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O
dia em que Tarso Genro
entregou dois garotos aos torturadores.
Hugo Studart em parceria com o
jornalista Hugo Marques, foi originalmente
publicada na revista IstoÉ, edição
de 06 fev 2008.
O ministro da Justiça
anda falando muito em revisar a Lei da Anistia
para colocar militares acusados de tortura
no banco dos réus. Mas não
faz muito tempo Tarso Genro escorregou feio
em sua própria violação
dos Direitos Humanos, quando colocou-se
a serviço do serviço secreto
de Cuba e pressionou a PF para entregar,
na calada da noite, dois atletas cubanos
que fugiram dos Jogos Panamericanos no Rio.
Entregou os garotos nas mãos do mais
famoso torturador de Cuba, Luis Mariano
Lora. Genro não cometeu um crime
tão grave quanto torturar com as
próprias mãos. Mas violou
Direitos Humanos. Seu ato em muito lembra
o de Felinto Muller, o chefe da Polícia
Política da ditadura Vargas, que
deportou Olga Benário para a ditadura
de Hitler. A reportagem abaixo, apurada
por mim, Hugo Studart, em parceria com o
jornalista Hugo Marques, foi originalmente
publicada na revista IstoÉ, edição
de 06 fevereiro de 2008.
Parecia
um seqüestro relâmpago.
Era meia-noite de sábado, 4 de agosto
de 2007, quando dois bicampeões mundiais
de boxe, os cubanos Erislandy Lara, 24 anos,
e Guillermo Rigondeaux, 26, foram embarcados
às escondidas, em um hangar lateral
do Aeroporto do Galeão, no Rio de
Janeiro. Entraram em um jato executivo privado,
um Falcon 900, prefixo YV-2053, de 14 poltronas.
O avião pertence a uma empresa espanhola,
Gestair. Mas a aeronave, registrada na Venezuela,
fica estacionada em Caracas, onde presta
serviços especiais para o presidente
Hugo Chávez.
Naquele vôo estavam dez pessoas: o
comandante do jato, o venezuelano Jorge
Machado Mujica, quatro tripulantes e três
agentes cubanos, além dos boxeadores.
Contudo, o que houve de mais nebuloso foram
os personagens que protagonizaram aquela
operação na calada da noite.
Uma delas é uma autoridade brasileira.
Chama-se José Hilário Medeiros.
Chegou ao PT pelas mãos do ex-ministro
José Dirceu, foi segurança
pessoal do presidente Lula e hoje chefia
o setor de inteligência da Secretaria
Nacional de Segurança Pública
do Ministério da Justiça.
Foi Medeiros quem comandou a equipe que
saiu à caça dos boxeadores
e coordenou a operação burocrática
para “legalizar” a entrega sumária
dos jovens à ditadura de Fidel Castro.
Personagens misteriosos
O outro personagem até aqui
misterioso é cubano. Chama-se Tomás
Issac Mendez Parra. Oficialmente, é
um dos cônsules de Cuba em São
Paulo. Mas uma autoridade brasileira garante
que Parra seria da inteligência cubana.
Há um terceiro personagem misterioso;
este é espião mesmo. Chamase
Luis Mariano Lora. Ele é chefe do
Departamento de Combate à Atividade
Subversiva Inimiga de Cuba. Lora, um dos
homens mais temidos de Cuba, estava dentro
do avião venezuelano, acompanhado
de outros dois agentes. Foram Medeiros e
o cônsul Parra, juntos, que entregaram
os jovens campeões Lara e Rigondeaux
nas mãos de Lora.
Quando os dois boxeadores foram remetidos
de volta a Cuba, circulou nos bastidores
do poder a informação de que
a operação teria sido patrocinada
por Hugo Chávez. Os senadores
Heráclito Fortes (DEM-PI) e Arthur
Virgílio Neto (PSDBAM) solicitaram
informações oficiais sobre
o caso ao ministro da Defesa, Nelson Jobim.
A resposta chegou ao Senado na semana passada.
O que se desnuda
agora, debaixo das palavras burocráticas
do ofício, é algo estarrecedor.
Jobim informa o prefixo da aeronave, confirmando
que veio da Venezuela. Revela que o avião
que retirou os boxeadores decolou numa madrugada,
18 minutos de domingo. Revela também
que o jato chegou ao Brasil ao meio dia
de sábado 4 de agosto. Os boxeadores
se apresentaram à polícia
do Rio no início da tarde de sexta-feira
3 – e o governo só divulgou
isso no final da tarde daquele dia. Ou seja,
um vôo entre Caracas e Havana, e dali
para o Rio, dura pelo menos 12 horas.
Significa que Cuba teve informação
privilegiada do governo Lula.
Tarso Genro entrega atletas indefesos nas
mãos da ditadura Castro “Agiram
como Filinto Müller, o chefe de polícia
de Vargas que entregou Olga Benário
aos nazistas.”
O curioso é que, no mesmo momento
em que os boxeadores informavam oficialmente
às autoridades que gostariam de voltar
a Cuba, no depoimento à PF no sábado
4, o avião já estava no Galeão
à espera. “Está provado
que o governo brasileiro facilitou a entrega
de dois dissidentes a uma ditadura”,
diz o senador Arthur Virgílio. “Agiram
como Filinto Müller, o chefe de polícia
de Vargas que entregou Olga Benário
aos nazistas.”
A operação tinha que ser rápida.
Já se sabe que Lara e Rigondeaux
fugiram da delegação dos Jogos
Pan-Americanos seduzidos pelas promessas
de um empresário alemão. Eles
foram à farra com prostitutas e bebidas
no litoral do Rio, o empresário os
abandonou e, sem dinheiro, pediram ajuda
à polícia. A partir daí,
tudo fica nebuloso. Uma autoridade da cúpula
da República revela que dois colegas
aceleraram a operação de remessa
dos garotos de volta a Fidel. São
eles o ministro da Justiça, Tarso
Genro, e o assessor Internacional da Presidência,
Marco Aurélio Garcia. Também
revelou o nome do principal operador, José
Hilário Medeiros.
Marco Aurélio é amigo de Hugo
Chávez e admirador de Fidel Castro
e foi ele quem avisou ao embaixador de Cuba
no Brasil, Pedro Luiz Nuñez Mosquera,
que Lara e Rigondeaux estavam com a polícia
do Rio. A partir daí, segundo revela
outra autoridade com assento no Planalto,
toda a parte internacional da operação,
inclusive os contatos com a Venezuela e
com a FAB para permitir a entrada do jato
Falcon, foram feitos por Marco Aurélio.
Coube a Tarso Genro, por sua vez,
pressionar a PF para acelerar o processo.
O delegado federal Felício Laterça,
de Niterói, colheu os depoimentos
dos boxeadores. A um chefe, ele se queixou
que estava sendo pressionado para “agilizar”
a deportação dos cubanos.
As pressões foram tamanhas que levaram
toda a burocracia a funcionar naquele fim
de semana. José Hilário
Medeiros operava junto à PF, em nome
do ministro e do Planalto. Procurado pela
reportagem, Medeiros disse, por intermédio
de sua assessoria, que só fez “um
trabalho de localização”
dos boxeadores e passou a informação
para “setores competentes”.
Ele diz ter entregue ao ministro
Tarso Genro um “relatório de
toda a situação”, mas
nega que tenha feito pressões para
deportar os cubanos. A operação
foi feita às pressas, sim. O delegado
Laterça decidiu colher o depoimento
de apenas um dos boxeadores. Este depoimento
multiplicou-se por dois. Delegado, tradutor,
escrivão e advogado endossaram a
fotocópia.
Quem fez a tradução foi o
policial do serviço de inteligência
da Polícia Civil de Mato Grosso do
Sul, Moisés Colman. Numa primeira
entrevista à reportagem, o policial
tradutor pediu dinheiro para falar a verdade.
“Se tiver um cachê para me passar,
depois a gente conversa, tá?”,
disse Colman. Numa segunda entrevista, garantiu
que só traduziu o que “os boxeadores”
falaram. Nos dois depoimentos, obtidos pela
reportagem, tanto Lara quanto Rigondeaux
registram exatamente a mesma frase: “Que
foi oferecido ao depoente se ensejava solicitar
refúgio, o que foi negado, pois o
depoente diz amar o seu país”.
“Há fortes indícios
de que o governo brasileiro permitiu que
os cubanos fizessem forte pressão
psicológica sobre os dois jovens”,
diz o senador Heráclito Fortes. “E
depois forjaram os depoimentos para legalizar
a extradição.”
Mas o cônsul Tomás Issac Mendez
Parra queria mais ênfase no arrependimento.
No dia seguinte, sábado 4 de agosto,
os dois cubanos voltaram a prestar novo
depoimento na PF, desta vez com versões
um pouco diferentes. Nesse segundo depoimento,
o “intérprete” da PF
foi o próprio Parra. O inacreditável
é que as autoridades policiais tenham
permitido isso. Desta vez, os cubanos se
dizem “desejosos” de retornar
à pátria, criando uma versão
juridicamente perfeita para a entrega.
As pressões chegavam aos
ouvidos dos boxeadores por celular.
Quando estavam sob os cuidados de Parra,
os dois esportistas já tinham recebido
informações nada boas de suas
famílias, em Cuba. A companheira
de Lara, Miriam, 20 anos, dizia que o governo
de Fidel ameaçava tomar a casa do
casal na rua Corombet, em Guantánamo,
a moto e os móveis, se ele não
voltasse logo a Cuba. O casal tem um filho.
A esposa de Rigondeaux, Fara Colina, mandava
avisar ao marido que o casal perderia a
casa na rua Cien Y Bento, em Altabana, e
o carro, caso pedisse asilo político
no Brasil. Quando aterrissaram em Cuba,
na manhã de domingo 5 de agosto,
os boxeadores tiveram de ficar vários
dias na “Casa de Descanso”,
onde são realizadas as pregações
ideológicas do regime.
O que mais chama a atenção
nessa operação sigilosa é
que em nenhum momento o Itamaraty foi consultado.
O senador Virgílio perguntou isso
ao chanceler Celso Amorim. Ele jura que
nenhum diplomata foi informado da operação.
Foi tudo organizado por Marco Aurélio
Garcia, Tarso Genro e o ex-segurança
José Hilário Medeiros, além
do cônsul cubano. Segundo quatro autoridades
ouvidas pela reportagem, o maior interessado
na expulsão era Marco Aurélio
Garcia. Procurado, o secretário do
assessor informou que ele está em
Paris.
Na época, ninguém prestou
atenção a uma revelação
que Genro fez ao Senado. “O doutor
Marco Aurélio teve uma intervenção.
Ele me ligou na sexta-feira, se não
me equivoco, sexta ou sábado, mas
antes da deportação, e me
perguntou: ‘Como que está o
caso dos cubanos, como que está a
situação dos cubanos?’”,
contou. Tarso Genro, por sua vez, avisou
através de sua assessoria que “não
tem mais nada a acrescentar” sobre
o o caso.
Por telefone, a reportagem conversou com
Erislandy Lara em sua casa, em Cuba. Ele
ficou sabendo que o avião que o levou
de volta à ilha não era do
governo cubano e reagiu com a voz trêmula
e titubeante. “Não sei nem
o que pensar disso”, disse ele. O
boxeador teme falar sobre o tratamento que
recebe do governo: “Minha vida está
mais ou menos.”
Dias atrás, quando Lula esteve em
Cuba, o senador Eduardo Suplicy, do PT,
ofereceu aos dois a possibilidade de o presidente
entregar uma carta pedindo clemência
a Fidel. Dias depois, Miriam, mulher de
Lara, avisou a Suplicy que a família
prefere se manter calada para que ninguém
os acuse de “traidores da revolução”.
“Esse é
Tarso Genro o homem que fala de justiça,
seu passado fala mais alto ministro.”FPR
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AMEAÇAS
DE INVASÃO AGORA SÃO FATO
CONCRETO
Até mesmo
o direito de ir e vir deixa de existir
neste país acéfalo.
TRISTE REALIDADE!
Enviado por Cristina Vidal
Segue
abaixo o relato de uma pessoa conhecida
e séria, que passou recentemente
em um concurso público federal e
foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um
Brasil que a gente não conhece.
As
duas semanas em Manaus foram interessantes
para conhecer um Brasil um pouco diferente,
mas chegando em Boa Vista (RR) não
pude resistir a fazer um relato das coisas
que tenho visto e escutado por aqui.
Conversei
com algumas pessoas nesses três dias,
desde engenheiros até pessoas com
um mínimo de instrução.
Para
começar o mais difícil de
encontrar por aqui é roraimense,
pra falar a verdade, acho que a proporção
é de um roraimense para cada 10 pessoas
é bem razoável, tem gaúcho,
carioca, cearense, amazonense, piauiense,
maranhense e por aí vai. Portanto
falta uma identidade com a terra. Aqui não
existem muitos meios de sobrevivência,
ou a pessoa é funcionária
pública, e aqui quase todo mundo
é, pois em Boa Vista se concentram
todos os órgãos federais e
estaduais de Roraima, além da prefeitura
é claro. Se não for funcionário
público a pessoa trabalha no comércio
local ou recebe ajuda de Programas do governo.
Não existe indústria de qualquer
tipo. Pouco mais de 70% do Território
roraimense é demarcado como reserva
indígena, portanto restam apenas
30%, descontando-se os rios e as terras
improdutivas que são muitas, para
se cultivar a terra ou para a localização
das próprias cidades. (Na única
rodovia que existe em direção
ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca
de 800 km) existe um trecho de aproximadamente
200 km reserva indígena Waimiri Atroari)
por onde você só passa entre
6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas
outras 12 horas a rodovia é fechada
pelos índios (com autorização
da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos
não sejam incomodados.
Detalhe:
Você não passa se for brasileiro,
o acesso é livre aos americanos,
europeus e japoneses. Desses 70% de território
indígena, diria que em 90% dele ninguém
entra sem uma grande burocracia e autorização
da FUNAI.
Detalhe:
Americanos entram na hora que quiserem,
se você não tem uma autorização
da FUNAI, mas tem dos americanos, então
você pode entrar. A maioria dos índios
fala a língua nativa além
do inglês ou francês, mas a
maioria não sabe falar português.
Dizem que é comum na entrada de algumas
reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras
americanas ou inglesas. É comum se
encontrar por aqui americano tipo “nerds”
com cara de quem não quer nada, que
veio caçar borboleta e joaninha e
catalogá-las, mas, no final das contas,
pasme, se você quiser montar uma empresa
para exportar plantas e frutas típicas
como cupuaçu, açaí,
camu-camu etc., medicinais, ou componentes
naturais para fabricação de
remédios, pode se preparar para pagar
“royalties'” para empresas japonesas
e americanas que já patentearam a
maioria dos produtos típicos da Amazônia...
Por
três vezes repeti a seguinte frase,
após ouvir tais relatos: "É,
os americanos vão acabar tomando
a Amazônia", e em todas elas
ouvi a mesma resposta em palavras diferentes.
Vou reproduzir a resposta de uma senhora
simples que vendia suco e água na
rodovia, próximo de Mucajaí:
-
'Irão não, minha filha, tu
não sabe, mas tudo aqui já
é deles, eles comandam tudo, você
não entra em lugar nenhum porque
eles não deixam. Quando acabar essa
guerra aí eles virão pra cá,
e vão fazer o que fizeram no Iraque
quando determinaram uma faixa para os curdos
onde iraquiano não entra. Aqui vai
ser a mesma coisa'.
A
dona é bem informada, não?
O pior é que segundo a ONU o conceito
de nação é um conceito
de soberania e as áreas demarcadas
têm o nome de nação
indígena. O que pode levar os americanos
a alegarem que estarão libertando
os povos indígenas. Fiquei sabendo
que os americanos já estão
construindo uma grande base militar na Colômbia,
bem próximo da fronteira com o Brasil,
numa parceria com o governo colombiano com
o pseudo objetivo de combater o narcotráfico.
Por
falar em narcotráfico, aqui é
rota de distribuição, pois
essa mãe chamada Brasil mantém
suas fronteiras abertas e aqui tem estrada
para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem
de estrangeiro é fiscalizada, principalmente
se for americano, europeu ou japonês
(isso pode causar um incidente diplomático)...
Dizem
que tem muito colombiano traficante virando
venezuelano, pois na Venezuela é
muito fácil comprar a cidadania venezuelana
por cerca de 200 dólares.
Pergunto
inocentemente às pessoas: "Por
que os americanos querem tanto proteger
os índios?" A resposta é
absolutamente a mesma: "Porque as terras
indígenas além das riquezas
animais e vegetais, da abundância
de água, são extremamente
ricas em ouro (encontram-se pepitas que
chegam a ser pesadas em quilos), diamante,
outras pedras preciosas, minério,
e nas reservas norte de Roraima e Amazonas,
ricas em PETRÓLEO.
Parece
que as pessoas contam essas coisas como
que num grito de socorro a alguém
que é do sul, como se eu pudesse
dizer isso ao presidente ou a alguma autoridade
do sul que vá fazer alguma coisa.
É,
pessoal, saio daqui com a quase certeza
de que em breve o Brasil irá diminuir
de tamanho. Um grande abraço a todos.
Será
que podemos fazer alguma coisa???
Acho que sim.
Repasse
esse e-mail para que um maior número
de brasileiros fique sabendo desses absurdos.
Mara
Silvia Alexandre Costa - Depto de Biologia
Cel. Mol. Bioag.Patog. FMRP – USP
Opinião
pessoal:
Gostaria
que você especialmente que recebeu
este e-mail, o repasse para o maior número
possível de pessoas. Do meu ponto
de vista seria interessante que o país
inteiro ficasse sabendo desta situação
através dos telejornais antes que
isso venha a acontecer.
Afinal
foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos
que os europeus lançaram o Euro,
assim poderá se aproveitar esta situação
de fraqueza norte-americana (perdas na guerra
do Iraque) para revelar isto ao mundo a
fim de antecipar a próxima guerra.
Conto com sua participação
no envio deste e-mail.
Celso
Luiz Borges de Oliveira - Doutorando em
Água e Solo FEAGRI/UNICAMP
Tel: (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472
e-mail´s: Celso@ufba.br; celso@agr.unicamp.br;
celsoborges@gmail.com
N.R. Os órgãos de informação
das Forças Armadas, outrora eficientes,
têm o dever de verificar o que está
acontecendo no local. O povo brasileiro
já está cansado de esperar
decisões que não acontecem
por falta de vontade política. Estão
faltando homens do estofo do Marechal Cândido
Mariano Rondon. “O Brasil espera que
cada um cumpra com o seu dever”. Até
que ponto esta frase, que norteou os nossos
princípios morais quanto ao dever
com a pátria, já não
tem mais eco?
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Sobre
o crédito oferecido ao governo de
Cuba
Enviado
por Milton Larentis
filósofo, professor universitário
O presidente Lula vai oferecer ao governo
de Cuba US$ 1 bilhão em créditos
para financiamentos, construção
de infra-estrutura e exploração
de níquel, entre outros projetos.
A informação veio de diplomatas
brasileiros nesta segunda-feira. "O
Brasil quer se envolver com Cuba e possui
recursos econômicos, comerciais e
tecnológicos para oferecer no momento
em que Cuba busca se modernizar", disse
um representante do Itamaraty. "Eles
precisam de novos amigos e nos querem aqui",
arrematou.
Além
disso, o governo brasileiro vai se oferecer
para cooperar na exploração
de petróleo no Golfo do México
e na construção de uma fábrica
de lubrificantes. Questões como o
risco e os contratos ainda estão
sendo negociados pela Petrobrás.
O encontro do presidente brasileiro com
o ditador cubano é incerto. Um diplomata
brasileiro disse que só será
confirmado no momento em que acontecer.
"Vai acontecer se Fidel estiver disposto",
completa ele.
Desde que foi submetido a uma operação
no sistema digestivo, em julho de 2006,
Fidel não aparece em público,
sendo visto apenas em vídeos e fotos.
No entanto, ele já recebeu líderes
estrangeiros aliados, como o venezuelano
Hugo Chávez, que o visitou em meados
de dezembro. O jornal do Partido Comunista,
o Granma, disse que Lula vai se encontrar
com Raúl Castro, irmão de
Fidel, que assumiu o poder desde que o líder
cubano adoeceu. O presidente estará
acompanhado de quatro ministros e do presidente
da Petrobrás, José Sérgio
Gabrielli.
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Editorial
Reservas indígenas se tornarão
países autônomos
Em tramitação no Congresso
Nacional essa matéria, é mais
uma ação de lesa-pátria
que contraria a Constituição
e atende somente a interesses de potências
estrangeiras.
Outras matérias publicadas
neste Portal já vinham denunciando
a presença de estrangeiros em “pseudo-missões”
de ajuda internacional, mas que na realidade
incitam ao separatismo e a desagregação
entre as populações indígenas
e os demais is brasileiros.
Demarcar reservas indígenas não
pode significar um ato de separação
da unidade territorial da Nação
Brasileira como querem Igrejas e outras
organizações estrangeiras.
Essa é mais uma ameaça à
Soberania do Brasil, desta vez com a criminosa
conivência do corrupto Congresso Nacional,
que tem sua honorabilidade e honestidade
reveladas na podridão de um comportamento,
que enoja os cidadãos dignos de serem
brasileiros.
Preservar a cultura e os costumes dos povos
da floresta e reparar erros que foram cometidos
no passado, sim, dividir o Brasil, jamais.
(o modelo americano é assim)
Mais do que nunca a presença das
Forças Armadas se faz necessária
para preservar a integridade da Nação
brasileira. Estamos cientes de que os vencimentos
aviltantes e o sucatamento da FFAA não
impedirão que o cumprimento do dever
e o juramento à Constituição
sejam colocados abaixo da obediência,
à ordem absurda e dos delírios
dos partidos que querem entregar o Brasil
e destruir a unidade do povo brasileiro.
“Dividir para Conquistar.” Julius
Caesar, imperador romano.
Flavio P. Ramos
Reservas indígenas
se tornarão países autônomos
Matéria
da Tribuna da Imprensa on-line,
País/Cidades 22.12.2007
http://www.tribuna.inf.br/noticia
A Declaração Universal dos
Direitos dos Povos Indígenas, a ser
transformada em norma constitucional pelo
Congresso, estabelece, entre outros, os
seguintes direitos para os indígenas,
que se transformam em obrigações
para os países signatários:
Direito de exigir "que os Estados cumpram
os tratados e outros acordos concluídos
com os povos indígenas, e de submeter
qualquer disputa que possa surgir nesta
matéria a instâncias competentes,
nacionais e internacionais".
Direito coletivo e individual "de acesso
e pronta decisão a procedimentos
justos e mutuamente aceitáveis para
resolver conflitos ou disputas e qualquer
infração, pública ou
privada, entre os Estados e povos, grupos
ou indivíduos indígenas".
Esse dispositivo determina que as decisões
do Judiciário sejam revistas por
tribunais internacionais.
Direito de os indígenas terem livres
"estruturas políticas, econômicas
e sociais, especialmente seus direitos a
terras, territórios e recursos".
Direito de que o país reconheça,
enfaticamente, "a necessidade da desmilitarização
das terras e territórios dos povos
indígenas".
Direito de não concordar e de vetar
"as atividades militares" e depósito
ou armazenamento de materiais em suas terras.
Direito "à autodeterminação,
de acordo com a lei internacional. Em virtude
deste direito, eles determinam livremente
sua relação com os Estados
(países) nos quais vivem".
Direito coletivo e individual de indenização
por "perda de suas terras, territórios
ou recursos" ou por "qualquer
propaganda dirigida contra eles."
Direito coletivo e individual "de possuir,
controlar e usar as terras e territórios
que eles têm ocupado tradicionalmente
ou usado de outra maneira. Isto inclui o
direito ao pleno reconhecimento de suas
próprias leis".
Direito "à restituição,
ou, na medida em que isso não seja
possível, a uma justa ou eqüitativa
compensação pelas terras e
territórios que hajam sido confiscados,
ocupados, usados ou sofrido danos sem seu
livre e informado consentimento”
............
Comentários
dos leitores:
Pelotões de fronteira, colônias
militares com os nossos brasileiros primitivos
e pelotões de pé com os Catarinas
em território brasileiro, especificamente
nas reservas.
“Morrer
se preciso for, matar nunca”,
mas principalmente integrar para não
entregar. Marechal Candido Mariano da Silva
Rondon
VIVA O MARQUÊS
DE POMBAL!!!!!
Ernesto Caruso (Coronel reformado do Exercito
Brasileiro)
Os eleitores não
deram aos parlamentares poder para vender
o Brasil, nem para usar dinheiro público
em proveito próprio.
A saúde, a
educação, as ferrovias as
rodovias e as vias para exportação
é que deveriam preocupar os congressistas.
Alexandre Casemiro, Técnico em informática.
Ao professor
Flavio P. Ramos
Caro editor,
Veja que os nossos antepassados fizeram
tanto sacrifício para manter este
país inteiro e agora, meias dúzias
de canalhas querem entregar o país
a interesses escusos, mas não vão
conseguir, tenho certeza.
Um abraço,
*Taveiros
*escritor e poeta
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Enviado por César
Souza
AMAZÔNIA,
MAIS UMA AMEAÇA
Transcrição
de tradução de Documento expedido
em julho de 1981, na cidade de Genebra /
Suíça, pelos signatários
e Líderes do Movimento abaixo citados.
Diretrizes
do Conselho Mundial de Igrejas Cristãs
para a Amazônia Brasileira –
Reunião realizada em Genebra, Suíça
em julho de 1.981
“DIRETRIZES
BRASIL No 4 - ANO "0"
PARA: ORGANIZAÇÕES
SOCIAIS MISSIONÁRIAS NO BRASIL
1 - Como
resultado dos congressos realizados neste
e no ano passado, englobando 12 organismos
científicos dedicados aos estudos
das populações minoritárias
do mundo, emitimos estas diretrizes, por
delegação de poderes, com
total unanimidade de votos menos um dos
presentes ao "I Simpósio Mundial
sobre Divergências Interétnicas
na América do Sul".
2 - São líderes deste movimento:
a) Le Comité
International de la Defense de l'Amazonie;
b) Inter-American Indian Institute;
c) The International Ethnical Survival;
d) The International Cultural Survival;
e) The Workgroup for Indigenous Affairs;
f) The Berna-Geneve Ethnical Institute e
este Conselho Coordenador.
3 - Foram contemplados com diretrizes especificas
os seguintes países: Venezuela No
1; Colômbia No 2; Peru No 3; Brasil
No 4, cabendo a Diretriz No 5 aos demais
países da América do Sul.
DIRETRIZES:
A - A Amazônia Total, cuja maior área
fica no Brasil, mas compreendendo também
parte dos territórios venezuelano,
colombiano e peruano, é considerada
por nós como um patrimônio
da Humanidade. A posse dessa imensa área
pelos países mencionados é
meramente circunstancial, não só
por decisão de todos os organismos
presentes ao Simpósio como também
por decisão filosófica dos
mais de mil membros que compõem os
diversos Conselhos de Defesa dos Índios
e do Meio Ambiente.
B - É nosso dever: defender, prevenir,
impedir, lutar, insistir, convencer, enfim
esgotar todos os recursos que, devida ou
indevidamente, possam redundar na defesa,
na segurança, na preservação
desse imenso território e dos seres
humanos que o habitam e que são patrimônio
da humanidade e não patrimônio
dos países cujos territórios,
pretensamente, dizem lhes pertencer.
C - É nosso dever: impedir em qualquer
caso de agressão contra toda a área
amazônica, quando essa se caracterizar
pela construção de estradas,
campos de pouso, principalmente quando destinados
a atividades de garimpo, barragens de qualquer
tipo ou tamanho, obras de fronteira, civis
e militares, tais como quartéis,
estradas, limpeza de faixas, campos de pouso
militares e outros que signifiquem a tentativa
de modificações ou do que
a civilização chama de progresso.
D - É nosso dever: manter a floresta
amazônica e os seres que nela vivem,
como os índios, os animais silvestres
e os elementos ecológicos, no estado
em que a natureza os deixou antes da chegada
dos europeus. Para tanto, é nosso
dever evitar a formação de
pastagens, fazendas, plantações
e culturas de qualquer tipo que possam ser
consideradas como agressão ao meio.
E - É nosso principal dever: preservar
a unidade das várias nações
indígenas que vivem no território
amazônico, provavelmente há
milênios. É nosso dever: evitar
o fracionamento do território dessas
nações, principalmente por
meio de obras de qualquer natureza, tais
como estradas públicas ou privadas,
ou ainda alargamento, por limpeza ou desmatamento,
de faixas de fronteira, construção
de campos de pouso em seus territórios.
É nosso dever considerar como meio
natural de locomoção em tais
áreas apenas os cursos d'água
em geral, desde que navegáveis. É
nosso dever permitir apenas o tráfego
com animais de carga, por trilhas na floresta,
de preferência as formadas pelos silvícolas.
F - É nosso dever definir, marcar,
medir, unir, expandir, consolidar, independer
por restrição de soberania,
as áreas ocupadas pelos indígenas,
considerando-as suas nações.
É nosso dever promover a reunião
das nações indígenas
em uniões de nações,
dando-lhes forma jurídica definida.
A forma jurídica a ser dada a tais
nações incluirá a propriedade
da terra, que deverá compreender
o solo, o subsolo e tudo que neles existir,
tanto em forma de recursos naturais renováveis
como não renováveis. É
nosso dever preservar e evitar, em caráter
de urgência até que as novas
nações estejam estruturadas,
qualquer ação de mineração,
garimpagem, construção de
estradas, formação de vilas,
fazendas, plantações de qualquer
natureza, enfim, qualquer ação
dos governos das nações compreendidas
no item 3 destas diretrizes.
G - É nosso dever: a pesquisa, a
identificação e a formação
de líderes que se unam à nossa
causa, que é a sua causa. É
nosso dever principal transformar tais líderes
em líderes nacionais dessas nações.
É nosso dever identificar personalidades
poderosas, aptas a defender os seus direitos
a qualquer preço e que possam ao
mesmo tempo liderar os seus comandados sem
restrições.
H - É nosso dever: exercer forte
pressão junto às autoridades
locais desse país, para que não
só respeite o nosso objetivo, mas
o compreenda, apoiando-nos em todas as nossas
diretrizes. É nosso dever conseguir,
o mais rápido possível, emendas
constitucionais no Brasil, Venezuela e Colômbia
para que os objetivos destas diretrizes
sejam garantidos por preceitos constitucionais.
I - É nosso dever: garantir a preservação
do território da Amazônia e
de seus habitantes aborígenes, para
o seu desfrute pelas grandes civilizações
européias, cujas áreas naturais
estejam reduzidas a um limite crítico.
PARA QUE ESTAS DIRETRIZES SEJAM CONCRETIZADAS
E CUMPRIDAS, COM BASE NO ACORDO GERAL DE
JULHO PASSADO, É PRECISO TER SEMPRE
EM MENTE O SEGUINTE:
a. Angariar o maior número possível
de simpatizantes, principalmente entre pessoas
ilustres como é o caso Gilberto
Freire no Brasil, bem como e principalmente
entre políticos, sociólogos,
antropólogos, geólogos, autoridades
governamentais, indigenistas e outros de
importante influência, como é
o caso de jornalistas e seus veículos
de imprensa. Cada simpatizante deve ser
instruído para que consiga mais dez
colaboradores, e estes, por sua vez, aliciem
mais dez e assim sucessivamente, até
formarmos um corpo de simpatizantes de grande
valor.
b. Maximizar ,na medida do possível,
a carga de informações, aperfeiçoar
o Centro Ecumênico de Documentação
e, a partir dele, alimentar os países
e seus veículos de divulgação
em toda a sorte de informações.
c. Enfatizar o lado humano sensível
das comunicações, permitindo
que o objetivo básico permaneça
embutido no bojo da comunicação,
evitando discussões em torno do tema.
No caso dos países abrangidos por
diretrizes, é preciso levar em consideração
a pouca cultura de seus povos, a pouca perspicácia
de seus políticos ávidos por
votos que a Igreja prometerá em abundância.
d. Criticar todos os atos governamentais
e de autoridades em geral , de tal modo
que nosso ideal continue presente em todos
os veículos de comunicação
dos países amazônicos, principalmente
no Brasil, sempre que ocorra uma agressão
à Amazônia e às suas
populações indígenas.
e. Educar e ensinar a ler os povos indígenas,
em suas línguas maternas, incutindo-lhes
coragem, determinação, audácia,
valentia e até um pouco de espírito
agressivo, para que aprendam a defender
os seus direitos. É preciso levar
em consideração que os indígenas
destes países são apáticos,
subnutridos e preguiçosos. É
preciso que eles vejam o homem branco como
um inimigo permanente, não somente
dele, índio, mas também do
sistema ecológico da Amazônia.
É preciso que o índio veja
e tenha consciência de que o missionário
é a única salvação.
f. É preciso infiltrar missionários
e contratados, inclusive não religiosos,
em todas as nações indígenas.
Aplicar o Plano Base das Missões,
que se coaduna com a presente Diretriz,
infiltrando-os também em todos os
setores da atividade pública, a fim
de viabilizarem a boa execução
desse plano.
g. É preciso reunir as associações
de antropólogos, sociologia e outras
em torno do problema, que tal maneira que
sempre necessitemos de assessoria tenhamos
estas associações do nosso
lado.
h. É preciso insistir no conceito
de etnia para que seja despertado o instinto
natural da segregação , do
orgulho de pertencer a uma nobreza étnica,
da consciência de ser melhor do que
o homem branco.
i. É preciso confeccionar mapas,
para delinear as nações dos
indígenas, sempre maximizando as
áreas, sempre pedindo três
ou quatro vezes mais, sempre reivindicando
a devolução da terra do índio,
pois tudo pertencia a ele. Dentro do território
dos índios deverão permanecer
todos os recursos. Os mais importantes (sic)
são as riquezas minerais que devem
ser consideradas como reservas estratégicas
das nações a serem exploradas
oportunamente.
j. É preciso lutar com todas as forças
pelo retorno da justiça. O que pertenceu
ao índio deve ser devolvido ao índio
para que o embulho seja compensado com pesadas
indenizações. Uma estrada
desativada já causou prejuízos
com desmatamento e morte de animais. Uma
mina já causou prejuízo com
buracos e poluição. Porém,
o prejuízo maior foi com o mineral
que foi furtado do índio. Os índios
não devem aceitar construções
civis feitas pelo homem branco; eles devem
preservar a sua cultura e tradições
a qualquer preço.
k. É preciso defender os índios
dos órgãos públicos
ou privados, criados para defende–los
ou administrar as suas vidas. Tais órgãos,
tanto os existentes no Brasil – Serviço
de Proteção ao Índio
– como em outros países, não
defendem os seus interesses.
l. É preciso manter as autoridades
em geral sob pressão crítica,
para finalmente evitar que os seus atos,
aparentemente simples, não se transforme
em desgraça para os índios.
Nunca se deve deixar de protestar contra
qualquer ato que contrarie as diretrizes
aqui compreendidas.
SUPORTE E EXPLICAÇÕES
I..As verbas para o início do cumprimento
desta etapa já se acham depositadas,
cabendo a distribuição ao
conselho de curadores definir e avaliar
a distribuição (sic). Da verba
SAJ 4-81, 60% serão destinadas ao
Brasil, 25% à Venezuela e 15% à
Colômbia. Ficarão sem verbas
até 1993 o Peru e os demais países
da América do Sul.
II. Os contratados serão de inteira
responsabilidade dos organismos encarregados
da operação.
III. Os relatórios serão enviados
mensalmente e o sistema de arquivo não
deverá ser liberado para o normativo
do arquivo ecumênico, pelo fato de
existirem etapas que não integram
convênios com a igreja católica
desses países.
IV. É vedado e proibido aos conselhos
regionais instalados em tais países
dirigir – se (sic) diretamente aos
nossos provedores para fins de requisição
de verbas, sob qualquer pretexto que seja.
Todas as doações serão
centralizadas em Berna.
V. Será permitido estipular pequenas
verbas, distintas da verba principal, para
fins de dar suporte a operações
parelelas não compreendidas nessas
diretrizes. As quantias representativas
dessas pequenas verbas devem ser devidamente
especificadas tanto quanto a sua origem
como em relação a sua destinação.
VI. No que conerne à transmissão
e tramitação de documentos
e informações são válidas
de modo geral as seguintes instruções:
Para verbas, o Gen.79-3; Para assuntos políticos,
o Gen.80-12; Para assuntos de sigilo máximo,
o Gen.79-7 em toda a sua gama e em todos
os seus aspectos sem exceção.
O Expediente do acordo sobre a presente
diretriz deverá chegar aqui, no mais
tardar, dentro de 30 dias da data do recebimento
desta e estará sujeita à norma
Gen.79-7.
VII. O endereço continuará
sendo mantido sob a senha “GTLIEB”
, principalmente por causa dos colombianos.
É o que foi decidido.
(Ass. ileg) – H.V. HOBBERG
(Ass. ileg) – S.B.SAMUELSON
Nada mais constava do documento acima, que
devolvo junto com essa tradução,
que conferi, achei conforme e assino. Dou
fé.
São Paulo, 22 de julho de 1987
Aaa.) Walter H. R. Frank
Tradutor Público
Eu Iracema Pedrosa, secretária Jurígena
da Fundef transladei em 29 de janeiro de
1993
Esta tradução está
registrada sob o nº 4039 – Livro
XVI fls 1 em 22/07/1987
A tradução esta registrada
sob o número 4.039 – Livro
XVI – fls 1 em 22.07.1.987)
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Intolerância
aos críticos
Direção
do Ipea afasta os economistas que contestam
a chefia
O
jornal virtual mineiro UAI em editorial
publicou texto abaixo.que nos foi enviado
por Ernesto Caruso coronel da reserva do
EB.
O
loteamento partidário dos órgãos
públicos parece não ter limites
no atual governo. O problema se agrava não
apenas quando há vidas em risco,
como no caso da aviação civil.
Perigo mais sutil é quando a troca
de equipes se dá em órgãos
altamente técnicos, com responsabilidade
estratégica e, mais sério
ainda, com capacidade crítica. Não
é próprio dos governos totalitários
a convivência com a crítica,
especialmente se ela vem de quem está
preparado para exercê-la e é
respeitado quando a exerce. É nessa
perspectiva que não se pode considerar
fato isolado o que vem ocorrendo no mais
independente e estruturado órgão
público de pesquisa, análise
crítica e produção
de conhecimento da economia brasileira,
como base para o planejamento público
e privado. Desde que foi criado, em 1964,
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
(Ipea), reuniu quadros de alto nível
técnico, ao qual nunca se exigiu
que fosse servil ao governo. Ao contrário,
o Ipea foi preservado nos anos mais duros
da ditadura militar, como concentrador de
massa crítica dos rumos da política
econômica. O governo não era
obrigado a concordar com as conclusões
de seus técnicos, mas elas sempre
foram publicadas como um saudável
contraditório a ser considerado pelos
agentes econômicos.
Os
que têm mais familiaridade com o ambiente
da formulação econômica
já vinham percebendo, desde o início
do segundo mandato de Lula, um embate entre
economistas, com resultado sobre os destinos
da política econômica. De um
lado, os que focam suas preocupações
na questão fiscal e, portanto, são
críticos do gasto público
e do avanço da carga tributária
sobre a banda produtiva da economia. De
outro, os que se auto-intitulam desenvolvimentistas
e têm preocupação exatamente
oposta: condenam a redução
do tamanho do Estado e entendem como favorável
ao desenvolvimento uma presença maior
dele na economia. Não é preciso
ser do ramo para saber que esse debate não
é novo, não será resolvido
tão cedo, mas é indispensável
que ele seja mantido, para orientar a ação
do Estado e, ao mesmo tempo, evitar excessos
que podem custar caro ao país.
Desde que assumiram a direção
do Ipea, quebrando uma tradição
de ascensão profissional interna,
o presidente da instituição,
Márcio Pochmann, e o diretor de macroeconomia,
João Sicsú, vêm trocando
o comando de praticamente todos os setores.
Esta semana, com o afastamento de quatro
experientes economistas, o viés das
trocas ficou explícito: sai quem
incomoda o governo com suas críticas.
É o caso de Fábio Giambiasi,
Otávio Tourinho, Gervásio
Rezende e Régis Bonelli, reconhecidos
por serem críticos do governo. A
dispensa foi recebida com desconfiança
pela maioria dos economistas, dentro e fora
do Ipea. Temem que a intolerância
petista esteja sepultando a independência
de mais uma importante ilha pública
de excelência. Depois do revelador
elogio que o presidente Lula fez da “democracia”
venezuelana de Hugo Chávez, todo
sinal é de incêndio.
http://www.uai.com.br/EM/html/sessao_21/opiniao,id_sessao=21/opiniao.shtml"
"Pochmann
e Unger serão chamados para depor na
CAE”
Sáb, 17 Nov, 05h15
O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM)
vai chamar para depor na Comissão
de Assuntos Econômicos (CAE) o ministro
extraordinário de Assuntos Estratégicos,
Mangabeira Unger, e o presidente do Instituto
de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea),
Marcio Pochmann. O requerimento, disse ontem
o senador, será protocolado nesta
segunda-feira, na CAE.
O requerimento vai "convocar"
o ministro e "convidar" o presidente
do Ipea. "Pela Constituição,
os senadores convocam, e os ministros têm
de comparecer para dar as explicações
necessárias pedidas pelos parlamentares.
Mas tenho a certeza de que, além
do chefe, o próprio presidente do
Ipea (Pochmann) também vai aceitar
o convite para dizer por que os economistas
estão sendo afastados do instituto".
Pochmann anunciou que, até
o final do ano, afastará do Ipea
os economistas Fabio Giambiagi, Gervásio
Rezende, Régis Bonelli e Otávio
Tourinho. Todos têm uma postura crítica
em relação à administração
econômica do governo Lula, a começar
pelos crescentes aumentos dos gastos com
o custeio da máquina pública.
Pochmann disse, em entrevistas
dadas na semana passada, que eles serão
afastados por serem aposentados ou ter expirado
o convênio da pesquisa. O presidente
do Ipea também prega uma participação
maior do Estado na economia, principalmente
em investimentos na infra-estrutura, com
o que não concordam os economistas
afastados.
http://br.noticias.yahoo.com/s/17112007/25/politica-pochmann-unger-serao-chamados-depor-na-cae.html”
N.R. Como ficou
claro, Lula usa de todas as artimanhas lícitas
ou não, para afastar quem tenta mostrar
a verdade dos fatos. Um comportamento medíocre
e indigno para quem se dizia candidato honesto
e democrata. Lula é um carcinoma
devorando recursos e administrando mal Brasil.
É mentiroso, cínico e covarde.
Nunca a Imprensa digna deste Brasil foi
tão perseguida por falar a verdade.
Sobre a matéria, também se
pronunciou a jornalista da Radio CBN Lúcia
Hipólito.
AS CONTAS DAS ASNEIRAS DESSE DÉSPOTA
IGNARO QUEM PAGA É O POVO BRASILEIRO.
FPR
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Enviado por Ernesto Caruso*
CORREIO
BRAZILIENSE, 16/11/2007
Constituição
violentada
Ives Gandra da Silva Martins
Professor emérito das universidades
Mackenzie, Unifmu, Unifieo, Unip e das escolas
de Comando e Estado Maior do Exército
(Eceme) e Superior de Guerra (ESG)
Volto,
mais uma vez, a tratar da violência
à Lei Suprema, perpetrada por movimentos
sociais dos que se autodenominam de “sem-terra”,
violência permanentemente tolerada
pelo governo federal. Os atentados à
Constituição, perpetrados
mediante invasões de terras e prédios
públicos, não eximem seus
executores da responsabilidade por ignorância.
Têm eles plena consciência —
até porque tais movimentos são
dirigidos por pessoas que possuem formação
universitária, como é o caso
de um economista do Rio Grande do Sul —
de que as ações maculam a
Carta Máxima. Argumentam, todavia,
que, como a lei não lhes convém,
não estão obrigados a respeitá-la
e podem fazer o próprio direito,
usar a força contra o que desejarem,
pois, para eles, “a lei e o Estado”
são eles mesmos.
Não poucas vezes, os atentados são
dirigidos contra o próprio desenvolvimento
nacional, prejudicando e destruindo pesquisas
científicas cuja realização
demandou tempo, investimento e esforço,
como ocorreu no campo da biotecnologia,
sob a alegação — à
luz do profundo desconhecimento sobr | | | | |