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Hábito de beber de Lula se torna preocupação nacional

Por Larry Rohter, Publicado no New York Times.

“Luiz Inácio Lula da Silva nunca escondeu seu apreço por um copo de cerveja, uma dose de uísque ou, melhor, um trago de cachaça, o potente aguardente do Brasil. Mas alguns de seus conterrâneos começaram a se perguntar se a predileção do presidente por bebidas fortes está afetando sua atuação no governo”LR.

Nos últimos meses, o governo de esquerda de Lula tem sido atacado por uma crise atrás da outra, variando de um escândalo de corrupção ao fracasso de programas sociais cruciais. O presidente tem se mantido distante das atenções e deixado seus assessores fazerem grande parte do trabalho pesado. Isto tem provocado especulação de que seu aparente não envolvimento e passividade poderiam estar de alguma forma ligados ao seu apreço pelo álcool. Mas aqueles que o apóiam negam os relatos de consumo excessivo de bebida.


Apesar de líderes políticos e jornalistas estarem cada vez mais falando entre eles sobre o consumo de álcool de Lula, poucos estão dispostos a expressar seus receios publicamente. Uma exceção é Leonel Brizola, o líder do Partido Democrático Trabalhista de esquerda, que foi companheiro de chapa de Lula na eleição de 1998, mas que agora teme que o presidente esteja ''destruindo os neurônios em seu cérebro''. ''Quando eu fui candidato a vice do Lula, ele bebia muito'', disse Brizola, atualmente um crítico do governo, em um recente discurso. ''Eu o alertava de que a bebida destilada é perigosa. Ele não me ouviu e, segundo dizem, continua bebendo.''

Durante uma entrevista no Rio de Janeiro, em meados de abril, Brizola elaborou sobre as preocupações que expressou para Lula, mas que foi ignorado. ‘‘Eu lhe disse: 'Lula, eu sou seu amigo e camarada, e você precisa pegar essa coisa e controlá-la'‘‘, ele se recordou. “Não, não tem perigo, está sob controle”, lembrou Brizola, imitando a voz do presidente, deste ter respondido. “Ele resistiu, e continua resistindo”, continuou Brizola. “Mas ele tinha um problema. Se eu bebesse como ele, eu estaria frito”.
Os porta-vozes de Lula se recusaram a discutir o hábito de beber do presidente, dizendo que não dariam uma resposta formal a acusações infundadas. Em uma breve mensagem por e-mail respondendo ao pedido de comentário, eles consideraram a especulação de que ele bebe em excesso como ‘‘uma mistura de preconceito, desinformação e má fé’‘.

Lula, um ex-metalúrgico de 58 anos, provou ser um homem de apetites e impulsos fortes, o que contribui para seu apelo popular. Com uma mistura de simpatia e divertimento, os brasileiros assistiram seus esforços para não fumar em público, seus flertes em eventos públicos com belas atrizes e sua contínua batalha para controlar o peso, que disparou logo após ter assumido o governo em janeiro de 2003.

Além de Brizola, os líderes políticos e a mídia parecem preferir lidar com o assunto de forma indireta. Sempre que possível, a imprensa brasileira publica fotos do presidente com olhos turvos e rosto corado, e constantemente faz referências tanto aos churrascos de fim de semana na residência presidencial, nos quais a bebida corre solta, e aos eventos de Estado nos quais Lula nunca é visto sem uma bebida na mão.

“Dou um conselho para Lula”, escreveu o provocador colunista Diogo Mainardi em uma edição de março da “Veja”, a principal revista de notícias do país, desfiando uma lista de artigos contendo tais referências. “Pare de beber de público”, ele aconselhou, acrescentando que o presidente se tornou o “maior garoto-propaganda da indústria do álcool” com seu consumo explícito.

Uma semana depois, a mesma revista publicou uma carta de um leitor preocupado com o “alcoolismo de Lula” e seus efeitos sobre a capacidade de governar do presidente. Apesar de alguns sites se queixarem há meses de “nosso presidente alcoólatra”, foi a primeira vez que imprensa nacional principal se referiu a Lula desta forma.


Historicamente, os brasileiros têm motivo para preocupação diante de qualquer sinal de hábito de consumo excessivo de bebida por parte de seus presidentes. Jânio Quadros, eleito em 1960, era um notório consumidor de bebidas que disse certa vez: “Bebo porque é líquido”. Sua renúncia inesperada, após menos de um ano no governo, durante o que dizem ter sido uma maratona de bebedeira, iniciou um período de instabilidade política que levou a um golpe em 1964 e 20 anos de dura ditadura militar.

Se Lula tem realmente ou não um problema com bebidas, a questão penetrou na consciência popular e se tornou motivo de piada. Quando o governo gastou US$ 56 milhões no início do ano para comprar um novo avião presidencial, por exemplo, o colunista Cláudio Humberto patrocinou um concurso para dar um nome ao avião. Um dos vencedores, lembrando que o avião do presidente americano se chama Força Aérea Um, sugeriu que o avião de Lula deveria ser designado ‘‘Pirassununga 51’‘, o nome da marca mais popular de cachaça.

Outra sugestão foi “Movido a Álcool”, uma brincadeira com o plano do governo para encorajar o uso de etanol como combustível para carros. A especulação sobre os hábitos de beber do presidente foi alimentada por várias gafes que ele tem cometido em público. Como candidato, ele ofendeu os moradores de uma cidade considerada paraíso dos gays ao chamá-la de “um pólo exportador de “veados”, e como presidente, seus deslizes em público continuaram e se tornaram parte do folclore político brasileiro.
Em uma cerimônia realizada aqui em fevereiro para anunciar um grande novo investimento, por exemplo, Lula se referiu duas vezes ao presidente da General Motors, Richard Wagoner, como presidente da Mercedes-Benz.

Em outubro, em um dia em homenagem aos idosos do país, Lula disse para eles: “Quando se aposentarem, por favor, não fiquem em casa atrapalhando a família. Tem que procurar alguma coisa para fazer”.

No exterior, Lula também cometeu seus tropeços. Em uma visita ao Oriente Médio no ano passado, ele imitou o sotaque árabe falando português, com os erros de pronúncia e tudo, e em Windhoek, Namíbia, disse que a cidade parecia ser tão limpa que “nem parecia à África”.

Os assessores e simpatizantes de Lula respondem que tais deslizes são apenas casionais, que são esperados de um homem que gosta de falar de improviso e que não têm nada a ver com seu consumo de álcool que, a propósito, descreveram como sendo moderado. Eles dizem que ele está sendo comparado ao padrão diferente e injusto de seus antecessores, porque ele é o primeiro presidente do Brasil vindo da classe trabalhadora e que cursou apenas até a sexta série.

‘‘Qualquer um que já tenha estado em recepções formais ou informais em Brasília testemunhou presidentes bebericando uma dose de uísque’‘, escreveu recentemente o colunista Ali Kamel no jornal ‘‘O Globo’‘, do Rio de Janeiro. ‘‘Mas sobre o fato nada leu a respeito dos outros presidentes, somente de Lula. Isso cheira a preconceito. ’‘

Lula nasceu em uma família pobre em um dos Estados mais pobres do país, e passou anos liderando sindicatos trabalhistas, um ambiente famoso por alto consumo de bebida. A imprensa brasileira já descreveu repetidas vezes o pai do presidente, Aristides, a quem ele mal conheceu e que morreu em 1978, como sendo um alcoólatra que abusava de seus filhos. São inúmeras as histórias de episódios de bebedeira envolvendo Lula. Após uma noite na cidade, quando foi membro do Congresso no final dos anos 80, Lula desceu do elevador no andar errado do prédio onde morava na época e tentou arrombar a porta de um apartamento que achou que era o seu, segundo políticos e jornalistas daqui, incluindo alguns que são ex-moradores do prédio.

‘Sob Lula, a caipirinha virou bebida nacional por decreto presidencial”, disse no mês passado o jornal ‘‘Folha de S.Paulo’‘, em um artigo sobre a ligação de Lula com o álcool e se referindo ao coquetel feito com aguardente.

“Alheio ás criticas e pouco se importando com o que vê e pensa mundo e com a credibilidade de seu presidente Lula continua em seus delírios alcoólicos dizendo tudo que lhe vem á cabeça, envergonhando o Brasil. Falta-lhe um mínimo verniz de educação e diplomacia. FPR”.

 


Editorial

A Vitória de Obama

Flavio P.Ramos


Analisar a vitória de Obama, agora, em meio à euforia, pode parecer prematuro, mas não é. Esse fato social que fez o mundo ver no candidato à presidência dos Estados Unidos como a esperança tem explicação: valendo-se da crise da Alemanha, Hitler chegou ao poder prometendo “Mudanças”, chegou ao poder depois da falência da economia alemã, exatamente como agora acontece nos Estados Unidos.

A conhecida arrogância, o racismo e a xenofobia dos americanos foram razões ocultas que os mentores da campanha de Obama à presidência souberam explorar.

As promessas que dificilmente poderiam ser cumpridas, mesmo que o país não estivesse em crise, foi outro tópico que mostra a irresponsabilidade do presidente eleito, mesma tática usada pelo candidato eleito para a prefeitura da cidade do Rio de Janeiro.

Longe de ser a Pátria da Liberdade, (só para eles que são metidos a serem a polícia do mundo), os Estados Unidos são a pátria da farsa e da hipocrisia. O racismo, o preconceito contra estrangeiros e os guetos são a maior prova disso. Um país livre, com igualdade de direitos para todos, não tem cidadãos de segunda categoria, tem cidadãos americanos, não afro-americanos, nipo-americanos, hispano-americanos, ítalo-americanos etc.

Sem lastro em ouro e com o meio circulante, sendo impresso sem responsabilidade para atender à megalomania consumista, esse povo arrogante deu provas de que não pode nem deve servir de exemplo de paradigma político e econômico, com ou sem Obama.

Para ganhar vale tudo
Obama dividiu seu propósito em duas partes ganhar a eleição e ver como governar depois.
Um erro dos simplistas sem visão global. Como Lula, não se preocupou em prometer o impossível de cumprir. Mesmo com o país em ordem, o que não acontece agora, não se muda velhos costumes da noite para o dia.

Depois da posse
Os grupos dominantes, bancos indústrias de armamentos e petróleo e as etnias diversas, para os quais Obama prometeu a salvação, vão cobrar até mesmo os de fora dos Estados Unidos.

A oposição, mesmo antes de o novo presidente tomar posse, já está cavando-lhe a sepultura, e o pior é que sabe exatamente o que será impossível cumprir.

O violento povo americano, historicamente, costuma escolher assassinar os presidentes que desagradam, ou os que agradam demais. Foi assim com Abraham Lincoln, John Kennedy e seu irmão senador.

Fogo amigo e fogo inimigo
Mudanças uma palavra chave de um discurso vazio foi usada por Hitler, Mussolini, pelos comunistas que derrubaram o governo Russo, e, depois usada novamente para derrubar os comunistas. Na América Latina usada pelos “mui amigos” Hugo Chavez e Evo Morales. É uma palavra ampla e vazia que permite a cada um preenchê-la, como um cheque em branco, com o valor que desejar. É a palavra que abre portas no meio dos pouco instruídos.

Os instruídos querem saber que mudanças serão essas, como pretende concluí-las, em quanto tempo, com quais apoios conta, quanto vai custar, dará para iniciá-las e terminá-las durante o mandato presidencial?

A frustração pode levar ao povo de ficar entre os que apoiaram, e se sentiram enganados, e os que não o apoiaram e sentem que é o momento de acabar de derrubá-lo.

Como conclusão, os grupos que compareceram às urnas, em peso, serão os que irão ver que erraram: os adversários de Obama vão procurar os culpados, o preconceito, a xenofobia e o racismo serão exacerbados, os de direita radical vão se colocar na posição de salvar a América e o s resultados irão afetar o mundo inteiro.

A nosso ver, Hillary Clinton teria sido a escolha ideal para o momento político.

Obama recebeu o voto da dicotomia dos que vêem nele o oposto de Busch, a esperança de que os Estados Unidos da América voltem a ser o país arrogante que sempre foi. Quem viver verá.


Quem É Barack Obama

44º presidente dos Estados Unidos da América

Barack Hussein Obama II ( nasceu em Honolulu, 4 de agosto de 1961) é um político dos Estados Unidos da América, foi eleito como 44 presidente de seu país, pelo Partido Democrata.

Sua candidatura foi formalizada pela Convenção do Partido Democrata em 28 de agosto de 2008. É também senador pelo estado de Illinois. Obama é o primeiro afro-americano a ser nomeado candidato a presidente por um dos principais partidos políticos americanos. É também o único senador afro-americano na atual legislatura.

Graduou-se em Ciências Políticas pela Universidade Columbia em Nova Iorque, para depois cursar Direito na Universidade de Harvard, graduando-se em 1991. Foi o primeiro afro-americano a ser presidente da Harvard Law Review.

Obama atuou como líder comunitário e como advogado na defesa de direitos civis até que, em 1996, foi eleito ao Senado de Illinois (Orgão integrante da Assembléia Geral de Illinois, que constitui o poder legislativo local), mandato para o qual foi reeleito em 2000.

Entre 1992 e 2004, ensinou direito constitucional na escola de direito da Universidade de Chicago.

Tendo tentado, em 2000, eleger-se, sem sucesso, ao Congresso Americano, anunciou, em janeiro de 2003, sua candidatura ao Senado dos Estados Unidos. Após vitória nas eleições primárias, foi escolhido como orador de honra para a Convênção Nacional do Partido Democrata em julho de 2004. Em novembro, foi eleito Senador dos Estados Unidos pelo estado de Illinois com 70% dos votos. Em 4 de janeiro de 2005 assumiu o atual mandato, o qual tem duração até 2011.

Como membro da minoria democrata no período entre 2005 e 2007, ajudou a criar leis para controlar o uso de armas de fogo e para promover maior controle público sobre o uso de recursos federais. Neste período, fez viagens oficiais para o leste europeu, o oriente médio e África. Na atual legislatura, contribuiu para a adoção de leis que tratam de fraude eleitoral, da atuação de lobistas, mudança climática, terrorismo nuclear e assistência para militares americanos após o período de serviço.

Infância, formação e início da carreira
Barack Hussein Obama II nasceu em 4 de agosto de 1961 em Honolulu, no estado americano do Havaí, filho de Barack Obama, Sr., um economista queniano, nascido em Nyang’oma Kogelo, distrito de Siaya, Quénia e de Ann Dunham, antropóloga americana, nascida em Wichita, no estado do Kansas, EUA. Seus pais conheceram-se enquanto frequëntavam a Universidade do Havaí em Manoa, onde seu pai era um estudante estrangeiro.

Eles separam-se quando Obama tinha dois anos de idade, divorciando-se em seguida. Seu pai retornou ao Quênia, encontrando-se com o filho apenas mais uma vez antes de falecer em um acidente de automóvel em 1982, quando seu filho Obama tinha 21 anos.
Após o seu divórcio, Ann Duham casou-se com o indonésio Lolo Soetoro. A família mudou-se para o país natal de Soetoro em 1967, tendo Obama frequentado escolas em Jakarta até os dez anos de idade. Ele então retornou para Honolulu para morar com seus avós maternos. Em Honolulu, frequentou a escola Punahou, desde a quinta série do ensino elementar americano, em 1971, até a graduação no ensino secundário, em 1979, com 18 anos.

A mãe de Obama retornou ao Havaí em 1972, quando o filho tinha 11 anos, lá permanencendo por muitos anos. Voltou à indonésia por alguns períodos para o desenvolvimento de trabalho de campo. Ela defendeu tese de doutoramento em antropologia pela Universidade do Havaí em 1992. Faleceu de cêncer nos ovários em 1995, quando Obama tinha 24 anos.

Já adulto, Obama admitiu ter usado cocaína, maconha e álcool durante o ensino secundário, tendo classificado, em evento na atual campanha eleitoral como seu maior erro do ponto de vista moral.

Após concluir o ensino secundário, com 18 anos, Barack Obama mudou-se para Los Angeles, onde estudou no Occidental College por dois anos. Ele então transferiu-se para a Universidade de Columbia, em Nova Iorque, onde graduou-se em ciência política com especialização em relações internacionais. Obama obteve o título de bacharel de artes em 1983, com 22 anos, quando foi trabalhar por um ano na empresa Business International Corporation, hoje parte do grupo que publica a revista The Economist e em seguida para a organização sem fins lucrativos New York Public Interest Research Group.

Após quatro anos na cidade de Nova Iorque, Obama mudou-se para Chicago com 24 anos, para trabalhar como agente comunitário entre junho de 1985 a maio de 1988 como diretor da Developing Communities Project (DCP), uma associação comunitária religiosa originalmente composta por oito paróquias católicas, na região da grande Roseland (Roseland, West Pullman, e Riverdale) ao sul de Chicago. Nos seus três anos como diretor da DCP, sua equipe passou de 1 para 13 pessoas e seu orçamento anual cresceu de 70 mil dólares para 400 mil dólares, tendo conseguido, entre outros resultados, auxiliar:a criação de um programa de educação para o trabalho, a criação de um programa de mentoria para a preparação para o estudo universitário, e o estabelecimento de uma organização de defesa dos direitos de inquilinos na região de Altgeld Gardens, em Chicago.

Obama também trabalhou como um consultor e instrutor para a fundação Gamaliel, um instituto que dá consultoria e treinamento para associações comunitárias. Em meados de 1988, com 27 anos, ele viajou pela primeira vez para a Europa, onde permaneceu por três semanas, indo em seguida ao Quênia, onde permaneceu por cinco semanas, lá encontrando-se pela primeira vez com alguns de seus parentes.

Obama ingressou na escola de direito de Harvard no final do mesmo ano de 1988. Ao final do seu primeiro ano na escola, foi escolhido como editor da revista Harvard Law Review, em função das suas notas e de uma competição de redação. Em seu segundo ano na escola, foi escolhido presidente da revista, uma posição voluntária de tempo-integral, assumindo as responsabilidades de editor-chefe e supervisionando a equipe de 80 editores. A eleição de Obama como primeiro presidente afro-americano da revista teve ampla cobertura jornalística, sendo objeto de longas reportagem sobre ele. Ele obteve o título de doutor em direito por Harvard em 1991, com 30 anos, graduando-se com louvor. Retornou então para Chicago onde já havia trabalhado, inclusive nos períodos de férias de verão de 1989 e 1990, para os escritórios de direito Sidley & Austin e Hopkins & Sutter, respectivamente.

Em 1992, casa-se com Michelle Obama.

A publicidade associada à sua eleição como primeiro afro-americano presidente da Harvard Law Review resultou em um contrato e adiantamento para que ele escrevesse um livro sobre questões relacionadas à raça. Em um esforço para contratar Obama para o seu corpo docente, a escola de direito da Universidade de Chicago ofereceu a ele uma posição em pesquisa e um escritório onde poderia trabalhar no seu livro.

Ele planejara terminar o livro em um ano, no entanto a tarefa consumiu muito mais tempo à medida que evoluiu para uma livro de memórias. A fim de trabalhar sem interrupções, Obama e sua esposa, viajaram para Bali, onde passou meses escrevendo. O manuscrito foi finalmente publicado como Dreams from My Father em meados de 1995, quando Obama estava com 34 anos.

Obama dirigiu a iniciativa Project Vote em Illinois entre abril e outubro de 1992. O projeto, voltado para o registro de eleitores, contava com 10 funcionários e 700 voluntários. Ele atingiu seu objetivo de registrar 150 mil dos 400 mil afro-americanos não registrados do Estado, motivando a revista Crain’s Chicago Business a incluir, em 1993, Obama na sua lista de líderes promissores com menos de 40 anos.

Obama ensinou direito constitucional na escola de direito da Universidade de Chicago por doze anos.

Em 1993, Obama juntou-se à firma Davis, Miner, Barnhill & Galland, um escritório de direito composto por 12 advogados especializado em casos de direitos individuais e desenvolvimento econômico de vizinhanças, atuando como advogado associado por três anos, entre 1993 e 1996. Entre 1996 a 2004 possuiu o título de Counsel, posição de maior independência, não tendo porém atuado entre 2002 e 2004.em 1992, Obama foi membro fundador da mesa diretora da organização sem fins lucrativos Public Allies, renunciando ao cargo antes de sua esposa tornar-se a primeira diretora executiva da Public Allies, Chicago, no início de 1993. Entre 1993 e 2002, foi membro da mesa diretora da fundação filantrópica Woods Fund of Chicago, que, em 1985, foi a primeira fundação a financiar o trabalho de Obama no DCP. Participou da mesa diretora da fundação Joyce entre 1994 e 2002. Entre 1995 e 2002 atuou na mesa diretora do Chicago Annenberg Challenge, tendo sido fundador e presidente. Participou também da mesa diretora das seguintes organizações: Chicago Lawyers’ Committee for Civil Rights Under Law, Center for Neighborhood Technology, e Lugenia Burns Hope Center.


A VITÓRIA DE OBAMA


por Rodrigo Constantino


“Ninguém é mais dogmaticamente insistente na conformidade do que aqueles que advogam a ‘diversidade’”. (Thomas Sowell)

Aquilo que a esquerda no mundo todo sonhava virou realidade: Barack Hussein Obama é o presidente dos Estados Unidos! Sua campanha bilionária foi mesmo de tirar o chapéu. Conseguiu mobilizar muita gente, conquistar através de seu carisma a emoção de milhões de eleitores cansados de um governo medíocre. O repetitivo uso das palavras “mudança” e “esperança” foi uma grande arma, que nos remete ao caso brasileiro nas eleições passadas. Não obstante o fato de que a mudança pode ser para pior, e que a esperança pode ser a “grande falsária da verdade”, como nos ensinou Baltazar Gracian, resta questionar quais as verdadeiras qualidades de Obama que fizeram com que tanta gente ficasse tão empolgada com sua eleição.

Muitos repetem automaticamente a questão racial, comemorando que se trata do primeiro presidente negro americano. Besteira! Os negros já conquistaram inúmeros cargos importantes na política americana, e o simples fato de Obama ter disputado pelo maior partido americano, o Partido Democrata, já seria suficiente para mostrar que a cor da pele não é mais um impeditivo ao cargo máximo da política. Afinal, ele derrotou nas primárias a poderosa família Clinton! Um parêntese: Qualquer um com tanta sede pelo poder é a última pessoa que deveria ter poder. Além disso, aqueles que citam o aspecto racial parecem não notar que estão justamente aderindo ao racismo que dizem combater. Ora, por que devemos comemorar a eleição de alguém por causa da cor da pele? Isso é exatamente aquilo que Martin Luther King Jr. não queria! Seu sonho era uma nação onde as pessoas não fossem julgadas pela cor da pele, e sim pelo caráter. Qual o caráter de Obama? Algum empolgado defensor sabe? Quais são as grandes idéias de Obama? Algum emocionado defensor sabe? Pelo visto, querem Obama porque ele é negro, e isso é racismo puro, ainda que com sinal trocado.

Na verdade, a questão racial serviu desde o começo da campanha para blindar Obama contra críticas. A poderosa agenda “politicamente correta” vem ganhando mais espaço, e se alguém questiona a capacidade administrativa do candidato negro, é logo tachado de “racista”. Os cariocas conhecem bem essa patrulha, usada quando a então governadora petista Benedita se envolveu em escândalo de uso indevido do dinheiro público. O racismo é sempre execrável, mas isso vale para os dois lados. Se alguém deixa de votar num candidato apenas por causa da cor da pele, isso é tão abominável quanto alguém votar num candidato apenas por causa da cor da pele. Infelizmente, creio que isso aconteceu em grande escala nessas eleições americanas. Afinal, quantos eleitores de Obama realmente conheciam suas principais idéias? Qual o grande currículo de Obama, cuja “profissão” na vida sempre foi ser político? Como disse Charles de Gaulle, “a política é um assunto sério demais para ficar nas mãos dos políticos”. Obama nunca quis gerar riqueza no setor privado. Pelo visto, ele tinha algo mais “nobre” em mente: usar a riqueza alheia para pregar a “justiça social”. Não sei quanto ao leitor, mas eu admiro mais a trajetória de um Michael Bloomberg da vida...

As idéias de Obama são claramente intervencionistas, alinhadas com a agenda “progressista” que condena o livre mercado. Qual a coerência da esquerda brasileira, que sempre acusou os americanos de pregar o liberalismo enquanto pratica o protecionismo em casa, em defender Obama? Ora, Obama é o candidato dos subsídios agrícolas, o candidato do protecionismo comercial, justamente tão atacado no Brasil e com razão. Eu já não cobro coerência da esquerda faz muito tempo. Afinal, os mesmos que condenam esse protecionismo americano adoram quando o próprio governo adota medidas protecionistas, e ainda recebem o francês Bovè, ícone dos subsídios agrícolas da Europa, com tapete vermelho no Fórum Social Mundial. Ou então condenam o embargo americano a Cuba pela miséria da ilha-presídio, ao mesmo tempo em que chamam de “exploração” o comércio com os americanos. Está mais do que na hora da esquerda decidir se o livre comércio é algo bom ou ruim! E poderia aproveitar para resolver se é desejável que o governo tire dinheiro do pagador de impostos para dar aos banqueiros, pois o PROER foi motivo de fúria em nossa esquerda, enquanto hoje ela aprova os pacotes de ajuda do governo aos bancos. Melhor não tentar entender a “lógica” esquerdista...

Algo muito interessante nessa vitória de Obama foi o entusiasmado apoio que ele recebeu de tantos antiamericanos ferrenhos, os mais patológicos de todos. Será que Ahmadinejad, Raúl Castro, Lula e tantos outros que sempre destilaram seu ódio ao “império” americano e seu modus vivendi, repentinamente passaram a gostar dos Estados Unidos? Não parece estranho que os maiores inimigos dos Estados Unidos estavam do lado de Obama? Fora isso, ele recebeu amplo apoio dos maiores inimigos internos dos Estados Unidos também. Os fortes sindicatos, que tentam garantir privilégios à custa dos demais trabalhadores, doaram milhões para a campanha de Obama. A grande imprensa foi toda favorável a Obama. Os “intelectuais”, que costumam ser bajuladores de ditaduras esquerdistas mundo afora, estavam todos com Obama. Os atores de Hollywood, sempre prontos para atacar os Estados Unidos e defender regimes nefastos, deram total apoio a Obama. Enfim, mesmo se não soubesse nada das idéias de Obama, já ficaria contra ele, somente pela lista assustadora de empolgados defensores de sua vitória.

Espero que o governo de Obama não seja um desastre para os Estados Unidos, como foi o governo de Bush. Mas acho difícil evitar um avanço ainda maior do governo nas liberdades individuais. Infelizmente, os pilares ideológicos dos “pais fundadores” da nação estão cada vez mais enterrados por lá também. A própria idolatria ao presidente, o culto ao “messias salvador”, com inúmeras pessoas chorando de tanta emoção com a crença de que os males serão solucionados através da magia estatal, demonstra como o país se afastou dos princípios liberais de seus fundadores. Estes enxergavam com enorme desconfiança o governo, visto como um “mal necessário”, cuja função básica era apenas preservar as liberdades e o direito de propriedade privada. Algo muito diferente da imagem que muitos têm do governo atualmente, uma espécie de Deus capaz de criar riqueza num estalo de dedos. E Obama é seu mais novo profeta, o representante do próprio Deus na Terra.

O que a vitória de Obama realmente representa é isso: a crescente tendência de aumento do governo e concomitante redução da liberdade individual; a vitória da agenda “politicamente correta” que prega a “diversidade” enquanto é totalmente intolerante com certas diferenças; a vitória dos dogmáticos que pregam a “mudança” enquanto desejam apenas mudar os outros; e, por fim, o uso inadequado da questão racial, que não passa de racismo com sinal trocado.

http://rodrigoconstantino.blogspot.com


OS ESTADOS UNIDOS RUMAM PARA O EXTREMISMO:
O QUE VAI ACONTECER SE OBAMA GANHAR?

Jose Brechner
Tradução: de André F. Falleiro Garcia.

Não se viu, nos últimos cinqüenta anos, uma eleição tão polarizada e manipulada. Se Barack Obama for eleito, as opiniões no Congresso e na população em geral serão fortemente divergentes.

Se por algum motivo no futuro esta campanha presidencial norte-americana for lembrada, será por seu radicalismo esquerdista. Não se viu, nos últimos cinqüenta anos, uma eleição tão polarizada e manipulada. Se Barack Obama for eleito, as opiniões no Congresso e na população em geral serão fortemente divergentes.

O extremismo leva ao extremismo, toda ação leva a uma reação, e a falta de moderação, suas meias verdades e descaradas mentiras gerarão, cedo ou tarde, um efeito calamitoso, que desordenará a que até agora foi a democracia mais livre e equilibrada do planeta.
O New York Times hoje não se diferencia do Pravda. O mesmo ocorre com Newsweek, Times, MSNBC. Sem falar na CNN, que se converteu no canal mais esquerdista, pró-islâmico e antidemocrático da TV.

A retórica pré-fabricada de Obama é tão frágil e carente de sustentação, que não se atreveu a ser entrevistado por Sean Hannity, de Fox News, ainda que este lhe tenha adiantado algumas das perguntas que queria fazer-lhe.

Por sua vez, Ophra Winfrey não teve a decência de convidar Sarah Palin para o seu show, com receio de se apoquentar. Para Ophra, como para Colin Powell, que foi o maior conhecedor do Oriente Médio e principal responsável político-militar da guerra no Iraque, assim como para a maioria dos afro-americanos, ser negro está acima de qualquer ideologia. O racismo se propagará nos Estados Unidos se Obama se tornar presidente. A razão está começando a ceder diante do fanatismo do orgulho étnico.

Este fenômeno, que se tornou comum nos países árabes, África e Bolívia, é até certo ponto compreensível no Terceiro Mundo, devido à ignorância dos seus habitantes. Se ganham os democratas, tentarão calar as vozes da oposição com mentiras e falsidades iguais ou piores às que até agora proferiram.

Se Obama ganhar, sua relação com os terroristas árabes e com Chávez será cordial, se não íntima. Não foi por acaso que deles recebeu respaldo e simpatia. Obama é de tendência marxista, como o seu primo Raila Odinga, um feroz comunista que para dissimular seu extremismo se intitula social democrata. Atualmente ocupa o cargo de primeiro-ministro do Quênia.

Odinga batizou seu filho com o ridículo nome de Fidel Castro Odinga, em honra ao seu ídolo cubano. Comenta-se que durante sua desapiedada carreira política tocou fogo numa igreja, na qual foram queimadas vivas mais de 20 pessoas, inclusive crianças. Suas atividades pós-eleitorais causaram a morte de mais de 1.500 pessoas e o deslocamento de 600.000. Seu lema de campanha foi “a plataforma para a mudança”. Quando assumiu o poder, recebeu uma chamada telefônica de felicitação de seu primo norte-americano Barack.

Os democratas que se caracterizavam pela defesa das liberdades individuais, especialmente a de expressão, sem restrições, estão cavando seu próprio túmulo ao abusar deste direito, ofuscando a verdade. É que os povos não morrem, se suicidam.

A queda das grandes potências sempre foi precedida por sua decadência ética e moral.

E o Partido Democrata está agindo de modo imoral em todas as suas frentes, principalmente na mídia.

Os democratas propagaram uma publicidade anti-Bush tão desmedida, que supõe que se os republicanos deixarem o poder, o mundo vai cultivar um intenso e irrefreável amor pelos norte-americanos. Não percebem que os que odeiam os norte-americanos, os odeiam a todos do mesmo modo. Para os anti-americanos, não há diferenças entre democratas e republicanos, nem sequer sabem o que os diferencia.

O Partido Democrata também está envolvido na fraude eleitoral, como se descobriu em sua organização afiliada Acorn, e está explorando a crise econômica global atribuindo-a integralmente a Bush, por mais que os mercados se movam segundo suas próprias regras. Com Obama a crise financeira se intensificará, porque o arrogante senador é um principiante parlamentar com péssimo currículo em tomada de decisões e não é pessoa confiável para Wall Street.

A inexperiência de Obama será aproveitada pelos inimigos dos Estados Unidos. Ao próximo presidente o esperam com os braços abertos Al Qaeda, Hezbollah e Hamás, junto como Ahmadinejad, Chávez e outros holigans. A aspiração de Obama, de confraternizar com essas redes criminosas e indivíduos perturbados, será o ticket de ingresso na carnificina nuclear.


http://www.josebrechner.com

Publicado também no site argentino:www.politicaydesarrollo.com.ar

Ex-deputado e embaixador boliviano. Analista político. Colunista com presença em vários jornais do mundo. Defensor da propriedade privada, da economia de mercado, das liberdades e direitos do indivíduo.
 
    Brechner: Obama é um ticket de entrada para a carnificina nuclear
 

BRASIL É EXCLUIDO DO CONSÓRCIO ESPACIAL.
O Povo Precisa Saber por que!

O BRASIL está fora do consórcio que administra a ESTAÇAO ESPACIAL INT’L
e sua exclusão foi de certa forma humilhante.

*W.ABDULAZIZ

No início do segundo mandato do PRESIDENTE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, foi firmado um acordo com o consórcio que administra a estação espacial internacional. O acordo previa que o BRASIL deveria, até 2008, fornecer peças do tipo parafusos, ferramentas especiais para atividades extra veiculares (caminhadas no espaço) e outros equipamentos em geral.

FHC iniciou então um processo para a fabricação destes componentes.
Em 2003 assumiram o governo os incompetentes “PeTralhas”, que absolutamente nada fizeram para dar seguimento ao processo. Alias, fizeram sim, pagaram ao consórcio a ínfima quantia de 10 (dez) milhões de dólares, para enviar ao espaço o nosso astronauta MARCOS PONTES, quando, na verdade, se cumprissem o acordo firmado por FHC, o mesmo seria enviado ao espaço com custo zero ao final de 2009, abrindo a oportunidade de outros brasileiros também ingressarem no programa espacial internacional. Tudo isto é lamentável e é uma VERGONHA!

Este é o governo (??!!) atual de nosso país, que não faz nada em prol do desenvolvimento de novas tecnologias, do respeito futuro do BRASIL como nação avançada. No entanto admira Cuba comunista, um país que vive no atraso, com uma população fugitiva e aflita. É este o modelo que esses “PeTralhas” querem para o nosso país, para que eles se solidifiquem no poder, sabe-se lá por quanto tempo, usufruindo dos bens do povo sem a menor vergonha na cara, e distribuindo bolsas-esmolas e comprando votos dos menos favorecidos.

*Ufólogo , escritor

 

Enviado por Nilson Victorino
fonte Reuters Brasil

Exercício Naval Russo próximo à costa dos Estados Unidos

Por Tatyana Ustinova

MOSCOU (Reuters - Navios russos zarparam nesta segunda-feira para manobras no Caribe, programadas para sinalizar aos Estados Unidos o ressurgimento da Rússia como potência militar e política global.

O exercício, resultado de uma sólida aliança com o presidente antiamericano da Venezuela, Hugo Chávez, será atentamente acompanhado pelas Marinhas ocidentais, por ser a primeira mobilização russa desse tipo tão próxima da costa dos EUA desde o fim da Guerra Fria.

O porta-voz naval Igor Dygalo disse que o cruzador ‘Pedro, o Grande’, movido a energia nuclear e portando mísseis, partiu da sua base perto de Murmansk, junto com o destróier anti-submarino Almirante ‘Chabanenko’ e dois navios de apoio, para a viagem de 15 mil milhas até a Venezuela.As relações entre Rússia e EUA passam por um dos seus piores momentos nos últimos anos desde que Moscou ocupou a vizinha Geórgia para proteger as regiões separatistas da Ossétia do Sul e Abkházia, no começo de agosto.A Rússia reagiu com irritação à presença de navios militares norte-americanos no mar Negro, que Moscou considera ser sua esfera de influência. Os EUA enviaram as embarcações para fornecer ajuda à aliada Geórgia.Dygalo não comentou relatos da imprensa de que submarinos nucleares também participariam do exercício e que outros navios russos iriam à Síria, onde Moscou já manifestou intenção de instalar bases.“Durante a viagem os navios vão participar dos primeiros exercícios conjuntos com a Marinha venezuelana, a fim de treinar simulações e operações de resgate contra terroristas do mar”, disse Dygalo. A missão deve levar vários meses.Nos anos que se seguiram ao colapso soviético, as Forças Armadas russas, antes tão orgulhosas de si, declinaram rapidamente, devido à falta de verbas. Em alguns momentos, aviões e navios não podiam sair por falta de combustível.Mas a recuperação econômica, ajudada pelo preço do petróleo, permitiu que o Kremlin despejasse dinheiro nos quartéis, que se tornaram símbolo do resgate do poderio russo. Apear disso, analistas ocidentais dizem que a frota naval do país ainda precisa ser modernizada.No começo do mês, Moscou enviou bombardeiros Tu-160 para a Venezuela, numa aparente reação à confirmação de que os EUA devem instalar um escudo antimísseis no Leste Europeu. A Rússia diz que tal escudo altera o equilíbrio estratégico da região, embora Washington diga não se tratar de uma ameaça à Rússia.A imprensa russa disse na segunda-feira que a frota enviada ao Caribe pode ser maior e mais armada do que o Ocidente acha, e pode fazer escalas imprevistas.“Os navios russos serão seguidos por aviões anti-submarino e por submarinos nucleares com mísseis a bordo”, disse o jornal Nezavisimaya Gazeta, sem entrar em detalhes.Outro jornal, o Izvestia, disse que no seu trajeto a frota russa terá de passar pelo estreito de Gibraltar e o Mediterrâneo, onde também há presença naval dos EUA.


Pederastia, pedofilia e outros crimes contra
crianças acobertados pela
Igreja Católica Apostólica Romana.

Matéria que ilustra reportagem da BBC de Londres. A propósito de nosso editorial, “Nova Inquisição espreita as pessoas ao redor do mundo. Maçons e Rosacruses incomodam o Vaticano”, no domingo dia 4 de novembro de 2007, a TV Record exibiu programa às 20:00h, com reportagem da BBC de Londres, a respeito dos crimes de padres católicos contra crianças, em diversos países, principalmente Irlanda, Estados Unidos e Brasil.

Uma juíza americana declarou que os crimes não eram localizados, mas eram uma espécie de epidemia, acontecendo em todos os estados americanos em números semelhantes.

As autoridades americanas declararam à reportagem da BBC que o Vaticano se recusava a responder as correspondências oficiais, que eram devolvidas sem serem abertas.

A ordem para o silêncio e o acobertamento desses crimes contra crianças tinha um nome, o do Cardeal Ratzinger, o atual Papa, líder do clero.

Esse é o homem que persegue Maçons e Rosacruzes ! E que irá perseguir todas as religiões. É só uma questão de tempo.


Editorial

Nova Inquisição espreita as pessoas ao redor do mundo.
Maçons e Rosacruzes incomodam o Vaticano.

Flavio P.Ramos

O cardeal Ratzinger, chefe do Estado do Vaticano e líder da seita Católica Romana, dá mostras de estar iniciando premeditada perseguição a Maçons, Rosacruzes e outras fraternidades, que não são seitas religiosas e não concorrem com o catolicismo.

Não demora a voltar-se contra judeus, evangélicos e espíritas, também. É só uma questão de tempo.

Foi assim que a “santa igreja” agiu no passado, assassinando e torturando, em nome de Jesus. Isso, sem contar com as Cruzadas, quando mataram, roubaram e estupraram, em nome da fé e com o aval da “santa igreja católica apostólica romana”. A capela Sixtina foi construída e decorada com o sangue e sofrimento dos que foram saqueados pela Igreja. É um fato histórico.

É bom não esquecer que o Cardeal Ratzinger já tem ficha como membro da juventude de Hitler. Como sacerdote, seu autoritarismo retrógrado, sempre foi notório. Agora, com o dogma da infalibilidade, o poder o confunde e turva a realidade.

Pior do que a famigerada GESTAPO, a KGB ou a CIA, a Igreja Católica tem informantes em cada paróquia de bairro e são muitas, logo, “piedosas senhoras” estarão delatando amigos e vizinhos, pensando estar servindo à causa do Senhor.

A história política da igreja católica é outra vergonha. É hoje, de domínio público que o papa Pio XII foi muito mais do que omisso: foi um colaborador do regime nazista.

Sempre pensei, embora não membro dessa seita, que ela pregasse a boa vontade entre os povos e a palavra do Senhor, que outorgou os Seus mandamentos para todos os povos. Enganei-me.

Antro de corrupção, pederastia, lesbianismo e de pedofilia, praticada contra indefesas criançinhas, falta à Igreja Católica Apostólica Romana e a seus líderes, respaldo moral para ditar regras de comportamento, social ou religioso e, muito menos ainda, regras de planejamento familiar contrárias às normas de saúde e do bom senso.

Essa é a forma de gratidão do Bispo de Roma pela acolhida que membros de todas as religiões lhe proporcionaram quando de sua visita ao Brasil.

Quando a estátua erguida no alto do Corcovado ganhou status de santuário, já estava sendo cometida mais uma ilegalidade, neste país de ilegalidades, privilegiando uma religião sobre as demais, em um Estado laico, como é o brasileiro. Neste caso, não se trata do direito da maioria ou da minoria de praticantes, mas a igualdade na livre prática da fé de cada um.

A estátua no alto do Corcovado, deixou de ser um cartão postal turístico do Rio de Janeiro e passou a ser santuário, violando o princípio da igualdade de direitos, como estabelece a lei brasileira. Foi também ocupada indevidamente uma área pública.

Outro privilégio é o passaporte do Estado do Vaticano, usado por sacerdotes, criando o precedente da dupla nacionalidade.

O Estado de Israel também é um estado religioso, mas os rabinos não passeiam em carros diplomáticos e usam somente o passaporte de seu país.

 

Enviado por Mariza Pollis

Declaração do Cardeal D. Eugênio de Araújo Sales

O Cardeal D. Eugênio de Araújo Sales, Arcebispo Emérito da Arquidiocese do Rio de Janeiro, através do artigo "NOVA ERA, MAÇONARIA, ROSACRUZ E IGREJA CATÓLICA", esclarece a posição da Igreja baseada na nova Enciclíca Papal da DEFESA E CONSOLIDAÇÃO DA FÉ CATÓLICA (ex Inquisitor) Papa Bento XVI, dizendo o seguinte:

"Desde o Papa Clemente XII, com a Constituição Apostólica In eminenti, de 28 de abril de 1738 até nossos dias, a Igreja tem proibido aos fiéis a adesão à Maçonaria ou associações maçônicas e similares.

Após o Concílio Vaticano II, houve quem levantasse a possibilidade de o católico, conservando a sua identidade, ingressar na Maçonaria ou na Rosacruz e certas seitas.

Igualmente, se questionou a qual entidade se aplicava o interdito, pois há várias correntes: se à anglo-saxônica ou à franco-maçonaria ou ainda as diversas seitas rosacruzes, a atéia e a deísta, anti-clerical ou de tendência católica, falsamente denominada cristã.

Para superar essa interrogação, o Documento da Congregação para a Doutrina da Fé (A INQUISIÇÃO presidida pelo Cardeal Ratzinger), com data de 26 de novembro de 1983 , e que trata da atitude oficial da Igreja frente à Maçonaria, Nova Era e Rosacruz, utiliza a expressão associações maçônicas e rosacruzes, sem distinguir uma das outras.

É vedado a todos nós, eclesiásticos ou leigos, ingressar nessas organizações e quem o fizer, está em estado de pecado grave e não pode aproximar-se