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Bem Vindo ao Portal da
Sabedoria. |
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Histórias
do “pequeno mentecapto”
E a farsa continua.
Flavio P. Ramos
Em
nosso editorial “Pequeno Burguês Mentiroso”
mostramos as mentiras do mentecapto Lula que,
à custa de votos comprados com assistencialismo,
e de mentiras chulas, foi eleito pela segunda
vez para o mais alto cargo do país.
Fatos por nós expostos, e que foram
alvo de críticas dos “colegas de
mesmo nível cultural, do presidente mentecapto”,
estão se sucedendo como previsto.
A crise que não ia abalar o Brasil está
aí, o governo abastece seus sócios,
“os bancos” com dólares, dinheiro
que não existe, para pagar aposentados
ou dar uma solução para a saúde
ou a segurança interna.
Só os loucos querem que o Brasil dê
errado, ou os que querem o caos, mentindo, roubando
e deixando roubar, acobertando e sendo omissos
diante da realidade.
A antiga Vale do Rio Doce, atual Vale, despede
funcionários aos milhares. O mesmo acontece
com as montadoras de automóveis. Micro
e pequenas empresas estão falindo. Mas
não há crise segundo o presidente.
Os funcionários da PETROBRÁS protestam
contra os contratos de privatização.
Antes na campanha da primeira eleição
Lula era contra e acusava FHC. Esse é o
presidente da esperança! Segundo os marqueteiros
amorais e os corruptos que são beneficiários.
A soberania nacional está em risco com
a decisão do Supremo sobre territórios
indígenas, abrindo grave precedente, permitindo
a gestão indireta de ONGs nos territórios
indígenas.
A quadrilha que envergonha internacionalmente
o Brasil continua com o desgoverno e a situação
só não está pior graças
aos empresários que aprenderam a conviver
com a demência alcoólica e a omissão
do presidente.
Com a ministra “anistiada” Dilma Rousseff,
terrorista e ladra fichada, quando usava o vulgo
“ Wanda,” e outros terroristas do
mesmo naipe a canalha, não pode negar nem
espernear.
Mesmo com as emissoras de televisão (que
são uma concessão) minimizando as
conseqüências da crise, e entrevistando
os “puxadores da mentira” “autoridades
governamentais” se revezam em entrevistas
e vem a público pedir que o povo gaste
e consuma mais, e repetir as mentiras do presidente,
estimulando o povo a se endividar em louca euforia
comprista, ao contrário dos outros países
do mundo, governados por pessoas normais.
Essa senhora Dilma Rousseff é a candidata
do mentecapto para liderar o “bonde do mal”
como candidata à presidência da república
pelo PT nas próximas eleições
presidenciais.
A equipe de economistas do governo de Fernando
Henrique Cardoso, com o presidente do Banco Central
à frente da crise, é que ainda têm
conseguido minimizar os efeitos da crise. A crise
está aí destruindo a esperança
dos pequenos empresários, agricultores
e dos jovens que saem das universidades e dos
cursos técnicos e ficam sem emprego ou
em desvio ocupacional.
Movido a álcool, o fronteiriço continua
dizendo uma coisa e fazendo outra.
O “Bonde do mal da América do Sul”
acaba de reunir-se na Bahia para conspirar contra
os interesses dos povos e implantar o comunismo
como forma mentecapta de governar.
A maior crise é a interna; é uma
crise de moral, ética, é a utilização
da imprensa vendida para iludir o povo. São
os delírios de um alcoólatra na
contramão dos interesses do povo brasileiro.
Na televisão enquanto mostra gráficos
maquiados e fala de otimismo o semblante de Lula
mostra a preocupação do mentiroso
que quer ver se a mentira cola. Ser otimista é
bom ser irresponsável não.
Os bons resultados econômicos colhidos agora
são a colheita de que foi plantado nos
dois governos de FHC.
Difícil vai ser a colheita da farsa, das
perdas da refinarias da PETROBRÁS na Bolívia
da covardia diante do cocalero Evo Morales que
mudou as regras do contrato do Gás natural
como bem entendeu e dos prejuízos do Brasil
no caso do calote do BNDES.
Difícil vai ser ver os preços dos
alimentos subindo nos mercados e brincar de faz
de conta que não há crise e que
só o Brasil sabe administrar uma crise
global, é muita arrogância e megalomania.
Quando a farra do jegue de Garanhuns acabar e
a conta chegar, quem a pagará será
como sempre a população economicamente
ativa deste país, “azelites”que
Lula despreza.
Resta saber que instituições têm
a guarda da Constituição e porque
não cumprem o dever de garantir a ordem
interna contra os desmandos, preferindo a conivência
tácita. Nós sabemos quais, e você?
Não fique em cima do muro, não faça
parte da carneirada que caminha dócil para
o matadouro.
Não acredite na aprovação
que as pesquisas mostram; elas são mais
uma farsa montada pelo bonde da maldade para amedrontar
os opositores, que são a força ativa
de trabalho e de sustentação deste
país.
Acorda
Brasil!
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Carta
de médica ao Governador Sérgio Cabral
“Vagabundos”
Sabe, governador, somos
contemporâneos, quase da mesma idade,
mas vivemos em mundos bem diferentes.
Sou classe média, bem
média, médica, pediatra, deprimida
e indignada com as canalhices que estão
acontecendo.
Não conheço bem
a sua história pessoal e certamente o
senhor não sabe nada da minha também.
Fiz um vestibular bastante disputado
e com grande empenho tive a oportunidade de
freqüentar a Universidade do Estado do
Rio de Janeiro, hoje esquartejada pela omissão
e politiquices do poder público estadual.
Fiz treinamento no Hospital
Pedro Ernesto, hoje vivendo de esmolas emergenciais
em troca de leitos da dengue.
Parece-me que o senhor desconhece
esta realidade. O seu terceiro grau não
foi tão suado assim, em universidade
sem muito prestígio, curso na época
pouco disputado, turma de meninos Zona Sul ...
Aprendi medicina em hospital
de pobre, trabalhei muito sem remuneração
em troca de aprendizado.
Ao final do curso nova seleção,
agora para residência. Mais trabalho com
pouco dinheiro e pacientes pobres, o povo. Sempre
fui doutrinada a fazer o máximo com o
mínimo.
Muitas noites sem dormir, e
lhe garanto que não foram em salinhas
refrigeradas costurando coligações
e acordos para o povo que o senhor nem conhece
o cheiro ou choro em momento de dor.
No início da
década de noventa fui aprovada num concurso
para ser médica da Secretaria de Saúde
do Estado do Rio de Janeiro. A melhor decisão
da minha vida, da qual hoje mais do que nunca
não me arrependo, foi abandonar este
cargo.
Não se pode querer ser
Dom Quixote, herói ou justiceiro. Dói
assistir a morte por falta de recursos. Dói,
como mãe de quatro filhos, ver outros
filhos de outras mães não serem
salvos por falta de condições
de trabalho.
Fingir que trabalha, fingir
que é médico, estar cara-a-cara
com o paciente como representante de um sistema
de saúde ridículo, ter a possibilidade
de se contaminar e se acostumar com uma pseudo-medicina
é doloroso, aviltante e uma enorme frustração.
Aprendi em muitas daquelas noites
insones tudo o que sei fazer e gosto muito do
que eu faço. Sou médica porque
gosto. Sou pediatra por opção
e com convicção. Não me
arrependo. Prometi a mim mesma fazer o melhor
de mim.
É um deboche
numa cidade como o Rio de Janeiro, num estado
como o nosso assistir políticos como
o senhor discursarem com a cara mais lavada
que este é o momento de deixar de lenga-lenga
para salvar vidas. Que vidas, senhor governador?
Nas UPAS? Tudo de fachada para engabelar o povão!!!!
Por amor
ao povo o senhor trabalharia pelo que o senhor
paga ao médico?
Os médicos não
criaram os mosquitos. Os hospitais não
estão com problema somente agora. Não
faltam especialistas. O que falta é quem
queira se sujeitar a triste realidade do médico
da SES para tentar resolver emergencialmente
a omissão de anos.
A mídia planta
terrorismo no coração das mães
que desesperadas correm a qualquer sintoma inespecífico
para as urgências. Não há
pediatra neste momento que não esteja
sobrecarregado. Mesmo na medicina privada há
uma grande dificuldade em administrar uma demanda
absurda de atendimentos em clínicas,
consultórios ou telefones. Todos em pânico.
E aí vem o senhor com
a história do lenga-lenga.
Acorde governador. Hoje
o senhor é poder executivo. Esqueça
um pouco das fotos com o presidente e com a
mãe do PAC, esqueça a escolha
do prefeito, esqueça a carinha de bom
moço consternado na televisão.
Faça a mudança. Execute.
Lenga-lenga
é não mudar os hospitais e os
salários.
Quem sabe o senhor poderia
trabalhar como voluntário também.
Chame a sua família. Venha sentir
o stress de uma mãe, não daquelas
de pracinha com babá, que o senhor bem
conhece, mas daquelas que nem podem faltar ao
trabalho para cuidar de um filho doente. Venha
preparado porque as pessoas estão armadas,
com pouca tolerância, em pânico.
Quem sabe entra no seu nariz
o cheiro do pobre, do povo e o senhor tenta
virar o jogo.
A responsabilidade é
sua, governador.
Afinal, quem é, ou são,
os vagabundos, Governador ?
Regina Marinho
Secretária Executiva
Rua Senador Dantas, 74 - 12º andar, Rio
de Janeiro - RJ – Centro.
E-mail: reginaf@fenaseg.org.br Tel: 21 2510-7716
Fax: 21 2510-7842
N.R. A Lei brasileira
faculta o direito de resposta em mesmo espaço
e no mesmo veículo que o governador acusou
a classe médica. Entretanto isso não
vem acontecendo. Por quê? A mordaça
que o governo do PT e seus aliados exercem não
permitiu que a matéria fosse tratada
com igualdade de condições e o
povo só acredita no que vê na televisão,
prevalecendo assim o que disse o governador,
denegrindo uma classe inteira de médicos.
A bem da verdade,
a carta em questão traz ao leitor mais
que um desabafo, revela, de dentro, comprovação
do sucatamento da saúde no estado do
Rio de Janeiro e como são tratados os
seus agentes, resultando em sofrimento para
os usuários e para os médicos
e agentes de saúde.
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Seminário
apresenta caminhos para a
implantação da agenda 21
As ferramentas e ações
necessárias para a implantação
da agenda 21 nos municípios brasileiros foram
as principais questões discutidas por representantes
do governo Estadual e Federal, Organizações
Não Governamentais, Unesco, professores e estudantes
durante o Seminário “Os Desafios do Século
XXI” que terminou ontem (sexta-feira), no Hotel
Bourbon Cataratas, em Foz do Iguaçu.
O evento marca uma das primeiras
realizações que Foz do Iguaçu está
desenvolvendo para se tornar um exemplo de cidade ecológica
e o lançamento da Eco-Foz 2007, que será
no mês de maio de 2007, encontro que comemorará
os 15 anos da Eco-92, que ocorreu no Rio de Janeiro.
A Prefeitura pretende nos próximos dois anos
implantar cerca de 30 projetos que irão transformar
a cidade em modelo sustentável. Mas para o sucesso
dessa iniciativa será preciso a participação
da comunidade, pois a maioria dessas ações
depende da mudança de comportamento das pessoas.
O representante do Diretor
Mundial da Cadeira da Unesco da Cultura, Turismo e Desenvolvimento,
Jean Dominique Joutrand, que veio da França,
elogiou projetos já implantados na cidade. “Na
minha visita ao Parque Nacional, pude sentir o quanto
vocês entenderam sobre a importância do
desenvolvimento sustentável, principalmente na
área de turismo. Comparando com outros parques
que conheço posso dizer que as Cataratas do Iguaçu,
são o lugar melhor administrado dentro do espírito
da Agenda 21”.
O diretor destacou que a aplicação
das ações depende da autoridades e é
preciso investir nas pessoas e dar os meios para a sua
implantação. “Não se trata
de abdicar o conforto. É preciso ser prudente
e ter vontade de mudar. São pequenos gestos em
níveis locais que vão contribuir na construção
de um novo mundo”, explicou Dominique.
A implantação
da agenda 21 está atrasada em todo o mundo e
se concentra na Europa, principalmente nos 15 países
mais ricos. De acordo com dados da Unesco são
12 mil territórios que já implantaram
a agenda 21, sendo que 82% deles estão na Europa,
10,5% na Ásia, 2,5% na África, 1,5% na
América do Norte e 1,5% na América do
Sul. “O avanço na Europa aconteceu devido
a uma decisão política do governo, onde
os repasses financeiros para os projetos somente aconteceram
em cidades e regiões que implantaram as metas
das agenda 21”, explicou o representante da Unesco.
Ele lembra que os primeiros efeitos aparecem depois
de 5 anos da implantação dos primeiros
projetos e depois de 10 anos se percebe resultados mais
concretos.
Da palavra para
a ação
Um exemplo de projeto da agenda
21 foi implantado na região de Provence, Sul
da França. Numa cidade de 20 mil habitantes a
gestão ecológica do lixo foi a meta para
separação adequada dos resíduos
orgânicos e sólidos. Uma ampla campanha
de sensibilização foi desenvolvida nas
escolas, empresas e comunidade para a conscientização
sobre a importância do projeto. “Os resíduos
orgânicos são levados ao aterro sanitário
coberto por terra e em 50 anos será transformado
em um parque. Os resíduos sólidos (plástico,
vidro e papel) são destinados às usinas
de reciclagens regionais, que geram emprego e renda
para as famílias da região”, explicou
Dominique. Na área de educação
o processo é contínuo com a colaboração
de escolas na implantação de ações
do Centro de Educação Permanente. As pesquisas
da Unesco apontam que o sucesso de cada projeto depende
90% da mudança de comportamento das pessoas.
No Brasil, o município
de Ribeirão Pires, de 130 mil habitantes, próximo
da região do grande ABC em São Paulo,
iniciou a implantação da agenda 21 neste
ano, na administração do prefeito Clóvis
Volpi, com o objetivo de resgatar a identidade das pessoas
em relação ao amor pela cidade, com ações
culturais na área do teatro e música,
incentivo ao turismo com a implantação
de empreendimentos de pousadas, resorts e esportes radicais.
Um pólo industrial também está
sendo desenvolvido dentro do conceito da agenda 21,
com indústrias não poluentes, e incentivo
fiscal. Com a implantação destas ações
o governo municipal espera uma melhor qualidade de vida
para a população, redução
de problemas de saúde (ligados principalmente
a problemas da água e do ar), geração
de empregos e aumento do número de turistas regionais.
Outra ação destacada
no Seminário “Os Desafios do Séculos
XXI” foi apresentado pela Promotora de Justiça
do Meio Ambiente do Paraná, Luciana Moreira.
Ela anunciou aos participantes que o Ministério
Público está implantando um atendimento
inédito. Marcando a descentralização
prevista nas diretrizes da agenda 21, estão sendo
instaladas promotorias de justiça nas bacias
hidrográficas do Paraná. Essa ação
dá início para que o Estado obtenha a
certificação ISSO 14000. “Somos
parceiros e estamos tentando adequar a instituição
as essas novas normas exigidas pela questão ambiental”,
disse a Promotora.
O Seminário terminou
ontem (sexta 18), com diversas palestras e debates sobre
como tornar realidade implantação de ações
da agenda 21, as vantagens econômicas para os
municípios e o modelo de cidade sustentável.
No final do seminário os participantes aprovaram
a Carta de Foz Propondo as Bases para o Pacto Sustentável
no Brasil e especialmente no Paraná.
Avaliação
das autoridades
O secretário de Meio
Ambiente do Paraná, Luiz Eduardo Cheida, que
representou o governador Roberto Requião, cumprimentou
o secretário Extraordinário Rio + 15,
Hamilton Serighelli, e o prefeito Paulo Mac Donald,
pela iniciativa de implantar no município a Agenda
21. Isso representa mudança de comportamento
e incorporação da visão sócio-ambiental
de crescimento e desenvolvimento.
O secretário lembrou
aos participantes que os grandes problemas ambientais
são resultado de pequenos problemas locais, presentes
em nossa realidade. Para resolvê-los é
preciso ouvir e discutir. A solução será
como uma partitura de música que apesar das notas
diferentes (diversidade que nos une), resulta numa canção.
“É assim que pretendemos fazer com a agenda
21. Para que essa grande virada possa acontecer temos
que nos unir para fazer o ambiente que queremos, não
só em Foz, no estado ou no país, mas em
todo o mundo, porque o planeta é um só”,
ressaltou Cheida.
Para o secretário Extraordinário
da Rio + 15, Hamilton Serighelli e o coordenador da
Agenda 21 Nacional, Sérgio Bueno, o modelo de
desenvolvimento sustentável tem que ser feito
com a sociedade e a participação das comunidades.
O que foi compartilhado pelas autoridades presentes
como a coordenadora do Fórum Permanente da Agenda
21 Paranaense, Schirle Branco, o representante do Movimento
Pró Ong, Jorge Ramm.
O diretor da Itaipu Binacional,
Jorge Samek, que tem formação como engenheiro
agrônomo, fez uma avaliação das
mudanças de conceitos nos últimos 30 anos.
“Na década de 70, quem falava em sustentabilidade
e ecologia não era levado a sério. Na
escola aprendíamos como derrubar a mata e usar
veneno no solo, além de construir casas próximas
aos rios. Mas de repente a natureza começou a
dar o troco, com a ocorrência de vários
desastres provocados pela falta de cuidado com o meio
ambiente e foi necessária a reversão desse
processo”, avaliou Samek.
O diretor disse que como as
escolas mudaram e agora trabalham com a conscientização
dos jovens, também as empresas estão preocupadas.
“Nós na Itaipu estamos empenhados e fazendo
a nossa parte. Através do projeto “Cultivando
Água Boa”, desenvolvemos 67 atividades
que compõem esse programa. Estamos conseguindo
resultados consideráveis na área de preservação
e construindo uma geração melhor. Temos
obrigação de devolver nossa terra em condições
melhores do que herdamos”, finalizou Samek.
Para o Prefeito Paulo Mac Donald,
o diretor da Itaipu, mostrou com clareza a situação
atual do planeta. “Isso deixa claro que só
a conscientização humana é a suprema
força desse planeta. As mudanças começam
em pequenos grupos que vão acordando para o problema
da preservação e isso vai se estendendo.
O mesmo acontece com as cidades, algumas iniciaram mais
cedo processos de recuperação ambiental,
como Ribeirão Pires, que está aqui para
nos dar exemplo de desenvolvimento sustentável,
também Foz do Iguaçu decidiu assumir esse
projeto”, disse Paulo.
De acordo com o Prefeito a cidade está em momento
extraordinário. A Secretaria Rio + 15 foi criada
como um alerta. Os compromissos assumidos na Rio 92
não têm sido respeitado, mas nós
queremos ser referência e estamos trabalhando
para isso. Estamos começando com o respeito ao
ser humano. Está em fase de implantação
um programa sustentável de habitação
que está atendendo prioritariamente pessoas que
vivem em áreas a beira dos rios, que serão
transferidas para outros locais mais seguros e distante
de inundações.
“Essa é apenas uma das ações
que pretendemos desenvolver. Nossa secretaria Rio +
15, está trabalhando em outros projetos e quando
chegar a Eco Foz-2007, queremos que todos digam que
Foz do Iguaçu fez a sua parte e temos até
2007 para isso”, convocou o Prefeito.
Para mais informações e fotos acesse o
site www.fozdoguacu.pr.gov.br
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