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HOMENAGEM A HONDURAS

Gen Ex José Carlos Leite Filho-linsleite@supercabo.com.br-30./09/09
Publicado no “O Jornal de Hoje”, de 01/10/09 – Natal, RN

“Aqui, na democracia tupiniquim, vale permitir até a reeleição de vendilhão da Pátria”!!!
Roberto Gama e Silva, Almirante MB.


A questão de Honduras, tão focalizada pela mídia, é algo que evidencia a hipocrisia da política externa brasileira conduzida pelo presidente Lula e por seus “companheiros” Marcos Aurélio Garcia e Celso Amorim, e também a de outros governos.

Fala-se muito em um inaceitável “golpe militar”, a começar pelo nosso boquirroto presidente, referindo-se ao afastamento do ex-presidente Manuel Zelaya! A criação de um falso cenário, pelo malabarismo dos fatos à base de mentiras e deturpações, mostra bem o viés ideológico impregnado ao sabor de interesses chavistas-lulistas, além da torpe exploração antimilitarista.

Ninguém pode contestar o direito de qualquer país, decorrente dos princípios de soberania e de autodeterminação, elaborar suas próprias leis, máxime a sua Constituição, sem que isso configure ofensa à Democracia. Em Honduras, o que houve, em verdade, foi uma tentativa de violentar cláusulas pétreas da Constituição, há muitos anos vigente, por parte do ex-presidente Zelaya, quando tentou, sob sabida influência do ditador Hugo Chávez, aumentar a sua permanência no poder.

Em um inteligente e oportuno artigo intitulado “À luz da Constituição, não houve golpe em Honduras”, no qual me ampararei, o doutor e mestre em Direito pela USP, Lionel Zaclis, após análise dos fatos, assim se expressou:

“-a Constituição prevê que a mera tentativa, por parte de todo e qualquer servidor público, de alterar o sistema de eleição do presidente da República implica imediata perda do cargo (artigo 239 e alínea);

-são intangíveis as disposições constitucionais concernentes, inter alia, ao período presidencial e à proibição de que alguém seja presidente da República por mais de um mandato (art. 374);

-o presidente da República baixou um decreto propondo a realização de uma consulta sobre a convocação de uma assembléia constituinte, sendo público e notório o propósito de alterar a cláusula pétrea que proíbe um novo mandato;

-o presidente da República não obedeceu à decisão do juiz competente, confirmada em segunda instância, que suspendeu a execução do decreto;

-o presidente da República destituiu o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, quando, por força do artigo 279, apenas o Congresso de Deputados pode fazê-lo;

-a Suprema Corte acolheu a denúncia formulada pelo Ministério Público, decretando a prisão preventiva do presidente da República;

-com a vacância do cargo, este foi preenchido pelo presidente do Congresso Nacional, de acordo com o disposto no artigo 242 da Constituição;

-houve respeito ao princípio do devido processo legal, pelo menos quanto ao seu conteúdo mínimo (contraditório, juiz natural, motivação das decisões, prova lícita, etc.)”.

Disse mais o doutor e mestre Lionel Zaclis: “O eleito pelo povo há que respeitar a Constituição e as leis do país, e não destruí-las aproveitando-se do poder de que se investiu mercê da eleição. Eleição pelo povo não significa, por si só, alvará pleno para que o eleito possa fazer tudo que bem entender, inclusive destruir a ordem constitucional e, em conseqüência, a democracia, sob cuja égide se elegeu. Diz-se ainda ter havido um golpe militar “com apoio do Ministério Público, da Suprema Corte e do Congresso Nacional”. Ora o que exsurge do relato dos fatos é exatamente o contrário, ou seja, a Suprema Corte é quem decidiu pelo afastamento do presidente, fazendo-o a requerimento do Ministério Publico, com a aprovação do Congresso, tendo a força militar sido requisitada pelo Poder Judiciário, nos termos do artigo 313 da Constituição, para o fim de fazer cumprir a ordem judicial.”

Arremato as transcrições com o açoite de palavras corajosas e verdadeiras: “É interessante notar como certas figuras, de tão acostumadas a desrespeitar o seu próprio Estado de Direito sem que nada lhes aconteça, não conseguem se dar conta de que, em outros países, ainda que insignificantes em termos territoriais, possa haver cidadãos menos frouxos, com coragem e vontade política suficiente para fazer vingar as instituições e as leis ali imperantes.”

Honduras é um país pequeno, é verdade, mas está demonstrando possuir Instituições fortes e capazes de resistir a pressões espúrias, venham de onde vierem.

Enquanto isso, o Brasil, mais uma vez, apequenou-se em termos diplomáticos, chegando ao cúmulo de ter a sua embaixada, em Tegucigalpa, ocupada e transformada em um escritório político onde os invasores mandam e desmandam!

(Gen Ex José Carlos Leite Filho-linsleite@supercabo.com.br-30./09/09)
(Publicado no “O Jornal de Hoje”, de 01/10/09 – Natal,RN)

 

 

 

Honduras: Golpe de quem?

Ernesto Caruso, 02/07/2009

Entendemos assim o afastamento do presidente Manuel Zelaya perante a Constitución Politica de la Republica de Honduras, considerando-a a partir do seu texto final que consubstancia uma vontade férrea de evitar a reeleição do presidente da República, como explicita o Artigo 374: “- No podrán reformarse, en ningún caso, el artículo anterior, el presente artículo, los artículos constitucionales que se refieren a la forma de gobierno, al territorio nacional, al período presidencial, a la prohibición para ser nuevamente Presidente de la República, el ciudadano que lo haya desempeñado bajo cualquier título y el referente a quienes no pueden ser Presidentes de la República por el período subsiguiente.”

O Art 4 define a forma de governo, os poderes, e taxativamente impõe: “La alternabilidad en el ejercicio de la Presidencia de la República es obligatoria.”, atribuindo pena severa a quem o transgredir:
“La infracción de esta norma constituye delito de traición a la Patria.”
O Art 237 determina “- El período presidencial será de cuatro años…”

Embora o Art 5 privilegie a consulta por plebiscito ou referendo, impede a participação popular quando se refere à modificação do Art. 374 e de outras normas constitucionais, como assim delineado:
“ARTICULO 5. ...A efecto de fortalecer y hacer funcionar la democracia participativa se instituyen como mecanismos de consulta a los ciudadanos el referéndum y el plebiscito para asuntos de importancia fundamental en la vida nacional. …

El plebiscito se convocará solicitando de los ciudadanos un pronunciamiento sobre aspectos constitucionales, legislativos o administrativos, sobre los cuales los Poderes Constituidos no han tomado ninguna decisión previa. …

El ejercicio del sufragio en las consultas ciudadanas es obligatoria. No será objeto de referendum o plebiscito los proyectos orientados a reformar el Artículo 374 de esta Constitución.

Observa-se que o Art. 205 reforça os cuidados com os artigos 373 e 374:
“ARTICULO 205.- Corresponde al Congreso Nacional, las atribuciones siguientes: …10. Interpretar la Constitución de la República en sesiones ordinarias, en una sola legislatura, con dos tercios de votos de la totalidad de sus miembros. Por este procedimiento no podrán interpretarse los Artículos 373 y 374 Constitucionales.”

Dizem e repetem que desejam a alternância do poder que é o cerne da democracia, como se destaca:
“ARTICULO 239.- El ciudadano que haya desempeñado la titularidad del Poder Ejecutivo no podrá ser Presidente o Designado. El que quebrante esta disposición o proponga su reforma, así como aquellos que lo apoyen directa o indirectamente, cesarán de inmediato en el desempeño de sus respectivos cargos, y quedarán inhabilitados por diez años para el ejercicio de toda función pública.”

A Constituição hondurenha tem primorosa salvaguarda para evitar o emprego da máquina administrativa, não só na reeleição do presidente da República, como impede que os auxiliares diretos, como os secretários de Estado, sejam eleitos a presidente ou vice da República, como externa o “ARTICULO 240.- No pueden ser elegidos Presidente ni Vicepresidente de la República: 1. Los Secretarios y Sub-Secretarios de Estado, Magistrados del Tribunal Supremo Electoral, Magistrados y Jueces del Poder Judicial, Presidentes, Vicepresidentes, Gerentes, Subgerentes, Directores, Subdirectores, Secretarios Ejecutivos de Instituciones Descentralizadas y Desconcentradas; Miembros del Tribunal Superior de Cuentas; Procurador y Subprocurador General de la República; …”

Creio que o debate deve ser em torno dos aspectos legais e não das paixões e cumpadrismo político ou ideológico, além do que as eleições previstas deverão ser realizadas como afiança o presidente em exercício, Micheletti Baín: "Asumo el reto de estos seis meses y prometo que el 29 de noviembre habrá elecciones para que los hondureños elijan a su nuevo presidente".

Assim, à luz das regras constitucionais daquele país, se as que foram expostas devem valer, não é possível, nem por referendo ou plebiscito, adotar-se a viciosa reeleição que de forma despudorada foi estabelecida no Brasil, um mal transferido de FHC a Lula.

Por outro lado, não deixa de ser uma lição a nós brasileiros, que estamos assistindo de forma abusiva a campanha do governo Lula em prol da candidatura à Presidência da República da ex-terrorista e ministra Dilma Roussef. Da feita que a ministra foi sugerida, indicada, apresentada, como candidata, devia ser proibida a sua participação nos comícios, palanques, reuniões públicas com caráter de inauguração de obras ou comemorativos de qualquer espécie, muito menos o seu nome ser citado, como tem sido a praxe. Será uma atitude pertinente em nome da dignidade e lisura na disputa eleitoral, se um partido ou órgão de classe recorrer à Justiça para vetar a referida candidatura tão logo seja registrada.

Ou alguém não sabe que ela é a única candidata em campanha?

 


Trapalhões da diplomacia

Ernesto Caruso, 26/09/2009

Entre as desgraças televisivas dos abusos sexuais sobre indefesas e inocentes crianças por avô, tio e padrasto, sobre os produtores rurais que têm que dobrar a produção “na lei ou na marra”, ou perdem as terras como querem Lula – Dilma – MST, lembrando Goulart – Brizola – Ligas Camponesas, surgem sob os holofotes os trapalhões da diplomacia a desconcertar o que estava afinado pelos Poderes constituídos, harmônicos e independentes da pequena Honduras, diverso deste bagunçado, ébrio e prostituído país.

Lua-Sgt Pincel com cartola e fraque apela para a platéia interrogando que se deve acreditar nas palavras dele ou dos golpistas, maquiado pela longa experiência nos palanques-picadeiros, como grande ilusionista, tirando leite de pedra, moeda de nariz e relógio, tudo o que pode, escondendo com maestria. Aos olhos do mundo, diretamente das ONU.

Amoril-Dedé faz um gesto com o dedo indicador — como se fosse um fuzil, como diz — voltado para a própria cabeça, olhar pequeno, arregalado, garoto esperto, divertido, afiançando que o Exército daquela nação, alvo da sanha vermelha Chávez-Morales-Fidel, que só deseja alternância no poder, depôs um presidente eleito.

Magtoptop-Zacarias (Zacarias de alegre memória) chama a unanimidade legalmente estabelecida, constitucional de Honduras, não aliada-combinada-mancomunada como cá, de golpistas e mentirosos. Só faltou dar aquele rizinho de ironia e repetir o gestual célebre que caracteriza o seu comportamento às escondidas, mas captados pelas câmeras indiscretas.

Atores respeitados que fazem palhaçadas para a alegria da petizada e não governantes aloprados que agem em benefício da petezada.
Só os vendo com zombaria, pois é humanamente impossível observá-los sob outro prisma, tal o descaramento e a coragem dessa gente como dispõe dos microfones e imagens enganando, pois eles próprios menosprezam a inteligência dos outros e agridem os princípios que norteiam as relações entre as nações. A autodeterminação não é considerada, as regras de asilo são desprezadas.

A normalidade, os fatos históricos tradicionais, relevantes e registrados, expõem que alguém perseguido politicamente em seu país busca abrigo em uma Embaixada e que via de regra, após gestões diplomáticas, se lhe concede salvoconduto para sair como asilado. Nem sempre muito fácil, principalmente em se tratando dos países comunistas. Foi assim, com o Cardeal Jószef Mindszenty refugiado até 1971 na Embaixada norte-america¬na em Budapeste, ele que fora condenado à morte, depois prisão perpétua, pelo regime comunista em 1949 e libertado por ocasião da Revolução Húngara de 1956 (na foto com os seus libertadores), reprimida pelo exército russo.

Foi assim, com o Cardeal Jószef Mindszenty, refugiado até 1971 na Embaixada norte-america¬na em Budapeste, ele que fora condenado à morte, depois prisão perpétua, pelo regime comunista em 1949 e libertado por ocasião da Revolução Húngara de 1956 (na foto com os seus libertadores), reprimida pelo exército russo.

Em Honduras se deu o contrário, o impedido legalmente, como Collor, já fora daquele território retorna afrontosamente para ser acolhido na Embaixada do Brasil. Não a respeita. Leva uma turba, um bando, guardacostas, a invade, toma de assalto, faz dela um palanque, típica ação do MST, com discursos desafiantes e apoiados pelo governo LULA/AMORIM/GARCIA, que fomenta a anarquia para produzir mártires , mortos e feridos, por eles dito, e repetido pelos repórteres.

O incrédulo disso tudo no contexto da nefasta ação governamental nas áreas da segurança, crimes e mais crimes, cada vez mais bárbaros, pelos maus exemplos que dão; da saúde, com tanta gente desassistida e morrendo nas portas de hospitais, perambulando de porta em porta em busca de socorro; da educação, com os professores, muitos dos quais adeptos do PT, agredidos por alunos enfurecidos, drogados, com o parâmetro do ministro-funkeiro.

Honra seja feita. Os telejornais, de um modo geral, mudaram os pronunciamentos. Hoje informam o desrespeito de Zelaya aos ditames constitucionais e o seu afastamento imposto pela Justiça de Honduras.

O Exército daquele país cumpriu com as suas obrigações com a Pátria e não com governos e poderes carcomidos.

 


A Justiça é cega

*Ricardo Noblat, jornalista

O que é o que é?
Tem tromba de elefante, corpo de elefante, presas de elefante, patas de elefante, caminha como um elefante, mas não é um elefante, segundo o Supremo Tribunal Federal?

É o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci depois de livrar-se da denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República contra os suspeitos pela quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa.

“Decisão judicial não se discute, cumpre-se”, repetem os que consideram errada uma sentença, mas preferem calar a respeito.

Decisão judicial se discute, sim, ora essa. Juiz não é infalível.

A infalibilidade do Papa só se tornou dogma em 1817. Mesmo assim se restringe às questões e verdades relativas à fé e à moral. Acata-se decisão judicial. Mas quando possível se contesta junto à própria Justiça.

Francenildo foi caseiro de uma mansão em Brasília frequentada por prostitutas de luxo, Palocci e ex-assessores da época em que ele foi prefeito de Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Desconfia-se que ali também rolavam negócios sujos. Nunca se investigou.

Em depoimento na CPI dos Bingos do Senado, um motorista que servira à turma de Ribeirão Preto havia dito ter visto Palocci na mansão várias vezes. Palocci jurou jamais ter ido lá.

Descoberto pelo jornal O Estado de S. Paulo, Francenildo contou que flagrara Palocci na mansão de 10 a 20 vezes. A entrevista foi publicada no dia 14 de março de 2006.

No dia 16, Francenildo renovou a acusação na CPI. "Vou morrer dizendo isso", enfatizou.
Só pôde falar na CPI porque chegou com atraso ao Senado liminar concedida pelo ministro Cezar Peluso em ação impetrada pelo PT proibindo Francenildo de depor.

No mesmo dia, pelo menos seis órgãos do Estado, entre eles a Polícia Federal e a Receita, se ocuparam em devassar a vida de Francenildo.

Um empregado da jornalista Helena Chagas confidenciara à ela que Francenildo procurava uma casa para comprar. Como poderia ter tanto dinheiro para isso?

A informação bateu nos ouvidos do senador Tião Viana (PT-AC), que a repassou a Palocci, que convidou Helena para um encontro.

Palocci perguntou a Helena se o empregado dela toparia depor contra Francenildo. Helena respondeu que não.

Às 19h, no Palácio do Planalto, Palocci reuniu-se com Jorge Mattoso, presidente da Caixa Econômica. Em seguida foi para casa e Mattoso voltou ao prédio da Caixa.

Às 20h, Mattoso entregou a um assessor o CPF e o nome completo de Francenildo. Saiu para jantar em um restaurante.

Dali a uma hora, Mattoso recebeu do assessor um envelope pardo com os extratos bancários de Francenildo, dono de uma conta na Caixa e de depósitos que somavam R$ 38,860,00.
Estava consumado o crime de quebra do sigilo bancário.

Ainda no restaurante, Mattoso atendeu a um telefonema de Palocci. Foi ao encontro dele. Palocci examinou os extratos. Que no dia seguinte foram parar na sucursal da revista ÉPOCA.

Pouco depois das 19h do dia 17, a revista postou os dados em seu site junto com a explicação de Francenildo sobre a origem do dinheiro – uma doação do empresário Eurípides Soares da Silva, seu pai.

Eurípides confirmou a doação, mas negou que fosse pai de Francenildo.

A tentativa de desacreditar o caseiro, sugerindo que ele fora subornado para mentir, acabou desmontada até as 22h. A mãe de Francenildo admitiu que ele era filho bastardo do empresário. O próprio Eurípides confessou que dera dinheiro a Francenildo para não ter que reconhecê-lo como filho.

“Por que fizeram isso comigo?” – queixou-se Francenildo. "Por que não fizeram com o ministro?"

Porque “a corda sempre arrebenta do lado do mais fraco”, conferiu o ministro Marco Aurélio de Melo, um dos quatro votos vencidos na sessão do Supremo da semana passada. Cinco colegas dele rejeitaram a denúncia contra Palocci. Não viram indícios suficientes de sua participação na quebra do sigilo.

Sobrou para Mattoso, que será o único processado pela quebra do sigilo bancário do caseiro.
Para a Justiça, o elefante da história é ele.

Quanto a Palocci, poderia ter denunciado Mattoso ao receber dele extratos que ele nega ter encomendado. Afinal, estava diante de um ato criminoso.

Ignora-se por que não o fez "!" (Ponto de ironia)

*Ricardo Noblat -nasceu em Recife, 1949 é jornalista, formado pela Universidade Católica de Pernambuco.

Atualmente, mantém um blog sobre política no portal do jornal O Globo. Foi editor-chefe do Correio Braziliense e da sucursal do Jornal do Brasil, em Brasília.Trabalhou como repórter do jornais Diário de Pernambuco, Jornal do Commercio e das sucursais do Jornal do Brasil e da revista Veja em Recife. Noblat também foi chefe de redação da sucursal da revista Manchete. Chefiou a sucursal da revista Veja durante dois anos, em Salvador. Depois foi editor-assistente da mesma revista em São Paulo.

Em Brasília desde 1982, foi editor regional da sucursal do Jornal do Brasil. Trabalhou novamente como repórter da sucursal de O Globo, em 1989, de onde foi chefiar a sucursal da revista IstoÉ. Entre 1991 e 1992 trabalhou em Angola na campanha de José Eduardo dos Santos, que já governava aquele país desde 1979 sem nunca ter sido eleito. Assumiu em 1994 a direção de redação do jornal Correio Braziliense, permanecendo no cargo até novembro de 2002.

Em março de 2004 criou o Blog do Noblat, hospedado no site do jornal O Globo. Hoje, ele escreve às segundas-feiras para o jornal O Globo.

Ricardo Noblat também é autor dos livros A Arte de Fazer um Jornal Diário, O Que É Ser Jornalista e Céu dos Favoritos.

 

A Desmoralização das Forças Armadas

Por *Jorge Serrão

O desgoverno do “Foro de São Paulo” resolveu acelerar seu processo de propaganda ideológica para desmoralizar e "demonizar" as Forças Armadas. Elaborada nos moldes do marketing de guerra bolchevique-nazista, a estratégia geral consiste em produzir efeitos psicossociais, em curto e médio prazo, para diminuir e colocar em dúvida o respeito que a opinião pública tem pelo Exército, Marinha e Aeronáutica.

A principal meta é reverter os resultados de uma pesquisa de opinião divulgada semana passada, feita com 1.200 entrevistados pela Fundação Getúlio Vargas, constatou que as Forças Armadas ocupam o primeiro lugar no índice de confiança, na comparação com outras 17 instituições.

A campanha de destruição de imagem tem três objetivos fundamentais. O primeiro é jogar a opinião pública contra as "legiões" para que seus integrantes se sintam intimidados a reagir contra o processo revolucionário inegavelmente em marcha. O segundo é vender à sociedade a imagem de que as Forças Armadas precisam sofrer reformulações radicais em suas bases, conforme algumas propostas de mudança contidas na Estratégia de Defesa Nacional lançada recentemente. O terceiro é associar os militares diretamente ao autoritarismo,pintando-os como entraves constantes para a "democracia".

Quatro ministros do governo Lula lideram diretamente a campanha de desmoralização contra as Forças Armadas: Tarso Genro (Justiça), Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), Dilma Rouseff (Casa Civil e
potencial presidenciável) e Franklin Martins (Comunicação).

O governo agora prepara um comercial de televisão em que aparecerão mães de desaparecidos políticos, nos tempos dos governos militares (1964-1985), segurando fotos dos filhos e chorando que não querem morrer sem saber o paradeiro deles.

O comercial tem duas intenções. A primeira reforçar a tese de que o Supremo Tribunal Federal tem de rever a abrangência da Lei de Anistia (Lei nº 6.683/79). A segunda é preparar o lançamento, até maio, de um sistema de acesso a dados, de 14 arquivos estaduais, chamado Projeto Memórias Reveladas.

O governo publicará um edital para convocar donos de acervos particulares a transferirem documentos sobre o período pós-64 para arquivos públicos. Ontem, inclusive, o ministro Paulo Vanucchi voltou a pedir que a "sociedade civil" intensifique a pressão para que documentos e informações sobre o paradeiro de desaparecidos políticos sejam revelados. Vanucchi apelou ontem que "vítimas da repressão do regime militar", seus familiares e entidades de classe, devem entupir o STF com ações judiciais em massa contra a Lei de Anistia e pedindo punição para "os torturadores". Propagandisticamente, o termo genérico "torturadores" inclui todos os militares...Curiosamente,o chefão Lula tenta manter uma posição pública "em cima do muro", fingindo ser diferente dos anti-militares que compõem seu desgoverno.

Anteontem, Lula deu uma entrevista ao jornalista Jorge Oliveira - que dirige um documentário sobre o operário Manoel Fiel Filho, um dos mártires pós-64. Lula deixou claro que a Lei de Anistia foi aprovada pelo Congresso e deve ser respeitada.Lula ressaltou que a lei anistiou a todos, e que o governo não tem como interferir. No entanto, Lula pondera que cabe à Justiça se manifestar sobre o assunto. A campanha contra as Forças Armadas, no entanto, tem objetivos geopolíticos e estratégicos muito mais graves.

O Alerta Total publicará, na edição de domingo, com exclusividade, um documento oficial revelando o que existe por trás da Estratégia Nacional de Defesa (e não Estratégia de Defesa Nacional) lançada pelos ministros Nelson Jobim (Defesa) e Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos).

Os militares terão a oportunidade de conhecer seus verdadeiros inimigos. Aqueles que os atacam agora são meros agentes conscientes da propaganda contra o Brasil.

*Jorge Serrão- Editor Chefe do Blog Alerta Total, publicado na edição do Blog Alerta Total de 28 de Fevereiro de 2009.

 

Lina aos leões
“A ordem de atacar de Lula na véspera foi cumprida no evento”EC
“Omissão e mentiras sustentam o
Executivo repulsivo e o Legislativo submisso.
Uma vergonha que se repete mais uma vez,
até quando?”FPR

*Ernesto Caruso, 19/08/2009

O jeito de ser do PT transformou ontem o Senado, sem a presença de *Incitatus, mas lembrou em arena do Coliseu, reeditando o espetáculo, cristãos versus leões, onde a serenidade da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira teve que enfrentar a destemperança de alguns senadores da base política do governo Lula.

A senadora Ideli Salvati, do PT, depois de azeitar a sua fala e até pedir desculpa, disparou o dardo da agressividade: “VS mentiu na entrevista à Folha, ou está mentido agora.” Eis que Lina Vieira, sem perder a calma, respondeu que confirmava a entrevista com o que expusera naquele momento, diante da Comissão. A incompreensão da senadora repousa no fato do pedido da ministra Dilma Roussef para agilizar a investigação daquela instituição sobre o filho do senador Sarney, como exposto nas duas oportunidades e a expressão que se sucede, “para encerrar, logo”, como se esta tivesse o significado de suspender o processo. Lina Vieira de maneira alguma diz que a ministra mandou aprofundar ou sequer influir positiva ou negativamente na apuração, como entendi, mas não deixa de considerar uma intromissão descabida e desnecessária, pois ao retornar e verificar o processo, constata que a Justiça já determinara a agilização.

A ordem de atacar de Lula na véspera foi cumprida no evento, pois fizeram foco na agenda, algo que fosse apresentado por escrito, ao que Lina Vieira respondeu que para falar a verdade não precisa de agenda. Relata com pormenores desde o convite para uma reunião reservada, feito pela secretária Casa Civil, Erenice Guerra (já envolvida em outros escândalos) até o deslocamento por meio de transporte terceirizado, fácil de se verificar, chegada à garagem, etc..., completando, que não é fantasma, e tudo deve estar filmado pelas câmeras do Palácio. Reunião reservada, sabe-se lá com que objetivos, fora da hierarquia, rápida como dito, uns dez minutos, não deve constar em agendas.

O senador Mercadante levanta uma agressiva alternativa; a antiga auxiliar do governo, como secretária da Receita, mentiu quanto à reunião ou prevaricou por não denunciar a ministra pelo cometimento de falta grave, ao que Lina Viera confirma a solicitação da agilização do processo do filho do Sarney, sem emitir juízo de valor. O senador parecia enraivecido pelo tom de voz diante da serenidade.

Um outro ponto debatido foi a entrevista, como se a ex-secretária tivesse provocado por ter sido demitida do cargo. Disse que foi procurada pelos jornalistas e solicitada a confirmar a reunião com a ministra Dilma.

Sobre esse assunto, o senador Suplicy, muito sorridente e serpenteando por entre as palavras, perguntou se a ex-secretária não tratara da reunião com o seu marido, lá presente e adulado pelo senador, e que em conversa informal transmitira a existência da reunião. Escutou da questionada que ela aborda atividades do trabalho com familiares.

Sobre a Petrobrás respondeu ao senador Erasmo Dias que fora convidada para comparecer à Comissão de Justiça para debater a respeito da reunião com a ministra Dilma e não se preparara para responder ao quesito formulado, mas não recuou quando o senador Mercadante a desafiou nesse tema e aí o senador resolveu deixar para outra oportunidade. Diga-se que na CPI da Petrobrás a mestra tropa de choque rejeitou o requerimento de ouvi-la. Temem o quê, se foi tão desprezado o seu depoimento, pois com escárnio o senador Jucá, disse não tinha mais que estar presente, saindo de rompante.

Ao longo das inquisições, a ex-secretária diz não entender o porquê da negativa por parte da ministra Dilma sobre o encontro, mencionada com respeito, bem como sem uma crítica ao antigo chefe ministro Mantega, nem pelo fato de demiti-la.

Bastante pressionada, não consegue se lembrar da data da ocorrência, mas que foi no fim de 2008. Daí a confusão provocada referente aos objetivos da ministra no ano passado, naturalmente diverso deste momento quando vêem à tona as denúncias dos jornais contra Sarney e vivida a fase da defendê-lo; naquela época não.

Sarney foi eleito em 2 fevereiro de 2009, mas as possíveis candidaturas apareceram em outubro de 2008, a de Tião Viana do PT, logo definida, e a de Sarney pelo PMDB.
Embora a transparência lulopetista divulgasse que Tião Viana e Sarney satisfizessem a base governista, claro que Tião Viana atenderia em melhores condições os objetivos para as eleições de 2010, sem ter que barganhar nada com o PMDB. Mas, por baixo dos panos não agem assim...

As notícias antecedentes à eleição efetiva demonstram o que foi feito e as intenções.

Em 29 Dez 2008, extraído do Estadão: “Brasília - A líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), informou hoje ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que a candidatura do senador Tião Viana (AC) a presidente do Congresso está mantida. Ideli e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disseram a Lula que o senador José Sarney (PMDB-AP) não deve entrar na disputa. "A nossa avaliação é que está mantida a posição do senador Sarney, de não ser candidato" disse ela.”

Em 21 Jan 2009, da Agência Brasil, Ivan Richard: “Brasília - A líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), afirmou hoje (21) que a candidatura de Tião Viana (PT-AC) à presidência do Senado é irreversível. A senadora lamentou a decisão do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) de entrar na disputa, após declarar várias vezes que não seria candidato. “Estamos em uma situação política que não foi criada por nós. Lamentamos que a situação tenha chegado a esse grau de constrangimento”, disse a líder petista, argumentando que a candidatura de Viana surgiu porque Sarney, desde novembro, vem afirmando que não seria candidato. “As declarações do Sarney eram públicas e notórias. Só para o Tião foram cinco vezes, olho no olho”, disse Ideli. “Estamos mantendo nosso acordo na Câmara e não temos como recuar agora, ainda mais com partidos anunciando apoio, como o PDT e o P-SOL. Agora, vamos para o voto”, completou.”

Logo, a vontade da ministra, quando de forma simplista pediu para agilizar a investigação sobre o filho de Sarney, que alguns entenderam como para abafar e defender o senador Sarney na fase crítica atual, no fim do ano passado era o contrário, orquestrado com outros órgãos investigativos: impedir a sua candidatura à presidência do Senado.

Agora, o governo Lula não tem outra saída, deve assegurar a presidência com Sarney com todas as armas e artimanhas, e não correr riscos neste final de 2009 e entrar na reta final das eleições em 2010, com Maquiavel de saia.

As apurações são meros trunfos, cartas na manga, usadas em cada oportunidade contra quem os desafia, particularmente contra os aliados que precisam ser alijados.

N.R. *O Autor é poeta escritor e Coronel Reformado do E.B.

(1) Incitatus, cavalo do Imperador Romano Calígula feito por ele senador de Roma e que com o tal tinha lugar entre os senadores da antiga Roma na época dos gladiadores.

 

A FORÇA DOS MILITARES NA AMAZÔNIA

Texto de Dráuzio Varella

Perfilados, os soldados aguardaram em posição de sentido, sob o sol do meio-dia. Eram homens de estatura mediana, pele bronzeada, olhos amendoados, maçãs do rosto salientes e cabelo espetado. O observador desavisado que lhes analisasse os traços julgaria estar na Ásia.

No microfone, a palavra de ordem do capitão: “Soldado Souza, etnia tucano”. Um rapaz da primeira fila deu um passo adiante, resoluto, com o fuzil no ombro, e iniciou a oração do guerreiro da selva, no idioma natal. No fim, o grito de guerra dos pelotões da fronteira:"SELVA !!!"

O segundo a repetir o texto foi um soldado da etnia desana, seguido de

um baniua, um curipaco, um cubeu, um ianomâmi, um tariano e um hupda.

Todos repetiram o ritual do passo à frente e da oração nas línguas de seus povos; em comum, apenas o grito final:"SELVA !!!"

Depois, o pelotão inteiro cantou o hino nacional em português, a plenos pulmões.

Ouvir aquela diversidade de indígenas, característica das 22 etnias que habitam o extremo noroeste da Amazônia brasileira há 2.000 anos, cantando nosso hino no meio da floresta, trouxe à flor da pele sentimentos de brasilidade que eu julgava esquecidos.

Para chegar à Cabeça do Cachorro é preciso ir a Manaus, viajar 1.146 quilômetros Rio Negro acima, até avistar São Gabriel da Cachoeira, a maior cidade indígena do país.

De lá, até as fronteiras com a Colômbia e a Venezuela, pelos rios Uaupés, Tiquié, Içana, Cauaburi e uma infinidade de rios menores, só Deus sabe.
A duração da viagem depende das chuvas, das corredeiras e da época do ano, porque na bacia do Rio Negro o nível das águas pode subir mais de dez metros entre a vazante e o pico da cheia.

É um Brasil perdido no meio das florestas mais preservadas da Amazônia. Não fosse a presença militar, seria uma região entregue à própria sorte. Ou, pior, à sorte alheia.

O Comando dos Pelotões de Fronteira está sediado em São Gabriel. De lá partem as provisões e o apoio logístico para as unidades construídas à beira dos principais rios fronteiriços: Pari-Cachoeira, Iauaretê, Querari, Tunuí-Cachoeira, São Joaquim, Maturacá e Cucuí.

Anteriormente formado por militares de outros estados, os pelotões hoje recrutam soldados nas comunidades das redondezas. Essa opção foi feita por razões profissionais: “O soldado do sul pode ser mais preparado intelectualmente, mas na selva ninguém se iguala ao indígena”.

Na entrada dos quartéis, uma placa dá idéia do esforço para construí-los naquele ermo: “Da primeira tábua ao último prego, todo material empregado nessas instalações foi transportado nas asas da FAB”.

Os pelotões atraíram as populações indígenas de cada rio à beira do qual foram instalados: por causa da escola para as crianças e porque em suas imediações circula o bem mais raro da região: salário, para os militares e suas famílias, os indígenas conseguem vender algum artesanato, trocar farinha e frutas por gêneros de primeira necessidade, produtos de higiene e peças de vestuário.

No quartel existe possibilidade de acesso à assistência médica, ao dentista, à internet e aos aviões da FAB, em caso de acidente ou doença grave.

Cada pelotão é chefiado por um tenente com menos de 30 anos, obrigado a exercer o papel de comandante militar, prefeito, juiz de paz, delegado, gestor de assistência médico-odontológica, administrador do programa de inclusão digital e o que mais for necessário assumir nas comunidades das imediações, esquecidas pelas autoridades federais, estaduais e municipais.

Tais serviços, de responsabilidade de ministérios e secretarias locais, são prestados pelas Forças Armadas sem qualquer dotação orçamentária suplementar.

Os quartéis são de um despojamento espartano. As dificuldades de abastecimento, os atrasos dos vôos causados por adversidades climáticas e avarias técnicas e o orçamento minguado das Forças Armadas tornam o dia-a-dia dos que vivem em pleno isolamento um ato de resistência permanente.

Esses militares anônimos, mal pagos, são os únicos responsáveis pela defesa dos limites de uma região conturbada pela proximidade das Farc e pelas rotas do narcotráfico. Não estivessem lá, quem estaria?
"SELVA !!!"

Lema do soldado da Amazônia:

"Senhor, tu que ordenastes ao guerreiro de Selva, sobrepujai todos os vossos oponentes, dai-nos hoje da floresta, a sobriedade para resistir, a paciência para emboscar, a perseverança para sobreviver, a astúcia para dissimular, a fé para resistir e vencer, e da-nos também Senhor a esperança e a certeza do retorno, mas, se, defendendo essa brasileira Amazônia, tivermos que perecer, oh Deus, que façamos com dignidade e mereçamos a vitória, Selva!!!"


O ESTADO DE “DIREITO” PETISTA
O GOLPE

*Geraldo Almendra
20/maio/2009

O Estado de direito não é apenas uma norma legal, mas sim uma norma que diz respeito àquilo que a lei deve ser: uma doutrina metalegal, ou o ideal político. O primeiro atributo que distingue uma sociedade livre é que cada indivíduo tem uma esfera privada reconhecida, claramente distinta da esfera pública, e que o cidadão privado deve obedecer somente às normas que são igualmente aplicáveis a todos”. (FRIEDRICH HAYEK)

Vamos repetir de uma forma alternativa a cronologia do golpe do petismo que irá se configurar em 2010, através dos instrumentos revolucionários fundamentados no leninismo corrupto e prevaricador, para obter o domínio perpétuo do poder público com a Formação de um Estado de “Direito” Corrupto-Petista dominado e subordinado a uma estrutura de poder que mais tarde se transformaria no esteio canalha do movimento petista de domínio da sociedade.

Tudo começa o maior erro dos militares que foi entregar, prematuramente, o poder às oligarquias políticas prostituídas que se camuflavam de arautos da abertura democrática, mas que não passavam de hordas de bandidos disfarçados de terno e gravata.

Começava o maior golpe contra o Estado de Direito Democrático já realizado em um país de uma dimensão geopolítica estratégica perfeita para servir de depositário dos sonhos dos socialistas que deixaram para trás milhões de cidadãos assassinados e nações destruídas pelas burocracias corruptas e bandoleiras que caracterizam os Estados dominados pela corrupção e pelo corporativismo sórdido, essência do poder do socialismo genocida.

Enquanto a esquerda apodrecida já se espalhava estrategicamente nas instituições públicas, nos comuno-sindicatos e nas organizações estudantis, a maior revolução educacional e cultural do país tomava forma: a Universidade Pública da Corrupção e do Corporativismo que formaria as turmas que serviria de suporte pelos seus sucessos e insucessos - aos desgovernos civis calhordas e ao pior deles, o desgoverno do PT.

Para não haver risco de erro grosseiro no mentiroso projeto de abertura democrática, os desgovernos civis, enquanto praticavam sucessivos atos de lesa-pátria e roubo dos contribuintes, cuidavam para a destruição moral e operacional das Forças Armadas, pois esse sempre foi, e continua sendo seu maior temor de ver inacabado seu projeto de poder perpétuo. Essa gente sórdida deve estar passando noites sem dormir com medo de acordarem e verem um fuzil apontado para suas cabeças.

O que mais nos surpreendeu foi acompanharmos a aliança espúria dos esclarecidos patifes com o projeto de destruição da democracia, enquanto a falência da cultura e da educação, intencionalmente provocada pelos desgovernos civis, dominava mais de 70 % da população formando uma massa de ignorantes que, na qualidade de um imbecil coletivo, mais tarde, iria servir de suporte para o golpe do petismo, enquanto eram descaradamente roubados e feitos de escravos de um Estado assistencialista comprador de votos através de sua estrutura corrupta, prevaricadora e corporativista sórdida.

O paradigma de que toda sociedade tem o governo que merece precisa ser desqualificado, pois a massa dos desfavorecidos, hoje maiores eleitores do mais sórdido dos líderes políticos de nossa história e dos bandidos que tomaram conta do Congresso Nacional, não teve o embasamento educacional para distinguir de forma crítica os resultados de uma traição tão metodicamente estruturada pela sociedade dos esclarecidos patifes, muito mais por motivos criminosos de domínio do poder pelo poder, do que uma luta por uma ideologia política alternativa e com honestidade de propósitos para trazer à sociedade a verdadeira perspectiva de uma democracia de fato.

Nunca os desgovernos civis realmente pensaram em uma alternativa para melhorar o sistema capitalista com o domínio dos seus atos através de uma estrutura legal com a inteligência de tirar o máximo benefício para a sociedade da predominância do mérito e do empreendedorismo em um ambiente dominado pela iniciativa privada.

A preocupação dos patifes esclarecidos da esquerda apodrecida sempre foi fomentar a dualidade entre o socialismo revolucionário assassino, corrupto e corporativista e o capitalismo “selvagem” que trouxe ao mundo décadas de desenvolvimento auto sustentado. É fácil reconhecer as descaradas intenções dos canalhas de conseguir domínio do poder público por uma horda de bandidos eleitos pelo imbecil coletivo sob o pretexto de um sistema socialista que iria resolver os problemas do capitalismo “selvagem”, mas gerador de desenvolvimento econômico e social.

Esses calhordas em nenhum momento avaliaram de forma honesta que os defeitos do desenvolvimento capitalista tiveram e tem origem dentro do próprio poder público corrupto e corruptor que não cumpre o seu papel de gestor honesto das relações econômicas e sociais.

O verdadeiro objetivo era transformar a mentira socialista em um corruptocracia para sustentar os sonhos revolucionários de dominar o país com uma ditadura de esquerda para o benefício de uma burguesia corrupta e corporativista, pública e privada.

Os canalhas esclarecidos do pasquim, e de outras comunidades de subornados, estão felizes na hibernação de seu silêncio, com a destruição moral do país, todos curtindo a doce vida, usufruto das sinecuras garantidas pelo petismo ou pelas indenizações milionárias ou pensões vitalícias pagas pelos otários e palhaços dos contribuintes.

Nossa esperança é que o helenismo se transforme em uma realidade de luta contra os canalhas, unindo civis e militares honestos e patriotas, para colocarmos esses bandidos que dominam o poder público mais corrupto e corporativista de nossa história no lugar que merecem: na prisão.

N.R.
*Economista professor de matemática consultor



LULA E O COMUNISMO Nº 65 - 2009
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

O Comunismo é uma ideologia política que nasceu e se impôs, desde as suas primeiras raízes na Rússia, depois URSS, com poder ditatorial, conquistado, com extrema violência, com partido único, sem qualquer liberdade, principalmente de imprensa, e com a determinação de impor esta sua ideologia a todos os países do mundo, daí o nome que ficou – Comunismo Internacional. Assim ele foi se espalhando pelo leste europeu sob a poderosa intervenção da URSS, depois estendendo-se à China e à América, em Cuba. Mas hoje, embora perdendo a força inicial, domina a Coréia do Norte e volta a tentar se impor na América do Sul, como ocorre na Bolívia e na Venezuela, apenas disfarçado como Socialismo. No Brasil, o Comunismo foi derrotado pelo povo e pelos Militares, em 1935,1964 e 1968, que assim garantiram o exercício da Democracia a partir de 1985. E daí em diante, os comunistas brasileiros passaram, também, a se rotular de Socialistas, procurando mascarar suas verdadeiras intenções.

E o título - LULA E O COMUNISMO - foi escolhido com base no modo de proceder do Presidente Lula, nos fatos e observações, acima, bem como nos registros históricos como o do "VOTO DE SILENCIO" para dificultar e, se possível, inviabilizar investigações, bem como sobre o "JUSTIÇAMENTO" (abordado por Jacob Gorender no seu livro, "Combate nas Trevas), que era o assassinato de companheiros comunistas cujos erros, na visão dos julgadores, colocaram ou poderiam colocar em risco uma missão que lhes fosse dada pelo Partido.E, assim sendo, vamos recordar o modo de proceder do Presidente Lula, onde lembramos que desde o início do seu Governo: 1- Cercou-se de comunistas e terroristas como José Dirceu, Dilma Roussef, Franklin Martins, José Genuíno, Paulo Vannuchi, Tarso Genro, Bruno Maranhão, Carlos Minc, Gilney Viana, Diógenes de Oliveira, Aloysio Nunes Ferreira e tantos outros, para citar, apenas, os que mais se destacam - como Franklin Martins, conselheiro íntimo de Lula, um dos seqüestradores do Embaixador Americano e leitor do "manifesto" que ameaçava de execução aquele embaixador, se o Governo Brasileiro não colocasse em liberdade e garantisse a extradição de outros comunistas terroristas presos. 2- Apoiou e continua apoiando e subvencionando todas as violentas invasões de terras pelo MST, um movimento ilegal de orientação comunista. 3 "MANTEVE-SE EM SILENCIO", como se de nada soubesse, depois de comprovados todos os escândalos do "Mensalão". 4-Omitiu-se, vergonhosamente, depois do assassinato, quem sabe, "justiçamento", de Celso Daniel, o Prefeito de Santo André. 5- E por último, recentemente, aprovou a extradição , em avião da Venezuela, de dois atletas cubanos que não queriam voltar para Cuba. 6- E o mais grave, sintomático e ilógico porque poderia trazer, como trouxe, grave desentendimento diplomático com a Itália, comportou-se como se nada soubesse e não fosse responsabilidade sua, admitindo que o Ministro Tarso Genro negasse a extradição para aquele País, do comunista terrorista assassino, Cezare Battisti, condenado por um Tribunal Regular da Itália democrática. Não temos dúvida de que em qualquer País do Mundo Democrático Civilizado, o Ministro Tarso Genro seria, sumariamente, demitido. Pode-se admitir que Lula não estivesse por dentro das manipulações comunistas de
seu ministro da Justiça? E as visitas e contatos mais estreitos e afetivos com Fidel Castro, com Chavez e Morales, não obstante os problemas econômico-financeiros com estes dois últimos?Se recuarmos um pouco no tempo, para os últimos 25 anos do século passado, após a derrota do Comunismo Internacional no Brasil, vamos encontrar Lula começando a liderar o que seria depois o PT, ainda sem este nome, em São Paulo, na ocasião recebendo grande apoio da "Igreja Católica Progressista" assim como de outros agrupamentos semelhantes em todo o Brasil, todos eles liderados por notórios comunistas, como Prestes, outros, e até Rosa da Fonseca, no Ceará. usa o "VOTO DO SILENCIO" para salvar a si próprio, os seus comparsas e o PT das gravíssimas acusações comprovadas ou em vias de comprovação de crimes de corrupção e até de assassinato - "JUSTIÇAMENTO"; e porque é indisfarçável sua vinculação e conivência com os Governos de Cuba, da Venezuela e da Bolívia, não temos dúvidas de concluir que:LULA SEMPRE FOI - desde que era líder sindical - E CONTINUA SENDO em disfarce não convincente de presidente democrata, como se qualifica UM COMUNISTA ESPERTO APROVEITADOR DE SITUAÇÕES, TUDO CONFORME GRAMSCI Diz a sabedoria popular:DIZE-ME COM QUEM ANDAS E TE DIREI QUEM ÉS.ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 5893, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.676 CIVIS 49 da Marinha 465 do Exército 49 DA Aeronáutica; total 2.239. In memoriam30 militares e 2 civis.
batistapinheiro30@yahoo.com.br www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
TERRORISMO É CRIME HEDIONDO

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O Grupo Guararapes repassa o documento
do coronel Bayma Kerth.

Aula De História doc. Nº 73 – 2009

“É bom se conhecer o verdadeiro passado para que a história seja escrita dentro da verdade”.

“Parabéns ao coronel Bayma Kerth, do Grupo Guararapes.
O Gen Médici foi o comandante decisivo, em 1964 e 1968”.

“O Gen Médici foi o comandante decisivo, em 1964 e 1968”.

O General Emílio Garrastazu Médici foi o grande Comandante Militar, responsável maior pelas duas vitórias sucessivas sobre o Comunismo Internacional, em 1964 e, depois, em 1968. Esta é a minha opinião, pessoal e consistente, porque é baseada em verdades indiscutíveis.

E com estas verdades, algumas das quais testemunhei, vou comprovar o valor decisivo do Gen Médici para a vitória do Povo Brasileiro, sem derramamento de sangue, na Revolução de 1964, como, também, para a vitória dos Governos Militares sobre o Comunismo Internacional, que voltou a tentar implantar, agora pela Luta Armada, uma Ditadura Comunista no Brasil, em 1968.

Então voltemos a 1964. Na madrugada do dia 31 de março, o Gov. Magalhães Pinto, um civil, com os Generais Guedes e Mourão Filho, e o apoio da imensa maioria do Povo Brasileiro, deflagraram a Revolução, a partir do Estado de Minas Gerais, contra o Governo João Goulart.

Lembremos, agora, a posição do EXÉRCITO, a Força de maior efetivo, melhor armada para operações em terra e por isso mais decisiva numa Revolução: os I e III Exércitos eram os mais poderosos do Brasil.

O I Exército/RJ marchou em direção a São Paulo, com o Grupamento Tático Escola, que foi barrado nas alturas de Barra Mansa pelos Cadetes do Gen Médici. O Cmt. III Exército/RS, Gen Ladário, era contra, talvez, devido à influência de Brizola, no Rio Grande do Sul. O Cmt II Exército/SP, Gen Kruel, discordava do governo, mas, era amigo de Jango. E fez questão de ligar-se com Jango para que revisse as suas posições. Este fato é absolutamente verdadeiro porque eu e o meu amigo e colega de turma, Lótus Silva de Paula, que, capitães, servíamos no II RO 105, Itu/SP, acompanhávamos o problema porque éramos a favor da Revolução. E estávamos com o nosso Comandante, Cel Benedito Maia Pinto de Almeida, (morreu como Gen Ex) quando chegou um radio cifrado do Gen Kruel, comunicando o insucesso do contato com Jango, e autorizando o II RO 105 a marchar para o Rio de Janeiro, em apoio à Revolução.

Então, logo a seguir, eu e o Capitão Lótus, num jipe, com a missão de reconhecimento avançado até à região de Alpargatas, largamos muito à frente do II RO 105, pela Rio-São Paulo, em direção ao Rio de Janeiro. Como não foi encontrada nenhuma tropa, o Comando do II R0, entendeu que algo acontecera favorável à Revolução e, por isso, marchamos incorporados em direção a Resende, RJ. Em Resende, soubemos que o Cmt da AMAN, Gen. Médici, havia lançado os cadetes para barrar a Rio-São Paulo contra tropas vindas do Rio. E que, detido o I Exército pelos cadetes, o Gen. Âncora decidira não mais se opor à Revolução, e iria ao Comando da AMAN oficializar esta decisão. E esta Decisão do Gen Âncora, para mim, que estive na ante-sala, foi o Momento Decisivo, pois com a nova posição do I Exército, a Revolução se tornou, de fato, Vitoriosa, uma vez que o Gen Ladário ficou isolado, lá no Sul. Então, com origem numa ação do Gen Médici, o I Exército deixou o lado de Jango, e numa simples questão de tempo veio o apoio do Congresso, e a Revolução de 1964 foi Vitoriosa, de fato e de direito, sem uma luta fratricida. E, agora, pergunto: e, se em 1964, o Gen. Médici (era, apenas, General de Brigada) não tivesse decidido empregar uma tropa de cadetes para barrar a Rio-São Paulo, e o I Exército marchasse livremente para São Paulo? Como ficaria o II Exército com duas frentes contra dois exércitos mais poderosos, o I Exército, a Nordeste, e o III Exército, ao Sul? Haveria derramamento de sangue? E quem venceria? Vamos, agora, a 1968: o Presidente Médici, com o rigor necessário, derrotou as Guerrilhas Comunistas. A Urbana, realizava atentados a bomba, seqüestrava e assaltava, matando e ferindo civis inocentes. A Rural, a exemplo de Cuba, queria criar uma área liberada na Amazônia. Eu, aluno da Escola de Estado Maior fui designado para censurar uma emissora de rádio no Rio de Janeiro para impedir a difusão de notícias favoráveis à guerrilha.

E, depois, eu e o meu amigo, também, aluno, Maj Gerson Mendonça de Freitas,Turma de 1953, fomos designados pela Escola de Estado Maior para reforçar o II Exército, após o atentado a bomba, sofrido por aquele Grande Comando. E, anos depois, servindo no Estado Maior da 10ª RM, (CE), ajudei a organizar um Batalhão, formado com companhias dos 23º, 24º e 25º BC, que, sob o Comando do Cel Eider Nogueira Mendes, Turma de 1948, seguiu para Xambioá para enfrentar e derrotar a guerrilha rural que operava na área. E se o Gen. Médici não tivesse liquidado, também, com a Guerrilha Rural no Brasil? Será que não teríamos, na Amazônia Brasileira, uma outra versão da Guerrilha Colombiana? Isto seria bom, ruim ou péssimo para o Brasil? Alguém já pensou em ter um parente seqüestrado por guerrilha? IMPORTANTE: no Brasil, o número de mortos dos dois lados, terroristas, militares, e policiais militares e civis, nas guerrilhas, Urbana e Rural, não chegou a 500. Só na América Latina, comparem este número com o número de mortes ocorridas em Cuba e na Colômbia. Então, graças à Decisão Corajosa, Firme e Forte do Gen. Médici, liquidando de vez com as guerrilhas, o Gen. Geisel pôde iniciar a Abertura Política e a Pacificação Nacional. E o Gen. Figueiredo pôde promulgar a Lei de Anistia, autorizar o retorno dos exilados e, devolver o Poder aos Civis. E o Brasil, após a derrota dos terroristas, desde 1985, é, afinal, uma Democracia, a despeito das restrições possíveis que decorrem das esquerdas no Poder. Não se tornou uma Cuba, nem tem os problemas hoje enfrentados pela Colômbia.

E buscando exemplos entre os heróis consagrados no Mundo, o Gen Médici, em1964 e 1968, pela Coragem Moral Inexcedível, Senso de Oportunidade, e Visão política e Militar, repetiu Alexandre, "O Grande", e cortou o "Nó Gordio" do Comunismo Internacional, no Brasil. Por isso, reafirmo que, com base nos fatos históricos, o Gen. Médici foi o Comandante Decisivo para as vitórias do Brasil contra o Comunismo Internacional, em 1964 e 1968. E no futuro, todos os historiadores do Brasil vão reconhecer o seu indiscutível valor militar e político de um grande estadista, além do muito que o Presidente Médici fez pelo desenvolvimento do Brasil, tornada a 8ª Economia do Mundo, com um destaque para o FUNRURAL, que tirou da miséria os velhinhos dos imensos sertões do Brasil, incapacitados de trabalhar.

Fortaleza, 16.03.2008 José Antonio Bayma Kerth, Cel Reformado do Exército Brasileiro, Turma de 1951.

N.R. Conheci o general Emilio Garastazu Médici nos Estados Unidos, na minha volta ao Brasil, a bordo do transatlântico Brasil. Voltavam também o Gen. Médici e esposa. O general voltava de sua missão em Washington, havia sido promovido e estava de mudança para o Brasil, onde seria designado para novo comando. Passamos 11 dias no navio e muito conversamos. O general gostava de ouvir radio, tinha um “Transglobe”, a última palavra em rádios portáteis, e ouvíamos o futebol, juntos. O general falava pouco, parecia que não estava prestando a atenção e de repente surgia com uma pergunta que mostrava o contrário. Era um gauchão típico, falava sempre o que pensava e era direto e objetivo. A esposa, D. Scylla Medici sempre comedida, era uma dama às antigas, sempre atenta e solidária sem querer disputar em popularidade ou aparecer nos veículos de comunicação. Voltei a vê-lo, já presidente, era um homem preocupado com o Brasil.

Lamento que os jovens o julguem sem tê-lo conhecido. Da minha parte, foi uma honra, era um homem digno, patriota, objetivo; era uma águia que via ao longe e com precisão. Deve ser um espelho para os militares e civis de hoje. FPR Editor.

 

“Há algo de podre no reino da Inglaterra”

Flavio P. Ramos

Durante a reunião do G 20, para a qual Lula foi convidado, choveram “escato-perdigotos” nos pronunciamentos do presidente. Coitados dos tradutores obrigados a encontrar palavras para o “nonsense” do Sr.Lula.

Há um novo bobo na Corte de Saint James, para a vergonha do Brasil

Motivo da chacota entre os governantes e a imprensa do mundo inteiro, representada no evento, menos no Brasil, onde as emissoras de TV fingem que não sabem.

Já “as elites” que lêem os jornais estrangeiros e assistem os noticiários internacionais via satélite sabem, riem e lamentam terem um presidente que serve de Bufão ridículo diante dos governantes mais poderosos do mundo envergonhando o país que infelizmente representa.

Vaidade, ignorância, megalomania e etanol, a fórmula do comportamento de Lula

Sempre que se mete a falar sem que seu discurso seja obra de seus adestradores literários, ou melhor, escritores fantasmas, o presidente retirante se mete a entendido e espalha seus coliformes sem dó nem piedade dos presentes, e o pior, é que diante da imprensa estrangeira.

Foi como Lula reagiu aos elogios do presidente Barack Obama, vestiu a máscara da sua desmedida vaidade e serviu de clown para o mundo se rir. Disse-lhe o homem mais poderoso do planeta: “Este é o cara!” E ele, inchado de vaidade, interpretou como um elogio!

Os americanos, como os ingleses, cobiçam a Amazônia e consideram a comunização da América Latina um risco para os Estados Unidos, já que conhecem bem o problema via Cuba.
A CIA mantém perfis psicológicos (*background) de todos os dirigentes mundiais, engana-se quem pensar que a mudança de presidente muda o “pensamento americano em relação ao comunismo”.

O governo americano conhece as falhas de cada um dos que detêm poder, inclusive e principalmente as de caráter e as de tendências políticas. O *background de cada presidente e dos ministros de cada país do mundo é conhecido.

Pelo tamanho do território e da economia brasileira, os Estados Unidos sabem o perigo de uma aliança comunista na America Latina e que o Brasil é um forte candidato a essa liderança. Essa é uma das razões para fomentar a divisão do território brasileiro, separando e demarcando territórios indígenas além dos recursos minerais e da biodiversidade.

Obama é bem informado e conhecedor do ego do “cara”

Vai continuar a política de elogiar e não criticar, mas a preocupação com o risco do Brasil e da America latina em relação aos Estados Unidos e seus aliados do primeiro mundo continua. Política é assim, e Barack Obama demonstra que é bom de política externa e sabe usar a lisonja para conseguir apoios.

Politicamente incorreto e falastrão

Primeiro foi o “mentiraço” do pagamento da dívida externa. Depois culpou os brancos de olhos azúis pela crise.

"É uma crise causada por comportamentos irracionais de gente branca de olhos azúis que antes da crise parecia que sabia tudo e agora demonstra não saber nada". Lula

E o convite a Obama para visitar a Bahia? O “cara” sem-noção demonstra seu racismo e convida-o para conhecer o “estado que tem mais negro do Brasil”; é tudo que não se faz, pelo menos enquanto se está presidente, além de mostrar sua ignorância e falta de tato, mostra indisfarçável racismo.

Depois, a parceria com Sua Majestade, não seria com o Governo Inglês? Lula não sabe, mas a Rainha Elisabeth é chefe de Estado, não de Governo.

Vem aí o golpe final o Brasil: vai EMPRESTAR dinheiro ao FMI?

“Quero entrar para a história com empréstimo ao FMI”, diz Lula.

LONDRES- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, esta quinta-feira, que gostaria de entrar para a história como o presidente que emprestou "alguns reais" para o Fundo Monetário Internacional (FMI). "Você não acha chique o Brasil emprestar dinheiro para o FMI?", disse ele. "Eu passei parte da minha juventude carregando faixa contra o FMI no centro de São Paulo."

“Sou torcedor do Obama e do Ronaldão, diz Lula”.

“Emergentes e desenvolvidos tiveram igualdade no G20, diz Lula”

E aqui, como estão? Educação, saúde, segurança interna, estradas, ferrovias, portos de exportação, energia? E ainda o reaparelhamento das Forças Armadas para poderem cumprir as missões de, no mínimo, guardar e fiscalizar as fronteiras, evitando que drogas e armas venham a abastecer o crime?

Onde ficam os aposentados, os idosos, os transplantados, os pacientes renais, os dependentes de medicamentos de uso contínuo e os portadores de deficiência?

Cabem aqui as palavras que o Rei Juan Carlos de Espanha disse para o coleguinha de “o cara” Lula, Hugo Chávez: Por que não te calas ?

N.R.
*Background é o perfil do dirigente avaliado sob diversos enfoques: nível cultural, experiência em política interna e externa, relações com os estados unidos, ideologia política, experiência militar, experiência administrativa e experiência econômica: capacidade na escolha dos que terão delegação de poder nos escalões de governo, reações sob pressão, hábitos rotineiros, capacidade de liderança, avaliação psicológica.

 

"É uma crise causada por comportamentos irracionais
de gente branca de olhos azuis que antes da crise
parecia que sabia tudo e agora demonstra não saber nada".
Lula da Silva, presidente do Brasil


Comentário de *Maria Lucia Victor Barbosa 28/03/2009


Enviado pelo colaborador
Nilson Victorino


Dia 26 deste, ( março) durante entrevista coletiva que encerrou o encontro oficial de Lula da Silva com o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, o presidente brasileiro mais uma vez contaminou a platéia com seus coliformes mentais. Deitando falatório pelos cotovelos como se estivesse num daqueles comícios em que leva a mãe do PAC a tiracolo, ele sapecou diante da delegação inglesa a seguinte "preciosidade", referindo-se à crise mundial: "É uma crise causada por comportamentos irracionais de gente branca de olhos azuis que antes da crise parecia que sabia tudo e agora demonstra não saber nada".

Deixemos de condescendências. Não foi uma gafe, como se costuma dizer para atenuar os desastrados gracejos do presidente da República. Foi uma estupidez. Pior. Foi crime de racismo, coroado pela gabação xenófoba de que aquela gente branca, irracional, de olhos azuis são uns ignorantes que não sabem nada. Lula da Silva deve achar que só ele entende das coisas, como seu alter ego, Hugo Chávez, igualmente populista e chibante.

Questionado por um repórter britânico se sua declaração tinha viés ideológico, o presidente titubeou, engasgou e se saiu como mais uma idiotice: disse não conhecer nenhum banqueiro negro ou índio.
Acontece que existem banqueiros negros, como Stan O'Neil, ex-presidente do Merryll Lynch, um dos bancos norte-americanos que teve que ser vendido por causa das perdas bilionárias com as hipotecas subprime. E o negro Frank Raines, ex-presidente da Fannie Mae, nstituição financeira que ajudou a desencadear o colapso de Wall Street.

Mas Lula da Silva sabe que ao associar raça e classe, como se todos os brancos de olhos azuis fossem capitalistas exploradores de negros e índios, joga bonito para platéia brasileira e mesmo latino-americana. Afinal, não somos todos de esquerda nessas plagas? Se formos temos que levar adiante a luta de classes como fiéis seguidores de Karl Marx. Mas nem esse chegou a tanto, pois teorizou sobre burguesia e proletariado e não sobre brancos de olhos azuis e negros de olhos escuros.

Vai assim Lula da Silva como porta-voz das garbosas esquerdas brasileiras fomentando ódio e preconceito. Em nome do PT ele veio para desagregar e não para agregar a nação. Como um Chacrinha de auditório propositalmente confunde a mente dos incautos que enxergam nele o defensor dos pobres e oprimidos, quer dizer, dos índios e negros, vítimas dos brancos irracionais de olhos azuis.

Diante desse despautério a impressão que se tem é que o presidente da República quer se portar como um Hitler subdesenvolvido às avessas. Ele não gosta de gente branca de olhos azuis, como se existisse pureza racial. E se quis referir aos países desenvolvidos, especialmente aos Estados Unidos, esqueceu que no Brasil existe gente branca de olhos azuis. São descendentes dos europeus que para aqui vindo deram uma substancial colaboração para o progresso que o país hoje desfruta.

Além do mais, alguém conte para o presidente que brancos de olhos azuis, aqui, na Europa ou nos Estados Unidos, não são intrinsecamente maus ou ignorantes e nem sempre são ricos. No Brasil muitos se casaram com negras, com índias, e seus descendentes compõem nossa sociedade multirracial. Como resultado dessa miscigenação, não temos um tipo racial específico.

O bestialógico de Lula da Silva deve ter soado no mínimo inusitado aos ouvidos dos ingleses. Mas o presidente deu mais vexame. Segundo o Estado de S. Paulo (27/03/2009), ele "se expressou com pouca familiaridade sobre questões que estarão em debate no encontro de cúpula do G-20, em Londres, no próximo dia 2".

Naturalmente, nesse encontro, o presidente da República defenderá os pobres e oprimidos e clamará contra o protecionismo daquela gente branca de olhos azuis. Curiosamente, matéria do jornal citado dá conta de que o Brasil dobrou barreiras em 2008. Yes, nós somos fortemente protecionistas e nossos principais alvos foram a China, a Europa e os Estados Unidos.

Outra incoerência que se observa em nossa política externa diz respeito à generosidade de um presidente que, se por um lado defende negros e índios, por outro permite que seu governo, do qual é o principal responsável, se recuse no Conselho de Direitos Humanos da ONU a aprovar resolução que condena duramente as "graves violações de direitos humanos na Coréia do Norte. As atrocidades cometidas na tirania comunista norte-coreana incluem a fome, a tortura e a perseguição política. Horrores que existem em Cuba, também vigorosamente apoiada por Lula da Silva e seu governo. O Itamaraty tampouco condena regimes acusados de violações graves como os do Sudão e do Congo. Mas endossa fortes críticas contra Israel.

Os coliformes mentais de Lula da Silva foram lançados para inglês ver, sendo que nesta enorme Sucupira em que vai se transformando o Brasil são tidos como lampejos de genialidade. Em todo caso, nossos brancos irracionais de olhos azuis que se cuidem. E se Lula cismar de mandá-los para aqueles chuveiros de onde não se volta?

Notas da Redação:

* A mineira Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga e escritora. mlucia@sercomtel.com.br
Graduada em Sociologia Política e Administração Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais, lecionou na Pontifícia Universidade Católica de Belo Horizonte, com especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Publicou artigos científicos em revistas especializadas, inclusive internacionais, e análises políticas em vários jornais, como o Jornal do Brasil, Jornal da Tarde e O Globo.

 

 

ONGS LIGADAS AO MST SE MULTIPLICAM
PARA OBTER VERBA FEDERAL

Marta Salomon, Folha Online
28/03/2009

Um grupo de 43 entidades ligadas ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) já recebeu pelo R$ 152 milhões em repasses federais (1), informa Marta Salomon, em reportagem que será publicada na edição deste domingo da Folha.

Segundo a reportagem, algumas dessas entidades foram criadas depois que os principais braços jurídicos do movimento dos sem-terra se tornaram alvo de investigações do TCU (Tribunal de Contas da União), por supostos desvios de recursos.

Algumas dessas investigações já resultaram no bloqueio dos bens de entidades, como o caso da Anca (Associação Nacional de Cooperação Agrícola), suspeita de repassar ilegalmente recursos federais para o MST e que foi alvo de decisão da 14ª Vara Cível Federal de São Paulo no início deste mês.

A polêmica em torno do assunto voltou à tona depois do presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, chamar de ilegal o repasse verbas públicas para o MST.

Criado em 1984, o MST não tem CNPJ e não pode receber recursos públicos diretamente, o que o levou a criar entidades para isso, como Anca (Associação Nacional de Cooperação Agrícola) e Concrab (Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária).
Nota da Redação do Portal:

A criação de ONGS para receberem verbas federais é uma burla comum no governo corrupto de Lula, um artifício usado em profusão na Amazônia para mascarar as verdadeiras ações dessas ONGS, incluindo as estrangeiras. O fato já foi denunciado neste portal por vários colaboradores, entre eles, militares de altas patentes.

Resta saber se por baixo dos panos parte dessas verbas não estariam garantindo votos de cabresto ou sendo repassadas para os partidos de apoio ao senhor presidente com vistas às futuras eleições.

Fontes do www.mensageiro.com.br dão conta de que no Norte, Nordeste, Tocantins e Minas Gerais os políticos dos partidos de esquerda estão dizendo que se o PT e os partidos de apoio não elegerem o candidato de Lula, as bolsas e vantagens serão cortadas. Jogo muito sujo, mas que é normal para os sem ética

Marta Maria Röhe Salomon (Rio de Janeiro, maio de 1962) É brasileira formada pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro habilitada em jornalismo.

Repórter especial na Folha de S. Paulo, já foi chefe da redação da sucursal de Brasília. Especialista na cobertura de políticas públicas, é uma das jornalistas brasileiras que mais conhece e usa o Sistema Integrado de Adminsitração Financeira do governo federal (Siafi).

Trabalhou na Rádio JB, onde participou da equipe que realizou a apuração paralela das eleições brasileiras de 1982, revelando uma tentativa de fraude contra o candidato Leonel de Moura Brizola, que ficou conhecida como Escândalo Proconsult. Trabalhava na Rádio Roquette Pinto quando, em 1985, mudou-se para a capital, Brasília, onde também trabalhou na TV Manchete, onde coordenou e apresentou o programa dedicado à cobertura da Assembléia Nacional Constituinte, e nos periódicos Gazeta Mercantil e O Estado de S. Paulo.

Nos últimos anos do governo Lula, por exemplo, levantou pela primeira vez informações sobre o uso indiscriminado e sigiloso de cartões de crédito por assessores presidenciais, apontou os custos da troca do avião presidencial, que ficou conhecido como Aerolula, detalhou aspectos dos programas sociais, como o Fome Zero, que levaram o governo a mudar o funcionamento do programa, mostrou que o programa Primeiro Emprego não funcionou, revelou que as contas do presidente Lula eram supostamente pagas pelo presidente do Sebrae, Paulo Okamoto, expôs o lobby contra a legislação de desarmamento no país. Foi, ainda, uma das principais repórteres na cobertura das CPIs que marcaram o Congresso nos anos 2005 e 2006.

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O Erro em Roraima - Doc. 67/2009

O Grupo Guararapes repassa o artigo do deputado Aldo Rebelo, com este título. A defesa do deputado pela integridade territorial do Brasil merece ser conhecida por todos brasileiros, inclusive pelos Srs. Ministros do STF.

Seus argumentos são ponderados e, a nosso ver, absolutamente corretos, à base de um sadio patriotismo; e se somam aos do Grupo Guararapes, que vem, sempre, lutando pela grandeza do Brasil.

Somos de campos ideológicos adversos, mas, ao que vemos, estamos unidos na defesa da soberania nacional. Grupo Guararapes. Feliz Páscoa.


Amazônia espoliada

O erro em Roraima


Aldo Rebelo "É pior que um crime, é um erro." Talleyrand, ministro francês. Ao saber que Napoleão Bonaparte mandara matar o príncipe Louis Antoine Henri de Bourbon-Condé, mais conhecido por duque d’Enghien, o poderoso ministro das Relações Exteriores Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord alertou sua majestade de que o ato era mais grave do que parecia e poderia trazer, como trouxe, dissabores ao imperador impetuoso.

A advertência se aplica a decisões irrefletidas que o Brasil vem tomando em áreas estratégicas, como a da proteção geopolítica do território, de que é exemplo a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de ratificar a destinação de 1,7 milhão de hectares da reserva Raposa-Serra do Sol, numa zona de fronteira, para usufruto exclusivo de cinco tribos indígenas. Conforme os ministros votavam, até as pedras sabiam que o Supremo iria manter, em Roraima, a desastrada decisão do Executivo de agredir a formação social brasileira ao expulsar os não-índios e edificar uma espécie de Muro de Berlim, que separa nacionais como se inimigos fossem. Até as pedras sabiam que a decisão correta a tomar era acomodar os direitos de índios (incluindo os que são contra a demarcação da reserva em área contínua e apoiam a presença de arrozeiros) e de outros brasileiros que lá se estabeleceram, no modelo secular de ocupação do território. É um truísmo reconhecer que os nordestinos, goianos e gaúchos que arribam para a Amazônia repetem a epopeia dos bandeirantes, e sua presença não significa um esbulho dos direitos indígenas. Até as pedras sabiam que a decisão correta era a abrangente, sem particularismos étnicos ou unilateralidades de ambições, e que o sagrado direito dos índios a terras que tradicionalmente ocupem seria mais bem respeitado pela demarcação da reserva em ilhas comunicantes, e não em área contínua. Até as pedras sabiam que nesses conflitos intestinos não pode haver derrotados, e só se admite um vencedor: a Nação e os interesses permanentes de seu povo.

Se o Executivo, por intermédio da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Ministério da Justiça, que demarcaram e homologaram a reserva, falhou ao separar brasileiros em castas beneficiadas e prejudicadas, ainda havia esperanças de que o Supremo, como tribunal político, formasse em conjunto o que apenas o ministro Marco Aurélio de Mello foi capaz de fazer ao lavrar um voto de estadista no que chamou de "momentosa controvérsia". O ministro atentou na História ao observar que é necessário conjugar os "dispositivos que conferem proteção aos índios em conjunto com os demais princípios e regras constitucionais, de maneira a favorecer a integração social e a unidade política em todo o território brasileiro". Foi assim que construímos uma Nação isenta do fratricídio racial que jorra desunião e sangue noutros países, pois, como observou o ministro, o "convívio harmônico dos homens, mesmo ante raças diferentes, presente a natural miscigenação, tem sido, no Brasil, responsável pela inexistência de ambiente belicoso". Desunião e sangue parecem estar, no entanto, no horizonte dos que pregam a fabricação e o acirramento do confronto. Como se pode ler na edição do dia 22 deste jornal, há quem preveja, se é que não deseja, que as naturais divergências entre nacionais assumam no Brasil a dimensão bélica que se verifica entre Israel e o Hamas no Oriente Médio. Os que escrevem a imitação burlesca deste novo livro do Apocalipse são os mesmos que procuram internacionalizar as contradições internas. Agora mesmo, o Estado brasileiro é réu na Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), acusado por uma incerta Fundação Interamericana de Direitos Humanos de violar prerrogativas dos índios. O recurso a organismos multilaterais é o meio mais rápido de abrir caminho para resoluções que viabilizem, e mesmo legalizem, a interferência estrangeira em assuntos exclusivos do Brasil. De qualquer forma, convém registrar a frequência e a estridência de ONGs em causas sempre associadas à exploração do território e a recursos naturais, sobretudo na Amazônia mais erma. Salta aos olhos que não se vejam ONGs tão eloquentes em socorro de índios que vegetam na árida cidade de São Paulo. Tampouco, na outra ponta, que se omitam na vigilância de interesses do conjunto do País, a exemplo do nosso próspero agronegócio estrangulado pelo protecionismo dos países que controlam os organismos multilaterais. As decisões tomadas pelo aparelho de Estado, incluído o Judiciário, em relação à Raposa-Serra do Sol e mesmo à absurda área de 9,6 milhões de hectares reservada aos ianomâmis na fronteira com a Venezuela não podem ser admitidas como fato consumado. Urge resistirmos, dentro da ordem e de forma não violenta. Uma forma disponível de resistência democrática é o projeto de lei que apresentamos, em associação com o deputado Ibsen Pinheiro, para que o assunto seja submetido ao Congresso Nacional. Atualmente, as reservas são delimitadas com base em pareceres unilaterais da Funai e homologadas por decreto do presidente da República. O projeto mantém a prerrogativa do Poder Executivo para definir as terras indígenas, mas determina que a homologação seja feita por lei ordinária, sujeita à apreciação do Legislativo. Outra inovação é que não se fará demarcação de terra indígena em faixa de fronteira. Poder soberano e popular por excelência, o Parlamento poderá oferecer soluções isonômicas para um problema que se agrava e prevenir a implantação no Brasil de um Estado multiétnico e uma Nação balcanizada, fomentada pela leniência interna e por interesses externos.

Aldo Rebelo é deputado federal pelo PC do B-SP.
E-mail:dep.aldorebelo@camara.gov.br

 


Cué-Cué Marabitanas: O Arco Indigenista se Fecha Sobre a Amazônia
http://www.midiasemmascara.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=52:cue-cue-marabitanas-o-arco-indigenista-se-fecha-sobre-a-amazonia&catid=8:desinformacao&Itemid=14

Guarde bem este nome:
Cué-Cué Marabitanas
Logo irá aparecer nos noticiários!


Felix Maier 2009


O livro A Farsa Ianomâmi, escrito pelo coronel do Exército Carlos Alberto Lima Menna Barreto (*), põe a nu, ao provar com inúmeros documentos, a farsa do século passado, que foi a criação da Terra Indígena Ianomâmi (TI Ianomâmi). Na verdade, o blefe monumental foi arquitetado por uma fotógrafa belga, Cláudia Andujar, que reuniu algumas tribos, que não tinham nenhuma relação entre si, e criou a "nação imemorial dos ianomâmis", com o total apoio dos caciques brancos de Brasília.


O livro de Menna Barreto tem a apresentação feita pelo general-de-divisão Carlos de Meira Mattos, que assim inicia seu escrito:

"A questão ianomâmi, como é apresentada pelos interesses alienígenas, clama contra a lógica e o bom senso. Como reivindicar o controle político de um território brasileiro da extensão de 94.1991 km2 (semelhante à área de Santa Catarina e três vezes a superfície da Bélgica), para uma tribo que o habita, de 5.000 índios, no máximo, e que vive, até hoje, no mais baixo estágio da ignorância e primitivismo? Estes próprios índios ignoram as reivindicações que são feitas em seu nome, por organizações internacionais mascaradas com intenções científicas (ecologia, ambientalismo, antropologia) e que fazem uma pressão crescente no sentido de entregar a soberania dessa área aos seus habitantes" (pg. 11).


Em 1973, em noticiário bombástico, Cláudia Andujar se referiu pela primeira vez aos índios ianomâmis, os quais, no entanto, nunca haviam sido identificados pelos exploradores que passaram pela região. E olha que foram muitos, tanto do Brasil, quanto do exterior. No capítulo 3, A Ianomamização dos Índios, diz Menna Barreto: "Manoel da Gama Lobo D'Almada, Alexandre Rodrigues Ferreira, os irmãos Richard e Robert Schomburgk, Philip von Martius, Alexander von Humboldt, João Barbosa Rodrigues, Henri Coudreau, Jahn Chaffanjon, Francisco Xavier de Araújo, Walter Brett, Theodor Koch-Grünberg, Hamilton Rice, Jacques Ourique, Cândido Rondon e milhares de exploradores anônimos cruzaram, antes disso, os vales do Uraricoera e do Orenoco, jamais identificaram quaisquer índios com esse nome" (pg. 29). Com a autoridade de quem foi o primeiro comandante do 2º Batalhão Especial de Fronteira e do Comando de Fronteira de Roraima, diz Menna Barreto: "É preciso ficar claro antes de tudo que os índios supostamente encontrados por Cláudia Andujar são os mesmos de quando estive lá, em 1969, 1970 e 1971. (...) eles continuam a ser os xirianás, os uaicás, os macus e os maiongongues de sempre, ficando essa história de 'ianomâmis' só para brasileiros e venezuelanos" (pg. 33).

Em 1985, quando Menna Barreto era Secretário de Segurança de Roraima, a população de Boa Vista ficou admirada com tantos aviões da FAB fazendo evoluções nos céus: dois aviões de transporte Búfalo, uma esquadrilha de jatos e alguns helicópteros. As aeronaves não eram para compor a Base Aérea de Boa Vista, recém-inaugurada. Eram para transportar agentes federais, que desceram no Garimpo de Santa Rosa, para aplicar castigos aos trabalhadores, como escreveu Menna Barreto: "Após retirarem as pessoas de suas choupanas ao lado da pista, as teriam obrigado a se despirem, submetendo-as a vexames, ofensas e agressões, enquanto outras equipes procediam à destruição dos equipamentos e mantimentos existentes nas imediações" (Pg. 59 e 60). Menna Barreto soube, por integrantes da FAB, que a ordem de Brasília era, em um prazo de 4 semanas, "esvaziar os garimpos a oeste dos 62º e as áreas reivindicadas por macuxis, ingaricós e taulipangues nos Rios Suapi, Quinô, Cotingo e Maú, na região montanhosa, ao norte do Território" (pg. 60). Finaliza Menna Barreto seu capítulo 7, A Vingança da Gringa: "Tempos depois - por informações vazadas da FUNAI - soube-se que a autoridade misteriosa não era outra senão a belga Cláudia Andujar. Com singular prestígio nas altas rodas de Brasília, intimidou órgãos do Governo com um protesto pela existência de brasileiros a oeste do meridiano 62º, no Garimpo Santa Rosa. A solução encontrada foi desencadear uma operação secreta de espancamento de garimpeiros, de modo a contentá-la, sem que mais ninguém neste país ficasse sabendo”... (pg. 62 e 63)

Raposa Serra do Sol teve sua origem em blefe semelhante à geração espontânea dos ianomâmis. Diz Menna Barreto: "E muito menos se pode chamar de ideal a conspiração criminosa de alguns 'padres' com os índios transviados, para arrancar outro pedaço de Roraima, com a criação pretendida da reserva indígena Raposa - Serra do Sol, em uma parte do estado povoada, há dois séculos, por brasileiros (pg. 155).

Não se pode esquecer o modus operandi desses patifes, muitos travestidos de padres e pastores evangélicos. Diz Menna Barreto: "Agem pela violência, seguindo a conhecida receita da guerrilha: intimidar para subjugar. E nem sabem mais por quê. O terrorismo, a violência deixou de ser o processo para ser o objetivo. E violência não pode ser ideal de ninguém. Bandido não pode ser herói. Bandido é bandido mesmo” (pg. 155). Depois das Nações Ianomâmi e Raposa Serra do Sol, vem aí uma nova nação, que está sendo engendrada pelos morubixabas da Funai, pelo CIMI e por sociólogos e antropólogos de diversas partes do mundo, para arrancar mais um naco do mapa do Brasil: a Nação Cué-Cué Marabitanas.

Guarde bem este nome: Cué-Cué Marabitanas. Logo irá aparecer nos noticiários.

No momento é a TI Cué-Cué Marabitanas, que, juntamente com outras TI, existe apenas nos mapas da FUNAI, do CIMI e das ONGs. Fica no Estado do Amazonas, município de São Gabriel da Cachoeira e tinha 1.645 indígenas, em 1996, segundo fonte do Instituo Socioambiental (ISA). Na extremidade sul da TI Cué-Cué Marabitanas fica a cidade de São Gabriel da Cachoeira. Esta TI dos cués fica entre a TI Balaio, a leste (que faz fronteira com a TI Ianomâmi), a TI Alto Rio Negro, a oeste, a TI Médio Rio Negro I, ao sul, e a Venezuela, ao norte. Abaixo da TI Alto Rio Negro, existe ainda a TI Rio Apapóris (próximo à Vila Bittencourt). E a leste da TI Médio Rio Negro existem as TI Médio Rio Negro II e TI Rio Tea. Abaixo da TI Médio Rio Negro I - depois de uma faixa de terra ainda não pleiteada pela Funai para os indígenas - existe a TI Uneiuxi. Todas estas TI ficam no Amazonas. Com as demarcações de Balaio e Cué-Cué Marabitanas, o município de São Gabriel da Cachoeira terá 90% de suas terras destinadas aos índios! Convém lembrar que no Amazonas existe, ainda, a TI Rio Cuieras, na região de Manaus e Nova Airrão.

A Portaria da FUNAI nº 1.131, de 23 de novembro de 2007

(Cfr.
http://ccr6.pgr.mpf.gov.br/atuacao-do pf/portarias/docs_portarias/portaria_funai_1131.pdf), publicada no Diário Oficial da União nº 229, de 29 de novembro de 2007, define o Grupo Técnico para realizar a delimitação da TI Cué-Cué Marabitanas, constituído também vejam só! por "lideranças indígenas" e integrantes da ONG Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN). O Exército, que durante séculos ocupou e preservou a Amazônia para o Brasil, mais uma vez não foi chamado para opinar sobre o assunto.

Pesquisando na Internet, descobri algo espantoso, que não vem sendo divulgado pela mídia, para que os vendilhões de nossa Pátria possam trabalhar mais à vontade.

No Blog do antropólogo e ex-presidente da Funai, Mércio Pereira Gome
s (http://merciogomes.blogspot.com/2007/10/iluso-messinica.html), lê o seguinte: "...A ilusão messiânica também tem configurações laicas. Veja, por exemplo, a proposta do ISA de forçar a Funai a demarcar a Terra Indígena Cue Cue Marabitanas em tal dimensão que junte em uma única área as terras indígenas Yanomami (9,9 milhões de hectares) e Alto Rio Negro (10,5 milhões de hectares), as quais, junto com a demarcação de mais duas terras contíguas ao Sul, totalizariam cerca de 23 milhões de hectares e fechariam uma fronteira contínua de 2.500 km com a Venezuela e a Colômbia".

O que se pode depreender das investidas do ISA, com pleno apoio da Funai e do CIMI, e de milhares de ONGs, tanto nacionais quanto estrangeiras, o problema indígena no norte de Roraima e Amazonas é muito mais grave do que imaginávamos, depois que foram criadas e homologadas pelo Governo Federal as TI Ianomâmi e Raposa Serra do Sol. Ou seja, o movimento indigenista, de caráter entreguista (entre os brasileiros que apóiam tal patifaria) e de propósito gatuneiro (entre os espertalhões estrangeiros, que querem preservar para si, no futuro, a colossal riqueza do subsolo, de minerais raros), quer transformar uma área igual a três vezes o solo de Portugal em uma mega nação indígena, ao unir''nações indígenas" de Roraima à Vila Bitencourt, AM, passando pela Cabeça do Cachorro, em um arco de 3.000 km de extensão com a agravante de fazer fronteira com tropas das FARC escondidas nas florestas colombianas. Existe pressão de expandir ainda mais esse imenso território amazônico, se o avanço indigenista se estender também ao Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Sem falar que a TI Raposa Serra do Sol, que também faz divisa com a Venezuela, ao norte, e a Guiana, a leste, tem uma área superior a 1,7 milhão de hectares.

Espertamente, brasileiros apátridas, sob as ordens de ONG estrangeiras, pretendem que o Governo Federal primeiro homologue a TI dos cués, um território menor, para então darem o golpe final, monumental, definitivo, que é a criação e homologação da TI Alto Rio Negro, que tem uma área superior ao território ianomâmi. Com isso, terão conseguido o diabólico intento, que irá mais do que triplicar as terras contínuas dos territórios indígenas junto à fronteira com a Venezuela e a Colômbia, para mais fácil criar uma gigantesca e riquíssima Nação Indígena.
E por que aquela enorme região foi escolhida para comportar tão poucos índios? Uma visita ao endereço do site de Rebecca Santoro (Imortais Guerreiros) nos dá uma valiosa e decisiva pista, em seu texto "O misterioso, rico e estratégico corredor que passa por Roraima"

(Cfr. http://www.imortaisguerreiros.com/artigosrebeccasantoro.htm#255844686): a riqueza de sua bacia sedimentar.


O que se pode prever é que, em futuro não muito distante, será criada a Grande Nação Ianomâmi, ou algum outro nome bombástico que venha a ter, como Cué-Cué Marabitanas, que é o sonho milenarista dos novos beatos da atualidade. Será a efetivação da balcanização de toda a Amazônia, dilapidando as extensas terras que um dia pertenceram ao Brasil, país que, daí em diante, será conhecido mundialmente como Brasilistão - uma mistura de Brasil com Afeganistão. Outras extensas áreas indígenas do País terão o mesmo destino no futuro, a persistirem o entreguismo estatal e a inércia dos cidadãos brasileiros. Convém lembrar, que, além dos indígenas, outros bantustões segregacionistas (Cfr. http://www.webartigos.com/articles/2172/1/brasilistao-os-bantustoes-dos-indios-quilombolas-e-mst/pagina1.html), também de cunho socialista, estão sendo criados em todo o Brasil, dentro dos moldes do Apartheid sul-africano de triste memória, que são os acampamentos do MST e as terras reivindicadas pelos quilombolas.

(*) MENNA BARRETO, Carlos Alberto Lima. A Farsa Ianomâmi, Biblioteca do Exército Editora, Rio de Janeiro, 1995.

Nota: Cfr.-para conferir as fontes

 

 

Excelentíssimo Senhor Ministro da Defesa
NELSON JOBIM Doc. Nº 63/2009


Nós, do GRUPO GUARARAPES, esperamos que esta carta o encontre com boa saúde junto aos seus e que, ao recebê-la, não a considere uma afronta ao seu elevado posto e, sim, que ela pode ser mais uma aula para quem ainda engatinha na arte de comandar. Não estamos fazendo este documento-aula para defender o Excelentíssimo Senhor General de Exército Luiz Cesário da Silveira Filho, pois o mesmo, em missiva magistral, soube bem colocar os pontos nos (ii), mostrando ao Ministro da Defesa a dignidade do militar, seja na ativa ou reserva. Vossa Excelência, vem lá dos pampas, onde despontam muitos dos nossos grandes heróis, que souberam defender as nossas fronteiras. As figuras de Osório, Mallet, Porto Alegre, Argolo, Andrade Neves, assim como Caxias (embora fluminense lá teve grande projeção) e tantos e tantos outros são exemplos de simplicidade, humildade e de coragem física e moral que devem ser seguidos por todos brasileiros, particularmente, os militares.

Recomendamos aos seus prestimosos auxiliares que o ensinem sobre a grandeza desses homens. Caxias foi conduzido ao túmulo por soldados-de-pré, de bom comportamento, como desejava, numa demonstração de humildade. Osório caracterizava-se pela bravura e sua afirmação: "Fácil é comandar homens livres" significa também uma indicação de que o General Cesário é filho descendente de heróis do Exército dos Pampas. Não é a primeira vez que Vossa Excelência comete o grande erro de ser um comandante primário. Sabemos que é muito difícil Vossa Excelência entender que a arrogância representa uma das mais mesquinhas qualidades de um comandante. O arrogante caracteriza-se pelas posturas de fanfarrice e quixotismo. Tal postura é própria dos medíocres. Sabemos que é muito difícil para Vossa Excelência entender as nossas palavras que não deixam de ser leais e amigas, pois não foi formado nas lides militares e, sim, advocatícias. O linguajar de Vossa Excelência deve se prender às pombalinas, aos livros de Pareto, Clovis Bevilaqua, Piero Calamandhei, Giuseppe Chovenda, Ada Pellegrine Grinover e tantos e tantos outros, que pontificaram no campo do direito, ensinando que a JUSTIÇA baseia-se na VERDADE e que as leis e as Constituições existem para a defesa da sociedade e que nenhum cidadão pode falsificá-las ou deturpá-las para defesa de interesses outros. Por isso acreditamos que seria muito bom que Vossa Excelência, que pontifica no campo do direito, e agora lida no campo militar, determinasse aos seus diletos auxiliares que providenciassem livros a respeitos de Aníbal, Alexandre, César, Turenne, Federico ogrande, Napoleão, Lyautey, Foch e, se tivesse tempo, se debruçasse nos maravilhosos livros do grande PLUTARCO. E caso queira ser mais moderno mandasse comprar nas boas livrarias a vida dos grandes generais da 2ª. Guerra Mundial onde alguns brasileiros lá se encontram como Mascarenhas de Moraes, Castello Branco e outros. Antes de terminar, com todo o respeito, estamos transcrevendo alguns pensamentos de alguns chefes que brilham na constelação dos líderes militares, para que Vossa Excelência possa animar-se a modificar suas atitudes perante seus subordinados. "A recompensa do capitão não está nas notas do comando, mas no olhar dos seus homens". Lyautey (francês). "Quando mais elevado se está na hierarquia e quando mais se sabe, mais necessidade existe de ser bom". Foch (francês). "Sigam-me os que forem brasileiros". Caxias (brasileiro). "Quando as coisas dão errado em seu comando, procure descobrir a causa em círculos concêntricos cada vez maiores em redor do seu gabinete". Bruce y Clarke (americano). "Um tolo é desagradável; mas um pedante é insuportável". Napoleão (francês). Finalmente, O GRUPO GUARARAPES transcreve o que consta do livro COMANDAR, do general Torres de Melo, que procurou codificar todas as virtudes que precisa ter um chefe, assinalando as mais importantes: "abnegado, atuante, AMIGO, austero, ativo, BOM, corajoso, caridoso, consciente, criativo, CULTO, devotado,dedicado, digno, decidido,disciplinado, desprendido, entusiasmado, ÉTICO, educado, estudioso, enérgico, franco, fraterno, firme, fiscalizador, HUMANO, HUMILDE, ÍNTEGRO, justo, LEAL, lógico, MORAL, MAGNÂNIMO, manso, obediente, otimista, objetivo, paciente, pontual,respeitador, responsável, religioso, simpático,sereno, trabalhador, tenaz, vigilante e virtuoso".Não sabemos se este documento-aula será útil ao nosso Ministro, pois nem sabemos se algum assessor, que não seja medíocre, deixará que ele seja lido pelo nosso segundo Chefe Maior. Talvez por isso este não chegue a ver o brilho nos olhos de seus subordinados.

Excelentíssimo Senhor Ministro. Felicidades e que jamais esqueça de que o BRASIL sofre de uma doença pior do que o CÂNCER. Estamos cercados de medíocres mas o Excelentíssimo Senhor General de Exército Cesário foi e é um grande Chefe. Cuidado com os que sempre concordam. Com os que são como as lagartixas, sempre balançando a cabeça em afirmação, dizendo "AMÉM". São falsos.

Uma simples pergunta que o GRUPO GUARARAPES GOSTARIA DE FAZER: já levaram Vossa Excelência ao túmulo do soldado desconhecido e, lá, curvou-se em homenagem a um defensor da Pátria? Se não o fez, faça-o, mas sem alarde, sem exibicionismo como quando se fantasiou de General para o seu próprio engrandecimento, inclusive perante sua própria consciência.

General de Divisão Reformado Francisco Batista Torres de Melo (Coordenador Geral do Grupo Guararapes).

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA
sob reg. Nº 12 5893, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza.
Somos 1.676 CIVIS 49 da Marinha 465 do Exército 49 DA Aeronáutica; total 2.239.

In memoriam30 militares e 2 civis.
batistapinheiro30@yahoo.com.br www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

 

CEARÁ – homenagem ao 31 de março - Doc.62/2009
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

1 Novamente, o Ceará presta homenagem à Revolução de 31 de março de 1964. A comissão presidida pelo General de Exército Gazzineo e composta pelos Círculo Militar de Fortaleza, Associação dos Oficiais da Reserva e Reformados das Forças Armadas do Ceará (Asorfac), Associação dos Oficiais da Reserva e Reformados do Estado do Ceará PM BM (Aorece), Grupo Guararapes e Clube Militar, pelo seu representante, idealizaram a seguinte programação: a. concentração no mausoléu do General Humberto de Alencar Castello Branco, com o canto do Hino Nacional, palavras do General Torres de Melo, colocação de uma coroa de flores no túmulo do Marechal Castello Branco e toque de silêncio. b. missa da esperança na capela do Hospital Militar. c. Coquetel comemorativo da Revolução e posse diretoria reeleita da Asorfac, no círculo militar de Fortaleza.

O general Torres pronuncia as seguintes palavras:

“Há que se perguntar o que estamos fazendo aqui. Estamos para chorar a saudade do passado ou a grandeza do futuro? Estamos reunidos pelas duas coisas.
Foi 1964 que permitiu ao Brasil mudar. Passamos a ter energia e o nosso mundo noturno a ter luz pela noite a dentro. Deixamos de andar nas estradas de barro para corrermos nas estradas de asfalto. Vimos milhares de jovens entrando nas novas universidades e sendo até envenenados contra os que fizeram a contra revolução de 1964. Vimos ser instalado o maior programa social no Brasil. Era o FUNRURAL que tanto ajudou o homem idoso do sertão. Foi Médici que fez. Nós, hoje de cabelos brancos, vislumbramos o futuro para o nosso País e quem não se lembra dos novos aeroportos construídos pela Infraero? Galeão, Cumbica, Eduardo Gomes com suas pistas que permitem a descida dos grandes. As hidroelétricas e a energia nuclear... Havia tranqüilidade nas ruas e emprego para todo mundo. O dinheiro público sagrado e o País deixando de ser uma Nação periférica para se tornar a oitava economia do mundo. O nordeste se industrializando e o sul desenvolvendo o agronegócio com a ajuda da empresa EMBRAPA, que com os técnicos criaram as condições para fazer da agricultura o sustentáculo de nossa economia.

Quem não se lembra do programa do álcool, que para ser escondido agora é chamado etanol. E Carajás com o Porto de Itaqui? E Tubarão? Já não são mais o futuro e sim presente. Foram eles, os homens de 64 que construíram este presente que nos permitem ver um futuro. Petrobrás em águas profundas. Eletrobrás com as linhas de transmissão movendo as indústrias. A chegada das TV e o povo falando para o mundo pelos telefones. E Manaus com sua zona franca explodindo com as indústrias que lá se instalaram? É bom lembrar o BNH com os seus programas de casas populares. E o grande Projeto RONDOM para que os jovens conhecessem o Brasil. e aprendessem a trabalhar pelo Brasil. Juntamos o passado e o futuro e aqui, bem perto, encontra-se o grande brasileiro que permitiu tudo, pelo seu saber, sua força moral e o amor que tinha por este Brasil grande. Este homem chama-se Humberto de Alencar Castello Branco. O grande Marechal Castello Branco. Aqui, estamos para homenageá-lo e agradecer o que fez por nós, por nossos filhos e netos. Sabemos que a coroa de flores é muito pouco pelo que ele fez. O mais importante de tudo é estarmos firmes e com os mesmos ideais que salvaram o Brasil da desgraça de uma ditadura de esquerda. Viva 31 de março General Torres de Melo

2 - Podemos afirmar que o sucesso da programação deve-se ao espírito patriótico daqueles que acreditam no Brasil do futuro, por HOMENS que amam o seu País. 200 civis e militares compareceram ao mausoléu do Marechal Castello Branco onde FOI colocado uma coroa de flores.
3 - o nosso decano, General Salgado, escreveu este documento, que engrandece o Grupo Guararapes e o 31 de março de 1964.


31 de março, Redenção da Democracia

"Eles foram chegando, aos poucos, à Praça da República. E, antes das 14 horas, já ocupavam todos os espaços do local. Quando partiram em direção à Catedral da Sé, somavam, segundo estimativas da época, meio milhão de pessoas, ou cerca de 10% da população da cidade de S. Paulo naquele ano. Era a Marcha da Família com Deus e pela Liberdade, uma das maiores demonstrações populares da historia do País, que aconteceu no dia 19 de março de 1964, Dia de S. José - Padroeiro da Família, exigindo o fim do governo do presidente João Goulart". (Jornalista Kiyomori Mori. Folha S.Paulo, 21.01.04).

E as Forças Armadas, sensíveis ao apelo popular - o eco no seu peito de povo, que elas também são - entenderam que era chegada a hora de acorrer àquele apelo, um apelo de toda a Nação. Os valores cívicos ameaçados, em risco a DEMOCRACIA. A consciência de que somente elas poderiam restabelecer a ordem. Era preciso cumprir a missão constitucional - de defender a Pátria, cuja Honra, Integridade e Instituições estavam em perigo de soçobrarem a uma ideologia estranha e contraria à nossa tradição histórica.

Os militares compreenderam que era impositivo violentar suas consciências democráticas, cumprindo o espírito da Lei, que não somente a sua forma. Tinham que reagir à baderna socialista-comunista que ameaçava se apossar do Poder. Era um dever patriótico.

As causas remotas remontam aos idos da intentona comunista de 35, com a sua traição, sua ignomínia. Entre outras, os desdobramentos da renúncia de Jânio chegando ao desgoverno. Goulart e suas crises - políticas, econômicas e sociais. As causas imediatas já estavam ali, no desafio que se estava vivendo naquele março atípico. O comício subversivo da Central do Brasil, no dia 13, e a reunião no Automóvel Clube do Rio, no dia 30, ambos com a presença e o estímulo do próprio presidente da República. A Nação em desordem, quebravam-se a disciplina e a hierarquia nos navios, nos quartéis e nas bases - chegando-se, desde uma revolta anterior de sargentos em Brasília, ao inusitado de um Almirante Fuzileiro Naval levado aos ombros e aclamado por praças da sua Força, na via pública, no Rio. A inflação galopante, a corrupção campeando. A insegurança, o temor e o quase desespero da população. Um clamor que vinha de todas as partes com o apoio da grande maioria da imprensa. A revolução comunista estava nas ruas, era preciso uma contra revolução - exigida pelos anseios e o clamor público, para impedir, corrigir e renovar. E foi o que ocorreu, com uma vitória imediata e esmagadora. Tão necessária que não teve sangue, por isso que as forças do mal não tinham respaldo na opinião pública.

Os atos e seqüências são bem conhecidos de todos de ontem; deverão sê-lo pelos de hoje, por isso que registrados pela Imprensa, ficando para a posteridade. O País se reorganiza e tem início uma fase de governos sérios, comandados por militares com a valiosa ajuda de uma maioria de civis ilustres, criteriosamente escolhidos. E o resultado foi a preservação da Democracia, a reorganização do governo e um clima de planejado desenvolvimento econômico e social. Principalmente, obras de infra-estrutura: Itaipu, Tucuruí, e outras - mais de 700% de crescimento da capacidade instalada de geração de energia elétrica e os primeiros passos para o domínio da Energia Nuclear; Aeroportos do Rio, Guarulhos, Confins, e outros; Portos de Itaqui, Sepetiba e Tubarão, e melhora da operacionalidade nos de Rio Grande, Santos e São Sebastião, Salvador, Suape e Mucuripe; aumento da rede rodoviária - de menos de 19.000 para mais de 75.000 Km; a ponte Rio-Niterói; moderno e avançado complexo de Comunicações. E ainda: mais de 300% de aumento na produção diária de petróleo, a Petrobrás tornando-se líder na exploração em Águas Profundas; o Proálcool, um êxito, copiado pelo primeiro mundo, pois uma importante fonte alternativa à falta do óleo; incremento da Mineração e da Siderurgia (Carajás, Açominas - 21 milhões Ton/ano de aço). E ainda mais: o Fundo Rural, um humanitário programa de distribuição de renda, no socorro aos idosos desassistidos do interior. E o combate cerrado à corrupção. E a Reforma Administrativa - o Dec 200. Vinte anos de fidelidade ao lema de nossa Bandeira: Ordem e Progresso, ou seja, Segurança e Desenvolvimento. O País deixando uma incômoda 48ª posição para a de 8ª Economia do mundo. E o povo era feliz; E O SABIA! 31 de março ! Uma data a relembrar, marcada indelevelmente nas páginas de nossa História ! Um Feito, uma Alavanca para o Futuro de Grande Potência! A Redenção da Democracia Brasileira! 31 de Março de 2004. Quarenta e cinco anos depois!"
Gen Bda Ref LUCIANO SALGADO CAMPOS.


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31 de março de 2009

QUEM NÃO DESEJAR RECEBER NOSSOS DOCUMENTOS , FAVOR AVISAR

VIDA À VERDADE! MORTE À MENTIRA!

RAPOSA SERRA DO SOL Doc. Nº 61/2009
Erro de lesa-pátria

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É, hoje, a notícia que mais preocupa os brasileiros que têm sentido na Soberania do País: o STF manteve válida, por expressiva maioria somente um voto contrário a demarcação, em terra contínua, decretada pelo presidente da República, em abril 2005, da terra indígena RAPOSA SERRA DO SOL. O mal está feito, embora as pretensões dos índios ficassem restringidas pelas 19 condições estabelecidas pelo Tribunal.

O Supremo determinou, também, a saída dos arrozeiros e outros não-índios, que trabalhem ou vivam na área da reserva. O presidente do STF, acanhado, diz que "a utilização das terras deve ser limitada, com respeito ao meio ambiente e às riquezas naturais, e também com a presença de forças, policiais e Armadas".

A saída dos não-índios não está ainda definida, ficando incumbido de fazê-lo o ministro relator da ação, Carlos Ayres Britto, que, ao que também se noticia, acertará prazos e detalhes com o ministro da justiça, este que foi o grande defensor da reserva contínua e até irritantemente parcial quanto à condução das ações da Polícia Federal e de sua outra polícia, uma "polícia especial", a chamada Força Nacional de Segurança. Preocupado, decerto, ele já teme, em suas declarações recentes sobre o assunto, uma "postura de insurreição contra o Estado que seria promovido pela violência" se a desocupação não for pacífica. (Folha de S. Paulo, 9.03.2009)

Mas cinco considerações precisam ser feitas sobre a decisão, no mínimo, impatriótica:

1ª.) O Brasil abandona, de vez, sua tradicional política de integração dos indígenas à comunidade nacional, preconizada e praticada pelo grande brasileiro um índio-descendente integrado o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon; e defendida pelo Presidente Médici, com a convicção de um elevado sentido de Pátria soberana, quando repetia e praticava o que se tornou o lema do PROJETO RONDON : "Integrar para não entregar".

2ª.) A decisão atendeu, servilmente, aos objetivos de países hegemônicos,que, sempre, desde a colonização, pretendem, sem disfarces, apossar-se da AMAZÔNIA ou, pelo menos, das riquezas que ela encerra, necessárias à sua manutenção de Poder; e, simultaneamente, evitar o surgimento de um novo Poder concorrente, um Brasil desenvolvido, principalmente no aproveitamento sustentável daquela mais rica região do mundo. A demarcação da reserva foi conseguida pelo trabalho insólito de ONGs estrangeiras, à frente a Survival International, criada pelo Príncipe Phillip, na Casa de Windsor, inicialmente para conseguir o absurdo sem nome da demarcação da reserva dita Ianomâmi, e depois continuar para conquistar, como agora o fez, a RAPOSA SERRA DO SOL. Ação esta reforçada com a ameaça que foi a presença do Príncipe Charles no Brasil, inclusive na AMAZÔNIA, justamente no momento em que o STF iria decidir a matéria. Vitória completa, à traição do Poder Judiciário, submisso a um presidente sem visão estratégica, mas que foi quem nomeou, em maioria, os gratos ministros para o rendoso posto.

3ª.) Indica-se necessário modernizar a nossa Constituição Federal, acabando-se com a nomeação dos ministros do STF pelo presidente da República, passando a serem eleitos por magistrados, do próprio Poder Judiciário, conforme regulamentasse o Congresso Nacional.

4ª.) Registre-se que as Forças Armadas maiores responsáveis pela integridade do território sempre se mostraram contrárias à demarcação como foi feita, fieis ao seu destacado papel na formação histórica da Nação Brasileira e na defesa da sua Soberania.

5ª.) A solução do STF, a nosso ver, foi um crasso erro de lesa-pátria. A História certamente julgará, pelo que poderá decorrer, que não foi somente um ERRO, mas sim um imperdoável porque irreparável CRIME DE LESA-PÁTRIA.

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 125893, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.676 CIVIS 49 da Marinha 465 do Exército 49 da Aeronáutica; total 2.238. In memoriam 32 militares e 2 civis.

batistapinheiro30@yahoo.com.br
24 DE MARÇO DE 2009


VIDA À VERDADE! MORTE À MENTIRA!

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O BRASIL EM PERIGO doc. Nº 60 – 2009
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes


O Brasil encontra-se em perigo e poderá tomar três direções graves: perda de parte de seu território; partir para uma ditadura de esquerda disfarçada de democracia ou marchar para uma revolução social.

O GRUPO GUARARAPES vai apontar fatos que levam a afirmação acima.

1. Solução dada pelo STF ao caso da Raposa Terra do Sol. O brasileiro para entrar nestas terras demarcadas necessitará de passaporte?

2. O STF considera furto de pequeno valor não CRIME. Pode-se entrar num supermercado e roubar feijão ou arroz? E se for uma bicicleta? Com esta decisão o pequeno pode roubar. O STF apenas igualou com os grandes ladrões da coisa pública, que estão soltos e até defendidos por autoridades. FOLHA SP 21-3 09

3. Pelas notícias dos jornais e o que vai se sabendo o SENADO DA REPÚBLICA apodreceu. Ficou sem moral. Lá tudo pode acontecer da noite para o dia.

4. Brasileiros são condenados a prisão perpétua nos EUA por crime de seqüestro e no Ceará um seqüestrador é solto pela justiça, pois o STF disse que ninguém pode ficar preso antes do processo passar em julgado. Todos os criminosos soltos.

5. Jornais publicam declaração do Presidente da Republica de que não cumprirá a ordem de deportação do criminoso caso seja esta a decisão do Supremo. O GRUPO GUARARAPES nem pode imaginar uma coisa desta.

6. O Ministro da Defesa, do alto de suas tamancas, ataca e procura humilhar general que vai para a reserva. A honra do militar foi ferida e o militar não aceita coisa deste tipo, particularmente de quem não tem moral para tal, pois é criminoso confesso de ter falsificado a Constituição Federal Brasileira.

7. Existe uma guerra no Rio e em São Paulo. Bandidos procuram criar áreas livres para prática do crime.

8. Livro de geografia apresenta erros grosseiros no Mapa da América do Sul. Milhões de reais jogados fora e ninguém responsabilizado.

9. O senhor Delúbio, o grande envolvido no escândalo do mensalão, no seu legítimo direito, procura voltar ao seu Partido. Vai voltar e será eleito deputado federal pelo seu Estado. Finalmente, estamos assistindo a campanha para as eleições de 2010 na rua.

Vão gastar o último tostão do País para eleger o candidato do governo e a compra de votos vai ser pratica pela liberação das verbas parlamentares. Já foi assim na eleição passada. Tudo legal e o PAÍS chegando a ter uma dívida interna próximo 2 trilhões de reais.

RESPONDAM SE: O BRASIL NÃO SE ENCONTRA EM PERIGO?
QUEM VAI SEGURAR A BOIADA? AS FORÇAS ARMADAS DIRIGIDAS PELO ATUAL MINISTRO?

SOLUÇÃO: BRASILEIROS DE PÉ PARA DEFENDER A PÁTRIA?

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 5893, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 176 CIVIS - 48 da Marinha - 465 do Exército 49 da Aeronáutica; total 2.238. In memoriam32 militares e 2 civis. batistapinheiro30@yahoo.com.br

CASO CONCORDE REPASSE POR FAVOR
25 DE MARÇO DE 2009

 

PLANO DE SALVAÇÃO NACIONAL doc. Nº 59 2009

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A mídia nacional, mesmo limitada, na sua liberdade, pela força do poder econômico estatal, que a sustenta, deixa escapar, por todos os poros, a situação caótica, por que passa o País, com os três Poderes da República e principais Instituições fragilizadas pela corrupção, subversão, falta de autoridade, gestão fraudulenta e pelo distanciamento, de um mínimo de ética.

O Executivo não se mantém no poder por uma linha de autoridade de administração séria, moralizada e eficiente, pela execução de um Plano Estratégico, voltado para os Objetivos Nacionais Permanentes, pelo exemplo de ética e moralização nas atividades do Estado; mas, está no poder, com 84% de aceitação popular, face ao comprometimento com a mentira, falsidade e desinformação, junto à classe social mais necessitada e parte da sociedade produtiva, condicionada aos favores financeiro e econômico do Poder Executivo.

Basta lembrar que, 64% da população do Piauí recebem o bolsa-família e 100% recebe a luz-para-todos, sustentando os 84% de popularidade do Presidente. Os 11 milhões, referentes às famílias assistidas pelo bolsa-família, e os 100% da luz-para-todos representam, no mínimo, 30 milhões de votos.

O Legislativo parece um ente leproso, em estágio final. Diariamente, estouram ferimentos, em todo o "corpo", já quase, completamente, putrificado. Por último, surgiram os escândalos das horas-extras, não-trabalhadas e os da existência dos 181 diretores administrativos do Senado, isto é, mais de dois diretores para cada Senador, recebendo, em média, de R$24.000,00 a R$30.000,00 mensais. Há um diretor para administrar a garagem o que é "compreensível", pois cada um dos 181 diretores usa carro oficial com combustível e motorista; outro diretor cuida do embarque e desembarque dos Senadores no aeroporto de Brasília. O Senador encarregado da área disse, na TV, em tom de galhofa, que existia até diretor de "fantasia", sem função definida etc.

No judiciário, até o Presidente da corte foi objeto de denúncia pela Internet, no dia 18 março, com 27 acusações desclassificantes, para qualquer magistrado. Por outro lado, o próprio poder anunciou estar desestruturado com 600 mil processos "encalhados". Justiça que tarda é justiça negada. "Poderíamos retratar com as mesmas tintas, a situação das principais Instituições, onde se salvam, com honrosa exceção, as Forças Armadas, que vêm sendo confirmadas, em pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, entre as de maior credibilidade, junto ao povo brasileiro. Face a essa situação, urge a montagem de um Plano de Salvação Nacional, contando com as Instituições de Credibilidade e os 16% do povo que vê a situação caótica, como nós.Um Plano de Salvação Nacional a ser oferecido aos partidos políticos, às Instituições e às Comunidades, ainda, não contaminadas, contendo duas ou mais dezenas de Objetivos a serem alcançados, tais como: reformas das Constituição, Organização Política, Administração Pública, Previdência Social, Tributação e Fiscalização, Política Nacional de Ética e Moral, Reestruturação das Forças Armadas, Reformas dos Poderes Judiciário e Legislativo, Ensino; e de áreas pontuais, como - Remuneração do Trabalho, Combate à Impunidade, Corrupção e Subversão, Eliminação da Pobreza, distribuição de Renda, Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Plano de Habitação, entre outras. Teríamos que transformar cada objetivo a ser conquistado, num esboço de Plano, que no seu conjunto comporiam o Plano de Salvação Nacional. Para exemplificar, vejamos o Objetivo Plano de Remuneração do Trabalho nos seus dois principais itens: 1 (Situação Geral; 2 Execução) 1.Situação Geral da Remuneração do Trabalho no Brasil: cerca de 50% da força de trabalho do País recebem menos de R$200,00; basta lembrar que 12 milhões de famílias recebem a cesta básica, por, cerca de R$125,00; somente, 35 % da força de trabalho do País têm carteira assinada, sendo que, 40%,desta, têm carteira assinada, de meia jornada ( R$232,50). Já, no serviço público municipal, mais da metade das cidades, não paga o salário mínimo. Nas áreas estadual e federal, as aberrações são inacreditáveis; os maiores salários são 62 vezes maiores que o salário menor ( R$480,00 ) e se contarmos com os salários indiretos do Congresso ou do Judiciário que chegam a R$120.000,00, seriam 250 salários mínimos. Entre as chamadas carreiras de estado, a remuneração é ainda mais irracional e imoral. 2. Execução: O Executivo terá, por Missão, de apresentar ao Congresso Nacional uma Medida Provisória (Relevância e Urgente) regulando a Remuneração do Trabalho, estabelecendo a isonomia salarial para funções iguais ou semelhantes, em todos os níveis dos três poderes municipal, estadual e federal, estabelecendo que o salário mínimo, estatal e privado, não seja inferior a 25 avos ( 1/25 ) da maior faixa salarial, devida aos Presidentes dos três Poderes da República, e, ainda que todos os brasileiros recebam uma renda mínima, mesmo, quando desempregados. Assim poderíamos desenvolver cada um dos objetivos de salvação nacional e formalizar um Plano de Salvação Nacional a ser encaminhado para todos os partidos políticos e Instituições com credibilidade para servirem de orientação, no caso de a situação caótica provocar uma renovação ou uma Revolução.

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 5893, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos1627 CIVIS - 48 da Marinha - 465 do Exército - 49 da Aeronáutica; total 2.238. In memoriam32 militares e 2 civis.

batistapinheiro30@yahoo.com.br
27 DE MARÇO DE 2009
VIDA À VERDADE! MORTE À MENTIRA!

 

CHORA, CORAÇÃO BRASILEIRO !

VAlte(Ref) Sergio Tasso Vásquez de Aquino

O Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte de justiça do Brasil, por 10 votos a 1, frustrou a expectativa e a esperança dos patriotas. O dia 19 de março de 2009 passará à História como uma data trágica para a Pátria, pois que a decisão favorável à demarcação contínua das chamadas “terras indígenas” de Roraima poderá ter o efeito perverso e indesejado de dar reforço formal ao processo de entrega da Amazônia Brasileira. Isso, porque, na prática, poderá ter a conseqüência de conceder respaldo legal às pressões estrangeiras, que visam à internacionalização do nosso majestoso território amazônico, para facilitar e tornar possível o usufruto ilegítimo das suas riquezas por não-nacionais.

Não por acaso, os dias que antecederam a infausta medida registraram mais uma “visita ao Brasil”, cercada, como das ocasiões anteriores, de todas as honras e deslumbramentos comuns às colônias mais dependentes, do herdeiro do trono britânico e figura de proa e porta-voz de sombrios interesses de usurpação internacional, dos grandes centros de poder mundial, sobre os indiscutíveis direitos seculares do Brasil sobre a Sua Amazônia. Desde o início, interesses estrangeiros poderosos estiveram por trás do apelo pela “demarcação das terras indígenas” e da “preservação da Amazônia”.

Amazônia que é nossa de direito e por força da luta, do sangue, do suor e do sacrifício de bravos e abnegados ancestrais, portugueses e brasileiros, que a penetraram, desbravaram, plantaram marcos de posse e a vêm ocupando desde há tanto tempo! E do talento de outros brasileiros ilustres e ilustrados que, nos foros devidos, com sua garra e seu exemplar amor ao Brasil, e conhecimento profundo e Direito Internacional, História e Geografia, ganharam para nossa Pátria, com argumentos irretorquíveis, as disputas jurídicas havidas e os pareceres de sucessivos laudos arbitrais de Chefes de Estado, que vinham garantindo o reconhecimento internacional à posse mansa e completa do incomparavelmente rico e portentoso território amazônico pelo nosso País.

Assim como é frágil o ecossistema amazônico, que exige todo o cuidado e atenção, para garantir sua pujança perene e a possibilidade de exploração racional, por muito tempo, de seus formidáveis recursos naturais em favor do desenvolvimento e do progresso do Brasil e dos brasileiros, assim também devem ser tomadas todas as cautelas no trato dos problemas legais, fundiários, envolvendo a posse de todas as porções do vasto e incomparável território, sujeito a declarada e desabrida cobiça internacional. Já existem relatos repetidos sobre extensas áreas na região, em que brasileiros são impedidos de entrar, guardadas que estão por mercenários internacionais a serviço dos “proprietários estrangeiros”!

O que mais dói na alma é a indiferença generalizada quanto ao esbulho à soberania, que deve ser total sobre tudo o que nos pertence, e sem restrições de qualquer natureza e da parte de quem quer que seja, e à geração de mais que prováveis tentativas de criação de fraturas e secessões futuras do maior, mais importante e mais sagrado patrimônio nacional, o próprio território do Brasil. Nenhuma reação com ressonância se fez ouvir da parte de qualquer instituição que represente as Expressões do Poder Nacional: política, econômica, psicossocial, científico-tecnológica, militar! Nenhuma outra manifestação vigorosa de qualquer personalidade ou pessoa dotada de qualquer parcela de poder no cenário nacional, que acompanhasse as ponderadas palavras de alerta, proferidas pelo bravo Comandante Militar da Amazônia, tempos atrás!

Aqui e ali, vozes isoladas erguem-se altaneiras, bradando justos inconformismo e indignação, partidas de particulares pertencentes ao segmento esclarecido do povo, aquele comprometido com o passado, o presente e o futuro do Brasil, e que teima em clamar por sensatez e pela defesa do que é nosso. Todas, porém, minoritárias e sem maiores capacidades de influência ou de meios para arregimentarem seguidores e imporem comportamentos e ações que sustem a desatinada marcha, rumo ao caos, que vimos trilhando desde 1990. Entre os que não renunciam ao dever de defesa da Pátria, destacam-se bravos, encanecidos e combativos militares da reserva e reformados, sempre fiéis ao Brasil!

Onde está o patriotismo, onde está o amor ao Brasil? “Ama com fé e orgulho a terra em que nasceste! Criança, não verás País nenhum como este!” Os inspirados versos do poeta embalavam nossos sonhos nos tempos de antanho, ajudando a cimentar o elo profundo, visceral, que unia os brasileiros à terra dadivosa que os vira nascer, sem paralela no mundo e tão amada!

Hoje, depois de tanto tempo de deseducação em massa, de culto desenfreado do materialismo, do hedonismo, do prazer a qualquer custo e a qualquer preço, o egoísmo e a falta de vergonha imperam. O eu vem em primeiro lugar, junto com a necessidade de satisfazer, sem culpa e sem remorsos, todos os caprichos, apetites e desejos pessoais.

No pensamento e nas ações da maioria, entorpecida e embrutecida, não há mais lugar para altruísmo, solidariedade, compaixão, patriotismo. Só interessa “vencer”, “ter prestígio e poder”, “enriquecer” de qualquer maneira, mesmo que atropelando o semelhante, a ética e a moral e olvidando os compromissos com o Bem Comum e o futuro, o progresso, a grandeza da Pátria, a serem construídos com a colaboração, o trabalho honrado e o sacrifício de todos.

No predomínio da nefasta e pervertida “nova moral” que nos foi, paulatinamente, imposta, está a razão de tantos males que nos assolam: as ameaças constantes à ordem democrática; os projetos em marcha de eternização no poder do Executivo, com o emprego de todo o arsenal de apelos populistas, demagógicos e ideológicos; a incrível corrupção que infesta o poder público, nas três esferas administrativas, federal, estadual e municipal, e destina ao lixo do desperdício e a bolsos indevidos os impostos tão sofridamente pagos pelos cidadãos; a violência crescente nas cidades e nos campos, que mantém refém a parte sadia da população e que bem pode ser interpretada como ensaio para ações futuras de terrorismo e guerrilha e embrião de malfadadas “Forças Armadas Revolucionárias do Brasil - FARB”; a generalizada e crescente desmoralização dos políticos, principalmente aqueles em funções públicas, no Executivo e no Legislativo, por fazerem do Erário coisa própria e não terem limites à sede de mordomias, vantagens e benesses indevidas; a sensação de impunidade reinante, que beneficia ricos e poderosos por excelência...

Por tudo isso, CHORA E SANGRA O CORAÇÃO BRASILEIRO! A quem apelar? Parece ser inútil pedir socorro à sensibilidade e à justiça dos homens, que, há tanto tempo, tudo vêem, nada fazem e parece considerarem normal o que se está passando...

Onde estão os heróis do Brasil, os cavaleiros com os estandartes verde-amarelos desfraldados aos ventos, prontos a afirmar, com garra, bravura e valor, a grandeza eterna da Pátria e o primado do Bem e da Justiça?

Resta-nos rezar muito, pedir a Deus Todo-Poderoso que proteja Sua Terra de Santa Cruz e que não permita que sobre ela triunfem a maldade, a iniqüidade e a injustiça. O Senhor é Misericordioso, Infinitamente Bom e há de zelar pelo Brasil!

Oferecendo a doação da luta e do exemplo diários de vida, todos os brasileiros de bem, não importa quão minoritários aparentem ser no momento presente, apaixonados pela Pátria e confiantes num futuro que ainda será radioso, apesar de todos os percalços, provações e amarguras do presente, auxiliarão a Obra Divina, “combatendo o Bom Combate”.

O dever de quem tem Fé é ter Esperança: cremos que o sol da justiça e da paz, afinal, há de raiar, esplendoroso, sobre nossa Terra! Vai demorar, o preço a ser pago será alto, mas o mal e os maus serão vencidos e passarão! Com a Graça de Deus e a perseverança das nossas crenças e do nosso valor!
Rio de Janeiro, 23 de março de 2009
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Senhor Comandante

Senhores Comandantes de Companhia, Esquadrão, Bateria, Batalhão, Regimento, Brigada, Divisão, Navio de Guerra, Base Aérea, Esquadra, Esquadrilha, NAPAFLU, NAÉ, e de outros escalões, defendam o Brasil.

A nobre missão de comandar tem o risco ao se tomar decisão em confronto com o “é mais fácil não fazer” da omissão.

*Ernesto Caruso, 22/03/2009

Os Senhores têm em mãos o elemento humano — sensível às suas palavras — que a cada ano se renova, conscritos que chegam cheios de interrogação e dúvidas, jovens quase imberbes. Na caserna se transformam em reservistas que voltam aos seus lares, plenos de brasilidade, civismo e amor à Pátria. Fizeram um juramento, segmento impar da sociedade que não se compromete somente com as práticas de uma profissão, mas com a própria vida se preciso for. Jubilosos e senhores de si, com a satisfação do dever cumprido.

Efetivo grandioso, massa crítica que ouve e transmite as boas lições. Aproveitem todas as oportunidades disponíveis da formatura matinal à da leitura do Boletim no fim da tarde, mensagens curtas, mas que ficam, não são esquecidas, são comentadas nos seio da família, o dia a dia dos exercícios, as novidades, mancadas, diante da apreensão, preocupação de mãe, cuidado, mas, coragem e incentivo do pai, espanto e curiosidade do irmão mais novo. Não deixem cantar marchinhas que lhes diminuam o amor próprio; bola murcha, bunda mole. Soldado tem que ser audaz, valoroso, competente, capaz de lutar e vencer.

Toda agressão aos nossos heróis deve ser respondida nesses momentos e até nas conversas informais. Não só aos heróis, mas a tudo que afete à coesão do homem fardado, da mulher fardada, do passado e do presente. Da ativa e da reserva. Não deixem por menos. Rebatam tudo que é dito como inverdade, dito e repetido nos telejornais, sem pudor, nas novelas (veículo dos mais utilizados para a propaganda subliminar e não é de hoje; o fazem por 30, 40 anos), nos filmes e reportagens, das emissoras institucionais, tipo TV Câmara e do Governo, aliada à Telesur, nas propagandas partidárias, mentindo e contrariando a História, escrita por muitos deles nos livros, que poucos leem, do tipo Combate nas trevas (Gorender) e Carbonários (Sirkis).

Contem a História como ela é. Verdade histórica. A Revolução Democrática de 31 de Março de 1964 tem sido o alvo dessa mentira, que não deve ser só lembrada a cada aniversário. Eles, os derrotados nas armas e nas idéias, o fazem sempre. Sempre que podem, criam simpósios, reuniões, comemoram nos bares, fazem almoços e brindam os sequestros, roubos de cofres, explosões, assaltos.

Digam quem foi Dilma, Dirceu, Tarso, Genoino, o que fizeram. Quem foi Carlos Prestes. Isto é História, está registrado nos livros que alguns deles escreveram e nossa gente também.

Quando o presidente Lula defende culto a “heróis” mortos na ditadura em homenagem ao prédio/UNE. "Imagina se a Frente Sandinista ficasse lamentando todos que Somoza matou. Imagine se Fidel (Castro) ficasse lamentando todos que Batista matou. Não! É fazer com que essas pessoas que tombaram lutando por alguma coisa em que acreditavam se transformem em heróis, que sejam símbolos da nossa luta. Que na sede da UNE tenha a fotografia e a história dos que morreram", digam quantos Fidel e Che Guevara mataram, não no ato em si dos combates de tomada do poder, mas ao longo do 50 anos que o casseta foi à Cuba para comemorar. Comentem a ida do casseta; passou no fantástico.

Os ministros da Justiça, Tarso Genro, e dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, pregam que a Lei da Anistia não deveria valer para os “torturadores” e que a tortura não é um crime político, perdoado pela anistia, e sim um crime hediondo, omitindo que terrorismo também o é.

Levem o jornal para a formatura, comentem, claro com todo respeito à figura do presidente, mas digam que existem outros como o Duque de Caxias, Antonio João e tantos mais.
Digam quem foi Dilma, Dirceu, Tarso, Vanucchi, o que fizeram. Quem foi Carlos Prestes. Como ainda hoje admiram e homenageiam Fidel, FARC, Morales que mandou tropas invadirem as propriedades da Petrobras em solo boliviano.

Em Rondonópolis, quando lá comandava o 18º GAG, um político local disse por um jornal que “os militares vivem engordando nos quartéis com polpudos soldos”. Suficiente para que o assunto fosse abordado na formatura matinal.

Se a retratada pela TV for Olga Benário, contem quem foi Olga Benário. Imediatamente, poucas palavras, mas repetidas em todas as oportunidades que lhes surgirem.

Não podemos esquecer os nossos mortos e feridos, não lamentando como ensina o presidente, mas lhes rendendo homenagens, prestigiando e defendendo. Convidando-os para palestras ao longo do ano. Muitos estão vivos e poderão comparecer para relatar as vicissitudes que enfrentaram, a experiência de combate nas selvas, no Araguaia, em Registro e na guerrilha urbana, peito a peito com eles e elas, agora comportados, de terno e terminho, treinados em Cuba, China, Rússia e Argélia, seguidores dos ensinamentos de Prestes, da linha maoísta, foquista, trotskistas, terroristas, algozes, matadores a coronhadas e por estrangulamento como foi com jovem justiçada a mando de Prestes e pelo tribunal vermelho: Elvira Cupelo.

Cito nomes de alguns de nossos combatentes feridos como o Cel Lício Maciel, Cel Fredie Perdigão, mortos com o Maj Toja Martinez, Sgt FAB Walder Lima, Sd Kozel Filho e injustiçados como o Cel Carlos Brilhate Ustra e Cel Audir Maciel que estão sendo fustigados pelos derrotados que os escolheram para sintetizar uma vingança, abominável gesto dos vencidos em combate, como se após um duelo, tempos mais tarde o perdedor, salvo por milagre, tenta apunhalar pelas costas aquele que lhe preservou a vida.

Consultem as páginas do TERNUMA (www.ternuma.com.br), A VERDADE SUFOCADA ( www.averdadesufocada.com.br ).

Abomináveis ontem, quando colocaram explosivos no Aeroporto de Guararapes, matando inocentes, abomináveis hoje. Não querem justiça, perdão, anistia, nem estão satisfeitos com milhões de indenização, querem sangue, AINDA.

Digam quem foi Dilma, Dirceu, Tarso, Franklin, Marighela, ....
Sintam que o Brasil está sendo fragmentado. No STF, só um voto patriótico, vencido, e dez outros não convincentes.

Não podemos aceitar o caminho da divisão, da transformação do todo — chamado Brasil, um grande legado — em várias nações.

As estrelas brilharam ontem, resplandecerão sempre.

Contribuam com o fortalecimento dos clubes militares, pois foram autores e atores da História. Que os Clubes facilitem a existência de um sócio simbólico, fora das sedes, a baixíssimo custo de cinco reais, por exemplo. Nossas associações serão mais fortes, muito mais representativas, fazendo com que as suas mensagens se propaguem com maior velocidade e penetração, em contrapartida ao que o ministro da Defesa do Governo Lula propõe como alijamento dos militares do cenário da segurança do Estado e da Nação.

Que se repita todo ano a “Manhã memorável e de muita emoção” do 31 de março de 2008 no Palácio Duque de Caxias e em todos os quartéis.

Saudações

Ernesto Caruso
egcaruso@gmail.com

N.R. Ernesto Caruso é coronel reformado do E.B., é escritor e articulista deste portal.

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AS LEALDADES MILITARES

VAlte(Ref) Sergio Tasso Vásquez de Aquino

Os militares realmente vocacionados são pessoas corajosas, nobres e generosas, em cujos corações, almas e mentes Deus planta semente muito especial, que os torna semelhantes aos sacerdotes, pois que desabrocha na vocação inesgotável de servir, no culto, na adoção pessoal e na prática diuturnos das melhores qualidades do ser humano, na devoção e na dedicação sem limites à Pátria. Por isso, lealdade tem de ser uma de suas características básicas, sempre presente em suas personalidades.

Exibem, pois, no dia-a-dia de suas vidas, todas as lealdades comuns aos bons cidadãos e às pessoas bem formadas: lealdade à religião dos ancestrais, lealdade à família, lealdade à pessoa amada, lealdade aos amigos, lealdade às escolas em que se formaram e se desenvolveram e às lições que receberam, lealdade à palavra empenhada e às convicções mais profundas... Algumas lealdades há, porém, que são o cerne da carreira militar, tornando-se praticamente específicas dos militares e balizando superlativamente suas existências. Tornam-se as principais para eles e, por isso, delas trataremos.

Assim, a primeira lealdade determinante do militar é para com o Brasil, cujas honra, integridade e instituições defenderá sempre, se necessário com o sacrifício da própria vida. A requerida ação conseqüente está ligada à decisiva contribuição das Forças Armadas para a conquista e a manutenção dos objetivos nacionais: soberania, integridade do patrimônio nacional, integração nacional, democracia, paz social e progresso.

A segunda lealdade é para com o cumprimento da Missão e a fidelidade aos valores, costumes e tradições da Instituição armada, com a Força a que pertence.

A terceira lealdade é para com os superiores hierárquicos, no cumprimento dos requisitos básicos de hierarquia e disciplina. Essencial para a coesão militar e a eficácia e a eficiência operacionais do braço armado do Estado, é atributo fundamental das forças, na paz e na hora decisiva do combate. Tal lealdade, natural, espontânea, sem riscos e franca entre iguais de formação e de crença, os militares de diferentes níveis hierárquicos, passou a apresentar crescentes graus de dificuldade e desafio, com a inclusão de escalões políticos, civis, de valores éticos, arcabouço moral, usos e costumes bastante distintos daqueles dos militares, no mais alto patamar da estrutura do poder militar. No caso do Brasil dos anos recentes, ainda mais agravados, pelo comprovado divórcio dos objetivos nacionais, sobejamente demonstrado pelos ideais, motivações, comportamento e ações de tais escalões!

A quarta lealdade é para com os camaradas, os irmãos de armas de mesmo círculo hierárquico, e para com os subordinados, os comandados, cujos preparo, formação moral, adestramento e prontificação para a guerra, bem-estar e alocação dos recursos essenciais ao alcançar pleno da operacionalidade exigida é dever dos chefes e dos comandantes. A obrigação que cada escalão de comando tem para com os subordinados só perde, em importância, para o cumprimento da missão.

O Brasil, de 1990 para cá, vem apresentando um quadro de continuada deterioração da estrutura do Estado, motivada pelo comportamento irresponsável, demagógico, moral e ideologicamente pervertido de significativa parcela, sempre crescente, das pessoas investidas de autoridade formal e que detêm poder nos Três Poderes da República e nos três níveis administrativos, federal, estadual e municipal. Desídia, incompetência, desperdício, corrupção, agressão tolerada e estimulada ao ordenamento jurídico vigente, impunidade e traição ao projeto de afirmação nacional nos caminhos de paz, justiça e verdade têm sido cruéis e dolorosas constâncias.

A repercussão e a influência negativas de tal situação, em todos os setores da vida nacional, têm sido desastrosos. O mau exemplo e o desencanto resultante tornam-se responsáveis pelo generalizado nivelamento por baixo da condução das tarefas e da consciência de responsabilidades e deveres, em todos os campos, regiões e setores, e pelo abastardamento ético e moral da sociedade, que passa a aprovar e a aplaudir o vício e o erro, conforme provado pelos resultados alardeados de sucessivas pesquisas de opinião, com finalidade político-eleitoral, e pelos elevadíssimos índices de audiência alcançados pelo lixo eletrônico, vendido pelas emissoras de televisão mais populares. A sobrevivência da Pátria, tal qual foi construída pelo sacrifício dos nossos bravos ancestrais e tal qual desejamos que seja mantida, para passar aos nossos descendentes, está ameaçada. Ameaça para a ordem democrática nunca antes tão real, imediata e poderosa quanto hoje! É grave, muito grave a situação, e extremamente perigosa.

Hoje e sempre, especialmente no momento decisivo em que vivemos, cada consciência militar, em todos os níveis hierárquicos, mas principalmente naqueles investidos de maiores autoridade e responsabilidade, por fidelidade às suas origens e aos valores da nobre profissão das armas, periodicamente deve interrogar-se a fundo, no mais íntimo de suas convicções: “para mim, qual a lealdade maior e mais importante”?”Para com a Pátria”, deve ser a resposta de todos aqueles dotados de verdadeira vocação militar, firme e permanentemente congregados em torno do ideal de “combater o bom combate”, sem esmorecimento e sem quartel, pelo Brasil!

Os heróis da nossa História são exemplo e inspiração!

Não pode, nem deve qualquer militar do Brasil, por mais atraente e prazeroso que possa ser o prêmio prometido, ceder à tentação de envolvimento pelas hostes macunaímicas! Afinal de contas, por voluntário juramento pessoal assumido, por vocação e por formação, os interesses pessoais de cada um de nós vêm em último lugar. Espírito de renúncia e de sacrifício do próprio eu são o nosso nome! Nosso compromisso visceral, como sinalizado em Riachuelo, é com a Pátria brasileira!

Sabemos bem que não têm qualquer guarida, no verdadeiro e autêntico espírito militar, a descabida invocação de hierarquia e disciplina, para tentar justificar omissão, os afagos públicos e honras além do cumprimento das exigências protocolares regulamentares para com autoridades civis que, na prática de cargos e funções, fazem-se responsáveis por ações que redundam em prejuízo para a conquista dos objetivos nacionais ou que visam a restringir e a denegrir as Forças Armadas, e a aceitação como normal, inclusive por parte de pessoas retas, boas e bem-intencionadas, da prevalência de considerações e preocupações atinentes a carreira, cargos e comissões sobre tudo o mais.

A perseverança dos ideais militares em nossos corações, nossa sublime união em torno das boas causas e da defesa do Brasil, em quaisquer circunstâncias, são nosso alento e nossa força, e garantia da existência perene da Pátria livre, feliz, soberana e senhora dos seus destinos! Hoje, como sempre, somos o mais poderoso e último bastião contra todos os inimigos da Pátria, internos e externos! Não podemos, nem devemos, fraquejar ou ceder, mas deixar bem firmada e clara, sempre, nossa posição! E tranquilamente agir de acordo!

Rio de Janeiro, RJ, 9 de março de 2009.


 

 

Articulação perigosa

Ernesto Caruso, 18/03/2009

A estrada que liga Campo Grande ao sul do Estado Mato Grosso do Sul, no trecho entre Nova Alvorada e Dourados está pontilhada de fazendas e em várias delas, próximas às suas porteiras, lá estão tremulando bandeiras do MST marcando a presença da entidade em pequenos acampamentos.

Se considerarmos como fato isolado, nada de mais, pois o MST vem atuando de forma consentida e até apoiada em todo o território nacional. Denúncias não faltam. No Pará, a autoridade governamental é acusada de descumprir as sentenças de reintegração de posse, fato que não deixa de ser lamentável e preocupante.

No entanto, há que se questionar a respeito dos propósitos dessa disseminação de pontos de observação, controle ou destinados a operações futuras.

Como posto de observação é bem interessante, pois colhe as informações do que entra e sai, seja referente a pessoas, produtos, suprimentos, veículos, além de uma aproximação que pode facilitar o relacionamento entre esses e aqueles responsáveis pelos vários setores da atividade empresarial, com possível captação de simpatizantes e aliados infiltrados. Claro está, com relevância, sobre os meios de segurança disponíveis e o que fazer para neutralizá-los. Ou seja, um PO sem necessidade de binóculo e camuflagem.

Pode ser um ponto de pressão permanente com o objetivo de obter apoio do empresário, de modo que a ameaça não se transforme em invasão, além de aliviar a logística do Movimento. Uma doce ilusão tão igual como criar uma fera dentro de casa.
Do posto de observação ao ponto de controle é questão de tempo. Permanecerão nas condições atuais enquanto for preciso, recursos e vontade não lhes faltam.

Abrindo parênteses, a Via Campesina tem sido estimulada, como um meio de adestrar as mulheres nas ações, com emprego dos filhos em desafiadora atitude contra a autoridade policial e a própria Justiça. Crianças mártires são o que sempre quiseram criar e o fazem com maestria em flagrante desrespeito à legislação, no caso específico do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Chega a ser constrangedor: mães sem o devido zelo, desprovidas de amor por suas criaturas, carregando em um dos braços o filho e na outra mão a foice, não para defendê-lo, para agredir e usar o indefeso como escudo.

Será que alguém ouviu um pronunciamento pela televisão de zeloso jornalista comentando sobre esse abuso e agressão aos próprios filhos nos colos, bebês, como fazem quando filhos ajudam os pais nas lavouras ou absurdamente são empregados na produção de carvão ou colheita de cana de açúcar. Uma dessas mulheres foi detida por infração ao ECA? As autoridades judiciárias não viram essas cenas? E os Conselhos Tutelares (órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança – Art. 131)? Ministério público?

Será que submeter as crianças aos riscos de uma invasão, portando armas cortantes, perigosas (Lembram do brigadiano degolado?), que por descuido, manuseio incorreto ou brusco, com tumultos previsíveis e admissíveis ferimentos e morte, os seus autores não estariam contrariando o Art. 5º que preconiza: “Nenhuma criança será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.”

Vale registrar que ao adolescente empregado, aprendiz, é vedado o trabalho perigoso, insalubre ou penoso (Art. 67). Para os irresponsáveis, invasão com bebê no colo não deve ser uma ação perigosa, nem penosa; deve ser como se o levasse a passear no jardim.

Fechado os parênteses, e voltando para mais um ponto da articulação, o grau de invasões e outras ações no nível nacional e internacional também é crescente e ameaçador, ou seja, é uma ponta do iceberg gigantesco que dilacera o casco da Nação brasileira para afundá-la como um Titanic.

Podemos iniciar pela feliz coincidência entre a visita do príncipe Charles e o julgamento no STF sobre a famigerada cunha “até tu Brutus” propiciada pela reserva Raposa Serra do Sul, entremeada com jocosas “sambadinhas” do príncipe, risos jornalísticos, reencontros com o Raoni e preparação para uma nova Pirara, compondo a questão indígena cujo foco principal está sobre a Amazônia, não dando maior importância aos índios de outras áreas como as do Mato Grosso do Sul, embora com os mesmo objetivos separatistas.

Mas, o MST é a grande ferramenta de sapa, desafiando a todos, agora com o “abril vermelho”, pois desde março, o número de terras tomadas chega a 73. Pará, Bahia, Pernambuco, São Paulo, bloqueio de estrada na Paraíba para liberação de cestas básicas para acampamentos do movimento.

A CUT e a UNE alimentam greves nos estados governados pela oposição, mais o menos o que faz Chávez com os aeroportos lá na Venezuela, compondo um arco vermelho da mesma ideologia, a partir de Cuba, passando ainda pelas FARC, Rafael Correa, do Equador e Evo Morales, da Bolívia.

Os quilombolas são aquinhoados com parte do bolo e verdadeiras quadrilhas sangram o país, quer do Tesouro, tipo sanguessuga, mensaleiros, etc, quer do cidadão, dos bancos, tipo PCC, Comando Vermelho, com roubo de fuzis e metralhadoras, até de quartéis, como lhes deixaram as lições os guerrilheiros terroristas marxistas das décadas de 60/70.

Enquanto isso o PMDB na sua propaganda diz que “lutou” contra a ditadura, mas que apóia esse governo responsável pelo quadro acima resumido, e que “pega pesado”— onde? —, e um dos seus senadores o acusa de parceiro da corrupção. Logo, quem. Governou o país após a vitória na eleição indireta em 1985 e que tanto tempo depois pretende fazer proselitismo como grande combatente vitorioso, mas que perde na moralidade. Lá se vão 24 anos, período maior do que o revolucionário, administrado por quem era oposição, resultando o caos, incontrolável e ameaçador das instituições, como antecede 1964.

Saudações

Ernesto Caruso
egcaruso@gmail.com

 


O príncipe pirata
PARA LEITURA E REFLEXÃO....
Príncipe Charles, a caça e a raposa


Anos atrás, havia quem censurasse o príncipe prevaricador por sua crueldade na caça à raposa. Hoje, percebemos que o interesse pela "Raposa" também tem outras conotações: desmembrar o Brasil, criando uma nação indígena que seja dócil aos interesses do primeiro mundo.

O príncipe Charles defendeu nesta quinta-feira, em discurso no Palácio Itamaraty, que a conservação das florestas tropicais, como a Amazônia, seja financiada com recursos garantidos pelos países desenvolvidos. No pronunciamento, o príncipe afirmou que o dinheiro seria dado, não emprestado, e seria o pagamento aos países tropicais pelos "serviços ecológicos" prestados pelas florestas ao mundo. Ninguém no Congresso, ao que se saiba de público, pediu explicações. Engoliram sorrindo as mentiras, os atrasos e as grosserias dos seguranças britânicos. Pareciam estar recebendo seu futuro rei.

Todos sabemos da crise financeira mundial e que a Inglaterra enfrenta sérias dificuldades. O generoso príncipe vai tirar empregos de seus compatriotas para proteger as florestas de um país longínquo? Quanto altruísmo. O que ele realmente veio fazer?

Timidamente tem aparecido na imprensa uma certa "teoria da conspiração" que , entre outras metas, tentaria dividir alguns países de grande extensão territorial, como o Brasil, a China, a Índia e a Rússia. Essa meta seria orientada pela oligarquia financeira anglo-holandesa-americana, que estaria também procurando evitar o desenvolvimento que lhes pudesse fazer sombra.

É difícil saber até onde isto é verdade, mas para falar só do nosso país, a tentativa de balcanização é a cada dia mais evidente. Homologam-se imensos territórios indígenas interditados aos brasileiros. Aí estão as digitais das ONGs anglo-holandesas, WWF, entre outras; interditam-se para a produção de parques ecológicos do tamanho de países europeus. De novo, ONGs anglo-holandesas como a Greenpeace e americanas como a fundação Ford, sem falar na oposição às hidrelétricas e ao asfaltamento de estradas.

Agora nos visita o príncipe-sem compostura. Exatamente agora nas vésperas do julgamento da Raposa/Serra do Sol. Vem falar sobre a proteção das florestas. Por que agora?

As evidências apontam: a manobra final para garantir a retirada dos brasileiros do único lugar habitado por nacionais nas serras da fronteira norte.

Vejamos alguns antecedentes:

O mercado de minérios é, há séculos, controlado por cartéis de Londres. Eles sabiam da extrema mineralização das serras do norte do Brasil. Até pouco tempo, manobraram apenas para que não fossem exploradas.

Quando começamos a explorar o estanho das jazidas do Pitinga e quebramos o cartel do estanho, se assustaram e jogaram tudo nos movimentos indianistas e ambientalistas. A moderna utilização de metais quase só encontrados aqui os fez compreender que teriam de lidar com governos submissos, e o ideal seriam governos indígenas, não o de uma nação do porte do Brasil, que, quando despertasse, lhes criaria problemas.

Aliaram-se aos Estados Unidos. Financiaram demarcações, propagandas e compraram homologações. Conseguiram a assinatura do Itamaraty na declaração de direitos que na prática concede status de nação independente às áreas indígenas, sempre sobre as principais jazidas algumas como a ianomâmi, já sob inteiro domínio das ONGs.

Entretanto, para que o novo "país indígena" não ficasse cortado ao meio, a Raposa tem de ser cooptada mesmo com a oposição da maioria dos índios que lá vivem. Então vamos à caça à Raposa. Tem de ser agora! A crise está mordendo os calcanhares do Reino Unido, como dos EUA e da Holanda. Em breve não mais poderiam conseguir; até suas ONGs enfrentam penúria. O Brasil está tomando conhecimento da manobra e iniciando a levantar a cabeça. Não dá para esperar mais. Já haviam sido retirados alguns opositores: o diretor-geral da Abin e generais do Ministério da Defesa. O general Monteiro, comandante da Brigada em Boa Vista. Agora retiram o general Heleno, o que não ousaram fazer antes. É a hora do julgamento. É tudo agora ou não dará mais.

Vale pedidos pessoais dos governos. Vale visita do príncipe. Vale promessas de dinheiro, impossível de cumprir por um país em crise. Vale mentir, enganar, jogar charme, aproveitar a vaidade de nossos dirigentes. É a hora da caça à raposa.

A situação é séria e merece atenção. O Exército ainda reage? - tratam de o desmoralizar. Lembremos que todas as nações que descuidaram da sua defesa e/ou desprestigiaram os seus soldados terminaram subjulgadas por aquelas outras que agiram de outra forma.
Brasil, desperta !

Coronel Gelio Fregapani
EX-SUPERINTENDENTE DA ABIN EM RORAIMA

 

Quem tem medo da CPI das ONGs?

“A JULGAR pelos senadores que assinaram o pedido para a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito, ninguém”.

Senador *Heráclito Fortes
DEM Piauí

Pois foi um recorde de adesões, de todos os partidos, sem exceção. Por que, então, há um boicote tão sistemático, por parte da base do governo, ao seu funcionamento? Por que, depois de mais de um ano de sua instalação, não foi possível quebrar sigilos, aprofundar investigações sobre casos notórios-já levantados por órgãos insuspeitos, como o Tribunal de Contas da União e a Controladoria Geral da União, convocar pessoas, enfim, esclarecer o que se passa nesse setor? Talvez a pergunta certa seja: por que há tanto medo de que a investigação vá adiante e abra essa caixa-preta que já consumiu, sem controle, bilhões de reais?

Mais de R$ 34 bilhões, de 1999 a 2006, segundo a CGU.

Não há sequer dados definitivos sobre a quantidade de ONGs e suas congêneres no Brasil. Um estudo divulgado recentemente pelo IBGE analisa dados de 2005 e estima em 338 mil as entidades sem fins lucrativos em todo o país. Há quem diga que já existem mais de 500 mil.

Não é possível que um universo dessa magnitude não mereça do governo e do Congresso atitude mais séria. Não se quer cercear o trabalho das boas organizações, que prestam serviços inestimáveis; a elas, o nosso aplauso. Mas, se queremos corrigir distorções, deve ser aí o nosso foco.

A CPI, com maioria governista, nem sequer consegue quorum para as suas reuniões. O relator não apresentou um único pedido de quebra de sigilo, mesmo de casos que se tornaram escândalo nacional, como o que envolveu as fundações ligadas à UnB (Universidade de Brasília).

Chama a atenção igualmente a omissão das entidades ligadas aos ditos movimentos sociais, que não pediram, não pressionaram os congressistas, não clamaram pelo esclarecimento dos escândalos e pela punição dos que desviam recursos públicos.

Será por que estão igualmente envolvidas? Será por que a cada ministério dominado por determinado partido tem correspondido liberação de verbas para as entidades afins? Será por que foram cooptadas pelo governo? Recuso-me a acreditar que viraram todas "chapas-brancas". Deixo aqui alguns dados para reflexão: somente as organizações que se dedicam a causas ambientais e de defesa dos animais experimentaram, segundo o estudo do IBGE, um aumento de 61%, três vezes mais do que áreas como saúde e assistência social.

O Ministério da Defesa calcula que, na Amazônia, existam mais de 100 mil entidades atuando, muitas delas estrangeiras, mas a Secretaria Nacional de Justiça não tem registradas nos seus cadastros nem 30 delas. Ou seja, o descontrole é total.

Desde que passamos a insistir na instalação da CPI para analisar as irregularidades que envolvem ONGs e Oscips, o governo, que boicota os trabalhos sistematicamente, dá alguns espasmos de preocupação com o setor e finge que toma providências. Foi assim com um decreto anunciado como a grande moralização para esse segmento pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Que, porém, adiou sua aplicação, dizendo que ele só entraria em vigor neste ano; após, portanto, o período em que a legislação, por conta das eleições, ainda permitia assinatura de convênios.

Depois, diante do noticiário sobre compra de terras na Amazônia por um empresário sueco-como se não soubesse que isso vinha acontecendo há anos, anuncia que as ONGs estrangeiras terão que se cadastrar no Ministério da Justiça. Antes, em dezembro de 2006, já havia garantido que só receberiam verbas públicas entidades não-governamentais que se inscrevessem em cadastro no ministério e disponibilizasse suas contas na internet.

E por que o governo não passa da retórica à prática? Onde está esse anunciado controle? Quem viu as prestações de contas dessas organizações? Por que não há alguma forma de seleção pública para as entidades que assinam convênios com o governo? O próprio Tribunal de Contas da União, em diversas auditorias em que aponta um sem-número de irregularidades nessa relação, diz que ela mais parece uma "ação entre amigos".

E, por fim, o governo anuncia anistia às filantrópicas que devem muito dinheiro para a União. Por meio de mais uma medida provisória, claro, há muitas perguntas sem resposta, muita falta de transparência. Estamos a ponto de prorrogar os trabalhos da CPI. Precisamos dar uma satisfação à sociedade e aos que se preocupam com o destino dos recursos públicos. Mas não podemos deixar que esse novo prazo signifique mais omissão, mais encenação.

Sem pressão externa, os senadores da base não vão se comover. E tudo ficará como está. É o que queremos?

*HERÁCLITO DE SOUSA FORTES, 58, senador pelo DEM-PI, é presidente da CPI as ONGs.


Os 10 mandamentos do mal

Flavio P. Ramos

Para os que acreditam em estatística: nenhum país do mundo que adotou o regime comunista deu certo.

Os que ainda praticam o comunismo estão estagnados e neles o povo vive oprimido,

vítima do crime organizado, e de uma economia paralela baseada no “mercado negro” e contrabando, enquanto o poder dirigente vive nababescamente.

A China pratica uma economia híbrida enquanto oprime a classe trabalhadora com salários aviltantes e enriquece uns poucos privilegiados. Pratica o “dumping” exportando, a preços inferiores ou iguais ao custo, para concorrer deslealmente e minar as economias do resto do mundo.

O Venezuelano Hugo Chavez mantém um governo de farsas e forças, sustentado pelo medo e pelo petróleo, uma matéria-prima não renovável, mas que pode levar a um conflito, como o do Iraque, se os acordos de exportação com os americanos não forem cumpridos. Há ainda o namoro de Hugo Chavez com a Rússia e a compra de armamento, que ameaça o equilíbrio de forças na América do Sul.

A Bolívia, governada por Evo Morales, um colega de ignorância de Lula e alinhado com o perigoso Hugo chaves, vive um conflito entre os que são cultos e produtivos e que querem um país melhor e o atraso dos cocaleros, que são maioria inculta e politicamente alienada, alinhados com seu idêntico, Evo Morales.

Evo, Hugo e Lula são o carcinoma em metástese, subordinados à ideologia da Cuba atrasada de Fidel e seu irmão presidente.

Hugo Chavez, Evo Morales e Lula, completam, com Fidel e sua quadrilha política, o quadrilátero maligno que preocupa o governo americano e torna perigosamente instável a América do Sul.

No Brasil, há quadrilhas em diversos setores da economia: a quadrilha oficial de corruptos envolvendo os três poderes, banqueiros e marqueteiros, ONGs e outros escroques menores.

Quadrilhas de orientais, que estão situadas principalmente na importação e na venda de produtos importados e de “segurança e proteção”, a comerciantes orientais.
O trabalho semi-escravo de orientais em confecções onde empregam imigrantes irregulares que moram e são escondidos nas fábricas clandestinas.

Os impostos são sonegados e os encargos sociais não são pagos, de forma que os trabalhadores, incluindo mulheres e crianças, ficam reféns dos patrões e sem atendimento de saúde.

Os grandes dirigentes, com situação regular no Brasil, compram autoridades corruptas e são mantidos em liberdade com “habeas corpus” e sentenças feitas de encomenda para cada caso, fato que, e de domínio público, que incomoda a polícia séria.

O governo do PT nada faz para proteger os trabalhadores, faz vista grossa e ouvidos de mercador, e indiretamente se volta contra policiais que desvendam “misteriosas quadrilhas aliadas do governo”, destampando a “Caixa de Pandora” da corrupção.

Enviado por Wenceslau Costa Neto

10 mandamentos da Ideologia Socialista, escritos em 1913

Atribuídos ao líder revolucionário russo Vladimir Lênin, pai do comunismo, sistema governamental ateísta.

Prestem atenção: como fica aqui bem observado, que qualquer semelhança com acontecimentos atuais e recentes, quase 100 anos depois, não é mera coincidência:

1-Corrompa a juventude e dê a ela a liberdade sexual.
2-Infiltre e controle depois todos os meios de comunicação.
3-Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais.
4-Destrua a confiança do povo em seus líderes.
5-Fale sempre em democracia e Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o poder sem qualquer escrúpulo.
6-Colabore com o esbanjamento do dinheiro público, coloque em descrédito a imagem do país, especialmente no exterior, provoque o pânico e o desassossego na população por meio de inflação.
7-Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do país.
8-Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam.
9-Colabore para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes.
10-Procure catalogar todos aqueles que têm armas de fogo, para que sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência.

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“Marcha a Roraima” consegue furar bloqueio


WILLAME SOUSA

A operação realizada por integrantes do Conselho Indígena de Roraima (CIR), Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra de Roraima (MST), Movimento das Mulheres Camponesas de Roraima (MMC), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Central Única dos trabalhadores (CUT), ontem, não foi suficiente para impedir a chegada da “Marcha a Roraima” ao Estado.
Os manifestantes começaram a se organizar por volta das 7h, entretanto, apenas às 17h obstruíram o trecho da rodovia BR-174, a cerca de 10 quilômetros da sede do Município de Mucajaí, no sentido Boa Vista/Manaus, em frente do acampamento Irmã Dorothy Stang, em área invadida pelo MST.

Pedaços de madeira, pneus, galhos de árvores e uma barreira humana impediam que veículos passassem em dois pontos da estrada. Cerca de 600 metros, segundo estimativa de James Rocha, um dos dirigentes do MST, separavam um local bloqueado do outro.
Após mais de 12h de mobilização, que foi arquitetada por entidades no movimento realizado no último dia 13, na Praça do Centro Cívico, teve um desfecho pacífico, por volta das 20h, embora já tivesse causado grandes transtornos a inúmeras pessoas que ficaram impedidos de passar pelo bloqueio no sentido Manaus/Boa Vista e Boa Vista/Manaus.
“Queremos ouvir quais as propostas e projetos destes produtores para a nossa terra. Eles devem nos dar explicações sobre as intenções deles em nosso Estado. Caso os produtores do Mato Grosso não queiram negociar, vamos impedir que cheguem à Capital”, afirmou Terêncio Manduca, vice-coordenador do CIR.

Porém, as explicações que Manduca queria ouvir ficaram para outra ocasião, pois cerca de 12 do total de 19 caminhonetes, que carregavam os produtores vindos de diferentes municípios do Mato Grosso, conseguiram fazer um desvio e chegar ao Município de Mucajaí.
Para evitar o confronto, a comitiva contou com a ajuda de policiais militares de Caracaraí, que os guiaram pela Vicinal do Roxinho, uma estrada sem asfalto cuja entrada é no Município de Iracema e saída em Mucajaí.

Os produtores chegaram por volta das 19h30 a Mucajaí. Muito exaltados, pois sete veículos se perderam da comitiva que fez o desvio pela Vicinal do Roxinho, estrada sem asfalto que liga Iracema a Mucajaí, eles explicaram que só dariam entrevistas à imprensa depois da chegada deles a Boa Vista.

Conforme Manduca, 150 indígenas das etnias Macuxi e Wapixana estavam no local, desde as 12h, esperando o comboio. Foram três ônibus alugados para levá-los até o local. “Sabemos o horário de chegada, entretanto, não temos previsão para irmos embora, por isso estamos com mantimentos e preparados para passar a noite aqui de plantão”, relatava Manduca.

Por volta das 18h30, a situação já causava revoltada nos cerca de 20 carros enfileirados ao lado da pista esperando a resolução do problema para irem até a Capital. Um deles era o técnico em enfermagem Daniel Zanona, 22, que havia saído às 12h do Município de Caroebe, a mais de 350 km de Boa Vista.

Zanona voltava da comunidade indígena de Jatapu, em Caroebe, onde presta atendimento de saúde aos índios, por meio de convênio entre CIR e Fundação Nacional de Saúde (Funasa), e na qual estava há mais de 12 dias. “A população tem todo o direito de reclamar, porém não pode atrapalhar a vida de outras pessoas. Estão nos privando do nosso direito de cidadãos de ir e vir”, disse Zanona.

Entretanto, as opiniões divergiam em relação ao bloqueio. David Albano, analista judiciário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que trabalha em Caracaraí, município a cerca de 150 km da Capital, era um dos favoráveis a situação, embora tenha afirmado que não é favor nem contra a demarcação contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol.

“Estas pessoas estão exercendo um direito delas, pois é uma das poucas formas que eles têm de chamar a atenção da população roraimense à causa defendida por eles”, opinou Albano. Conforme o analista, a viagem dele até Boa Vista era a serviço, pois pretendia entregar documentos ao TRE de Boa Vista, algo que foi adiado até a próxima segunda.
POLÍCIAS - Neste mesmo horário, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já havia deixado os 36 homens do efetivo da instituição em alerta. “Estamos aqui para garantir que não haja conflito e evitar que prejuízos ao patrimônio público e de terceiros não aconteçam”, disse o inspetor da PRF, Tarcísio Melo.

Apesar da possibilidade de conflito, primeiro entre manifestantes e produtores, depois entre a população impedida de trafegar na rodovia, que com o passar do tempo aumentava a irritação, e os bloqueadores, havia apenas dois policiais da PRF, dois da Polícia Federal, dois da Força Nacional, 15 policiais civis e quatro militares.

Embora existisse um grande número de materiais que bloqueavam a passagem, e até mesmo fogo ateado em pneus, sempre que uma ambulância ou outros tipos de veículos com pessoas doentes necessitavam passar era removida parte dos entulhos para possibilitar a passagem. “Pelo menos estes carros eles permitem que transitem, confesso estar mais aliviado com esta iniciativa”, disse Albano.

Motorista temia explosão de combustível

O motorista de caminhão–tanque Veraldo da Silva, que vinha do Município de Caracaraí, após ter passado o dia carregando o veículo de gasolina na base da Petrobras, temia que um confronto acontecesse e, devido a isto, deixou o transporte a cerca de 500 metros do tumulto.

“Carrego um produto inflamável que não pode ficar por muito tempo no tanque, pois é perigoso. A ameaça aumenta com a possibilidade de um confronto com fogo que poderia provocar uma explosão, caso o meu caminhão estivesse muito próximo”, relatou Silva.
O caminhoneiro era uma das muitas pessoas que se diziam prejudicadas e irritadas com a situação. “Meu telefone está descarregado, minha filha ficou em casa doente, não almocei e preciso levar a gasolina para abastecer o posto no qual trabalho. Essa manifestação é uma vergonha, pois está me impedindo de trabalhar”, reclamou.

MST mobiliza acampados

Um dos representantes do MST em Roraima, James Rocha, demonstrou apoio à comunidade indígena que luta pela permanência da demarcação contínua da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. Para demonstrar a adesão do movimento à causa, o local do bloqueio da rodovia BR-174 foi em frente ao acampamento Dorothy Stang, a cerca de 10 km de Mucajaí.
Segundo Rocha, vivem à beira da rodovia 180 famílias, totalizando 320 pessoas, e a situação das duas comunidades, indígena e sem terras, são semelhantes, por isso devem unir forças para lutar contra os latifundiários e impedir que pessoas de outros estados se envolvam com os problemas locais.

“Realizamos um ato legítimo em reivindicação a melhorias para a população sofredora de Roraima. Nós somos pacíficos e não pretendemos criar conflitos, mas queremos explicações destes produtores vindos de outras regiões para se meter em nossos assuntos”, afirmava Rocha.

Cleidiane Freitas, 27, solteira, agricultora, um filho de 6 outro de 2 anos, está no acampamento desde que ele foi organizado, em março deste ano, e afirmou concordar com as lutas dos índios. “Se for possível, fico a noite inteira de plantão para resolvermos esta situação. Queremos uma resposta quanto aos interesses destas pessoas em Roraima. Acho um absurdo que eles tenham tanta terra e nós, agricultores familiares, não tenhamos nada”, reclamou Cleidiane.

O acampamento Dorothy Stang, segundo Rocha, é uma região com cerca de 30 mil hectares e reivindicada por famílias sem terras. Elas afirmam que o local está abandonado há mais de 16 anos e é uma área improdutiva, contudo, aguardam que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) regularize a situação, porém, para isto ocorrer é necessário esperar que possíveis donos se manifestem.

Empresa de ônibus planejava baldeação

Uma empresa de transporte rodoviário de Roraima planejava realizar baldeação caso a situação não fosse resolvida até 00h. Juntamente com cerca de 150 veículos impossibilitados de passar estavam quatro ônibus, dos quais dois iam para Manaus (AM) e dois vinham até Boa Vista.

Segundo José Ferreira, motorista de um destes veículos que saiu às 18h da Capital com destino a Manaus, o ônibus que ele dirigia estava com 24 passageiros aguardando apreensivos a liberação da pista.

“Comuniquei o que está acontecendo aos meus superiores e, se houver liberação da rodovia até 00h, será necessário fazer baldeação, sendo que as pessoas dos dois ônibus com destino a Boa vista passarão para os veículos que irão até a capital amazonense e vice-versa”, disse.

Fonte: www.folhabv.com.br- 16.08.2008
“Marcha a Roraima” consegue furar bloqueio

 

Tudo combinado

Ernesto Caruso, 10/07/2008

Quem pagou, quanto pagou, se é que pagou, ainda não se sabe, mas que foi combinado não pairam dúvidas. Quem com quem é outro mistério. O resgate da ex-candidata ao governo da Colômbia, Ingrid Betancourt, foi cinematográfico, tipo James Bond 007. Nem há razões para desqualificar a operação do Exército daquele país que logrou êxito.

Mas, daí não se pensar e analisar o fato, seria desprezar todo um cenário que envolve as FARC, conjunto narcotraficante, guerrilheiro e terrorista de origem marxista, com os governos da Colômbia e dos Estados Unidos em combatê-las, o vizinho Hugo Chávez da Venezuela, manifesto aliado das forças revolucionárias, juntamente com o governo de Rafael Caldera do Equador e o Brasil com as suas fronteiras sob influência das incursões dos vermelhos em busca de sobrevivência, escapes e apoio que lhes puder recompensar. Do outro lado do Oceano Atlântico o oportunismo de Nicolai Sarcozy empenhado em salvar a franco-colombiana Ingrid Betancourt, que como se viu, logo que pode, voou para a França para receber as homenagens e galanteios do seu presidente e para agradecer o valioso apoio à sua libertação. Revela mais gratidão ao governo francês do que a Uribe.

A operação pode ter sido facilitada. No mínimo se pode presumir a existência de uma conversa do tipo senta que o leão é manso, entre os três governos dos vizinhos já citados, que, aficionados das FARC, pretendem dar uma guinada para pacificar a região, mudando a estratégia do enfrentamento, típico e muito praticado pelo presidente Hugo Chávez, que gradativamente vem atenuando a sua braveza. Os mestres do governo Lula sabem muito bem como fazê-lo, trilhando a via pacífica de chegar ao poder, onde tudo se faz e desfaz com o judicioso uso do próprio poder, particularmente advindo dos recursos financeiros e policiais.

O ponto crítico do conflito entre Colômbia, Equador e Venezuela, com mobilização de tropas deste último, gerado pelo ataque às forças da guerrilha em território equatoriano por tropas regulares da Colômbia quando foi atingido mortalmente o segundo homem das FARC, Raúl Reys, parece ter sido superado e saiu do noticiário, especialmente nas manifestações de apoio, mas que ressurge em forma de apelo à pacificação, de enfraquecimento, de esvaziamento, sem, no entanto, valorizar as ações do presidente Uribe da Colômbia, para no futuro substituí-lo por alguém afinado com a esquerda dos países circunstantes.

Ingrid Betancourt em entrevista à televisão diz que é de esquerda como Lula e que esse pode ajudar na pacificação, assim como Chávez. Por outro lado, revela em várias oportunidades todo sofrimento vivido no cativeiro por seis anos, convivendo com mosquitos, doenças, acorrentada, torturada, com pés descalços na mata agressiva, castigada, alvo de atentados sexuais, mas que rebate as críticas de Álvaro Uribe contra as FARC, qualificando-as como uma linguagem de ódio e extremista. Atrai simpatias pelo sofrimento, quase perdoando seus algozes.

Assim, mostra que chegou a hora de neutralizar essas forças, o que não vai ser fácil, pelo viés narcotraficante que não interessa abertamente ao movimento pacifista, mas que se possa reduzi-lo aos níveis existentes em outros países, como bandos nucleados e rivais, mantendo o ataque sobre Uribe.

Quanto ao resgate, há que se considerar o valor dos recuperados, como o da ex-senadora Ingrid, com o demonstrado engajamento do presidente da França, três norte-americanos, soldados e policiais colombianos, que impunha o extremo cuidado da narcoguerrilha com esses ilustres prisioneiros. Daí a surpresa da ação sem um tiro sequer, difícil de acreditar, recuperando 15 reféns.

Ao que consta tudo realizado em um prazo muito curto para infiltrar um agente nas FARC, composta de combatentes incontestavelmente experientes, por seu longo tempo de luta — quatro décadas, 700 reféns, grande zona liberada — e realizar a operação com quatro tripulantes de helicóptero, cinco delegados da suposta missão humanitária, médico, enfermeira e uma falsa equipe de comunicação social, com operador de câmara e jornalista.

Infiltrar esse agente não seria tarefa fácil e muito menos convencer os chefões de que a transferência de tão valiosos reféns feita por essa equipe desconhecida e humanitária, fosse executada sob controle de dois guardas, parece, prontamente dominados durante o vôo, ao invés de um efetivo de segurança proporcional ao número e à qualificação dos prisioneiros, dentre os quais militares e policiais, mais os “humanitários”, em torno de 28 pessoas.

Admissível, portanto, um caminho alternativo que pode ter sido seguido. Ou mais de um. Negociação entre as FARC e um grupo interessado, sem a participação do governo colombiano, mediante pagamento de resgate e/ou compromissos políticos futuros de interesse de ambos, tendo por meta a pacificação e a chegada ao poder, como Lula, Chávez, Morales, Caldera, etc.

O Brasil tem dado o exemplo com destaque ao presidente Lula, por parte da imprensa internacional, como líder na América do Sul, diferente de como sentimos, ensinando como percorrer uma aparente via pacífica, vivendo em uma falsa democracia, com a polícia e o dinheiro no controle de tudo.

O emprego da Polícia Federal tem assustado e o ministro do STF Gilmar Mendes falou muito claro, alertando que não podemos viver em um Estado policial e com ações espetaculosas, que geram manchetes combinadas com a política assistencialista do coronelismo institucionalizado, como por exemplo, no jornal Extra, de 9 de julho, Endinheirados atrás das grades, para mostrar que acusados de crimes do colarinho branco vão presos, não somente os pobres.

Estranha-se pois, os endinheirados presos, Daniel Dantas e Naji Nahas, são acusados de lavagem de dinheiro advindo dos desvios de recursos públicos lá do mensalão, mas como os recursos lhes chegaram às mãos sem a participação do administradores públicos desses recursos, que não foram presos na mesma oportunidade, com luz, câmara e ação de uma só TV, também tudo combinado.

E os outros, Dirceu, Genuíno, Valério, Roberto, Paulo, que eram acusados, não?

O elo do grupo com o governo e o congresso que seria Eduardo Greenhalgh do PT, no esquema da Folha, teve o pedido de prisão não aceito. Ora, se não há provas da origem do dinheiro desviado e por quem, como acusar alguém da lavagem desse rotulado dinheiro. A investigação só dá resultado contra os não do governo e não petistas.

O ministro Mendes foi uma voz isolada, enquanto pelo governo, o presidente, o ministro da Justiça (mais de uma vez e enfaticamente que agora se prende rico também) e o chefe da Polícia Federal, defenderam com veemência as suas posições. Interessante observar que o chefe de Polícia é bem ouvido e não criticado. O mesmo não se dá quando um comandante militar ou general se pronuncia.

Por trás da refrega dos Poderes, a comunicação do governo prevalece substancialmente quando demonstra que os seus órgãos investigam e prendem bandidos ricos, e a Justiça os libera.

Esta é a lição que se passa a Chávez e Caldera e se pretende implantar na Colômbia.

No contexto se dá a recriação da Quarta Frota da Marinha Norte-Americana para a América Latina e o Caribe. Os senadores Eduardo Suplicy (PT/SP), João Pedro (PT/AM), Pedro Simon (PMDB/RS) e Cristovam Buarque (PDT/DF) foram à Embaixada dos Estados Unidos manifestar preocupação. A deles é outra e não vão mudar.

O mais grave, é que empregam os militares no miudinho da Providência, em tarefa de importância ligada à habitação no nível municipal, quando as autoridades fardadas deviam se manifestar nos momentos azados diante dos desmandos reinantes, da falta de harmonia dos Poderes constituídos, das invasões, da fragmentação anunciada, da instabilidade política, da frota que eles do norte reeditam e nós não temos, repetindo e mantendo aceso o alerta dado pelo Gen Augusto Heleno. As Forças Armadas não servem a governos.

 


Fronteira não pode ficar "a reboque" de índios, diz general

HUDSON CORRÊA
SÉRGIO LIMA
da Folha de S.Paulo,
em Brasília


A política indígena do governo brasileiro, complacente com a atuação de ONGs estrangeiras na fronteira amazônica, ameaça a soberania nacional.

A afirmação é do general-de-brigada Luiz Eduardo Rocha Paiva, comandante de 2004 a 2006 da escola que prepara os oficiais superiores do Exército.

Paiva, 56, endossou em entrevista à Folha as críticas do general Augusto Heleno, responsável pelo CMA (Comando Militar da Amazônia), quando eclodiu o conflito entre arrozeiros e índios na reserva Raposa/Serra do Sol (Roraima).

"Eu acho que na faixa de fronteira tem que ter cidades, vilas, comércio. A terra indígena impede o surgimento. Somos 190 milhões de habitantes. Não podemos ficar a reboque de 700 mil [índios]", disse.

O general acha que, como estão pouco povoadas, as reservas na área de fronteira podem virar territórios autônomos: "Se o brasileiro não-índio não pode entrar nessas reservas, daqui a algumas décadas a população vai ser de indígenas que, para mim, são brasileiros, mas para as ONGs não são. Eles podem pleitear inclusive a soberania".

Paiva afirma que o Estado "não se faz presente". "A Amazônia não está ocupada. É um vazio. Alguém vai vir e vai ocupar. Se o governo não está junto com as populações indígenas, tem uma ONG que ocupa. As ONGs procuram levar as populações indígenas a negar a cidadania brasileira. Elas atuam sem o controle do Estado brasileiro. Ligadas a interesses estrangeiros, são um perigo."

O risco maior, segundo o general, está na região entre Roraima e Amapá, devido à influência de Inglaterra (sobre a Guiana), França (Guiana Francesa) e Holanda (Suriname) e aos interesses dos EUA. "Eu acho que podemos perfeitamente caracterizar a ameaça e dizer o nome desses atores."

Na fronteira com a Venezuela e com a Guiana, na região da Raposa/Serra do Sol, o Exército mantém pelotões especiais, mas o general diz que isso de pouco adianta. "O pelotão de fronteira não defende nada. É preciso uma ação de presença importante, mas para vivificar. Vivificar com gente brasileira, inclusive com o índio."

Paiva, que passou à reserva em julho passado, disse que "a cobiça pelas riquezas" da Amazônia é o assunto principal da Eceme (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), que fica no Rio de Janeiro.

"Quando eu cheguei ao comando da escola, já era o assunto mais importante. Eu continuei estimulando para que o assunto mais importante, a ser estudado, fosse a Amazônia em relação à ameaça", afirmou.

As idéias do general ainda circulam no meio militar. Ele deve publicar em breve artigo sobre ameaça à Amazônia na revista "Idéias em Destaque" do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica. Em 2006, o general publicou um artigo na revista da Eceme sobre "vulnerabilidade, cobiça e ameaça" à Amazônia. O material foi republicado na edição de março e abril na "Military Review", edição brasileira.

N.R. deste Portal

Compartilham dessa opinião também os Almirantes Roberto Gama e Silva e Sergio Tasso Vásquez de Aquino. Vejam os artigos por eles assinados neste portal.

 

BREVE NOTA SOBRE O SUBSOLO DE RORAIMA


O subsolo de RORAIMA, estado situado no setentrião brasileiro e totalmente encaixado no Hemisfério Norte, é um bom exemplo para reflexão dos brasileiros, normalmente descuidados, por apresentar bom potencial mineral, por enquadrar-se, quase totalmente, no regime especial da Faixa de Fronteiras, por acomodar diver-sas comunidades indígenas e por estar na mira de numerosas “Organizações Não Governamentais” estrangeiras.

Cerca de dois terços do estado assenta-se na grande unidade Pré-cambriana, conhecida como “Escudo das Guianas”, outrora parte da Placa Amazônica que deu origem à América do Sul.


Ficam fora das áreas cratônicas (áreas do cristalino), apenas um trecho situado a nordeste, denominado “Fossa do Tacutú”, medindo aproximadamente 17 mil quilômetros quadrados no território brasileiro, e outro segmento distribuído
nas duas margens do rio Branco, desde a foz até um pouco a jusante de Caracaraí, cujos 47 mil quilômetros quadrados incluem-se na sinéclise do Amazonas. Essas duas áreas, vale esclarecer, exibem coberturas sedimentares fanerozóicas.

Bem ao norte do estado, nas latitudes onde começa o Brasil, despontam as coberturas sedimentares de plataforma, aqui denominadas como “Grupo Roraima”, que compõem a seqüência geomorfológica conhecida como “Planalto Sedimentar de Roraima”, resultado dos choques entre as Placas Tectônicas da América do Sul e da América do Norte, antes da ligação feita pelo Istmo do Panamá. O planalto é notável por exibir altitudes compreendidas entre 1.000 e 3.000 metros. O grande bloco contínuo do planalto forma parte da linha demarcatória com a Venezuela e a Guiana, incluindo os montes Roraima, Caburaí, Uailan, Paracanari e Sol, além do segmento da serra Pacaraima compreendido entre os rios Cotingo e Miang. Caminhando para oeste, junto à fronteira, há vários testemunhos isolados do Grupo Roraima, como o são as serras de Tepequém, Surubaí, Uratanin, Uafaranda, Melo Nunes e Surucucus.

 

Os conglomerados basais do Grupo Roraima são propícios à prospecção dos diamantes e do ouro, os primeiros, com certeza, oriundos de chaminés kimberlíticas recobertas pelos sedimentos. Na serra dos Surucucus foram detectadas fortes anomalias cintilométricas, indicando a presença de minerais radioativos, provavelmente o tório. A ilmenita, um dos minérios de titânio, também aparece, com freqüência, nos pláceres forma-dos pela desagregação dos conglomerados basais.

Atenção especial deve ser dispensada aos diamantes garimpados no estado, quase todo descaminhado para outras plagas. Note-se, pela relevância, que desde 1912 são conhecidas as ocorrências de diamante em Roraima.

Outra presença importante na geologia roraimense é a dos corpos graníticos, representados pelas Serras do Mel, Surucucus e Mapuera. O Granodiorito Serra do Mel, exposto principalmente em torno do paralelo 04º N, dos limites com a Guiana até a Serra de Tepequém, é um ambiente propício para as mineralizações sulfetadas, sobretudo de cobre e molibdênio. Os corpos graníticos de Surucucus contêm depósitos de cassiterita, além da possibilidade de alojarem tantalita, columbita, wolframita, fluorita, ouro e topázio, além de minerais radioativos. O Granito Mapuera, localizado nas proximidades da divisa com o Amazonas, é, comprovadamente, um hospedeiro de cassiterita e de uma série de outros minerais, inclusive o ítrio.

Também é importante assinalar, nesta altura, quando se menciona a presença de columbita, minério de nióbio, que a grande reserva desse mineral de liga, deveras estratégico, não se localiza em Roraima, mas em terras do Amazonas: é o Complexo Carbonatítico dos Seis Lagos, situado a uns 80 quilômetros a nordeste de São Gabriel da Cachoeira, antigamente Vaupés ou Uaupés.

Roraima ainda exibe corpos alcalinos pré-cambrianos, como o Sienito Surucucus, que são ambientes potenciais para mineralizações de titânio, zircônio, nióbio, tântalo, lítio, cobre, fósforo, ouro e minerais radioativos.

Os corpos básicos e ultra-básicos localizados no estado, como o Diabásio Pedra Preta e os de Tepequém, apresentam possibilidades para a prospecção de cobre, níquel e cromo.
Há ainda, no subsolo roraimense seqüências vulcânicas ácidas e intermediárias, como a Formação Surumu. Todavia, são limitadas as possibilidades metalogenéticas dessas seqüências, que poderiam hospedar minérios sulfetados, além de ouro, prata e galena.

Finalmente, as áreas cristalinas de Roraima ainda contam com seqüências metassedimentares-metavulcânicas, semelhantes àquelas do Grupo Grão Pará (Carajás) e Vila Nova (Amapá). É o Grupo Cauarane, hospedeiro usual de ferro, manganês, cobre, zinco, chumbo, ouro e prata.

No Mesozóico, houve deposições na Fossa do Tacutú de seqüências vulcano-sedimentares, Grupo Rewa, pouco testado, mas que poderia alojar evaporitos e óleo, sendo que esta última possibilidade está praticamente descartada, depois das pesquisas feitas no outro lado da fronteira, na Guiana, por diversas empresas petrolíferas.

Embora o subsolo de Roraima seja, ainda, pouco pesquisado, deduz-se do que foi apresentado, que poderá ele contribuir de modo relevante para o desenvolvimento do país.

Entretanto, para isso faz-se necessário modificar a legislação em vigor, inclusive a Carta Magna, de modo a impedir que as multinacionais da mineração possam dominar o subsolo do estado e o do próprio país.

Um esforço muito grande foi desenvolvido por ocasião da Assembléia Nacional Constituinte, que aprovou a última Constituição, para reservar a pesquisa e a lavra do subsolo para as empresas brasileiras de capital nacional (empresa brasileira, segundo a legislação, é toda aquela inscrita nas Juntas Comerciais, mesmo que formadas por sócios estrangeiros, não residentes no país). Infelizmente, o furacão neoliberal que varreu o país, sob a batuta do Sociólogo Fernando Henrique Cardoso, retirou das mãos dos brasileiros o privilégio, deixando os bens armazenados no subsolo à mercê de qualquer empresa de mineração registrada em Juntas Comerciais.

Isso é um erro gravíssimo, pois sendo os minerais bens escassos, não-renováveis e assimetricamente dispostos no globo terrestre, a sua exploração deve, obrigatoriamente, ser reservada para as empresas brasileiras de capital nacional, de modo a propiciar um controle mais efetivo sobre os ritmos e escalas de extração dos minérios e sobre a destinação dos mesmos.


TUDO PELA PÁTRIA
Roberto Gama e Silva
Almirante Reformado
Rio de Janeiro, em 30 de maio de 2008.

 
 
PEC PELA AMAZÔNIA

*Ernesto Caruso, 11/08/2003

Volta e meia circula pela Internet um mapa, onde a Amazônia não é parte do nosso território, dito como parte de um livro didático norte-americano, logo a seguir desmentido, de certo modo ridicularizando tal divulgação. Fazem comentários, particularmente quanto ao idioma inglês, mal escrito. Não se sabe se a fonte não é a mesma, exatamente para enfraquecer a preocupação dos patriotas quanto à ambição internacional sobre a área, plena de recursos naturais e de vazios demográficos. Não necessariamente para invadi-la, ocupá-la, se motivo maior não houver segundo seus critérios de avaliação, mas para controlá-la, explorando-a sob o beneplácito de governos títeres, ou mantê-la como reserva aos seus interesses.

O mapa posto em dúvida não é nada diante do que faz o SOS Mata Atlântica ao estampar a Bandeira Nacional desfigurada, como motivação, em busca de um apoio altamente justificado para sua recuperação e conservação, no interesse de todos nós brasileiros. Injustificável mutilação, a despeito de pretender chamar a atenção para a questão.

Algumas ações são aceitas mansamente e outras repudiadas.

Enquanto alguns sem terra são vistos com bons olhos invadindo propriedades estabelecidas, na beira de estradas e do asfalto, outros, desbravadores vão ocupando na marra sem apoio os vazios demográficos. Nova Linha de Tordesilhas. Errando, desmatando, não muito diferente dos irmãos do norte, nas suas corridas para o oeste, com peles-vermelhas, epopéias, filmes e dólares nos bolsos. Deles.

Por isso, uma Proposta de Emenda Constitucional pela Amazônia e para o Brasil, a começar pelo clamor em prol de uma sólida integração, inserindo um Parágrafo Único no Art. 12, assim, “O dia 19 de Abril é considerado o Dia da Nacionalidade, representando a união das etnias, na Batalha de Guararapes, em 1648, de índios - os brasileiros primitivos – negros e brancos.” Ou o “Dia da Etnia Brasileira”. Reforçando o Art. 19, III, onde consta a vedação de “criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si.”

Outra inclusão, com o empenho de vivificação da fronteira ao norte, ampliando o § 2º do Art. 20, que trata de faixa dos 150 Km, com os seguintes dizeres, ou outros que melhor traduzam a necessidade: “Deve merecer prioridade a faixa correspondente à Região Amazônica, sem qualquer exceção, para onde serão destinados efetivos das Forças Armadas, de acordo com as suas características, para o estabelecimento e apoio, no mínimo, de Colônias Militares.” A lei ordinária poderia, ainda, proporcionar incentivos a médicos, dentistas e farmacêuticos, formados por universidades públicas, ou aquinhoados com crédito educativo, de modo que pudessem transmitir a outros parte do que receberam, saldando compromissos com a Nação, associado ou não ao serviço alternativo.

Por certo, vão alegar ser uma situação temporária, imprópria à Constituição, mas lá vão mais de quinhentos anos de História, provando o contrário. Ontem, hoje e sempre, as ações, declarações e ameaças, estiveram, estão e estarão presentes. Em cada época a razão do momento.


*Ernesto Caruso é Coronel Reformado do EB.


Posição firme, clara, expressa e oportuna

*Ernesto Caruso, 14/06/2008

Foi assim com a questão indígena abordada pelo Gen Augusto Heleno, Comandante Militar da Amazônia, posição firme, clara, expressa e oportuna.

Tanto deu certo que o governo Lula em simultânea e hábil orquestração afinada com a imprensa cativa, tem feito de tudo para superar a forte e incisiva ação do Exército, nas palavras daquele oficial-general, porquanto identificada com o Alto-Comando dirigente da Força. Exceção feita para o telejornal da Band, que mantém vivas a imagem e as palavras daquele líder militar, exemplo que deve ser seguido, principalmente pelas entidades militares.

O dito governo, caracterizado por aberrações administrativas de toda a ordem e escândalos sucessivos, nauseantes e repulsivos mesmo, substituiu a ministra do Meio Ambiente, criou um Plano Amazônia Sustentável (PAS), teatralizou com índios e cocares, discursos, palanques e festas, com reprodução exaustiva e televisiva, para enfumaçar, esvaziar e retirar da mídia a reprimenda — não há dúvida de que o foi e a sociedade assim entendeu — da cúpula do Exército à caótica política indigenista, agora, um tanto tardiamente, trazida a público, pela demarcação e homologação da reserva de Raposa Serra do Sol, em Roraima, que já tem quase a metade do seu território com repetida destinação. É bom lembrar esse despautério, verdadeira dilaceração provocada pela incúria de governos irresponsáveis.

Mas, as coincidências continuam e a última foi patrocinada pelos fatos e fotos tristes e desencontrados do gênero a gaiola das loucas, mesclando drama, música, imitação, plumas, transformação e mistério tão a gosto da platéia anestesiada pelo tema novelista ou patrulha-balanço-urgente-policia-ladrão. Deram início pela publicação na revista Época e depois foi só aguardar o desdobramento, que veio sem plumas e brilhos, mas com farda pela metade, sem garbo, nem pompa, mas com gritos e histeria. O momento é intrigante. A parada gay, o seminário com a presença do presidente e senhora, bandeiras, bonés e arco-íris.

Mais um palanque político. Próceres do PT são convocados, como se estivessem na cochia. Dias e dias alimentando e curtindo o assunto. Entrevistas com especialistas em direito e direitos humanos, mais políticos e autoridades civis, se sucedem para ditar regras ao segmento militar da sociedade. Claro que o escândalo Variglog perde espaço, não como o governo esperaria, pois Câmara e Senado não fazem outra coisa do que digladiar por CPI escorregadia, ficando em segundo plano a fragmentação do país pela partilha indígena-quilombola e venda de terras a estrangeiros nas barbas desse alienado parlamento.

Alguém há de perguntar, porque não há movimento de rua face a esse mar de esgoto. Muito simples, os movimentos estudantil e sindical estão no governo e o MST substituiu o protesto do passado pela invasão no presente, em grande escala como adestramento militar com esmerada ação de coordenação e controle no nível nacional. Exceto para governadores de outros partidos, como p.ex., da governadora Yeda Crusius do Rio Grande do Sul, onde se viu a bandeira da CUT em profusão nas ruas de Porto Alegre, por conta de um escândalo local muito menor do que todos os somados por gente próxima ao presidente da República, a partir do ex-ministro Dirceu. Não apareceram bandeiras das entidades contra Lula, mas invasões até do Congresso, cujas comemorações não se realizam (é bom levantar e divulgar a cada ano). Como deve estar dizendo o espírito de Ulisses Guimarães: Tenho nojo dessa gente que invade o Congresso.

O caso dos sargentos gays não pode ser melhor para ser explorado. Além de dar trabalho à mídia no desvio da atenção popular sobre os escândalos do governo central, pretende desqualificar o Exército como perseguidor das minorias.

Como se sabe, o crime e as transgressões disciplinares estão previstos nas leis e regulamentos, a começar pelo Art. 5°, LXI, da CF/88, assim "ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei".

Lá no Art. 243/CPPM: "Qualquer pessoa poderá e os militares deverão prender quem for insubmisso ou desertor, ou seja encontrado em flagrante delito."

Do Regulamento Disciplinar do Exército (RDE), Dec nº 4.346/2002, já o assinado pelo ex-presidente Fernando Henrique, com alterações do que era tradição, expõe no Art. 14: “Transgressão disciplinar é toda ação praticada pelo militar contrária aos preceitos estatuídos no ordenamento jurídico pátrio ofensiva à ética, aos deveres e às obrigações militares, mesmo na sua manifestação elementar e simples, ou, ainda, que afete a honra pessoal, o pundonor militar e o decoro da classe.”

Assim, independentemente da acusação do crime de deserção, o fato de se assumir um efetivo convívio homossexual afeta a honra, o pundonor e o decoro da classe. Fere a coesão, imprescindível elo nas ações de combate, e solapa o alicerce da disciplina. Só entende quem é da caserna. Descoberto um capitão que anda aliciando soldados, que os coloca na sua barraca, ou caçando homens pela cidade, surge uma reação imediata de repulsa dos tenentes que nem a continência — sinal de respeito ao superior — querem lhe prestar, por obrigação regulamentar. Caco, fragmentação, ruptura que não pode ser incorporada.

Nem que políticos no afã de auferir votos, queiram mudar a lei ou fazer média para livrar os transgressores, os GENERAIS com letra maiúscula, poderão aceitar. Nem os CORONÉIS com letra maiúscula deverão aceitar. Nem os CAPITÃES com letra maiúscula irão aceitar. Cumprirão sim, com a obrigação moral e legal de punir o infrator.

O Art. 32 desse RDE é peremptório: “Licenciamento e exclusão a bem da disciplina consistem no afastamento, ex-officio, do militar das fileiras do Exército, conforme prescrito no Estatuto dos Militares. § 1º O licenciamento a bem da disciplina será aplicado pelo Comandante do Exército ou comandante, chefe ou diretor de OM à praça sem estabilidade assegurada, após concluída a devida sindicância, quando: I - a transgressão afete a honra pessoal, o pundonor militar ou o decoro da classe e, como repressão imediata, se torne absolutamente necessário à disciplina;”

Também não é só o caso dos sargentos. Circula pela Internet a foto de um major em trajes sumários na parada gay, juntamente com a sua foto, fardado com nome e sobrenome; fato que deveria ser apurado e esclarecido pelas autoridades militares. A coesão é mais ameaçada se os comandantes, senhores da ordem, são poupados e acobertados. Se verdade, o tal major deveria ser punido por falta de decoro, para não ficar patente uma perseguição às praças.

A relação das transgressões vincula o desvio disciplinar a delitos com tipificação quer como crime ou contravenção penal: 9, “Deixar de cumprir prescrições expressamente estabelecidas no Estatuto dos Militares ou em outras leis e regulamentos, desde que não haja tipificação como crime ou contravenção penal, cuja violação afete os preceitos da hierarquia e disciplina, a ética militar, a honra pessoal, o pundonor militar ou o decoro da classe;”; 40, “Portar-se de maneira inconveniente ou sem compostura;”... 68, “Usar o militar da ativa, em via pública, uniforme inadequado,”; ...86, “Desconsiderar ou desrespeitar autoridade constituída;”... 98, “Desacreditar, dirigir-se, referir-se ou responder de maneira desatenciosa a superior hierárquico;” 99, “Censurar ato de superior hierárquico ou procurar desconsiderá-lo seja entre militares, seja entre civis;” 100, “Ofender, provocar, desafiar, desconsiderar ou procurar desacreditar outro militar, por atos, gestos ou palavras, mesmo entre civis.” 101, “Ofender a moral, os costumes ou as instituições nacionais ou do país estrangeiro em que se encontrar, por atos, gestos ou palavras;”; 112, “Exercer a praça, quando na ativa, qualquer atividade comercial ou industrial, ressalvadas as permitidas pelo Estatuto dos Militares;”

Por outro lado, o ser militar é sacramentado em COMPROMISSO, previsto em lei, como dita o Estatuto do Militar no seu Art. 32, “Todo cidadão, após ingressar em uma das Forças Armadas mediante incorporação, matrícula ou nomeação, prestará compromisso de honra, no qual afirmará a sua aceitação consciente das obrigações e dos deveres militares e manifestará a sua firme disposição de bem cumpri-los.”

A grande nação do norte, da Estatua da Liberdade, sem dúvida, beligerante e com poder militar incomparável, não teve as Forças Armadas enfraquecidas pela aceitação da homossexualidade a despeito das campanhas do candidato Bill Clinton e posterior ascensão à presidência dos Estados Unidos.

Lá, com toda a pregação da liberdade é assim, a homossexualidade é incompatível com o serviço militar:

- “Under “don’t ask, don’t tell,” any servicemember who acknowledges his or her homosexuality by word or deed is discharged. Between 1994 and the end of 2001, more than 7,800 servicemembers were forced out of the military because of the policy.” (www hrw org )

A lei que Obama e os Clinton querem revogar:

- Pub. L. No. 103-160, § 546, 107 Stat. 1670 (1993) (codified at 10 U.S.C. A. § 654 (West Supp. 1995)). The statute provides: § 654. Policy concerning homosexuality in the armed forces (4) The primary purpose of the armed forces is to prepare for and to prevail in combat should the need arise. (5) The conduct of military operations requires members of the armed forces to make extraordinary sacrifices, including the ultimate sacrifice, in order to provide for the common defense. (6) Success in combat requires military units that are characterized by high morale, good order and discipline, and unit cohesion. (7) One of the most critical elements in combat capability is unit cohesion, that is, the bonds of trust among individual service members that make the combat effectiveness of a military unit greater than the sum of the combat effectiveness of the individual unit members. (8) Military life is fundamentally different from civilian life in that- (A) the extraordinary responsibilities of the armed forces, the unique conditions of military service, and the critical role of unit cohesion, require that the military community, while subject to civilian control, exist as a specialized society; and (B) the military society is characterized by its own laws, rules, customs, and traditions, including numerous restrictions on personal behavior, that would not be acceptable in civilian society. (9) The standards of conduct for members of the armed forces regulate a member's life for 24 hours each day beginning at the moment the member enters military status and not ending until that person is discharged or otherwise separated from the armed forces. (10) Those standards of conduct, including the Uniform Code of Military Justice, apply to a member of the armed forces at all times that the member has a military status, whether the member is on base or off base, and whether the member is on duty or off duty. (11) The pervasive application of the standards of conduct is necessary because members of the armed forces must be ready at all times for worldwide deployment to a combat environment. (12) The worldwide deployment of United States military forces, the international responsibilities of the United States, and the potential for involvement of the armed forces in actual combat routinely make it necessary for members of the armed forces involuntarily to accept living conditions and working conditions that are often spartan, primitive, and characterized by forced intimacy with little or no privacy. (13) The prohibition against homosexual conduct is a long-standing element of military law that cotinues to be necessary in the unique circumstances of military service.

Desfile gay é para militar?

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