Isso deu origem aos sigilos que lacram os ataúdes dos papas). Os outros dois ataúdes representam a estabilidade na forma da pedra e a vida eterna na forma da madeira, que vem da árvore, elemento da natureza que possui células e que se modifica em processo constante de mutação através dos séculos.

A mirra era usada nos ritos fúnebres, após o embalsamamento. Os nove orifícios do corpo eram operculados por mirra. Acontecia com os fararós e aconteceu com a múmia de José, filho de Israel e grão-vizir de faraó, ministro plenipotenciário, autorizado a ser uma espécie de procurador de Faraó. Quando os hebreus deixaram a cidade de Ramsés em busca da Terra Prometida, levaram a múmia de José (em algumas traduções aparece como os ossos. É uma forma de rejeição ao embalsamamento egípcio. Nosso grifo).

Deixemos que os leitores que buscam a verdade possam meditar e pesquisar o assunto e comecem a puxar o fio deste vasto novelo de mentiras, que a Igreja Católica chama de tradições e que são a base de uma religião mentirosa e enganadora, que leva à separação e não à religação com o Criador.

Deus é Verdade!

Mago Selaht

Fonte:
Bíblia Sagrada, edição ecumênica. Tradução do Padre Antônio Pereira de Figueiredo, com notas e um completo Dicionário Prático por Mons. José Alberto L. de Castro Pinto, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro. BARSA. 1977.


 
     
 
Estigma Perigoso


A excelente novela “Os ricos também choram” levanta perigoso tema; a personagem Mira, da artista que faz a empregada das vilãs, usa de artes conhecidas como bruxarias e feitiços para ajudar suas patroas, Esther e Sofia, em seus propósitos maléficos.

Até aí tudo bem. Acontece que as pessoas praticantes dos ritos celtas, da religião chamada de Wicca ou Druidismo, eram, a bem da verdade, herbalistas que cultuavam Deus nas forças da natureza da mesma forma que as religiões africanas, como o candomblé.

O número das que usavam ou usam as artes e instrumentos para o mal, é como sempre foi, estatisticamente, insignificante já que as pessoas más estão distribuídas na sociedade e não concentradas em qualquer das crenças.

As leis de retorno, que são conhecidas por elas, as impedem, até mesmo por uma questão de inteligência, de usar o conhecimento para o mal. As religiões oficiais, estas sim, não têm passado que as recomende, são por demais conhecidos os episódios de tortura e queima de pessoas vivas pelos cleros da seita católica e das seitas evangélicas sob a acusação de bruxaria.

Não nos cabe defender culpados, mas questionar as culpas e os carrascos que queimaram inocentes, como os “templários”, por simples desconhecimento e ignorância, fato histórico conhecido.

Paradoxo
Por que a preocupação em destruir aquilo que julgam inócuo e sem qualquer efeito?
O atual Líder do Clero Católico foi membro da juventude nazista e recentemente disse que os pederastas que se mantiverem “castos” por três anos podem ser ordenados Padres. Quem sabe, advoga em causa própria?

Enquanto isso a pedofilia e a pederastia tomam conta da Casa de São Pedro. As crianças que se danem se caírem nas “piedosas” mãos de um desses ministros que representam Deus na Terra e se aproveitam da batina para enganar crianças indefesas. Esse é um fenômeno mundial que a igreja acoberta e só vem a público quando as famílias têm a coragem de se exporem e a suas crianças. Não sabemos até que ponto as seqüelas serão reparadas.

Pastores evangélicos instigam pela televisão os membros de suas congregações contra as sociedades secretas como a Maçonaria que tem endereço conhecido e estatutos registrados em cartório e paga impostos, ao contrário das igrejas.

Hoje, enquanto o Brasil luta para garantir patentes de remédios de plantas nativas do Brasil e enquanto a Amazônia brasileira, invadida e cobiçada claramente por interesses estrangeiros, botânicos e bioquímicos vivem com pajés para com eles aprender. Há os que remexem no inconsciente das pessoas preconceituosas e ignorantes que tiveram suas mentes poluídas pelas igrejas assassinas e mentirosas que, a pretexto de defenderem a Deus, lavaram do sangue inocente as praças públicas nos quatro cantos do mundo e que até hoje ainda são ouvidas pelos seguidores fanáticos e desinformados, que em pleno século 21 não sabem a diferença entre ficção e realidade.
O preconceito levou à noite de São Bartolomeu e também ao holocausto de milhões de judeus.

Os que as igrejas chamavam de bruxos eram pesquisadores da cura pelas plantas e sacerdotes de cultos que em nada ofendem os demais.

Fenômenos como impregnação, radiestesia, xenoglosia, psicocinesia e outros são estudados pela ciência moderna e comprovados, e os demais ainda o serão.

Esperamos que a artista que representa o papel de bruxa não seja agredida na rua, como acontece com freqüência com os vilões, que neste caso, confirmam ainda que, ficticiamente, a mentira que os cleros insistem em manter.

A policia do Rio de Janeiro esconde da população a existência do “bonde de Deus”, grupo de evangélicos do subúrbio que espanca homossexuais e espíritas. Isso sim, uma violência que abala a lei e envergonha as instituições. Será o principio do caos?

A verdade precisa ser dita!

Mago Selaht

 
     
 

Ramadãn

O Ramadãn, nono mês do calendário lunar, é comemorado pelos seguidores de Mohamed (Maomé), o profeta de Deus, com jejuns, que vão até ao pôr do sol e cinco orações ao longo do dia.

Filhos do Grande Pai de Muitas Nações, Abraão, pela descendência de Agar, mãe de Ismael.

Judeus e muçulmanos são povos irmãos. Os judeus, pela descendência de Abraão com Sara, que gerou Isaac.

Os costumes de ambos são parecidos, embora sigam religiões específicas.
Os muçulmanos têm como livro sagrado o Al Coram, ditado ao Profeta pelo Anjo Gabriel.

Muçulmanos e Judeus são povos Sagrados pela descendência de seu pai comum Abraão.

Quando o Santo Patriarca dos povos eleitos do Senhor cerrou os olhos, ambos os filhos estiveram com seu pai e oraram juntos pelo seu descanso.

Inspirados neste exemplo de fraternidade de Ismael e Isaac, pedimos a todas as nações da terra que orem pela paz e pela fraternidade, lembrando que o SENHOR é UNO e disse ao pai ABRAÃO que lhe mudaria o nome e que seria “pai de muitas nações”.

Foi a esse pai digno e reto que O Senhor deu à palavra perdida, seu nome completo para que não fosse pronunciado.

Os membros da família que escreve no portal www.mensageiro.com.br, que significa Anjo, e é uma homenagem ao Anjo Guardião, desejam ao Povo Muçulmano Bênçãos infinitas de saúde, paz e prosperidade neste e em todos os anos.

 
 

 

 
 
 
   
 
 
 
O PARADIGMA ADONITA

M. SELAHT
Do livro Magia passo a passo, a escada de Jacó

O nome de nosso primeiro pai, Adão (Adon Kadmon) significa senhor. Há dois paradigmas para a origem da raça humana.
Nessa época não havia preconceitos e a criatura Adão era pura segundo os escritos sagrados da Torá, em Gen.2: 21a 24.
Deus, então, da ilharga de Adão criou Eva, o primeiro clone, uma espécie de Adão feminino, o outro lado de Adão, (sabe-se que, geneticamente, a hodierna ciência pode determinar o sexo de um feto). Em Gênesis 2:24 Deus conclama a que se unam em uma mesma carne.

Os dois paradigmas que tentam explicar a origem da humanidade

Essa explicação da origem da humanidade é a hipótese Criacionista, um dos paradigmas.
O outro paradigma é o que acredita que a raça humana é uma evolução de um ser semelhante ao macaco, o elo perdido, quando, por razões desconhecidas, os símios e os humanos viveriam evoluções separadas. É a hipótese Evolucionista.
Cientificamente, não é possível afirmar que esta seja a teoria porque, também, não foi possível explicá-la completamente.
Estudos publicados de Filologia (a ciência que estuda as línguas) comparando as línguas, inclusive as mortas, foram encontradas palavras comuns, com o mesmo significado. Esses estudos científicos levam à hipótese de que, inicialmente, houve uma só língua, comum a todos os seres humanos. Será essa a prova circunstancial de que houve uma só raça e uma só língua na terra. A dificuldade em aceitar essa hipótese está em que esses estudos não são da ciência aplicada, ou seja, não resultariam em dinheiro. A ciência pura apenas provaria, quem sabe, e como penso, que a raça humana é una como a linguagem primitiva. E por isso não interessaria aos preconceituosos ou aos ateus. Seria como mexer em casa de marimbondo.
Nosso propósito, entretanto, não é o de defender nenhuma delas, mas o de a partir de um documento escrito e aceito como verdadeiro pelas seitas cristãs (o catolicismo não é religião como o protestantismo e o espiritismo também não o são. Religião é o Cristianismo).
Durante mais de dois milênios, uma grande mentira tem constrangido pessoas que não conhecem os escritos sagrados, embora conheçam e creiam nos falsos ensinamentos por julgarem seus sacerdotes representantes de Deus. Só que Deus é verdade e abomina a mentira.

O pecado original:

Deus determinou que não comessem o fruto da árvore proibida e Eva comeu e deu a seu esposo. O fruto, não se sabe qual foi, nada faz crer que seria uma maçã nem há pistas que levem a suposições. A escrita trata do assunto em sentido figurado.
Porque a relação sexual entre Adão e sua mulher seria um pecado? Não sabemos. Mas em Gen. 2:24 Deus manda que se unam em uma só carne. Onde está então o pecado.
Como é triste ver uma mentira manchar de forma tão sórdida o sublime ato da criação.
É a palavra de Deus sendo adulterada pela palavra do homem. Alguns deles se dizem infalíveis e aceitam ainda o título de Santidade. A vaidade e a corrupção são mesmo ilimitadas como é a cegueira dos fanáticos “cegos pela ignorância”.

As conseqüências da desobediência:

Adão e sua mulher perdem a inocência: Passam a conhecer o bem e o mal, mas passam também a ter o dom do discernimento entre o certo e o errado.
Nesta fase, vemos os castigos e a remissão, a morte e as doenças, mas também as ervas medicinais e a cura pelas plantas e frutas. Deus provê os meios de subsistência e prepara o casal primordial para sua missão de povoar a terra. O nome Eva significa “Mãe de Todos os Viventes”.

Nota do autor: Esse comentário, despido de qualquer preconceito, visa a estabelecer a verdade e estimular a leitura da Bíblia, acreditamos que o leitor com um mínimo de discernimento e que desejar a verdade a buscará sem o temor próprio dos que preferem por comodismo ou má fé ignorar a Verdade como ela é Do Beressit , “a soleira o portal do Criador” nos dá elementos essenciais a vivermos em perfeita harmonia segundo Sua Lei.
Nesse principio de milênio, nas escolas que deveriam estar ensinando a Palavra, os internos aprendem vícios, pederastia e pedofilia.

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O PARADIGMA NOAHQUITA

M.Selaht
Do livro “Magia passo a passo, a escada de Jacó”

NOAH, (NOÉ) cujo nome significa consolador, em hebraico, vivia com seus familiares uma época de grande imoralidade e malícia. [Gên. 6:5 “quando os pensamentos eram aplicados ao mal”.]
Deus resolveu eliminar a corrupção da face da terra incluindo humanos e animais.
Noé era um homem digno, foi um homem Justo e Perfeito, achou graça diante do Senhor e andou com Deus.
O segundo Pai da Raça Humana teve três filhos: Sem (Shem), Cam (Ham) e Jafe, (Iafet).

Deus comunica a Noé sua intenção de exterminar os seres vivos da terra.
Gên. 6:11. Ora toda terra estava corrompida, (porque toda carne tinha corrompido o seu caminho sobre a terra)

Deus ordena a construção da Arca a Noé:
Gên. 6:14. Faze para ti uma arca de madeira alisada. Farás nela uns pequenos repartimentos e betumá-la-ás por dentro e por fora.
Deus estabelece as medidas da arca e os procedimentos de sua construção e determina que Noé abasteça a arca de alimentos e ordena que sejam recolhidos sete machos e sete fêmeas de cada espécie incluindo as aves do céu.
Deus estabelece uma aliança com Noé e manda que entre na arca com os animais e seus familiares, esposa, filhos e as esposas de seus filhos.
Estavam no ano em que Noé completou 600 anos.

A Grande Tempestade
Por quarenta dias e quarenta noites a chuva foi inclemente e as águas cobriram a terra por cento e cinqüenta dias.
O Senhor manda então ventos para que sequem a terra, aos vinte e sete dias do sétimo mês.
A arca encalhou sobre os montes Ararat.
No ano seiscentos e um da vida de Noé, no primeiro dia do primeiro mês, Noé olhou a terra à sua volta e a reconheceu como seca.
No dia vinte e sete do segundo mês, Deus falou a Noé e lhe disse: [Gên.8:15. Sai da arca Tu e Teus filhos, Tua mulher e as Mulheres de Teus filhos, e faze sair todos os animais.
Noé cumpriu o que o Senhor lhe ordenara.
Deus disse: [Gên 8:17 “CRESCEI E MULTIPICAI-VOS”]
Edificou, então, a Deus, um altar e tomando um de cada animal sacrificou-os ao Senhor. [Gên. 8:20.]
Deus estabelece com Noé que a humanidade não voltará a ser castigada com um Dilúvio e como símbolo da aliança com Noé aparece no céu um Arco-Íris.

Os Filhos de Noé e o Paradigma Noahquita
Dos três filhos de Noé, surgiu a nova Raça Humana.
Portanto, dessa geração, dos filhos de Noé, hebreus somos todos nós. Assim sendo, não há razão para divisões religiosas ou sectarismos.

O Paradigma Noahquita
Esta é a Chave de Marfim que a Toráh nos indica para o Ecumenismo sem mágoas, sem dúvidas e pela graça de Adonai.

Notas do Autor:
Um rito Maçônico, o Adonhiramita, presta uma homenagem a esse grande exemplo de caráter e fé incorruptíveis que foi Noé. Concede aos que atingem esse grau de perfeição o titulo de “Cavaleiro Noaquita”.
Prestamos aqui também a nossa homenagem aos Irmãos da Arte Real que seguem o exemplo desse hebreu, cujo comportamento é raro em nossos dias.
Para os estudiosos da Cabala as datas em que os eventos aconteceram são uma fonte de maior e mais profunda reflexão.
Aos nossos irmãos muçulmanos, filhos de Shem, como os Judeus e descendentes de Ismael, primeiro filho de Abraão com Agar a Egípcia, dedicamos O PARADIGMA NOAHQUITA na certeza de que os laços entre irmãos serão cada vez mais estreitos e que o único sangue derramado seja o da circuncisão. Que o arcanjo Gabriel seja nossa testemunha. Amem.
À Maçonaria, onde a palavra Ecumenismo é desnecessária, pois considera todos iguais e respeita todos os credos.

Nota da Redação:
O Dilúvio é um acontecimento comprovado cientificamente, por arqueólogos e outros cientistas. As provas foram publicadas pela revista Geográfica Universal.

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Religiões, uma escolha duvidosa

Temos recebido correspondências com severas críticas a respeito do assunto Religião, apesar de tudo que tem sido escrito ter sido acompanhado de provas retiradas dos textos sagrados da Bíblia e de fontes de credibilidade intocável.
Como é objetivo desse Portal que a VERDADE apareça e seja acompanhada de provas, continuaremos escrevendo os comentários sobre o assunto. Pelo menos, uma hipótese por nós levantada está comprovada.
Nota do Editor

“Não existe liberdade de religião e o patrulhamento cego e desvairado continua”.

M.Selaht, do livro
“Magia passo-a-passo, a escada de Jacó”

Concluímos, assim, que:

A Religião não é uma busca sincera de estabelecer um elo com Deus.
A Religião não é baseada numa síntese racional ou em provas.
A Religião não pode ser entendida de forma Cartesiana.
A Religião é estritamente emocional, e pode levar a extremos, como o fanatismo e o comportamento sociopata a pessoa, grupos de pessoas ou multidões.
A Religião pode levar a políticas extremistas e incompatíveis com a Liberdade de Livre Expressão e Democracia.
Cursos superiores não são significativos para a adoção de uma fé ou conduta religiosa.
Vemos médicos, advogados, professores e outros profissionais, ajoelhados diante de estatuetas de madeira orando com a convicção dos néscios, atribuindo poderes ao inanimado e produzido pela mão do homem.
O ser humano precisa materializar sua crença ou fé da forma mais primitiva, contrariando a razão e a lógica, seguindo atores religiosos e suas hierarquias, materializando o próprio Deus a seu gosto e da forma que sua hierarquia sacerdotal impõe, sendo proibido pensar ou questionar.
Só os estudiosos de Filosofia, mais cultos e de mente aberta, estão preparados para questionar as falsidades e farsas religiosas sem rancores e sem romper as regras de convívio social.
O preço dessa liberdade de pensar tem sido sangrento, cruel e o que é mais absurdo, hereditário.

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