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“É
melhor buscar Refúgio no SENHOR
do que confiar nos homens.”
Salmo 118:8
A
humanidade ainda não se deu conta de que
palavras como, interdependência , relações
interpessoais, interdisciplinaridade, solidariedade
e fraternidade, mais que simples palavras de força,
mostram a importância inevitável
da expressão “Amai-vos uns aos outros”.
Se fosse a vontade do Senhor,
cada um de nós seria totalmente independente,
mas não é assim, ao contrário,
somos todos dependentes uns dos outros.
Imagine que você é o mais famoso
cirurgião cardíaco do mundo e que
precisa de ser safenado; vai precisar de um colega
para ser salvo.
O dia que entendermos essa simples verdade, acabará
o egoísmo e finalmente “O lobo pastará
com o cordeiro” e aí, sim, o mashia
(messias) virá. Será o triunfo da
fraternidade e do amor incondicional. M.
Selaht
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Bíblia
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OS
NÍVEIS DO SER HUMANO
Há alguns anos, um buscador aproximou-se
de um Mestre da Arte Real (um verdadeiro místico)
e perguntou-lhe: “mestre, gostaria muito
de saber por que razão os seres humanos
guerreiam-se e por que não conseguem entender-se,
por mais que apregoem estar buscando a paz e o
entendimento, por mais que apregoem o Amor e por
mais que afirmem abominar o Ódio?”
-Essa
é uma pergunta muito séria. Gerações
e gerações a têm feito e não
conseguiram uma resposta satisfatória,
por não se darem conta de que tudo é
uma questão de nível evolutivo.
A
grande maioria da humanidade do planeta Terra
está vivendo atualmente no nível
1. Muitos outros, no nível 2 e alguns outros
no nível 3. Essa é a grande maioria.
Alguns poucos já conseguiram atingir o
nível 4, pouquíssimos o nível
5, raríssimos no nível 6 e somente
de mil em mil anos aparece algum que atingiu o
nível 7.
- Mas, Mestre, que níveis são esses?
- Não adiantaria nada explicá-los,
pois além de não entender, também,
logo em seguida, você os esqueceria e esqueceria
também a explicação. Assim,
prefiro levá-lo numa viagem mental, para
realizar uma série de
experimentos e aí, então, tenho
certeza, você vivenciará e saberá
exatamente o que são esses níveis,
cada um deles, nos seus mínimos detalhes.
Colocou, então, as pontas de dois dedos
na testa do consulente e,
imediatamente, ambos estavam em um outro local,
em outra dimensão do Espaço e do
Tempo.
O local era uma espécie de bosque, e um
homem se aproximava deles. Ao chegar mais perto,
disse-lhe o Mestre:
- Dê-lhe um tapa no rosto.
- Mas por quê? Ele não me fez nada...
- Faz parte do experimento. Dê-lhe um tapa,
não muito forte, mas dê-lhe um tapa!
E o homem aproximou-se mais do Mestre e do consulente.
Este, então, chegou até o homem,
pediu-lhe que parasse e, sem nenhum aviso, deu-lhe
um tapa que estalou.
Imediatamente, como se fosse feito de mola, o
desconhecido revidou com uma saraivada de socos
e o consulente foi ao chão, por causa do
inesperado do ataque.
Instantaneamente, como num passe de mágica,
o Mestre e o consulente já estavam em outro
lugar, muito semelhante ao primeiro e outro homem
se aproximava.
O Mestre, então comentou:
-
Agora, você já sabe como reage um
homem do nível 1. Não pensa. Age
mecanicamente. Revida sem pensar. Aprendeu a agir
dessa maneira e esse aprendizado é tudo
para ele, é o que norteia sua vida, é
sua "muleta.”.
Agora,
você testará da mesma maneira, o
nosso companheiro que vem aí, do nível
2.
Quando o homem se aproximou, o consulente pediu
que parasse e lhe deu um tapa. O homem ficou assustado,
olhou para o consulente, mediu-o de cima a baixo
e, sem dizer nada, revidou com um tapa, um pouco
mais forte. Instantaneamente, já estavam
em outro lugar muito semelhante ao primeiro.
- Agora, você já sabe como reage
um homem do nível 2. Pensa um pouco, analisa
superficialmente a situação, verifica
se está à altura do adversário
e aí, então, revida. Se se julgar
mais fraco, não revidará imediatamente,
pois irá revidar à traição.
Ainda é carregado pelo mesmo tipo de "muleta"
usada pelo homem do nível 1. Só
que analisa um pouco mais as coisas e fatos da
vida. Entendeu?
Repita
o mesmo com esse aí que vem chegando, o
nível 3.
A cena repetiu-se. Ao receber o tapa, o homem
parou, olhou para o consulente e assim falou:
- O que é isso, moço?... Mereço
uma explicação, não acha?
Se não me explicar direitinho por que razão
me bateu, vai levar uma surra! Estou falando sério!
- Eu e o Mestre estamos realizando uma série
de experimentos e este experimento consta exatamente
em fazer o que fiz, ou seja, bater nas pessoas
para ver como reagem.
- E querem ver como reajo?
- Sim. Exatamente isso...
- Já reparou que não tem sentido?
- Como não? Já aprendemos ótimas
lições com as reações
das outras pessoas. Queremos saber qual a lição
que você irá nos ensinar...
- Ainda não perceberam que isso não
faz sentido? Por que agredir as pessoas assim,
gratuitamente?
- Queremos verificar - interferiu o Mestre - as
reações mais imediatas e primitivas
das pessoas. Você tem alguma sugestão
ou consegue atinar com alguma alternativa?
- De momento, não me ocorre nenhuma. De
uma coisa, porém, estou certo:
-Esse teste é muito bárbaro, pois
agride os outros. Estou, realmente, muito assustado
e chocado com essa ação de vocês,
que parecem pessoas inteligentes e sensatas. Certamente,
deverá haver algo menos agressivo e mais
inteligente. Não acham?
- Enfim - perguntou o buscador - como você
vai reagir? Vai revidar? Ou vai nos ensinar uma
outra maneira de conseguir aprender o que desejamos?
- Já nem sei se continuo discutindo com
vocês, pois acho que estou perdendo meu
tempo. São dois malucos e tenho coisas
mais importantes para fazer do que ficar conversando
com dois malucos. Afinal, meu tempo é precioso
demais e não vou desperdiçá-lo
com vocês. Quando encontrarem alguém
que não seja tão sensato e paciente
como eu, vão aprender o que é agredir
gratuitamente as pessoas. Que outro, em algum
outro lugar, revide por mim. Não vou nem
perder meu tempo com vocês, pois não
merecem meu esforço... São uns perfeitos
idiotas... Imagine só, dar tapas nos outros...
besteira... idiotice... falta do que fazer..
E ainda querem me convencer de que estão
buscando conhecimento... picaretas!
Isso é o que vocês são! Uns
picaretas! Uns charlatães!
Imediatamente, aquela cena apagou-se e já
se encontravam em outro luar, muito semelhante
a todos os outros. Então, o Mestre comentou:
- Agora, você já sabe como age o
homem do nível 3. Gosta de analisar a situação,
discutir os pormenores, criticar tudo, mas não
apresenta nenhuma solução ou alternativa,
pois ainda usa as mesmas "muletas" que
os outros dois anteriores também usavam.
Prefere deixar tudo "pra lá",
pois "não tem tempo" para se
aborrecer com a ação, que prefere
deixar para os "outros". É um
erudito e teórico que fala muito, mas que
age muito pouco e não apresenta nenhuma
solução para nenhum problema, a
não ser a mais óbvia e assim mesmo,
olhe lá... é um medíocre
enfatuado, cheio de erudição, que
se julga o "Dono da Verdade", que se
acha muito "entendido" e que reclama
de tudo e só sabe
criticar. É o mais perigoso de todos, pois
costuma deter cargos de comando, por ser, geralmente,
portador de algum diploma universitário
em nível de bacharel (mais uma outra "muleta")
e se pavoneia por isso. Possui instrução
e muita erudição. Já consegue
ter um pouquinho mais de percepção
das coisas, mas é somente isso. Ainda precisa
das "muletas" para continuar vivendo,
mas começa a perceber que talvez seja melhor
andar sem elas. No entanto, por "preguiça
vital" e simples falta de força de
vontade, prefere continuar a utilizá-las.
De resto, não passa de um medíocre
enfatuado que sabe apenas argumentar e tudo criticar.
Vamos,
agora, saber como reage um homem do nível
4.
Faça o mesmo com esse que aí vem.
E a cena repetiu-se. O caminhante olhou para o
buscador e perguntou:
- Por que você fez isso? Eu fiz alguma coisa
errada? Ofendi você de alguma maneira? Enfim,
gostaria de saber por que motivo você me
bateu. Posso saber?
- Não é nada pessoal. Eu e o Mestre
estamos realizando um experimento para aprender
qual será a reação das pessoas
diante de uma agressão imotivada.
- Pelo visto, já realizaram este experimento
com outras pessoas. Já devem ter aprendido
muito a respeito de como reagem os seres humanos,
não é mesmo?
- É... Estamos aprendendo um bocado. Qual
será sua reação? O que pensa
de nosso experimento? Tem alguma sugestão
melhor?
- Hoje, vocês me ensinaram uma nova lição
e estou muito satisfeito com isso e só
tenho a agradecer por me haverem escolhido para
participar deste seu experimento.
Apenas acho que vocês estão correndo
o risco de encontrar alguém que não
consiga entender o que estão fazendo e
revidar à agressão. Até chego
a arriscar-me a afirmar que vocês já
encontraram esse tipo de pessoa, não é
mesmo? Mas também se não corrermos
algum risco na vida, nada, jamais, poderá
ser conseguido, em termos de evolução.
Sob esse ponto de vista, a metodologia experimental
que vocês imaginaram é tão
boa como outra qualquer.
Já encontraram alguém que não
entendesse o que estão a fazer e igualmente
reações hostis, não é
mesmo? Por outro lado, como se trata de um aprendizado,
gostaria muito de acompanhá-los para partilhar
desse aprendizado. Aceitar-me-iam como companheiro
de jornada? Gostaria muito de adquirir novos conhecimentos.
Posso ir com vocês?
- E se tudo o que dissemos for mentira? E se estivermos
mal-intencionados? -perguntou o Mestre - Como
reagiria a isso?
- Somente os loucos fazem coisas sem uma razão
plausível. Sei, muito bem, distinguir um
louco de um são e, definitivamente, tenho
a mais cristalina das certezas de que vocês
não são loucos. Logo, alguma razão
vocês deverão ter para estarem agredindo
gratuitamente as pessoas. Essa razão que
me deram é tão boa e plausível
como qualquer outra.Seja ela qual for, gostaria
de seguir com vocês para ver se minhas conjecturas
estão certas, ou seja, de que falaram a
verdade e, se assim o for, compartilhar da experiência
de vocês. Enfim, desejo aprender cada vez
mais, e esta é uma boa ocasião para
isso. Não acham?
Instantaneamente, tudo se desfez e logo estavam
em outro ambiente, muito semelhante aos anteriores.
O Mestre assim comentou:
- O homem do nível 4 já está
bem distanciado e se desligando gradativamente
dos afazeres mundanos. Já sabe que existem
outros níveis mais baixos e outros mais
elevados e está buscando apenas aprender
mais e mais para evoluir, para tornar-se um sábio.
Não é, em absoluto um erudito (embora
até mesmo possa possuir algum diploma universitário)
e já compreende bem a natureza humana para
fazer julgamentos sensatos e lógicos. Por
outro lado, possui uma curiosidade muito grande
e uma insaciável sede de conhecimentos.
E isso acontece porque abandonou suas "muletas"
há muito pouco tempo, talvez haja um mês
ou dois. Ainda sente falta delas, mas já
compreendeu que o melhor mesmo é viver
sem elas.
Dentro de muito pouco tempo, só mais um
pouco de tempo, talvez mais um ano ou dois, assim
que se acostumar, de fato, a sequer pensar nas
muletas, estará realmente começando
a trilhar o caminho certo para os próximos
níveis.
Mas vamos continuar com o nosso aprendizado.
Repita
o mesmo com este homem que aí vem, e vamos
ver como reage um homem do nível 5.
O tapa estalou.
- Filho meu... Eu bem o mereci por não
haver logo percebido que estavas necessitando
de ajuda. Em que te posso ser útil?
- Não entendi... Afinal, dei-lhe um tapa.
Não vai reagir? - Na verdade, cada agressão
é um pedido de ajuda. Em que te posso ajudar,
filho meu?
- Estamos dando tapas nas pessoas que passam,
para conhecermos suas reações. Não
é nada pessoal...
- Então, é nisso que te posso ajudar?
Ajudar-te-ei com muita satisfação
pedindo-te perdão por não haver
logo percebido que desejas aprender. É
meritória tua ação, pois
o saber é a coisa mais importante que um
ser humano pode adquirir. Somente por meio do
saber é que o homem se eleva. E se estás
querendo aprender, só tenho elogios a te
oferecer.
Logo aprenderás a lição mais
importante que é a de ajudar desinteressadamente
as pessoas, assim como estou a fazer com vocês,
neste momento. Ainda terás um longo caminho
pela frente, mas se desejares posso ser o teu
guia nos passos iniciais e te poupar de muitos
transtornos e dissabores. Sinto-me perfeitamente
capaz de guiar-te nos primeiros passos e fazer-te
chegar até onde me encontro. Daí
para diante, faremos o restante do aprendizado
juntos.
O que achas da proposta? Aceitas-me como teu guia?
Instantaneamente, a cena se desfez e logo se viram
em outro caminho, um pouco mais agradável
do que os demais, e o Mestre assim se expressou:
- Quando um homem atinge o nível 5, começa
a entender que a Humanidade, em geral, digamos,
o homem comum, é como uma espécie
de adolescente que ainda não conseguiu
sequer se encontrar e, por esse motivo, como todo
e qualquer bom adolescente, é muito inseguro
e, devido a essa insegurança, não
sabe como pedir ajuda e agride a todos para chamar
atenção sobre si mesmo e pedir,
então, de maneira velada e indireta, a
ajuda de que necessita.
O homem do nível 5 possui a sincera vontade
de ajudar e de auxiliar a todos desinteressadamente
, sem visar vantagens pessoais.É como se
fosse uma Irmã Dulce ou uma Madre Teresa
de Calcutá, da vida. Sabe ser humilde e
reconhece que ainda tem muito a aprender para
atingir níveis evolutivos mais elevados.
E deseja partilhar gratuitamente seus conhecimentos
com todos os seres humanos. Compreende que a imensa
maioria dos seres humanos usa "muletas"
diversas e procura ajudá-los, dando-lhes
exatamente aquilo que lhe é pedido, de
acordo com a "muleta" que estão
usando ou com o que lhes é mais acessível
no nível em que se encontram. A partir
do nível 5, o ser humano adquire a faculdade
de perceber em qual nível o seu interlocutor
se encontra. Agora, dê um tapa nesse homem
que aí vem.
Vamos
ver como reage o homem do nível 6.
E o buscador iniciou o ritual. Pediu ao homem
que parasse e lançou a mão ao eu
rosto. Jamais entenderá como o outro, com
um movimento quase instantâneo, desviou-se
e a sua mão atingiu apenas o vazio.
- Meu filho querido! Por que você queria
ferir-se a si mesmo?Ainda não aprendeu
que agredindo os outros você estará
agredindo a si mesmo? Você ainda não
conseguiu entender que a Humanidade é um
organismo único e que cada um de nós
é apenas uma pequena célula desse
imenso organismo? Seria você capaz de provocar,
deliberadamente, em seu corpo, um ferimento que
vai doer muito e cuja cicatrização
orgânica e psíquica vai demorar e
causará muito sofrimento inútil?
- Mas estamos realizando um experimento para descobrir
qual será a reação das pessoas
a uma agressão gratuita.
- Por que você não aprende primeiro
a amar? Por que, em vez de dar um tapa, não
dá um beijo nas pessoas? Assim, em lugar
de causar-lhes sofrimento, estará demonstrando
Amor. E o Amor é a Energia mais poderosa
e sublime do Universo.
Se você aprender a lição do
Amor, logo poderá ensinar Amor para todas
as outras células da Humanidade, e tenho
a mais concreta certeza de que, em muito pouco
tempo, toda a Humanidade será um imenso
organismo amoroso que distribuirá Amor
por todo o planeta e daí, por extensão,
emitirá vibrações de Amor
para todo o Universo.
Eu amo a todos como amo a mim mesmo.No instante
em que você compreender isso, passará
a amar a si mesmo e a todos os demais seres humanos
da mesma maneira e terá aprendido a Regra
de Ouro do Universo: - Tudo é Amor! A vida
é Amor! Nós somos centelhas de Amor!E
por tanto amar você, jamais poderia permitir
que você se ferisse, agredindo a mim.
Instantaneamente, tudo se desfez e se viram em
outro ambiente, ainda mais lindo e repousante
do que este último em que estiveram.
E então o Mestre falou:
- Este é um dos níveis mais elevados
a que pode chegar o Ser Humano em sua senda evolutiva,
ainda na Matéria, no Planeta Terra. Um
homem que conseguiu entender o que é o
Amor, já é um Homem Sublime, Inefável
e quase Inatingível pelas infelicidades
humanas, pois já descobriu o Começo
da Verdade, mas ainda não a conhece em
toda sua Plenitude, o que só acontecerá
quando atingir o nível 7. Logo você
descobrirá isso.
Dê um tapa nesse homem do nível 7
que aí vem chegando.
E o buscador pediu ao homem que parasse. Quando
seus olhares se cruzaram, uma espécie de
choque elétrico percorreu-lhe todo o corpo
e uma sensação mesclada de amor,
compaixão, amizade desinteressada, compreensão,
de profundo conhecimento de tudo que se relaciona
à vida e um enorme sentimento de extrema
segurança encheram-lhe todo o seu ser.
- Bata nele! - ordenou o Mestre.
- Não posso, Mestre, não posso...
- Bata nele! Faça um grande esforço,
mas terá que bater nele! Nosso aprendizado
só estará completo se você
bater nele! Faça um grande esforço
e bata! Vamos! Agora!
- Não, Mestre. Sua simples presença
já é suficiente para que eu consiga
compreender a futilidade de lhe dar um tapa. Prefiro
dar um tapa em mim esmo. Nele, porém, jamais!
- Bate-me - disse o Homem com muita firmeza e
suavidade - pois só assim prenderás
tua lição e saberás finalmente,
porque ainda existem guerras na humanidade.
- Não posso... Não posso... Não
tem o menor sentido fazer isso...
- Então - tornou o Homem - já aprendeste
tua lição. Quem, dentre todos em
quem bateste, a ensinou para ti? Reflete um pouco
e me responde.
- Acho que foram os três primeiros, do nível
1 ao nível 3. Os outros apenas ilustraram
e a complementaram. Agora, compreendo o quão
atrasados eles estão e o quanto ainda terão
que alinhar na senda evolutiva para entender esse
fato.
Sinto por eles uma compaixão muito profunda.
Estão de "muletas" e não
sabem isso. E o pior de tudo é que não
conseguem perceber que é até muito
simples muito fácil abandoná-las
e que, no preciso instante em que as abandonarem,
começarão a progredir.
Era essa a lição que eu deveria
aprender?
- Sim, filho meu. Essa é apenas uma das
muitas facetas do Verdadeiro Aprendizado. Ainda
terás muito que aprender, mas já
aprendeste a primeira e a maior de todas as lições.
Existe a Ignorância! - volveu o Homem com
suavidade e convicção - Mas ainda
existem outras coisas mais que deves ter aprendido.
O que foi?
- Aprendi, também, que é meu dever
ensiná-los para que entendam que a vida
está muito além daquilo que eles
julgam ser muito importante - as suas "muletas"
- e também sua busca inútil e desenfreada
por sexo, status social, riquezas e poder.
Nos outros níveis, comecei a entender que
para se ensinar alguma coisa para alguém
é preciso que tenhamos aprendido aquilo
que vamos ensinar. Mas isso é um processo
demorado demais, pois todo mundo quer tudo às
pressas, imediatamente.
- A Humanidade ainda é uma criança
, mal acabou de nascer, mal acabou de aprender
que pode caminhar por conta própria, sem
engatinhar, sem precisar usar "muletas".
O grande erro é que nós queremos
fazer tudo às pressas e medir tudo pela
duração de nossas vidas individuais.
O importante é que compreendamos que o
tempo deve ser contado em termos cósmicos,
universais.
Se assim o fizermos, começaremos, então,
a entender que o Universo é um organismo
imenso, ainda relativamente novo e que também
está fazendo seu aprendizado por intermédio
de nós seres vivos conscientes e inteligentes
que habitamos planetas disseminados por todo o
Espaço Cósmico. Nossa vida
individual só terá importância,
mesmo, se conseguirmos entender e vivenciar, este
conhecimento, esta grande Verdade: - Somos todos
uma imensa equipe energética atuando nos
mais diversos níveis energéticos
daquilo que é conhecido como Vida e Universo,
que, no final das contas, é tudo a mesma
coisa.
- Mas sendo assim, para eu aprender tudo de que
necessito para poder ensinar aos meus irmãos,
precisarei de muito mais que uma vida. Ser-me-ão
concedidas mais outras vidas, além desta
que agora estou vivendo?
- Mas ainda não conseguiste vislumbrar
que só existe uma única Vida e tu
já a estás vivendo há milhões
e milhões de anos e ainda a viverás
por mais outros tantos milhões, nos mais
diversos níveis? Tu já foste energia
pura, átomo, molécula, vírus,
bactéria, enfim, todos os seres que já
apareceram na escala biológica. E tu ainda
és tudo isso. Compreende, filho meu, nada
se cria, nada se perde, tudo se transforma.
- Mas mesmo assim, então, não terei
tempo, neste momento atual de minha manifestação
no Universo, de aprender tudo o que é necessário
ensinar aos meus irmãos que ainda se encontram
nos níveis 1, 2 e 3.
- E quem o terá jamais, algum dia?
Mas isso não tem a menor importância,
pois tu já estás a ensinar o que
aprendeste, nesta breve jornada mental. Já
aprendeste que existem 7 níveis evolutivos
possíveis aos seres humanos, aqui, agora,
neste Planeta Terra.
O Autor deste conto conseguiu transmiti-lo, há
alguns milênios, através da Tradição
Oral, durante muitas e muitas gerações.
O Autor deste trabalho, ao ler esse conto, há
muitos anos atrás, também aprendeu
a mesma lição e agora a está
transmitindo para todos aqueles que vierem a lê-lo
e, no final, alguns desses leitores, um dia, ensinarão
essa mesma lição a outros irmãos
humanos.
Compreendes, agora, que não será
necessário mais do que uma única
vida como um ser humano, neste Planeta Terra,
para que aprendas tudo e que possas transmitir
esse conhecimento a todos os seres humanos, nos
próximos milênios vindouros?
É só uma questão de tempo,
não concordas, filho meu?
Agora,
se quem deste aprendizado tomar conhecimento e,
assim mesmo, não desejar progredir, não
quiser deixar de lado as "muletas" que
está usando ou não quiser aceitar
essa verdade tão cristalina, o problema
e a
responsabilidade já não serão
mais teus.
Tu e todos os demais que estão transmitindo
esse conhecimento já cumpriram as suas
partes.
Que os outros, os que dele estão tomando
conhecimento, cumpram as suas. Para isso são
livres e possuem o discernimento e o livre-arbítrio
suficientes para fazer suas escolhas e nada tens
com isso.
Entendeste,
filho meu?
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*Stephen Kanitz
Enviado por Maria Cristina Vidal
A Inquisição
gerou uma série de comportamentos humanos
defensivos na população da época,
especialmente por ter perdurado na Espanha e em
Portugal durante quase 300 anos, ou no mínimo
quinze gerações.
Embora a Inquisição tenha terminado
há mais de um século, a pergunta
que fiz a vários sociólogos, historiadores
e psicólogos era se alguns desses comportamentos
culturais não poderiam ter-se perpetuado
entre nós.
Na maioria, as respostas foram negativas, ou seja,
embora alterassem sem dúvida o comportamento
da época, nenhum comportamento permanece
tanto tempo depois, sem reforço ou estímulo
continuado.
Não sou psicólogo nem sociólogo
para discordar, mas tenho a impressão de
que existem alguns comportamentos estranhos na
sociedade brasileira, e que fazem sentido se você
os considerar resquícios da era da Inquisição.
Primeiramente, como se explica a enorme dificuldade
de nossos intelectuais firmarem uma posição
pessoal sobre um assunto? É notória
a posição dos intelectuais do PSDB,
de estarem sempre "em cima do muro".
Quantos não conhecem a frase "Não
sou a favor nem contra, muito pelo contrário",
uma expressão coloquial pouco usada em
outros países.
Leia alguns textos de intelectuais e você
notará que a maioria sempre cita dezenas
de autores, a idéia é sempre do
outro ou pelo menos atribuída ao outro.
O que passa por erudição pode ser
uma tática de preservação
da própria pele. Numa Inquisição
você não vai querer se expor defendendo
suas próprias idéias, a saída
é sempre atribuí-las a outrem.
Uma das coisas mais difíceis neste país
é saber o que se passa na cabeça
de um mineiro. Não permitir que alguém
pudesse ler sua mente, ou chegar a uma aproximação
de suas reais intenções, era uma
condição básica de sobrevivência
na Inquisição, algo que os mineiros
cultivam até hoje.
Nossa Constituição e nossas leis
tentam sempre agradar a todos, somos sempre conciliadores,
nunca há perdedores, mesmo que isso gere
absurdos. A começar pela Constituição
de 1988, que consegue ser de esquerda, de direita
e liberal ao mesmo tempo. Contrariar alguém
na época da Inquisição era
contrair um potencial inimigo ou incentivar uma
denúncia anônima.
Nada me deprime mais do que uma pessoa humilde
que me presta um serviço se despedir com
a frase "Desculpe qualquer coisa". Por
que alguém iria se desculpar por ter feito
algo que ele nem mesmo sabe o que poderia ser?
Uma forma de se proteger de alguma denúncia
posterior à Inquisição.
Fernando Henrique Cardoso, em seu livro O Presidente
Segundo o Sociólogo, define a imprensa
brasileira como extremamente atenta ao deslize.
Se um presidente anunciar o fim da pobreza no
Brasil, segundo FHC, e no meio do discurso caírem
seus óculos, a manchete e a foto de primeira
página serão sobre a queda dos óculos,
e não sobre o fim da pobreza.
O deslize era talvez o maior perigo de um português
na época. Era justamente disso que a Inquisição
ficava à procura. (1) Se um português
mencionasse que havia tomado banho na sexta, isso
poderia ser considerado indício de que
se tratava de um cristão-novo. Todo português
precisava se policiar diariamente. É essa
preocupação com o deslize e a consistência
interna do discurso coloquial que explica a maioria
de nossas piadas de portugueses, em que rimos
de sua lógica extremamente rígida
e hermética.
Por exemplo, saindo de um hotel em Portugal às
5 da tarde, eu perguntei ao porteiro a que horas
costumava escurecer naquela época do ano.
O porteiro olhou para mim em pânico, provavelmente
querendo decifrar o significado da pergunta capciosa
que eu havia feito. Ficou minutos tentando achar
uma resposta que não o comprometesse de
nenhuma forma, uma resposta que não pudesse
ser subjetiva, revelando o mais íntimo
do seu ser, mas uma resposta calcada na lógica
cristalina, pelo racional mais cartesiano possível.
Finalmente achou a resposta, sorriu e me disse:
"Mas, meu senhor, aqui não escurece.
Aqui em Portugal nós temos luz elétrica".
Coloco a questão mais como uma hipótese
a pesquisar, a de que nosso comportamento não
foi determinado exclusivamente pelo índio,
pelo negro nem pelo europeu, mas que uma boa parte
foi moldada pelos quase 300 anos de Inquisição.
*Stephen Kanitz é administrador por Harvard
EUA.
www.kanitz.com.br
N.R.:
(1) Banho sabático tomado antes do por
do sol de sexta-feira, costume entre os judeus.
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Paganismo
“Conhecendo a verdade, que pode ser provada
pela história, o homem verá que
não precisa de religiões.
A comunhão com D’us é pessoal
e intransferível.
Mago
Selaht
Do livro Magia passo a passo, a Escada de Jacó
Definição
O Paganismo é o culto e o respeito
às forças da Natureza.
A palavra "PAGÃO" vem
do latim "paganus", que é aquele
que mora no "pagus", campo, na Natureza.
“Para o pagão, toda a Natureza
é viva, é Sagrada e seus deuses
e deusas refletem essa crença, oferecendo
conforto e equilíbrio àqueles que
compreendem o real significado de se respeitar
a Natureza.”
Erros de conceito
Erros são propagados quanto ao
sentido da palavra "paganismo".
Dicionários, enciclopédias e até
mesmo adeptos do paganismo pregam a palavra como
sinônimo de não-cristão, o
que é um grande erro, pois assim se incluiriam
religiões como o judaísmo, o islã
e outras, as quais não possuem componentes
distintamente "pagãos" no sentido
real da palavra - ou seja, de respeito à
Natureza. Em outros verbetes, um "pagão"
é aquele que ainda não foi batizado
no cristianismo. Em outros mais, os termos "paganismo"
e "ateísmo" são confundidos,
pois ateu é aquele que não crê
em nada, não possui religião - bem
diferente da noção de paganismo
enquanto caminho religioso.
Quem são os pagãos?
São os seguidores das religiões
da Terra, dos muitos deuses e deusas da Natureza.
Este é o sentido que os adeptos do paganismo
adotam quando se referem às culturas pré-cristãs
da Europa e das Américas (apenas como exemplos
clássicos), como "culturas pagãs".
Poucas são hoje as que mantêm um
contato direto com as tradições
originais do paganismo.
O paganismo original, surgido na Antigüidade,
tem conceito diferente do novo paganismo, representado
por diversas correntes recentes.
Muitos pesquisadores optam por utilizar o termo
neo-pagão, ou seja, os
novos pagãos, para os que seguem tradições
filosófico-espirituais inspiradas nos ensinamentos
e valores das Antigas Religiões.
Dentre estas correntes neo-pagãs,
sem dúvida, duas ganham destaque: a Wicca
e o Neo-Druidismo.
Até que ponto os povos pagãos influenciaram
o conhecimento humano?
Até que ponto o
culto desses povos pagãos foi ou é
nocivo às demais religiões?
Os cleros das seitas cristãs vêm
mentindo e enganando sistematicamente os que,
por comodismo ou teimosia, desconhecem a verdade
histórica, embora de certa forma haja uma
desculpa razoável para que isso acontecesse
no princípio.
Os cristãos primitivos eram como a maioria
das pessoas analfabetas e, portanto, eram dominadas
pelos poucos que sabiam ler e escrever. Os próprios
reis e rainhas não foram mais cultos. A
figura do Chanceler, aquele que portava o selo
real e confirmava os decretos, era de suma importância,
era pessoa de grande prestígio e de confiança
do Soberano. O selo dos anéis cardinalícios
e papais é um sucessor desse hábito
de autenticar um documento impondo o selo (sigilo).
A palavra sigilo – segredo - vem do lacre
inviolável que garantia a autenticidade
e a inviolabilidade de um documento.
A figura do arauto, funcionário encarregado
de ler os decretos e autos, que eram afixados
em praça pública, era a maneira
de informar e dar aspecto legal aos documentos
que deveriam ser do conhecimento das populações
analfabetas. Até hoje, proclamas de casamento,
editais de concorrência e outros documentos
seguem esse rito.
A leitura dos textos bíblicos, os quais
só podiam ser interpretados pelo clero,
era vedada ao povo, mesmo aos letrados. Facilitou
mentiras, fraudes e farsas, que até hoje
são motivo de ignorância e de preconceito
contra os praticantes de crenças não-cristãs
e que são ainda amplificadas entre seminaristas,
que serão futuros sacerdotes. São
acrescidas das decisões de Concílios
e das de altos membros do clero. São os
chamados dogmas de fé, inquestionáveis
pelos seguidores da religião católica.
Mentira, farsas, distorções
da verdade e outros absurdos até hoje tidos
como verdadeiros.
Jesus Cristo, Ieoshua ben Iosef,
Jesus, filho de José, o carpinteiro. Cristo
significa ungido, em grego coiné
(vulgar), língua falada na época,
nas províncias dominadas pelos romanos,
além do latim e do hebraico.
Messias significa igualmente ungido, aquele que
passou pelo ritual da unção, quando
o óleo de oliva das primícias (primeira
colheita ofertado como dízimo do templo)
era misturado a resinas aromáticas e vertido
sobre a cabeça daquele que recebia a unção.
Os sacerdotes e reis de Israel eram todos ungidos.
Mashiah, em hebraico, messias. Vê-se por
aqui que, se na história fosse considerada
a palavra messias, sozinha, significava apenas
e unicamente Ungido e não Jesus.
O mito do Salvador.
Ieoshua, Jesus ou Josué,
que são o mesmo nome, cujo significado
é Salvador. Assim, o nome dele é
que significava Salvador, como Raquel significa
ovelha.
Jesus não nasceu
no dia 25 de dezembro. É mentira.
Nasceu em Belém de Judá, Belém
da Judéia, uma aldeia próxima a
Jerusalém, provavelmente entre 6 e 7 a.C.
O paradoxo é fruto do erro de datação
atribuído ao monge Dionísio, o Pequeno,
encarregado pelo Papa da época (Sixto III
ou Leão I Magno), no século V de
nossa era, encarregado de organizar um novo calendário.
A
farsa da invenção do natal cristão.
O dia 25 de dezembro foi fixado no ano
440 da era cristã como data “oficial”
do nascimento de Jesus, com a intenção
de tornar cristã a festa pagã realizada
naquele dia, a festa pagã dedicada ao SOL
celebrada pelos pagãos por ser o solstício
de inverno.
A festa, chamada SATURNALIA, era um festival de
inverno Natalis Invicti,
natividade do sol inconquistado.
O deus Sol, no paganismo, LUGH, é comemorado
em agradecimento pelo calor que o astro-rei fornece
à mãe Terra e a conseqüente
vida dos seres vivos da Terra.
O dia 21 de dezembro é talvez o
maior dos feriados para os pagãos.
Nesse dia é comemorado o simbolismo do
nascimento de KERNUNNOS, Deus da vida terrena,
da fauna e da fertilidade, vinculado à
masculinidade.
Em lugar nenhum nas escrituras do “Novo
Testamento” aparece a data do nascimento
de Jesus, filho de José o Carpinteiro e
de Mariam ou Miriam, sua esposa.
Só mesmo a ignorância dos que acreditam
cegamente ou a má-fé dos que inventaram
essa farsa, justificariam essa farsa para a comemoração
de acontecimento de tamanha importância.
Os católicos não lêem a Bíblia
nem estão preocupados com os fatos históricos,
mas com medo de desobedecerem aos dogmas de fé,
preferindo a ignorância e a mentira, que
vai sendo enraizada com o ensinamento do catecismo
às crianças desde a tenra idade.
Árvore de Natal,
presentes natalinos e simbologia.
Pagãos, pelas razões comemorativas
já expostas, tinham o costume de dar presentes
em dezembro.
Entre os judeus, a festa do Chanucah
ocorre na mesma época do pseudo-natal e
era como é até hoje costume trocar
presentes.
Os presentes dos “reis” magos (outra
grande mentira do clero católico) seriam
uma outra origem falsa para o simbolismo dos presentes
natalinos. Na verdade, os magos “magi”
a palavra é de origem persa, já
tinham esse costume havia séculos. O costume
já existia entre também entre sumérios.
A grande mentira se deve ao fato de em nenhum
lugar da Bíblia estar escrito que os magos
eram reis ou que eram em número de três
ou seus nomes, tudo isso é invenção
mentirosa.
Três foram os presentes, e as razões
eram esotéricas, o incenso
composto de resinas aromáticas, servia,
junto com o azeite de oliva,
para a unção, a mirra
servia para fechar os nove orifícios do
corpo no ritual fúnebre e o ouro é
o metal incorruptível e símbolo
da incorruptibilidade, essa era também
a razão do ataúde de ouro dos egípcios.
A árvore natalina tem origem no
paganismo druídico. O carvalho,
árvore sagrada, era enfeitado nas casas
e nos lugares públicos pelos aldeões
druidas.
Os sinos das igrejas são outro
simbolismo, que é oriundo dos pagãos.
Representavam o elemento ar, enquanto os enfeites
na forma de bolas representavam o sol. Naturalmente,
as velas que iluminavam as antigas árvores
de natal, eram a representação do
elemento fogo.
Farsas
e outras mentiras poluem as seitas cristãs.
A virgindade “eterna” de Maria, mesmo
tendo dado à luz a Jesus e outros filhos
depois dele.
Leite da “Virgem Maria” é encontrado
em um frasco como relíquia na cidade de
Wütenberg, onde Martin Luther (Lutero) traduziu
a bíblia para o alemão, a qual foi
o primeiro exemplar impresso (na prensa).
Fato: A versão da “Bíblia”
presenteada ao príncipe de Wüttenberg,
pelo doutor em teologia, Martinho Luthero, (monge
da ordem Agostiniana) era um exemplar do “Novo
Testamento” (apenas a parte dos evangelhos
cristãos).
O culto às imagens, mesmo usando o eufemismo
“veneração” e o dogma
de que Maria seria advogada junto a Jesus, contrariam
o escrito nos dez mandamentos originais, antes
da “releitura” católica - outra
farsa.
A permissão dada ao apóstolo Saul
“Paulo de Tarso”, em sua visão
no caminho para Damasco, para comer animais impuros
Taref. D’us não
iria contrariar sua própria determinação
e Jesus, em nenhuma parte do “novo Testamento”
disse que veio para mudar. Outra grande
mentira, que separa cristãos e judeus.
Fato: Em
sua vida, narrada no “Novo Testamento”,
o judeu Ieoshua ben Josef (Jesus filho de José)
nunca deixou de cumprir todos os preceitos da
Torá e em momento algum os questionou em
essência ou os alterou, ao contrário,
era um judeu exemplar em seu comportamento como
pessoa e como religioso.
Origem
da pseudo-eucaristia.
Até mesmo a festa do que seria a “Santa
Ceia”, comemorada pela Igreja Católica,
é um ritual judaico, escrito e é
usado até hoje. Antecedia, em muito, a
época do nascimento de Jesus. A primeira
páscoa data da época da saída
do povo do Egito, onde era escravo, para a liberdade.
Pessah
significa passagem (para a liberdade). O ritual
da páscoa judaica é um ritual obedecido
até os nossos dias, do qual seder
era a ceia em que comiam carne de carneiro
ou cabrito, o pão ázimo e bebiam
um vinho, ainda não fermentado, especial,
kasher,
puro, feito com as primeiras uvas da colheita,
sagradas por serem “primícias do
Senhor”.
Molhar o pão ázimo, que
significa não fermentado, que era de trigo
integral moído, no vinho, e reparti-lo
entre os presentes, era comum, na época
em que dentes fracos e cariados eram comuns.
Erguer um brinde também era de praxe. É
a origem da Eucaristia, na ceia seder. Dividir
o pão e brindar com o vinho era comum em
todas as mesas, na ceia de seder, muito antes
do nascimento de Jesus.
Para concluir, a bem da verdade, a ceia de “seder”
é um ritual escrito e obedecido sempre
da mesma forma pelos judeus, até nossos
dias. Jesus foi um judeu exemplar e nunca contrariou
nenhum dos preceitos de sua fé, por isso,
comemorou o ritual completo da Páscoa,
que termina com a ceia e o fez com seus onze discípulos.
N.R.
Páscoa. A mais importante
festa do calendário judaico. Era celebrada
a partir da tarde do 14º dia do mês
de Nisan e ia até o 21º dia do mês
de Nisan, que, como o calendário era lunar,
poderia ser em março ou abril. Êxodo,
34:24.
Durante os oito dias da festa, na tarde do 14º
dia do mês de Nisan, cada família
israelita se reunia para a ceia do cordeiro pascal.
Durante os 8 dias da festa, não se comia
pão fermentado, por isso a festa era chamada,
também, de festa dos Pães Ázimos.
O primeiro e o último dia eram santificados
como o dia de um Sabbath, com repouso. O ritual
das cerimônias está em Êxodo
12 e Levítico 23.
Fontes:
Bíblia Sagrada, ritual de Pessah;
Atos do Concílio de Nicéia, em 325
d.C.
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Perseguição
a pagãos e a fraternidades esotéricas.
Por quê?
O grande medo do desconhecido
poderia ser uma das causas dessa perseguição
sistemática e perversa dos cleros das seitas
cristãs, católicos e evangélicos,
o que ocorre dissimuladamente ou não, até
hoje.
A caça às bruxas e aos hereges sempre
despertou o sadismo e a cólera dos que,
por ignorância ou pela má-fé,
movida pelos interesses escusos dos “piedosos”,
adeptos de seitas cristãs oriundas do judaísmo
puro, do qual são um grotesco arremedo.
“As religiões
dividem a raça humana ao invés de
uni-la e estabelecer
uma relação de amor entre os filhos
de D’us.”
M. Selaht
Do livro magia passo a passo,
a escada de Jacó
Em 28
de janeiro de 2007, a canadense Stephanie Conover,
de 23 anos, ganhadora de um concurso de Miss,
no Canadá, foi expulsa do Miss Toronto
por gostar de práticas de bruxaria, como
o tarô e o Reiki (prática de origem
japonesa).
Segundo os organizadores do concurso, foi excluída
porque o Reiki e a leitura do tarô são
coisas do diabo.
Esta notícia é confirmada e está
em portais da internet.
A caça às
bruxas, de 1450 a 1750 oficialmente, começou
bem antes.
Com o poder do clero católico sendo consolidado,
com o costume de que reis e rainhas deviam ser
coroados por bispos para serem considerados Reis
pela Graça de Deus, Deo Gratia
Rex ou Deo Gratia Regina, pelo fato
de os livros serem copiados à mão,
por monges copistas, que dominavam a palavra escrita
entre a multidão de analfabetos. E assim
dominavam a cultura e manipulavam as mentes das
crianças no catecismo, e adultos.
Os costumes pagãos foram vistos como uma
ameaça ao novo sistema religioso recém
estabelecido. Os deuses e deusas da natureza,
que eram da “religião antiga”
foram banidos.
Os festivais das antigas crenças foram
substituídos por festas cristãs
e feriados religiosos católicos nas mesmas
datas e épocas (veja o Titulo Paganismo
neste livro).
Os antigos deuses pagãos da natureza e
da fertilidade foram transformados em diabos maléficos
e terríveis.
Antigas deusas pagãs foram transformadas
em diabos machos para torcer o fato de aspecto
feminino ter sido venerado quando deveria ser
anulado.
Foi no século XII que se difundiu, falsamente,
que na reunião noturna das sextas-feiras,
os sabás, as
bruxas compareciam montadas em bodes e cavalgavam
vassouras ou apareciam na forma de pássaros.
Para voarem, as feiticeiras untavam o corpo com
uma poção mágica por elas
preparada, à meia-noite, entregavam-se
a orgias grupais e ao coito com o demônio.
Este foi um mito fatal, inventado para justificar
as atrocidades praticadas contra elas.
Cronologia do terror.
Torturas e assassinatos de inocentes em nome de
D’us e de seu “Filho Unigênito,
Jesus”.
1233. O Papa Gregório
IX institui o Tribunal Católico Romano,
conhecido como “Santo Oficio” ou “Inquisição”,
numa “piedosa e santa” tentativa de
exterminar os hereges e suas práticas malignas
com o diabo.
A figura do diabo era totalmente desconhecida
dos praticantes dos cultos pagãos da Terra,
que em muito antecediam os cristãos e eram
praticados por povos de outra origem étnica,
os celtas e os wikings.
1250. Alguns
bispos entregaram ao dominicano Étiene
de Bourbon a primeira descrição
do sabá. Oito anos mais tarde
iniciam–se os processos inquisitórios
por feitiçaria e, em 1275, após
várias sentenças condenatórias,
uma primeira ré é morta, queimada
viva na fogueira da inquisição.
“São” Tomás de Aquino
(1225-1274), expoente da escolástica, declarou
ser possível a conjunção
carnal com satanás. “Tudo o que acontece
por via natural, o diabo pode imitar”, afirmou
o “santo e devotado” Tomás
de Aquino.
1318. O
Bispo de (1) Cahors foi condenado à
fogueira sob a acusação de haver
tramado magicamente contra “Sua Santidade”,
o Papa João XXII, usando o encantamento
com um boneco de cera, do qual a História
tem conhecimento por relatos semelhantes, datando
de 2500 a.C., tendo o poeta Virgilio (70–19
a.C.) feito referencias à mesma prática.
1320. O
Papa declarou oficialmente que “a Bruxaria
e a antiga Religião dos Pagãos constituíam
uma ameaça hostil ao Cristianismo”.
Uma grave afirmativa considerando–se que
o Papa é infalível em questões
de fé.
Os bruxos foram tornados (2) heréticos
e a perseguição aos pagãos,
espalhou-se como fogo sobre capim seco por todo
o continente europeu. Os bruxos assumidos e um
número incalculável de pessoas acusadas
injustamente, homens, mulheres e criancinhas indefesas
foram perseguidos e, apesar de inocentes, brutalmente
torturados, violentados sexualmente, molestados,
castrados e só então executadas
diante de multidões ensandecidas e do sadismo
dos algozes.
Eram autoridades eclesiásticas, de uma
igreja que se dizia e ensinava ser representante
de D’us, um D’us de amor e compaixão.
1398. A
Universidade de Paris reforça a tese da
união sexual entre bruxas e o demônio.
1424. O
monge Bernardino de Siena (1380-1444) prega contra
as “artes mágicas” em Roma.
1465. Condenado
à fogueira, o Prior da Ordem dos Servitas,
dono de bordel, acusado de oferecer súcubos,
(demônios sob forma feminina) aos seus clientes
do lupanar.
1474. Este
ano foi um marco significativo. Até este
momento, só eventualmente os processos
levavam à pena capital. A Igreja mantinha
as campanhas contra hereges e pagãos, mas
não havia uma caça sistemática.
Em 1474, os padres católicos
carmelitas, de seu púlpito e durante as
missas, arriscavam-se a prever o futuro e diziam
fazê-lo com o auxilio dos demônios.
1484. O
Papa Inocêncio VIII, em 5 de dezembro de
1484, por insistência dos Dominicanos alemães,
publica a Bula Sumis Desiderantes
Affectibus (Desejando com Grande
Ansiedade), que espalha o verdadeiro terror pelo
continente.
“...tem chegado recentemente a nossos
ouvidos que, certas regiões da Alemanha
setentrional ... nas dioceses de Mainz, Colônia,Tier,
Salzburgo e Bremen, muitas pessoas de ambos os
sexos, esquecendo-se de sua própria salvação
e apartando-se da fé católica, têm
mantido relações com os demônios...
por meio de encantamentos, feitiços, conjuros
e outras superstições malditas...”
Confirmada a Bula Papal pelo Imperador Maximiniano
I, o Papa designou para executar a Bula a começar
pelo país reclamante (Alemanha). Os monges
dominicanos Heinrich Institor e Jacob Sprenger,
este último Deão da Universidade
de Colônia, publicaria em dois anos, em
parceria com Heinrich Kramer, Prior de Sazburgo,
a mais importante obra sobre demonologia
da história, o *Malleus Malleficarum
(o Martelo das Bruxas), que inspirou todos os
tratados posteriores.
1541. A
Bruxaria torna-se uma ofensa ilegal na Inglaterra.
1604. É
adotada a lei que decreta pena capital para bruxos
e pagãos. Nas 13 colônias da América
do Norte é decretada a pena de morte para
o “crime de bruxaria”.
No final do século XVII,
os que permaneciam leais aos antigos ritos pagãos,
viviam escondidos e a bruxaria tornou-se uma religião
subterrânea, secreta após a morte
estimada em um milhão de condenados na
Europa e mais de trinta condenados em Salem. Os
fatos ocorridos em Salem são os mais conhecidos,
entretanto, o primeiro enforcamento de um pagão,
na Nova Inglaterra, aconteceu em Connecticut,
em1647, 45 anos antes do de Massachussets, em1692,
tudo em nome do Cristianismo!
Também em Providense e Rhode Iland ocorreram
execuções em 1622.
Penas capitais e formas de execução
dos condenados, os métodos.
O método mais comum nas colônias
Inglesas na América era o enforcamento,
“Será pendurado pelo pescoço
até a morte”.
Na Europa, a fogueira. Outros métodos eram
o afogamento, a decapitação e o
esquartejamento.
Os seguidores das “práticas
antigas do paganismo” mantiveram-se ocultos
nas sombras e no segredo por 260 anos. Somente
após as leis contra a bruxaria terem sido
revogadas na Inglaterra é que os Bruxos
e Pagãos, no ano de 1951, oficialmente
saíram da clandestinidade para a luz da
verdade.
Perseguições
a fraternidades esotéricas
As fraternidades Rosacruz, Maçonaria, a
Ordem religiosa dos cavaleiros de São João
de Jerusalém, do Santo Sepulcro e do “templo
de Jerusalém”, os “Templários”,
as Ordens Sufis muçulmanas, e outras, foram
sempre objeto da curiosidade e da desconfiança
dos cleros das seitas cristãs, católicos
e evangélicos.
Uma possível
alegação para a perseguição.
Seria a inveja do poder dessas instituições,
acumulado pela sabedoria, importância social,
financeira e política de seus membros,
que são a nata da sociedade culta, nos
diversos campos da cultura humana.
A outra é o medo desse poder alegado
como desconhecido.
Boa desculpa para atribuir este poder
à intervenção de Satanás
nas Ordens Iniciáticas. Desculpa favorita
para que os clérigos católicos e
evangélicos perseguissem seus membros.
O que entre os, membros e dirigentes das igrejas
em relação à sociedade deveria
ser exemplo de boa conduta e comportamento, deixa
a desejar e muito.
Acobertamentos.
Escândalos de sevícias contra crianças
indefesas. A pratica da pedofilia já não
pode ser ignorada, ou escondida pelos dirigentes
do clero católico. Motivo de processos
e de condenações, apesar do acobertamento
sórdido desses atos e de seus abjetos autores,
os sacerdotes.
Os seminários e conventos sempre foram
antros de pederastia e lesbianismo, estendido
aos colégios de padres e freiras, pais
não acreditavam que homens e mulheres religiosas
fossem capazes de atos tão baixos, mas
também os acobertavam por medo de exporem
seus filhos vitimados.
Escândalos financeiros.
Enriquecimento ilícito ligado à
sonegação e à fuga de divisas,
como o caso da Igreja Renascer, no Brasil, têm
ocupado os noticiários.
Recentemente foi tornado público o caso
do Vaticano e do Banco Ambrosiano,
dirigido por um cardeal americano e a organização
criminosa Gelli, que foi chamada de Loja
Maçônica com intenção
torpe de manchar e envolver a maçonaria
com o crime.
Moral duvidosa
Hoje, como sempre, faltam às igrejas condições
morais para sequer levantar suspeição
sobre as instituições e ordens fraternais.
As fraternidades pagam impostos, as igrejas
não, as fraternidades pugnam pela perfeição
do ser humano e são o repositório
dos valores científicos sem fronteiras,e
pugnam ainda pelo desenvolvimento da obra magna
do supremo Arquiteto do Universo que é
D’us, e pela raça que Ele criou à
Sua semelhança, a raça humana.
O mundo logo verá. O ser humano,
individualmente, não depende de nenhum
representante para ser ouvido pelo criador do
qual é parte, da mesma forma que os Anjos.
M.S.
Falta bem pouco para que o ser humano
aprenda o que alguns já sabem, abrir seus
corações e pedir os Dons que o Senhor
dá a quem os pedir. M.S.
Essa será a derrota dos farsantes que usam
o nome do Senhor dos Exércitos para fazer
sofrer os que deveriam proteger e orientar.
A verdade é de D’us, a mentira, é
arma do inimigo.
Se essas Igrejas fossem sérias não
precisariam de farsas e mentiras para submeter
seus fieis. Essas armas não são
de D’us, mas, de belial,
a quem servem às sombras das catedrais,
construídas com dinheiro manchado de sangue
por assassinatos e sofrimento de inocentes. Com
dinheiro dos saques e espólios das “Cruzadas”
e pela apropriação das fortunas
dos condenados pela “Santa Inquisição”.
Intolerância Protestante
As seitas protestantes também perseguiram
pessoas e o fazem até hoje os de outras
religiões, a quem discriminam, chamando-os
de “pessoas do mundo” enquanto eles
são pessoas de Deus. Seus dirigentes usam
até de extorsão para receberem contribuições,
alegando que “Quanto maior a contribuição,
maior será o retorno”.
Segundo a Bíblia, por determinação
do, próprio D’us, o dízimo
só pode ser dado ao Levita e a mais ninguém.
Liderados pelo teólogo João Calvino,
os protestantes sustentaram seu próprio
reinado de terror.
O historiador protestante suíço,
Philip Schaff, admitiu: “Para
a grande humilhação das igrejas
protestantes, a intolerância religiosa e
até mesmo a perseguição até
a morte continuaram por muito tempo após
a Reforma. Em Genebra, o estado e a igreja puseram
em prática tal teoria perniciosa, chegando
até a utilizar a tortura e a admitir o
testemunho dos filhos contra os pais, e isto com
a sanção de Calvino.” E, quando
sua teologia sobre a predestinação
e a Trindade foi questionada por Jérôme
Bolsec e Miguel Servet,
respectivamente, Calvino mandou banir o primeiro
de Genebra e fez com que o último fosse
preso e julgado como herege. Servet foi
queimado na estaca.
Outros “hereges” também foram
queimados vivos na Genebra calvinista, com a aprovação
de teólogos protestantes, como Teodoro
Beza.
Martinho Lutero, um anti-semita.
Martinho Lutero (o reformador protestante)
também demonstrou grande intolerância.
Não só se tornou “notoriamente
anti-semita (oposto aos judeus)”, mas até
chegou a mandar queimar vivas, em Wittenberg,
quatro “bruxas”.
Guerras religiosas
Logo a França e a Alemanha se tornariam
despedaçadas por violentas guerras religiosas
nos séculos XVI e XVII, sendo cometidas
atrocidades tanto por católicos como por
protestantes.
As perseguições
em nome de D’us continuam até hoje
2008, no Brasil, programas de
TV evangélicos em diversas emissoras e,
principalmente, nas emissoras de propriedade de
evangélicos e nos programas das madrugadas,
quando “expulsam os demônios diante
da multidão estérica de fieis e
freqüentadores”. Apresentadores, “pastores
e bispos” dizem aos berros,
“vamos acabar com todos os trabalhos de
magia, feitiçaria e maçonaria, atribuindo
á maçonaria e ordens similares,
culto e pacto com satanás”.
Além de ser falso, isso é um desrespeito
à Constituição da República,
que assegura a todos o direito de livre
expressão e que o estado é laico,
não havendo religião oficial.
A Maçonaria e a sua coirmã,
a Rosacruz, não são ordens religiosas
e seus estatutos e propósitos são
registrados em cartório e os endereços
de suas sedes e locais de reunião, conhecidos.
Brasil, fevereiro de 2008. A
Fundação Nacional do Índio,
no Brasil, mostra às emissoras de televisão
a invasão de Igrejas Pentecostais que constroem
em terras das reservas indígenas dos índios
Guaranis no Estado do Mato Grosso do Sul. À
revelia da FUNAI evangélicos interferem
nos cultos religiosos dos índios, satanizando
os objetos de adorno e até a tradicional
cor vermelha do urucum que usam para pintar o
corpo.
Culto dos índios é semelhante ao
dos Druidas Celtas e modernos Wiccanos:
O culto pagão dos
índios Guaranis e o respeito ás
forças da natureza e a liberdade é
semelhante ao dos Celtas.
Os índios usam também a
medicina herbácea como os Celtas e cultuam
os mamaés “espíritos
da Floresta”.
A seita que mais constrói casas de oração
em reservas indígenas é a “Igreja
Pentecostal Deus e Amor”.
A liberdade de culto e de livre expressão
é uma piada no Brasil, governado por um
presidente omisso e incompetente, alheio a tudo
que não lhe interessa politicamente, ou
ao seu partido para se manterem eternamente no
poder.
O Brasil não aprendeu a lição
dada pelo Marquês de Pombal.
N.A. :
Religiões e seitas: A palavra religião
vem do latim religare (voltar a ligar) homem e
D’us, usamos a palavra seita para designar
as práticas religiosas, que derivam do
tronco puro, que é a religião, no
caso o Cristianismo. As seitas são caracterizadas
pelos dogmas de fé, decisões de
sacerdotes que dirigem as seitas e que colocam
as suas decisões como “tabula rasa”,
não admitindo sobre estas decisões
questionamentos, dogmas de fé, como proibições
e alterações dos textos bíblicos.
Ex.: alterar o santo sábado para domingo,
contrariando o texto dos 10 mandamentos, várias
vezes alterado em essência.
A própria palavra “religare”
já mostra que essa ligação
é pessoal, homem com D’us, como afirmamos,
e não homem, sacerdote, D’us. Não
há necessidade de intermediários.
CAHORS (1) cidade da França
de tradições celtas.
Heréticos (2) segundo
definição, heréticos só
os que fossem cristãos primeiro, poderiam
ser hereges. Os pagãos sempre foram pagãos,
portanto nunca poderiam ser hereges.
O Malleus Malleficarum:
Código contra as artes negras da magia.
Abriu portas para a histeria sádica e cruel
dos Dominicanos da “Santa Inquisição”.
Tudo isso baseado em Êxodo 22,V 17 (em uma
tradução tendenciosa) “A feiticeira
não deixarás com vida” o
verso refere-se aos que praticam o mal e usam
atavios para tal prática.
O Malleus Malleficarum era dividido em três
partes:
Na primeira, os juízes eram ensinados a
reconhecer os sinais e as bruxas, em seus múltiplos
disfarces e atitudes.
Na segunda, eram expostos os tipos de malefícios
classificando-os e explicando-os detalhadamente.
Na terceira, estavam as regras, procedimentos
e formalidades para agir “legalmente”
contra as bruxas demonstrando como inquiri-las,
para que a condenação sempre
ocorresse.
Processo Inquisitório:
Era cruel, levava-se ao tribunal qualquer um que
fosse suspeito de feitiçaria. Bastavam
três testemunhas para que o testemunho delas,
somado, servisse como prova dos “autos”.
Filhos podiam denunciar seus pais e cônjuges,
um ao outro.
As confissões eram obtidas através
de torturas, havia ainda a submissão às
provas ordálicas. Os réus
eram postos desnudos e inspecionados, cuidadosamente,
manchas escuras eram prova de pacto com o demônio,
insensibilidade à dor em qualquer parte
do corpo, era indício de feitiçaria.
Pobres hansenianos e pessoas com transtornos mentais
e portadores de deficiências físicas.
Foram parar na fogueira!
Suspeitos eliminados
por “julgamento Divino”
Os suspeitos eram amarrados em cruz sobre madeiras
pesadas e atirados a algum rio. Se não
afundassem, era a prova de que satanás
os protegia. Se, ao contrário, se afogassem
era sinal de que a justiça divina fora
antecipada. Durante as torturas, as vitimas eram
obrigadas a confessar transformações
em lobos, gatos, cisnes negros e, também,
que mantinham fornicações, relações
sexuais e sevícias com satanás.
Nazistas perseguiram maçons e rosacruzes:
A afirmação está no livro
“Doutrinas secretas de Hitler”.
É de domínio público,
também, que o Papa Pio XII fez acordos
e colaborou com Adolf Hitler.
Já é tempo de a verdade tomar o
seu lugar de direito diante das farsas imundas
que só envergonham a inteligência
dos sábios e afastam os seres humanos uns
dos outros, e do Senhor Nosso D’us Uno e
verdadeiro criador de tudo que há no universo.
Conclamo os leitores de mente aberta e sensível
à verdade, a confirmarem tudo o que está
escrito aqui e, quem sabe, assim o véu
do desconhecimento, da incerteza e da intolerância
não será rasgado de vez?
Fontes
Bíblia Sagrada, Editora Barsa tradução
do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo.
Malleus Malleficarum e outras fontes históricas.
A feitiçaria moderna de Gerina DunWich.
Doutrinas secretas de Hitler, Editora Pensamento.
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PÁSCOA
- PESSACH
Um
ritual que lembra a passagem do povo de Dus, da
servidão no Egito para a liberdade na terra
prometida
Quando
o povo hebreu seguiu Moisés na fuga para
a liberdade, o pão, que na época
era a base da alimentação do povo,
não estava pronto para assar. Da forma
como era feito, usando-se como fermento natural
“esponja”, as sobras da massa do dia
anterior, era misturada à nova massa, a
fermentação era muito lenta.
Foi esse pão ázimo, chag haMazot
(não fermentado), que o povo de Dus comeu,
em sua primeira páscoa; comeu também
as ervas amargas da orla do deserto e deu graças
ao Senhor dos Exércitos por sua graça,
pela passagem da escravidão para a liberdade.
A primeira
PESSACH
As doze tribos descendentes de José e seus
irmãos eram agora uma parte significativa
em número, entre os que habitavam Mitzraim.
Por isso faraó Rei do Egito amedrontado
com o número de hebreus os havia escravizado.
Moisés, o príncipe, havia sido banido
e perdera seu título. Vivia agora a sua
verdadeira natureza de hebreu. Havia sofrido com
o inclemente calor do deserto e com as noites
de frio intenso. No oásis onde estavam
acampados Jetro e sua casa “família”
encontrara Zipora, aquela que tomaria como esposa.
O Senhor Dus na “sarça ardente”
havia ordenado seu retorno ao Egito onde seria
o libertador do Seu Povo.
Moisés havia pedido a Ramesés, o
Faraó, a liberdade para o povo de Dus.
Diante da recusa Dus mandara dez pragas para castigar
os egípcios. Isso aconteceu no mês
de Nisan, no reinado de Ramesés.
Antes que a décima praga fosse cumprida
Dus ordenara que os portais das casas dos hebreus
fossem molhados com o sangue do cordeiro sacrificado
para a ceia. Os hebreus comeram a carne do carneiro,
acompanhada de pães ázimos com rábano
e outras ervas amargas. À meia noite, um
Anjo enviado por Dus feriu de morte a todos os
primogênitos dos egípcios, animais
e crianças até os da casa real.
Ramesés temendo a ira do Dus de Moisés
aceita libertar o povo para que fosse adorar o
seu Dus no deserto. Foi assim que começou
o ÊXODO.
Como recordação desse glorioso dia
de libertação dos hebreus, em que
Dus castigou o rei do Egito e seu povo foi instituída
a grande festa chamada PESSACH, que significa
passagem.
Isso aconteceu no décimo quarto dia do
mês de nisan, há 3.500 anos.
Os judeus
têm sido o alvo preferido do clero católico,
entretanto, a bem da verdade, o catolicismo é
nada mais do que um arremedo do judaísmo
recheado de heresias e farsas - a Páscoa
cristã é uma delas.
Durante certa época, o mundo viveu sob
o terror explícito do “Santo Ofício”,
nome que era dado à Inquisição.
Falar dessa época triste e podre da “Santa
Madre Igreja Católica, Apostólica
Romana” é tentar explicar o inexplicável.
As aberrações foram tantas, as transgressões
à moral e aos bons costumes excederam as
leis e o bom senso.
A arte poderia ser chamada de herética
e impudica, a ciência igualmente estava
escrava do clero. Os cofres do Vaticano se enchiam
de ouro sujo de sangue, leis permitiam o confisco
de bens de hereges. Muitas famílias inteiras
foram assassinadas em nome de Deus.
Qualquer religião tinha seus adeptos em
risco de morte iminente e sem motivos justos.
A Ordem dos Dominicanos Chamada de “Santo
Ofício” gozava de poderes absolutos.
Foi assim que muito antes do Ditador do Terceiro
Reich; essa instituição matou mais
seres humanos do que Hitler.
As seqüelas até hoje estão
arraigadas nas cabeças dos “Cristãos”
nas mentiras e costumes ratificados pelo concílio
de Nicéia e inculcados como ensinamentos
verdadeiros no catecismo. Desafiamos provar o
contrário.
Pessach,
Páscoa - significa passagem, e é
um ritual escrito, tradicional do povo hebreu
e antecede em muito o nascimento de Jesus.
A páscoa dos discípulos foi celebrada
como no ritual escrito.
Em toda a sua vida mortal, em nenhum momento o
“Rabino da Galiléia” deixou
de observar rigorosamente os costumes e a Torá.
Esse é mais um dos pontos controversos,
que não têm amparo histórico,
embora os cristãos digam que Jesus veio
para mudar. Isto não está escrito
em nenhuma parte do Novo Testamento. Desafiamos
quem possa provar o contrário.
A distribuição do pão ázimo
e do vinho “kasher” (puro, não
fermentado) aconteceram como no ritual. O ato
de molhar o pão no vinho era costume, já
que o pão ázimo é muito duro,
era um ato de cortesia o brinde, também
parte do ritual e o Rabino o fez como fiel e digno
judeu.
Nessa cerimônia, O Filho do Homem Jesus,
um judeu nascido em Bethlehem, filho de Miriam
e Joseph, o carpinteiro, conduziu como judeu exemplar
a cerimônia exatamente como no ritual. A
eucaristia é uma farsa inventada pelo clero
(nosso grifo).
Eucaristia, uma farsa herética.
Um arremedo da ceia “SEDER”
Grotesca imitação da ceia chamada
seder e que faz parte do ritual da semana santa
dos judeus e que dura 7 ou 8 dias, a contar do
mês de nisan.
A eucaristia é nada mais do que uma mentirosa
farsa. Poderia até unir cristãos
e judeus, mas os separa.
O costume de comer carne de porco no sábado
é abominável para os judeus e devia
ser para os cristãos, cuja religião
nada mais é do que um teatro, um arremedo
do judaísmo.
A páscoa cristã poderia ter alta
significância se sua origem verdadeira fosse
admitida.
O líder do clero deveria envergonhar-se
em aceitar o título de “santidade”
e de ser o dirigente de um clero contaminado pela
pedofilia e pederastia, embora essa última
venha sendo aceita como costume, é condenada
por Deus em Lev. 20.
Nesse momento que deveria ser de união
é o momento de reflexão, queremos
mostrar a verdade citando as fontes, e correndo
o risco do patrulhamento dos que aceitam serem
enganados em assunto tão sério,
onde a verdade de D us está sendo mostrada.
Aos libertos, Feliz Páscoa.
Queremos transmitir a todos uma mensagem positiva,
e nada mais positivo do que a verdade. Está
escrito.
M.
Selaht
Teólogo e deísta autodidata
|
A outra face da moeda
Uma visão
histórica e um comentário |
|
| denário
O Universo está em
perfeito equilíbrio.
Os astros giram com massas diferentes, velocidades
diferentes e rotações diferentes.
E tudo permanece em perfeito equilíbrio.
Por quê?
A
sustentação da vida existe pelo
equilíbrio da biodiversidade.
O ser humano tem saúde quando suas funções
vitais estão em equilíbrio.
O bem e o mal estão em equilíbrio,
cabendo ao homem manter esse equilíbrio,
para seu próprio bem.
As
moedas têm duas faces. Na época em
que Poncio Pilatos era governador da Judéia
havia duas moedas em circulação:
a moeda romana, o denário e o
Shekel (esse é o nome da moeda
de Israel nos nossos dias).
O discípulo Judas (Iuda), da cidade
de Cariotes, recebeu trinta denários como
pagamento para apontar aos guardas do templo o
“Rabino da Galiléia”. Acredito
que tudo fazia parte do equilíbrio e, portanto,
era parte do plano de Dus para que as ações
decorrentes acontecessem.
Naquele tempo havia o costume de fazer oferendas
a Dus em Seu Templo em Jerusalém, construído
por Herodes.
Nesse mesmo lugar, onde havia sido erguido o templo
de Salomão e mais tarde, quando o povo
voltou da Pérsia, guiado por Esdras, naquele
mesmo local foi erguido o templo de Zorobabel.
Até hoje, parte do templo original, o de
Salomão, onde A Gloria de Dus esteve presente
no “Lugar Mais Santo”, existe. É
o “muro das lamentações”.
Era nesse local sagrado, o templo, que estava
o altar onde as “hóstias”,
animais sacrificados eram incinerados. Eram uma
oferenda ao Criador, um ato de agradecimento e
fé antigos, como o dízimo. Essa
é uma parte da história com provas
documentais em mais de uma fonte escrita, além
das Escrituras Sagradas.
Em nossos
dias também a história nos mostra
a realidade de uma distorção do
ato de ofertar antigo.
A promessa
Em lugar de um louvor, é uma forma de barganhar
com o Senhor, mascatear com o próprio Dus.
É uma prova de desconfiança, achar
que Dus não é justo, e uma tentativa
de corromper ao próprio Criador. Esse pecado
se torna ainda maior quando a barganha se dá
com os chamados “santos”, porque contraria
o primeiro mandamento, porque Dus é UNO.
E a Ele devem ser dirigidas as preces e súplicas.
O Concílio de Nicéia estabeleceu,
entre outras heresias absurdas, a trindade divina
e a virgindade eterna de Maria, um absurdo anatômico
e biológico.
A barganha com Dus e as coisas de Natureza Divina
são o outro lado da moeda, o lado do maligno,
que induz ao erro, à mentira e ao pecado,
todos atributos menores da grande ignorância
que, junto com a permissividade, molestam a raça
humana, levando às demais mazelas de nossos
dias.
Enquanto a verdade indica o caminho da luz e do
“Ser”, a mentira leva à treva
e ao “Ter”.
Essa última, a ignorância, leva à
escolha de governantes da mesma identidade, a
do “Ter”, sem escrúpulos e
sem ética.
Essa escolha aparentemente um direito pessoal,
e protegido por lei, leva ao mal coletivo, prejudicando
os mais sábios, que fizeram a escolha adequada,
a do SER.
Parece sem importância, mas a humanidade
só será desenvolvida e alçada
a um plano superior quando todos os indivíduos
estiverem em pé de igualdade perante seu
Criador. É por isso que o dedo do mal e
as escolhas dos ignorantes são tão
nocivas à raça humana.
É impossível separar as faces de
uma mesma moeda, como é impossível
separar o passado do presente e ambos do futuro,
pois fazem parte da mesma história.
Neste segmento de vida
terrena, que tem princípio e fim, determinados
por Dus, é impossível separá-lo
dos que o antecedem e dos que o sucederão,
pois fazem parte da história do mesmo ser.
A escolha de um caminho indigno é uma mácula
que permanecerá para sempre no “imprint”
da genética espiritual, como da história
do ser.
Dedico
este escrito aqueles que reúnem grupos
para minimizar o sofrimento de seu semelhante,
estudando e divulgando a palavra da verdade, o
espírito de profecia e a fé no Grande
Arquiteto do Universo, que desejou criar o ser
humano perfeito e à sua semelhança,
mas que ama tanto a sua criação
que dá a ela o arbítrio, a liberdade
de escolha.
A esses seres especiais que lideram os filhos
da luz, na missão de trazer ao rumo os
afastados, as bênçãos do Altíssimo.
E que os anjos os guiem e guardem nessa sagrada
missão.
Mago Selaht.
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Liberdade
de religião?
Está
em trâmite no Congresso um projeto que
torna obrigatório o ensino de religião
nas escolas.
A idéia, não importa quem a tenha
proposto, é no seu todo prejudicial à
criança e fere seus direitos.
A simples alegação de que menores
não têm direitos esbarra em duas
premissas:
a primeira é a Constituição
da República que diz que o Estado é
laico;
a segunda, no direito de o menor poder escolher
livremente.
O Estado já é falho na medida
em que usa nas salas dos tribunais símbolos
as seita católica, (religião é
o cristianismo que engloba também protestantes
que não aceitam os símbolos e
as imagens), o que é um flagrante abuso
contra as demais religiões e desrespeita
a Constituição.
Recentemente
a estátua do Cristo Redentor, situada
no morro do Corcovado, no Rio de janeiro, teve
aberta a capela de seu interior e ganhou status
de local de culto.
Já fica difícil de admitir sem
desrespeitar os direitos das outras religiões,
que um logradouro público seja local
privilegiado de uma determinada religião,
seja a que pretexto for. Agora o desrespeito
fica mais evidente.
A
influência nociva do clero católico
no Brasil
Na colonização do Brasil, os padres
católicos jesuítas e dominicanos
já abusaram dos direitos dos cidadãos
impondo sua fé a ferro e fogo literalmente
com a força da tortura e da inquisição
a que chamavam de Santa Inquisição
ou Santo Oficio; uma barbaridade.
Papel
sórdido da “Santa Igreja”
Foi a Igreja Católica a responsável
também pela escravatura e a crueldade contra
os escravos já que o Papa, cujo julgamento
é “infalível” decretou
que índios e negros não tinham alma
e por isso eram listados nos balanços das
fazendas como semoventes (animais). Foi a mão-de-obra
escrava a usada na construção das
igrejas e de sua manutenção.
É pouco sabido pelas pessoas em geral que
a “Santa Madre Igreja Católica”
era o maior proprietário de escravos do
Brasil, sendo de bom tom que cada padre tivesse
pelo menos um escravo. Esse foi o motivo real
para retardar o fim da escravidão no Brasil.
O fato de a família real ser católica
e a conseqüente repercussão na Europa
eram secundários, bem como a oposição
dos senhores de escravos, o motivo alegado, tanto
é que com a chegada dos imigrantes o que
houve foi progresso.
A
igreja católica foi igualmente responsável
pelo aculturamento dos donos da terra, os índios,
impondo lhes língua e religião à
força.
Perseguição religiosa
Foi igualmente responsável pela perseguição
de Judeus e Cristãos Novos.
O bairro do Brooklin, na cidade de New York foi
fundado por judeus perseguidos que fugiram para
os Estados Unidos. Até hoje vivem no Brooklin
descendentes desses judeus vindos do Brasil.
Crueldade e castigos corporais
contra crianças
O ensino era dominado pelos padres católicos,
e os castigos físicos brutais com o uso
das palmatórias e varas para espancamentos.
Até os idos de 1930 os castigos corporais
eram praxe nos colégios de padres, principalmente
nos internatos.
Empresários do ensino
Está certo que entidades religiosas sejam
mantenedoras de instituições de
ensino. Errado é impor o ensinamento religioso
a quem não o desejar, mesmo que no âmbito
escolar ou acadêmico.
Capelães militares são
apenas os padres católicos.
Outro desrespeito á lei é o fato
de capelães militares serem apenas padres.
Porque são discriminadas as outras religiões
se o Estado é laico?
Diplomacia, outro foco de desrespeito
à lei.
Também na diplomacia há delitos
contra a Constituição. Cardeais
circulam em automóveis de placa diplomática
porque como “príncipes da Igreja”
são também cidadãos do Estado
do Vaticano. E daí? Israel também
é um estado religioso, mas os rabinos não
andam por aí em carros diplomáticos.
Os clérigos muçulmanos também
não.
Desrespeito ao Santo Sábado,
como está na Bíblia.
O sábado, dia sagrado estabelecido por
Deus no decálogo em Ex. 20 também
não é respeitado. Convocando-se
eleições para esse dia e obrigando
ao trabalho, empregados que respeitam o sábado
como dia de descanso e recolhimento espiritual.
É
preciso acabar, isto sim, com essas distorções
que discriminam pessoas por sua fé ou pelo
direito de serem ateus.
Se os parlamentares fizessem o trabalho para o
qual foram eleitos e parassem de se locupletarem
com dinheiro púbico já seria ótimo.
Tratem de deixar o assunto religião como
escolha dos cidadãos.
Professor
Flavio P. Ramos
Editor
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Rio de
janeiro, segunda feira, 17 de abril de 2006
Resposta à leitora Rita de Cássia,
de Minas Gerais
Deixamos
para responder seu e-mail no domingo em respeito
à Páscoa cristã
Direito à réplica
Senhora Rita de Cássia, o Portal www.mensageiro.com.br
sempre cumpriu a lei dando o direito de réplica
a seus leitores.
Sempre publicou artigos embasados na verdade com
fontes citadas.
Por ser um artigo assinado, temos a inteira responsabilidade
pelo que foi escrito.
A senhora diz representar milhões de católicos
fervorosos e praticantes. Parabéns pela
eleição ou será que não
houve eleição?
Respeito ás religiões
Nosso portal respeita as religiões sim,
mas se reserva ao direito de demonstrar a verdade
dos fatos.
Seu primo que é padre, já esteve
sob suspeita, e teve sua inocência provada.
Ótimo, somos pela justiça, sempre.
Não questionamos a transferência,
se é certo, que se Ele é inocente,
foi uma decisão que pode dar o que falar.
Um Fato
Histórico
Quanto à castração dos meninos
é um fato que pode ser visto até
na internet e há livros inteiros escritos
sobre essa verdade sórdida.
O
Cristianismo sofreu perseguições,
sim.
A Seita Católica, não. Foi ela sempre
a perseguidora. Está aí a “Santa
Inquisição” que ceifou vidas
de pessoas inocentes de todos os credos.
A Ordem dos Templários, Religiosa e Militar
acreditada e oficializada pela Igreja Católica,
teve seus membros presos e dirigentes cremados
vivos em frente à Catedral de Notre Dame,
na França, acusados de heresia. Isso aconteceu
em 18 de março de 1314, ao entardecer.
O motivo real foi o dinheiro que a Igreja, seu
papa Clemente V, nascido Bertrand de Got e o Rei
Felipe “o Belo” de França deviam
aos Templários.
Veículos de Comunicação
A
Igreja Católica tem vários jornais,
revistas, emissoras de rádio-difusão
e televisões no mundo inteiro, possui também
banco e é acionista de inúmeras
empresas privadas.
Acho que a sua fé tem o tamanho da sua
ignorância, quem sabe a senhora não
seria como uma das mães do passado que
deram seus filhos para serem castrados e seviciados
para deleite dos senhores da fé?
Ou a mãe que é contra os filhos
que denunciam abusos sexuais, preferindo a versão
dos acusados? Esperamos, sinceramente que isso
nunca venha a acontecer com os seus filhos. Ou
aquela que ajudou a eleger Lula Presidente?
Temo pessoas como a senhora pois, há muitos
que pensam da mesma forma.
A época
é própria porque chama a atenção
A cada ano a mentira e a ilusão vão
crescendo e os que praticam os mais covardes e
sórdidos crimes vão sendo acobertados
pelo corporativismo dessa Igreja e pelo fanatismo
dos que nada mais conhecem do que as orações
da missa.
Mas,
senhora Rita de Cássia, a senhora não
está sozinha, há milhões
que ainda acreditam nessa farsa criminosa e a
ela rendem homenagens. Muitos são homens
e mulheres de Ciência. Fico pasmo com essa
constatação será por comodismo?
Desconhecimento? Para juntar-se à massa,
por gregarismo? Por medo?
Agradecemos à leitora por acessar o nosso
portal, que é escrito para o leitor que
deseja a verdade nua e crua, doa a quem doer.
É exatamente por nossa fé no “Senhor
dos Exércitos” que tirou Seu povo
do Egito, da casa da servidão para a terra
prometida, que pugnamos pela verdade, sempre.
Imagine senhora, a cada ano cerca de cinco mil
jovens meninos eram castrados, e isso aconteceu
por dois séculos. Suponhamos que cada um
dos meninos casasse e tivesse um único
filho. Veja quantas crianças deixaram de
alegrar o mundo. Bela forma de evitar filhos,
tudo em nome dessa sua Igreja...
Abra seus olhos para a realidade histórica.
Desafiamos que qualquer pessoa prove o contrário
do que foi por nós escrito.
Flavio
P. Ramos
Editor |
| |
Castrati.
E-mail da leitora RITA DE CÁSSIA
Belo Horizonte, 16 de
abril de 2006
Professor Flavio P. Ramos
Meu nome é Rita
de Cássia, sou mineira, tenho 40 anos e
sou de família de tradição
Católica Apostólica Romana.
Duvido que meu e-mail
seja publicado.
Represento milhões
de católicos fervorosos e praticantes que
ficaram chocados com seu artigo com o título
de Castrati.
O senhor diz que seu portal
respeita as religiões, entretanto, nesse
artigo caiu de pau na Igreja Católica.
Meus filhos estudam de
graça em um seminário aqui de Minas
e tenho um primo padre.
Não acredito nessa
história de caparem os meninos para cantarem
no lugar das meninas.
A Santa Madre Igreja de Cristo sempre foi perseguida
e caluniada e os padres também.
Meu primo já passou
o vexame de ser acusado de bulir com os garotos
nada foi provado e ele é padre até
hoje, mas perdeu o ministério na paróquia
aqui perto,aonde estava e foi transferido para
outra cidade. Tudo por causa da difamação,
mas não conseguiram provar nada nem abalar
a nossa fé.
A Igreja não tem
um jornal para se defender por isso é acusada
pelos que estão no grupo dor intolerantes
e servos do diabo que querem aparecer. Se o senhor
é um homem de Deus vá confessar
os seus pecados que devem ser muitos, Jesus vai
ser generoso e vai perdoar.
Estou revoltada, acho
de mau gosto aproveitar a Páscoa para difamar
a Igreja de Cristo.
Se tiver coragem, duvido, publique esse e-mail”.
|
|
Ao
senhor Flávio P. Ramos, editor do www.mensagiero.com.br,
sobre o e-mail da leitora Rita de Cássia,
de BH-MG.
Leio este jornal desde que ele foi inaugurado
e posso afirmar sem medo, que coragem é
algo que não falta a este jornal.
Infelizmente, vemos nos dias de hoje, o fundamentalismo
cristão ressurgir das mais diversas formas,
seja em algumas igrejas evangélicas, seja
no próprio seio da seita católica;
na figura do nazista Ratzinger e nos Carismáticos;
se não me falha a memória o Estado
do Vaticano foi oficializado através de
um acordo com Benito Mussolini.
Os fundamentalistas agem como pessoas cegas e
como animais adestrados, seguem as ordens de seus
donos; sem pensar criticamente, sem a capacidade
analisar o que é certo ou errado, pois
para eles a palavra do pastor é a única
verdade.
A seita católica pode não ter jornal,
mas possui um padre “superstar” e
diversos programas nas estações
de rádio do Brasil e na rede de televisão.
Aliás, nunca vi uma crítica à
santa igreja; em nenhum meio de comunicação.
Enquanto isso, como exemplo de tolerância
católica, a cantora Daniela Mercury foi
proibida de cantar no vaticano devido ao seu apoio
ao uso de preservativos durante uma relação
sexual.
O Sr. Padre Quevedo sempre teve destaque na grande
mídia; desmascarando; fenômenos paranormais
e mediúnicos inexplicáveis. Mas
por que será que ele não se confrontou
com o grande Chico Xavier?
Por que será que a verdadeira ufologia
raramente é divulgada na mídia?
Só aparecendo os loucos que dizem viajar
para Vênus diariamente...
Negar as atrocidades cometidas pela igreja católica,
profanando o sagrado nome de Deu, é negar
a própria história da humanidade.
No filme “The Great Farinelli, Il Castrato”
(década de 80), aparecem castrati
que depois de atingir idade adulta apresentam
comportamento homossexual, o que logo geraria
preconceito e um ser humano podado em seu desenvolvimento,
morre prematuramente. O que acontece com Farinelli
no filme. Farinelli nasceu em 1858 e morreu em
1922. Sua voz foi gravada pela Gramophone Recording.
Congratulo o Sr. Flávio P. Ramos pela coragem
de editar este jornal, com a certeza de sua missão
espiritual de divulgar a verdade, está
sendo cumprida.
"Bem-aventurados
são os que lutam pela verdade"
Allan Soria, Professor
.
|
Ao Sr. Professor ALLAN MARCEL
P. SORIA
Obrigado,
Professor Allan Soria por sua resposta à
leitora RITA DE CASSIA, de BH, Minas Gerais.
Por
comodismo ou falta de coragem, raramente recebemos
cartas de pessoas que entendem nossa posição
em assuntos que abalam os conceitos a
inda
que falsos sobre assuntos que são tabus
religiosos.
Nosso
objetivo é a verdade, principalmente aquela
que foi ocultada pela censura política
e religiosa. Somos contra o fanatismo e a cegueira
que leva o ser humano à alienação.
Como
o senhor sabe, durante decênios os copistas
religiosos eram os que, internos em conventos,
registravam a história (que servia aos
propósitos
da Igreja Católica).
É
também o caso do ensino dos sacerdotes
jesuítas no mundo inteiro, que sempre impuseram
e impõem até hoje a religião
pela goela de seus alunos.
Quando
o maçom Marquês do Pombal extinguiu
a "Santa Inquisição em Portugal
e no Brasil" prejudicou os interesses da
Igreja Católica no ensino, mas por outro
lado acabou com o banho de sangue dos inquisidores
e a imposição da religião
católica aos indígenas e a perseguição
aos judeus e aos evangélicos.
Também
os escravos foram beneficiados. É sabido
que cada padre tinha pelo menos um negro como
escravo e a instituição que mais
escravos possuía era a Igreja Católica.
O poder
era ratificado pelo fato de reis serem coroados
por Papas, dando aos soberanos a condição
de "Reis pela Graça de Deus".
Napoleão Bonaparte coroou a si próprio
e afrontou o Papa com seu gesto.
Ainda
hoje, é tempo de profunda ignorância
e hipocrisia, quando o clero católico e
seu patrão, o Bispo de Roma, metem o bedelho
em assuntos científicos, como o planejamento
familiar e o uso da camisinha, sentimos o que
é e até que ponto vai a ignorância
dos que pensam que vão alcançar
a salvação tapando o sol com a peneira.
Nostradamus
diria: É um sinal dos tempos.
Atenciosamente,
Flavio P.
Ramos
Professor universitário, jornalista,
Editor do www.mensageiro.com.br
|
| |
CASTRATI
Prof.
Flavio P. Ramos
editor
A
Páscoa, comemorada nos dias de hoje pelos
católicos do mundo inteiro era, nos séculos
XVII e XVIII comemorada no mundo inteiro, como
hoje.
Por traz dos cantos “sacros” um ato
selvagem era praticado por ordem do papa e tendo
a bíblia como pseudo-respaldo.
Os jovens do sexo masculino eram os únicos
permitidos a cantar nos coros das igrejas e no
vaticano.
Com um requinte de maldade, de crueldade mórbida
e hedionda, devido a uma interpretação
questionável da bíblia, na primeira
carta de Pedro aos Corinthos 14: 34, todos os
jovens cantores tinham seus testículos
extraídos cirurgicamente para que suas
vozes tivessem timbre feminino. Eram chamados
CASTRATI.
Anualmente, eram castrados cerca de 5.000 meninos
com o propósito de cantar nos coros das
igrejas, de acordo com Melicow e Pulrang.
A justificativa
Segundo os entendidos da época, “por
possuírem caixa torácica e pulmões
masculinos e cordas vocais femininas” eram
os intérpretes ideais para os cantos nas
igrejas e depois na ópera.
A Herança
judaica
A PÁSCOA é o ritual judaico do Pesah
que dura uma semana. É a comemoração
da PASSAGEM do cativeiro em terras egípcias
para a liberdade, quando o povo escolhido por
Deus, liderado por MOCHE, Moisés, que fora
Príncipe do Egito, tomou seu rumo para
a Terra Prometida. Na verdade, uma volta ao principio,
pois essa terra, Jerusalém,
era a mesma Salém
onde o Patriarca Abraão dera ao Sacerdote
do Deus Altíssimo o primeiro dízimo.
A realidade oculta
é abafada sempre
A bem da verdade e, para os cultos e inteligentes
que, com suas mentes abertas forem capazes de
ver as barbaridades que esses senhores dirigidos
pelos “Bispos de Roma” vêm cometendo.
As Cruzadas, expedições
militares onde o saque, o estupro e os assassinatos
de homens, mulheres e crianças foram os
meios de arrecadação para que Roma
e o Vaticano pudessem nadar em ouro.
A “Santa Inquisição”,
mancha que jamais será apagada. O “Santo
Oficio” torturou e assassinou milhares
de seres humanos de todas as religiões
e confiscou seus bens terrenos.
A perseguição
a cientistas que discordavam cientificamente
da Igreja vetusta que acreditava ser a terra quadrada.
A venda de todos os quadros
sacerdotais de padre a Papa. Bastava comprar
o lugar para ter um filho na Igreja.
As comprovadas práticas
de MAGIA NEGRA praticada por altos membros
do clero católico.
Mais recentemente os acordos secretos entre o
papa Pio XII e o governo do nazista Adolf Hitler.
O aculturamento das populações
indígenas nativas e a imposição
da religião a ferro e fogo nas Américas.
Feito esse de responsabilidade dos sacerdotes
Jesuítas, os mesmos da “Santa Inquisição.”
O atual papa, membro da
juventude Hitler, é contra o uso
da camisinha e outros métodos anti-concepcionais.
Essa é a Igreja na contramão da
ciência e do bom senso.
O acobertamento dos casos
de pederastia e pedofilia já acontecia
como hoje, naturalmente, entre padres e CASTRATI.
Reflitam, vocês gostariam de ter seu filho
castrado para poder cantar coro da igreja?
Uma corrupção do Judaísmo,
uma farsa que em nada engrandeceu o propósito
da fraternidade, pois, dividiu ao invés
de somar uma Igreja que não paga impostos,
que só tira dos seus incautos fieis, comodistas
e desinformados que pensam que TODOS os caminhos
levam a Deus. SÓ
A VERDADE LEVA A DEUS.
Procurem refletir com base na verdade, na ciência,
não acreditem no teatro montado para ilusão
dos incultos, usem o discernimento.
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Religiões
“A
regra de ouro consiste em sermos amigos do mundo
e em considerarmos como uma toda a família
humana.
Quem faz distinção entre os fiéis
da própria religião e os de outra,
deseduca
os membros de sua religião e abre caminho
para o abandono, a irreligião.”
Mahatma
Gandhi
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Mohandas
Karamchand Gandhi (1869-1948)
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Fonte e ilustração:
BBC BRASIL
Texto de: Assimina Vlahou, de Roma |
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Manuscrito redescoberto pode reabilitar Judas
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| Judas,
o homem que, por 30 moedas, entregou Jesus aos
soldados que o crucificaram, não seria
um traidor mas sim um herói.
Segundo
documento Jesus teria perdoado Judas,
que teria ido para o deserto |
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Esta interpretação
da história pode ganhar força graças
a um antigo documento que só agora está
sendo traduzido. Sua publicação, prevista
para abril, já causa polêmicas e divide
os católicos.
O manuscrito, em copta, é
do século quatro e foi descoberto nos anos 70,
no Egito.
Desde então passou por várias mãos
e muitas aventuras, até chegar aos cofres da
fundação Maecenas for Ancient Art (Mecenas
para Arte Antiga, em tradução livre),
de Basiléia, Suiça- atual proprietária,
em sociedade com a National Geographic.
O texto, mantido sob sigilo, está sendo traduzido
para inglês, francês e alemão por
Rudolph Kasser, considerado como o maior especialista
em língua copta do mundo.
Apócrifo.
Quanto ao conteúdo, segundo estudiosos que tiveram
acesso à copia de alguns trechos, não
há duvidas. O código transcreveria o "evangelho
de Judas", um apócrifo do século
um.
Os evangelhos são a principal fonte de informações
sobre Jesus Cristo.
A igreja reconhece quatro, que define como canônicos:
Mateus, João, Marcos e Lucas.
Os apócrifos não têm autoridade
canônica, mas influenciaram a interpretação
da história e a maneira como ela foi reproduzida
através da arte.
Na opinião de alguns estudiosos, o documento
poderá revolucionar o modo de entender a primeira
fase do cristianismo. E dar uma nova imagem ao homem
que traiu Jesus com um beijo.
O "evangelho de Judas" teria sido escrito
por membros da seita gnóstica cainita, um movimento
religioso cristão que misturava misticismo e
filosofia e influenciou grupos heréticos.
Na visão dos cainitas, Judas Iscariotes teria
seguido um desígnio divino e não podia
fugir de seu destino. A traição faria
parte do plano de Deus, era necessária, e sem
ela não haveria salvação para os
homens.
Confirmações
A existência desse evangelho e sua interpretação
da figura do apóstolo, considerado maldito, é
comprovada por diversos autores, entre eles S. Irineu,
no texto Contra as Heresias, escrito em 180.
Segundo monsenhor Walter Brandmuller, presidente do
Comitê de Ciências Históricas do
Vaticano, os cainitas achavam que o mundo era expressão
do mal. O bem, existia apenas na dimensão transcendental.
“Consideravam em modo positivo todas as figuras
negativas das escrituras sagradas hebraicas e cristãs.
Uma forma de oposição ao deus criador
deste mundo, um deus mau, que ignorava o Deus verdadeiro",
disse à BBC Brasil.
Monsenhor Brandmuller nega, contudo, que o Vaticano
esteja promovendo uma campanha para reabilitar Judas.
O novo documento, que define como uma espécie
de "ficção histórica",
não deve provocar grandes mudanças, em
sua opinião.
"Será um testemunho precioso para conhecer
melhor o cristianismo primitivo", afirmou.
Outros católicos consideram importante uma revisão
da figura que acabou por se tornar sinônimo de
traição e que ainda hoje é simbolicamente
castigada, através da "malhação
de Judas", no Sábado de Aleluia.
Possuído
Para São Lucas e São João, Judas
traiu porque possuído pelo demônio.
O escritor Vittorio Messori acredita que o manuscrito
copta pode dar um impulso na reabilitação
de Iscariotes.
Segundo o autor de vários livros sobre a Igreja
Católica e amigo de João Paulo 2°,
esta revisão é necessária. Resolveria,
segundo ele, um problema aberto de justiça e
misericórdia de Jesus, que teria perdoado a covardia
de Pedro, mas não a traição de
Judas.
"No evangelho apócrifo, Judas se arrepende.
Jesus o perdoa e o manda para o deserto, fazer exercícios
espirituais. Nos evangelhos canônicos ele se suicida.
Não há sinal de perdão, apesar
de Jesus ter ensinado a perdoar os próprios inimigos”,
afirmou Messori para o jornal La Stampa.
A idéia de um desígnio divino não
é novidade, na avaliação de Alberto
Mellone, professor de historia da Igreja Católica.
"Esta interpretação faz parte de
uma catequese difusa", disse para a BBC Brasil.
Mellone descarta também que a figura de Judas
tenha tido alguma influência no surgimento e enraizamento
do anti-semitismo.
Alguns estudiosos defendem esta hipótese e acreditam
que uma reabilitação da figura de Judas
possa contribuir para o diálogo entre católicos
e judeus.
"O antisemitismo cristão nada tem a ver
com Judas mas com os sacerdotes de Israel. Baseou-se
na acusação de assassinato de Jesus e
não em sua delação", afirmou
Alberto Mellone.
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Reis
Magos,
realidade ou farsa?
Mais
uma farsa do clero católico que gerou devoções
e crendices populares como a Folia
de Reis, a meu ver um folclore pernicioso, pois
leva desde a criança até o mais velho,
que não conhece a Bíblia a mais uma falsidade,
mais uma mentira que o clero católico cultiva
na cabeça de seus fiéis.
Normalmente, o católico não
é estimulado a estudar as Sagradas Escrituras,
mas apenas repetir as orações da missa,
mecanicamente. No passado, a missa era rezada
em latim, para aumentar a distância entre os fiéis
e o clero (que se dizem legítimos representantes
e ministros de Deus na Terra).
Durante muito tempo os católicos pensaram que
a Bíblia havia sido escrita em latim. Na verdade,
nem uma só palavra dela foi escrita em latim,
mas em aramaico e grego coiné (vulgar), encontrado
nos Evangelhos.
Não somos contra nenhuma religião
ou seus fiéis, mas a favor da busca da Verdade,
pois entendemos que Deus é Verdade, satanás
é mentira, é engodo, é farsa.
Juntando-se a outras tantas, como a data do nascimento
de Jesus, que não foi no dia 25 de dezembro,
ou que Jesus teria vindo para mudar o Antigo Testamento,
quando Ele próprio disse que não. A troca
da santidade do sábado, dia de repouso e meditação,
instituída por Deus, nos Dez Mandamentos, (única
peça escrita pelo próprio punho de Deus,
no alfabeto de fogo, alfabeto quadrado pré-massorético).
Na época, não vigorava o calendário
atual, mas o calendário lunar, que não
coincide com o atual calendário gregoriano. Procurem
refletir sobre mais esta questão.
Especificamente, a questão da antiga dúvida
semeada pelo Apóstolo Paulo, que disse ter visto
um vaso vindo do céu com toda sorte de animais
impuros, e que Deus permitiria que doravante fossem
consumidos como alimento. O apóstolo Paulo não
tem maior autoridade do que o Senhor Deus, que instituiu
os alimentos saudáveis, chamados “kasher”,
chamados também puros, dos impuros, chamados
“taref”. Deus não iria se contradizer,
lançando entre seu povo uma dúvida sobre
um assunto antigo e importante, como a purificação
do corpo (templo de Deus no homem).
Mas não é dessas inverdades que falaremos
agora, mas especificamente, dos pseudo-reis magos. Na
tradução imprópria e tendenciosa
da Bíblia Sagrada do padre Antonio Pereira de
Figueiredo, com notas e um completo dicionário
prático, por Monsenhor José Alberto L.
de Castro Pinto, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro.
Procurando o verbete “reis magos” nada encontramos,
mas procurando “magos”, encontramos na página
90, “personagens que vieram do Oriente para visitar
o menino Jesus, segundo a narrativa do discípulo
Mateus em Cap. 2.1 a 12. Embora tenham sido tidos popularmente
como reis, nada prova que o fossem. Provavelmente eram
homens versados nas ciências naturais, especialmente
na Astrologia (vejam que este membro do clero aceita
a Astrologia como ciência natural e não
como coisa de satanás).
A escritura não fornece dados suficientes para
determinarmos suas pátrias, diz apenas do Oriente.
Mesmo quanto ao número não se sabe ao
certo”.
Os presentes, em número
de três, ouro, incenso e mirra, é que falseiam
a idéia de que seriam três os personagens,
mas há quem julgue terem sido quatro, cinco,
seis e até doze os personagens. Palavras do padre,
o monsenhor que escreveu o Dicionário.
Os nomes “Gaspar, Baltasar e Melquior”,
segundo o autor do dicionário, monsenhor José
Alberto L. de Castro Pinto, são de uma tradição
tardia e dúbia (duvidosa).
A mentira vem sendo repetida e encenada pela Igreja,
através dos séculos, promovendo nos católicos
uma lavagem cerebral e instituindo mais um ponto polêmico
que divide as opiniões e volta religiões
umas contra as outras.
Encenada, além dos presépios, está
a Folia de Reis, uma tradição baseada
numa premissa falsa, que virou folclore, e é
reproduzida em forma de encenação nos
colégios católicos, inculcando, desde
cedo, na cabeça das crianças, uma mentira.
O absurdo chega a tal ponto que existe na Europa, um
simulacro de túmulo, onde dizem que estão
supultados os três “Reis Magos”. Essa
sepultura é isolada pelos clérigos e não
se permitem visitas. Entretanto, o “santuário”
onde está localizada é centro de grandes
peregrinações, claro, de fiéis
ignorantes (ignoram a verdade) que são ludibriados
pelas mentiras da Igreja Católica.
Ainda segundo o Monsenhor,
os três presentes dados ao Menino Jesus, têm
um significado místico. O ouro, em homenagem
à sua realeza, o incenso à sua divindade
e a mirra à sua humanidade.
O monsenhor, que certamente não é um iniciado,
erra mais uma vez. O ouro é o metal da incorruptibilidade,
pois não se oxida facilmente, exceto quando ligado.
Já no Egito Antigo, berço das civilizações
cultas do Oriente, servia de ataúde interno,
sendo um dos três usados regularmente e selados
separadamente com sigilos do sumo sacerdote. “Isso
deu origem aos sigilos que lacram os ataúdes
dos papas). Os outros dois ataúdes representam
a estabilidade na forma da pedra e a vida eterna na
forma da madeira, que vem da árvore, elemento
da natureza que possui células e que se modifica
em processo constante de mutação através
dos séculos.
A mirra era usada nos ritos fúnebres, após
o embalsamamento. Os nove orifícios do corpo
eram operculados por mirra. Acontecia com os fararós
e aconteceu com a múmia de José, filho
de Israel e grão-vizir de faraó, ministro
plenipotenciário, autorizado a ser uma espécie
de procurador de Faraó. Quando os hebreus deixaram
a cidade de Ramsés em busca da Terra Prometida,
levaram a múmia de José (em algumas traduções
aparece como os ossos. É uma forma de rejeição
ao embalsamamento egípcio. Nosso grifo).
Deixemos que os leitores que buscam a verdade possam
meditar e pesquisar o assunto e comecem a puxar o fio
deste vasto novelo de mentiras, que a Igreja Católica
chama de tradições e que são a
base de uma religião mentirosa e enganadora,
que leva à separação e não
à religação com o Criador.
Deus
é Verdade!
Mago Selaht
Fonte:
Bíblia Sagrada, edição ecumênica.
Tradução do Padre Antônio Pereira
de Figueiredo, com notas e um completo Dicionário
Prático por Mons. José Alberto L. de Castro
Pinto, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro. BARSA. 1977.
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A excelente novela
“Os ricos também choram” levanta
perigoso tema; a personagem Mira, da artista que faz
a empregada das vilãs, usa de artes conhecidas
como bruxarias e feitiços para ajudar suas patroas,
Esther e Sofia, em seus propósitos maléficos.
Até aí tudo bem. Acontece que as pessoas
praticantes dos ritos celtas, da religião chamada
de Wicca ou Druidismo, eram, a bem da verdade, herbalistas
que cultuavam Deus nas forças da natureza da
mesma forma que as religiões africanas, como
o candomblé.
O número das que usavam ou usam as artes e instrumentos
para o mal, é como sempre foi, estatisticamente,
insignificante já que as pessoas más estão
distribuídas na sociedade e não concentradas
em qualquer das crenças.
As leis de retorno, que são conhecidas por elas,
as impedem, até mesmo por uma questão
de inteligência, de usar o conhecimento para o
mal. As religiões oficiais, estas sim, não
têm passado que as recomende, são por demais
conhecidos os episódios de tortura e queima de
pessoas vivas pelos cleros da seita católica
e das seitas evangélicas sob a acusação
de bruxaria.
Não nos cabe defender culpados, mas questionar
as culpas e os carrascos que queimaram inocentes, como
os “templários”, por simples desconhecimento
e ignorância, fato histórico conhecido.
Paradoxo
Por que a preocupação em destruir aquilo
que julgam inócuo e sem qualquer efeito?
O atual Líder do Clero Católico foi membro
da juventude nazista e recentemente disse que os pederastas
que se mantiverem “castos” por três
anos podem ser ordenados Padres. Quem sabe, advoga em
causa própria?
Enquanto isso a pedofilia e a pederastia tomam conta
da Casa de São Pedro. As crianças que
se danem se caírem nas “piedosas”
mãos de um desses ministros que representam Deus
na Terra e se aproveitam da batina para enganar crianças
indefesas. Esse é um fenômeno mundial que
a igreja acoberta e só vem a público quando
as famílias têm a coragem de se exporem
e a suas crianças. Não sabemos até
que ponto as seqüelas serão reparadas.
Pastores
evangélicos instigam pela televisão os
membros de suas congregações contra as
sociedades secretas como a Maçonaria que tem
endereço conhecido e estatutos registrados em
cartório e paga impostos, ao contrário
das igrejas.
Hoje,
enquanto o Brasil luta para garantir patentes de remédios
de plantas nativas do Brasil e enquanto a Amazônia
brasileira, invadida e cobiçada claramente por
interesses estrangeiros, botânicos e bioquímicos
vivem com pajés para com eles aprender. Há
os que remexem no inconsciente das pessoas preconceituosas
e ignorantes que tiveram suas mentes poluídas
pelas igrejas assassinas e mentirosas que, a pretexto
de defenderem a Deus, lavaram do sangue inocente as
praças públicas nos quatro cantos do mundo
e que até hoje ainda são ouvidas pelos
seguidores fanáticos e desinformados, que em
pleno século 21 não sabem a diferença
entre ficção e realidade.
O preconceito levou à noite de São Bartolomeu
e também ao holocausto de milhões de judeus.
Os que as igrejas chamavam de bruxos eram pesquisadores
da cura pelas plantas e sacerdotes de cultos que em
nada ofendem os demais.
Fenômenos como impregnação, radiestesia,
xenoglosia, psicocinesia e outros são estudados
pela ciência moderna e comprovados, e os demais
ainda o serão.
Esperamos
que a artista que representa o papel de bruxa não
seja agredida na rua, como acontece com freqüência
com os vilões, que neste caso, confirmam ainda
que, ficticiamente, a mentira que os cleros insistem
em manter.
A policia do Rio de Janeiro esconde da população
a existência do “bonde de Deus”, grupo
de evangélicos do subúrbio que espanca
homossexuais e espíritas. Isso sim, uma violência
que abala a lei e envergonha as instituições.
Será o principio do caos?
A verdade
precisa ser dita!
Mago Selaht
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Ramadãn
O
Ramadãn, nono
mês do calendário lunar, é
comemorado pelos seguidores de Mohamed (Maomé),
o profeta de Deus, com jejuns, que vão até
ao pôr do sol e cinco orações ao
longo do dia.
Filhos do Grande Pai de Muitas Nações,
Abraão, pela descendência
de Agar, mãe de Ismael.
Judeus e muçulmanos são povos irmãos.
Os judeus, pela descendência de Abraão
com Sara, que gerou Isaac.
Os costumes de ambos são parecidos, embora sigam
religiões específicas.
Os muçulmanos têm como livro sagrado o
Al Coram, ditado ao
Profeta pelo Anjo Gabriel.
Muçulmanos e Judeus são povos Sagrados
pela descendência de seu pai comum Abraão.
Quando o Santo Patriarca dos povos eleitos do Senhor
cerrou os olhos, ambos os filhos estiveram com seu pai
e oraram juntos pelo seu descanso.
Inspirados neste exemplo de fraternidade de Ismael e
Isaac, pedimos a todas as nações da terra
que orem pela paz e pela fraternidade, lembrando que
o SENHOR é UNO e disse ao pai ABRAÃO que
lhe mudaria o nome e que seria “pai de muitas
nações”.
Foi a esse pai digno e reto que O Senhor deu à
palavra perdida, seu nome completo para que não
fosse pronunciado.
Os membros da família que escreve no portal www.mensageiro.com.br,
que significa Anjo, e é uma homenagem ao Anjo
Guardião, desejam ao Povo Muçulmano Bênçãos
infinitas de saúde, paz e prosperidade neste
e em todos os anos. |
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O
PARADIGMA ADONITA
M. SELAHT
Do livro Magia passo a passo, a escada de Jacó
O nome de nosso primeiro pai, Adão
(Adon Kadmon) significa senhor. Há
dois paradigmas para a origem da raça humana.
Nessa época não havia preconceitos e a
criatura Adão era pura segundo os escritos sagrados
da Torá, em Gen.2: 21a 24.
Deus, então, da ilharga de Adão criou
Eva, o primeiro clone, uma espécie de
Adão feminino, o outro lado de Adão, (sabe-se
que, geneticamente, a hodierna ciência pode determinar
o sexo de um feto). Em Gênesis 2:24 Deus conclama
a que se unam em uma mesma carne.
Os dois paradigmas que tentam
explicar a origem da humanidade
Essa explicação da origem da humanidade
é a hipótese Criacionista,
um dos paradigmas.
O outro paradigma é o que acredita que a raça
humana é uma evolução de um ser
semelhante ao macaco, o elo perdido, quando, por razões
desconhecidas, os símios e os humanos viveriam
evoluções separadas. É a hipótese
Evolucionista.
Cientificamente, não é possível
afirmar que esta seja a teoria porque, também,
não foi possível explicá-la completamente.
Estudos publicados de Filologia (a ciência que
estuda as línguas) comparando as línguas,
inclusive as mortas, foram encontradas palavras comuns,
com o mesmo significado. Esses estudos científicos
levam à hipótese de que, inicialmente,
houve uma só língua, comum a todos os
seres humanos. Será essa a prova circunstancial
de que houve uma só raça e uma só
língua na terra. A dificuldade em aceitar essa
hipótese está em que esses estudos não
são da ciência aplicada, ou seja, não
resultariam em dinheiro. A ciência
pura apenas provaria, quem sabe, e como penso, que a
raça humana é una como a linguagem primitiva.
E por isso não interessaria aos preconceituosos
ou aos ateus. Seria como mexer em casa de marimbondo.
Nosso propósito, entretanto, não é
o de defender nenhuma delas, mas o de a partir de um
documento escrito e aceito como verdadeiro pelas seitas
cristãs (o catolicismo não é religião
como o protestantismo e o espiritismo também
não o são. Religião é o
Cristianismo).
Durante mais de dois milênios, uma grande
mentira tem constrangido pessoas que não conhecem
os escritos sagrados, embora conheçam e creiam
nos falsos ensinamentos por julgarem seus sacerdotes
representantes de Deus. Só que Deus é
verdade e abomina a mentira.
O pecado original:
Deus determinou que não comessem o fruto
da árvore proibida e Eva comeu e deu a seu esposo.
O fruto, não se sabe qual foi, nada faz crer
que seria uma maçã nem há pistas
que levem a suposições. A escrita trata
do assunto em sentido figurado.
Porque a relação sexual entre Adão
e sua mulher seria um pecado? Não sabemos. Mas
em Gen. 2:24 Deus manda que se unam em uma só
carne. Onde está então o pecado.
Como é triste ver uma mentira manchar de forma
tão sórdida o sublime ato da criação.
É a palavra de Deus sendo adulterada pela palavra
do homem. Alguns deles se dizem infalíveis e
aceitam ainda o título de Santidade. A vaidade
e a corrupção são mesmo ilimitadas
como é a cegueira dos fanáticos “cegos
pela ignorância”.
As conseqüências
da desobediência:
Adão e sua mulher perdem a inocência: Passam
a conhecer o bem e o mal, mas passam também a
ter o dom do discernimento entre o certo e o errado.
Nesta fase, vemos os castigos e a remissão, a
morte e as doenças, mas também as ervas
medicinais e a cura pelas plantas e frutas. Deus
provê os meios de subsistência e prepara
o casal primordial para sua missão de povoar
a terra. O nome Eva significa “Mãe de Todos
os Viventes”.
Nota do autor: Esse comentário,
despido de qualquer preconceito, visa a estabelecer
a verdade e estimular a leitura da Bíblia, acreditamos
que o leitor com um mínimo de discernimento e
que desejar a verdade a buscará sem o temor próprio
dos que preferem por comodismo ou má fé
ignorar a Verdade como ela é Do Beressit , “a
soleira o portal do Criador” nos dá elementos
essenciais a vivermos em perfeita harmonia segundo Sua
Lei.
Nesse principio de milênio, nas escolas que deveriam
estar ensinando a Palavra, os internos aprendem vícios,
pederastia e pedofilia.
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M.Selaht
Do livro “Magia passo a passo, a escada de Jacó”
NOAH, (NOÉ)
cujo nome significa consolador, em hebraico, vivia com
seus familiares uma época de grande imoralidade
e malícia. [Gên. 6:5 “quando os pensamentos
eram aplicados ao mal”.]
Deus resolveu eliminar a corrupção da
face da terra incluindo humanos e animais.
Noé era um homem digno, foi um homem Justo
e Perfeito, achou graça diante
do Senhor e andou com Deus.
O segundo Pai da Raça Humana teve três
filhos: Sem (Shem), Cam (Ham) e Jafe, (Iafet).
Deus comunica
a Noé sua intenção de exterminar
os seres vivos da terra.
Gên. 6:11. Ora toda
terra estava corrompida, (porque toda carne tinha corrompido
o seu caminho sobre a terra)
Deus ordena
a construção da Arca a Noé:
Gên. 6:14. Faze para ti uma
arca de madeira alisada. Farás nela uns pequenos
repartimentos e betumá-la-ás por dentro
e por fora.
Deus estabelece as medidas da arca e os procedimentos
de sua construção e determina que Noé
abasteça a arca de alimentos e ordena que sejam
recolhidos sete machos e sete fêmeas de cada espécie
incluindo as aves do céu.
Deus estabelece uma aliança com Noé e
manda que entre na arca com os animais e seus familiares,
esposa, filhos e as esposas de seus filhos.
Estavam no ano em que Noé completou 600 anos.
A Grande Tempestade
Por quarenta dias e quarenta noites a chuva foi inclemente
e as águas cobriram a terra por cento e cinqüenta
dias.
O Senhor manda então ventos para que sequem a
terra, aos vinte e sete dias do sétimo mês.
A arca encalhou sobre os montes Ararat.
No ano seiscentos e um da vida de Noé, no primeiro
dia do primeiro mês, Noé olhou a terra
à sua volta e a reconheceu como seca.
No dia vinte e sete do segundo mês, Deus falou
a Noé e lhe disse: [Gên.8:15.
Sai da arca Tu e Teus filhos, Tua mulher e as Mulheres
de Teus filhos, e faze sair todos os animais.
Noé cumpriu o que o Senhor lhe ordenara.
Deus disse: [Gên 8:17 “CRESCEI E
MULTIPICAI-VOS”]
Edificou, então, a Deus, um altar e tomando um
de cada animal sacrificou-os ao Senhor. [Gên.
8:20.]
Deus estabelece com Noé que a humanidade não
voltará a ser castigada com um Dilúvio
e como símbolo da aliança com Noé
aparece no céu um Arco-Íris.
Os Filhos de
Noé e o Paradigma Noahquita
Dos três filhos de Noé, surgiu a nova Raça
Humana.
Portanto, dessa geração, dos filhos de
Noé, hebreus somos todos nós.
Assim sendo, não há razão para
divisões religiosas ou sectarismos.
O Paradigma
Noahquita
Esta é a Chave de Marfim que a Toráh nos
indica para o Ecumenismo sem mágoas, sem dúvidas
e pela graça de Adonai.
Notas do Autor:
Um rito Maçônico, o Adonhiramita, presta
uma homenagem a esse grande exemplo de caráter
e fé incorruptíveis que foi Noé.
Concede aos que atingem esse grau de perfeição
o titulo de “Cavaleiro Noaquita”.
Prestamos aqui também a nossa homenagem aos Irmãos
da Arte Real que seguem o exemplo desse hebreu, cujo
comportamento é raro em nossos dias.
Para os estudiosos da Cabala as datas em que os eventos
aconteceram são uma fonte de maior e mais profunda
reflexão.
Aos nossos irmãos muçulmanos, filhos de
Shem, como os Judeus e descendentes de Ismael, primeiro
filho de Abraão com Agar a Egípcia, dedicamos
O PARADIGMA NOAHQUITA na certeza de que os laços
entre irmãos serão cada vez mais estreitos
e que o único sangue derramado seja o da circuncisão.
Que o arcanjo Gabriel seja nossa testemunha. Amem.
À Maçonaria, onde a palavra Ecumenismo
é desnecessária, pois considera todos
iguais e respeita todos os credos.
Nota da Redação:
O Dilúvio é um acontecimento comprovado
cientificamente, por arqueólogos e outros cientistas.
As provas foram publicadas pela revista Geográfica
Universal.
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Religiões,
uma escolha duvidosa
Temos recebido
correspondências com severas críticas
a respeito do assunto Religião, apesar de tudo
que tem sido escrito ter sido acompanhado de provas
retiradas dos textos sagrados da Bíblia e de
fontes de credibilidade intocável.
Como é objetivo desse Portal que a VERDADE
apareça e seja acompanhada de provas, continuaremos
escrevendo os comentários sobre o assunto.
Pelo menos, uma hipótese por nós levantada
está comprovada.
Nota do Editor
“Não
existe liberdade de religião e o patrulhamento
cego e desvairado continua”.
M.Selaht, do
livro
“Magia passo-a-passo, a escada de Jacó”
Concluímos,
assim, que:
A Religião não é uma busca sincera
de estabelecer um elo com Deus.
A Religião não é baseada numa
síntese racional ou em provas.
A Religião não pode ser entendida de
forma Cartesiana.
A Religião é estritamente emocional,
e pode levar a extremos, como o fanatismo e o comportamento
sociopata a pessoa, grupos de pessoas ou multidões.
A Religião pode levar a políticas extremistas
e incompatíveis com a Liberdade de Livre Expressão
e Democracia.
Cursos superiores não são significativos
para a adoção de uma fé ou conduta
religiosa.
Vemos médicos, advogados, professores e outros
profissionais, ajoelhados diante de estatuetas de
madeira orando com a convicção dos néscios,
atribuindo poderes ao inanimado e produzido pela mão
do homem.
O ser humano precisa materializar sua crença
ou fé da forma mais primitiva, contrariando
a razão e a lógica, seguindo atores
religiosos e suas hierarquias, materializando o próprio
Deus a seu gosto e da forma que sua hierarquia sacerdotal
impõe, sendo proibido pensar ou questionar.
Só os estudiosos de Filosofia, mais cultos
e de mente aberta, estão preparados para questionar
as falsidades e farsas religiosas sem rancores e sem
romper as regras de convívio social.
O preço dessa liberdade de pensar tem sido
sangrento, cruel e o que é mais absurdo, hereditário.
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