-ASTROLOGIA
-ESOTERISMO
-MAÇONARIA
-MAGIA
-MITOLOGIA
-RELIGIÕES
-ROSACRUZ
-SOCIEDADES SECRETAS
-TEOSÓFICA
-ARTES CÊNICAS
-ARTES PLÁSTICAS
-ARQUEOLOGIA
-AUTOMOBILISMO
-AVIAÇÃO
-BIODIVERSIDADE
-CIÊNCIAS
-CORPO DIPLOMÁTICO
-CULINÁRIA
-DIREITO
-ESPAÇOS CULTURAIS
-ESPETÁCULOS
-ESPORTES
-ESPORTES AÉREOS
-ESTÉTICA E BELEZA
-HISTÓRIA
-INFORMÁTICA
-LITERATURA
-MEDICINA E SAÚDE
-MODA
-MONARQUIA
-MUSEUS
-NOTÍCIAS
-OVNIS
-POLÍTICA E ECONOMIA
-PSICOLOGIA
-TURISMO
-UTILIDADE PÚBLICA
  Bem Vindo ao Portal da Sabedoria.
 
    Defenda o Brasil contra os corruptos  
     
 
     
 
Página de Conrado Pereira
 
Conrado Pereira Ribeiro da Silva, formado em jornalismo pela Faculdade Nacional de Filosofia da antiga Universidade do Brasil. Começou sua carreira em 1960, na Agência UPI. Terminou sua carreira como diretor da Associação Brasileira de Imprensa-ABI e editor de Política e Economia do portal www.mensageiro.com.br.
Maçom, filiado ao Grande Oriente do Brasil
, alcançou o grau máximo do filosofismo, o grau 33. "É um arquiteto que constrói no terreno do espírito" (FPR).
Deixa o plano material aos 72 anos de idade para viver em seu corpo glorioso no Oriente Eterno.
É uma referência no jornalismo brasileiro. 19.02.1934 - 04.05.2006

Foto de André Rodrigues
 
 
 
 

UMA VISÃO NACIONALISTA DO BRASIL

www.pnd.org.br

Publicação a pedido

Nos dias atuais, em que a convergência de múltiplos interesses alienígenas atua no sentido de abafar o país com indevassável “conluio do silêncio”, é quase impossível propagar as virtudes do Brasil, advertir sobre as ameaças que pairam contra a sobrevivência da pátria independente, impedir que seja ela submetida a qualquer tipo de espoliação e, ainda, apontar o rumo a adotar para que o país venha a ocupar a posição adrede reservada pela própria natureza.

Portanto, a oportunidade que se me apresenta de discorrer sobre o tema tem grande significado, acima mesmo da motivação política, razão pela qual apresento, antecipadamente, as desculpas por exibir dados tão corriqueiros. Todavia, não o faço exatamente por julgá-los desconhecidos pelos brasileiros, mas por considerá-los essenciais ao esclarecimento de aspectos do nosso país que pretendo salientar.

O Brasil, com os seus 8.547.403,5 quilômetros quadrados de território continental é o quinto maior compartimento político da espaçonave Terra, suplantado apenas pela Rússia, Canadá, China e Estados Unidos da América.

Se considerada, também, a área marítima sob “jurisdição econômica exclusiva”, que deverá medir 963 mil km2 além dos 3,5 milhões de quilômetros circunscritos pelas 200 milhas de afastamento da linha de costa, como previsto na “Lei do Mar”, adicionar-se-ia uma área total de 4.463.000 km2 ao domínio econômico do país, que somada ao território continental ofereceria ao Brasil, para exploração de recursos naturais, um gigantesco bloco de 13.010.403,5 km2 de área.

A superfície continental, vale lembrar, corresponde a 5,9% do total de terras emersas e a 47,9% de toda a América do Sul.

Estes percentuais enquadram o Brasil no rol dos países com dimensão adequada para sobreviver no mundo atual, segundo critério enunciado em 1939, pelo geopolítico norte-americano Derwent Stainthorpe Whittlesey:

“Difícil acreditar que Estados com pequena dimensão, cujos ecúmenos já se expandiram até os últimos limites, sejam bem sucedidos, num mundo em que a dimensão conveniente de um Estado é, no mínimo, metade de um continente”.

Enfocando esse território continental, pode-se afirmar, sem qualquer laivo de ufanismo, que dentre todas as entidades políticas, é o nosso Brasil a única capaz de passar ao largo das quatro grandes crises em potencial (alimentos, água, energia e matérias primas), que ameaçam a humanidade, pelo simples fato de se aproximar da situação autárquica, no que tange aos recursos naturais disponíveis nos seus domínios.

O exame do território continental brasileiro revela, “a priori”, que dispõe ele de mais de 5 milhões de quilômetros quadrados de terras potencialmente utilizáveis para as atividades agropecuárias, número esse excepcional, quando cotejado com os de outras unidades ou blocos de superfícies avantajadas. Desse total só estão sendo aproveitados 3,5 milhões de quilômetros quadrados.

Além da indiscutível vantagem quantitativa em áreas passíveis de aproveitamento para a agropecuária, a posição e a forma do continente brasileiro ainda conferem certas qualificações a essas terras.

Com efeito, o espaço brasileiro enquadra-se nas zonas de maior luminosidade e calor do planeta e, simultaneamente, situa-se fora das áreas submetidas a rigores climáticos e fenômenos geológicos ou meteorológicos adversos, inibidores da utilização constante do solo.

No tocante aos fenômenos geológicos adversos, como tremores de terra, terremotos e vulcanismo, o distanciamento das zonas de choque entre a placa tectônica da América do Sul e as placas vizinhas (NAZCA e ANTÁRTICA), bem como da crista oceânica que se eleva no meio do Atlântico, garantem a ausência desses fenômenos em todo o território nacional.

A posição geográfica e os climas que a ela correspondem, por favorecerem sobremaneira a fotossíntese, sem qualquer embaraço inibidor, permitem a colheita de duas e, até mesmo, três safras anuais de culturas de ciclo curto, além de dispensarem, no caso da criação de animais, o emprego de instalações apropriadas para abrigá-los durante parte do ano.

Conseqüentemente, a superioridade do Brasil em terras potencialmente agricultáveis deve ser multiplicada, no mínimo, por dois, quando se desejar comparar o potencial doméstico com o dos demais Estados-Gigantes.

Outro privilégio concedido pela posição relaciona-se com o oceano que banha o nosso litoral. Como a linha de costa situa-se a oeste da massa líquida, o “Efeito Coriolis”, que determina o sentido anti-horário para a circulação das correntes no Hemisfério Sul, faz com que sejam quentes as águas costeiras do país, eis que derivam da corrente sul-equatorial.

Por esse motivo, são sempre elevadas as taxas de evaporação do oceano adjacente, razão pela qual não há desertos no território pátrio.

A combinação das taxas de evaporação do Atlântico Sul, na altura do nosso litoral, com os ventos dominantes nas latitudes correspondentes, privilegia o Brasil com uma precipitação média diária da ordem de 43 trilhões de litros (precipitação média anual de 184 centímetros), a mais elevada do planeta. Nos Estados Unidos da América, por exemplo, a atmosfera só precipita 16 trilhões de litros por dia.

Os 500 mil quilômetros quadrados da caatinga, vegetação compatível com o clima semi-árido instalado em parte da Região Nordeste, estão submetidos a fenômeno peculiar, decorrentes do alinhamento de montanhas, que formam barreiras geomorfológicas à penetração da umidade, além da orientação dos ventos regionais, que empurram as nuvens de encontro a essas barreiras, provocando chuvas a barlavento e secura a sotavento. Ocorre que, subtraídas essas áreas enclausuradas, a Região Nordeste é bem servida de águas superficiais. A vazão total de todos os rios que banham a região é superior a 174 bilhões de metros cúbicos por ano, enquanto que o volume de água suficiente para satisfazer todas as necessidades primárias da população nordestina, exceto irrigação, é da ordem de 1,6 bilhões de metros cúbicos por ano, apenas 0,9% da vazão.

Os dados citados demonstram cabalmente a facilidade com que se poderá resolver o problema da falta de água no Nordeste, bastando para isso a decisão política de captar as águas, transportá-las à distância por adutoras, armazená-las e distribuí-las pelas residências.

Caso haja necessidade de maior volume do precioso líquido, para irrigação de tratos agrícolas, por exemplo, há ainda o recurso de transferir águas dos rios São Francisco e Tocantins para as bacias nordestinas.

Nos dois casos, todavia, torna-se necessária a construção de barragens nos cursos dos rios centrais das bacias, para aumentar o tempo de trânsito das águas no território continental e armazenar um bom volume do líquido como reserva estratégica.

A forma do território, outrossim, com acentuado alongamento no sentido dos meridianos, concede ao país a grande dádiva da diferenciação climática, fator primordial à diversidade de culturas.

Terras agricultáveis em quantidade, abundância de luz e calor, elevado índice pluviométrico e notável diferenciação climática, eis aí a receita ideal para o sucesso das atividades do campo e para a exclusão do Brasil da lista dos países vulneráveis à crise de alimentos que ameaça grande parte da humanidade.

Ainda com relação ao espaço físico brasileiro, deve ser ressaltado o fato relevante de boa parte do território continental, praticamente a metade dele, ainda conservar a vegetação primária, isto é, aquela existente em data anterior à chegada dos europeus.

Só na Amazônia brasileira (4,2 milhões de quilômetros quadrados), a formação florestal nativa ainda recobre 3 milhões de quilômetros quadrados, de permeio com 500 mil quilômetros quadrados de outras tipologias
vegetais virgens. A despeito das maledicências espalhadas pelas ONGs estrangeiras, algumas delas corroboradas por órgãos governamentais, a verdadeira Amazônia brasileira é o bioma mais bem conservado do planeta!

Esse detalhe feliz coloca nas mãos dos brasileiros o paraíso da biodiversidade, isto é, o maior banco genético da Terra!

O Brasil, todavia, embora amazônico por determinismo geográfico, não se resume à Amazônia!

Há cerca de 1,5 milhões de quilômetros quadrados de vegetação primária nas demais unidades paisagísticas do país, quais sejam o domínio dos cerrados, a zona dos cocais, e os domínios da caatinga, da mata atlântica, do pantanal e os das coxilhas.
No geral, essas unidades reforçam sobremaneira as dádivas da biodiversidade, o potencial madeireiro, além de enriquecer os patrimônios florístico e faunístico do Brasil!

Não há crise de matérias primas, sejam elas do reino vegetal, sejam do reino animal, que nos possa alcançar!

A possibilidade mais séria de crise para a humanidade, como é voz corrente, é a de água potável.

Pois bem, o suprimento superficial de água doce, em estado líquido, existente no Brasil (2,29 x 1015 m3) corresponde a 21% das disponibilidades mundiais. Só a Amazônia brasileira mantém em estocagem 1,63 x 1015 m3 de água potável, ou seja, 15% do que existe na Terra.

Então, os brasileiros não precisam temer que lhes falte o precioso líquido, desde que aprendam a usar esta dádiva do Criador com sabedoria.

Quanto às matérias primas de origem mineral, fácil demonstrar a posição cômoda do Brasil, inclusive porque a Amazônia brasileira, ao invés da África do Sul, é o verdadeiro “Oriente Médio dos Metais”.

As áreas cristalinas do país (massas pré-paleozóicas, que não sofreram ulteriores dobramentos orogenéticos) somam 5,4 milhões de quilômetros quadrados, enquanto as áreas sedimentares emersas equivalem a 3,1 milhões, tudo em números redondos.

Os Escudos e demais áreas cristalinas, embora com boa parte do subsolo opaco, isto é, não submetido a qualquer tipo de pesquisa, já revelaram a presença das 26 substâncias metálicas de uso mais comum, sendo que em muitos casos com reservas de grandes proporções.

Assim dizendo, está tudo resumido!
As quatro bacias sedimentares emersas, à semelhança das áreas cristalinas, são bem férteis, podendo-se dizer o mesmo das bacias imersas, incluindo a plataforma continental.

Uma única restrição incide sobre elas, qual seja a pequena disponibilidade de carvão mineral, uma vez que só na parte meridional da Bacia do Paraná aparecem alguns depósitos, não muito significativos dessa substância energética.

Os climas prevalecentes nos territórios que viriam a compor o Brasil, no decorrer do Carbonífero, explicam essa falha. O futuro território brasileiro, na época, orbitava em torno do Pólo Sul, apresentando clima seco e vegetação rasteira.

Quanto às demais substâncias que se aglomeram nas rochas sedimentares, não há razão para queixas, mormente quando se tem conhecimento da densidade de pesquisa aplicada ao subsolo, que é insignificante.

No que tange ao petróleo, as reservas medidas do país situam-se em torno de 14 bilhões de barris de hidrocarbonetos. Com as descobertas na camada do pré-sal,, que se prolonga por 800 quilômetros, desde o litoral do Espírito Santo até o de Santa Catarina, essas reservas devem ultrapassar a ordem de 70 bilhões de barris, capazes de gerar óleos mais leves, compatíveis com as refinarias instaladas no país.

O Brasil, pois, observará de longe a crise de matérias primas da natureza mineral, por ser auto-suficiente no setor!

Resta, ainda, um rápido exame da capacidade energética nacional, a fim de verificar se o país apresenta vulnerabilidades nesse setor vital.

Um dos pontos cruciais do setor energético é a possibilidade de posicionamentos mais severos ao aproveitamento das reservas de hidrocarbonetos nas próximas décadas, devido às restrições, cada vez maiores, ao lançamento na atmosfera do dióxido de carbono, resultante do uso dos combustíveis fósseis.

A linha de ação mais importante, para ultrapassar esse problema, é aquela de substituir paulatinamente o uso dos combustíveis fósseis, trocando-os por fontes de energia renováveis e limpas.

Tal linha de ação é absolutamente viável, como será demonstrado.

O Brasil tem todas as condições para produzir combustíveis de origem vegetal, aproveitando a biomassa. O álcool e o biodiesel são bons exemplos de combustíveis alternativos, para os quais os brasileiros já dispõem de tecnologia avançada. O “diesel” vegetal obtido de inúmeras palmáceas, como o dendê, é uma outra alternativa para substituição de hidrocarbonetos.

Além desse aproveitamento indireto da energia solar, há também duas excelentes opções para fazê-lo diretamente, tirando partido da posição do país e suas condições climáticas: placas armazenadores de calor e células fotovoltaicas que geram eletricidade.

Uma outra opção extremamente vantajosa é o aproveitamento da energia eólica, principalmente no litoral e no mar territorial, onde se poderá “plantar florestas” de moinhos de vento.

Acontece, porém, que conta o Brasil com um potencial hídrico inventariado igual a 260 mil megawatts de potência instalada, do qual somente uns 30% estão sendo aproveitados. Desse total, a Amazônia contribui com 154 mil megawatts.

Portanto, existe uma perspectiva concreta de se instalar mais 180 mil megawatts por conta de novas hidrelétricas.

Detalhe curioso: os Estados Unidos da América já aproveitaram todo o seu potencial hídrico, que totaliza apenas 101 mil megawatts.

A capacidade de geração de energia no Brasil não se esgota com o que já foi mencionado, eis que o hidrogênio líquido, o urânio e o tório, poderão ser usados para tal, sendo que o urânio e o tório são abundantes no nosso subsolo continental.

Destarte, o Brasil tem reais condições para oferecer energia aos seus habitantes, seja para o conforto pessoal seja para o progresso continuado.

Tudo o que se pretendia transmitir, até agora, é a informação, segura e isenta, de que o Brasil é o campeão mundial dos recursos naturais, dentro desse sistema fechado da espaçonave TERRA.

Isto posto, não há como deixar de formular uma pergunta lógica: por que todas essas benesses que o território oferece ainda não foram aproveitadas para tornar os brasileiros prósperos e felizes?

A resposta só poderá ser uma: má gestão dos negócios de Estado.

Entenda-se por má gestão ignorância, incompetência, corrupção e outras coisas do mesmo quilate.

Na verdade, o Brasil, como Estado Independente, foi mal parido!

A Carta de Lei de D. João VI, que ratificou o Tratado de 1825, pelo qual Portugal reconheceu a Independência do Brasil, demonstra a maneira “gentil” que presidiu a nossa separação.

Nela o Rei de Portugal assume o título de Imperador do Brasil, compartilhando-o com o filho D. Pedro de Alcântara, a quem confirmou como seu herdeiro e sucessor.

Em simultaneidade, ocorreu a faceta dramática do reconhecimento da nossa Independência: D. Pedro aceitou a imposição portuguesa de transferir para o Brasil uma dívida de 2 milhões de libras esterlinas, que Portugal contraíra com os banqueiros ingleses.

Tal ato teve como conseqüência a transferência do comando dos negócios do Brasil para a Inglaterra e, pior do que isso, a manutenção de todas as práticas econômicas coloniais: exportação de matérias primas brutas em troca de produtos manufaturados.

Essa prática pecaminosa perdurou até os dias atuais, exceto durante a pausa revigorante que nos proporcionou Getúlio Vargas, o primeiro Presidente nacionalista.

O que se passou daí por diante, incluindo o mandato do atual Presidente, é história contemporânea, que não vem ao caso relembrar.

Todavia, não se pode deixar de ressaltar o grau de dependência a que fizeram chegar o Brasil, principalmente devido à interferência dos neoliberais, expressão elegante para designar os entreguistas, vendilhões da Pátria, que caíram no conto da “globalização”.

Segundo o famoso publicista norte-americano, John Kenneth Galbraith, “a globalização não é um conceito sério e nós, norte-americanos, a inventamos para dissimular a nossa política de intervenção econômica nos outros Estados e para tornar respeitáveis os movimentos especulativos de capital, que sempre causam graves problemas”.

De um modo geral, no Brasil, todas as atividades econômicas de porte passaram às mãos de grupos de fora, cujos acionistas são completamente dissociados da comunhão nacional.

E a desnacionalização prossegue a todo vapor, como indicam os números representativos das transações com o exterior e o das remessas de lucros das empresas estrangeiras para as sua matrizes.

As taxas elevadíssimas de juros, fixadas solenemente pelo chamado “COPOM”, têm o pretexto de frear a inflação, mas na verdade são mantidas lá na estratosfera para atrair investimentos diretos que equilibrem as contas externas do país, além, é claro, de favorecer aos bancos aqui estabelecidos.

Até os bancos estrangeiros receberam inédita autorização para operar no varejo bancário, auferindo lucros e remetendo os mesmos para os países de origem à custa da poupança dos pobres cidadãos brasileiros!

E para rematar a manobra entreguista, os atuais dirigentes, ditos esquerdistas, ainda autorizaram, com a conivência da maioria dos congressistas, o ingresso do capital estrangeiro na mídia, com o que será consumada a captura total do compartimento econômico do país, sem que os brasileiros recebam qualquer informação a respeito.

É hora de reagir!

A única reação eficaz, entretanto, será aquela comandada por cidadãos que não sejam destros, nem tampouco sinistros, mas plenamente brasileiros; que não sejam a favor do Estado Mínimo, nem tampouco do Estado-Máximo, mas tão somente do Estado-Necessário.

Empolgando o poder, esses nacionalistas de escol tratariam logo de inverter o rumo adotado para a condução dos negócios do Estado.

Uma postura mais introspectiva em relação ao mundo ao largo, uma atuação mais efetiva no plano interno, seriam as características marcantes dessa inversão de rumo.

O resumo desse novo posicionamento político é o Decálogo Nacionalista, incluído entre os princípios básicos do Partido Nacionalista Democrático PND.

Impraticável discutir agora todas as medidas corretivas de que o país carece, embora deva ficar bem claro que algumas delas hão de ser duras e provocativas.

Dentre todas merece destaque especial a guinada radical no comportamento do Brasil, deixando de lado a política “Exportadora-Importadora”, para assumir a posição de “PRODUTOR-CONSUMIDOR”, com o foco voltado para o suprimento das necessidades internas, de modo a eliminar, de uma vez por todas, os bolsões de miséria espalhados por todo o território.

Uma segunda medida urgente será a alteração no texto constitucional, para restabelecer a distinção entre as empresas brasileiras de capital nacional das empresas ditas “brasileiras”, mas de capital estrangeiro. Tal mudança é absolutamente necessária, para reverter a maré desnacionalizante provocada pelos neoliberais. A alteração, no sentido inverso, foi a primeira incursão no texto constitucional feita pelo governo neoliberal do sociólogo Fernando Henrique Cardoso.

Outras medidas derivadas seriam: a proibição do acesso ao subsolo aplicável às empresas de capital estrangeiro; a eliminação das licitações, conduzidas pela Agência Nacional de Petróleo, para concessão de direitos de lavra em terra e em blocos da plataforma continental, a nacionalização (note-se: nacionalização, mas não necessariamente estatização) de algumas empresas vitais como a Vale do Rio Doce (Portal da Amazônia) e a redução paulatina da comercialização externa de minérios brutos, casando tais operações com a aquisição, pelos estrangeiros, dos produtos finais do beneficiamento dos mesmos minerais.

Também necessárias são: a retirada paulatina dos bancos estrangeiros do varejo bancário, por não ser admissível que os depósitos dos brasileiros gerem lucros para outros países; a anulação do ato que permite o ingresso de capital de fora na mídia nacional, por não ser aceitável a exposição da mente dos brasileiros à doutrinação estrangeira; o direcionamento preferencial do crédito agrícola para as culturas responsáveis por grandes dispêndios de divisas; o contingenciamento das exportações de produtos agrícolas, de modo que as vendas para o exterior não introduzam preços externos no cotidiano brasileiro.

Além disso, há que se fazer respeitar, intransigentemente, o direito de propriedade, hoje constantemente violado pelos “sem alguma coisa”.

Evidente que merecem apoio os “sem trabalho”, porque vítimas da má gestão praticada pelos políticos brasileiros.

Como a Amazônia está na moda, conforme demonstrado pelas diversas versões de teorias conspiratórias que sobre ela versam, acrescentar-se-iam às medidas imediatas dos nacionalistas, alçados ao poder, as seguintes:

Retomada, imediata, da estratégia portuguesa que nos legou a Amazônia, que se resumia no tamponamento das vias de acesso que do exterior penetram no território nacional e a vivificação de certos trechos da fronteira localizados defronte áreas vivificadas pelos países lindeiros. Note-se que o tamponamento, agora incluindo o espaço aéreo, carece de reforço da Marinha no patrulhamento dos rios, eis que os postos de fronteira estáticos não são eficientes no cumprimento da tarefa de evitar as incursões, via fluvial, promovidas por outros países;

Implantação urgente do “Programa de Zoneamento Ecológico-Econômico”, conduzido pelo Governo Federal, para conservação eficaz dos ecossistemas regionais e, ao mesmo tempo, para seleção de áreas onde poderão ser implantados projetos alternativos de uso do espaço amazônico;

Interrupção brusca das atividades das “Organizações não-Governamentais” estrangeiras atuantes na região e retirada dos seus agentes da Amazônia brasileira, e

Revisão do dimensionamento exagerado das “reservas indígenas”, afastando-as, sempre que possível, das faixas de fronteiras.

Mas, para que isso venha a acontecer faz-se necessário que todos os nacionalistas se empenhem de corpo e alma, na tarefa magna do momento: coletar as assinaturas necessárias à regularização do “Partido Nacionalista Democrático-PND” perante o TSE.

Uma vez ultrapassado o obstáculo maior à ação nacionalista, acredita-se piamente que estarão abertas as condições para geração de um “tsunami” verde-amarelo que recobrirá o país de ponta a ponta.

É o que a situação requer e é o que o povo brasileiro vem suplicando há muito tempo.

“BRASIL ACIMA DE TUDO, SOB A PROTEÇÃO DE DEUS!”.

Roberto Gama E Silva
Almirante Reformado

 

 

 
 

 

 
     
 

Editorial

“Eu estou de olho”

De péssimo gosto, esses vídeos veiculados pela Justiça Eleitoral do governo
do pior presidente de todos os tempos.
Dá para desconfiar da seriedade dos propósitos.
De que adianta estar “de olho” para ver 17 000 cartões corporativos
na mão de apadrinhados, que gastam o dinheiro suado do povo brasileiro,
que nada pode fazer?

Num país sério há muito que um presidente do naipe desse senhor já estaria preso.

O crime oficial e organizado em todos os escalões está espoliando o país. As denúncias dos poucos que ainda têm coragem e esperança de mudar não encontram eco no Congresso Nacional, onde se contam poucos parlamentares dignos.

O grileiro que chefia a quadrilha maranhense estado do qual é “dono” o ex-presidente José Sarney, eminência parda de Lula no Congresso, é quem reparte entre os parlamentares as benesses que o “presidente oferece”.

A lei que privatiza as florestas brasileiras,
Lei 11284 assinada em 2 de março de 2006 e publicada no Diário Oficial da União em 3 de março de 2006, um “crime de lesa-pátria”. Só esse crime já seria mais do que suficiente para o “impeachment” do maior canalhocrata do planeta. Essa lei absurda está de acordo coma vontade expressa das potências estrangeiras já denunciadas neste portal e em outros veículos de massa.

A Lei 11284 está permitindo invasões e desmatamentos nunca sonhados, a ministra Marina Silva, honrada mas obtusa, que faz o jogo das potências interessadas e é vista por elas como a única capaz de salvar a biodiversidade do planeta é figura decorativa da história, nada faz.
A perda das refinarias da Petrobrás na duvidosa negociação onde a empresa e seus acionistas foram prejudicados, mostra a omissão, covardia e a incompetência do mentiroso Lula. “O preço do gás boliviano será mantido”. Subiu.

Os escândalos sempre presentes e o cinismo do presidente dão a tônica, ao “não sei de nada”.

O MST recebe cestas básicas e ajuda do INCRA. Mais uma vez o dinheiro do povo é usado, para bancar invasões de propriedades.

A transposição do rio São Francisco, apesar dos pareceres contrários dos ambientalistas que são os que entendem da matéria, são rejeitados e os senhores ministros do Supremo que nada entendem e dão sinal verde. Só “neste país” onde a boçalidade ocupa o lugar da cultura.

Ministros nomeados pelo “presidente deste país” torram o dinheiro público com seus cartões corporativos, enquanto o Congresso Nacional propõe mais uma CPI para fingir que investiga.

O Portal da Transparência da Controladoria Geral da União só mostra alguns gastos em uma transparência “muito relativa”.

A União Européia reclama das exportações de carne brasileira para aquele mercado. A politicagem, má fé e a incompetência no trato comercial arrebentam com a credibilidade do Brasil.

A reserva moral da nação, que estaria nas Forças Armadas, acima dos atos ilícitos e defensores da Constituição está tendo um comportamento de parcialidade decepcionante, desde o governo FHC.

Após terem aceito novas regras que privilegiaram os oficiais, em prejuízo para as praças, os comandantes militares cometeram suicídio, entregaram a cabeça ao verdugo. Na traição aos companheiros d’armas, destruíram o espírito de corpo que sempre uniu oficiais e praças. Esse erro que precisa ser admitido e corrigido. É elemento desagregador entre oficiais e praças. É tudo que interessa ao governo desagregador e omisso do covarde e megalomaníaco Lula, que vê na desagregação e na divisão do povo, uma forma de sustentação de sua quadrilha no poder.

Os comandantes e demais chefes militares, desprestigiados pelo péssimo Ministro da Defesa, que nada mais é do que um moço de recados de Lula, parecem ter como única preocupação o aumento de seus vencimentos e interesses pessoais.

Rindo-se de tudo e de todos, principalmente dos que puderam com sacrifício cursar uma universidade, está o pavão bufo. Os universitários e os empresários que investiram no Brasil são as elites as quais Lula se refere, com freqüência com desprezo, é a escatocefalia crônica e o alcoolismo em delírio.

Enquanto Lula perdoa dívidas de países “amigos”, namora as Forças de terroristas e narco-traficantes da Colômbia (um assunto interno e que diz respeito à soberania da Colômbia) reconhecendo-as como se fossem um exército, regular.

Faz “investimentos” em Cuba, enquanto lambe as botas do assassino Fidel, seu guru. Quanta mediocridade em nome do Brasil.

Tudo com o dinheiro suado do povo brasileiro, que fica esperando um milagre.

Aqui não há verbas para a saúde e as mortes por febre amarela continuam.

As Forças Armadas, sucatadas e mal equipadas, com soldos humilhantes, esperam a benevolência de seu digno comandante supremo. É uma vergonha; nunca em nossa história isso aconteceu.

Do verde oliva da esperança restou o verde da náusea do povo pagante de impostos diante do perigoso quadro de desgoverno e ameaças internas e externas. Nem os apelos dos Clubes Militares e dos senhores generais da experiente e digna reserva são ouvidos.

Os irmãos Villas Boas, sertanistas e indianistas já falecidos, profundos conhecedores dos costumes indígenas costumavam dizer: “Os velhos são a sabedoria da aldeia, as crianças as donas do mundo”. Nem as crianças podem contar com seus pais, nem os velhos com a segurança que merecem no ocaso de suas vidas, após o serviço ao Brasil.

Enquanto o Brasil não acordar a escola de alquimistas “Arsène Lupin” do P T. estará “furtivamente” formando novos candidatos aos cargos eletivos e à sucessão presidencial. O partido é rico no fermento necessário à incubação, o estrume de jegue.

 

 
     
 



Líder Político

por Paulo de Paula Mesiano
CMG AvN Ref

Enviado por Roberto Carrazedo

POLITICA - Sempre que tocamos nesse assunto, fazendo a ressalva de que não é sobre POLITICA Partidária que queremos conversar, com os nossos pares, ou com os nossos iguais.

Causamos mal estar, um desconforto verborrágico como se tivéssemos procedendo erradamente, cometendo uma Indisciplina, contrariando os Dogmas do Militarismo, falando de algo Pornográfico, contrariando os Usos e os Bons Costumes, na concepção da maioria dos Militares, Política é para ser tratada pelos Políticos, nós os Militares somos os eternos “vacas de presépio”, bonitinhos, arrumadinhos, bem colocados e inseridos no Estamento Militar e apartidários, porque assim querem os Politicos.

Nessas conversações detectamos dois aspectos básicos, o primeiro e mais importante é que a grande maioria ignora o que é POLITICA e o segundo tem uma ojeriza histérica de se falar sobre Ela, e nos evitam como se fossemos “parlapatões lazaretos”

Fenômeno semelhante acontecia quando se falava, há alguns anos, sobre doenças incuráveis como o Câncer e a AIDS, as pessoas faziam menções muito vagas, quando era Câncer, falavam veladamente sobre o “Caranguejo”, diminuíam o tom das conversações, a um sussurro, imperceptível, como se isso fosse o suficiente para evitar ou eliminar a doença, quando se sabe que a primeira medida concreta de solução é ASSUMIR a doença tanto por parte do Paciente como pela sua Família e Amigos e evidentemente combatê-la.

Não existe nada definitivo neste universo que vivemos os céticos, que abraçam o ceticismo sabem que o ser humano não atinge nenhuma certeza a respeito da verdade, o que há é a duvida permanente da compreensão, seja qual for o enfoque, metafísico ou religioso.

Desde os tempos de Aristóteles até os dias atuais há especulação a respeito dos Seres Humanos, aqueles que são Vísceras e Emoções, que ocupam espaço e tem a sua essência graças ao pensamento em que acumulam conhecimentos, pelas observações através dos sentidos.

Isso começou na Polis a cidade-estado na Grécia antiga, quando a sociedade que a guarnecia se expandiu para a Comunidade. Surgiu a POLITICA, logo sistematizada como a Ciência da Organização, da Direção e Administração, da Polis, evidentemente.

A Política deveria ser impessoal e transparente, mas foi deturpada pela Politicagem, ou seja, a Política de Interesses Pessoais, da troca de Favores, de Realizações insignificantes, mas que davam lucro aos seus realizadores.

Atrás da Politicagem veio a pratica de propinas, a corrupção, arrastando a Comunidade à depravação dos hábitos sociais, alterando usos e costumes numa devassidão, libertinagem e licenciosidade.

Não é dessa POLITICA ou da POLITICAGEM que os militares, devem enfocar.

Para os Militares, a Política, deve ser a arte do Diálogo, visando o Bem Estar da Comunidade Militar e da Sociedade, com o estabelecimento de Regras e Normas respeitantes na Direção dos Negócios Públicos, dentro do Respeito, da Moral e da Ética.

Os Militares estão inseridos na Sociedade como qualquer Cidadão, pertencem a um Estamento especifico, tendo um status jurídico, próprio e diferenciado, que não o exime dos seus Direitos, Obrigações e Prerrogativas, outorgados pela Lei Magna, como um Cidadão comum que Ele o é, mas os Políticos o vêm como um Serviçal.

Os Militares são Servidores do Estado, diligentes, exercendo atividade pública de forma impessoal, ocupando um Cargo ou Função.

As Forças Armadas antes do Ministério da Defesa eram autônomas, e seus Lideres estavam no primeiro nível, dialogavam diretamente com o Presidente da Republica.

Com a instituição deste Ministério por FHC os seus Lideres passaram a um segundo plano, e se posicionando de forma intermediaria, entre cada Força e o Presidente da Republica, o recém criado Ministro da Defesa, cujo posicionamento não é bem definido.

Por força Constitucional as Forças Armadas são instituições nacionais permanentes e regulares sob a autoridade suprema do Presidente da Republica, e a EC-Emenda Constitucional nº23 (Que criou o Ministério da Defesa) editada em 2 de setembro de 1999, no inciso XIII reitera a competência do Presidente da Republica ao dizer Exercer o Comando Supremo das Forças Armadas não faz nenhuma menção ao Ministro de Estado da Defesa, não fixa nenhuma competência administrativa, nem operacional, a esse Ministro a EC 23 intitulada como de Criação do Ministério da Defesa não esclarece o posicionamento desse Ministério com relação às Forças Armadas, o que ela fez foi alterar os artigos 12, 52, 84, 91, 102 e 105 da Constituição Federal prolsatada em 1988 e em vigor, senão vejamos:

1. acrescentou ao § 3º do artigo 12 que diz: são privativos dos brasileiros natos os cargos entre Eles o de Ministro de Estado da Defesa; (auto-entendivel)

2. modificou a redação do Inciso I do artigo 52 na competência do Senado Federal para a seguinte: I - processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da Republica nos crimes de responsabilidade, bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles; (põe os Comandantes em paralelo com os Ministros de Estado, portanto são pessoas jurídicas iguais)

3. No artigo 84 que trata da competência do Presidente da Republica acrescentou o inciso XIII: exercer o Comando Supremo das Forças Armadas, nomear os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, promover seus oficiais generais e nomeá-los para os cargos que lhe são privativos; (reitera a competência do Presidente, não faz menção alguma a pessoa do Ministro de Estado da Defesa)

4. No artigo 95 que trata do Conselho de Defesa Nacional e fixa quais são os membros natos desse Conselho, acrescentou dois Incisos:

V - mencionando o Ministro de Estado da Defesa;

VIII os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica; (outra vez põe os Comandantes como iguais aos Ministros de Estado)

5. No artigo 101 que trata da competência do STF - Supremo Tribunal Federal, no inciso I de processar e julgar modificou a alínea:

a) nas infrações penais e nos crimes de responsabilidade, os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, ressalvado o disposto no artigo 52, I, os membros dos Tribunais Superiores, os do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática de caráter permanente; (na competência do STF de novo põe os Comandantes em igualdade com os Ministros de Estado)

6. No artigo 105 que trata da competência do STJ - Superior Tribunal de Justiça modificou as seguintes alíneas:

b) os mandados de segurança e os hábeas data contra ato de Ministro de Estado, dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, ou do próprio Tribunal;

c) os hábeas corpus, quando o coator ou paciente for qualquer das pessoas mencionadas na alínea a, ou quando o coator for tribunal sujeito à sua jurisdição, Ministro de Estado ou Comandante da Marinha, do Exército ou da Aeronáutica, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. (idem neste artigo na igualdade dos Comandantes com os Ministros de Estado)

O posicionamento do Ministério da Defesa com relação às Forças Armadas, é um imbróglio difícil de entender, mas pelo que consta na Constituição Federal vigente, a que foi prolatada em 1988, a Marinha, o Exército e a Aeronáutica não são subordinadas ao Ministro da Defesa, o seu status é de Ministério, apenas deram o nome aos Ministérios da Marinha, do Exército e da Aeronáutica de Comando, continuando com todas as prerrogativas, direitos e atribuições, como as Operativas, obviamente, mais as Administrativas, que já tinham como Pessoal, Material, Saúde Formação (Instrução e Adestramento), recebendo Verbas Orçamentárias, efetuando Despesas, prestando contas ao TCU, “continuaram como dantes no quartel de Abrantes”.

Concluindo:

• o que mudou?

Apenas o nome de Ministério para Comando; a subordinação voluntária; porque não há nenhum respaldo Constitucional;

• o que fazer?

Sermos ouvidos e consertar essa situação valorizando os Comandantes, posicionados corretamente em paralelo com os Ministros ou talvez criando o Comando Conjunto das Forças Armadas, como existe nos Estados Unidos o “Joint Chief of Staff” que seria exercido em regime de rodízio entre as três Forças como era o EMFA, (Estado Maior das Forças Armadas).

É o que estarrecido constatei e decepcionado pela subserviência dos Chefes, que aceitaram as injunções dos Politiqueiros de plantão e não dizem nada.


 
 
 
     
 

Governo se vinga
Governo perde na votação da CPMF e se vinga
como previsto no artigo de Ernesto Caruso,
em matéria de 14.12.2007


Como já era esperado, o governo do pior dos presidentes da república, usando sua já conhecida má-fé, tenta justificar a perda da receita da CPMF, que nunca usou para a saúde, como previsto, e dobra a IOF.

Paga, como sempre, a população economicamente ativa a conta da incompetência para cortar as mordomias e esbanjamentos do péssimo presidente Lula e de sua quadrilha oficial.

Falavam dos governos dos militares, e agora? Será que o povo está satisfeito?
No almoço de fim de ano com os oficiais generais das forças armadas, na presença de seu lacaio, o ministro da Defesa, Lula deitou a falação própria da cultura que tem. É uma humilhação para os membros das Forças Armadas ter de escutar por ordem as baboseiras de seu comandante supremo. Até quando?

O povo que se identifica com Lula é o que passou a votar graças a outro grande canalha, o deputado Ulysses Guimarães. Hoje quem elege o presidente são os que apenas usufruem das benesses do voto do assistencialismo corrupto e não os que pagam os altos impostos e vivem sufocados com as contas impostas pela goela grande dos gastadores incultos e corruptos. São bem a cara dos que os elegeram.

 

Governo se vinga

Ernesto Caruso, 14/12/2007

Como era esperado, o governo do presidente LULA, deu uma resposta rápida ao resultado que não representou uma derrota total à Proposta de Emenda Constitucional que visava prorrogar os prazos previstos no caput dos arts. 76 e 84 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, versando sobre a vigência da Desvinculação de Receitas da União - DRU e da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira - CPMF. O requerimento do senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder atual do governo e seu ex-ministro, para a votação em separado das duas proposições foi essencial para não pôr em risco a perda de arrecadação e a flexibilidade na aplicação dos recursos. Jucá havia deixado o Ministério da Previdência após denúncias de irregularidades na obtenção de empréstimos junto ao Banco da Amazônia, cujas fazendas dadas em garantia não existiam, mas ao que parece goza de total confiança.

Vale observar que os líderes de bancada oposicionista liberaram publicamente a votação quanto à DRU, elevando dos 45 votos, quatro a menos dos necessários à aprovação referente à CPMF, para 60 favoráveis à prorrogação da DRU, a despeito das tentativas de barrar a proposta do voto em separado e das acusações de que tais recursos servem para pagar aos agiotas do mercado financeiro. Isto significa 20% do orçamento.

Assim, não precisava de tanta raiva nas reações pós-votação, diferentemente dos afagos pelo entendimento tanto da parte do governo como pela demonstração dos opositores em encontrar soluções cabíveis na tributação. Os afagos se revezavam com as ameaças de desastre.

A vingança ficou patente, quando enfocou dois pontos cruciais, o da saúde que atinge toda a população, em particular a mais carente, já pessimamente assistida pelos hospitais, nos quais os doentes ou estão nas filas-da-madrugada ou são expostos pelos canais de televisão largados pelos corredores, em macas, bancos, pelo chão, sentados em degraus sujos, como não pode deixar de ser, pelas solas de sapatos e chinelos que transitam por calçadas e ruas onde proliferam dejetos de humanos — se urina despudoradamente pelos postes e sob marquises — e de animais — fezes de cães e gatos — em declarada falta de civilidade, e, o do reajuste dos vencimentos dos servidores públicos, segmento maltratado pelo governo dito dos trabalhadores, mais do que o do FHC, que não conseguiu ferir a paridade entre ativos e inativos. Haja desmontar o Estado, pois que esse para ser forte precisa de um servidor bem preparado e bem remunerado, com um plano de carreira que prescinda das nomeações políticas na escala petista de premiar os compadres.

Será que alguém vai ser enganado por essa artimanha? Ou agora não ficou mais claro diante dos debates sobre a eficácia da citada contribuição que fora criada para atender aos reclamos da saúde e nada de concreto se viu em termos de melhoria no atendimento aos usuários do sistema de saúde pública. Nos 11 anos de existência se constata no real e nas palavras do ex-ministro Jatene, autor da proposta de criação da contribuição, quando diz: “a CPMF foi formatada como um recurso provisório e acabou se convertendo em recurso essencial para o Tesouro, e não para a saúde.” (www.mp.rs.gov.br).

Um governo sério não poderia, através do ministro responsável, declarar que a saúde será prejudicada quando se verifica uma situação perigosa quanto aos elevados índices de infectados pelo HIV, tuberculose, hanseníase e ainda considerável nível de mortalidade infantil, ao invés de dizer que o governo vai trabalhar pela redução do inchaço da administração, das vultosas verbas de propaganda, dos gastos nas viagens internacionais e nem alegar que não dá para reajustar os salários dos servidores por conta da CPMF, pois não foi criada para tais fins.

A dengue está presente nos lares e nos noticiários com incidência crescente em vários Estados da Federação, e mata. Aqueles que triste e lamentavelmente morrerem não tenham nos seus corpos a certidão do governo de foi por culpa dos votos dos senadores contrários à prorrogação do prazo da CPMF, que com habilidade se anunciava que extinta seria prejudicada a distribuição do bolsa-família.

Foi uma vergonha. Um gesto mesquinho de dizer se morreu ou foi mal atendido, a responsabilidade não é do governo, mas dos que votaram contra.

 
 

JOÃO BOBO

Ernesto Caruso, 09/12/2007

É triste comentar este assunto ao findar o ano, quando devemos festejar um Natal de Luz e a entrada do Ano Novo, normalmente de congraçamento, de enlevo, compreensão, entendimento, fraternidade. No entanto, é muito difícil engolir o tratamento dado aos militares pelo governo Lula, particularmente nos últimos dois meses, se tanto, ao divulgar a possibilidade de um reajuste de vencimentos. Chega a ser debochado. Parece reproduzir a referência do Chávez à vitória da oposição no referendo pela rejeição à sua perenidade no poder, desqualificando-a por três repetidas vezes, enchendo a boca, sorvendo e saboreando cada sílaba.

Se publicamente transmitem uma agenda de irresponsabilidade, de falta de compromisso da mais alta administração, expondo um viés de deficiência, que vai do não se saber com quem debater o assunto, quem deve decidir, ouvir e apresentar argumentos, dados, estatística, índices, fingindo que os desconhecem, mas que estão interessados e estudam o assunto com toda a seriedade e profundidade. O ministro da Defesa, por várias vezes anunciou que falaria com o presidente da República, sendo a audiência desmarcada por várias razões, o almoço, a flatulência, a crise do gás, a poluição do ar, o biodiesel, o álcool é nosso e ninguém tasca. Sai Renan. PAC disso, PAC daquilo. Aprova a CPMF. Compra aqui, paga acolá. Beba com moderação. Se dirigir, não beba. Se beber, não dirija,.... Porque, senão fica parecendo conversa de bêbado. E não é o caso, nem estamos numa feira.

Estamos lidando com a cúpula de um governo, não com a diretoria de um clube de várzea. O assunto se refere às Forças Armadas de um País que tem um passado de lutas e vitórias, responsáveis pela expulsão de invasores ao longo da sua formação histórica e pela consolidação de uma fronteira enfrentando doenças e isolamento, ministrando patriotismo, instrução, educação e civilidade.

Mas, não é bem assim. Não dá para falar com o presidente, de certa feita, fale com a ministra Dilma, da Casa Civil, de outra, converse com o ministro Mantega, da Fazenda, quem sabe vai saber do ministro Bernardo do Planejamento. Lá vai o MD, com farda, sem farda, fala, dá entrevista, demonstra preocupação com o tema.

Será alienação ou de propósito. Quanto descaso por parte desses estadistas.

Os jornais têm escrito e descrito tudo sobre a situação das Forças Armadas Brasileiras, no que se refere ao material obsoleto, indisponível, que não atira, não voa e não navega, ou seja, como Chávez classifica, e com os seus vencimentos muito defasados em relação a outras categorias de servidores do Estado. Dizem os jornalistas, os comandantes das Forças, os deputados, senadores, os generais, os soldados, os clubes, associações e as mulheres de militares com panelaço.

Mas, o presidente e seus ministros desconhecem? Encenação enfadonha, tédio e mofo.
O Globo de hoje volta a citar o êxodo na Marinha. “Força confirma 315 pedidos de saída entre 2000 e 2006”(pág. 17). Acrescenta que no ano passado foi registrada maior perda de quadros, 72.

São 315 oficiais, que custaram muito à Nação, entre os cursos do Colégio e Escola Naval, de especialização e de aperfeiçoamento. Normalmente é gente bem preparada e qualificada que sai pelo esgoto da má administração pública como dinheiro posto fora, inservível como água suja. São muito bem formados que passam nos concursos para cargo com melhor remuneração. Esse tipo de administrador se integrasse uma empresa a levaria à falência. Investir tanto na formação de um militar que será o general do amanhã para comandar os exércitos e perdê-lo para preencher um outro cargo, deixando o anterior vago a exigir novos investimentos, anos de instrução e de serviço, acumulando experiência para ser descartado pela incúria. A reportagem diz mais. Após se formar o oficial vai receber pouco mais de R$ 2 mil, enquanto um auditor fiscal ganha de imediato R$12 mil, que talvez não vai receber ao se aposentar.

A figura que melhor representa esse jogo de empurra é o joão bobo, também chamado de joão teimoso, embora a primeira expressão seja suficiente. O boneco tem o equilíbrio instável, não se desloca do ponto estação, mas que por possuir um centro de gravidade baixo, ao ser empurrado na parte superior, balança de um lado ao outro, como um bobo. Semelhante nos treinamentos de futebol, quando, como descontração, os jogadores formam um círculo passando a bola de uns para os demais, evitando que o bobo a alcance.

Uma ofensa gratuita às Forças Armadas, porquanto outros reajustes como o da Polícia do Distrito Federal, também paga pelos cofres da União, não passaram por esse vexame. Uma medida provisória resolveu.

 
 
 
 


Desgoverno


Milton Larentis

Uma sociedade se vê preocupada com sua governabilidade quando os aspectos administrativos começam a ultrapassar o sentido social. Isto acontece quando, em nome exatamente do social, se começa sistematicamente a minar com as possibilidades reais de a sociedade progredir.

Hoje, o Brasil sofre deste mal. E, por mais que não gostemos de falar ou ouvir sobre política, ela nos persegue. Conversando com um casal amigo neste fim-de-semana, ouvi que a indignação quanto ao futuro é uma ansiedade de todos.

Não há quem não se incomode quando fica sabendo pela mídia a má administração que os governos estão tendo. Como uma espécie de contaminação social, toda a sociedade brasieleia se vê refém do Governo. Em vez de o governo prestar contas, se preocupar ou agir com medo da sociedade, no Brasil, nós temos o contrário.

A sociedade vive presa ao Governo, vive cercada e controlada pelo Governo e deve cada vez mais satisfações para o Governo. Por isso, devemos começar a analisar as coisas com a devida seriedade e honestidade. Devemos parar de repetir o que dizem e começar a pensar com nossas próprias cabeças. Governo é uma palavra por onde muita gente se esconde.

A cobrança de impostos nunca foi para o “povo Brasileiro”. Todo o dinheiro que é arrecadado vai para o GOVERNO. Ele que administra, organiza e faz com o dinheiro o que bem entende. Muitas vezes este dinheiro é desviado, o que mais acontece, é mal gerenciado.

Mas o dinheiro que é do POVO acaba nas mãos do Governo, e é este que desperdiça. A solução não é cobrar mais impostos ou inventar impostos novos ou ainda perseguir como criminosos todo “sonegador” (pense um instante: se pagar sobre a circulação (CPMF) é obrigatório, não ter dinheiro é sonegar?).

O que devemos é diminuir impostos e saber gerenciá-los. Dinheiro para pagar AVIÃO e VIAGEM de PRESIDENTE me parece coisa de “mensaleiro”!!! Principalmente em país pobre, não é mesmo, companheiro Lula?

Mas, para solucionar tudo isto, precisamos pensar mais, falar mais e protestar mais. O paraíso do silêncio pode acabar a qualquer momento... E quem gosta de falar de mais é ditador.

Tá na hora destes ditadores arrogantes calarem a boca, e deixar o POVO falar.

 
     
 
Quanto vale uma cabeça?

Ernesto Caruso, 18/10/07

O espetáculo do licenciamento do presidente do Senado foi assaz deprimente. Entre o primeiro capítulo e o desfecho se viu de tudo. Nem uma novela dessas, muitas das vezes repetidas com atores diversos com matiz estereotipado, retrataria tão bem as intrigas de personagens do imaginário com a triste e penosa realidade. No passado, mocinho e bandido se revezavam nos momentos de glória, mas culminando com a vitória do bem; o bandido perdia. Os bons costumes, as regras de civilidade (como fazem falta) impunham transmitir ao espectador, ao leitor ou ouvinte — este, um pouco mais longe no tempo, nas novelas de rádio — lições de que o crime não compensa.

Quer dizer... não compensavam. E nos assusta.

É isto que se tem de aceitar? Não tem jeito?

Ou há que se lutar com todo o brio para mudar uma mentalidade que se formou particularmente pela inversão de valores que as próprias novelas transmitiram. Os padrões de ética deram lugar à esperteza na conquista de posições de mando, poder a todo risco e dinheiro fruto da consciência vendida.

Da posição de amante do senador com envolvimento em denúncias de pagamentos de pensão por meio de lobista, ao sucesso na revista de mulher pelada, foi um passo, seguido de outros nas entrevistas concedidas a jornalistas na programação de TV.

Por outro lado as pegadas do senador trilhavam caminhos tortuosos, com mais denúncias e, no entanto, as tropas de choque do governo e aliados o defendiam até o ponto de ser livrado em plenário, acusado de corporativismo, acho que não, cuja solução foi patética, estarrecedora e apupada com todos os pulmões.

Como exemplo na defesa e no ataque, em momentos distintos, se pode citar o senador Mercadante. Explicações que tentaram justificar a abstenção, que segundo consta livrou o acusado. Mas, o Senado tinha que trabalhar, principalmente na aprovação da CPMF e o senador Refinan estava atrapalhando, pois a oposição dificultava as sessões sob a sua presidência. Logo, o senador Mercadante anuncia que tinha dez votos contra e a estabilidade de Rechinan começa a sofrer abalos, mas foi crucial, além de naturais conversas no pé-do-ouvido, para uma licença de dias, claro que como um mero compasso de espera — à guisa de saída honrosa — e retorno improvável. Ruiu a fortaleza que propagava ser inexpugnável e ameaçava arrastar outros templos.

Isto tudo é sabido, foi muito ruminado, mas continua indigesto, até porque a sociedade que se preza não deve proceder como vaca, muito menos de presépio.
A questão é outra e paira uma dúvida quanto aos propósitos invisíveis e aos negócios nos bastidores. Quanto valeu a cabeça descoroada, estimulando o pensamento que em viagem ao passado, recorda de uma publicidade de sabonete que o recomendava e designava: Vale Quanto Pesa.
Não acredito que o afastamento da presidência esteja vinculado à aprovação da CPMF.

A oposição se manifestara contra o abuso do emprego dos recursos fora do objetivo para o qual tinha sido aprovado por proposta do médico Jatene em favor da saúde. A aberração já está no nome que os congressistas não têm coragem de mudar. Chamar de provisória e de contribuição, ao invés de designar de imposto e pronto. O Congresso Nacional é pago para isso, fazer leis.
Sem entrar no mérito de mais essa fatia abocanhada pelo governo para pagar a gigante máquina administrativa com 37 ministérios, mas que incide repetidas vezes na cadeia produtiva e de consumo, há que se lembrar das posições assumidas em plenário por vários dos senadores da base aliada contra a despropositada cobrança.

O senador Mão Santa é um dos que justifica a não prorrogação, concluindo, "a carga tributária já é muito grande", além dos senadores Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos.

Assim, a sociedade espera que a cabeça do senador Renan não corresponda à aprovação da CPMF e nem seja como o sabonete que vale quanto pesa.


 
 

Editorial

Vale do Rio Doce
Os números da mentira aparecem

Flavio P. Ramos

Um dos pontos em que o rosário de mentiras que prejudicou a eleição do oponente de Lula, em ambos os mandatos, foi a “venda” da Vale do Rio Doce.

A estratégia inicial foi dizer que era uma venda. A verdade é que foram negociadas as ações correspondentes aos 49% que o Governo detinha e as ações foram negociadas em bolsa de valores, qualquer pessoa ou empresa poderia comprá-las.

A venda do CONTROLE ACIONÁRIO foi, de fato, acima do valor real auditado por várias empresas de avaliação independentes.

Discurso mentiroso da militância petista

A alegação de que o governo de FHC vendeu uma empresa lucrativa é real. Empresas falidas ou não lucrativas dificilmente são vendidas sem uma operação de saneamento de contas.

A Vale era cabide de emprego de apadrinhados políticos. Vendido o controle acionário, os parasitas foram demitidos e, ao contrário do que dizia o mentiroso PT, o número de funcionários aumentou em quantidade e em qualidade com a nova administração.

Os lucros da Vale foram maiores do que os acionistas esperavam.

Resultado: os números mostram o tamanho da mentira do PT, que não é ético e falta com a verdade, além de abrigar em seus quadros uma corja de corruptos e canalhas indignos de qualquer partido e que o mundo reconhece como nada honestos. Aliás, em vez de militantes o correto seria chama-os de meliantes.

Cidadãos que não contribuem é que elegem o presidente e congressistas e ainda chamam isso de democracia.

A culpa é dos cegos e aproveitadores que elegeram o pior presidente que o Brasil já teve.

Erros estratégicos e operacionais perigosos

Os erros na política internacional, como reconhecer a China como parceira, rebentando com as indústrias brasileiras, a privatização das florestas brasileiras, além de criminoso é um risco à ocupação militar de países que estiverem ocupando áreas nestas florestas e que alegarão defesa de seus concidadãos para estabelecer estratégias de ocupação. Já aconteceu antes: os americanos, na prática, acreditam na força, a política do “big stick” e não na diplomacia. As guerras e invasões por razões econômicas, ao longo da História, servem de exemplo.

Será praticamente impossível revogar a privatização das florestas brasileiras.

Lula (vulgo do senhor presidente) é uma vergonha não só para o Brasil, mas é uma vergonha para a raça humana.

Alcoólatra sabido e conhecido, megalomaníaco, inconseqüente e abjeto mentiroso, escorregadio, cínico e completo incompetente. A cada palavra de improviso mostra a imaturidade dos que o elegeram, e faz do Brasil motivo de piada, como o paraíso da corrupção e lar dos mais procurados criminosos e narcotraficantes do planeta que “neste país” lavam o dinheiro sujo e constroem patrimônios e mansões milionárias.

A Vale do Rio Doce mostra agora em números que o governo era péssimo administrador.
O presidente Fernando Henrique Cardoso estava certo e foi vítima da ignorância dos eleitores que caíram no conto do ex-“pobre retirante nordestino”, atualmente integrante-mor da elite petista, que veio para São Paulo para ajudar o Brasil a ter um presidente operário!

A matéria abaixo foi enviada por Nilson Victorino e outros brasileiros preocupados com a situação de mentiras e desmandos que vive a Nação Brasileira.

Eduardo Graeff escreveu na Folha de São Paulo ("Lula e seus militantes amestrados") sobre essa conversa mole da privatização da Vale do Rio Doce. Sempre que um petista, com a fala perturbada e o olhar esgazeado pela ideologia bananeira, babar números inconseqüentes, vocês devem fulminá-lo com a verdade. A verdade é a kriptonita do petista.
Comentário de Reinaldo Azevedo

 

Lula e seus militantes amestrados
*Eduardo Graeff
Folha de S. Paulo (17/09/07)

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1709200709.htm

Placebo ideológico aqui, verbinha acolá, empregos a rodo, barriga cheia, lá vai a militância petista fazer seu número. Pula! Late!

O PLEBISCITO sobre a privatização da Companhia Vale do Rio Doce não foi para valer, Lula esclareceu na coletiva de rádio dias depois de o PT anunciar sua adesão à iniciativa do MST e outros. A rigor, o "não tenho nada com isso" dele também não é para valer.

Às vésperas do plebiscito, enquanto o presidente da República negava que a reestatização da Vale estivesse ou pudesse vir a estar na agenda de seu governo, militantes de camiseta vermelha recolhiam assinaturas para o plebiscito comodamente instalados na portaria do Ministério do Planejamento ao som do hino da Internacional Comunista. O que vale mais: a palavra do presidente ou as centenas de milhões de reais com que ele irriga o MST, a CUT, a UNE etc.?

Uma coisa pela outra, eu diria. Falsa como uma nota de três reais é a razão formal que ele alegou para se dissociar da onda reestatizante: houve um "ato jurídico" que o governo deve respeitar. Se tivesse sombra de dúvida que o ato foi fraudulento, como gritam os "excluídos" chapa-branca, teria por obrigação mandar apurar e desfazer o malfeito. Não fará nada, como não fez até hoje, porque não quer assustar o mercado nem ter que passar um atestado de idoneidade ao processo de privatização. Bom mesmo é deixar suspeitas no ar e faturar eleitoralmente, como fez com o boato de privatização do Banco do Brasil em 2006.

Melhor ainda juntar o proveito político do reflexo condicionado antiprivatização com o proveito econômico da Vale privatizada. Recorde de investimento: US$ 44,6 bilhões nos últimos seis anos contra US$ 24 bilhões nos 54 anos anteriores. Recorde de produção: 300 milhões de toneladas de minério neste ano contra média anual de 35 milhões da Vale estatal. Recorde de emprego: 56 mil empregos diretos hoje contra 11 mil há dez anos. Recorde de exportações: quase US$ 10 bilhões em 2006 contra US$ 3 bilhões em 1997, garantindo mais de um quarto do saldo da balança comercial "deste país".

A Vale não é exceção. Da Embraer à telefonia, passando pela siderurgia e petroquímica, o desempenho de quase todas as empresas privatizadas é uma história de sucesso em benefício de seus compradores e empregados e do país.

A isso o estatista contrapõe números que são, eles sim, fraude grosseira: a comparação dos US$ 3 bilhões pelos quais a União vendeu 42% de suas ações ordinárias da Vale em 1997 com os US$ 50 bilhões que a Vale inteira valeria hoje, depois de toda a expansão possibilitada pela privatização.

E quem foram os beneficiários desse "ato de lesa-pátria"? A quem pertence a Vale privatizada? Aos funcionários e aposentados do Banco do Brasil, principalmente, por intermédio de seu fundo de pensão. Com o BNDES, eles detêm dois terços do capital da Vale. O restante se distribui entre o Bradesco, a "trading" japonesa Mitsui e mais de 500 mil brasileiros que aplicaram parte do FGTS em ações da companhia. O padrão de gestão da Vale é privado. A propriedade, como se vê, nem tanto. Depois de privatizada, a empresa recolheu aos cofres da União, em impostos e dividendos, algumas vezes mais do que fez ao longo de toda a sua existência como estatal.

Os obreiros do plebiscito e até, forçando a barra, os padres que ecoam essa gritaria inconseqüente dentro das igrejas podem pretextar ignorância. Lula e os dirigentes do PT, não. Esses usam deliberadamente o fantasma da privatização como uma distração para a sua militância -um osso de mentira que se dá a um cachorrinho para ele não roer a mobília.

Um placebo ideológico aqui, uma verbinha acolá, empregos a rodo, barriga cheia, lá vai a militância petista fazer seu número. Pula! Late! E Lula pisca o olho para as visitas: "É brincadeira, gente! Senta que o Lulu é manso".

Os empresários sorriem de volta, fingem que acreditam, mas pensam dez vezes antes de botar a mão no bolso. Para eles, pior do que a encenação dos militantes é a falta de vontade e/ ou capacidade do governo de estabelecer regras claras e um ambiente político confiável para os investimentos privados em infra-estrutura.

A conta das ambigüidades virá aí por 2010, prevêem os especialistas, quando o fantasma do racionamento de energia elétrica deve voltar a rondar, dessa vez não por falta de chuva, mas de investimento. Ou quem sabe em 2011. Já pensaram na ironia? Um novo governo às voltas com o apagão, a militância petista a todo vapor de volta à oposição e Lula na Guarapiranga, pescando suas tilápias...

*EDUARDO GRAEFF, 57, é cientista político. Foi secretário-geral da Presidência da República no governo FHC



 

 

 
 


Enviado por Roberto Carrazedo - 21.09.07


NÃO ao desmembramento do Brasil

Adriano Benayon*


Tem tido repercussão – embora a mídia não toque no assunto - matéria publicada pelo Movimento de Solidariedade Ibero-Americana (MSIA), em 19 do corrente, sobre preparativos do ministro da Defesa para expulsar brasileiros não-índios da região da Raposa Serra do Sol, em Roraima, situada junto às fronteiras com a Guiana e a Venezuela.
A ação da Polícia Federal seria para este mês, com a participação de 500 agentes federais, prevendo-se resistência armada da população local. Trata-se de operação de natureza militar inexeqüível sem a participação das Forças Armadas.

Ora, não pode estar de acordo com tal violência quem quer que respeite seu País, como é o caso do general Maynard Santa Rosa. Ele declarou que o Exército não recomenda a invasão. Foi, por isso, demitido do cargo de secretário de Política, Estratégia e Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa. Em 04 de setembro, O Globo publicara declarações do General de que as Forças Armadas resistem em dar apoio à Polícia Federal para a retirada dos brasileiros.

Ademais, por terem também posição desfavorável à intervenção na Raposa do Sol foram substituídos de seus cargos o Diretor-Geral da ABIN e o gerente da ABIN em Roraima.

A matéria do MSIA alude à inquietação que se aprofunda nas Forças Armadas brasileiras, sendo iminente grave crise institucional se a presidência da República insistir em atribuir-lhes a desonrosa missão. É o caso de evocar a petição do Marechal Deodoro à Princesa Isabel de que liberasse o Exército da inglória tarefa de capitão do mato na perseguição a escravos foragidos.

Hoje querem envolver as Forças Armadas em ação de guerra contra brasileiros que defendem o direito de ficar nas terras em que vivem e trabalham legalmente há dezenas de anos. É difícil conceber afronta mais grave ao povo brasileiro e deslustre maior para as Forças Armadas.
Os índios da Serra do Sol são aculturados, muitos têm cartão de identidade e título de eleitor. Alto percentual, e majoritário entre os macuxis, a principal etnia, é contrário à separação do território. Esta é imposta por entidades estrangeiras a serviço dos donos do poder mundial, ávidos por monopolizar a fabulosa riqueza mineral do subsolo da área. É de notar, que, em abril de 2005, a retirada da população “não-índia” por agentes federais foi obstada por índios.

Expulsar moradores de suas terras, porque não são índios, constitui crime de tipo nazista. É agir em conformidade com o princípio racista. É violência combinada com discriminação racial, além de odiosa, inacreditável em razão da grande mestiçagem.

Que pretendem fazer? Como vão definir quem é índio? Fazendo exames de DNA? Ou julgando não-índios os que se consideram brasileiros?

Aí está. Querem que o Exército faça derramar muito sangue para separar do território nacional mais uma região estratégica. Ora, isso é crime tipificado no Código Penal Militar. Diz o art. 142 do CPM: “Tentar: III – internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional. Pena – reclusão, de quinze a trinta anos, para os cabeças; de dez a vinte anos para os demais agentes.”

Os envolvidos na preparação do genocídio e os desinformados alegam que não há cessão de território e que a Constituição prevê reservas indígenas. Mas só não vê a ação de potências hegemônicas na região quem não se quer informar. Há farta documentação sobre as atividades de ONGs e de outras entidades que desviam para o exterior preciosos recursos minerais em várias partes da Amazônia. Fazem-no antes mesmo de se acabar oficialmente com a jurisdição brasileira sobre os territórios saqueados.[[1]]

Para quê, senão para assegurar em definitivo a continuidade da pirataria, demarcar, em faixa contínua, mais uma reserva “indígena”, exatamente sobre subsolo dos mais ricos do Planeta, numa área cujo tamanho está em gritante desproporção com a diminuta população indígena?

A Raposa do Sol tem 1.747.000 hectares, ou seja, 17,5 mil km2 quadrados, e 18.700 índios: um por km2. No pretenso território ianomâmi, destinaram-se a 8 mil índios, em Roraima e no Amazonas, 9,4 milhões de hectares (94 mil km2), formando, com a área contígua da Venezuela, um território de 180 mil km2.[[2]]

Como informou Sebastião Nery (Tribuna da Imprensa 24.06.2006), há um "governo ianomâmi no exílio, presidido por um norte-americano de Massachusetts, com Parlamento de 18 membros, sob a presidência de um alemão; do tal governo, faz parte um índio, dito brasileiro, chamado Iacota”. E: “O saudoso embaixador Geraldo Nascimento e Silva ‘localizou em Londres um escritório que coletava recursos em nome dos ianomâmis, recém-emancipados (sic), para promover a causa indígena’ ".

Agora, em 12 de setembro de 2007, a Assembléia-Geral das Nações Unidas aprovou a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, adotada em 26.06.2006 pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU.

A Declaração diz, no art. 3º, que “os povos indígenas tem direito à autodeterminação e, assim, a determinar o seu status político”. Isso implica que podem escolher fazer parte do Estado que quiserem e/ou declarar sua independência formal, outro modo de anexação de fato por potências hegemônicas.

Que outras áreas “indígenas” já tenham sido criadas, não desonera os responsáveis pela demarcação da Raposa do Sol. Ao contrário, o crime é ainda mais grave. Por duas razões. A primeira é que a repetição consolida o abandono da soberania nacional, princípio basilar da Constituição.

A segunda razão é que a entrega não ocorrerá sem o emprego das Forças Armadas do País contra seus próprios nacionais. Pergunta-se: é legítimo cumprir ordem contrária às bases da existência nacional, como a soberania, a integridade do território e a dignidade das Forças Armadas?

* benayon@terra.com.br. Doutor em Economia. Autor de “Globalização versus Desenvolvimento”. Editora Escrituras: www.escrituras.com.br


[1] Uma das razões de não se evitar a pilhagem é a míngua de recursos do Orçamento para as FFAA. Mais de 2 trilhões de reais, em valor atualizado, desde 1988, foram gastos com o serviço da dívida pública formada pela capitalização de juros absurdamente altos. Ver: http://paginas.terra.com.br/educacao/adrianobenayon/
(2) Cometeram também o crime cominado pelo Código Penal Militar os responsáveis pela portaria, no governo Collor, que criou a reserva “ianomâmi."

 
 

 
 


Editorial


Pérolas para Porcos
Julgamento de Renan Calheiros transforma plenário do Senado em pocilga
.

O julgamento de Fernando Collor de Mello foi aberto. As cartas estavam marcadas e as consciências devidamente compradas.

O Congresso Nacional julgou o presidente da Republica Fernando Collor, em seção aberta. Interessava aos “armadores do processo” para depor o presidente, que a seção fosse pública, já que o povo havia sido massificado pela TV Globo, de que Collor era culpado, daria um espetáculo inédito. Fernando Collor mexeu com interesses escusos e dinheiro não explicado de mega empresários e políticos corruptos. Uma corja de canalhas tramou o impedimento do presidente.

Ao PT, que fingia ser o único partido de honestos do Brasil, mais do que nunca, interessava punir os “culpados” para ocupar o espaço vazio, já que o PT, que hoje sabemos todos, é um antro de corruptos e incompetentes, buscava o poder a qualquer custo. Isso significava com o uso de dinheiro de fontes obscuras e meios ilícitos, como hoje é de domínio público.

Uma poderosa máquina de canalhas, especializados em marketing político e arrecadação de fundos, foi montada. Estabelecidas as estratégias de compra de votos e redes de mentiras e desinformação, o PT partiu para desestabilizar o governo de Fernando Henrique Cardoso, com ferrenha e ética oposição sem ética .

Fernando Henrique Cardoso, para manter a pose de aliado das esquerdas, deixou que a baderna do MST, CUT e outros movimentos, flagrantemente subversores da ordem, fizessem livres de qualquer repressão severa. Invasões de fazendas produtivas inclusive a sua própria foram articuladas, a pretexto de serem demonstrações democráticas.

Por outro lado, para agradar as esquerdas vingativas, FHC desprestigiou as Forças Armadas, sucatando armas e equipamentos, não aumentando os soldos e criando o Ministério da Defesa. O Ministério da Defesa poderia ser um avanço e até uma forma de agilizar e unir as FF AA em torno de propósitos militares e ações conjuntas. Por erro de definição das qualificações para o cargo desse ministro, deixou de haver o entendimento nas urgências e nas providências imediatas para manter a operacionalidade e a previsão de modernização e crescimento natural das FF AA, em função das necessidades de cobrir as fronteiras secas e oceânica, do Brasil.
O ministro da Defesa, na forma como sua importante função foi definida, foi transformado em um moço de recados entre o presidente e os comandantes militares, dificultando o diálogo e as decisões, bem ao contrário do que seria o ideal para o novo ministério.

A intenção do julgamento de Renan Calheiros ser secreto, foi para que os covardes e igualmente corruptos pudessem esconder seu voto e sua covardia do povo.

Os partidos de apoio ao presidente, visivelmente comprometidos com o esquema de corrupção e manipulados pelo PT, precisavam operar nas sombras da covardia e da impunidade, organizados em bloco, para manter seu presidente no cargo. Com esse “apoio”, o presidente do Senado, enfraquecido pela perda de moral e credibilidade, poderia transigir sempre que pressionado pelos que o apoiaram. Para que os cidadãos “desse país”, não presenciassem as manobras sórdidas, o voto secreto lançaria a dúvida sobre quem seriam os que apoiaram o Sr. Renan Calheiros, que já tinha a favor da cassação do seu mandato o parecer da Comissão de Ética, que foi ignorado pelo esquema dos senadores do bloco, dos imundos e canalhas. A truculência da segurança da Casa tentou impedir a entrada dos senhores deputados que obtiveram liminar no Supremo para assistirem à votação.

Participaram os senadores comprometidos em ilegalidades, que tinham rabo preso. O bem perdeu par as forças malignas.

O povo, desarmado e sem poder reagir como o fez em 1964, está anestesiado e sem esperança, enquanto o “pavão de Garanhuns” faz seus discursos, vendendo o álcool, disso ele entende muito, e os biocombustíveis. Passeia sua ignorância pelo mundo, dando aulas de escatologia a cada palavra que fala. Até quando as forças morais e a população economicamente produtiva vão permitir essa situação?

Até que ponto o Brasil tem o direito de pretender um lugar no conselho de segurança da ONU?

Até que ponto o Brasil tem condições de competir com seus produtos, com políticos que são visivelmente corruptos aos olhos do mundo?

Até aonde os brasileiros que pagam as contas que esses sociopatas e cleptomaníacos superfaturam, terão de agüentar ?

Até que ponto esse legado é justo para ser repassado às gerações vindouras, já que os nossos recursos econômicos estão sendo desperdiçados e nosso território sendo ameaçado pela cobiça internacional, que agora é descaradamente ostensiva.

Eleger políticos não é mais um exercício de democracia, mas uma resultante do marketing sem escrúpulos e do uso de dinheiro do caixa dois, e quem sabe, até do narcotráfico. Para essa quadrilha o que importa é a imunidade e o poder de manipular oficialmente a “Coisa Pública”.

No comando a maior fraude, que já ocupa o cargo de presidente da República, o “Bufão Pelegrino” e sua quadrilha de saqueadores oficiais.

Falta vergonha na cara dos que tornaram isso possível. Votar, no Brasil, é o mesmo que “atirar pérolas a porcos”.

NR. Enquanto esta matéria estava sendo redigida, uma fonte segura confirmou que os processos de pedido de anistia estão sendo agilizados e todos os casos estarão concluídos para que nas próximas eleições os beneficiados possam mostrar sua “gratidão”. Entre os já anistiados estão assassinos, desertores assassinos, assaltantes de bancos e outros “inocentes”.

 

 

 
 


 
 

 

Enviado por Roberto Carrazedo


Um Festival de Erros, Incontáveis Mentiras e Muita Covardia
Coronel-Aviador Luís Mauro
Em 30 de agosto de 200
7

Cada vez, torna-se mais difícil encontrarmos uma ação praticada por agente da cena política que não esteja contaminada por algum tipo de erro grave. E esses vícios não se limitam aos já conhecidos casos de corrupção epidêmica de agentes governamentais.

Igualmente, vão muito além dos casos de compra de votos, seja de eleitores, como os propiciados pelos programas assistencialistas, seja de congressistas, garantidos com o desvio de dinheiro público e com a distribuição de cargos.

Ultrapassam, também, as ações de um presidente da República que não governa, mas vive em campanha eleitoral fora dos períodos permitidos, fazendo, sistematicamente, discursos demagógicos em que prega, irresponsavelmente, a desunião entre os brasileiros.

Tampouco se restringem aos agentes do ministério público e do Poder Judiciário que, muitas vezes omissos ou coniventes, permitem que tudo isso aconteça. Em verdade, os erros se manifestam em praticamente todas as ações, por mais simples que sejam, Parece que, repentinamente, todos desaprenderam tudo. Há um amadorismo incompetente tão generalizado que se tornou rotina no Brasil destas duas últimas décadas.

Vejamos alguns desses erros recentes relacionados com as Forças Armadas brasileiras. Errou o presidente da República, quando resolveu patrocinar um livro estúpido, engendrado pelos terroristas que abriga em seu governo, para fustigar os militares que, até aqui, têm sido muito tolerantes com essas provocações, em nome de uma reconciliação impossível. Não há como conciliar-nos com quem tudo faz para nos destruir.

Errou, ainda, o presidente, quando nomeou, mais uma vez, uma pessoa absolutamente despreparada para o cargo de ministro da defesa. O novo ministro está completamente perdido, como indicam os seus pronunciamentos, em que não se mostra capaz de desenvolver qualquer idéia própria, socorrendo-se de uma sucessão de frases de efeito bastante conhecidas (sem lhes mencionar a autoria), provavelmente retiradas, por um "aspone" solícito, de algum livro barato de citações. O ministro está pouco preocupado com as Forças Armadas, preferindo fazer "lobby" para a indicação de ministro do Supremo Tribunal Federal, Deus saberá com que intenções, a trabalhar por elas. Se assim não fosse, teria procurado impedir a edição do livro mentiroso e ofensivo referido acima, no lugar de aderir àqueles que o escreveram, participando do espetáculo grotesco do lançamento no Palácio do Planalto. Sobre o caos no Transporte Aéreo, prefere concentrar-se no supérfluo, como aumentar o espaço para as suas pernas, nas aeronaves, ou ampliar os pátios de estacionamento dos aeroportos. Possivelmente, pense que, assim, estará resolvendo crise na Aviação brasileira.
Errou quem, desesperado com a falta de autoridade que grassa no País, conseguiu ver no ministro uma esperança, pois simplesmente confundiu prepotência, arrogância, arbitrariedade, falta de educação e grosseria com autoridade.

Errou a procuradora-geral da Justiça Militar Maria Ester Henriques Tavares, quando determinou o arquivamento de representação contra o ministro Nelson Jobim, por violação do artigo 172 do Código Penal Militar, que trata do uso indevido de uniforme, distintivo ou insígnia militar por civis, sob o argumento de que "não é lógico e crível que tenha tentado iludir ou induzir alguém ao equívoco de que se tratava de general de Exército, com a intenção de usurpar a autoridade militar", além de não ter visto má-fé na ação do ministro. Prova do erro encontramos parágrafo seguinte.

Errou o ministro Nelson Jobim, talvez encorajado pela complacência com uso indevido da farda, quando, durante o lançamento do livro herético, maldito e falso, disse que é o comandante da Forças Armadas. A bem da verdade, ele não é comandante de nada. Não passa de ministro de Estado, um agente do primeiro escalão da administração federal. Cada Força Armada tem apenas um comandante, sendo, por imposição constitucional, o presidente da República o comandante-supremo, ainda que o atual não se comporte como tal. Por óbvio, o ministro não é nenhuma dessas autoridades, embora o seu ego desmedido não o permita ver isso. Errou, novamente, o ministro da defesa, quando disse que os militares encaram com naturalidade esse livro mentiroso escrito por aqueles que foram derrotados pelas armas e agora procuram vingar-se dos vencedores, servindo-se do governo que conquistaram, enganando o povo brasileiro, mediante fraudes diversas. Os militares sabem muito bem das motivações espúrias por trás desse lançamento, que são desviar o foco das atenções de cima da crise do mensalão, que ressurgiu com a aceitação da denúncia pelo Superior Tribunal Militar, e abrir caminho para a revisão unilateral da Lei de Anistia, para garantir a revanche sórdida e a vitória final dos comunistas terroristas no Brasil. Por isso, repudiam esse livro nojento, como o fazem com todos os que dele participaram ou para ele contribuíram. Errou, outra vez mais, o ministro quando resolveu ameaçar os militares dizendo que "não haverá indivíduo (militar) que possa reagir (ao lixo do livro revanchista) e, se reagir, terá resposta". Essa bobagem somente pode ser atribuída à insegurança de quem sabe estar "cutucando a onça com vara curta", como diz a sabedoria popular, bem a seu gosto de usar frases feitas em vez de criar as suas próprias. Vista por outro ângulo, a afirmação do ministro contém um desafio aos militares. Este, sim, não poderá ficar sem resposta. Erraremos, portanto, nós também, se não reagirmos com enérgica indignação contra, quem nos ameaça, desafia e ofende os brios. Se nos calarmos agora, estaremos estimulando as agressões covardes de quem somente se agiganta diante da nossa omissão. E esse não seria um comportamento digno de um militar brasileiro, para quem é preferível a morte à desonra.

 

 
 


Editorial

“Independência ou Morte”
O que mudou no Brasil desde 7 de setembro de 1822
a 7 de setembro de 2007?

 

Um português, nascido no palácio de Queluz, membro da Casa Real Portuguesa, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, dá o Grito do Ipiranga e separa, politicamente, o Brasil da nação-mãe, Portugal.

Neste 7 de setembro de 2007, enviamos nosso respeitos e cumprimentos aos membros da Casa Real Imperial Brasileira, iniciada no Primeiro Reinado com Sua Majestade Real Imperial D. Pedro I e D.Pedro VI de Portugal.

D. Pedro I, nosso amado Imperador, acumulou sob seus ombros, o cargo de Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil.

D. Pedro, filho de D.João VI, que deixou no Brasil grande parte da cultura européia, como o acervo da Biblioteca Nacional, Jardim Botânico, já na época, era um centro de referência de plantas tropicais, Museu de Belas Artes e tantas outras obras que foram os alicerces culturais da Nação brasileira.

D. João VI foi injustiçado pela História, que não foi escrita pelo povo que aprendeu a amá-lo. Naquela época, a educação repousava na mão dos padres jesuítas e a inquisição e a tortura na mão tinta de sangue dos dominicanos. A História era escrita por eles.

Era uma época de ideais patrióticos. Imaginem o que aconteceu no coração de D.Pedro I, tendo de rebelar-se contra a nação onde nascera, e para onde mais tarde voltou para ocupar o trono como D. Pedro IV.

O povo brasileiro era altivo e digno. O Imperador D.Pedro II, um brasileiro culto, poliglota, poeta, fotógrafo e inovador. Sua política trouxe prestígio para o Brasil e o telefone, ainda desconhecido, na maior parte do mundo.

Essa era a situação e a família real brasileira, a quem saúdo, neste 7 de setembro.
Já na época, a intriga e a mentira dividiam os brasileiros. A mentira dizia que criminosos e prostitutas teriam vindo colonizar o Brasil na época do descobrimento. Mentira. A tripulação de Pedro Álvares Cabral era constituída de profissionais liberais e artistas. Eram ourives, arquitetos, cinzeladores, cantoneiros, ferreiros, carpinteiros, marceneiros, pedreiros, agricultores, e outros profissionais dignos e honestos. Quase todos vinham tentar a sorte no Brasil, fugindo da inquisição, que era ma maldição sangrenta na Europa. Quase todos a bordo das naus portuguesas eram judeus.

D. Manuel I, o Venturoso, firmou um contrato com o consórcio liderado por Fernando de Noronha e seus associados judeus, grande parte convertida ao cristianismo, a bem da verdade, à força pela “Santa Inquisição”. Uma praga que acabou chegando ao Brasil.

A História da nossa cultura fala do “magnífico” trabalho dos jesuítas na educação de índios, negros e europeus e seus descendentes, mas esquece de contar como: a educação era enfiada pela goela, pela prática da chibata e da palmatória, prática essa que foi mantida nas instituições religiosas “cristãs”, até depois de 1915.

Outra grande mentira referia-se aos escravos, os quais eram tratados pelos Senhores da Igreja Católica Apostólica Romana, com todo o carinho que a chibata oferecia.

A Igreja, sozinha, era a maior possuidora de escravos. Ainda hoje, em livros antigos de contabilidade, eles fazem parte do patrimônio da Igreja, classificados como semoventes. A mesma classificação dada aos cavalos e jumentos.

Alguns morros eram habitados por militares, a partir de títulos de posse dados aos que voltaram da Guerra do Paraguai, chamados de “voluntário da pátria”, heróis de guerra e homens de bem. Não podemos esquecer que os morros eram áreas estratégicas e fortificadas, nada mais lógico do que serem habitados por militares e suas famílias. A fortaleza da Conceição, que hoje abriga o serviço cartográfico do Exército, foi construída com fins militares, no morro da Conceição.

Atualmente, a grande dificuldade de acesso, para o combate do crime organizado, e o narcotráfico, está exatamente no fato de as favelas estarem nos morros e o acesso ser difícil.

Desde a descoberta, até os dias de hoje, o Brasil tem recebido colonizadores de diversos países, destacando-se os portugueses, italianos, japoneses, chineses, suíços, alemães e de outras etnias, que engrandecem a nossa cultura com sua sabedoria.

A divisão geopolítica do Brasil levou ao enriquecimento as áreas litorâneas, do que é hoje o Norte e Nordeste. Só mais tarde, com o desenvolvimento do café e a colonização dos estados do Sul, por europeus, destacando-se os pomeranos, alemães, portugueses de Açores, que fundaram Porto Alegre.

Os estados do Norte e Nordeste, que foram ricos no passado com a agricultura e a cana de açúcar e, especialmente, a cana de açúcar, tiveram os filhos dos fazendeiros (coronéis), como alunos dos cursos de Direito, primeiro em Portugal, depois no Brasil.
Daí a formação do núcleo de cultura da poesia e literatura, mas também, do bacharelismo, que dominou e domina até hoje a Câmara dos Deputados e o Senado. Essa distorção levou a que os estados nortistas e nordestinos, que hoje dependem fundamentalmente de verbas da União, se tornassem poderosos colégios eleitorais, principalmente, após a aprovação do voto do analfabeto e do menor de 18 anos.

Essa distorção, gravíssima, detonou o conceito de democracia e também o conceito de capitalismo, já que em nossa república federativa os estados que nada contribuem ou que contribuem com valores irrelevantes são a maioria, fazendo com que os estados que têm maciça participação na economia sejam, sempre, votos vencidos.

Outra grande distorção é que nortistas e nordestinos votam em bloco os assuntos de seus interesses, independentemente do partido ou da ideologia. Mais, ainda, pela grande corrente migratória, para os estados do Sul e Sudeste, há grandes bolsões dessas populações, que continuam agindo da mesma forma. É o caso da Rocinha e do Vidigal, e do Rio das Pedras, no Rio de Janeiro.

É o contribuinte economicamente ativo sem poder diante daquele que não contribui. Uma grande injustiça social e econômica.

A inclusão social, a nosso ver, seria no mínimo, a igualdade, incluindo os estados que contribuem, numa divisão igualitária do poder.

A situação se agrava mais ainda, se observarmos que, nos estados do norte e nordeste, as famílias têm mais filhos e também maiores índices de mortalidade e de analfabetismo. Assim, as condições adquiridas por uma legislação equivocada de igualdade dos analfabetos com os instruídos, beneficia os que não sabem votar, porque não têm formação cultura e o discernimento para saber o que é bom para o país. Decidem pelo imediatismo e pelo egoísmo. Famílias de filhos numerosos, presa fácil do suborno político e assistencialista que hoje alcança níveis vergonhosos na caça aos votos.

O Brasil é conhecido no mundo inteiro, como o país da corrupção, da impunidade, da miséria e da prostituição infantil. Agências de viagem anunciam pacotes de turismo sexual e os filmes produzidos no Brasil dão ênfase e à miséria, ao crime e às condições sub-humanas das favelas.

O senhor presidente da República envergonha o Brasil, sempre que seu discurso é de improviso, com sua ignorância e facilidade em mentir, enquanto usa a imagem retórica do retirante, deficiente físico, e semi-instruído, que conseguiu ter o diploma de presidente da República.

É um Brasil bem diferente da época de D. Pedro II, quando a inflação era baixíssima, o dólar tinha quase o valor dos mil réis e o Brasil era respeitado, mundialmente.

Com uma imprensa vendida, e penalizados os que ousam se pronunciar contra as atitudes de lesa-pátria do presidente e da quadrilha que comanda nas sombras do cargo e com a proteção da militância criminosa, anistiada e do PT, que a todos enganou, com o rótulo de honestidade.

Sabedores de que a massa ignara que elegeu o Congresso podre e o Executivo putrefato, destituído do mínimo de escrúpulo e caráter, essa corja continua ofendendo a inteligência do povo brasileiro, porque sabe que conseguiu dividi-lo e que seus eleitores são a maioria que não tem acesso à educação e aos meios de comunicação.

O raciocínio dessas populações é imediatista, como suas necessidades. Assim, pouco se importa com o futuro do Brasil, ou com o próprio, vendo apenas o momento presente.

Os partidos de coalizão do governo lançaram mão de especialistas em comunicação e marketing. Os outros partidos, também, com a diferença de que tiveram escrúpulos e falaram a verdade, enquanto a coalizão, que elegeu o Sr. Lula, é destituída de qualquer verniz de caráter, lançando mão de esquemas de corrupção, como o mensalão e outros tantos que se tornaram conhecidos, não apenas no Brasil, mas no exterior, onde a imprensa mostra os fatos.

Durante os governos anteriores, os partidos liderados pelo PT foram violentamente contrários a todas as atitudes do poder dominante, procurando por todos os meios desestabilizar a República, com ações de baderna, apropriação indébita e ferrenha oposição no Congresso Nacional.

Por outro lado, as Forças Armadas, mantém-se inacreditavelmente divididas. A distribuição do soldo criou uma distância injusta entre oficiais e praças. Os equipamentos e armamentos sucateados não são suficientes para defender o Brasil com sua enorme fronteira marítima e terrestre.

Para culminar, no dia 6 de março de 2006, o senhor Presidente assina um decreto privatizando as florestas brasileiras, não apenas a Amazônia, mas todas as florestas brasileiras.
O PT e os partidos de coalizão acusaram o governo de FHC de ter vendido empresas lucrativas com a Vale do Rio Doce. Mentira. As ações que davam ao governo o controle acionário foram vendidas na Bolsa de Valores. A Vale sempre foi uma sociedade anônima de capital aberto e qualquer um poderia comprar suas ações na Bolsa. Hoje, a Vale ocupa o quinto lugar no mundo.

A Vale, como outras empresas, que tiveram seu controle acionário negociado, eram cabides de emprego de apadrinhados políticos.

Atualmente, o governo anuncia a contratação de milhares de pessoas para cargos públicos, onerando as despesas do Tesouro Nacional, fazendo exatamente o contrário do que deveria fazer, que seria cortar o excesso de funcionários públicos não concursados, que estão lá, infiltrados para espionar e controlar, favorecendo a máquina dos partidos, que pretendem se manter eternamente no poder.

Os bancos brasileiros são os mais lucrativos do mundo. Lula governa para os banqueiros e não para os pobres, como ele afirma.

Neste 7 de setembro, queremos lembrar que o Brasil já foi um país onde os homens cultos e honrados governavam e não o que é hoje, um balcão de negócios, onde tudo tem preço, e o povo que se dane. Hoje, governam aqueles que assaltaram bancos, seqüestraram diplomatas e assassinaram cidadãos. Será que o Brasil merece isso? É duro dizer, mas todos nós somos culpados.

Conclamamos, neste 7 de setembro, a todos os homens e mulheres dignos deste Brasil a darem um basta nessa situação que está levando o país à guerra civil.

Não sei o que os leitores pensam, mas eu sinto nojo.

O que sentiria D.Pedro I, hoje?


Flavio P. Ramos
Editor

 
 


7 de setembro

O Dia , a Hora e o Momento

Clique AQUI!

 
     
 
Enviado por Milton Larentis


A memória, a verdade e o destempero.

* Jarbas Passarinho


Fernando Henrique Cardoso, quando presidente da República, criou as “indenizações para quem tivesse sido vítima de violação dos direitos humanos” no período do ciclo militar. A justiça obriga a confessar que indenizações discutíveis, a petroleiros comunistas, que haviam sido demitidos da Petrobrás, com todos os seus direitos trabalhistas respeitados, já haviam sido conferidas ao fim do ciclo militar. Com Fernando Henrique, a maioria dos beneficiados somou indenizações e pensão vitalícia considerável e isenta de Imposto de Renda.

As comissões encarregadas das apurações foram dirigidas por ressentidos e, pois, facciosos. Ler os despachos daria uma idéia precisa do juiz que colocava a paixão acima da realidade. Dos mais recentes, comentei um que concedia o posto de general, para efeito de vencimentos, ao capitão Luiz Carlos Prestes, “saudado como um herói a quem muito devia o Brasil”. O presidente da comissão, é claro, tinha em Prestes o paradigma de suas próprias convicções políticas, ele que foi secretário-geral do PCB e dedicou sua vida à União Soviética, onde gozou de grande prestígio. Lá é que se justificaria a honraria, não aqui.

No ciclo militar, em 1979, havíamos votado a anistia. Líder do governo Figueiredo, eu a defendi da tribuna. Foi mais ampla que o substitutivo do MDB, o que reconheceu publicamente Thales Ramalho, então seu secretário-geral. Anistiou, também, os chamados crimes conexos, que tanto os insurretos como as forças de contra-insurreição, numa luta armada irregular, haviam cometido. Se esses excessos configuravam violência contra os direitos humanos, pelos legalistas, os terroristas fizeram igual ou pior.

No Recife, no aeroporto, detonaram maleta com explosivos, causando mortes e ferimentos graves. Em São Paulo, lançaram carro-bomba contra o quartel do Exército, cuja explosão esfacelou o corpo de um soldado sentinela e feriu gravemente outros cinco deles. No Araguaia, fatiaram com facão, até a morte, o corpo de um menino de 17 anos, na presença de seus pais, porque servira de guia à patrulha que perseguia os guerrilheiros do PCdoB. Mataram, na presença de sua esposa e de seu filho de 9 anos de idade, um oficial americano, julgando-o agente da CIA. Tiraram a vida de um major alemão, aluno da Escola de Estado-Maior do Exército, supondo que fosse outro oficial, boliviano, acusado de prender Che Guevara, o que nunca se deu. Alguns desses terroristas ainda estão vivos, contando tais proezas.

O presidente Figueiredo pensava na anistia como esquecimento de tudo isso e a reconciliação da família brasileira. Assim foi entendida e sinceramente respeitada pelos militares. Condecoraram, paradoxalmente, com a Medalha do Pacificador, José Genoino, guerrilheiro do Partido Comunista do Brasil, preso no Araguaia. Conviveram com ex-guerrilheiros comunistas, alguns ministros de Estado. Aceitaram pagar o preço da incompreensão, do ressentimento e das provocações, na esperança de cicatrizar as feridas da luta que não desencadearam. Mas acabaram vendo que fora enorme ilusão confiar no esquecimento. As denúncias mentirosas sacrificaram a carreira de oficiais brilhantes. As poucas que teriam sido verídicas puseram em evidência a acrimônia e o revanchismo. A disciplina e o respeito pela hierarquia, os dois pilares essenciais para a carreira das armas, fizeram suportar o ódio ainda remanescente. Silentes, viram o Tesouro ser assaltado para premiar requerentes de indenizações vultosas que provocaram, de um escritor e mestre do senso de humor, a facécia adequada: “Não lutaram, fizeram um bom investimento.” Quando Prestes saltou de capitão a general, chocaram-se. Mas, pouco depois, veio o inconcebível: comparar Prestes com Lamarca, oficial medíocre, desertor, ladrão de armamento e munição de seu Regimento de Infantaria, assassino várias vezes, de modestos vigilantes de bancos e de segurança de diplomata seqüestrado, e autor do mais nefando crime militar, ao despedaçar, com coronhadas de fuzil, o crânio de um bravo oficial da Polícia Militar de São Paulo, que se apresentara voluntariamente como refém, para poder evacuar os soldados que haviam sido feridos pelo facínora e seu grupo. Pois foi esse frio assassino que se premiou duas vezes post mortem, fraudando a lei que rege as promoções do Exército.

Não tendo feito a (1)Escola de Aperfeiçoamento (pois a trocou pela clandestinidade e por seus crimes hediondos), não poderia ser coronel nem deixar pensão correspondente a general. Mas um ministro pretendeu justificar a aberração dando-lhe, como galardão, o título de “o maior exemplo da luta radical contra a ditadura”.

A provação foi coroada por um lançamento, no Palácio do Planalto, presente o presidente da República, do livro Direito à Memória e à Verdade, escrito por alguém disposto a retratar o Exército, como Márcio Moreira Alves o chamou, de “valhacouto de bandidos”. Winston Churchill, revoltado com o facciosismo do historiador Macaulay, disse: “Esse historiador, apesar do estilo cativante e de sua inaudita suficiência, deixava-se às vezes empolgar pela imaginação, que ele considerava superior à verdade, e denegria ou glorificava os grandes homens coletando documentos segundo as necessidades da narrativa”. É o caso desse livro, que esquece os crimes dos terroristas. Pior ainda quando o ministro Nelson Jobim, meu amigo dos tempos da Constituinte de 1987-88, a quem sempre muito admirei, se destemperou e ameaçou com represália “o indivíduo que possa reagir” ao livro. Nos meus 87 anos, já fui tratado, governador, ministro e senador, por Excelência. Hoje, simples indivíduo, ouso criticar quem, como Macaulay, coleta dados para denegrir a honra do Exército que sempre amei.

* Jarbas Passarinho, ex-presidente da Fundação Milton Campos, foi senador pelo Estado do Pará e ministro de Estado. Concluiu todos os cursos militares com brilhantismo e passou para a reserva por conclusão de tempo como coronel.
(1) condição para promoção a major.


 
 

 

Senado independente, indireto e moderador

Ernesto Caruso, 15/07/2007


O Brasil precisa urgente de um Poder Moderador que não use a espada para enxotar os vendilhões dos templos, como a História registra nos pontos de saturação da sociedade, mas que de forma independente do QI (quem indicou) tome as decisões oportunas evitando as crises corriqueiras no cenário político nacional, particularmente, nesses últimos vinte anos. A cada momento uma Geni.

Feche os olhos e veja com perfeição cada um deles. Fazem a maior porcaria na atividade pública e na privada, confundindo ambas, com escárnio, mãos dadas entre o querer e o poder, entre a candura e a promiscuidade. Em público. Cópia do que ocorreu com o ex-presidente dos Estados Unidos. Perdão em nome do padrão de vida. Só a ex não perdoa; se transforma na pior (p’ra ele) denunciante.

Votos manipulados, comprados, vendidos, acordos, conchavos, divisão do butim.
Na privatização (lembram das tele-gargalhadas), na reeleição, na gaveta (um milhão), do mensalão, da criação de rãs, fazendas falsas em garantia do empréstimo ou das verdadeiras que produzem bois e vacas sagradas, anões do orçamento, gigantes na roubalheira e das megas construções de fortunas. Votos eletrônicos descobertos pelos dois espertos; renunciaram e voltaram, um para governador e o outro para senador. A casa de encontro em Brasília, qualquer uma delas que você esteja pensando.
Acho que chega para justificar a imperiosa necessidade de uma nova solução.
O Senado, o desta concepção, não pode ser do tipo César, aquele que nomeou o seu cavalo Incitatus para integrá-lo, nem do voto direto, assistencialista, interesseiro, do suplente que apoiou financeiramente a campanha e depois lá chega bosquejando com vivas à democracia, das eleições que custam muito ao país antes das eleições e muito mais por conta das emendas e pagamentos às empreiteiras e outras beiras, dessa gente que deixou de ser sem eira e nem beira e pode pagar cem mil no pré-parto e acomodação de oito mil na licença de maternidade (que as brasileiras e brasileiros, assim, fossem contemplados, HONESTAMENTE).

Não necessariamente com 81 senadores, três por Estado — nos EUA são dois — quem sabe por 40 ou 50 advindos da administração do País, eleitos por seus pares à semelhança do que ocorre nos conclaves de escolha do papa, que tenham 34 anos de serviço (próximo da aposentadoria), no topo das carreiras típicas de estado, e que tenham ingressado por concurso público, no primeiro degrau da carreira, que demonstrou ao longo dos anos uma vida ilibada, nada do notório saber para justificar nomeação do compadre. Dos vários corredores componentes dessas carreiras teríamos um universo de experientes na administração pública, com base científica específica na própria formação, ampliada pelos cursos de especialização, mestrado e doutorado, por dedicação própria ou fornecidos pelo Estado, trabalhando de segunda à sexta, como qualquer servidor, férias normais de 30 dias, sem passagens aéreas para justificar contatos com as bases eleitorais, mandatos de quatro anos, sem acumulação de proventos, mas com o valor justo do elevado e meritório cargo. Nada parecido como é hoje, muito menos com o STF, não livre das amarras, que dos onze ministros, ao que consta, o Presidente Lula fará oito.

Basicamente o Senado concebido seria composto de servidores das cúpulas que cuidam da ordem interna, defesa do território, relações diplomáticas, provimento da justiça, tributação, controle e execução da despesa pública e da administração dos serviços à disposição da sociedade.

Assim, diplomatas, oficiais de chancelaria, militares das Forças Armadas, advogados da União, Polícia Federal, Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Banco Central e de outras áreas (Ministérios), com vivência e projeção no gerenciamento dos recursos minerais, hídricos, nucleares, das atividades trabalhistas, transporte, da educação e mais procuradores da República, defensores públicos, fiscais de tributos, auditores, juízes substitutos que assim ingressaram na carreira e tenham alcançado o Tribunal Superior da Justiça.

Quando tiverem que processar e julgar o Presidente, o Vice, Ministros, etc, farão com imparcialidade, pelo menos não deverão favores devidos a nomeações.

Além da competência atual, atuarão como Poder Moderador, como no passado, atribuição do Imperador, que o exercia dissolvendo a Câmara dos Deputados, nos casos, em que o exigir a salvação do Estado; convocando imediatamente outra, que a substitua.”(Constituição 1824).

Que sonho. Pode ser com a banda virtuosa dos políticos mais a vontade determinada da sociedade.

**************

Convictos não convincentes

Ernesto Caruso, 28/06/2007

Um militar que represente o Ministério da Defesa na Comissão de Anistia ou que a integre representando a si próprio, por ter aceito o cargo, ou encargo, pouco se me importa receber ou não DAS 3, 4, 5. Entendo que o cenário é montado para aquinhoar quem se deseja recompensar financeiramente pelas posições criminosamente assumidas de implantação de um regime comunista por meio de ações terroristas, raptos, assaltos a bancos, assassinatos covardes de militares brasileiros e até estrangeiros, soberanamente conhecidos. Assim, o resultado já está no placar.
O fato de ter um militar na referida Comissão tem como objetivo dar um respaldo de seriedade e isenção na análise do processo. Não é novidade. Mas, é importante que lá esteja. Não para ser um a mais com os atributos dos demais — cheios de boas intenções. Mas, para honrar a farda que veste o seu corpo quando na ativa e a alma, para sempre. Lembrar o juramento de fiel soldado da Pátria para lhe defender e não se render aos falsos louros, manchando o próprio nome no meio onde conviveu, abominando princípios, amizades, esquecendo os ditames de respeitar o irmão de arma e tratar com bondade o subordinado, e manter sobremaneira acesa a chama do cumprimento do dever.

Se representante, como militar na ativa, faz jus aos seus vencimentos e vantagens previstos em lei. Se na reserva, nada mais justo do que receber pelos serviços que presta. A um trabalho corresponde uma remuneração.

A Comissão de Anistia foi uma manobra para contornar os imensos obstáculos que se encontrariam nos caminhos jurídicos. Mas, é uma realidade, embora os fundamentos legais de que se têm servido sejam discutíveis.

“Vejam que o Art. 8º do Ato acima referido simplesmente concede anistia, assegurando as promoções; o § 1º veda remuneração em caráter retroativo; o § 2º assegura os benefícios aos trabalhadores do setor privado, dirigentes e representantes sindicais; o § 3º é o único que concede reparação de natureza econômica, na forma que dispuser lei de iniciativa do Congresso Nacional a quem foi impedido de exercer, na vida civil, atividade profissional específica, em decorrência das Portarias Reservadas do Ministério da Aeronáutica nº S-50-GM5, de 19 de junho de 1964, e nº S-285-GM5; o § 4º manda contar tempo de serviço para os vereadores que tenham exercido gratuitamente mandato eletivo; o § 5º amplia e assegura a readmissão exceto nos Ministérios Militares.

Já a Lei no 10.559, de 13 de novembro de 2002, que regulamenta o art. 8o trata no Art. 1o , inciso II de reparação econômica, de caráter indenizatório, em prestação única ou em prestação mensal, permanente e continuada, asseguradas a readmissão ou a promoção na inatividade, nas condições estabelecidas no caput e nos §§ 1o e 5o do mencionado artigo.” (Eternos terroristas, 18/12/2004)

Quanto às promoções diz mais, “asseguradas as promoções, na inatividade, ao cargo, emprego, posto ou graduação a que teriam direito se estivessem em serviço ativo, obedecidos os prazos de permanência em atividade previstos nas leis e regulamentos vigentes, respeitadas as características e peculiaridades das carreiras dos servidores públicos civis e militares e observados os respectivos regimes jurídicos.”

O eminente advogado e professor emérito Ives Gandra da Silva Martins chama de “Indenizações institucionais” em artigo publicado na Revista do Clube Militar, mai/jun/2005, quando conclui: “É necessário que o Ministério Público, a bem do Erário e de 180 milhões de brasileiros, procure investigar se a Constituição, nessa hipótese, está sendo bem interpretada ou se o que está havendo é um festival de generosas “doações” outorgadas pelo Tesouro e pela comissão a 0,04% da população do Brasil.” É. Excluindo os bons convictos...

No editorial PRÊMIO AO FACÍNORA DESERTOR, ESTADÃO, 16.06.07, se lê: “... a decisão da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, concedendo pensão equivalente ao soldo de general-de-brigada à viúva do capitão desertor Carlos Lamarca, ultrapassa todos os limites do bom senso e reflete a profunda inversão de valores que se pretende impor à sociedade brasileira nos dias que correm..... Lamarca não foi um “perseguido político” por suas idéias, como ocorreu com tantos homens íntegros, durante a ditadura militar. Perseguido passou a ser depois de roubar armamento, desertar e praticar crimes com extrema crueldade. Por ter rompido unilateralmente o vínculo com o Exército - ao qual traiu -, deixou de ter direito a qualquer promoção e à atualização simbólica de sua patente.”

Em que pese todo um purismo na cauda da anistia, não é crível de sã consciência que a recíproca não tem sido verdadeira por parte de gente do governo e os convictos não consigam enxergar o tratamento diferenciado: aos colegas terroristas, tudo; aos milicos famigerados, que nos venceram graças a Deus, quando repudiávamos o lucro, adorávamos o estado totalitário e matávamos em seu nome e agora nos locupletamos do estado democrático que construíram, ferro e fogo, que queimem no inferno.

Não valem de nada as loas aos ensinamentos colhidos na Escola de formação, nivelando-os aos colegas, como a dizer: Eu sou igual a vocês.
Aos bons convictos, boas lembranças....

Já tivemos vários casos de perseguição a militares e civis, sem se considerar a anistia. Qual a diferença, bom convicto, entre a acusação de torturador que conste em um livro e a o massacre do crânio do Ten PM ALBERTO MENDES, a coronhadas.

Fizeram de tudo para afastar o Cel Ustra quando Adido Militar no Uruguai, mas não conseguiram. Repetiram com o Cel Avólio, que desempenhava função semelhante na Inglaterra.

“Os dez militares citados no relatório dos detetives contratados pela OAB para investigar a bomba que explodiu na sede da entidade, em 1980, eram ligados a órgãos da repressão e apontados como torturadores no regime militar. Entre eles está o coronel Armando Avólio Filho, adido militar em Londres afastado após denúncia de famílias de mortos e desaparecidos políticos. O relatório também acusa dois civis.”

Enxovalharam a vida do Gen Méd Fayad, cassando o seu direito de ser médico, fazendo de tudo para impedir o exercício das suas funções, levaram-no às barras dos tribunais, onde teve que se defender de moto próprio sem as benesses dessa Comissão de Anistia, ou convicções puras de seus colegas. Uma pequena mostra: “A SRA. HELOÍSA GRECO - Bom-dia, senhores membros da Mesa, bom-dia a todos, meu nome é Heloísa Greco, faço parte da Coordenação do Movimento Tortura Nunca Mais de Minas Gerais. Vou apresentar algumas coisas aqui porque, afinal de contas, ....Vou levantar algumas questões, como, por exemplo, o direito à memória. A companheira Amelinha levantou a importância do resgate da história, do resgate dos nossos companheiros mortos e desaparecidos políticos. Para isso temos de ter o direito à memória. Como avançamos nessa direção? É a abertura dos arquivos, sim, .... A única coisa que podemos pensar é que os membros das chamadas comunidade de informação da época da ditadura militar continuam atuando. Em Minas Gerais há uma evidência: o componente mais odioso, talvez, disso tudo, o senhor xxxxx, que é torturador contumaz, citado cinco vezes no volume 3, tomo 2, "Os Funcionários do Projeto Brasil Nunca Mais", como participante direto das torturas no próprio recinto do DOPS, que é objeto da CPI, continua Coordenador de Informações do COSEG, o órgão geral de informações que passou a ser o gerador dessas informações a partir de 1976, enquanto o DOPS continuou como órgão operacional. Fico pensando assim: que democracia mais esquisita é essa, que convive com uma coisa dessas! Que democracia mais esquisita é essa, onde, a toda hora, volta e meia, nós, do movimentos de direitos humanos, temos de falar que não fica bem um Governo que se diz democrático empregar pessoas que cometeram crimes de lesa-humanidade. O último caso mais expressivo foi o do General Fayad, um torturador notório que foi nomeado para determinado cargo pelo Governo Federal e continuou lá até haver uma pressão nacional e internacional muito grande, de todos os cantos do Brasil e do mundo. Isso é complicado, é um atraso de vida, não teríamos de fazer isso, poderíamos estar fazendo outras coisas... acho que ninguém é maniqueísta, acho que a relação tem de ser dialética, sim, mas não dá para perder a substância crítica também, porque do contrário não avançamos. (Palmas). Relatório da III Conferência Nacional de Direitos Humanos Brasília – 1998, CÂMARA DOS DEPUTADOS”.

Um tenente da reserva, Carlos Alberto del Menezzi, tido como torturador e servindo na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o seu chefe Coronel De Cunto, Diretor da Agência, foram afastados por conta dessa anistia que folheia caráter e dita comportamentos assaz coerentes.

O delegado aposentado da Polícia Federal, João Batista Campelo, foi impedido de ocupar o cargo de assessor jurídico da Procuradoria da Câmara Legislativa do Distrito Federal, 24 horas após ter sido nomeado.

Logo, o que se viu foi dos males o maior, sem o mínimo pudor, pelo que interessava à esquerda raivosa e vingativa. Vetando os bagrinhos e premiando emblematicamente o tubarão.

 

 
     
 
 

CLUBE MILITAR
120 ANOS DE HISTÓRIA

 



GILBERTO BARBOSA DE FIGUEIREDO (*)

Vivemos, todos nós que pertencemos ao Clube Militar, um mês muito especial em junho de 2007. Nossa associação comemorou, no dia 26, cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de muita luta, muita determinação, muitas conquistas, de participação efetiva em casos relevantes da história pátria. Celebramos um marco relevante na vida de um clube revolucionário, usando as palavras do Coronel Ernesto Caruso, em artigo publicado neste número de nossa revista.

A fundação do Clube, em si, constituiu-se em importante fato histórico, uma ação empreendida por homens determinados, gerada no turbilhão de episódios que marcaram a história brasileira, no final do século XIX, e que estaria fadada a produzir marcas sensíveis na vida política nacional.

Entre os incidentes que influíram na fundação do Clube Militar, nenhum, acredito, tenha exercido papel mais ponderável do que a Questão Militar, uma seqüência de ocorrências, entre 1884 e 1886, que colocou em oposição oficiais do Exército e políticos monarquistas. O pano de fundo era o ressentimento dos militares ante a indiferença com que eram tratados pela classe política, após o término da Guerra da Tríplice Aliança, quando arriscaram suas vidas pelo país. O primeiro incidente ocorreu com o Tenente Coronel Senna Madureira, então comandante da Escola de Tiro de Campo Grande, ao ser punido e transferido para a Escola Preparatória de Rio Pardo (RS), quando organizou uma recepção festiva ao jangadeiro Francisco do Nascimento, que se recusou a transportar escravos em Fortaleza.

Estavam os militares, à época, proibidos por lei de discutir assuntos políticos na imprensa. Senna Madureira, no entanto, contestou decisão do Ministro da Guerra Franco de Sá, através do jornal republicano “A Federação”, dirigido por Júlio de Castilhos, para defender “sua honra militar”. Estava detonada a crise.

Em setembro de 1886, o próprio Castilhos tratou de colocar um pouco mais de pólvora no barril da crise ao publicar, em seu jornal, um artigo chamado "Arbítrio e Inépcia", atacando a Coroa, dando visibilidade nacional à "Questão Militar". No artigo, o Exército era apresentado como a única força que se mantinha "impoluta" em uma "nação em ruínas".

O resultado todos conhecem. O Marechal Deodoro, Presidente em exercício da Província do Rio Grande do Sul, decidiu não punir Senna Madureira. Foi exonerado da presidência e transferido para o Rio de Janeiro. Ao chegar ao Rio, em 26 de janeiro de 1887, junto com Senna Madureira, foram ambos recebidos como heróis pelos cadetes da Escola Militar da Praia Vermelha. Em maio do mesmo ano, o Ministro da Guerra Alfredo Chaves caiu, Deodoro e Senna Madureira foram anistiados por D. Pedro II e a questão militar chegou a seu final. Foi, em nossa história, a primeira vez em que os militares mostraram ser possível apresentarem-se à sociedade como grupo coeso – como uma autêntica “classe militar”. A conseqüência imediata foi a fundação do Clube Militar, alguns meses após.

Esse é o ângulo através do qual temos de encarar o Clube Militar. Algo nosso, que deve representar nossos valores, nossos ideais, defender nossos interesses e os interesses maiores da pátria. Há uma profunda necessidade do ser humano em se associar para mais facilmente obter a satisfação de suas necessidades. Nas sociedades modernas, particularmente nas mais desenvolvidas, proliferam associações de todos os tipos, desde as recreativas e culturais, até as representativas de classe. Isso representa algo imprescindível para o próprio desenvolvimento de uma democracia que cultive eqüidade nas oportunidades de seus cidadãos. Cito um trecho de Aléxis Tocqueville, autor de “A democracia na América”: “Entre as leis que governam o destino das sociedades humanas há uma que parece mais precisa e nítida que as outras. Para que os homens se tornem ou permaneçam civilizados, é necessário que a arte da associação cresça e se aperfeiçoe na mesma razão em que aumenta a igualdade de condições”.

Assim entendo o nosso Clube. Uma associação que, ao longo do tempo, foi partícipe de episódios importantes da história brasileira como na Abolição da Escravatura, na Proclamação da República, na questão do petróleo e na Contra-revolução de 1964, apenas para citar alguns. Uma associação que precisa continuar atenta e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, defendendo a dignidade da classe militar, hoje tão constrangida com escândalos em série, cortes em orçamentos e salários aviltados.

(*) O autor é General-de-Exército e Presidente do Clube Militar

 
     
 

Enviado por Nilson Victorino


Assalto aos cofres públicos

Orçamento e Indenizações
Gastos do Governo com as Forças Armadas e "anistiados"

RECURSOS DAS FORÇAS ARMADAS PARA INVESTIMENTO EM 2007

Na primeira reunião do Conselho Militar de Defesa, neste mês de junho, uma das questões discutidas foi o contingenciamento de recursos orçamentários do Ministério da Defesa.

- Dos R$ 7,1 bilhões previstos na Lei Orçamentária, com o corte de 18,1% do ontingenciamento, eles ficaram reduzidos a R$5,8 bilhões.

Deste total, as três Forças passaram a dispor, para investimentos, em 2007, de apenas R$1,029 bilhão, assim distribuído:


- Aeronáutica............R$ 639,5 milhões.
- Marinha..................... 289,4 milhões.
- Exército..................... 100,2 milhões.

Os dados acima formam extraídos de matéria publicada no Jornal do Commercio, de 08/06/2007, assinada por Tânia Monteiro, da Agência Estado.

Para comparação, são transcritos, abaixo, os valores aprovados pelo melhor investimento no Brasil, de 2002 a 2006, na Comissão de Anistia, esta excrescência revanchista criada no Governo Fernando Henrique, como indenização aos aproveitadores "anistiados políticos":
2002.....................R$ 282 milhões
2003.................. R$387milhões
2004....................... 1.210 (1 bilhão e 210 milhões)
2005......................... 454 milhões
2006......................... 927 milhões (estimativa).

Os caras-de-pau tentam tomar o poder, voluntariamente, para impor uma ditadura cruel e sanguinária (modelo Cubano), com apoio externo (Cuba, China e URSS), são derrotados por forças legais, que após um período de ajuste rigoroso,devolvem um país democrático ao povo.

E agora, estes derrotados ficam vitoriosos e assaltam os cofres públicos e nós ficamos apreciando.
Onde está a OAB?
Onde está o Ministério Público?
Onde está a oposição?
Onde está a imprensa que se diz livre?
Onde estamos nós?
Observem que todos estes valores são maiores que todas as verbas de investimento do EXÉRCITO (100,2 milhões).


 
     
 

Enviado por Roberto Carrazedo / Paulo Mesiano


Direita, Volver!

Coronel-Aviador Luís Mauro
Em 4 de junho de 2007.


Dizer que me decepcionei não posso. Nada que um político brasileiro faça ou diga decepciona-me mais. Pela mesma razão, tampouco posso dizer que fui surpreendido. Mas as declarações do Senador Jefferson Peres em palestra sobre tema Soberania Nacional, feita recentemente, no Clube de Aeronáutica, foram, sem dúvida, inesperados para a maioria dos que compareceram ao evento.

Para o Senador pelo Estado do Amazonas, o Brasil não sofre qualquer ameaça à sua soberania, e as afirmações d que existe cobiça internacional pela Região Amazônica é mera ficção. Segundo disse, ainda nenhuma guerra conhecida teve, como motivação tomar bens ou recurso de qualquer país.

É Sua Excelência deve estar certo. Os Estados Unidos invadiram o Iraque e, lá, permanecem, aceitando, como natural, que tenham morrido mais iraquianos durante a ocupação do que nos tempos de Saddam Hussein, simplesmente para levar a “democracia” a quem não pediu.

Em verdade, o governo da grande potência do norte é tão altruístico, que assentiu em entregar a vida dos, aproximadamente, 3500 soldados mortos, desde a invasão até agora – e dos muitos que morrerão, ainda, - somente para salvar aquele povo sofrido de um tirano igual a tantos outros a quem apoiou e apóia, mundo a fora.

Ah! Eles também cometeram a proeza de salvar a humanidade, contra a sua vontade explicita, expressa por grande maioria de paises, das armas de destruição em massa que os iraquianos não tinham.

E alguém deveria avisar aos mexicanos que, embora não saibam, eles ainda são donos de ricas áreas petrolíferas. Basta que as reivindiquem, e os Estados Unidos, que têm feito a seus vizinhos o favor de administrá-las, certamente, as devolverão à soberania dos legítimos donos.

Segundo disse, mais adiante, o Senador, deveríamos parar de ver ameaça nas nações desenvolvidas, que estão aí, para nos ajudar: somos os únicos culpados pelos nossos problemas, que tem causa na incapacidade gerencial dos nossos governantes.

Quanto a isso, concordamos em que, se os nossos políticos não se deixassem cooptar ou seduzir, pelo capital ou por ideologias alienígenas, e, em vez de lhes defenderem os interesses, pugnassem, intransigentemente, pelo que é nosso, teríamos muito diminuídos os riscos, tão energicamente, negados pelo conferencista.

Outro aspecto interessante da exposição foi a defesa ardente do governo petista. Para o expositor, a economia vai muito bem, e, “nunca antes na história desse País”, fez-se tanto pelos mais pobres.

O momento mais impressionante do discurso, porém, deu-se quando ele se expressou, mais ou menos assim: “Isso é o que pensa a Senadora Heloisa Helena, a quem prezo muito, mas que, como todos sabem, é uma pessoa de extrema esquerda, enquanto eu milito em campo diametralmente oposto”. Tal campo somente ser o da extrema direita!
Que o Senador Jefferson Peres havia mudado, todos sabíamos. Faz muito, depreende-se dos seus pronunciamentos, que, seguindo a linha do líder do PDT, já falecido, Leonel Brizola, havia renunciado à sedução das ditaduras de esquerda, para assumir uma posição, francamente, nacionalista e, fortemente, contrária ao atual governo.

Que tenha prosseguido nessa mudança de posição, levando-a limites tão extremos, em tão pouco tempo, isso, sim, é, verdadeiramente, intrigante.

E o próprio Senador reconhece o inusitado da situação, ao comentar que Leonel Brizola deveria ter-se revirado todo, ao ouvi-lo falar.

Preferimos acreditar em que o Senador Jefferson Peres tenha legitimas razões de foro intimo para essa evolução tão radical ocorrida em suas convicções. A seriedade com que se tem conduzido na vida publica, assim o sugere. Infelizmente, não se pode dizer o mesmo de todos.

Ao vermos as inserções dos programas eleitorais em que os políticos defendem, despudoradamente, o governo a que, a poucos dias antes, severamente, atacavam, percebemos como é forte o poder de sedução de um simples e único Ministério.

 
     
 

 
 
 
 

A liberdade é fundamental

Prof. Dr.Milton Larentis
filósofo, professor universitário

Meus amigos, examinemos com boa fé os fatos políticos recentes do Brasil. Por mais que se tende escamotear a verdade ou suprimir as informações, os fatos estão aí. Explícitos, claros e tomando sol. Uma memória seletiva ou doente poderia dizer que o Brasil não vive uma crise política. Talvez por viver uma “fachada” econômica. Porém, o que sucede é a governabilidade da sordidez.

Como professor de história, eu gosto de ver e rever e ver de novo os fatos:

O mesmo partido que combativamente falava de corrupção e denunciava toda semana um ato de desonestidade chegou ao poder. Com ele aliaram-se os antigos desafetos. Representando todo este quadro está o Presidente Lula. Um líder partidário que não faz muito tinha que ser corrigido por despropósitos que falava sobre qualquer assunto. Não é possível aqui, por uma questão de espaço, mencionar a coleção de disparates que acaba falando Sua Excelência, parecendo que só os evita quando não diz nada.

Bem, logo no início de seu primeiro mandato surgem as CPIs ligadas à saúde, que foram interrompidas e as denúncias sobre seu pessoal é iniciada. Dali em diante foram cortadas as cabeças de Waldomiro Diniz, Genoíno, Zé Dirceu, e assim por diante, caindo sucessivamente presidente de congresso e ministros. Tudo, para manter intacto o Presidente. Enquanto isto, levado pelos bons ventos da economia, ele navegava pelos céus com seu belo avião multimilionário. Volta e meia posava com um músico, um artista, um cantor ou a Xuxa. Nunca do lado destes fiéis amigos que sempre eram encontrados com dólares nas roupas de baixo. Ganhou apertado o primeiro turno e incensado pelos milhões, ganhou o segundo. Agora, o momento é outro. Pode apoiar ditadores diversos sem o constrangimento de não parecer democrático. A distribuição de ministérios é sua maneira de administrar a nação.

Fomos traídos ou as palavras não tem sentido. O país vive o engodo de ser uma democracia enquanto é preparada a ditadura. O que fazem os ministros? Distribuem cargos, descansam pela luta armada ou cantam pelo mundo a fora.

Os que contestaram foram calados e tiveram até que formar um novo partido. Os da oposição – muito poucos – são atemorizados. Jornalistas são cortados da mídia. Resiste um ou outro órgão de imprensa – mas sempre enredado em processos. Tudo em nome da mentira socialista que deturpa os verdadeiros culpados. Em outros tempos, por menos de um Vavá a nação já estaria revoltada.

Mas chega de passado. Chega de história. O que há de mais grave, no Brasil, hoje, não é o desmando de alguns, é a complacência de muitos.

Collor tinha popularidade, FHC tinha apoios, Lula só tem dinheiro – nada mais. Pois até o respeito que ele tinha, perdeu, com a impunidade dos que o adulam, a corrupção ao seu redor, a birra, o capricho, a falsidade e a traição que caracteriza o seu estilo tortuoso e débil. A falsidade é o tom de seu Governo. Um Governo que mente é sempre um perigo. Um governo que tem força para fazer a mentira passar por verdade é mais do que um perigo, é uma calamidade.

Prefiro ser incompreendido por falar o que preciso dizer do que ficar em silêncio vendo o que estão praticando contra o país. O Brasil está se atrasando de muitos anos, nesses poucos anos. E você é um dos responsáveis. Eu também. Mas, eu protesto. Aceito o risco e protesto. E você?

Que pretextos paralisam a sua consciência?

 
 


Enviado por
Nilson Victorino
Roberto Carrazedo
H. Belém e outros

Extraído da página de Opinião da Folha de São Paulo, sexta-feira, 15 de junho de 2007.

O caso Lamarca

A DECISÃO da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça de conceder a patente de coronel do Exército ao guerrilheiro Carlos Lamarca, morto em 1971 pela repressão, incorre em duplo equívoco. Por conta desse ato, a viúva de Lamarca terá direito a receber pensão mensal equivalente ao soldo de general, além de uma quantia retroativa ao ano de 1988. O primeiro erro consiste em equiparar a sua morte à de militantes de esquerda torturados e/ou assassinados sob a custódia do Estado, casos em que se justificam as indenizações. Lamarca fez uma opção pela luta armada e pelo terrorismo, com o objetivo de instalar uma ditadura socialista no Brasil.

Assaltou bancos, seqüestrou um embaixador e matou agentes de segurança. A morte em combate -como acabou ocorrendo há quase 36 anos no interior da Bahia- é risco natural para quem escolhe pegar em armas. Por isso o caso de Lamarca não justifica nenhum tipo de ressarcimento da parte de um Estado democrático.

O segundo equívoco cometido pela comissão do Ministério da Justiça foi ter promovido Carlos Lamarca, que deixou o Exército quando era capitão, ao posto de coronel para fins de pagamento de indenização. O pressuposto dessa atitude é que se trata do soldo ao qual ele faria jus se estivesse vivo.

Mas Lamarca foi morto na condição de desertor da corporação. Abandonou a carreira militar, roubando armas e munições de um quartel de Osasco (SP), por iniciativa própria. Não procede, assim, o raciocínio de que a sua carreira tenha sido interrompida por um ato do Estado. Por tratar-se de um prêmio à deserção, ademais, a equiparação de seus vencimentos ao de um general afronta os princípios de disciplina e subordinação, pilares das Forças Armadas.


 
     
 


Enviado por Nilson Victorino

A revolta está cada vez maior!


Opinião do leitor
Geraldo Almendra

 

CORRUPTO, MENTIROSO, HIPÓCRITA E IDIOTA

O QUE SE PODE ESPERAR PARA O FUTURO DE UM PAÍS QUE TEM:

- Um Presidente ignorante, mentiroso, hipócrita, populista e mafioso?

- Poderes da República prevaricadores e serviçais de oligarquias estúpidas, calhordas, egoístas e fiadoras da destruição de sua pátria?

- Um Estado tomado por gangs que exploram o corporativismo mais sórdido para se preservarem no poder?

- Um Parlamento canalha e corrupto?

- Uma "oposição" prostituta que se deixa subornar por ofertas de sinecuras e poder?

- Uma população que em sua maioria vendeu sua cidadania pelas esmolas do Estado?

- Uma academia que se vendeu e que trocou a bandeira de sua pátria pela proteção e pelas causas de um comunismo marginal, ultrapassado, e explorador dos excluídos?

- Um movimento estudantil que se vendeu por verbas públicas e vagas forçadas no sistema educacional, especialmente nas Universidades?

- Um processo educacional em que o importante é passar de ano prevalecendo a ignorância como forma de "cultura" diplomada ?

- Uma organização sindical pelega que se uniu ao Estado corrupto para criar a mais escrota burguesia "comunista" do mundo ocidental?

- Forças Armadas omissas com seus "lideres" beijando a mão do mais incompetente, mais corrupto e mais calhorda dos presidentes de sua história?

- Uma classe média que se deixa explorar e ainda pede desculpas por estar "de costas"? - Uma sociedade que trabalha mais de cinco meses por ano para pagar - sem reclamar - as mordomias de um Estado corrupto, incompetente, prevaricador e corporativista sórdido?

- Uma Justiça relativista, hipócrita e protetora de corruptos e prevaricadores?

- Sua maior cadeia de televisão editando as verdades e distraindo o povo enquanto os canalhas destroem seu país?

- Uma comunidade artística que trocou o futuro de sua pátria pela proteção de seus empregadores, cúmplices dos porcos comunistas?

Se este é o seu país, tome vergonha na cara, se envergonhe de permitir que destruam o futuro de seus filhos e de suas famílias, deixe de ser covarde, individualista e egoísta; ofereça o seu sangue em prol de uma revolução para que se destitua do poder os mais sórdidos canalhas da política e seus cúmplices - traidores hediondos de sua pátria; tenha coragem de escrever sua própria história não permitindo que os porcos comunistas e seus sócios capitalistas corruptos lhe coloque no curral imundo dos traidores do seu país.

Geraldo Almendra


 
     
 


Texto enviado por: Roberto Carrazedo
Paulo Mersiano

Rio de Janeiro, RJ em 4 de junho de 2007.
Grupo Saldanha da Gama
(Do Clube Naval do Rio de Janeiro)


Na sociedade brasileira, a cultura
Cívica é deficiente e frágil, para
não dizer inexistente, é por isso
que devemos mudar

Raymundo Magliano Ribeiro Filho

A partir dos anos 90, desenvolveu-se uma nova conceituação política que foi denominada de Capital Social.

Estudos da Socióloga Maria Celina D’Araújo, no seu livro o “Capital Social” editado em 2003 pela Editora Zahar, definia como o Conjunto de instituições, relações, normas e regulamentos que dão qualidades as relações interpessoais duma sociedade.

Capital Social é a ferramenta necessária, que o Governo, pode e deve lançar mão, para solver os problemas nacionais.

A Marinha, com as outras duas Forças Armadas integram o Capital Social e têm os seus Militares, que são bem preparados, disciplinados, respeitadores da Lei e da Ordem, hierarquizados e de moral ilibada, como os elementos fundamentais, isso não quer dizer que outros membros da Sociedade também não possam integrar o Capital Social, com toda certeza eles existem e junto com os Militares constituem esse grande patrimônio Social do País.

O Capital Social depende muito da Cultura e numa sociedade democrática, como a nossa, que não temos bem sedimentados os seus conceitos e preceitos políticos, Ele está disperso, desmobilizado e o pior totalmente dependente do Estado.

Arminio Fraga, ex-Presidente do Banco Central, numa entrevista, recente (15/1/2007) afirmou que:

“As nossas raízes Ibéricas, fazem com que esperemos que o Governo cuide de todos os nossos problemas. Precisamos urgentemente mudar de atitude para consolidar a nossa Democracia”.

Sempre nos comparamos aos Americanos, e não entendemos porque obtemos resultados tão dispares, em política e em economia, que são as duas colunas básicas da Democracia.

Na opinião do Professor e Prêmio Nobel de Economia, Douglass North, isso se deve a:

“Os Americanos foram beneficiados pelas tradições inglesas de descentralização e parlamentarismo, enquanto os latino-americanos foram prejudicados pelo autoritarismo centralizado, pelo familiarismo e pelo clientelismo, herdados da Ibéria Medieval”.

Os americanos herdaram tradições de civismo, aos latino-americanos foram legadas tradições de dependências, de predação e exploração vertical.”


Robert Putnam pesquisou seis regiões da Itália, sobre o mesmo tema o “Capital Social” (Comunidade e Democracia-A experiência da Itália Moderna-1993) decepcionado registrou:

“A coisa pública, é tida como coisa dos outros. Poucos querem tomar parte das deliberações sobre o bem público. Quando o fazem, essa participação política é motivada pela dependência ou por ambições pessoais”.

É o que assistimos nas reuniões de Condomínio, em que os Condôminos não se interessam pelo que é seu, tratam como se fosse coisa do Sindico, e este normalmente é um Condômino escolhido entre os seus pares, havendo distorções e politicagem desnecessária que só trás prejuízo ao Condomínio.

Raymundo Magliano Filho, emérito Administrador de Empresa, Presidente da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA) defende uma mudança em que se valorize o Homem, a Sociedade, os seus Estamentos como fator gerador de uma comunidade cívica, comprometida com o Bem Publico, estabelecendo redes com laços de confiança, de respeito, de colaboração, de cooperação voluntárias, com um Espírito de Associativismo, com regras Informais de Reciprocidade, para criarmos e sedimentarmos um Capital Social.

Temos que dinamizar esse grande Condomínio que é a nossa Nação, ela não é coisa do Governo, nem do Político que eventualmente ocupa a Presidência da Republica, se bem que Ele pense assim, a Nação é NOSSA, é de todos os cidadãos, daqueles que estão em plena capacidade Cível e Política.

Precisamos Capitalizar o Social, utilizando os Fatores determinantes da Instituição desse Capital.

O Capitalismo é mais que um Sistema Econômico, Ele é também um Sistema Social embasado na Propriedade Privada e nos meios de Produção.

As Instituições inclui-se aí o Clube Naval, e evidentemente os Clubes Militar e da Aeronáutica, que devem tomar atitudes que criem o ambiente favorável ao Capital Social, e essa foi e é sem duvida alguma a idéia básica da Criação do Grupo Saldanha da Gama.

Juntem-se ao Grupo Saldanha da Gama, venham estudar Política, com “P” maiúsculo, não a Politicagem rasteira, que só traz lucro aos Politiqueiros, vamos valorizar os Oficiais de Marinha, sócios do Clube Naval, assim fazendo estar-se-á tecendo a malha de Marinha na rede do Capital Social, que com os laços do Clube Militar e do Clube de Aeronáutica, irão dinamizar a mudança defendida pelo Presidente da BOVESPA, deslanchando a construção de uma Sociedade menos Injusta e mais Solidária.

Vamos por em prática o que apreendemos nos bancos escolares da vetusta ilha de Villegaignon, não vamos ficar em discussões estéreis e adiabáticas, vamos fazer ecoar a nossa Voz Política, participando ativamente na sua disseminação e exercendo a Cidadania no que é mais importante que é a fiscalização dos atos dos Homens Públicos, controlando o pior câncer administrativo que é a Corrupção, a coisa publica tem que ser tratada como Coisa Nossa, mas não é para que nos apropriemos dela, é dando a sua devida destinação.
O Grupo Saldanha da Gama convoca todos para fortalecer a Cultura Cívica para que Ela exista eficiente e forte, vamos proceder como aquele pássaro que ante o incêndio na mata fazia a sua parte. Vamos fazer a nossa parte, assim cada um aumentando um pouco do Capital Social, vamos fortalecer a Democracia, no nosso País, que está tão combalida.


 
 
 
 

Editorial

MST, Guerra Civil Declarada:
ameaça externa e interna

Alinhamento com a política e o pensamento de Hugo Chávez.

Esse é o resultado de um presidente desonesto, incompetente, corrupto, megalomaníaco e que, ainda por cima, é alcoólatra. Qualquer desses adjetivos, sobejamente conhecidos pelo povo brasileiro esclarecido, seriam mais do que suficientes para afastá-lo do poder.

Uma quadrilha governa o Brasil. Entre seus membros estão congressistas e membros do partido do presidente e familiares do presidente. Todos investigados e apontados pela Polícia Federal como envolvidos em escândalos de corrupção.

Aos que julgaram nossos editoriais fantasiosos e radicais, a verdade nua e crua aqui está.

Ameaça externa e interna, combinadas
. Intromissão do presidente da Venezuela nos assuntos internos brasileiros e ofensas ao Congresso Nacional. E agora, a declaração do MST que deixa de ser um movimento de sem-terra brasileiro para declarar fidelidade a seu novo patrão: Hugo Chávez.

O presidente “desse país”, como Lula se refere ao Brasil, vem, sistematicamente, sucateando as Forças Armadas, contingenciando fundos de reaparelhamento e desconsiderando seus comandantes abertamente, mandando que ministros de outras pastas se dirijam diretamente a setores como no caso, dos controladores de vôo.

Ameaça interna e externa de guerra vem se desenhando e, consolidando passo a passo, de forma óbvia, até para os menos esclarecidos.

Desarmamento da população civil, sucateamento das Forças Armadas, humilhações a militares, desrespeito à Constituição e à Lei da Anistia.

As Forças Armadas, por outro lado, inexplicavelmente, fazem vista grossa diante de tantas violações de caráter político diante das instituições democráticas. Parece que os senhores comandantes das Forças Armadas não têm vontade, competência ou coragem para assumir o papel constitucional diante desta grave ameaça interna e externa.

A Constituição brasileira, que suas excelências juraram defender, está sendo enlameada. Esquecem-se os senhores comandantes das Forças Armadas que sua fidelidade é com a constituição e com o País que representam como povo fardado. Esquecem-se de que têm a responsabilidade constitucional de defenderem o Brasil, que é um legado para a posteridade que nos sucederá.

Os grupos de militares da reserva, que têm se manifestado, através de cartas e artigos no www.mensageiro.com.br e os pronunciamentos dos presidentes dos clubes militares, mostram claramente a preocupação dos mais antigos e experientes, que a condução da coisa pública está desgovernada.

Cada dia que se passa a ameaça cresce. Os interesses nas riquezas brasileiras e a cobiça estrangeira na Amazônia já privatizada, pelo lesa-pátria Lula, não é segredo nem para o Brasil nem para o mundo.

Conclamamos aos brasileiros a uma reflexão crítica e rápida e às forças que representam a moral e a dignidade a saírem da inércia antes que seja tarde demais.

O MST e outros grupos criados pelo PT e pelos criminosos que ora ocupam o poder, estão coadjuvados pelo crime organizado, que habita não apenas as periferias, mas alastrou-se como um câncer, pelo país inteiro. É o poder paralelo somado ao poder da quadrilha oficial.


 
 
 
 

Enviado por Milton Larentis

MAR DE LAMA

por Augusto de Franco

Lendo o noticiário de hoje, me veio à memória um comentário de Franklin Martins, quando ainda atuava na TV Globo, dizendo alguma coisa mais ou menos assim: "Ora, todo mundo sabe que o governo Lula não é um mar de lama". Ele falava para desqualificar as suspeitas que surgiram, se não me engano, com a descoberta do esquema Waldomiro-Dirceu. Pois é... O tempo passou e Franklin, que já operava informalmente como assessor de imprensa do Planalto, assumiu finalmente sua real condição. E de lá para cá, não deu outra: foi só mar de lama.

Hoje poderíamos afirmar o oposto do que disse Franklin: "Ora, todo mundo sabe que o governo Lula é um mar de lama" (com exceção das oposições, é claro). Vejam o noticiário dos últimos dias, rememorem o que saiu na imprensa nos últimos três ou quatro anos e façam as contas:

1) Quantos amigos e parentes de Lula estão envolvidos em casos suspeitos?

2) Quantos colaboradores pessoais, da "cozinha" do presidente, foram acusados de crimes e outras ilicitudes?

3) Quantos ministros e outros altos cargos de confiança do governo federal foram afastados sob sérias acusações de irregularidades?

4) Quantos ministros atuais de sua Excelência estão tentando caminhar "no fio da navalha"?

5) Quantos aliados estratégicos de Lula estão neste momento sendo investigados pela polícia?

Sim, corrupção no Brasil sempre houve, mas nunca a ponto de transformar boa parte da cúpula do governo federal num caso de polícia. Não, não há precedentes para esse mar de lama em que estamos imersos desde 2003.

E não adianta muito a PF fazer uma operação espetacular atrás da outra. Cada nova operação apaga o impacto da anterior, já notaram? De sorte que os presos da operação imediatamente anterior são soltos e vão se acomodando no anonimato enquanto esfria a indignação do distinto público. Amanhã, ninguém vai lembrar mais de nada. E aí eles voltam.

Os escândalos sucessivos vão banalizando o escândalo e vão elevando o nível crítico da indignação. Se alguém desviou um recurso, isso passa a ser quase nada em relação a quem montou uma quadrilha para desviar recursos. Se alguém meteu a mão no dinheiro público, isso passa a ser um mero deslize em relação a quem deturpou a natureza de uma instituição colocando-a a serviço do crime. É como se a falta maior desculpasse a menor.

A espiral da impunidade vai, assim, rebaixando os critérios éticos e, inclusive, diminuindo a eficácia das sanções legais. Esse é o resultado objetivo da perversão da política e da degeneração das instituições promovidas pelo lulopetismo. Não é preciso grande esforço para concluir que isso não pode acabar bem.

Vai aqui um recado para os empresários (já que dezenove em cada vinte grandes e médios empresários acham que tudo bem, porque a economia vai bem, porque Lula não está fazendo besteiras nesse campo etc. e tal, devemos fechar os olhos para a esculhambação geral que o governo está promovendo em todos os demais campos da vida nacional). Atenção, meus caros: abaixo de certo nível de credibilidade das instituições políticas, a segurança jurídica despenca. E despenca de uma vez! Isso é praticamente inevitável, mesmo que a economia mundial e nacional vivam no sétimo céu.

O que estamos assistindo nos últimos dias são apenas os primeiros sinais da putrefação do governo. É razoável supor que haja mais, muito mais do que o está vindo à tona em virtude da impossibilidade de controle sobre todas as facções da Polícia Federal e sobre a imprensa e a mídia em geral.

Se existisse oposição no Brasil é óbvio que este governo já teria sido afastado. Mas mesmo sem oposição - ou com uma oposição jogando a favor do governo, pronta para salvá-lo na última hora - o governo Lula não tem como acomodar adequadamente a massa informe de interesses díspares que hoje compõem a sua base de apoio. Mais cedo ou mais tarde esse arranjo perverso - e perverso inclusive com os aliados, pois que são estes arrebanhados instrumentalmente, comprados com dinheiro, cargos ou outras prebendas para servir aos propósitos de um única organização - tende a ruir. Aí é que nós vamos ver, além do mar, a lama jorrando em múltiplas cascatas, as "Cataratas do Iguaçu" da imundice.

Antes, porém, eles tentarão "disciplinar" a Polícia Federal. Atuando seletivamente (sim, pois que até agora não sabemos a origem do dinheiro do falso-dossiê, nem o que faziam os homens de confiança de Lula na trama - assim como não temos notícia de nenhuma investigação que focalizasse as cabeças coroadas do PT envolvidas em irregularidades), a PF serviu aos propósitos do governo, sobretudo durante a campanha da reeleição, mas agora já começa a se transformar num problema.

Ah! sim, e eles também tentarão, de todas as formas, controlar os meios de comunicação. Mas depois da patacoada de Chávez, isso ficou um pouquinho mais difícil, não é mesmo?

De sorte que a "fórmula" lulopetista de poder, que parecia tão boa, pode não funcionar. Nisso tudo que está vindo à tona não há um dedo da oposição. O esperto Lula já se imaginava realizando o sonho dourado de qualquer governante autoritário: governar com uma 'oposição a favor'. No entanto... apesar de tudo, apesar dos bons ventos da economia mundial, apesar da grande popularidade do líder carismático, o arranjo vem fazendo água; ou melhor, lama.

 
 
 
 

Perfeita estupidez

Prof. Dr. Milton Larentis, filósofo

Chaves e Lula querem lançar um novo programa de televisão. Não querem que seja na Globo, porque o programa deles já anda passando há muito tempo no SBT. Assim, o Chapolim Vermelho e o Nhonho Semdedo estão se preparando para viajar juntos. Mas em aviões separados. Um vai para a índia, porque os norte-americanos mataram todos os índios.

E o outro vai para a India também – nunca, depois de Colombo, alguém tão perdido viajou para a India. Lula quer trazer de lá um elefante. Acha que assim ninguém vai ver o que anda acontecendo em Brasília. O elefante de Lula será nomeado ministro de Porra Nenhuma, um novo ministério que será inaugurado para evitar o nascimento da oposição.

Gozado é que o Lula ficou ali no primeiro turno e depois teve uma votação que só o bolsa família mais a ajuda dos leias e honestos Calheiros e Sarney proporcionaram.

A política é algo terrível. Tanto é que ninguém mais fala sobre ela. O pessoal nervoso, crítico e contestador fica franzindo as sobrancelhas para os “grupos financeiros”, as multinacionais, os poderosos, a elite e os empresários – quando não escrevem artigos virulentos contra os EUA. Quer dizer que Venezuela, Cuba e corrupção nacional é coisa que não interessa? Aí, vocês ficam calminhos, calminhos – tomaram maracujina?

É legal brigar contra o capitalismo e quando aparece claramente, ao luar das trevas do Lula, a incompetência, a desonestidade e a palhaçada toda de “não sei, não vi, não lembro...”, aí troca de canal, bota na Globo e acha tudo muito bonito – e doses cavalares de Diazepam. Lula não sabe de nada. Mas recentemente declarou que quase está chegando a perfeição. É fácil deduzir o que tudo isto significa.

Chaves desviou a cena do Calheiros ofendendo o congresso. Lula desviou a atenção indo assistir futebol na Inglaterra. O PT manda nota apoiando o fechamento da TV na Venezuela o que desvia a atenção também. O irmão do Lula desvia a atenção quando é investigado pela PF. Mas para que desviar tanto a atenção? O povo não vai fazer nada mesmo. A oposição não vai fazer nada mesmo. Ah, não é desvio de atenção...é realidade.

A mídia tem culpa? Lá fecharam a TV, aqui nem precisa.

Quem tem culpa? Admito que sou eu. Eu e todo aquele brasileiro que dá um pouco de atenção ao seu país. Podia estar fazendo outra coisa. Preocupar-me com estética, quem sabe? Farei isto. Está decidido: a questão do belo e do sublime. E a política? Pergunta meu id ainda contrariado. Meu superego responde: abundans cautela non nocet.


 
 
 
 

EDITORIAL

Crescimento e Energia
Considerações sobre o PAC

Esse binômio depende de decisões políticas e técnicas e deve ser pensado a longo prazo.
Uma sucessão de decisões contra o Brasil têm sido tomadas pelos dois presidentes fronteiriços - o líder da coca, Evo Morales, da Bolívia e o Presidente dos vendidos e insensatos, Lula, dois néscios e mentirosos.

Denunciamos e a verdade está aparecendo.
As mentiras referem-se à manutenção dos acordos e dos preços do gás natural, que não seriam, ainda que o aumento viesse, repassados ao consumidor final, indústria e outros.

O desastre diplomático com a Bolívia resultou agora, na opinião dos paraguaios, sobre a energia de Itaipu. Consideram o Brasil imperialista e acham que os estamos roubando.

O ódio contra o Brasil é histórico, vem da guerra do Paraguay e aumenta sob qualquer pretexto.

O término da implantação das usinas nucleares, compradas pelo Brasil, e que seriam uma alternativa já em funcionamento, foi postergado, sine die, pelo péssimo presidente José Sarney, outra toupeira, que desmantelou o programa nuclear brasileiro, parte da matriz energética alternativa, e de quebra acabou com a carreira dos mestres e doutores qualificados para esse fim.

Erros do passado com reflexo agora
O ato de insânia e incompetência de José Sarney não pára por aí. A mão-de-obra de formação longa e custosa, formação de técnicos, mestres e doutores, para o cidadão que é quem paga a conta da asneiras do Governo, foi para o exterior por não ter mais opção de emprego no Brasil, subempregada em relação aos nativos. Toda essa tecnologia passou para os estrangeiros a custo zero. Só no Brasil, esse criminoso ainda é reeleito. Conseguiu destruir nosso capital humano e científico para ajudar a desenvolver outros países.

O Programa Nuclear Paralelo
O discreto e eficiente “programa nuclear paralelo”, desenvolvido pelos cientistas da Marinha do Brasil, foi abandonado e denunciado aos Estados Unidos pelo “lacaio maranhense”, fruto do voto de cabresto e da ignorância dos que vendem votos.

A propulsão nuclear desenvolvida pelos excelentes cientistas e técnicos navais já poderia ter sido repassada ao meio civil e nossa frota mercante já hoje poderia ser movida pelo átomo. Os navios mercantes de propulsão nuclear, se necessário, poderiam ser convertidos para fins militares e teriam velocidade para acompanhar a da esquadra.

Com a decisão da ONU em ampliar o domínio oceânico brasileiro, o patrulhamento dessa área poderia estar sendo feito por submarinos movidos a energia nuclear. José Sarney, um criminoso lesa-pátria, ainda continua na política destruindo o Brasil, de sua cadeira no Senado.

Matriz energética abandonada
A matriz energética brasileira, grande preocupação do movimento de 1964, preparou o país para um crescimento vertiginoso, sempre torpedeado pela esquerda ignorante e destrutiva, as obras das hidrelétricas consideradas “Faraônicas”.

A matriz energética foi abandonada pelos governos que sucederam ao do presidente João Figueiredo, cujo único senão foi ter concedido a anistia a essa corja de ladrões, que o povo inculto elegeu.

O plano de crescimento acelerado (PAC) é uma nova farsa
Hoje, nova farsa ocupa os planos desse governo de corruptos.
Crescimento está ligado à energia. Não há crescimento sem energia.
Com a demanda reprimida, já agora, como é possível o crescimento sem as fontes de energia instaladas?

Para crescer a partir de agora, a energia já deveria estar disponível nos locais de uso, pronta para uso imediato, o que, por culpa do atraso da esquerda, não ocorreu.
Essa é a mentira que Lula tenta impor, para mais tarde, quando não acontecer, se fazer de vitima dos industriais, que serão o bode expiatório de sua incompetência.

Usinas termoelétricas:
A opção restante consumiria energia do gás natural, o que aumentaria ainda mais nossa dependência do gás boliviano ou utilizaria outras fontes de energia mais poluentes. Em qualquer das hipóteses, estaria contribuindo para o aquecimento do planeta.

Se o dólar está baixo, é por fatores externos. Se ainda existe um certo progresso, é pela garra dos técnicos e empresários brasileiros. Está equivocado quem pensa que o governo Lula promove o crescimento. Ao contrário, o Brasil cresce apesar de Lula.

O ministro de Minas e Energia tem outras preocupações, a “operação navalha”, onde aparece como acusado, juntamente com outros “coitadinhos igualmente inocentes”.

Só para terminar, e a fortuna de Lula de onde veio? A revista Forbes quer saber, e nós também.


O trabalhador gasta seu suor por 146 dias por ano para pagar a carga tributária que sustenta o governo de incompetentes e de corruptos, que não consegue provar o contrário e que, graças a manobras políticas e imunidades que permitem foro privilegiado continuam impunes.

Fica aí uma pequena sugestão para a Polícia Federal. Lula é um homem honesto, honrado e patriota. Estamos certos que não fará nenhuma objeção em ser investigado e explicar como ganhou seu dinheiro honesto desde suas atividades como torneiro mecânico.

Lula não suporta intelectuais. Por quê? Os intelectuais pensam e vêem ao longe.


 
     
 
Enviado por Roberto Carrazedo

Artigo publicado na Tribuna da Imprensa

ECONOMIA


Economia encolhe classe média


CAMPINAS (SP) - Estudo divulgado este mês pelos pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que a estagnação do crescimento econômico e da mobilidade social no Brasil foram os principais motivos para o encolhimento da classe média entre 1981 e 2005.

Segundo dados do documento organizado entre setembro de 2006 e abril deste ano pelos professores Marcio Pochmann e Eduardo Fagnani, entre 1982 e 2006 o crescimento médio anual do PIB foi de 2,5%, ante a dia de 7% entre 1945 e 1980.

"A baixa expansão da economia nacional vem desconstruindo a estrutura social originária do ciclo da industrialização do País", afirmou Pochmann. "Nas últimas duas décadas e meia há sinais crescentes de desproletarização dos trabalhadores urbanos, que perderam a possibilidade de exercer atividade assalariada, e há também a perda da posição relativa e da efetividade em gastos de maior valor unitário, e a redução do status social da classe média."

A 5ª Carta Social e do Trabalho, divulgada pelo Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Unicamp, aponta que as raízes da crise social estão, segundo os especialistas, no estancamento econômico desde o fim da década de 1970 e na política econômica neoliberal imposta a partir do governo Fernando Collor de Mello.
A carta é composta por oito artigos que tratam da evolução da estrutura social e ocupacional e das considerações sobre a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Autor de dois desses artigos, o professor Waldir José de Quadros, do Instituto de Economia da Unicamp, afirmou que o País que não cresce satisfatoriamente não cria oportunidades. "O topo da pirâmide está ainda mais estreito", disse Quadros.

Com base no salário mínimo de 2004 e na pesquisa, o professor trabalhou com a régua de estratificação em que a alta classe média tem renda acima de R$ 2.500; a média classe média, de R$ 1.250 a R$ 2.500; a baixa classe média, de R$ 500 e R$ 1.250; a massa trabalhadora, de R$ 250 a R$ 500; e os miseráveis, abaixo de R$ 250.

A carta mostra que, em 1981, dos 52.160 declarantes da Pnad, 7.384 não tinham ocupação (14,12%). Em 2005, o número de pessoas não-ocupadas foi de 22.303, 21,75% dos entrevistados. As classes média alta e média representavam 13,7% dos entrevistados em 1981 e, em 2005, representaram 12,5%.

"Além disso, a combinação do avanço dos inativos, tanto no número de declarantes quanto nos rendimentos, resulta na maior participação na renda. No início dos anos 80, os inativos obtinham cerca de 10% da renda declarada. E nos últimos anos, a proporção atinge 17%", afirma Quadros.

Segundo Pochmann, além do baixo crescimento, a maneira como o Brasil está inserido na economia mundial, especializado na exportação de bens com baixo valor agregado, também reflete na sociedade.

"Mesmo que a economia cresça mais, se a base do crescimento for essa associada a bens de baixo valor agregado, não tem como criar emprego de qualidade", afirmou. Segundo dados do Cesit, de 2000 a 2006, 93% dos empregos criados eram para vagas que pagavam até dois salários mínimos.

"A região Sudeste, que absorveu cerca de 60% do movimento migratório no século 20 hoje expulsa mão-de-obra qualificada. De 140 a 160 mil pessoas saem para ir para o exterior", disse Pochmann.

Segundo avaliação feita pelo professor Quadros, mesmo os filhos da classe média com atributos que eram necessários ascender socialmente há 20 anos não conseguem mais se posicionar bem no mercado de trabalho, apenas com educação de qualidade.

"Hoje além de estudo de qualidade, o que significa muitas vezes ter condições de cursar uma escola privada, a pessoa precisa ter uma família que dê respaldo para que ela fique um ou dois anos se especializando, e mais que isso, um sobrenome, uma origem que garanta algo no mercado."



 
 
 
     
 
Enviado por Nilson Victorino


Urna não é pia batismal

Lucia Hippolito

O Conselho de Ética da Câmara aprovou o arquivamento do processo contra três deputados: dois acusados de envolvimento com o mensalão (Waldemar da Costa Neto e Paulo Rocha) e um de envolvimento na máfia das sanguessugas (João Magalhães). Os três deputados fazem parte da base governista. Suas Excelências, membros do Conselho de Ética, concordaram com o parecer do relator, que afirma que os três deputados foram reeleitos, portanto absolvidos pelo eleitorado.

E a soberania popular, segundo este argumento, não pode ser cassada pela Câmara. Lamento muito, mas este argumento não fica em pé. Suas Excelências estão confundindo urna eleitoral com pia batismal. Como se bastasse ser eleito para ser absolvido de todas as malfeitorias.

O sistema eleitoral brasileiro elege deputados federais pelo voto proporcional. Isto significa que o eleitor vota num candidato e pode eleger outro, completamente diferente. Isto porque as coligações distorcem a vontade do eleitor. Sem contar o mecanismo perverso de distribuição das sobras eleitorais.

No limite, o eleitor brasileiro pode votar em alguém da extrema esquerda e seu voto servir para eleger um candidato da extrema direita.

Segundo dados do TSE, dos 513 deputados federais eleitos em outubro de 2006, apenas 39 foram eleitos com seus próprios votos, atingindo o quociente eleitoral de seus estados.
Os restantes 474 deputados foram eleitos com votos de legenda, das coligações e das sobras eleitorais.

Isto mesmo: apenas 39, entre os quais não estão os três deputados cujos processos foram arquivados, foram eleitos com votação própria. Portanto, alegar que as três Excelências foram absolvidas pela vontade do eleitorado é tratar a soberania popular de forma torta e maliciosa.

Se o voto no Brasil fosse distrital, ainda se poderia insistir no argumento, mas com voto proporcional é apenas cinismo. O papel do eleitor não é condenar ou absolver ninguém. Isto cabe aos organismos políticos, ao Ministério Público, ao Poder Judiciário. Até porque, segundo a lei brasileira, um cidadão pode ser candidato a qualquer cargo eletivo enquanto não for julgado culpado em última instância. Por isso é que a atividade política passou a constituir enorme atrativo para acusados de estupro, assassinato, formação de quadrilha, quebra de sigilo bancário de cidadão indefeso, peculato, corrupção. E por aí vai. Não se deve jogar nas costas da soberania popular uma responsabilidade que não é dela. Isto tem ar de deboche.

BASTA! BASTA!

 
 
 
 

O DIFÍCIL CAMINHO DA DEMOCRACIA

MILTON LARENTIS,
filósofo, professor univrsitário

A historiografia costuma depreciar o período da Primeira República. Faz isto, principalmente, no que diz respeito aos mecanismos de participação política. Termos como: voto de cabresto, corrupção eleitoral, voto a descoberto, política café com leite, política dos governadores, oligarquias, etc., formam a base de uma constante repetição – em livros e manuais – sobre um tempo sem algo de positivo. Todo o empenho dos sujeitos que fizeram o começo de nossa república seus feitos, suas obras; seus sucessos são apagados por um rótulo de perversão política. Isto acaba por restringir a Primeira República, a um espaço histórico de descaso social. Por outro lado, pouco se fala da política de Vargas. No caso do período que sucede o golpe de 1930, temos termos como: auxílio ao trabalhador, industrialização, moralidade, leis trabalhistas, salário mínimo, organização dos trabalhadores.

Assim, esta historiografia deturpadora, omite a ditadura de Vargas ou acaba por amenizá-la. Enquanto que, insiste em um período que tinha que ser destruído pela “Revolução” de 1930. Quase chega ao ponto de colocar a o período de Vargas como um anseio nacional. No entanto, o golpe de 1930 não encontra tanto apoio como querem passar para as gerações dos bancos escolares. Porém, o fim do estado Novo não pode ser totalmente nublado e esquecido. O povo deseja o fim da ditadura de Vargas. E não somente porque o Brasil apoiou os Aliados contra os regimes Totalitários. Havia algo mais. O povo brasileiro sempre preferiu a democracia. Mesmo que às vezes a Utopia de regimes que lhe tiram a liberdade em troca de “benefícios sociais” apareça como a solução do momento – estes períodos só resistem com o controle político.

Contudo, o caminho da democracia não é fácil. Não é um caminho de ilusões ou de devaneios. Não é um caminho de falsas promessas e utopias sociais. É um caminho de esforços constantes. De debates e críticas. Por isso que os regimes de opressão acabam com a oposição e querem sempre o fim da democracia, com o pretexto de que ela é burguesa, exploradora, atende aos poderosos, Estado Liberal, Neoliberalismo ou imperialismo norte-americano.

Sabemos que quem usa este discurso usa a democracia para implantar regimes de opressão. Regimes que – na desculpa de trazer benefícios sociais – acaba por destruir a liberdade, a autonomia, a criatividade e a possibilidade das pessoas se posicionarem conforme a vontade universal e geral do ser humano, além de gerarem miséria social.
Todas as críticas feitas ao regime democrático – tais como: “não há liberdade na desiguladade, só podem falar os que possuem recursos econômicos, os meios de comunicação dominam e não permitem ao pobre se manifestar” – só atestam a necessidade de mais democracia e não de sua extinção.

Infelizmente, a democracia é um hábito a ser cultivado. Uma maneira de se viver socialmente que necessita de registros culturais. O Brasil possui alguns destes registros. Mas não possui todos. Desta maneira, em épocas passadas e recentes, acabamos por iludir as gerações mostrando o que fracassa e não o que tem sucesso. É uma decorrência disto que cria gerações iludidas com falsas promessas e que não conseguem observar objetivamente o mundo social. Sua maneira de ver é como que filtrada por ideologias que respondem bem no mundo da ilusão e que não servem para nada quando colocadas em prática.

O reflexo disto tudo pode ser seguido na história recente: de 1950 até 1960 o Brasil avançou, mas não consolidou a democracia; de 1964 – com o regime militar – até 1984 a democracia foi absorvida por noções artificiais (dois partidos, censura, eleições indiretas); de 1985 até agora, por um esgotamento da oposição e por uma aceitação sem discussão de governos que abertamente compram a mídia, políticos e votos.

O perigo do fim da oposição é o perigo da própria democracia. De repente não existem mais problemas, mais pobres, mais fome ou mais criminalidade. Tudo o que existe é uma nova ordem que estabelece o passado do jeito que é conveniente e o presente de acordo com fins tipicamente eleitoreiros e de manutenção de cargos administrativos. É o poder pelo poder. O Brasil perde e a administração da coisa pública e passa a ser uma forma de manutenção de partidos e políticos.




 
 
 
 

 

PT QUER LULA COMBATENDO DISCURSO DE "MILITARES REACIONÁRIOS"

Está atravessado na garganta dos petistas o episódio recente, no qual oficiais da reserva, da Aeronáutica e Exército, fizeram críticas ao Lula pela negociação com os sargentos controladores do tráfego aéreo, interpretada como quebra de hierarquia. O Diretório Nacional do PT irá sugerir a Lula, por meio da resolução que será divulgada nos próximos dias, uma postura mais firme. O comando partidário enxerga certas manifestações de oficiais como um fator ideológico de risco pela possibilidade de contaminação da opinião pública por discursos conservadores. Antes da redação final da resolução, o texto estava assim: "As provocações feitas por reacionários abrigados na reserva das Forças Armadas, alimentadas por certos meios de comunicação, devem ser respondidas de maneira firme pelo governo. Não aceitamos o raciocínio segundo o qual o País tem que escolher entre hierarquia militar, direitos dos trabalhadores e autoridade civil". Em outro trecho, os petistas apóiam o pleito dos sargentos controladores de tráfego aéreo. "O PT defende a desmilitarização do setor aéreo. O controle civil do tráfego aéreo é totalmente compatível com as necessidades da Defesa Nacional. Consideramos que o controle civil, além de tecnicamente recomendada por toda a experiência internacional, também ajuda a reafirmar a autoridade civil, através do Presidente da República e do seu ministro da Defesa, sobre as Forças Armadas". Confira mais detalhes da resolução do Diretório Nacional do PT


PT quer Lula combatendo discurso de “Militares Reacionários”
O Portal fecha essa questão:

Em um governo democrático todos têm direito à livre expressão, principalmente os jornalistas, cuja missão é informar, não apenas o que pensa o presidente, ainda mais e principalmente quando esses pensamentos do presidente são contra o País.

Certos meios de comunicação são a
Imprensa Verde e Amarela, insubornável e não-alinhada que, certamente, defendem o direito à informação isenta sem as distorções que outros veículos aliciados pela quadrilha oficial não publicam.

O controle do tráfego aéreo por militares sempre foi cumprido adequadamente.
Os especialistas que o fazem são cidadãos que têm grande responsabilidade em manter a segurança de vôo no espaço aéreo brasileiro. Os sargentos controladores de tráfego são sargentos da Aeronáutica e são cidadãos fardados que conhecem os regulamentos militares. O desrespeito à hierarquia é intolerável.

A quebra de hierarquia consiste na operação que levou o caos aos aeroportos e causou impacto internacional e não nas justas reivindicações por equipamentos melhores e remuneração semelhante à de seus colegas de outros países. O que é possível e está previsto, dependendo de recursos financeiros, como os que o presidente da república desviou para o Paraguai e vontade política, depende de ações do governo.

O presidente da República, por ignorância ou má fé, determinou ao ministro do Planejamento que negociasse com os amotinados, desrespeitando a autoridade do Comandante da Aeronáutica, uma autoridade militar nomeada por ele mesmo e que o senhor presidente desprestigiou.

Os militares da ativa ou da reserva, como cidadãos, têm, além do direito de livre expressão e, como todos, o dever de defender a Constituição que o senhor presidente e o seu governo vêm desrespeitando sistematicamente, inclusive nas relações internacionais em que comprometeu a soberania e os interesses comerciais do Brasil. A tolerância dos militares das três Forças tem sido prova suficiente de que a governabilidade tem prevalecido apesar dos desmandos e dos escândalos de corrupção em todos os níveis dos poderes da república.

Convenhamos, senhor presidente, o real propósito do senhor e dos que o apóiam tem sido jogar uns contra outros e desestabilizar as instituições para usufruir da desordem. Afinal a baderna e ou atos de intolerância são especialidade do PT e das forças sub-reptícias que controla MST, sem teto e outros compráveis.

Sem as benesses oferecidas ao povo, ignorante e carente como “bolsa-família” e outros esquemas como o “mensalão”, que compraram consciências e eleitores e com a falta de ética, que é o ponto forte do PT, o senhor presidente jamais seria eleito.

Somados os votos nulos com os dos que não votaram e, o senhor verá que não tem o apoio que pensa ter esses votos somam mais que 50%.

Faltam ao senhor presidente o preparo, o estofo, a cultura e a visão mínima necessária para o exercício dos altos cargos de Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas que o senhor teima em ignorar e desrespeitar.

Mais que sob os olhos do Brasil, o mundo observa o mais corrupto dos governos que já administrou “ESSE PAÍS” e lhe dá corda para que o senhor se enforque em sua própria vaidade e megalomania.

A imprensa verde e amarela se envergonha de ter de escrever sobre esse tema tão deprimente. Nunca ninguém envergonhou tanto o Brasil como o senhor.

Editor

 
     
     
     
     
 

Gás boliviano aumenta 242 por cento!

Como explicar o episódio do enriquecimento em dois bilhões de dólares denunciado pela revista Forbes? Por que essa denúncia não é investigada? Quem garante esse governo? Onde está o clamor do povo? Onde estão as Forças Armadas?

Com a goela seca, querendo mais, o senhor presidente da república eleito por seus assemelhados, que pouco ou nada contribuem para a renda do país, dá um agrado a seu “mui amigo”, o líder dos plantadores de coca, Evo Morales.

Para os que elegeram Lula, tanto faz. Não pagam Imposto de Renda e pensam que estão a salvo. Ignoram ou esquecem-se dos 60 por cento que incidem sobre os alimentos e que todos pagam.

Cai a condição de competitividade no Brasil, aumenta o risco da inflação e do desemprego, alguém (o povo) tem de pagar por essa burrada.

As regiões mais prejudicadas são as produtivas, exceto o Norte onde Lula tem maioria de eleitores.

Ameaça que preocupa os americanos, e a nós também.

Megalomaníaco, com planos de criar um bloco com Hugo Chávez e Evo Morales, os três sob a visão canhestra do assassino e eterno presidente de Cuba, Fidel Castro, Lula cede o que não lhe pertence, tirando recursos financeiros na marra em mais um péssimo negócio para o Brasil.

Criando o caos nas indústrias e assombrando com o desemprego.

As indústrias do Sul-Sudeste, convertidas para queimar o gás boliviano, convencidas por uma política mentirosa de diminuir os custos de produção, agora estão vulneráveis e na mão de Lula e de seu amiguinho Evo Morales, que faz o nome junto à corja que o elegeu, desmoralizando o Brasil graças a seu presidente sem escrúpulos e que sem a menor cerimônia comete crimes de lesa-pátria, um atrás do outro, tudo sob as vistas de um congresso de corruptos e aliados na espoliação do Brasil.

Posição dos clubes militares.

Os clubes que reúnem militares - Clube Naval, Clube da Aeronáutica e Clube Militar o último com sócios das três forças, já manifestaram o repúdio ao governo de desvarios do retirante de família humilde que, segundo publicou a revista Forbes, juntou “honestamente dois milhões de dólares”.

O Brasil, que derrubou Fernando Collor, inocentado em todas as instâncias jurídicas, tornou-se, cego, surdo e complacente diante dos crimes que estão sendo cometidos.
Consulta popular para anular o congresso.

Sentindo-se forte, Lula quer mais poder. Consultar o eleitorado diretamente é obvio porque seu eleitorado concentra-se nas camadas de menor renda menor instrução e beneficiada pelo assistencialismo que garantiu a eleição desse coitadinho e pobre retirante nordestino que, com sacrifício, apesar de aposentado por invalidez, serve ao Brasil como presidente da república.

Até quando os brasileiros que contribuem com seus impostos e não vivem do suborno terão de suportar esse governo? Será que o povo já sabe o porquê da campanha do desarmamento da população? Povo desarmado é mais fácil de humilhar e controlar.
O povo não sabe, porque perdeu a consciência da realidade. Seu cérebro é comandado pelos programas que assiste na TV: novelas, músicas direcionadas, Big Brothers, dois meses em função do Carnaval, propagandas consumistas, filmes de violência e, para concluir, programas religiosos.

Flavio P.Ramos
Editor

LULA, MORALES: UM DELICADO PRECEDENTE !

O fato de Lula ter aceitado a quebra de contrato com a Bolívia, não é uma questão econômica nem social. -A povo boliviano merece, diz Lula. Então que faça um gasto orçamentário ou faça uma vaquinha com os mensaleiros. O grave do fato não são os 100 milhões de dólares, mas o PRECEDENTE. Se o Brasil aceita como normal a quebra de contratos, estabelece-se uma insegurança jurídica potencial nas relações comerciais externas. E insegurança jurídica -como já repetiu esse Ex-Blog- derruba os investimentos e o crescimento da economia.
Prefeito Cesar Maia

 
     
 

Enviado por Roberto Carrazedo

Fonte: Revista Veja

Nem na “ditadura”
O diplomata diz que a política externa do
Governo Lula é contaminada pelo antiamericanismo
e pela orientação ideológica

Otávio Cabral

" Há um sentimento generalizado de que hoje
os diplomatas
são promovidos de acordo com sua afinidade
política e ideológica, e não por competência "


Roberto Abdenur, 64 anos, era um dos mais experientes diplomatas do quadro do Itamaraty até a semana passada, quando se aposentou depois de 44 anos de carreira. Seu último posto foi o de embaixador brasileiro nos Estados Unidos. Amigo do chanceler Celso Amorim há décadas, nos últimos meses desencantou-se com ele e com sua política. As divergências começaram depois que Abdenur disse publicamente que era uma ilusão o fato de o Brasil considerar a China como parceiro comercial, isso depois da decisão do governo brasileiro de reconhecer aquele país como uma economia de mercado. Amorim exigiu uma retratação de Abdenur. Ela nunca veio. Em entrevista a VEJA, o ex-embaixador preferiu não falar sobre o embate entre ele e o chanceler, mas não economiza palavras para criticar a política externa e a doutrinação ideológica em curso no Itamaraty. As decisões hoje, segundo ele, são pautadas pela miopia de um grupo de esquerdistas. As promoções internas têm como critério a afinidade de pensamento, e não a competência. Os acordos de cooperação privilegiam países menos desenvolvidos. Diz ele: "Um processo de doutrinação assim no Itamaraty não aconteceu nem na ditadura".

Veja – O senhor está se aposentando depois de 44 anos de trabalho no Itamaraty e parece muito incomodado com a situação da diplomacia brasileira.

Abdenur – Existe um elemento ideológico muito forte presente na política externa brasileira. A idéia do Sul–Sul como eixo preponderante revela um antiamericanismo atrasado. Isso tem se manifestado dentro do Itamaraty de diversas maneiras. Está havendo uma doutrinação. Diplomatas de categoria, não apenas jovens, são forçados a fazer certas leituras quando entram ou saem de Brasília. Livros que têm viés dessa postura ideológica. É uma coisa vexatória. O Itamaraty não é lugar para bedel.

Veja – De que outras maneiras a doutrinação ideológica se manifesta no Itamaraty?

Abdenur – Há um sentimento generalizado de que os diplomatas hoje são promovidos de acordo com sua afinidade política e ideológica, e não por competência. Eu vi funcionários de competência indiscutível ser passados para trás porque não são alinhados. Há intolerância à pluralidade de opinião. O Itamaraty sempre teve um prestígio singular na diplomacia internacional pela continuidade da política externa, pelo equilíbrio, pela excelência de seus quadros e pelo apartidarismo. O Itamaraty precisa resgatar o profissionalismo a salvo de posturas ideológicas, de atitudes intolerantes e de identificação partidária com a força política dominante no momento.

Veja – Essa situação que o senhor descreve já aconteceu antes?

Abdenur – Nunca, nem na ditadura militar. De 1964 até o início do governo Ernesto Geisel, na primeira década do regime militar, adotou-se uma política externa simplória, baseada na ideologia anticomunista. Isso foi imposto à força pelos militares. Mas nunca houve tentativa de convencer os diplomatas dessa ideologia. O rumo foi imposto e se exigia o seu cumprimento, mas não se cobrava dos profissionais nenhuma afinidade com a ideologia que definia aquele rumo. Do governo Geisel até o fim do governo FHC, a pressão ideológica desapareceu. Agora, infelizmente, as decisões são permeadas por elementos ideológicos.

Veja
– A difusão dessa política externa ideologizada é responsabilidade do ministro Celso Amorim ou do secretário-geral Samuel Pinheiro Guimarães?

Abdenur – Samuel, Celso e eu fomos grandes amigos, e eu tenho recordações muito gratas do tempo em que fomos amigos.

Veja – O senhor disse que foi amigo de Celso Amorim e de Samuel Guimarães. Com o verbo no passado.

Abdenur – Fica no passado. Fomos grandes amigos.

Veja – O senhor ficou magoado com a maneira como saiu da embaixada de Washington?
Abdenur – Acho que já falei demais.

Veja – Substantivamente, houve pontos positivos na política externa brasileira no primeiro mandato do presidente Lula?

Abdenur – Sim, sem dúvida. O Brasil engatou uma parceria com Índia, Japão e Alemanha para obter uma cadeira definitiva no Conselho de Segurança da ONU. É luta válida, que vai trazer resultados. Acho muito bom o que o governo tem feito para abrir novas frentes de comércio com países árabes, com o Sudeste Asiático, com a Ásia Central, com a África. Acho muito positiva também a forma inovadora de trabalho com o Ibas (grupo que reúne Índia, Brasil e África do Sul). É a primeira vez que três países grandes, de três continentes diferentes, se unem para buscar iniciativas conjuntas. Acho que o Brasil tem conduzido com amplo equilíbrio e proficiência as negociações da Rodada de Doha. O Brasil é um jogador decisivo, tem uma atuação de liderança no G20 muito importante. Há ainda a questão do Haiti, onde lideramos pela primeira vez uma ação de países latino-americanos em favor da paz. Enfim, houve acertos...

Veja – E os erros substantivos?

Abdenur – A minha maior crítica à atuação do Itamaraty está na dimensão exagerada dada à cooperação entre os países menos desenvolvidos como eixo básico da nossa diplomacia. Com a queda do Muro de Berlim, desapareceu completamente o paralelo que dividia o mundo em Ocidente e Oriente. O meridiano Norte-Sul não desapareceu de todo, mas se desvaneceu. O diálogo Norte-Sul é uma realidade. A esta altura da vida, com o mundo em transformação vertiginosa, não vale mais valorizar tanto a dimensão Sul-Sul. Isso é um substrato ideológico vagamente anticapitalista, antiglobalização, antiamericano, totalmente superado. A nossa relação com a China e com a Índia também apresenta equívocos. É preciso ter parceria com os dois países, mas eles não podem ser considerados nossos aliados.

Veja – Há uma tendência no Itamaraty de priorizar as relações com os países da América do Sul em detrimento dos Estados Unidos?

Abdenur – Não é positivo superestimar o valor das afinidades ideológicas. Tem prosperado no Itamaraty uma idéia de que uma maior afinidade ideológica entre os governos da América do Sul tornaria nossa vida mais fácil. Estamos vendo que não. Apesar das afinidades que existem entre o Brasil e outros países da região, estamos enfrentando problemas para consolidar o Mercosul.

Veja – É crescente a influência de Hugo Chávez em países como Bolívia e Equador. Como o senhor avalia essa mudança de poder na América Latina?

Abdenur – Fui embaixador no Equador de 1985 a 1988 e, durante aqueles anos, a população mais pobre, de origem indígena, não tinha poder nem influência na vida política. A ascensão dessas camadas indígenas da população, como ocorre no Equador, na Bolívia e no Peru, é positiva. Mas há uma diferença básica entre Evo Morales e Hugo Chávez. O Morales vem de baixo, é um líder camponês que virou presidente da República. Mal comparando, uma trajetória semelhante à do presidente Lula. Já Chávez caiu de pára-quedas, tentou um golpe, depois chegou ao poder pela via democrática. Infelizmente, ele está acabando com a democracia na Venezuela.

Veja – O que o senhor acha da defesa feita pelo governo brasileiro a favor da entrada da Venezuela no Mercosul?

Abdenur – Foi um erro ter incorporado de chofre a Venezuela ao Mercosul. Devíamos ter privilegiado o aperfeiçoamento do Mercosul sobre a expansão a qualquer custo. Foi vexatório ver Chávez na última reunião dizendo que o Mercosul era um corpo que precisava ser enterrado. Chávez tem idéias sobre economia que não se coadunam com os pressupostos do Mercosul. Ele tem idéia de regresso ao escambo, de troca de mercadorias. Isso obviamente é um passo para trás. O Mercosul tem um compromisso democrático. Democracia, é bom lembrar, não é só realização de eleições. Acho que o Brasil tem a responsabilidade de soltar a voz para tornar menos cômoda a vida de governos autoritários e ditatoriais na região. Não se pode ignorar o que está acontecendo na Venezuela. O Brasil deve expressar claramente seu compromisso democrático amplo, profundo e irrestrito e denunciar situações como a que Chávez criou na Venezuela.

Veja – Como o senhor avalia a relação do Brasil com os Estados Unidos nos três anos em que serviu como embaixador em Washington?

Abdenur – Pode parecer paradoxal, mas a relação do Brasil com os Estados Unidos prosperou significativamente nos últimos anos. Graças a uma pessoa que manda muito no governo brasileiro, uma pessoa de extremo pragmatismo e lucidez, que é o presidente Lula. Ele não esconde seu desagrado com algumas coisas que o governo Bush tem feito, particularmente no Iraque. Mas Lula sabe que uma relação melhor com os Estados Unidos é de interesse do Brasil. Quando fui assumir a embaixada, ele me disse: "Roberto, quero deixar como legado para o futuro bases ainda mais sólidas e mais amplas na relação entre os dois países". Como embaixador, tive algumas dificuldades, mas nada que fosse impeditivo.

Veja – O senhor não deixou o cargo de embaixador espontaneamente, correto?

Abdenur
– Há no Brasil setores, embora minoritários, que têm aversão aos Estados Unidos, inclusive dentro do governo e do Itamaraty. Há esse ranço, mas isso não atrapalhou meu trabalho. A relação Brasil-Estados Unidos nunca esteve tão bem. Lula inclusive deve visitar o presidente Bush nos próximos meses.

Veja – Apesar dessa relação forte com os Estados Unidos, a Alca está em compasso de espera.

Abdenur
– O Brasil está, na melhor das hipóteses, deixando de ganhar dinheiro. O mercado americano está se aproximando dos 2 trilhões de dólares. Seria vital para o Brasil ter vantagens preferenciais, de parceria, com os Estados Unidos. Não estou dizendo que deveríamos ter assinado a Alca de qualquer jeito, mas deveríamos ter seguido com a negociação. Os Estados Unidos têm assinado vários acordos de comércio bilaterais, e nós temos perdido competitividade no mercado americano. Nós estamos estacionados há dez anos em 1,4% do mercado americano. Há vinte anos, nossa participação era de 2,2%. Eu lamento que o único aspecto da relação Brasil-Estados Unidos em que não houve progresso tenha sido o comércio. Foram mínimos os recursos alocados para promoção comercial nos Estados Unidos pelo governo brasileiro.

Veja – Qual é a imagem do presidente Lula nos Estados Unidos? Ele ainda é um político respeitado ou sua imagem foi deteriorada pelos escândalos de corrupção?

Abdenur – É uma imagem positiva, os escândalos de corrupção não repercutiram muito por lá. Ele é o líder de uma democracia estável, um governante que tem uma biografia louvável. O governo Lula tem merecido respeito mundo afora por conciliar uma política econômica pragmática com políticas sociais efetivas e uma política externa séria. Isso começou com Fernando Henrique, mas o governo Lula avançou.

Veja – O senhor disse em um evento no ano passado em São Paulo que a China é nossa concorrente, não nossa parceira. O senhor mantém essa avaliação?

Abdenur – Fui nomeado embaixador na China no governo Sarney, trabalhei quatro anos e meio lá, tenho autoridade para falar desse país. Nós não podemos ter uma visão romântica daquela China do passado, pobre, atrasada, camponesa, isolada do mundo. A China deu um salto extraordinário e hoje é uma potência. Tem um comércio exterior de 1,8 trilhão de dólares, oito vezes o do Brasil. Nós temos de atualizar a visão da China e ver que, sem deixar de ser parceira valiosa, é cada vez mais nossa concorrente dentro do mercado brasileiro e no exterior. Isso não quer dizer que devamos construir uma muralha e nos fechar aos chineses. Pelo contrário. É preciso manter uma parceria estratégica com a China em novos termos e não ter ilusões. Quando criamos mitos e queremos dar a impressão de que a China é nossa aliada, que nós a lideramos, é uma bobagem. A China hoje busca o capitalismo, a globalização, o mercado.

Veja – O senhor acha que o Brasil errou ao reconhecer a China como economia de mercado?

Abdenur – Acho que foi precipitado. Embora o Estado chinês como produtor e empreendedor esteja diminuindo de tamanho, ele ainda interfere muitíssimo na economia, usa instrumentos arbitrários. Ao reconhecermos a economia de mercado, nós abrimos mão de usar mecanismos de defesa contra os produtos chineses. Isso tornou inevitável uma entrada cada vez maior de produtos chineses no Brasil. O prejuízo é inevitável.

Veja – A divulgação dessa posição do senhor sobre a China causou problemas dentro do Itamaraty?

Abdenur – Causou, sim.

Veja – É verdade que seu amigo antigo, o ministro Amorim, exigiu que o senhor se retratasse publicamente?

Abdenur – Não quero fulanizar essa discussão.


 
     
  Enviado por Nilson Victorino

ÉTICA é uma coisa relativa!?

O sociólogo Peter Berger escreveu livrinho delicioso: "Introdução à Sociologia".

Um dos seus capítulos tem um título estranho: "Como trapacear e se manter ético ao mesmo tempo". Estranho à primeira vista. Mas logo se percebe que, na política, é de suma importância juntar ética e trapaça. Para explicar vou contar uma historieta.

Havia numa cidade dos Estados Unidos uma igreja batista. Os batistas, como se sabe, são um ramo do cristianismo muito rigoroso nos seus princípios éticos. Havia na mesma cidade uma fábrica de cerveja que, para a igreja batista, era a vanguarda de Satanás.

O pastor não poupava a fábrica de cerveja nas suas pregações. Aconteceu, entretanto, que, por razões pouco esclarecidas, a fábrica de cerveja fez uma doação de 500 mil dólares para a dita igreja.

Foi um auê.. Os membros mais ortodoxos da igreja foram unânimes em denunciar aquela quantia como dinheiro do Diabo e que não poderia ser aceito. Mas, passada a exaltação dos primeiros dias, acalmados os ânimos, os mais ponderados começaram a analisar os benefícios que aquele dinheiro poderia trazer: uma pintura nova para a igreja, um órgão de tubos, jardins mais bonitos, um salão social para festas. Reuniu-se então a igreja em assembléia para a decisão democrática.

Depois de muita discussão registrou-se a seguinte decisão no livro de atas:

"A Igreja Batista Betel resolve aceitar a oferta de 500 mil dólares feita pela Cervejaria na firme convicção de que o Diabo ficará furioso quando souber que o seu dinheiro vai ser usado para a glória de Deus."

É isso aí...


 
 
 
     
 

Enviado por Milton Larentis
por Denis Rosenfield, no Estadão
22.01, 09h51


A DEMOCRACIA TOTALITÁRIA

por Denis Rosenfield, no Estadão

A América Latina está adotando um rumo nitidamente esquerdista, com posições que retomam as experiências socialistas autoritárias e totalitárias do século 20. A única novidade consiste no ressurgimento da tentação totalitária, nada tendo que ver com o que alguns chamam de resgate da utopia. A realização da utopia se consubstanciou no totalitarismo. O que ocorre é que um certo setor da esquerda latino-americana, aí incluindo a brasileira, se está sentindo autorizado a imitar a experiência em curso. A diplomacia brasileira, por sua vez, está dando uma importante contribuição à confusão reinante ao velar o que está acontecendo naqueles países, como se neles a democracia estivesse sento respeitada. Contribuem, neste sentido, para as farsas diplomáticas de Hugo Chávez e Evo Morales.

A imagem de Evo Morales de mãos dadas com o presidente da teocracia iraniana, Mahmoud Ahmadinejad, mostra o quanto a tentação totalitária está ganhando amplitude global. O representante de um regime teocrático que chega a negar a ocorrência do Holocausto, que exerce controle absoluto de sua população, punindo e mesmo eliminando adversários, se torna um convidado especial e, inclusive, um modelo da luta “antiimperialista”, um homem “justo”, nas palavras de Chávez. Rafael Correa, do Equador, segue, agora, os passos do líder máximo venezuelano. Daniel Ortega, da Nicarágua, aguarda somente uma ocasião mais propícia internacionalmente para enveredar pelo mesmo caminho. Os vários tipos de tentações autoritárias e totalitárias, mais à esquerda ou mais à direita, parecem confluir num mesmo sumidouro que se alça à condição de realização de um sonho. A degradação da esquerda chega a tal ponto que um regime como o iraniano, de corte mais propriamente fascista, é considerado de esquerda.

Devemos evitar o equívoco de considerar o que está ocorrendo nessas regiões da América Latina como se fosse um mero ressurgimento do populismo. Notemos que o presidente Néstor Kirchner, que adota uma via populista clássica, não compareceu à posse do presidente do Equador, entre outras razões pela presença do presidente Mahmoud Ahmadinejad, dada a experiência argentina com o terrorismo iraniano. O fenômeno em curso é diferente, pois se trata do projeto marxista de estabelecimento de uma sociedade socialista, dita eufemisticamente “socialismo do século 21”. O que, sim, se pode dizer é que o projeto socialista se utiliza da tradição populista vigente, aproveitando-a para seus propósitos específicos.

A tradição marxista internacional tem, basicamente, dois grandes modelos: a via leninista e a via gramsciana, a primeira também dita oriental e a segunda, ocidental. A via leninista emprega diretamente a violência revolucionária mediante a sublevação popular-partidária, destruindo imediatamente as instituições vigentes, estabelecendo um regime de partido único e abolindo a propriedade privada, o Estado de Direito e a economia de mercado. A estatização dos meios de produção - e da sociedade - se torna o seu objetivo primeiro. Ela surge, basicamente, em países sem nenhuma ou pouca tradição democrática e com pequena experiência da propriedade privada, como a Rússia. A via gramsciana é também dita ocidental por se apropriar das instituições democráticas e por fazer aparentemente o jogo do Estado de Direito, mantendo, num primeiro momento, alguns setores econômicos sob a economia de mercado, embora altamente controlada. Num segundo momento, envereda para a estatização de setores ditos “estratégicos”. Eis por que ela oferece a imagem de ser “democrática” ao utilizar as regras da democracia para abolir precisamente esse regime político.

Chávez, por exemplo, está claramente eliminando a democracia por intermédio 1) da submissão do Judiciário; 2) do Parlamento, que se torna órgão auxiliar do Executivo, pois o ditador-presidente passará a legislar por decreto, unindo a função executiva com a legislativa - ele é ungido à posição de um senhor que tudo sabe, não precisando consultar ninguém; 3) do fechamento de uma rede de televisão, anunciando o que fará com a liberdade de imprensa; 4) de assegurar a sua vitaliciedade no poder mediante o mecanismo da reeleição indefinida, assumindo a posição que era a dos secretários dos ex-partidos comunistas no poder, como Stalin, Mao ou Fidel; 5) da criação de um partido único de esquerda, prenúncio de um único partido futuro.

Digna de nota é a repetição em todos esses países da criação de Assembléias Constituintes, que têm como objetivo estabelecer uma relação direta do líder máximo com as massas, de modo a controlar o que se torna um pseudomecanismo parlamentar. O Legislativo desaparece enquanto Poder. Hugo Chávez utiliza-se desse mecanismo, Evo Morales segue os seus passos e Rafael Correa imita a mesma via. Em nome de uma suposta “soberania popular”, eles caminham rapidamente para abolir a representação política e as liberdades democráticas em geral. Utilizam, portanto, uma instituição democrática para suprimir a própria democracia.

O governo Lula e o PT não são imunes a essa tentação. Diria que setores importantes do partido se sentem atraídos a enveredar por esse caminho. Praticamente todas as tendências petistas sempre defenderam o governo Chávez e algumas claramente o erigiram em modelo. O mesmo se pode dizer da defesa do socialismo indígena de Evo Morales. Alguns dirigentes chegaram mesmo a defender as medidas tomadas contra a Petrobrás, como se os interesses brasileiros fossem, para eles, secundários. Mais recentemente, o assessor especial da Presidência e ex-presidente do PT Marco Aurélio Garcia, aparentemente um moderado no espectro petista, chegou a declarar que o golpe chavista da reeleição indefinida e outras medidas tomadas na Venezuela constituíam um “aprofundamento da democracia”. Faltou acrescentar: “da democracia totalitária”.


 
     
     
 


Enviado por Carlos Bonorino

ARREPENDIDO

Por Heitor de Paola, médico psiquiatra e psicanalista
do Rio de Janeiro

Basta olhar quem hoje está no poder político da Nação para perceber que são os derrotados militarmente em 64, que venceram uma das batalhas mais importantes: a cultural. Refugiando-se nesta área negligenciada pelos governos militares, e baseando-se na desinformação e nas teses de Gramsci, passaram a escrever grande parte da história, principalmente aquela de alcance público, acadêmico e nas escolas de todos os níveis, novelas e minisséries de TV. Tornaram-se “donos” dos significados das palavras. Temos hoje muito mais mitologia induzida do que história ocorrida. É trabalho para décadas – se houver liberdade para tanto – desfazer todos os mitos dos chamados “anos de chumbo”. Darei minha modesta contribuição, falando daquilo que vivenciei.

As opções políticas na década de 60

Um dos mais caros mitos é o de que militares maldosos, aliados à “burguesia” nacional “ameaçada em seus privilégios” – e subordinados às demandas maquiavélicas dos EEUU – resolveram abortar pelas armas a política conduzida por um governo legítimo e que atendia aos “anseios populares”.

Em primeiro lugar nega-se o fato de que em 1959 a geopolítica da América Latina (AL) havia virado do avesso pela tomada do poder em Cuba por Castro, que logo assumiu sua condição de comunista e se aliou à URSS. Seguiu-se um banho de sangue de proporções inimagináveis – do qual é proibido falar! – e a lenta e progressiva instalação na ilha de numerosos instrutores soviéticos que adestraram tropas cubanas e formaram e exportaram guerrilheiros e terroristas, e re-estruturaram o sistema de Inteligência.

Através desta “cabeça de ponte” aumentou sobremaneira a influência da URSS na AL. Os jornais noticiavam diariamente as tentativas de derrubada do governo legitimamente eleito da Venezuela, país chave pela produção petrolífera. O próximo objetivo estratégico era o Brasil, País imenso, já em fase inicial de industrialização e cujas Forças Armadas representavam um poderoso obstáculo à penetração comunista no Continente.

Outro fator só mais recentemente veio à luz devido à defecção de Anatoliy Golitsyn, oficial graduado da KGB. Em 1959, durante o período de desestalinização da URSS, Alieksandr Shelepin apresentou um relatório ao Comitê Central do PCUS mostrando a necessidade de que os órgãos de segurança voltassem a suas funções originais de desinformação, exercidas pela OGPU (1922-34). A partir de então toda notícia do mundo comunista era baseada em informações emanadas e/ou alteradas pelo Departamento D (Desinformatziya) da KGB.

A data de 25 de agosto de 1961, renúncia de Jânio Quadros, marca um momento importante. O Vice, João Goulart, encontrava-se na China e declarou que iria comandar o processo de “reformas sociais” tão logo assumisse. Os Ministros Militares e amplos setores civis se opuseram à posse de Jango por suas notórias ligações com a esquerda. Seu cunhado Brizola, Governador do Rio Grande do Sul reagiu, o Comandante do Terceiro Exército, Gen Machado Lopes, ficou do lado dele e o Brasil esteve à beira da guerra civil. A Força Aérea chegou a dar uns tiros no Palácio Piratini. Brizola tomou todas as rádios de Porto Alegre e obrigou as demais a entrarem em cadeia, a Cadeia da Legalidade! E lá estava eu, “comandando” uma mesa em plena rua, a uns 4ºC, com uma lista de assinaturas para quem quisesse “pegar em armas pela legalidade”, atuando em conjunto com membros do extinto PCB. Com a emenda parlamentarista tudo se acalmou, mas em janeiro de 63, num plebiscito nada confiável o País retorna ao Presidencialismo.

Fiz parte da Juventude Trabalhista e só não entrei para os Grupos dos 11, do Brizola, sobre os quais hoje quase se nada se ouve, porque não tinha idade e, portanto, não era confiável.
No início dos anos 60 o hoje santificado Betinho, junto com o Padre Vaz, elaborou o "Documento Base da Ação Popular (AP)", que previa a instalação de um governo socialista cristão no Brasil. Mas o documento em que a AP se declarava francamente a favor da instalação de uma ditadura ao estilo maoísta foi mantido secreto até para os militantes da base. Só vim a ter contato com ele através de Duarte Pacheco (um dos membros do Comando Nacional de AP) em agosto de 65, quando eu já era mais "confiável". O documento, que era obviamente o produto de uma luta interna na esquerda mundial, defendia a luta em três etapas: reivindicatória (movimentos populares, greves); política (início das guerrilhas no campo, como na China e Vietnã) e ideológica (a formação do Exército Popular de Libertação). Contrariava a teoria do foco guerrilheiro, preferida por Guevara e Debray.

O MASTER (nome do MST da época), do Brizola, invadia terras no RS (como a do Banhado do Colégio, em Camaquã) e as Ligas Camponesas, de Francisco Julião, com apoio explícito do Governador Arraes, no Nordeste. A CGT, (presidida por Dante Pelacani), a UNE (José Serra) propunham abertamente um golpe com fechamento do Congresso. Armas tchecas começaram a surgir. O ano de 1963 foi uma agitação só. O movimento estudantil, do qual posso falar, estava dividido entre a Ação Popular (AP) e o PCB. Quem não viveu aqueles tempos dificilmente pode imaginar o nível de agitação que havia por aqui. O re-início das aulas em março de 64 praticamente não houve.

Num encontro em Pelotas, onde eu estudava Medicina, com o último Ministro da Educação do Jango, Sambaqui, no início de março, ele nos revelou que tudo começaria com o comício marcado para o dia 13, em local proibido para manifestações públicas (em frente ao Ministério da Guerra) já em desafio aberto e simbólico à lei, seria continuado pelo levante dos sargentos do Exército e da Marinha – formando verdadeiros soviets – e pelos Fuzileiros Navais em peso, comandados pelo "Almirante do Povo", Aragão. Pregava-se a subversão da hierarquia e disciplina militares. Seguir-se-ia pelo já programado discurso de Jango no Automóvel Clube do Brasil. A pressão final sobre o Congresso seria em abril e maio: se não aprovasse as "reformas de base" seria fechado com pleno apoio popular.

Na mesma época, participei de uma ação comandada por um agitador da Petrobrás e da SUPRA (Superintendência da Reforma Agrária), em Rio Grande, pela encampação da Refinaria de Petróleo Ipiranga o qual, num discurso na Prefeitura, declarou que a República Socialista do Brasil estava próxima. As ocorrências de março só confirmaram a conspiração acima mencionada. No comício do dia 13 Brizola pregou o fechamento do Congresso se não aprovasse as tais “Reformas de Base” (na lei ou na marra) – ninguém me contou, eu ouvi no rádio. Prestes dizia que os comunistas já estavam no Governo, só faltava tomarem o Poder.

Não havia, pois, opção democrática alguma. Restava decidir se teríamos o predomínio dos comunistas ou uma re-edição do Estado Novo ou de uma ditadura peronista, chefiados por Jango. As passeatas civis estavam nas ruas exigindo fim da baderna e em apoio ao Congresso. Sugerir que se devia esperar que Jango desse o golpe para, depois tirá-lo, me parece uma idéia legalista infantil, pois então teria que ser muito mais cruento. Foi, na verdade, um contragolpe cívico-militar preventivo.

Participação dos EEUU

Outro mito é sobre a participação americana no “golpe” de 64.
Chamada de “Operação Thomas Mann” (nome do então Secretário de Estado Adjunto para a AL) não passa de uma mentira baseada em documentos forjados pelo Departamento D já citado, através da espionagem Tcheca. Quem montou a operação foi o espião Ladislav Bittman que, em 1985 revelou tudo no seu livro The KGB and Soviet Disinformation: An Insiders View, Pergamon-Brasseys, Washington, DC, 1985. Segundo suas declarações “A Operação foi projetada para criar no público latino-americano uma prevenção contra a política linha dura americana, incitar demonstrações mais intensas de sentimentos antiamericanos e rotular a CIA como notória perpetradora de intrigas antidemocráticas”. Outra fonte é o livro de Phyllis Parker Brazil and the Quiet Intervention: 1964, Univ. of Texas Press, 1979, onde fica claro que os EEUU acompanhavam a situação de perto, faziam seus lobbies e sua política com a costumeira agressividade, e tinham um plano B para o caso de o País entrar em guerra civil. Entretanto não há provas de que os Estados Unidos instigaram, planejaram, dirigiram ou participaram da execução do “golpe” de 64.

Embora as revelações tenham sido tornadas públicas em 79/85, a imprensa brasileira nada publicou a respeito não permitindo que a opinião pública tomasse conhecimento da mentira que durante anos a enganou. Apenas a Revista Veja na sua edição nº 1777, de 13/11/02, publica a matéria ”O Fator Jango” de autoria de João Gabriel de Lima, onde este assunto é abordado.

A luta armada e o AI 5

Finalmente, o mito de que brasileiros patriotas e democratas se levantaram em armas contra o “endurecimento da ditadura” através do Ato Institucional No. 5, 12/68.

Em julho de 65, na primeira tentativa de restabelecer a UNE, extinta pela Lei Suplicy, foi realizado um Congresso no Centro Politécnico em SP no qual fui eleito Vice-Presidente de Intercâmbio Internacional. Em outubro fui preso em Fortaleza, o que impediu minha ida ao Congresso da UIE na Mongólia, onde seria traçada uma estratégia de recrudescimento da violência revolucionária na AL. De 66 – ano da Conferencia Tricontinental de Havana e da Organización Latino Americana de Solidariedad (OLAS) – a 68 participei, no Sul, das intensas discussões clandestinas sobre a luta armada conduzidas por militantes da AP treinados em Pequim. Em janeiro de 68, 11 meses antes da edição do AI 5, a luta foi implementada por todas as organizações revolucionárias, menos o PCB.

A AP “rachou”, eu fiquei do lado contrário à maluquice da luta armada e saí, não sem sofrer, posteriormente, sérias ameaças de meus “companheiros”. Logo depois, mudou o nome para Ação Popular Marxista-Leninista do Brasil, o que já estava previsto no citado documento secreto. Como vários autores mais credenciados já têm se manifestado sobre isto, não vejo necessidade de mais para deixar claro que o AI 5 não passou de uma reação ao incremento das atividades revolucionárias desenvolvidas por aquelas organizações.

Embora as revelações tenham sido tornadas públicas em 79/85, a imprensa brasileira nada publicou a respeito não permitindo que a opinião pública tomasse conhecimento da mentira que durante anos a enganou.
Apenas a Revista Veja na sua edição nº 1777, de 13/11/02, publica a matéria ”O Fator Jango” de autoria de João Gabriel de Lima, onde este assunto é abordado...

Embora essas revelações venham se sucedendo e que se tenha procurado torná-las públicas pela Internet, livros e outras formas de comunicação, o que se verifica é que os grandes conglomerados continuam impedindo sua divulgação para a opinião pública, em uma contínua campanha de desinformação da população, com o único propósito de desmoralizar as Forças Armadas, que se constituem hoje no País, o único empecilho no seu intento de comunizar o Brasil.

ACORDA BRASIL...
QUE DEUS NOS ABENÇOE E PROTEJA...
E NOS PERDOE POR TE TRAIRMOS...


 
     
 

Os aliados do mal
 
 
Liderados pelo ditador assassino cubano Fidel Castro, seus comparsas, o sociopata boliviano Hugo Chávez e seu discípulo brasileiro Lula, junto com o líder dos plantadores de coca, matéria-prima da cocaína Evo Morales, tramam implantar o comunismo na América do Sul e barrar a ofensiva do neoliberalismo.

Triângulo do mal firmando pacto para levar a América Latina à desgraça e ao atraso, com a implantação do socialismo que deu errado em todos os países do mundo.

À esquerda da foto, Evo Morales, líder dos plantadores de coca, matéria-prima da cocaína. Ao centro, o recém-reeleito presidente da Bolívia, o sociopata Hugo Chávez, à direita, o megalomaníaco brasileiro, Lula.

Fotos: R. Stuckert
 
  Lula confraterniza com seus companheiros invasores
de terra do Movimento dos Sem Terra.

É o apoio ostensivo à baderna e ao vandalismo contra pessoas e propriedades.


É o incentivo à luta contra a classe econômica e produtiva que corre o risco do investimento e arca com os prejuízos.


A eleição de Lula representa mais um compromisso do PT com os movimentos de Evo Morales e Hugo Chávez que, junto com o ditador cubano Fidel Castro, querem implantar a qualquer custo o comunismo na América Latina.

Embora aliados desse objetivo, não se respeitam mutuamente. A prova disso é a atitude belicosa de Evo Morales invadindo as propriedades brasileiras da Petrobrás na Bolívia.

Por outro lado, o presidente venezuelano recém-reeleito, Hugo Chávez, compra aviões brasileiros Tucano e arma-se comprando armamento pesado. São os dólares do petróleo e da cocaína ajudando a subverter a ordem na América do Sul. Parece ser uma ação orquestrada onde o controle do tráfego aéreo é peça importante.

É de domínio público que o Brasil é rota para o tráfico de drogas. Até que ponto o povo brasileiro vai ter de agüentar essa ação contra o Brasil, da qual o recém-reeleito Lula faz parte? Onde fica o juramento dos militares, que estão fazendo ouvidos de mercador? As simples palavras de denúncia da imprensa verde-amarela, não ligada à banda podre dos grandes meios, não pode, sozinha, lutar contra os inimigos da pátria, que tentam minar a família militar com denúncias, como no caso do coronel Brilhante Ustra e já o fez no passado tentando desmoralizar o general Newton Cruz..

O espírito de corpo das forças armadas foi quebrado com a equiparação dos oficiais generais aos ministros, e o aumento foi repassado de forma escalonada, contemplando em proporções diferentes os círculos de oficiais e praças, diferentemente da forma usual.

Outro erro foi a separação dos funcionários civis e militares, de forma a achatar o salário dos civis e militares e tirar dos militares o “poder de fogo” que os civis representavam com greves e reivindicações públicas. O terceiro erro está para ser cometido: será a separação da ativa e da reserva, aumentando a ativa e a reserva com valores diferenciados, achatando os vencimentos da reserva.

Realmente, a mão direita não sabe que a esquerda faz. Quando falta um cérebro pensante e um comando digno e respeitado, uma administração por objetivos, que garanta a segurança nacional contra essa corja de ladrões e corruptos que se locupletam com a “res publica”, transformando-a em “res furtiva”.

É preciso que o princípio da hierarquia e da autoridade volte a ser respeitado e a subserviência afastada, afastando os que usam o babador no lugar da gravata. O Brasil é um país grande demais para um governo tão medíocre.

Depois da revolução de 1964, esquecida por muitos, a capacidade de gerar energia foi abandonada, mesmo porque essa esquerda ignorante achava que as obras das hidroelétricas eram faraônicas.

O lesa-pátria José Sarney, comandante da quadrilha do Maranhão, igualmente denunciou o programa nuclear brasileiro e foi responsável pelo desemprego de mão-de- obra qualificada de mestres e doutores na área nuclear, altamente qualificados estão hoje trabalhando em outros países. Além de sermos campo de treinamento de cientistas a custo zero para os outros perdemos também a capacidade de reação imediata no campo da energia nuclear, alternativa para a energia elétrica.

O crescimento econômico e a distribuição de renda prometidos pelo candidato eleito não poderão acontecer como já não está acontecendo neste ano. O próprio governo já admitiu que exagerou nos índices.

Os escândalos financeiros que deveriam abalar o país, que parece anestesiado, o Congresso Nacional e a credibilidade dos representantes do povo está acabando em pizza,. Os canalhas estão de volta e muitos desses canalhas permanecem inocentados por manipulações dos partidos governistas. É o exemplo maior de impunidade que o governo pode dar a seu povo e às demais nações do mundo.

Já é hora de as forças dignas desta Nação pensarem nas ações necessárias para impedir a destruição do Brasil.

Flavio Ramos
Editor

 
 
 
 
 

Cotas especiais para negros

Se essa ação fosse para beneficiar deficientes físicos ou populações indígenas que vivem em condições precárias, tudo bem. Seria uma forma de inclusão social.

Cotas para negros serão uma forma de discriminação contra os demais e trarão grave discriminação na hora de enfrentarem o mercado de trabalho.

O empresário, tendo a opção de escolher, vai escolher os que tiveram formação de base mais sólida e entraram na universidade pelo vestibular normal, sem cotas.

O governo, por sua vez, possivelmente, baixará uma norma obrigando-os a contratar o percentual de negros, como já faz na lei de dois terços, que reserva empregos para brasileiros. Para fraudar essa lei, os estrangeiros se naturalizam.

Na hipótese de haver uma lei de proteção dos negros formados em curso superior, aí sim, haverá forte discriminação porque os patrões estarão sendo forçados a tomar uma decisão contrária à sua vontade. E, afinal de contas, quem manda na empresa não é o governo que já a penaliza com impostos, juros e encargos sociais escorchantes, o que aumenta o desemprego e a informalidade.

Hoje, mesmo os bacharéis formados em universidades do Sul/Sudeste têm nível de informação e aptidão superior aos formados no Norte e Nordeste. Não se trata de preconceito, mas já que a lei obriga salários iguais em funções iguais, o empresariado dá preferência aos melhor preparados.

Negros não são minoria

Os negros não são minoria racial no Brasil. É mentira. Segundo dados oficiais da ONU, o Brasil tem a segunda maior população negra do mundo. Apenas a Nigéria tem população maior.

O que deveria acontecer, seria o Estado oferecer um ensino fundamental gratuito de qualidade para todos, independentemente da etnia, como já houve no passado, de maneira a permitir que o alunado pudesse disputar o vestibular com iguais oportunidades, sem discriminação.

Criar cotas especiais para negros é uma ação discriminativa, demagógica e desigual, já que o que se pretende avaliar é conhecimento. Se persistirem essas cotas a discriminação será enorme. Quem viver, verá.

Provas para deficientes são iguais às dos demais candidatos não portadores de deficiência.

As provas para deficientes físicos são iguais às dos demais candidatos, sendo diferentes na forma de linguagem Braile para cegos e Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) para surdos.

A cor da pele não é deficiência física. Delegacia para negros já é uma aberração, como também a da mulher. São ambas fruto da politicagem e da demagogia e são desrespeito à igualdade individual.

Estado não cumpre o seu papel e o presidente se elegeu com o voto do analfabeto e sem a maioria dos eleitores.

É preciso que o Estado tenha vontade política de dar educação de qualidade. As últimas eleições são a prova da péssima educação da maioria. Houve uma grande rejeição, o número de cidadãos que deixou de votar, foi maior do que o que elegeu o presidente.
Os estados de maior número de analfabetos e que venderam seus votos, foram decisivos na eleição, o que é uma aberração política porque foi o voto dos que não contribuem com imposto de renda e, conseqüentemente, não têm compromisso com o dinheiro público que elegeu o presidente por identidade.

Os estados do Sul/Sudeste estão vendo o êxodo de volta ao Norte e Nordeste para apanhar as vantagens que foram oferecidas aos residentes naqueles estados. É a lei de Gerson. Querem levar vantagem em tudo.

A grande mentira da eleição seria o crescimento do Brasil a 5% ao ano. Desta maneira, não vai acontecer. Neste ano de 2006 já não vai. Além do mais, a taxa de crescimento do Brasil é inferior à maioria dos países do terceiro mundo.

Os que efetivamente contribuem para a riqueza nacional e têm seu capital em risco, são os que de fato pagam o custo dessa aberração.

Flavio P. Ramos
Editor

Esta matéria foi escrita no dia 30.11.2006

 
     
     
 

 
 
 
 

Editorial


Ampla, geral e irrestrita.
Anistia?

Atendendo a essa reivindicação dos que haviam direta ou indiretamente participado de movimentos contra o Brasil, ou, melhor dizendo-se a favor de um Brasil comunista alinhado com Cuba e a hoje extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, o presidente da República, general de exército reformado João Baptista de Oliveira Figueiredo, assinou a LEI DA ANISTIA.

Tancredo Neves nunca foi presidente, nunca foi empossado no cargo. O procedimento correto era convocar eleições e até a conclusão do processo eleitoral, a lei prevê perfeitamente a sucessão na presidência. Por obra satânica do deputado Ulysses Guimarães, foi empossado o Sr. José Sarney, um desastre como presidente e como homem, que denunciou o programa nuclear brasileiro, levando centenas de cientistas ao desemprego e a um subemprego no exterior. A nação brasileira pagou o treinamento no exterior desses mestres e doutores que foram trabalhar no exterior, treinados, sem custo nenhum para seus empregadores. O Brasil sofreu um atraso de vinte anos.

O presidente João Figueiredo, temendo retrocesso, concordou em permitir que José Sarney, um maranhense, assumisse o cargo de presidente da República. Um erro lastimável.

Os eleitores de hoje não viveram essa época e os interessados mostram apenas os pontos negativos.

Estamos vivendo uma crise energética. Não foram construídas, depois dos governos da revolução, novas fontes geradoras (porque a esquerda incompetente afirmava que as represas eram obras faraônicas e desnecessárias). Vinte anos depois, nada mudou.

Comportamento da imprensa é o de informar, não o de tomar partido.
A imprensa, na época, como hoje, infiltrada de profissionais da esquerda radical, fazia pressão para que a reivindicação fosse um movimento de massa. Não foi.
A Anistia interessava somente aos que tiveram seus interesses contrariados, aos que pegaram em armas contra a maioria cujo clamor publicou deu um basta à baderna estabelecida e o fez em marcha pública, demonstração inequívoca de seu sentimento contra a baderna então instalada.

Revolução contra os que destruíam o Brasil
Graças à anistia, não absorveram a lição e estão de volta.
Na época alegavam que eram e inocentes, vítimas de perseguição política hoje gabam-se do seu passado subversivo e requerem vultosas indenizações em juízo.
Há de ser feita uma diferença entre os que tinham ideologia contrária ao governo da Revolução, apoiada pelo povo e os que guerrearam nas sombras em atos terroristas sem a preocupação de ferir a população civil e desarmada.
Seqüestros de diplomatas e assaltos a bancos sob pretexto de dar visibilidade ao movimento subversivo e amealhar fundos para compra de armas munições e treinamento de terroristas no Brasil e no exterior.
Os que tentaram subverter a ordem, levando o país de volta à baderna, ao desabastecimento e à insegurança, que o levaram à revolução, que surgiu sob o clamor civil de “basta à desordem”, sabiam muito bem as conseqüências de seus atos contra a Pátria. Sabiam os riscos inerentes aos seus atos terroristas com danos à vida e ao patrimônio público e privado.

Anistia
Em gesto de generosidade, o Presidente Figueiredo decretou a Anistia, Ampla, Geral e Irrestrita, não um perdão presidencial que permitiria atender a uns e não a todos como, em minha opinião pessoal, deveria ser.
Os “Santinhos” inocentes voltaram; e da mesma maneira, com atos subversivos como os praticados nas invasões a propriedades particulares, mentiras sistemáticas, suborno, chantagem. Contam com o apoio da banda podre da polícia, dos artistas deslumbrados e da imprensa, a quem interessava atiçar os ânimos e não acalmá-los, cresceram e justamente entre as populações mais desinformadas, de renda mais baixa e com famílias mais numerosas (esse é o perfil típico dessa gente, sujeita a levar vantagem em tudo).
É claro que, sabidamente, as populações nortistas e nordestinas, sempre manipuladas pelos políticos locais, são as que se enquadram nesse perfil e não é de agora essa gente se vende por pouco, por necessidade? A culpa é atribuída aos estados produtivos e industrializados, justamente os que pagam a conta do subdesenvolvimento, deixando de investir em seus próprios estados, para terem seus lucros desviados pelo governo para as “regiões carentes”. Eternamente carentes, sempre rendem votos.

As estatísticas não mentem e apontam as direções
Tenho grandes amigos nortistas e nordestinos, são cultos e são a exceção à regra.
Pouquíssimas são as exceções. Tive ocasião de levantar em pesquisa de campo os comportamentos dessas populações e tive um resultado surpreendente: o fator renda e o fator escolaridade não alteram o comportamento e a maneira de pensar do nordestino. Parece ser um fator oriundo de imprints genéticos. Discriminação? Não, estatística. Na verdade, o nordestino não é um forte, mas um fraco.

Risco Militar
Comprometer o espírito de corpo e sucatar equipamentos militares.
Submeter os comandos gerais a um ministro da defesa (sem qualquer qualificação para o cargo é um mero fantoche).
Desarmar a população civil para evitar reações espontâneas contra os desmandos do crime organizado dentro e fora do governo.
Corremos grande risco, já que o grosso dos subalternos das forças armadas é composto de nortistas e nordestinos.
Tudo começou com a separação entre os funcionários públicos civis e militares; depois veio o novo critério de remuneração dos militares, aumento escalonado privilegiando oficiais generais e separando os demais em proporções escalonadas. Essa ação quebrou o espírito de corpo; aumentou a diferença entre praças e oficiais superiores.
Agora, submeter todos à aposentadoria pelo INSS.
Grande concentração de pessoal oriundo de estados do norte e nordeste criando um grupo social homogêneo quanto à origem e aos comportamentos e hábitos.
Novamente a matemática aponta a direção. É uma vulnerabilidade que vai custar caro a qualquer momento. Dou como exemplo os locais onde estão as escolas de aprendiz de marinheiro. É duro ter que admitir, mas é um Brasil que atrasa o outro Brasil. Já houve época em que os estados do Sudeste e Sul queriam a separação do restante. Seria um primeiro mundo, a persistência de elevar os estados menos favorecidos é como a doença que não leva o corpo à saúde, mas ao suicídio.

Contaminação social
As migrações para as grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, contaminaram as comunidades de baixa renda locais.
Sua habitual falta de ética e complexo de inferioridade, que os faz pensar que os estados produtivos são responsáveis pela miséria deles, o que é martelado pela esquerda inescrupulosa e sem ética, que tem nesses eleitores o forte dos seus votos. “Sou um pobre retirante nordestino, como vocês, sem curso superior, que veio tentar ganhar a vida honestamente em São Paulo”.
Políticos como Ulysses Guimarães, conhecedores dessa matemática política, aprovaram o voto dos analfabetos, que hoje votam em bloco e por identidade e similaridade aos seus assemelhados. Essa foi a contribuição do “Nobre Deputado”. E tem sido também a fórmula adotada pela quadrilha de grileiros maranhenses.

A falta de instrução só interessa aos manipuladores
Não interessa aos manipuladores que os nortistas e nordestinos sejam instruídos. Caso isso fosse verdade, as verbas a fundo perdido, repassadas à SUDAN e à SUDENE, teriam sido usadas adequadamente em educação e obras.
Os estados do Norte e do Nordeste e os que surgiram depois e têm população de maioria nortista e nordestina são maioria na federação. Cada um desses estados elege três senadores, o que lhes garante maioria no Senado Federal. Na Câmara dos Deputados, o peso da votação em bloco dos deputados de origem nortista e nordestina, incluindo os que são eleitos por migrantes em outros estados, representam a DITADURA contra os estados produtivos e que contribuem com a renda que os nortistas e nordestinos gastam. É o caso de o sócio que não entra com capital e nem o conhecimento (know how) dirigir a empresa. (a novela da Globo, Cobras e Lagartos, é um bom exemplo disso: a realidade transformada em ficção).

Volta dos que não têm pátria.
Começaram mudando nomes de partidos.
Para que o povão não tenha mais certeza de quem é esquerda e quem não é, exceto os militantes, que sabem muito bem.
Agora começam os processos contra supostos torturadores. Se o Brasil fosse sério, os juízes fossem sérios e se o povo fosse sério, saberiam que não cabem processos que questionem comportamentos das partes envolvidas em questões anteriores à lei da Anistia.
O objetivo é desestabilizar, é de enganar os que não eram nascidos e não passaram pelo terror das filas para compra de alimentos, pelo medo dos tiroteios em via pública e assaltos aos bancos quando pessoas morriam sem saber por quê.
Passaram “férias no exterior”. Não temos notícia de ninguém que tenha ficado desamparado. Falaram mal do Brasil e voltaram, graças à generosidade de um militar, o General Figueiredo que não assinou um perdão, mas uma ANISTIA.

A vingança e a covardia:
Até hoje, artistas, professores, jornalistas, médicos, empresários são hoje vitimas da perseguição desta escória que voltou para poluir a política com sua incompetência e a sociedade com as suas mentiras e falta de caráter.
O quadro é grave, estamos nas mãos de uma quadrilha que só sairá do poder quando o país estiver nas mãos de estrangeiros e completamente arruinado, suas instituições falidas e sem credibilidade. Afinal, essa corja nunca teve o menor amor ou pudor. Os que não somaram com eles são os otários que estudaram e concluiriam curso superior, “as elites” e os que possuem bens de raiz, os ricos.
Já perdemos a Amazônia, privatizada por Lula e, como ele próprio alegou, com o apoio de todos os partidos.
Vamos perder os controladores de vôo militares, e aí é que “as drogas vão rolar” como interessa aos que apóiam essa ação que desmoraliza a Aeronáutica e seus chefes omissos.

Nossa única esperança é Lula, presidente, grão-mestre da Ordem do Cruzeiro do Sul, comandante supremo das Forças Armadas, amigo do líder dos plantadores de coca e de outros “mui amigos” do Brasil.

Lula é o presidente de “todos os brasileiros”, menos um, MEU NÃO!

Flavio P. Ramos
Editor


 
 
 
 

Editorial

Mentiras aparecem após eleições

Gás não será aumentado!

O “presidente Pinochio” e megalomaníaco disse claramente durante um surto pré-eleitoral que qualquer que fosse a negociação da Petrobrás com a Bolívia o gás não iria aumentar para o consumidor. Nós, em editorial neste portal, dissemos que era mentira, que o aumento aconteceria e seria repassado ao consumidor e as indústrias seriam as maiores prejudicadas.

Lula, na época em que D. Evo Morales o visitou, logo após as eleições na Bolívia, mandou que seu parceiro de trapaças, Evo Morales, o líder cocalero (leia-se eleito pelos plantadores de coca, matéria-prima da cocaína) mui amigo de D. Lula, voltasse para a terra do pó na aeronave presidencial do Brasil.

Se fosse no jegue pessoal de Lula tudo bem, mas na aeronave presidencial é outra história . Mas é assim que Lula é tudo pelo social com o dinheiro Público, é claro. Logo veio o troco que demonstra o belo caráter dos “presidentes”.

D.Evo Morales rompe com a maior naturalidade os contratos com a Petrobrás, ocupa militarmente as instalações brasileiras. Claro ato de provocação.

D. Lula, covarde, omisso e preocupado em manter sua posição de humilde “retirante”. O pobre retirante do dinheiro Público, que a quadrilha de ministros por ele nomeados e deputados do PT seus companheiros e fiéis seguidores recolheram de origens ocultadas, preocupado na eleição só pensava em contabilizar os votos dos nortistas e nordestinos que comprou com bolsas e pseudo-assistencialismo, mais uma vez com dinheiro público.

Eleito pelos seus colegas solípedes e um grupo de cegos e de aproveitadores que foram cuidadosamente plantados em cargos e funções públicas sem concurso (como seria de se esperar do “honesto governo do PT, último reduto da ética e da moralidade”). Lula fala grosso: “Deixem-me trabalhar, aprendi durante meu primeiro mandato.”

Agora, o presidente admite, haverá aumento do gás e, pasmem, diminuição da conta de luz, mas não para todos, é claro.

É bom que esses de barba longa e inteligência curta saibam que a indústria fez o dever de casa e converteu suas fábricas para gás natural, deram se mal, acreditaram. Agora, custos mais altos prejuízos em contratos já assinados e que terão de ser mantidos, possível desaquecimento nas vendas e, logicamente, cortes de pessoal.

As indústrias de toda a região sudeste centro oeste correm sério risco de falta de gás ou boicote boliviano como forma de pressão.
O Acre ameaça de invasão, alguém duvida?

Mais mentiras
O movimento dos controladores de vôo para que civis assumam as funções vem bem a calhar já que é pelo espaço aéreo brasileiro que a cocaína boliviana de D Evo Morales e a de seus colegas colombianos chega, ou estou caluniando alguém ? Não seria para evitar esse contrabando de drogas que foi promulgada a lei do abate? Ou será que é outra farsa?

Os controladores de vôo são militares da Aeronáutica e apesar das dificuldades e do serviço especializado cansativo, sempre mostraram eficiência e capacidade igual e até superior à dos seus equivalentes ao redor do planeta.

Aos briosos controladores de vôo brasileiros o aplauso e os agradecimentos e a confiança de todos os que voam pelos céus do Brasil em perfeita segurança e que não se deixam iludir por mais esse engodo para acabar com esses postos de importância para SEGURANÇA NACIONAL.

Mas D. Evo Morales e D. Lula estão bem.
Qualquer dia desses D. Evo Morales volta a visitar seu colega Lula para “dividir o pão” e, como de costume, D. Lula o transportará de volta a seu esconderijo na Bolívia, no AeroLula, tudo por conta do dinheiro público.como já o fez no passado antes do bote da “serpente cocalera.”

É Lula de novo nos braços do povo, o Brasil que se dane!

Afinal, somos um país rico, a oitava economia do mundo isso quando a nossa bandeira era verde e amarela na época em que só os criminosos e os que eram contra a pátria teimam em esquecer. E agora, que lugar ocupamos?

O povo está desarmado, o crime, muito bem armado. Os políticos desonestos, de volta.

Manifestos sem ação são blefe que só aumenta a identidade com o poder do mal. E as Forças Armadas, até quando vão permitir essa impunidade?


 
     
 

Mentiras de Lula aparecem
após eleições

Bolívia comunica que controla as refinarias da Petrobrás e que irá encampá-las, sem pagar ao Brasil qualquer indenização.

Política do bom “companheiro” de Lula com o líder dos plantadores da matéria-prima da cocaína, o Sr. Evo Morales, outro desvairado que não dá a menor atenção aos acordos firmados com a Petrobrás, ameaça investimento.

Política covarde e incompetente:

Política covarde e incompetente de Lula mostra mais uma mentira dita antes das eleições que ganhou na “mão grande”, mentindo e comprando votos dos vendidos nortistas e nordestinos e das populações ignorantes que com ele se identificam.

Mentiras Aparecem:

Lula afirmou que:

Os acordos seriam respeitados, NÃO FORAM.

O consumidor não pagaria aumentos, MENTIRA. Só de impostos pagará 82% (oitenta e dois por cento).

O preço do gás será aumentado. LULA DISSE QUE NÃO.

O investimento na Bolívia corre risco de perdas totais. LULA PREFERIU NADA FAZER, aliás, como de costume a omissão é sua atitude normal.

O investimento no gasoduto pode ser perdido, caso a PETROBRÁS perca a refinaria e não seja economicamente viável a importação.

Bolívia depende da exportação desse gás para pagar suas contas internas. A atitude de Evo Morales é um blefe. A de Lula, mais um ato de lesa-pátria.

Collor foi tirado da Presidência da República sob falsas alegações, passou pelo julgamento do Supremo e nada foi provado contra ele. Na verdade, foi vítima de uma grande articulação do PT e seus aliados, apoiados pela Rede Globo, aproveitando o mal-estar do confisco da poupança, uma decisão que não foi só de Collor e de Zélia, mas foi decisão de Estado.

Hoje, após corrupção de ministros, arbitrariedades, como quebra de sigilo bancário, roubo de dinheiro público, suborno e compra de votos, repasse de dinheiro a entidades não-governamentais, de baderneiros como os que invadiram o Congresso e tantos outros crimes que o presidente eleito diz desconhecer, NADA É FEITO. Nem a Justiça, nem as Forças Armadas, nem o Congresso, onde as fraudes acontecem, nem o povo, cuja maioria o Sr. Lula peitou com dinheiro público tomam providências.

Até o Acre, visinho da Bolívia e sob ameaça de invasão, elegeu Lula. É nisso que dá a total falta de escrúpulos e ética deixadas impunes, a fuga da realidade, na visão do mito perfeito e intocável, “protetor dos pobres”.

A banda podre da Imprensa

Os meios de comunicação, rádio e televisão são concessões e, por isso, sujeitos a pressões. As TVs e emissoras de rádio evangélicas fecharam questão com o PT e Lula. À beira da falência, as outras TVs cooptaram.

Os poucos jornalistas independentes como Boris Casoy, são amordaçados e perdem suas tribunas. É o autoritarismo usando seus tentáculos e desrespeitando a liberdade de imprensa.

Privatização das florestas brasileiras – Lei Lei 11284, de 02.03.06, publicada no Diário oficial da União em 03 de março de 2006.

A privatização da Amazônia um crime