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Hábito
de beber de Lula se torna preocupação
nacional
Por Larry
Rohter, Publicado no New York Times.
“Luiz
Inácio Lula da Silva nunca escondeu
seu apreço por um copo de cerveja,
uma dose de uísque ou, melhor, um
trago de cachaça, o potente aguardente
do Brasil. Mas alguns de seus conterrâneos
começaram a se perguntar se a predileção
do presidente por bebidas fortes está
afetando sua atuação no governo”LR.
Nos últimos meses, o governo de esquerda
de Lula tem sido atacado por uma crise atrás
da outra, variando de um escândalo
de corrupção ao fracasso de
programas sociais cruciais. O presidente
tem se mantido distante das atenções
e deixado seus assessores fazerem grande
parte do trabalho pesado. Isto tem provocado
especulação de que seu aparente
não envolvimento e passividade poderiam
estar de alguma forma ligados ao seu apreço
pelo álcool. Mas aqueles que o apóiam
negam os relatos de consumo excessivo de
bebida.
Apesar de líderes políticos
e jornalistas estarem cada vez mais falando
entre eles sobre o consumo de álcool
de Lula, poucos estão dispostos a
expressar seus receios publicamente. Uma
exceção é Leonel Brizola,
o líder do Partido Democrático
Trabalhista de esquerda, que foi companheiro
de chapa de Lula na eleição
de 1998, mas que agora teme que o presidente
esteja ''destruindo os neurônios em
seu cérebro''. ''Quando eu fui candidato
a vice do Lula, ele bebia muito'', disse
Brizola, atualmente um crítico do
governo, em um recente discurso. ''Eu o
alertava de que a bebida destilada é
perigosa. Ele não me ouviu e, segundo
dizem, continua bebendo.''
Durante uma entrevista no Rio de Janeiro,
em meados de abril, Brizola elaborou sobre
as preocupações que expressou
para Lula, mas que foi ignorado. ‘‘Eu
lhe disse: 'Lula, eu sou seu amigo e camarada,
e você precisa pegar essa coisa e
controlá-la'‘‘, ele se
recordou. “Não, não
tem perigo, está sob controle”,
lembrou Brizola, imitando a voz do presidente,
deste ter respondido. “Ele resistiu,
e continua resistindo”, continuou
Brizola. “Mas ele tinha um problema.
Se eu bebesse como ele, eu estaria frito”.
Os porta-vozes de Lula se recusaram a discutir
o hábito de beber do presidente,
dizendo que não dariam uma resposta
formal a acusações infundadas.
Em uma breve mensagem por e-mail respondendo
ao pedido de comentário, eles consideraram
a especulação de que ele bebe
em excesso como ‘‘uma mistura
de preconceito, desinformação
e má fé’‘.
Lula, um ex-metalúrgico de 58 anos,
provou ser um homem de apetites e impulsos
fortes, o que contribui para seu apelo popular.
Com uma mistura de simpatia e divertimento,
os brasileiros assistiram seus esforços
para não fumar em público,
seus flertes em eventos públicos
com belas atrizes e sua contínua
batalha para controlar o peso, que disparou
logo após ter assumido o governo
em janeiro de 2003.
Além de Brizola, os líderes
políticos e a mídia parecem
preferir lidar com o assunto de forma indireta.
Sempre que possível, a imprensa brasileira
publica fotos do presidente com olhos turvos
e rosto corado, e constantemente faz referências
tanto aos churrascos de fim de semana na
residência presidencial, nos quais
a bebida corre solta, e aos eventos de Estado
nos quais Lula nunca é visto sem
uma bebida na mão.
“Dou um conselho para Lula”,
escreveu o provocador colunista Diogo Mainardi
em uma edição de março
da “Veja”, a principal revista
de notícias do país, desfiando
uma lista de artigos contendo tais referências.
“Pare de beber de público”,
ele aconselhou, acrescentando que o presidente
se tornou o “maior garoto-propaganda
da indústria do álcool”
com seu consumo explícito.
Uma semana depois, a mesma revista publicou
uma carta de um leitor preocupado com o
“alcoolismo de Lula” e seus
efeitos sobre a capacidade de governar do
presidente. Apesar de alguns sites se queixarem
há meses de “nosso presidente
alcoólatra”, foi a primeira
vez que imprensa nacional principal se referiu
a Lula desta forma.
Historicamente, os brasileiros têm
motivo para preocupação diante
de qualquer sinal de hábito de consumo
excessivo de bebida por parte de seus presidentes.
Jânio Quadros, eleito em 1960, era
um notório consumidor de bebidas
que disse certa vez: “Bebo porque
é líquido”. Sua renúncia
inesperada, após menos de um ano
no governo, durante o que dizem ter sido
uma maratona de bebedeira, iniciou um período
de instabilidade política que levou
a um golpe em 1964 e 20 anos de dura ditadura
militar.
Se Lula tem realmente ou não um problema
com bebidas, a questão penetrou na
consciência popular e se tornou motivo
de piada. Quando o governo gastou
US$ 56 milhões no início do
ano para comprar um novo avião presidencial,
por exemplo, o colunista Cláudio
Humberto patrocinou um concurso para dar
um nome ao avião. Um dos vencedores,
lembrando que o avião do presidente
americano se chama Força Aérea
Um, sugeriu que o avião de Lula deveria
ser designado ‘‘Pirassununga
51’‘, o nome da marca mais popular
de cachaça.
Outra sugestão foi “Movido
a Álcool”, uma brincadeira
com o plano do governo para encorajar o
uso de etanol como combustível para
carros. A especulação sobre
os hábitos de beber do presidente
foi alimentada por várias gafes que
ele tem cometido em público. Como
candidato, ele ofendeu os moradores de uma
cidade considerada paraíso dos gays
ao chamá-la de “um pólo
exportador de “veados”, e como
presidente, seus deslizes em público
continuaram e se tornaram parte do folclore
político brasileiro.
Em uma cerimônia realizada aqui em
fevereiro para anunciar um grande novo investimento,
por exemplo, Lula se referiu duas vezes
ao presidente da General Motors, Richard
Wagoner, como presidente da Mercedes-Benz.
Em outubro, em um dia em homenagem aos idosos
do país, Lula disse para eles: “Quando
se aposentarem, por favor, não fiquem
em casa atrapalhando a família. Tem
que procurar alguma coisa para fazer”.
No exterior, Lula também cometeu
seus tropeços. Em uma visita ao Oriente
Médio no ano passado, ele imitou
o sotaque árabe falando português,
com os erros de pronúncia e tudo,
e em Windhoek, Namíbia, disse que
a cidade parecia ser tão limpa que
“nem parecia à África”.
Os assessores e simpatizantes de Lula respondem
que tais deslizes são apenas casionais,
que são esperados de um homem que
gosta de falar de improviso e que não
têm nada a ver com seu consumo de
álcool que, a propósito, descreveram
como sendo moderado. Eles dizem que ele
está sendo comparado ao padrão
diferente e injusto de seus antecessores,
porque ele é o primeiro presidente
do Brasil vindo da classe trabalhadora e
que cursou apenas até a sexta série.
‘‘Qualquer um que já
tenha estado em recepções
formais ou informais em Brasília
testemunhou presidentes bebericando uma
dose de uísque’‘, escreveu
recentemente o colunista Ali Kamel no jornal
‘‘O Globo’‘, do
Rio de Janeiro. ‘‘Mas sobre
o fato nada leu a respeito dos outros presidentes,
somente de Lula. Isso cheira a preconceito.
’‘
Lula nasceu em uma família pobre
em um dos Estados mais pobres do país,
e passou anos liderando sindicatos trabalhistas,
um ambiente famoso por alto consumo de bebida.
A imprensa brasileira já descreveu
repetidas vezes o pai do presidente, Aristides,
a quem ele mal conheceu e que morreu em
1978, como sendo um alcoólatra que
abusava de seus filhos. São inúmeras
as histórias de episódios
de bebedeira envolvendo Lula. Após
uma noite na cidade, quando foi membro do
Congresso no final dos anos 80, Lula desceu
do elevador no andar errado do prédio
onde morava na época e tentou arrombar
a porta de um apartamento que achou que
era o seu, segundo políticos e jornalistas
daqui, incluindo alguns que são ex-moradores
do prédio.
‘
‘Sob Lula, a caipirinha virou
bebida nacional por decreto presidencial”,
disse no mês passado o jornal ‘‘Folha
de S.Paulo’‘, em um artigo sobre
a ligação de Lula com o álcool
e se referindo ao coquetel feito com aguardente.
“Alheio ás criticas
e pouco se importando com o que vê
e pensa mundo e com a credibilidade de seu
presidente Lula continua em seus delírios
alcoólicos dizendo tudo que lhe vem
á cabeça, envergonhando o
Brasil. Falta-lhe um mínimo verniz
de educação e diplomacia.
FPR”.
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Editorial
A Vitória
de Obama
Flavio
P.Ramos
Analisar a vitória de Obama, agora,
em meio à euforia, pode parecer prematuro,
mas não é. Esse fato social
que fez o mundo ver no candidato à
presidência dos Estados Unidos como
a esperança tem explicação:
valendo-se da crise da Alemanha, Hitler
chegou ao poder prometendo “Mudanças”,
chegou ao poder depois da falência
da economia alemã, exatamente como
agora acontece nos Estados Unidos.
A conhecida arrogância,
o racismo e a xenofobia dos americanos foram
razões ocultas que os mentores da
campanha de Obama à presidência
souberam explorar.
As promessas que dificilmente
poderiam ser cumpridas, mesmo que o país
não estivesse em crise, foi outro
tópico que mostra a irresponsabilidade
do presidente eleito, mesma tática
usada pelo candidato eleito para a prefeitura
da cidade do Rio de Janeiro.
Longe de ser a Pátria
da Liberdade, (só para eles que são
metidos a serem a polícia do mundo),
os Estados Unidos são a pátria
da farsa e da hipocrisia. O racismo, o preconceito
contra estrangeiros e os guetos são
a maior prova disso. Um país livre,
com igualdade de direitos para todos, não
tem cidadãos de segunda categoria,
tem cidadãos americanos, não
afro-americanos, nipo-americanos, hispano-americanos,
ítalo-americanos etc.
Sem lastro em ouro e com
o meio circulante, sendo impresso sem responsabilidade
para atender à megalomania consumista,
esse povo arrogante deu provas de que não
pode nem deve servir de exemplo de paradigma
político e econômico, com ou
sem Obama.
Para ganhar vale
tudo
Obama dividiu seu propósito em duas
partes ganhar a eleição e
ver como governar depois.
Um erro dos simplistas sem visão
global. Como Lula, não se preocupou
em prometer o impossível de cumprir.
Mesmo com o país em ordem, o que
não acontece agora, não se
muda velhos costumes da noite para o dia.
Depois da posse
Os grupos dominantes, bancos indústrias
de armamentos e petróleo e as etnias
diversas, para os quais Obama prometeu a
salvação, vão cobrar
até mesmo os de fora dos Estados
Unidos.
A oposição, mesmo antes de
o novo presidente tomar posse, já
está cavando-lhe a sepultura, e o
pior é que sabe exatamente o que
será impossível cumprir.
O violento povo americano, historicamente,
costuma escolher assassinar os presidentes
que desagradam, ou os que agradam demais.
Foi assim com Abraham Lincoln, John Kennedy
e seu irmão senador.
Fogo amigo e fogo
inimigo
Mudanças uma palavra chave de um
discurso vazio foi usada por Hitler, Mussolini,
pelos comunistas que derrubaram o governo
Russo, e, depois usada novamente para derrubar
os comunistas. Na América Latina
usada pelos “mui amigos” Hugo
Chavez e Evo Morales. É uma palavra
ampla e vazia que permite a cada um preenchê-la,
como um cheque em branco, com o valor que
desejar. É a palavra que abre portas
no meio dos pouco instruídos.
Os instruídos querem saber
que mudanças serão essas,
como pretende concluí-las, em quanto
tempo, com quais apoios conta, quanto vai
custar, dará para iniciá-las
e terminá-las durante o mandato presidencial?
A frustração pode levar ao
povo de ficar entre os que apoiaram, e se
sentiram enganados, e os que não
o apoiaram e sentem que é o momento
de acabar de derrubá-lo.
Como conclusão, os grupos que compareceram
às urnas, em peso, serão os
que irão ver que erraram: os adversários
de Obama vão procurar os culpados,
o preconceito, a xenofobia e o racismo serão
exacerbados, os de direita radical vão
se colocar na posição de salvar
a América e o s resultados irão
afetar o mundo inteiro.
A nosso ver, Hillary Clinton teria sido
a escolha ideal para o momento político.
Obama recebeu o
voto da dicotomia dos que vêem nele
o oposto de Busch, a esperança de
que os Estados Unidos da América
voltem a ser o país arrogante que
sempre foi. Quem viver verá.
Quem É Barack Obama
44º
presidente dos Estados Unidos da América
Barack Hussein Obama
II ( nasceu em Honolulu,
4 de agosto de 1961) é um político
dos Estados Unidos da América, foi
eleito como 44 presidente de seu país,
pelo Partido Democrata.
Sua candidatura foi formalizada pela Convenção
do Partido Democrata em 28 de agosto de
2008. É também senador pelo
estado de Illinois. Obama é o primeiro
afro-americano a ser nomeado candidato a
presidente por um dos principais partidos
políticos americanos. É também
o único senador afro-americano na
atual legislatura.
Graduou-se em Ciências Políticas
pela Universidade Columbia em Nova Iorque,
para depois cursar Direito na Universidade
de Harvard, graduando-se em 1991. Foi o
primeiro afro-americano a ser presidente
da Harvard Law Review.
Obama atuou como líder comunitário
e como advogado na defesa de direitos civis
até que, em 1996, foi eleito ao Senado
de Illinois (Orgão integrante
da Assembléia Geral de Illinois,
que constitui o poder legislativo local),
mandato para o qual foi reeleito em 2000.
Entre 1992 e 2004, ensinou direito constitucional
na escola de direito da Universidade de
Chicago.
Tendo tentado, em 2000, eleger-se, sem sucesso,
ao Congresso Americano, anunciou, em janeiro
de 2003, sua candidatura ao Senado dos Estados
Unidos. Após vitória nas eleições
primárias, foi escolhido como orador
de honra para a Convênção
Nacional do Partido Democrata em julho de
2004. Em novembro, foi eleito Senador dos
Estados Unidos pelo estado de Illinois com
70% dos votos. Em 4 de janeiro de 2005 assumiu
o atual mandato, o qual tem duração
até 2011.
Como membro da minoria democrata no período
entre 2005 e 2007, ajudou a criar leis para
controlar o uso de armas de fogo e para
promover maior controle público sobre
o uso de recursos federais. Neste período,
fez viagens oficiais para o leste europeu,
o oriente médio e África.
Na atual legislatura, contribuiu para a
adoção de leis que tratam
de fraude eleitoral, da atuação
de lobistas, mudança climática,
terrorismo nuclear e assistência para
militares americanos após o período
de serviço.
Infância, formação
e início da carreira
Barack Hussein Obama II
nasceu em 4 de agosto de 1961 em Honolulu,
no estado americano do Havaí, filho
de Barack Obama, Sr., um economista queniano,
nascido em Nyang’oma Kogelo, distrito
de Siaya, Quénia e de Ann Dunham,
antropóloga americana, nascida em
Wichita, no estado do Kansas, EUA. Seus
pais conheceram-se enquanto frequëntavam
a Universidade do Havaí em Manoa,
onde seu pai era um estudante estrangeiro.
Eles separam-se quando Obama tinha dois
anos de idade, divorciando-se em seguida.
Seu pai retornou ao Quênia, encontrando-se
com o filho apenas mais uma vez antes de
falecer em um acidente de automóvel
em 1982, quando seu filho Obama tinha 21
anos.
Após o seu divórcio, Ann Duham
casou-se com o indonésio Lolo Soetoro.
A família mudou-se para o país
natal de Soetoro em 1967, tendo Obama frequentado
escolas em Jakarta até os dez anos
de idade. Ele então retornou para
Honolulu para morar com seus avós
maternos. Em Honolulu, frequentou a escola
Punahou, desde a quinta série do
ensino elementar americano, em 1971, até
a graduação no ensino secundário,
em 1979, com 18 anos.
A mãe de Obama retornou ao Havaí
em 1972, quando o filho tinha 11 anos, lá
permanencendo por muitos anos. Voltou à
indonésia por alguns períodos
para o desenvolvimento de trabalho de campo.
Ela defendeu tese de doutoramento em antropologia
pela Universidade do Havaí em 1992.
Faleceu de cêncer nos ovários
em 1995, quando Obama tinha 24 anos.
Já adulto, Obama admitiu ter usado
cocaína, maconha e álcool
durante o ensino secundário, tendo
classificado, em evento na atual campanha
eleitoral como seu maior erro do ponto de
vista moral.
Após concluir o ensino secundário,
com 18 anos, Barack Obama mudou-se para
Los Angeles, onde estudou no Occidental
College por dois anos. Ele então
transferiu-se para a Universidade de Columbia,
em Nova Iorque, onde graduou-se em ciência
política com especialização
em relações internacionais.
Obama obteve o título de bacharel
de artes em 1983, com 22 anos, quando foi
trabalhar por um ano na empresa Business
International Corporation, hoje parte do
grupo que publica a revista The Economist
e em seguida para a organização
sem fins lucrativos New York Public Interest
Research Group.
Após quatro anos na cidade de Nova
Iorque, Obama mudou-se para Chicago com
24 anos, para trabalhar como agente comunitário
entre junho de 1985 a maio de 1988 como
diretor da Developing Communities Project
(DCP), uma associação comunitária
religiosa originalmente composta por oito
paróquias católicas, na região
da grande Roseland (Roseland, West Pullman,
e Riverdale) ao sul de Chicago. Nos seus
três anos como diretor da DCP, sua
equipe passou de 1 para 13 pessoas e seu
orçamento anual cresceu de 70 mil
dólares para 400 mil dólares,
tendo conseguido, entre outros resultados,
auxiliar:a criação de um programa
de educação para o trabalho,
a criação de um programa de
mentoria para a preparação
para o estudo universitário, e o
estabelecimento de uma organização
de defesa dos direitos de inquilinos na
região de Altgeld Gardens, em Chicago.
Obama também trabalhou como um consultor
e instrutor para a fundação
Gamaliel, um instituto que dá consultoria
e treinamento para associações
comunitárias. Em meados de 1988,
com 27 anos, ele viajou pela primeira vez
para a Europa, onde permaneceu por três
semanas, indo em seguida ao Quênia,
onde permaneceu por cinco semanas, lá
encontrando-se pela primeira vez com alguns
de seus parentes.
Obama ingressou na escola de direito de
Harvard no final do mesmo ano de 1988. Ao
final do seu primeiro ano na escola, foi
escolhido como editor da revista Harvard
Law Review, em função das
suas notas e de uma competição
de redação. Em seu segundo
ano na escola, foi escolhido presidente
da revista, uma posição voluntária
de tempo-integral, assumindo as responsabilidades
de editor-chefe e supervisionando a equipe
de 80 editores. A eleição
de Obama como primeiro presidente afro-americano
da revista teve ampla cobertura jornalística,
sendo objeto de longas reportagem sobre
ele. Ele obteve o título de doutor
em direito por Harvard em 1991, com 30 anos,
graduando-se com louvor. Retornou então
para Chicago onde já havia trabalhado,
inclusive nos períodos de férias
de verão de 1989 e 1990, para os
escritórios de direito Sidley &
Austin e Hopkins & Sutter, respectivamente.
Em 1992, casa-se com Michelle Obama.
A publicidade associada à sua eleição
como primeiro afro-americano presidente
da Harvard Law Review resultou em um contrato
e adiantamento para que ele escrevesse um
livro sobre questões relacionadas
à raça. Em um esforço
para contratar Obama para o seu corpo docente,
a escola de direito da Universidade de Chicago
ofereceu a ele uma posição
em pesquisa e um escritório onde
poderia trabalhar no seu livro.
Ele planejara terminar o livro em um ano,
no entanto a tarefa consumiu muito mais
tempo à medida que evoluiu para uma
livro de memórias. A fim de trabalhar
sem interrupções, Obama e
sua esposa, viajaram para Bali, onde passou
meses escrevendo. O manuscrito foi finalmente
publicado como Dreams from My Father em
meados de 1995, quando Obama estava com
34 anos.
Obama dirigiu a iniciativa Project Vote
em Illinois entre abril e outubro de 1992.
O projeto, voltado para o registro de eleitores,
contava com 10 funcionários e 700
voluntários. Ele atingiu seu objetivo
de registrar 150 mil dos 400 mil afro-americanos
não registrados do Estado, motivando
a revista Crain’s Chicago Business
a incluir, em 1993, Obama na sua lista de
líderes promissores com menos de
40 anos.
Obama ensinou direito constitucional na
escola de direito da Universidade de Chicago
por doze anos.
Em 1993, Obama juntou-se à firma
Davis, Miner, Barnhill & Galland, um
escritório de direito composto por
12 advogados especializado em casos de direitos
individuais e desenvolvimento econômico
de vizinhanças, atuando como advogado
associado por três anos, entre 1993
e 1996. Entre 1996 a 2004 possuiu o título
de Counsel, posição de
maior independência, não tendo
porém atuado entre 2002 e 2004.em
1992, Obama foi membro fundador da mesa
diretora da organização sem
fins lucrativos Public Allies, renunciando
ao cargo antes de sua esposa tornar-se a
primeira diretora executiva da Public Allies,
Chicago, no início de 1993. Entre
1993 e 2002, foi membro da mesa diretora
da fundação filantrópica
Woods Fund of Chicago, que, em 1985, foi
a primeira fundação a financiar
o trabalho de Obama no DCP. Participou da
mesa diretora da fundação
Joyce entre 1994 e 2002. Entre 1995 e 2002
atuou na mesa diretora do Chicago Annenberg
Challenge, tendo sido fundador e presidente.
Participou também da mesa diretora
das seguintes organizações:
Chicago Lawyers’ Committee for Civil
Rights Under Law, Center for Neighborhood
Technology, e Lugenia Burns Hope Center.
A VITÓRIA DE OBAMA
por Rodrigo Constantino
“Ninguém é mais
dogmaticamente insistente na conformidade
do que aqueles que advogam a ‘diversidade’”.
(Thomas Sowell)
Aquilo que a esquerda
no mundo todo sonhava virou realidade: Barack
Hussein Obama é o presidente dos
Estados Unidos! Sua campanha bilionária
foi mesmo de tirar o chapéu. Conseguiu
mobilizar muita gente, conquistar através
de seu carisma a emoção de
milhões de eleitores cansados de
um governo medíocre. O repetitivo
uso das palavras “mudança”
e “esperança” foi uma
grande arma, que nos remete ao caso brasileiro
nas eleições passadas. Não
obstante o fato de que a mudança
pode ser para pior, e que a esperança
pode ser a “grande falsária
da verdade”, como nos ensinou Baltazar
Gracian, resta questionar quais as verdadeiras
qualidades de Obama que fizeram com que
tanta gente ficasse tão empolgada
com sua eleição.
Muitos repetem automaticamente
a questão racial, comemorando que
se trata do primeiro presidente negro americano.
Besteira! Os negros já conquistaram
inúmeros cargos importantes na política
americana, e o simples fato de Obama ter
disputado pelo maior partido americano,
o Partido Democrata, já seria suficiente
para mostrar que a cor da pele não
é mais um impeditivo ao cargo máximo
da política. Afinal, ele derrotou
nas primárias a poderosa família
Clinton! Um parêntese: Qualquer
um com tanta sede pelo poder é a
última pessoa que deveria ter poder.
Além disso, aqueles que citam o aspecto
racial parecem não notar que estão
justamente aderindo ao racismo que dizem
combater. Ora, por que devemos
comemorar a eleição de alguém
por causa da cor da pele? Isso é
exatamente aquilo que Martin Luther King
Jr. não queria! Seu sonho era uma
nação onde as pessoas não
fossem julgadas pela cor da pele, e sim
pelo caráter. Qual o caráter
de Obama? Algum empolgado defensor sabe?
Quais são as grandes idéias
de Obama? Algum emocionado defensor sabe?
Pelo visto, querem Obama porque ele é
negro, e isso é racismo puro, ainda
que com sinal trocado.
Na verdade, a questão racial serviu
desde o começo da campanha para blindar
Obama contra críticas. A poderosa
agenda “politicamente correta”
vem ganhando mais espaço, e se alguém
questiona a capacidade administrativa do
candidato negro, é logo tachado de
“racista”. Os cariocas conhecem
bem essa patrulha, usada quando a então
governadora petista Benedita se envolveu
em escândalo de uso indevido do dinheiro
público. O racismo é sempre
execrável, mas isso vale para os
dois lados. Se alguém deixa de votar
num candidato apenas por causa da cor da
pele, isso é tão abominável
quanto alguém votar num candidato
apenas por causa da cor da pele. Infelizmente,
creio que isso aconteceu em grande escala
nessas eleições americanas.
Afinal, quantos eleitores de Obama realmente
conheciam suas principais idéias?
Qual o grande currículo de Obama,
cuja “profissão” na vida
sempre foi ser político? Como disse
Charles de Gaulle, “a política
é um assunto sério demais
para ficar nas mãos dos políticos”.
Obama nunca quis gerar riqueza no setor
privado. Pelo visto, ele tinha algo mais
“nobre” em mente: usar a riqueza
alheia para pregar a “justiça
social”. Não sei quanto ao
leitor, mas eu admiro mais a trajetória
de um Michael Bloomberg da vida...
As idéias
de Obama são claramente intervencionistas,
alinhadas com a agenda “progressista”
que condena o livre mercado. Qual
a coerência da esquerda brasileira,
que sempre acusou os americanos de pregar
o liberalismo enquanto pratica o protecionismo
em casa, em defender Obama? Ora,
Obama é o candidato dos subsídios
agrícolas, o candidato do protecionismo
comercial, justamente tão atacado
no Brasil e com razão. Eu já
não cobro coerência da esquerda
faz muito tempo. Afinal, os mesmos que condenam
esse protecionismo americano adoram quando
o próprio governo adota medidas protecionistas,
e ainda recebem o francês Bovè,
ícone dos subsídios agrícolas
da Europa, com tapete vermelho no Fórum
Social Mundial. Ou então condenam
o embargo americano a Cuba pela miséria
da ilha-presídio, ao mesmo tempo
em que chamam de “exploração”
o comércio com os americanos. Está
mais do que na hora da esquerda decidir
se o livre comércio é algo
bom ou ruim! E poderia aproveitar para resolver
se é desejável que o governo
tire dinheiro do pagador de impostos para
dar aos banqueiros, pois o PROER foi motivo
de fúria em nossa esquerda, enquanto
hoje ela aprova os pacotes de ajuda do governo
aos bancos. Melhor não tentar entender
a “lógica” esquerdista...
Algo muito interessante
nessa vitória de Obama foi o entusiasmado
apoio que ele recebeu de tantos antiamericanos
ferrenhos, os mais patológicos de
todos. Será que Ahmadinejad, Raúl
Castro, Lula e tantos outros que sempre
destilaram seu ódio ao “império”
americano e seu modus vivendi, repentinamente
passaram a gostar dos Estados Unidos? Não
parece estranho que os maiores inimigos
dos Estados Unidos estavam do lado de Obama?
Fora isso, ele recebeu amplo apoio dos maiores
inimigos internos dos Estados Unidos também.
Os fortes sindicatos, que tentam garantir
privilégios à custa dos demais
trabalhadores, doaram milhões para
a campanha de Obama. A grande imprensa foi
toda favorável a Obama. Os “intelectuais”,
que costumam ser bajuladores de ditaduras
esquerdistas mundo afora, estavam todos
com Obama. Os atores de Hollywood, sempre
prontos para atacar os Estados Unidos e
defender regimes nefastos, deram total apoio
a Obama. Enfim, mesmo se não soubesse
nada das idéias de Obama, já
ficaria contra ele, somente pela lista assustadora
de empolgados defensores de sua vitória.
Espero que o governo de
Obama não seja um desastre para os
Estados Unidos, como foi o governo de Bush.
Mas acho difícil evitar um avanço
ainda maior do governo nas liberdades individuais.
Infelizmente, os pilares ideológicos
dos “pais fundadores” da nação
estão cada vez mais enterrados por
lá também. A própria
idolatria ao presidente, o culto ao “messias
salvador”, com inúmeras pessoas
chorando de tanta emoção com
a crença de que os males serão
solucionados através da magia estatal,
demonstra como o país se afastou
dos princípios liberais de seus fundadores.
Estes enxergavam com enorme desconfiança
o governo, visto como um “mal necessário”,
cuja função básica
era apenas preservar as liberdades e o direito
de propriedade privada. Algo muito diferente
da imagem que muitos têm do governo
atualmente, uma espécie de Deus capaz
de criar riqueza num estalo de dedos. E
Obama é seu mais novo profeta, o
representante do próprio Deus na
Terra.
O que a vitória
de Obama realmente representa é isso:
a crescente tendência de aumento do
governo e concomitante redução
da liberdade individual; a vitória
da agenda “politicamente correta”
que prega a “diversidade” enquanto
é totalmente intolerante com certas
diferenças; a vitória dos
dogmáticos que pregam a “mudança”
enquanto desejam apenas mudar os outros;
e, por fim, o uso inadequado da questão
racial, que não passa de racismo
com sinal trocado.
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OS
ESTADOS UNIDOS RUMAM PARA O EXTREMISMO:
O QUE VAI ACONTECER SE OBAMA GANHAR?
Jose
Brechner
Tradução: de André
F. Falleiro Garcia.
Não
se viu, nos últimos cinqüenta
anos, uma eleição tão
polarizada e manipulada. Se Barack
Obama for eleito, as opiniões
no Congresso e na população
em geral serão fortemente divergentes.
Se
por algum motivo no futuro esta campanha
presidencial norte-americana for lembrada,
será por seu radicalismo esquerdista.
Não se viu, nos últimos
cinqüenta anos, uma eleição
tão polarizada e manipulada.
Se Barack Obama for eleito, as opiniões
no Congresso e na população
em geral serão fortemente divergentes.
O extremismo leva ao extremismo,
toda ação leva a uma
reação, e a
falta de moderação,
suas meias verdades e descaradas mentiras
gerarão, cedo ou tarde, um
efeito calamitoso, que desordenará
a que até agora foi a democracia
mais livre e equilibrada do planeta.
O New York Times hoje não
se diferencia do Pravda. O mesmo ocorre
com Newsweek, Times, MSNBC. Sem falar
na CNN, que se converteu no canal
mais esquerdista, pró-islâmico
e antidemocrático da TV.
A retórica pré-fabricada
de Obama é tão frágil
e carente de sustentação,
que não se atreveu a ser entrevistado
por Sean Hannity, de Fox News, ainda
que este lhe tenha adiantado algumas
das perguntas que queria fazer-lhe.
Por sua vez, Ophra Winfrey não
teve a decência de convidar
Sarah Palin para o seu show, com receio
de se apoquentar. Para Ophra, como
para Colin Powell, que foi o maior
conhecedor do Oriente Médio
e principal responsável político-militar
da guerra no Iraque, assim como para
a maioria dos afro-americanos, ser
negro está acima de qualquer
ideologia. O racismo se propagará
nos Estados Unidos se Obama se tornar
presidente. A razão está
começando a ceder diante do
fanatismo do orgulho étnico.
Este fenômeno, que se tornou
comum nos países árabes,
África e Bolívia, é
até certo ponto compreensível
no Terceiro Mundo, devido à
ignorância dos seus habitantes.
Se ganham os democratas, tentarão
calar as vozes da oposição
com mentiras e falsidades iguais ou
piores às que até agora
proferiram.
Se Obama ganhar, sua relação
com os terroristas árabes e
com Chávez será cordial,
se não íntima. Não
foi por acaso que deles recebeu respaldo
e simpatia. Obama é de tendência
marxista, como o seu primo Raila Odinga,
um feroz comunista que para dissimular
seu extremismo se intitula social
democrata. Atualmente ocupa o cargo
de primeiro-ministro do Quênia.
Odinga batizou seu filho com o ridículo
nome de Fidel Castro Odinga, em honra
ao seu ídolo cubano. Comenta-se
que durante sua desapiedada carreira
política tocou fogo numa igreja,
na qual foram queimadas vivas mais
de 20 pessoas, inclusive crianças.
Suas atividades pós-eleitorais
causaram a morte de mais de 1.500
pessoas e o deslocamento de 600.000.
Seu lema de campanha foi “a
plataforma para a mudança”.
Quando assumiu o poder, recebeu uma
chamada telefônica de felicitação
de seu primo norte-americano Barack.
Os democratas que se caracterizavam
pela defesa das liberdades individuais,
especialmente a de expressão,
sem restrições, estão
cavando seu próprio túmulo
ao abusar deste direito, ofuscando
a verdade. É que os povos não
morrem, se suicidam.
A queda das grandes potências
sempre foi precedida por sua decadência
ética e moral.
E o Partido Democrata está
agindo de modo imoral em todas as
suas frentes, principalmente na mídia.
Os democratas propagaram uma publicidade
anti-Bush tão desmedida, que
supõe que se os republicanos
deixarem o poder, o mundo vai cultivar
um intenso e irrefreável amor
pelos norte-americanos. Não
percebem que os que odeiam os norte-americanos,
os odeiam a todos do mesmo modo. Para
os anti-americanos, não há
diferenças entre democratas
e republicanos, nem sequer sabem o
que os diferencia.
O Partido Democrata também
está envolvido na fraude eleitoral,
como se descobriu em sua organização
afiliada Acorn, e está explorando
a crise econômica global atribuindo-a
integralmente a Bush, por mais que
os mercados se movam segundo suas
próprias regras. Com Obama
a crise financeira se intensificará,
porque o arrogante senador é
um principiante parlamentar com péssimo
currículo em tomada de decisões
e não é pessoa confiável
para Wall Street.
A inexperiência de Obama será
aproveitada pelos inimigos dos Estados
Unidos. Ao próximo presidente
o esperam com os braços abertos
Al Qaeda, Hezbollah e Hamás,
junto como Ahmadinejad, Chávez
e outros holigans. A aspiração
de Obama, de confraternizar com essas
redes criminosas e indivíduos
perturbados, será o ticket
de ingresso na carnificina nuclear.
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http://www.josebrechner.com
Publicado também no site
argentino:www.politicaydesarrollo.com.ar
Ex-deputado e embaixador boliviano.
Analista político. Colunista
com presença em vários
jornais do mundo. Defensor da
propriedade privada, da economia
de mercado, das liberdades e direitos
do indivíduo. |
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Brechner:
Obama é um ticket de
entrada para a carnificina nuclear |
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BRASIL
É EXCLUIDO DO CONSÓRCIO ESPACIAL.
O Povo Precisa Saber por que!
O BRASIL está fora do consórcio
que administra a ESTAÇAO ESPACIAL
INT’L
e sua exclusão foi de certa forma
humilhante.
*W.ABDULAZIZ
No início
do segundo mandato do PRESIDENTE FERNANDO
HENRIQUE CARDOSO, foi firmado um acordo
com o consórcio que administra a
estação espacial internacional.
O acordo previa que o BRASIL deveria, até
2008, fornecer peças do tipo parafusos,
ferramentas especiais para atividades extra
veiculares (caminhadas no espaço)
e outros equipamentos em geral.
FHC
iniciou então um processo para a
fabricação destes componentes.
Em 2003 assumiram o governo os incompetentes
“PeTralhas”, que absolutamente
nada fizeram para dar seguimento ao processo.
Alias, fizeram sim, pagaram ao consórcio
a ínfima quantia de 10 (dez) milhões
de dólares, para enviar ao espaço
o nosso astronauta MARCOS PONTES, quando,
na verdade, se cumprissem o acordo firmado
por FHC, o mesmo seria enviado ao espaço
com custo zero ao final de 2009, abrindo
a oportunidade de outros brasileiros também
ingressarem no programa espacial internacional.
Tudo isto é lamentável e é
uma VERGONHA!
Este é
o governo (??!!) atual de nosso país,
que não faz nada em prol do desenvolvimento
de novas tecnologias, do respeito futuro
do BRASIL como nação avançada.
No entanto admira Cuba comunista, um país
que vive no atraso, com uma população
fugitiva e aflita. É este
o modelo que esses “PeTralhas”
querem para o nosso país, para que
eles se solidifiquem no poder, sabe-se lá
por quanto tempo, usufruindo dos bens do
povo sem a menor vergonha na cara, e distribuindo
bolsas-esmolas e comprando votos dos menos
favorecidos.
*Ufólogo , escritor
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Enviado
por Nilson Victorino
fonte Reuters Brasil
Exercício
Naval Russo próximo à costa
dos Estados Unidos
Por Tatyana Ustinova
MOSCOU (Reuters
- Navios russos zarparam nesta segunda-feira
para manobras no Caribe, programadas para
sinalizar aos Estados Unidos o ressurgimento
da Rússia como potência militar
e política global.
O exercício, resultado
de uma sólida aliança com
o presidente antiamericano da Venezuela,
Hugo Chávez, será atentamente
acompanhado pelas Marinhas ocidentais, por
ser a primeira mobilização
russa desse tipo tão próxima
da costa dos EUA desde o fim da Guerra Fria.
O porta-voz naval Igor
Dygalo disse que o cruzador ‘Pedro,
o Grande’, movido a energia nuclear
e portando mísseis, partiu da sua
base perto de Murmansk, junto com o destróier
anti-submarino Almirante ‘Chabanenko’
e dois navios de apoio, para a viagem de
15 mil milhas até a Venezuela.As
relações entre Rússia
e EUA passam por um dos seus piores momentos
nos últimos anos desde que Moscou
ocupou a vizinha Geórgia para proteger
as regiões separatistas da Ossétia
do Sul e Abkházia, no começo
de agosto.A Rússia reagiu com irritação
à presença de navios militares
norte-americanos no mar Negro, que Moscou
considera ser sua esfera de influência.
Os EUA enviaram as embarcações
para fornecer ajuda à aliada Geórgia.Dygalo
não comentou relatos da imprensa
de que submarinos nucleares também
participariam do exercício e que
outros navios russos iriam à Síria,
onde Moscou já manifestou intenção
de instalar bases.“Durante a viagem
os navios vão participar dos primeiros
exercícios conjuntos com a Marinha
venezuelana, a fim de treinar simulações
e operações de resgate contra
terroristas do mar”, disse Dygalo.
A missão deve levar vários
meses.Nos anos que se seguiram ao colapso
soviético, as Forças Armadas
russas, antes tão orgulhosas de si,
declinaram rapidamente, devido à
falta de verbas. Em alguns momentos, aviões
e navios não podiam sair por falta
de combustível.Mas a recuperação
econômica, ajudada pelo preço
do petróleo, permitiu que o Kremlin
despejasse dinheiro nos quartéis,
que se tornaram símbolo do resgate
do poderio russo. Apear disso, analistas
ocidentais dizem que a frota naval do país
ainda precisa ser modernizada.No começo
do mês, Moscou enviou bombardeiros
Tu-160 para a Venezuela, numa aparente reação
à confirmação de que
os EUA devem instalar um escudo antimísseis
no Leste Europeu. A Rússia diz que
tal escudo altera o equilíbrio estratégico
da região, embora Washington diga
não se tratar de uma ameaça
à Rússia.A imprensa russa
disse na segunda-feira que a frota enviada
ao Caribe pode ser maior e mais armada do
que o Ocidente acha, e pode fazer escalas
imprevistas.“Os navios russos serão
seguidos por aviões anti-submarino
e por submarinos nucleares com mísseis
a bordo”, disse o jornal Nezavisimaya
Gazeta, sem entrar em detalhes.Outro jornal,
o Izvestia, disse que no seu trajeto a frota
russa terá de passar pelo estreito
de Gibraltar e o Mediterrâneo, onde
também há presença
naval dos EUA.
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Pederastia,
pedofilia e outros crimes contra
crianças acobertados pela
Igreja Católica Apostólica
Romana.
Matéria
que ilustra reportagem da BBC de Londres.
A propósito de nosso editorial,
“Nova Inquisição espreita
as pessoas ao redor
do mundo. Maçons e Rosacruses incomodam
o Vaticano”, no domingo dia 4 de
novembro de 2007, a TV Record exibiu programa
às 20:00h, com reportagem da BBC
de Londres, a respeito dos crimes de padres
católicos contra crianças,
em diversos países, principalmente
Irlanda, Estados Unidos e Brasil.
Uma
juíza americana declarou que os
crimes não eram localizados, mas
eram uma espécie de epidemia, acontecendo
em todos os estados americanos em números
semelhantes.
As
autoridades americanas declararam à
reportagem da BBC que o Vaticano se recusava
a responder as correspondências
oficiais, que eram devolvidas sem serem
abertas.
A
ordem para o silêncio e o acobertamento
desses crimes contra crianças tinha
um nome, o do Cardeal Ratzinger, o atual
Papa, líder do clero.
Esse
é o homem que persegue Maçons
e Rosacruzes ! E que irá perseguir
todas as religiões. É só
uma questão de tempo.
|
Editorial
Nova
Inquisição espreita as pessoas
ao redor do mundo.
Maçons e Rosacruzes
incomodam o Vaticano.
Flavio
P.Ramos
O cardeal
Ratzinger, chefe do Estado do Vaticano e
líder da seita Católica Romana,
dá mostras de estar iniciando premeditada
perseguição a Maçons,
Rosacruzes e outras fraternidades, que não
são seitas religiosas e não
concorrem com o catolicismo.
Não demora a voltar-se contra judeus,
evangélicos e espíritas, também.
É só uma questão de
tempo.
Foi assim que a “santa igreja”
agiu no passado, assassinando e torturando,
em nome de Jesus. Isso, sem contar com as
Cruzadas, quando mataram, roubaram e estupraram,
em nome da fé e com o aval da “santa
igreja católica apostólica
romana”. A capela Sixtina foi construída
e decorada com o sangue e sofrimento dos
que foram saqueados pela Igreja. É
um fato histórico.
É bom não esquecer que o Cardeal
Ratzinger já tem ficha como membro
da juventude de Hitler. Como sacerdote,
seu autoritarismo retrógrado, sempre
foi notório. Agora, com o dogma da
infalibilidade, o poder o confunde e turva
a realidade.
Pior do que a famigerada GESTAPO, a KGB
ou a CIA, a Igreja Católica tem informantes
em cada paróquia de bairro e são
muitas, logo, “piedosas senhoras”
estarão delatando amigos e vizinhos,
pensando estar servindo à causa do
Senhor.
A história política da igreja
católica é outra vergonha.
É hoje, de domínio público
que o papa Pio XII foi muito mais do que
omisso: foi um colaborador do regime nazista.
Sempre pensei, embora não membro
dessa seita, que ela pregasse a boa vontade
entre os povos e a palavra do Senhor, que
outorgou os Seus mandamentos para todos
os povos. Enganei-me.
Antro de corrupção, pederastia,
lesbianismo e de pedofilia, praticada contra
indefesas criançinhas, falta à
Igreja Católica Apostólica
Romana e a seus líderes, respaldo
moral para ditar regras de comportamento,
social ou religioso e, muito menos ainda,
regras de planejamento familiar contrárias
às normas de saúde e do bom
senso.
Essa é a forma de gratidão
do Bispo de Roma pela acolhida que membros
de todas as religiões lhe proporcionaram
quando de sua visita ao Brasil.
Quando a estátua erguida no alto
do Corcovado ganhou status de santuário,
já estava sendo cometida mais uma
ilegalidade, neste país de ilegalidades,
privilegiando uma religião sobre
as demais, em um Estado laico, como é
o brasileiro. Neste caso, não se
trata do direito da maioria ou da minoria
de praticantes, mas a igualdade na livre
prática da fé de cada um.
A estátua no alto do Corcovado, deixou
de ser um cartão postal turístico
do Rio de Janeiro e passou a ser santuário,
violando o princípio da igualdade
de direitos, como estabelece a lei brasileira.
Foi também ocupada indevidamente
uma área pública.
Outro privilégio é o passaporte
do Estado do Vaticano, usado por sacerdotes,
criando o precedente da dupla nacionalidade.
O Estado de Israel também é
um estado religioso, mas os rabinos não
passeiam em carros diplomáticos e
usam somente o passaporte de seu país.
Enviado
por Mariza Pollis
Declaração
do Cardeal D. Eugênio de Araújo
Sales
O Cardeal D. Eugênio de Araújo
Sales, Arcebispo Emérito da Arquidiocese
do Rio de Janeiro, através do artigo
"NOVA ERA, MAÇONARIA, ROSACRUZ
E IGREJA CATÓLICA", esclarece
a posição da Igreja baseada
na nova Enciclíca Papal da DEFESA
E CONSOLIDAÇÃO DA FÉ
CATÓLICA (ex Inquisitor) Papa Bento
XVI, dizendo o seguinte:
"Desde
o Papa Clemente XII, com a Constituição
Apostólica In eminenti, de 28 de
abril de 1738 até nossos dias, a
Igreja tem proibido aos fiéis a adesão
à Maçonaria ou associações
maçônicas e similares.
Após o Concílio Vaticano II,
houve quem levantasse a possibilidade de
o católico, conservando a sua identidade,
ingressar na Maçonaria ou na Rosacruz
e certas seitas.
Igualmente, se questionou a qual entidade
se aplicava o interdito, pois há
várias correntes: se à anglo-saxônica
ou à franco-maçonaria ou ainda
as diversas seitas rosacruzes, a atéia
e a deísta, anti-clerical ou de tendência
católica, falsamente denominada cristã.
Para superar essa interrogação,
o Documento da Congregação
para a Doutrina da Fé (A INQUISIÇÃO
presidida pelo Cardeal Ratzinger), com data
de 26 de novembro de 1983 , e que trata
da atitude oficial da Igreja frente à
Maçonaria, Nova Era e Rosacruz, utiliza
a expressão associações
maçônicas e rosacruzes, sem
distinguir uma das outras.
É vedado a todos nós, eclesiásticos
ou leigos, ingressar nessas organizações
e quem o fizer, está em estado de
pecado grave e não pode aproximar-se
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