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HOMENAGEM
A HONDURAS
Gen Ex José Carlos
Leite Filho-linsleite@supercabo.com.br-30./09/09
Publicado no “O Jornal de Hoje”,
de 01/10/09 – Natal, RN
“Aqui,
na democracia tupiniquim, vale permitir
até a reeleição de
vendilhão da Pátria”!!!
Roberto Gama e Silva, Almirante MB.
A questão de Honduras, tão
focalizada pela mídia, é algo
que evidencia a hipocrisia da política
externa brasileira conduzida pelo presidente
Lula e por seus “companheiros”
Marcos Aurélio Garcia e Celso Amorim,
e também a de outros governos.
Fala-se muito em um inaceitável “golpe
militar”, a começar pelo nosso
boquirroto presidente, referindo-se ao afastamento
do ex-presidente Manuel Zelaya! A criação
de um falso cenário, pelo malabarismo
dos fatos à base de mentiras e deturpações,
mostra bem o viés ideológico
impregnado ao sabor de interesses chavistas-lulistas,
além da torpe exploração
antimilitarista.
Ninguém pode contestar o direito
de qualquer país, decorrente dos
princípios de soberania e de autodeterminação,
elaborar suas próprias leis, máxime
a sua Constituição, sem que
isso configure ofensa à Democracia.
Em Honduras, o que houve, em verdade, foi
uma tentativa de violentar cláusulas
pétreas da Constituição,
há muitos anos vigente, por parte
do ex-presidente Zelaya, quando tentou,
sob sabida influência do ditador Hugo
Chávez, aumentar a sua permanência
no poder.
Em um inteligente e oportuno artigo intitulado
“À luz da Constituição,
não houve golpe em Honduras”,
no qual me ampararei, o doutor e mestre
em Direito pela USP, Lionel Zaclis, após
análise dos fatos, assim se expressou:
“-a Constituição
prevê que a mera tentativa, por parte
de todo e qualquer servidor público,
de alterar o sistema de eleição
do presidente da República implica
imediata perda do cargo (artigo 239 e alínea);
-são intangíveis as disposições
constitucionais concernentes, inter alia,
ao período presidencial e à
proibição de que alguém
seja presidente da República por
mais de um mandato (art. 374);
-o presidente da República baixou
um decreto propondo a realização
de uma consulta sobre a convocação
de uma assembléia constituinte, sendo
público e notório o propósito
de alterar a cláusula pétrea
que proíbe um novo mandato;
-o presidente da República não
obedeceu à decisão do juiz
competente, confirmada em segunda instância,
que suspendeu a execução do
decreto;
-o presidente da República destituiu
o Chefe do Estado Maior das Forças
Armadas, quando, por força do artigo
279, apenas o Congresso de Deputados pode
fazê-lo;
-a Suprema Corte acolheu a denúncia
formulada pelo Ministério Público,
decretando a prisão preventiva do
presidente da República;
-com a vacância do cargo, este foi
preenchido pelo presidente do Congresso
Nacional, de acordo com o disposto no artigo
242 da Constituição;
-houve respeito ao princípio do devido
processo legal, pelo menos quanto ao seu
conteúdo mínimo (contraditório,
juiz natural, motivação das
decisões, prova lícita, etc.)”.
Disse
mais o doutor e mestre Lionel Zaclis: “O
eleito pelo povo há que respeitar
a Constituição e as leis do
país, e não destruí-las
aproveitando-se do poder de que se investiu
mercê da eleição. Eleição
pelo povo não significa, por si só,
alvará pleno para que o eleito possa
fazer tudo que bem entender, inclusive destruir
a ordem constitucional e, em conseqüência,
a democracia, sob cuja égide se elegeu.
Diz-se ainda ter havido um golpe militar
“com apoio do Ministério Público,
da Suprema Corte e do Congresso Nacional”.
Ora o que exsurge do relato dos fatos é
exatamente o contrário, ou seja,
a Suprema Corte é quem decidiu pelo
afastamento do presidente, fazendo-o a requerimento
do Ministério Publico, com a aprovação
do Congresso, tendo a força militar
sido requisitada pelo Poder Judiciário,
nos termos do artigo 313 da Constituição,
para o fim de fazer cumprir a ordem judicial.”
Arremato as transcrições
com o açoite de palavras corajosas
e verdadeiras: “É
interessante notar como certas figuras,
de tão acostumadas a desrespeitar
o seu próprio Estado de Direito sem
que nada lhes aconteça, não
conseguem se dar conta de que, em outros
países, ainda que insignificantes
em termos territoriais, possa haver cidadãos
menos frouxos, com coragem e vontade política
suficiente para fazer vingar as instituições
e as leis ali imperantes.”
Honduras
é um país pequeno, é
verdade, mas está demonstrando possuir
Instituições fortes e capazes
de resistir a pressões espúrias,
venham de onde vierem.
Enquanto
isso, o Brasil, mais uma vez, apequenou-se
em termos diplomáticos, chegando
ao cúmulo de ter a sua embaixada,
em Tegucigalpa, ocupada e transformada em
um escritório político onde
os invasores mandam e desmandam!
(Gen Ex José Carlos Leite Filho-linsleite@supercabo.com.br-30./09/09)
(Publicado no “O Jornal de Hoje”,
de 01/10/09 – Natal,RN)
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Honduras:
Golpe de quem?
Ernesto Caruso,
02/07/2009
Entendemos
assim o afastamento do presidente Manuel
Zelaya perante a Constitución Politica
de la Republica de Honduras, considerando-a
a partir do seu texto final que consubstancia
uma vontade férrea de evitar a reeleição
do presidente da República, como
explicita o Artigo 374: “- No podrán
reformarse, en ningún caso, el artículo
anterior, el presente artículo, los
artículos constitucionales que se
refieren a la forma de gobierno, al territorio
nacional, al período presidencial,
a la prohibición para ser nuevamente
Presidente de la República, el ciudadano
que lo haya desempeñado bajo cualquier
título y el referente a quienes no
pueden ser Presidentes de la República
por el período subsiguiente.”
O Art 4
define a forma de governo, os poderes, e
taxativamente impõe: “La alternabilidad
en el ejercicio de la Presidencia de la
República es obligatoria.”,
atribuindo pena severa a quem o transgredir:
“La infracción de esta norma
constituye delito de traición a la
Patria.”
O Art 237 determina “- El período
presidencial será de cuatro años…”
Embora o
Art 5 privilegie a consulta por plebiscito
ou referendo, impede a participação
popular quando se refere à modificação
do Art. 374 e de outras normas constitucionais,
como assim delineado:
“ARTICULO 5. ...A efecto de fortalecer
y hacer funcionar la democracia participativa
se instituyen como mecanismos de consulta
a los ciudadanos el referéndum y
el plebiscito para asuntos de importancia
fundamental en la vida nacional. …
El plebiscito
se convocará solicitando de los ciudadanos
un pronunciamiento sobre aspectos constitucionales,
legislativos o administrativos, sobre los
cuales los Poderes Constituidos no han tomado
ninguna decisión previa. …
El ejercicio
del sufragio en las consultas ciudadanas
es obligatoria. No será objeto de
referendum o plebiscito los proyectos orientados
a reformar el Artículo 374 de esta
Constitución.
Observa-se
que o Art. 205 reforça os cuidados
com os artigos 373 e 374:
“ARTICULO 205.- Corresponde al Congreso
Nacional, las atribuciones siguientes: …10.
Interpretar la Constitución de la
República en sesiones ordinarias,
en una sola legislatura, con dos tercios
de votos de la totalidad de sus miembros.
Por este procedimiento no podrán
interpretarse los Artículos 373 y
374 Constitucionales.”
Dizem e
repetem que desejam a alternância
do poder que é o cerne da democracia,
como se destaca:
“ARTICULO 239.- El ciudadano que haya
desempeñado la titularidad del Poder
Ejecutivo no podrá ser Presidente
o Designado. El que quebrante esta disposición
o proponga su reforma, así como aquellos
que lo apoyen directa o indirectamente,
cesarán de inmediato en el desempeño
de sus respectivos cargos, y quedarán
inhabilitados por diez años para
el ejercicio de toda función pública.”
A Constituição hondurenha
tem primorosa salvaguarda para evitar o
emprego da máquina administrativa,
não só na reeleição
do presidente da República, como
impede que os auxiliares diretos, como os
secretários de Estado, sejam eleitos
a presidente ou vice da República,
como externa o “ARTICULO 240.- No
pueden ser elegidos Presidente ni Vicepresidente
de la República: 1. Los Secretarios
y Sub-Secretarios de Estado, Magistrados
del Tribunal Supremo Electoral, Magistrados
y Jueces del Poder Judicial, Presidentes,
Vicepresidentes, Gerentes, Subgerentes,
Directores, Subdirectores, Secretarios Ejecutivos
de Instituciones Descentralizadas y Desconcentradas;
Miembros del Tribunal Superior de Cuentas;
Procurador y Subprocurador General de la
República; …”
Creio que o debate deve ser em torno dos
aspectos legais e não das paixões
e cumpadrismo político ou ideológico,
além do que as eleições
previstas deverão ser realizadas
como afiança o presidente em exercício,
Micheletti Baín: "Asumo el reto
de estos seis meses y prometo que el 29
de noviembre habrá elecciones para
que los hondureños elijan a su nuevo
presidente".
Assim, à
luz das regras constitucionais daquele país,
se as que foram expostas devem valer, não
é possível, nem por referendo
ou plebiscito, adotar-se a viciosa reeleição
que de forma despudorada foi estabelecida
no Brasil, um mal transferido de FHC a Lula.
Por
outro lado, não deixa de ser uma
lição a nós brasileiros,
que estamos assistindo de forma abusiva
a campanha do governo Lula em prol da candidatura
à Presidência da República
da ex-terrorista e ministra Dilma Roussef.
Da feita que a ministra foi sugerida, indicada,
apresentada, como candidata, devia ser proibida
a sua participação nos comícios,
palanques, reuniões públicas
com caráter de inauguração
de obras ou comemorativos de qualquer espécie,
muito menos o seu nome ser citado, como
tem sido a praxe. Será uma atitude
pertinente em nome da dignidade e lisura
na disputa eleitoral, se um partido ou órgão
de classe recorrer à Justiça
para vetar a referida candidatura tão
logo seja registrada.
Ou alguém
não sabe que ela é a única
candidata em campanha?
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Trapalhões da diplomacia
Ernesto Caruso, 26/09/2009
Entre as desgraças
televisivas dos abusos sexuais sobre indefesas
e inocentes crianças por avô,
tio e padrasto, sobre os produtores rurais
que têm que dobrar a produção
“na lei ou na marra”, ou perdem
as terras como querem Lula – Dilma
– MST, lembrando Goulart – Brizola
– Ligas Camponesas, surgem sob os
holofotes os trapalhões da diplomacia
a desconcertar o que estava afinado pelos
Poderes constituídos, harmônicos
e independentes da pequena Honduras, diverso
deste bagunçado, ébrio e prostituído
país.
Lua-Sgt Pincel com cartola
e fraque apela para a platéia interrogando
que se deve acreditar nas palavras dele
ou dos golpistas, maquiado pela longa experiência
nos palanques-picadeiros, como grande ilusionista,
tirando leite de pedra, moeda de nariz e
relógio, tudo o que pode, escondendo
com maestria. Aos olhos do mundo, diretamente
das ONU.
Amoril-Dedé faz um gesto com o dedo
indicador — como se fosse um fuzil,
como diz — voltado para a própria
cabeça, olhar pequeno, arregalado,
garoto esperto, divertido, afiançando
que o Exército daquela nação,
alvo da sanha vermelha Chávez-Morales-Fidel,
que só deseja alternância no
poder, depôs um presidente eleito.
Magtoptop-Zacarias (Zacarias
de alegre memória) chama a unanimidade
legalmente estabelecida, constitucional
de Honduras, não aliada-combinada-mancomunada
como cá, de golpistas e mentirosos.
Só faltou dar aquele rizinho de ironia
e repetir o gestual célebre que caracteriza
o seu comportamento às escondidas,
mas captados pelas câmeras indiscretas.
Atores respeitados que fazem palhaçadas
para a alegria da petizada e não
governantes aloprados que agem em benefício
da petezada.
Só os vendo com zombaria, pois é
humanamente impossível observá-los
sob outro prisma, tal o descaramento e a
coragem dessa gente como dispõe dos
microfones e imagens enganando, pois eles
próprios menosprezam a inteligência
dos outros e agridem os princípios
que norteiam as relações entre
as nações. A autodeterminação
não é considerada, as regras
de asilo são desprezadas.
A normalidade, os fatos
históricos tradicionais, relevantes
e registrados, expõem que alguém
perseguido politicamente em seu país
busca abrigo em uma Embaixada e que via
de regra, após gestões diplomáticas,
se lhe concede salvoconduto para sair como
asilado. Nem sempre muito fácil,
principalmente em se tratando dos países
comunistas. Foi assim, com o Cardeal Jószef
Mindszenty refugiado até 1971 na
Embaixada norte-america¬na em Budapeste,
ele que fora condenado à morte, depois
prisão perpétua, pelo regime
comunista em 1949 e libertado por ocasião
da Revolução Húngara
de 1956 (na foto com os seus libertadores),
reprimida pelo exército russo.
Foi assim, com o Cardeal
Jószef Mindszenty, refugiado até
1971 na Embaixada norte-america¬na em
Budapeste, ele que fora condenado à
morte, depois prisão perpétua,
pelo regime comunista em 1949 e libertado
por ocasião da Revolução
Húngara de 1956 (na foto com os seus
libertadores), reprimida pelo exército
russo.
Em Honduras se deu o contrário,
o impedido legalmente, como Collor, já
fora daquele território retorna afrontosamente
para ser acolhido na Embaixada do Brasil.
Não a respeita. Leva uma turba, um
bando, guardacostas, a invade, toma de assalto,
faz dela um palanque, típica ação
do MST, com discursos desafiantes e apoiados
pelo governo LULA/AMORIM/GARCIA, que fomenta
a anarquia para produzir mártires
, mortos e feridos, por eles dito, e repetido
pelos repórteres.
O incrédulo disso tudo no contexto
da nefasta ação governamental
nas áreas da segurança, crimes
e mais crimes, cada vez mais bárbaros,
pelos maus exemplos que dão; da saúde,
com tanta gente desassistida e morrendo
nas portas de hospitais, perambulando de
porta em porta em busca de socorro; da educação,
com os professores, muitos dos quais adeptos
do PT, agredidos por alunos enfurecidos,
drogados, com o parâmetro do ministro-funkeiro.
Honra seja feita. Os telejornais, de um
modo geral, mudaram os pronunciamentos.
Hoje informam o desrespeito de Zelaya aos
ditames constitucionais e o seu afastamento
imposto pela Justiça de Honduras.
O Exército daquele país
cumpriu com as suas obrigações
com a Pátria e não com governos
e poderes carcomidos.
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A Justiça é cega
*Ricardo Noblat,
jornalista
O
que é o que é?
Tem tromba de elefante, corpo de elefante,
presas de elefante, patas de elefante, caminha
como um elefante, mas não é
um elefante, segundo o Supremo Tribunal
Federal?
É o ex-ministro da Fazenda Antônio
Palocci depois de livrar-se da denúncia
apresentada pela Procuradoria Geral da República
contra os suspeitos pela quebra do sigilo
bancário do caseiro Francenildo Costa.
“Decisão
judicial não se discute, cumpre-se”,
repetem os que consideram errada uma sentença,
mas preferem calar a respeito.
Decisão judicial se discute, sim,
ora essa. Juiz não é infalível.
A infalibilidade
do Papa só se tornou dogma em 1817.
Mesmo assim se restringe às questões
e verdades relativas à fé
e à moral. Acata-se decisão
judicial. Mas quando possível se
contesta junto à própria Justiça.
Francenildo foi caseiro de uma mansão
em Brasília frequentada por prostitutas
de luxo, Palocci e ex-assessores da época
em que ele foi prefeito de Ribeirão
Preto, interior de São Paulo.
Desconfia-se
que ali também rolavam negócios
sujos. Nunca se investigou.
Em depoimento
na CPI dos Bingos do Senado, um motorista
que servira à turma de Ribeirão
Preto havia dito ter visto Palocci na mansão
várias vezes. Palocci jurou jamais
ter ido lá.
Descoberto
pelo jornal O Estado de S. Paulo, Francenildo
contou que flagrara Palocci na mansão
de 10 a 20 vezes. A entrevista foi publicada
no dia 14 de março de 2006.
No dia 16,
Francenildo renovou a acusação
na CPI. "Vou morrer dizendo isso",
enfatizou.
Só pôde falar na CPI porque
chegou com atraso ao Senado liminar concedida
pelo ministro Cezar Peluso em ação
impetrada pelo PT proibindo Francenildo
de depor.
No mesmo dia, pelo menos seis órgãos
do Estado, entre eles a Polícia Federal
e a Receita, se ocuparam em devassar a vida
de Francenildo.
Um empregado da jornalista Helena Chagas
confidenciara à ela que Francenildo
procurava uma casa para comprar. Como poderia
ter tanto dinheiro para isso?
A informação bateu nos ouvidos
do senador Tião Viana (PT-AC), que
a repassou a Palocci, que convidou Helena
para um encontro.
Palocci perguntou a Helena se o empregado
dela toparia depor contra Francenildo. Helena
respondeu que não.
Às 19h, no Palácio do Planalto,
Palocci reuniu-se com Jorge Mattoso, presidente
da Caixa Econômica. Em seguida foi
para casa e Mattoso voltou ao prédio
da Caixa.
Às 20h, Mattoso entregou a um assessor
o CPF e o nome completo de Francenildo.
Saiu para jantar em um restaurante.
Dali a uma hora, Mattoso recebeu do assessor
um envelope pardo com os extratos bancários
de Francenildo, dono de uma conta na Caixa
e de depósitos que somavam R$ 38,860,00.
Estava consumado o crime de quebra do sigilo
bancário.
Ainda no restaurante, Mattoso atendeu a
um telefonema de Palocci. Foi ao encontro
dele. Palocci examinou os extratos. Que
no dia seguinte foram parar na sucursal
da revista ÉPOCA.
Pouco depois das 19h do dia 17, a revista
postou os dados em seu site junto com a
explicação de Francenildo
sobre a origem do dinheiro – uma doação
do empresário Eurípides Soares
da Silva, seu pai.
Eurípides confirmou a doação,
mas negou que fosse pai de Francenildo.
A tentativa de desacreditar o caseiro, sugerindo
que ele fora subornado para mentir, acabou
desmontada até as 22h. A mãe
de Francenildo admitiu que ele era filho
bastardo do empresário. O próprio
Eurípides confessou que dera dinheiro
a Francenildo para não ter que reconhecê-lo
como filho.
“Por que fizeram isso comigo?”
– queixou-se Francenildo. "Por
que não fizeram com o ministro?"
Porque “a corda sempre arrebenta do
lado do mais fraco”, conferiu o ministro
Marco Aurélio de Melo, um dos quatro
votos vencidos na sessão do Supremo
da semana passada. Cinco colegas dele rejeitaram
a denúncia contra Palocci. Não
viram indícios suficientes de sua
participação na quebra do
sigilo.
Sobrou para Mattoso, que será o único
processado pela quebra do sigilo bancário
do caseiro.
Para a Justiça, o elefante da história
é ele.
Quanto a Palocci, poderia ter denunciado
Mattoso ao receber dele extratos que ele
nega ter encomendado. Afinal, estava diante
de um ato criminoso.
Ignora-se por que não o fez "!"
(Ponto de ironia)
*Ricardo Noblat -nasceu em Recife,
1949 é jornalista, formado pela Universidade
Católica de Pernambuco.
Atualmente, mantém um blog
sobre política no portal do jornal
O Globo. Foi editor-chefe do Correio Braziliense
e da sucursal do Jornal do Brasil, em Brasília.Trabalhou
como repórter do jornais Diário
de Pernambuco, Jornal do Commercio e das
sucursais do Jornal do Brasil e da revista
Veja em Recife. Noblat também foi
chefe de redação da sucursal
da revista Manchete. Chefiou a sucursal
da revista Veja durante dois anos, em Salvador.
Depois foi editor-assistente da mesma revista
em São Paulo.
Em Brasília desde 1982, foi editor
regional da sucursal do Jornal do Brasil.
Trabalhou novamente como repórter
da sucursal de O Globo, em 1989, de onde
foi chefiar a sucursal da revista IstoÉ.
Entre 1991 e 1992 trabalhou em Angola na
campanha de José Eduardo dos Santos,
que já governava aquele país
desde 1979 sem nunca ter sido eleito. Assumiu
em 1994 a direção de redação
do jornal Correio Braziliense, permanecendo
no cargo até novembro de 2002.
Em março de 2004 criou o Blog do
Noblat, hospedado no site do jornal O Globo.
Hoje, ele escreve às segundas-feiras
para o jornal O Globo.
Ricardo Noblat também é autor
dos livros A Arte de Fazer um Jornal Diário,
O Que É Ser Jornalista e Céu
dos Favoritos.
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A
Desmoralização das Forças
Armadas
Por *Jorge Serrão
O desgoverno do “Foro de
São Paulo” resolveu acelerar
seu processo de propaganda ideológica
para desmoralizar e "demonizar"
as Forças Armadas. Elaborada nos
moldes do marketing de guerra bolchevique-nazista,
a estratégia geral consiste em produzir
efeitos psicossociais, em curto e médio
prazo, para diminuir e colocar em dúvida
o respeito que a opinião pública
tem pelo Exército, Marinha e Aeronáutica.
A principal meta é
reverter os resultados de uma pesquisa de
opinião divulgada semana passada,
feita com 1.200 entrevistados pela Fundação
Getúlio Vargas, constatou que as
Forças Armadas ocupam o primeiro
lugar no índice de confiança,
na comparação com outras 17
instituições.
A campanha de destruição
de imagem tem três objetivos fundamentais.
O primeiro é jogar a opinião
pública contra as "legiões"
para que seus integrantes se sintam intimidados
a reagir contra o processo revolucionário
inegavelmente em marcha. O segundo é
vender à sociedade a imagem de que
as Forças Armadas precisam sofrer
reformulações radicais em
suas bases, conforme algumas propostas de
mudança contidas na Estratégia
de Defesa Nacional lançada recentemente.
O terceiro é associar os militares
diretamente ao autoritarismo,pintando-os
como entraves constantes para a "democracia".
Quatro ministros do governo Lula lideram
diretamente a campanha de desmoralização
contra as Forças Armadas: Tarso Genro
(Justiça), Paulo Vannuchi (Direitos
Humanos), Dilma Rouseff (Casa Civil e
potencial presidenciável) e Franklin
Martins (Comunicação).
O governo agora
prepara um comercial de televisão
em que aparecerão mães de
desaparecidos políticos, nos tempos
dos governos militares (1964-1985), segurando
fotos dos filhos e chorando que não
querem morrer sem saber o paradeiro deles.
O comercial tem
duas intenções. A primeira
reforçar a tese de que o Supremo
Tribunal Federal tem de rever a abrangência
da Lei de Anistia (Lei nº 6.683/79).
A segunda é preparar o lançamento,
até maio, de um sistema de acesso
a dados, de 14 arquivos estaduais, chamado
Projeto Memórias Reveladas.
O governo publicará um edital para
convocar donos de acervos particulares a
transferirem documentos sobre o período
pós-64 para arquivos públicos.
Ontem, inclusive, o ministro Paulo Vanucchi
voltou a pedir que a "sociedade civil"
intensifique a pressão para que documentos
e informações sobre o paradeiro
de desaparecidos políticos sejam
revelados. Vanucchi apelou ontem que "vítimas
da repressão do regime militar",
seus familiares e entidades de classe, devem
entupir o STF com ações judiciais
em massa contra a Lei de Anistia e pedindo
punição para "os torturadores".
Propagandisticamente, o termo genérico
"torturadores" inclui todos os
militares...Curiosamente,o chefão
Lula tenta manter uma posição
pública "em cima do muro",
fingindo ser diferente dos anti-militares
que compõem seu desgoverno.
Anteontem, Lula deu uma
entrevista ao jornalista Jorge Oliveira
- que dirige um documentário sobre
o operário Manoel Fiel Filho, um
dos mártires pós-64. Lula
deixou claro que a Lei de Anistia foi aprovada
pelo Congresso e deve ser respeitada.Lula
ressaltou que a lei anistiou a todos, e
que o governo não tem como interferir.
No entanto, Lula pondera que cabe à
Justiça se manifestar sobre o assunto.
A campanha contra as Forças Armadas,
no entanto, tem objetivos geopolíticos
e estratégicos muito mais graves.
O Alerta Total publicará,
na edição de domingo, com
exclusividade, um documento oficial revelando
o que existe por trás da Estratégia
Nacional de Defesa (e não Estratégia
de Defesa Nacional) lançada pelos
ministros Nelson Jobim (Defesa) e Mangabeira
Unger (Assuntos Estratégicos).
Os militares terão
a oportunidade de conhecer seus verdadeiros
inimigos. Aqueles que os atacam agora são
meros agentes conscientes da propaganda
contra o Brasil.
*Jorge Serrão- Editor Chefe
do Blog Alerta Total, publicado na edição
do Blog Alerta Total de 28 de Fevereiro
de 2009.
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Lina
aos leões
“A ordem de atacar de Lula na véspera
foi cumprida no evento”EC
“Omissão e mentiras sustentam
o
Executivo repulsivo e o Legislativo submisso.
Uma vergonha que se repete mais uma vez,
até quando?”FPR
*Ernesto Caruso, 19/08/2009
O
jeito de ser do PT transformou ontem o Senado,
sem a presença de *Incitatus, mas
lembrou em arena do Coliseu, reeditando
o espetáculo, cristãos versus
leões, onde a serenidade da ex-secretária
da Receita Federal, Lina Vieira teve que
enfrentar a destemperança de alguns
senadores da base política do governo
Lula.
A senadora
Ideli Salvati, do PT, depois de azeitar
a sua fala e até pedir desculpa,
disparou o dardo da agressividade: “VS
mentiu na entrevista à Folha, ou
está mentido agora.” Eis que
Lina Vieira, sem perder a calma, respondeu
que confirmava a entrevista com o que expusera
naquele momento, diante da Comissão.
A incompreensão da senadora repousa
no fato do pedido da ministra Dilma Roussef
para agilizar a investigação
daquela instituição sobre
o filho do senador Sarney, como exposto
nas duas oportunidades e a expressão
que se sucede, “para encerrar, logo”,
como se esta tivesse o significado de suspender
o processo. Lina Vieira de maneira alguma
diz que a ministra mandou aprofundar ou
sequer influir positiva ou negativamente
na apuração, como entendi,
mas não deixa de considerar uma intromissão
descabida e desnecessária, pois ao
retornar e verificar o processo, constata
que a Justiça já determinara
a agilização.
A
ordem de atacar de Lula na véspera
foi cumprida no evento, pois fizeram
foco na agenda, algo que fosse apresentado
por escrito, ao que Lina Vieira respondeu
que para falar a verdade não precisa
de agenda. Relata com pormenores desde o
convite para uma reunião reservada,
feito pela secretária Casa Civil,
Erenice Guerra (já envolvida em outros
escândalos) até o deslocamento
por meio de transporte terceirizado, fácil
de se verificar, chegada à garagem,
etc..., completando, que não é
fantasma, e tudo deve estar filmado pelas
câmeras do Palácio. Reunião
reservada, sabe-se lá com que objetivos,
fora da hierarquia, rápida como dito,
uns dez minutos, não deve constar
em agendas.
O senador
Mercadante levanta uma agressiva alternativa;
a antiga auxiliar do governo, como secretária
da Receita, mentiu quanto à reunião
ou prevaricou por não denunciar a
ministra pelo cometimento de falta grave,
ao que Lina Viera confirma a solicitação
da agilização do processo
do filho do Sarney, sem emitir juízo
de valor. O senador parecia enraivecido
pelo tom de voz diante da serenidade.
Um outro
ponto debatido foi a entrevista, como se
a ex-secretária tivesse provocado
por ter sido demitida do cargo. Disse que
foi procurada pelos jornalistas e solicitada
a confirmar a reunião com a ministra
Dilma.
Sobre esse
assunto, o senador Suplicy, muito sorridente
e serpenteando por entre as palavras, perguntou
se a ex-secretária não tratara
da reunião com o seu marido, lá
presente e adulado pelo senador, e que em
conversa informal transmitira a existência
da reunião. Escutou da questionada
que ela aborda atividades do trabalho com
familiares.
Sobre a
Petrobrás respondeu ao senador Erasmo
Dias que fora convidada para comparecer
à Comissão de Justiça
para debater a respeito da reunião
com a ministra Dilma e não se preparara
para responder ao quesito formulado, mas
não recuou quando o senador Mercadante
a desafiou nesse tema e aí o senador
resolveu deixar para outra oportunidade.
Diga-se que na CPI da Petrobrás a
mestra tropa de choque rejeitou o requerimento
de ouvi-la. Temem o quê, se foi tão
desprezado o seu depoimento, pois com escárnio
o senador Jucá, disse não
tinha mais que estar presente, saindo de
rompante.
Ao longo
das inquisições, a ex-secretária
diz não entender o porquê da
negativa por parte da ministra Dilma sobre
o encontro, mencionada com respeito, bem
como sem uma crítica ao antigo chefe
ministro Mantega, nem pelo fato de demiti-la.
Bastante
pressionada, não consegue se lembrar
da data da ocorrência, mas que foi
no fim de 2008. Daí a confusão
provocada referente aos objetivos da ministra
no ano passado, naturalmente diverso deste
momento quando vêem à tona
as denúncias dos jornais contra Sarney
e vivida a fase da defendê-lo; naquela
época não.
Sarney foi
eleito em 2 fevereiro de 2009, mas as possíveis
candidaturas apareceram em outubro de 2008,
a de Tião Viana do PT, logo definida,
e a de Sarney pelo PMDB.
Embora a transparência lulopetista
divulgasse que Tião Viana e Sarney
satisfizessem a base governista, claro que
Tião Viana atenderia em melhores
condições os objetivos para
as eleições de 2010, sem ter
que barganhar nada com o PMDB. Mas, por
baixo dos panos não agem assim...
As
notícias antecedentes à eleição
efetiva demonstram o que foi feito e as
intenções.
Em
29 Dez 2008, extraído do Estadão:
“Brasília - A líder
do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), informou
hoje ao presidente Luiz Inácio Lula
da Silva que a candidatura do senador Tião
Viana (AC) a presidente do Congresso está
mantida. Ideli e o líder do governo
no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR),
disseram a Lula que o senador José
Sarney (PMDB-AP) não deve entrar
na disputa. "A nossa avaliação
é que está mantida a posição
do senador Sarney, de não ser candidato"
disse ela.”
Em
21 Jan 2009, da Agência Brasil,
Ivan Richard: “Brasília - A
líder do PT no Senado, Ideli Salvatti
(SC), afirmou hoje (21) que a candidatura
de Tião Viana (PT-AC) à presidência
do Senado é irreversível.
A senadora lamentou a decisão do
ex-presidente José Sarney (PMDB-AP)
de entrar na disputa, após declarar
várias vezes que não seria
candidato. “Estamos em uma situação
política que não foi criada
por nós. Lamentamos que a situação
tenha chegado a esse grau de constrangimento”,
disse a líder petista, argumentando
que a candidatura de Viana surgiu porque
Sarney, desde novembro, vem afirmando que
não seria candidato. “As declarações
do Sarney eram públicas e notórias.
Só para o Tião foram cinco
vezes, olho no olho”, disse Ideli.
“Estamos mantendo nosso acordo na
Câmara e não temos como recuar
agora, ainda mais com partidos anunciando
apoio, como o PDT e o P-SOL. Agora, vamos
para o voto”, completou.”
Logo, a
vontade da ministra, quando de forma simplista
pediu para agilizar a investigação
sobre o filho de Sarney, que alguns entenderam
como para abafar e defender o senador Sarney
na fase crítica atual, no fim do
ano passado era o contrário, orquestrado
com outros órgãos investigativos:
impedir a sua candidatura à presidência
do Senado.
Agora, o
governo Lula não tem outra saída,
deve assegurar a presidência com Sarney
com todas as armas e artimanhas, e não
correr riscos neste final de 2009 e entrar
na reta final das eleições
em 2010, com Maquiavel de saia.
As apurações
são meros trunfos, cartas na manga,
usadas em cada oportunidade contra quem
os desafia, particularmente contra os aliados
que precisam ser alijados.
N.R. *O Autor é poeta escritor
e Coronel Reformado do E.B.
(1) Incitatus, cavalo do Imperador
Romano Calígula feito por ele senador
de Roma e que com o tal tinha lugar entre
os senadores da antiga Roma na época
dos gladiadores.
|
A
FORÇA DOS MILITARES NA AMAZÔNIA
Texto de
Dráuzio Varella
Perfilados, os soldados aguardaram em posição
de sentido, sob o sol do meio-dia. Eram
homens de estatura mediana, pele bronzeada,
olhos amendoados, maçãs do
rosto salientes e cabelo espetado. O observador
desavisado que lhes analisasse os traços
julgaria estar na Ásia.
No microfone, a palavra de ordem do capitão:
“Soldado Souza, etnia tucano”.
Um rapaz da primeira fila deu um
passo adiante, resoluto, com o fuzil no
ombro, e iniciou a oração
do guerreiro da selva, no idioma natal.
No fim, o grito de guerra dos pelotões
da fronteira:"SELVA !!!"
O segundo a repetir
o texto foi um soldado da etnia desana,
seguido de
um baniua,
um curipaco, um cubeu, um ianomâmi,
um tariano e um hupda.
Todos repetiram
o ritual do passo à frente e da oração
nas línguas de seus povos; em comum,
apenas o grito final:"SELVA
!!!"
Depois,
o pelotão inteiro cantou o hino nacional
em português, a plenos pulmões.
Ouvir
aquela diversidade de indígenas,
característica das 22 etnias que
habitam o extremo noroeste da Amazônia
brasileira há 2.000 anos, cantando
nosso hino no meio da floresta, trouxe à
flor da pele sentimentos de brasilidade
que eu julgava esquecidos.
Para chegar
à Cabeça do Cachorro é
preciso ir a Manaus, viajar 1.146 quilômetros
Rio Negro acima, até avistar São
Gabriel da Cachoeira, a maior cidade indígena
do país.
De lá,
até as fronteiras com a Colômbia
e a Venezuela, pelos rios Uaupés,
Tiquié, Içana, Cauaburi e
uma infinidade de rios menores, só
Deus sabe.
A duração da viagem depende
das chuvas, das corredeiras e da época
do ano, porque na bacia do Rio Negro o nível
das águas pode subir mais de dez
metros entre a vazante e o pico da cheia.
É
um Brasil perdido no meio das florestas
mais preservadas da Amazônia. Não
fosse a presença militar, seria uma
região entregue à própria
sorte. Ou, pior, à sorte alheia.
O Comando
dos Pelotões de Fronteira está
sediado em São Gabriel. De lá
partem as provisões e o apoio logístico
para as unidades construídas à
beira dos principais rios fronteiriços:
Pari-Cachoeira, Iauaretê, Querari,
Tunuí-Cachoeira, São Joaquim,
Maturacá e Cucuí.
Anteriormente
formado por militares de outros estados,
os pelotões hoje recrutam soldados
nas comunidades das redondezas. Essa opção
foi feita por razões profissionais:
“O soldado do sul pode ser mais preparado
intelectualmente, mas na selva ninguém
se iguala ao indígena”.
Na entrada
dos quartéis, uma placa dá
idéia do esforço para construí-los
naquele ermo: “Da primeira tábua
ao último prego, todo material empregado
nessas instalações foi transportado
nas asas da FAB”.
Os pelotões
atraíram as populações
indígenas de cada rio à beira
do qual foram instalados: por causa da escola
para as crianças e porque em suas
imediações circula o bem mais
raro da região: salário, para
os militares e suas famílias, os
indígenas conseguem vender algum
artesanato, trocar farinha e frutas por
gêneros de primeira necessidade, produtos
de higiene e peças de vestuário.
No
quartel existe possibilidade de acesso à
assistência médica, ao dentista,
à internet e aos aviões da
FAB, em caso de acidente ou doença
grave.
Cada
pelotão é chefiado por um
tenente com menos de 30 anos, obrigado a
exercer o papel de comandante militar, prefeito,
juiz de paz, delegado, gestor de assistência
médico-odontológica, administrador
do programa de inclusão digital e
o que mais for necessário assumir
nas comunidades das imediações,
esquecidas pelas autoridades federais, estaduais
e municipais.
Tais
serviços, de responsabilidade de
ministérios e secretarias locais,
são prestados pelas Forças
Armadas sem qualquer dotação
orçamentária suplementar.
Os quartéis
são de um despojamento espartano.
As dificuldades de abastecimento, os atrasos
dos vôos causados por adversidades
climáticas e avarias técnicas
e o orçamento minguado das Forças
Armadas tornam o dia-a-dia dos que vivem
em pleno isolamento um ato de resistência
permanente.
Esses militares
anônimos, mal pagos, são os
únicos responsáveis pela defesa
dos limites de uma região conturbada
pela proximidade das Farc e pelas rotas
do narcotráfico. Não estivessem
lá, quem estaria?
"SELVA !!!"
Lema
do soldado da Amazônia:
"Senhor, tu que ordenastes ao guerreiro
de Selva, sobrepujai todos os vossos oponentes,
dai-nos hoje da floresta, a sobriedade para
resistir, a paciência para emboscar,
a perseverança para sobreviver, a
astúcia para dissimular, a fé
para resistir e vencer, e da-nos também
Senhor a esperança e a certeza do
retorno, mas, se, defendendo essa brasileira
Amazônia, tivermos que perecer, oh
Deus, que façamos com dignidade e
mereçamos a vitória, Selva!!!"
|
O
ESTADO DE “DIREITO” PETISTA
O
GOLPE
*Geraldo Almendra
20/maio/2009
“O
Estado de direito não é apenas
uma norma legal, mas sim uma norma que diz
respeito àquilo que a lei deve ser:
uma doutrina metalegal, ou o ideal político.
O primeiro atributo que distingue uma sociedade
livre é que cada indivíduo
tem uma esfera privada reconhecida, claramente
distinta da esfera pública, e que
o cidadão privado
deve obedecer somente às normas que
são igualmente aplicáveis
a todos”. (FRIEDRICH HAYEK)
Vamos
repetir de uma forma alternativa a cronologia
do golpe do petismo que irá se configurar
em 2010, através dos instrumentos
revolucionários fundamentados no
leninismo corrupto e prevaricador, para
obter o domínio perpétuo do
poder público com a Formação
de um Estado de “Direito” Corrupto-Petista
dominado e subordinado a uma estrutura de
poder que mais tarde se transformaria no
esteio canalha do movimento petista de domínio
da sociedade.
Tudo começa
o maior erro dos militares que foi entregar,
prematuramente, o poder às oligarquias
políticas prostituídas que
se camuflavam de arautos da abertura democrática,
mas que não passavam de hordas de
bandidos disfarçados de terno e gravata.
Começava
o maior golpe contra o Estado de Direito
Democrático já realizado
em um país de uma dimensão
geopolítica estratégica perfeita
para servir de depositário dos sonhos
dos socialistas que deixaram para trás
milhões de cidadãos assassinados
e nações destruídas
pelas burocracias corruptas e bandoleiras
que caracterizam os Estados dominados pela
corrupção e pelo corporativismo
sórdido, essência do poder
do socialismo genocida.
Enquanto
a esquerda apodrecida já se espalhava
estrategicamente nas instituições
públicas, nos comuno-sindicatos e
nas organizações estudantis,
a maior revolução educacional
e cultural do país tomava forma:
a Universidade Pública da
Corrupção e do Corporativismo
que formaria as turmas que serviria
de suporte pelos seus sucessos e insucessos
- aos desgovernos civis calhordas e ao pior
deles, o desgoverno do PT.
Para
não haver risco de erro grosseiro
no mentiroso projeto de abertura democrática,
os desgovernos civis, enquanto praticavam
sucessivos atos de lesa-pátria e
roubo dos contribuintes, cuidavam para a
destruição moral e operacional
das Forças Armadas, pois
esse sempre foi, e continua sendo seu maior
temor de ver inacabado seu projeto de poder
perpétuo. Essa gente sórdida
deve estar passando noites sem dormir com
medo de acordarem e verem um fuzil apontado
para suas cabeças.
O que mais
nos surpreendeu foi acompanharmos a aliança
espúria dos esclarecidos patifes
com o projeto de destruição
da democracia, enquanto a falência
da cultura e da educação,
intencionalmente provocada pelos desgovernos
civis, dominava mais de 70 % da população
formando uma massa de ignorantes que, na
qualidade de um imbecil coletivo, mais tarde,
iria servir de suporte para o golpe do petismo,
enquanto eram descaradamente roubados e
feitos de escravos de um Estado assistencialista
comprador de votos através de sua
estrutura corrupta, prevaricadora e corporativista
sórdida.
O
paradigma de que toda sociedade tem o governo
que merece precisa ser desqualificado, pois
a massa dos desfavorecidos, hoje maiores
eleitores do mais sórdido dos líderes
políticos de nossa história
e dos bandidos que tomaram conta do Congresso
Nacional, não teve o embasamento
educacional para distinguir de forma crítica
os resultados de uma traição
tão metodicamente estruturada pela
sociedade dos esclarecidos patifes, muito
mais por motivos criminosos de domínio
do poder pelo poder, do que uma luta por
uma ideologia política alternativa
e com honestidade de propósitos para
trazer à sociedade a verdadeira perspectiva
de uma democracia de fato.
Nunca os
desgovernos civis realmente pensaram em
uma alternativa para melhorar o sistema
capitalista com o domínio dos seus
atos através de uma estrutura legal
com a inteligência de tirar o máximo
benefício para a sociedade da predominância
do mérito e do empreendedorismo em
um ambiente dominado pela iniciativa privada.
A
preocupação dos patifes esclarecidos
da esquerda apodrecida sempre foi fomentar
a dualidade entre o socialismo revolucionário
assassino, corrupto e corporativista e o
capitalismo “selvagem” que trouxe
ao mundo décadas de desenvolvimento
auto sustentado. É fácil
reconhecer as descaradas intenções
dos canalhas de conseguir domínio
do poder público por uma horda de
bandidos eleitos pelo imbecil coletivo sob
o pretexto de um sistema socialista que
iria resolver os problemas do capitalismo
“selvagem”, mas gerador de desenvolvimento
econômico e social.
Esses
calhordas em nenhum momento avaliaram de
forma honesta que os defeitos do desenvolvimento
capitalista tiveram e tem origem dentro
do próprio poder público corrupto
e corruptor que não cumpre o seu
papel de gestor honesto das relações
econômicas e sociais.
O
verdadeiro objetivo era transformar a mentira
socialista em um corruptocracia para sustentar
os sonhos revolucionários de dominar
o país com uma ditadura de esquerda
para o benefício de uma burguesia
corrupta e corporativista, pública
e privada.
Os canalhas
esclarecidos do pasquim, e de outras comunidades
de subornados, estão felizes na hibernação
de seu silêncio, com a destruição
moral do país, todos curtindo a doce
vida, usufruto das sinecuras garantidas
pelo petismo ou pelas indenizações
milionárias ou pensões vitalícias
pagas pelos otários e palhaços
dos contribuintes.
Nossa
esperança é que o helenismo
se transforme em uma realidade de luta contra
os canalhas, unindo civis e militares honestos
e patriotas, para colocarmos esses bandidos
que dominam o poder público mais
corrupto e corporativista de nossa história
no lugar que merecem: na prisão.
N.R.
*Economista professor de matemática
consultor
|
LULA E O COMUNISMO Nº 65 - 2009
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
O Comunismo
é uma ideologia política que
nasceu e se impôs, desde as suas primeiras
raízes na Rússia, depois URSS,
com poder ditatorial, conquistado, com extrema
violência, com partido único,
sem qualquer liberdade, principalmente de
imprensa, e com a determinação
de impor esta sua ideologia a todos os países
do mundo, daí o nome que ficou –
Comunismo Internacional. Assim ele foi se
espalhando pelo leste europeu sob a poderosa
intervenção da URSS, depois
estendendo-se à China e à
América, em Cuba. Mas hoje, embora
perdendo a força inicial, domina
a Coréia do Norte e volta a tentar
se impor na América do Sul, como
ocorre na Bolívia e na Venezuela,
apenas disfarçado como Socialismo.
No Brasil, o Comunismo foi derrotado pelo
povo e pelos Militares, em 1935,1964 e 1968,
que assim garantiram o exercício
da Democracia a partir de 1985. E daí
em diante, os comunistas brasileiros passaram,
também, a se rotular de Socialistas,
procurando mascarar suas verdadeiras intenções.
E o título
- LULA E O COMUNISMO - foi escolhido com
base no modo de proceder do Presidente Lula,
nos fatos e observações, acima,
bem como nos registros históricos
como o do "VOTO DE SILENCIO" para
dificultar e, se possível, inviabilizar
investigações, bem como sobre
o "JUSTIÇAMENTO" (abordado
por Jacob Gorender no seu livro, "Combate
nas Trevas), que era o assassinato de companheiros
comunistas cujos erros, na visão
dos julgadores, colocaram ou poderiam colocar
em risco uma missão que lhes fosse
dada pelo Partido.E, assim sendo, vamos
recordar o modo de proceder do Presidente
Lula, onde lembramos que desde o início
do seu Governo: 1- Cercou-se de comunistas
e terroristas como José Dirceu, Dilma
Roussef, Franklin Martins, José Genuíno,
Paulo Vannuchi, Tarso Genro, Bruno Maranhão,
Carlos Minc, Gilney Viana, Diógenes
de Oliveira, Aloysio Nunes Ferreira e tantos
outros, para citar, apenas, os que mais
se destacam - como Franklin Martins, conselheiro
íntimo de Lula, um dos seqüestradores
do Embaixador Americano e leitor do "manifesto"
que ameaçava de execução
aquele embaixador, se o Governo Brasileiro
não colocasse em liberdade e garantisse
a extradição de outros comunistas
terroristas presos. 2- Apoiou e continua
apoiando e subvencionando todas as violentas
invasões de terras pelo MST, um movimento
ilegal de orientação comunista.
3 "MANTEVE-SE EM SILENCIO", como
se de nada soubesse, depois de comprovados
todos os escândalos do "Mensalão".
4-Omitiu-se, vergonhosamente, depois do
assassinato, quem sabe, "justiçamento",
de Celso Daniel, o Prefeito de Santo André.
5- E por último, recentemente, aprovou
a extradição , em avião
da Venezuela, de dois atletas cubanos que
não queriam voltar para Cuba. 6-
E o mais grave, sintomático e ilógico
porque poderia trazer, como trouxe, grave
desentendimento diplomático com a
Itália, comportou-se como se nada
soubesse e não fosse responsabilidade
sua, admitindo que o Ministro Tarso Genro
negasse a extradição para
aquele País, do comunista terrorista
assassino, Cezare Battisti, condenado por
um Tribunal Regular da Itália democrática.
Não temos dúvida de que em
qualquer País do Mundo Democrático
Civilizado, o Ministro Tarso Genro seria,
sumariamente, demitido. Pode-se admitir
que Lula não estivesse por dentro
das manipulações comunistas
de
seu ministro da Justiça? E as visitas
e contatos mais estreitos e afetivos com
Fidel Castro, com Chavez e Morales, não
obstante os problemas econômico-financeiros
com estes dois últimos?Se recuarmos
um pouco no tempo, para os últimos
25 anos do século passado, após
a derrota do Comunismo Internacional no
Brasil, vamos encontrar Lula começando
a liderar o que seria depois o PT, ainda
sem este nome, em São Paulo, na ocasião
recebendo grande apoio da "Igreja Católica
Progressista" assim como de outros
agrupamentos semelhantes em todo o Brasil,
todos eles liderados por notórios
comunistas, como Prestes, outros, e até
Rosa da Fonseca, no Ceará. usa o
"VOTO DO SILENCIO" para salvar
a si próprio, os seus comparsas e
o PT das gravíssimas acusações
comprovadas ou em vias de comprovação
de crimes de corrupção e até
de assassinato - "JUSTIÇAMENTO";
e porque é indisfarçável
sua vinculação e conivência
com os Governos de Cuba, da Venezuela e
da Bolívia, não temos dúvidas
de concluir que:LULA SEMPRE FOI - desde
que era líder sindical - E CONTINUA
SENDO em disfarce não convincente
de presidente democrata, como se qualifica
UM COMUNISTA ESPERTO APROVEITADOR DE SITUAÇÕES,
TUDO CONFORME GRAMSCI Diz a sabedoria popular:DIZE-ME
COM QUEM ANDAS E TE DIREI QUEM ÉS.ESTAMOS
VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA
sob reg. Nº 12 5893, Cartório
do 1º registro de títulos e
documentos, em Fortaleza. Somos 1.676 CIVIS
49 da Marinha 465 do Exército 49
DA Aeronáutica; total 2.239. In memoriam30
militares e 2 civis.
batistapinheiro30@yahoo.com.br www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
TERRORISMO É CRIME HEDIONDO
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
|
O
Grupo Guararapes repassa o documento
do coronel Bayma Kerth.
Aula
De História doc. Nº 73 –
2009
“É
bom se conhecer o verdadeiro passado para
que a história seja escrita dentro
da verdade”.
“Parabéns ao coronel Bayma
Kerth, do Grupo Guararapes.
O Gen Médici foi o comandante decisivo,
em 1964 e 1968”.
“O Gen Médici
foi o comandante decisivo, em 1964 e 1968”.
O General Emílio Garrastazu
Médici foi o grande Comandante Militar,
responsável maior pelas duas vitórias
sucessivas sobre o Comunismo Internacional,
em 1964 e, depois, em 1968. Esta é
a minha opinião, pessoal e consistente,
porque é baseada em verdades indiscutíveis.
E com estas verdades, algumas
das quais testemunhei, vou comprovar o valor
decisivo do Gen Médici para a vitória
do Povo Brasileiro, sem derramamento de
sangue, na Revolução de 1964,
como, também, para a vitória
dos Governos Militares sobre o Comunismo
Internacional, que voltou a tentar implantar,
agora pela Luta Armada, uma Ditadura Comunista
no Brasil, em 1968.
Então
voltemos a 1964. Na madrugada do dia 31
de março, o Gov. Magalhães
Pinto, um civil, com os Generais Guedes
e Mourão Filho, e o apoio da imensa
maioria do Povo Brasileiro, deflagraram
a Revolução, a partir do Estado
de Minas Gerais, contra o Governo João
Goulart.
Lembremos,
agora, a posição do EXÉRCITO,
a Força de maior efetivo, melhor
armada para operações em terra
e por isso mais decisiva numa Revolução:
os I e III Exércitos eram os mais
poderosos do Brasil.
O I Exército/RJ
marchou em direção a São
Paulo, com o Grupamento Tático Escola,
que foi barrado nas alturas de Barra Mansa
pelos Cadetes do Gen Médici. O Cmt.
III Exército/RS, Gen Ladário,
era contra, talvez, devido à influência
de Brizola, no Rio Grande do Sul. O Cmt
II Exército/SP, Gen Kruel, discordava
do governo, mas, era amigo de Jango. E fez
questão de ligar-se com Jango para
que revisse as suas posições.
Este fato é absolutamente verdadeiro
porque eu e o meu amigo e colega de turma,
Lótus Silva de Paula, que, capitães,
servíamos no II RO 105, Itu/SP, acompanhávamos
o problema porque éramos a favor
da Revolução. E estávamos
com o nosso Comandante, Cel Benedito Maia
Pinto de Almeida, (morreu como Gen Ex) quando
chegou um radio cifrado do Gen Kruel, comunicando
o insucesso do contato com Jango, e autorizando
o II RO 105 a marchar para o Rio de Janeiro,
em apoio à Revolução.
Então,
logo a seguir, eu e o Capitão Lótus,
num jipe, com a missão de reconhecimento
avançado até à região
de Alpargatas, largamos muito à frente
do II RO 105, pela Rio-São Paulo,
em direção ao Rio de Janeiro.
Como não foi encontrada nenhuma tropa,
o Comando do II R0, entendeu que algo acontecera
favorável à Revolução
e, por isso, marchamos incorporados em direção
a Resende, RJ. Em Resende, soubemos que
o Cmt da AMAN, Gen. Médici, havia
lançado os cadetes para barrar a
Rio-São Paulo contra tropas vindas
do Rio. E que, detido o I Exército
pelos cadetes, o Gen. Âncora decidira
não mais se opor à Revolução,
e iria ao Comando da AMAN oficializar esta
decisão. E esta Decisão do
Gen Âncora, para mim, que estive na
ante-sala, foi o Momento Decisivo, pois
com a nova posição do I Exército,
a Revolução se tornou, de
fato, Vitoriosa, uma vez que o Gen Ladário
ficou isolado, lá no Sul. Então,
com origem numa ação do Gen
Médici, o I Exército deixou
o lado de Jango, e numa simples questão
de tempo veio o apoio do Congresso, e a
Revolução de 1964 foi Vitoriosa,
de fato e de direito, sem uma luta fratricida.
E, agora, pergunto: e, se em 1964, o Gen.
Médici (era, apenas, General de Brigada)
não tivesse decidido empregar uma
tropa de cadetes para barrar a Rio-São
Paulo, e o I Exército marchasse livremente
para São Paulo? Como ficaria o II
Exército com duas frentes contra
dois exércitos mais poderosos, o
I Exército, a Nordeste, e o III Exército,
ao Sul? Haveria derramamento de sangue?
E quem venceria? Vamos, agora, a 1968: o
Presidente Médici, com o rigor necessário,
derrotou as Guerrilhas Comunistas. A Urbana,
realizava atentados a bomba, seqüestrava
e assaltava, matando e ferindo civis inocentes.
A Rural, a exemplo de Cuba, queria criar
uma área liberada na Amazônia.
Eu, aluno da Escola de Estado Maior fui
designado para censurar uma emissora de
rádio no Rio de Janeiro para impedir
a difusão de notícias favoráveis
à guerrilha.
E, depois, eu e o meu amigo, também,
aluno, Maj Gerson Mendonça de Freitas,Turma
de 1953, fomos designados pela Escola de
Estado Maior para reforçar o II Exército,
após o atentado a bomba, sofrido
por aquele Grande Comando. E, anos depois,
servindo no Estado Maior da 10ª RM,
(CE), ajudei a organizar um Batalhão,
formado com companhias dos 23º, 24º
e 25º BC, que, sob o Comando do Cel
Eider Nogueira Mendes, Turma de 1948, seguiu
para Xambioá para enfrentar e derrotar
a guerrilha rural que operava na área.
E se o Gen. Médici não tivesse
liquidado, também, com a Guerrilha
Rural no Brasil? Será que não
teríamos, na Amazônia Brasileira,
uma outra versão da Guerrilha Colombiana?
Isto seria bom, ruim ou péssimo para
o Brasil? Alguém já pensou
em ter um parente seqüestrado por guerrilha?
IMPORTANTE: no Brasil, o número de
mortos dos dois lados, terroristas, militares,
e policiais militares e civis, nas guerrilhas,
Urbana e Rural, não chegou a 500.
Só na América Latina, comparem
este número com o número de
mortes ocorridas em Cuba e na Colômbia.
Então, graças à Decisão
Corajosa, Firme e Forte do Gen. Médici,
liquidando de vez com as guerrilhas, o Gen.
Geisel pôde iniciar a Abertura Política
e a Pacificação Nacional.
E o Gen. Figueiredo pôde promulgar
a Lei de Anistia, autorizar o retorno dos
exilados e, devolver o Poder aos Civis.
E o Brasil, após a derrota dos terroristas,
desde 1985, é, afinal, uma Democracia,
a despeito das restrições
possíveis que decorrem das esquerdas
no Poder. Não se tornou uma Cuba,
nem tem os problemas hoje enfrentados pela
Colômbia.
E
buscando exemplos entre os heróis
consagrados no Mundo, o Gen Médici,
em1964 e 1968, pela Coragem Moral Inexcedível,
Senso de Oportunidade, e Visão política
e Militar, repetiu Alexandre, "O Grande",
e cortou o "Nó Gordio"
do Comunismo Internacional, no Brasil. Por
isso, reafirmo que, com base nos fatos históricos,
o Gen. Médici foi o Comandante Decisivo
para as vitórias do Brasil contra
o Comunismo Internacional, em 1964 e 1968.
E no futuro, todos os historiadores do Brasil
vão reconhecer o seu indiscutível
valor militar e político de um grande
estadista, além do muito que o Presidente
Médici fez pelo desenvolvimento do
Brasil, tornada a 8ª Economia do Mundo,
com um destaque para o FUNRURAL, que tirou
da miséria os velhinhos dos imensos
sertões do Brasil, incapacitados
de trabalhar.
Fortaleza,
16.03.2008
José Antonio Bayma Kerth, Cel Reformado
do Exército Brasileiro, Turma de
1951.
N.R.
Conheci o general Emilio Garastazu
Médici nos Estados Unidos, na minha
volta ao Brasil, a bordo do transatlântico
Brasil. Voltavam também o Gen. Médici
e esposa. O general voltava de sua missão
em Washington, havia sido promovido e estava
de mudança para o Brasil, onde seria
designado para novo comando. Passamos 11
dias no navio e muito conversamos. O general
gostava de ouvir radio, tinha um “Transglobe”,
a última palavra em rádios
portáteis, e ouvíamos o futebol,
juntos. O general falava pouco, parecia
que não estava prestando a atenção
e de repente surgia com uma pergunta que
mostrava o contrário. Era um gauchão
típico, falava sempre o que pensava
e era direto e objetivo. A esposa, D. Scylla
Medici sempre comedida, era uma dama às
antigas, sempre atenta e solidária
sem querer disputar em popularidade ou aparecer
nos veículos de comunicação.
Voltei a vê-lo, já presidente,
era um homem preocupado com o Brasil.
Lamento que os jovens o julguem sem tê-lo
conhecido. Da minha parte, foi uma honra,
era um homem digno, patriota, objetivo;
era uma águia que via ao longe e
com precisão. Deve ser um espelho
para os militares e civis de hoje. FPR Editor.
|
“Há
algo de podre no reino da Inglaterra”
Flavio P. Ramos
Durante
a reunião do G 20, para a qual Lula
foi convidado, choveram “escato-perdigotos”
nos pronunciamentos do presidente. Coitados
dos tradutores obrigados a encontrar palavras
para o “nonsense” do Sr.Lula.
Há
um novo bobo na Corte de Saint James, para
a vergonha do Brasil
Motivo da chacota entre os governantes e
a imprensa do mundo inteiro, representada
no evento, menos no Brasil, onde as emissoras
de TV fingem que não sabem.
Já “as
elites” que lêem os jornais
estrangeiros e assistem os noticiários
internacionais via satélite sabem,
riem e lamentam terem um presidente que
serve de Bufão ridículo diante
dos governantes mais poderosos do mundo
envergonhando o país que infelizmente
representa.
Vaidade,
ignorância, megalomania e etanol,
a fórmula do comportamento de Lula
Sempre que se mete a falar sem que seu discurso
seja obra de seus adestradores literários,
ou melhor, escritores fantasmas, o presidente
retirante se mete a entendido e espalha
seus coliformes sem dó nem piedade
dos presentes, e o pior, é que diante
da imprensa estrangeira.
Foi como Lula reagiu
aos elogios do presidente Barack Obama,
vestiu a máscara da sua desmedida
vaidade e serviu de clown para o mundo se
rir. Disse-lhe o homem mais poderoso do
planeta: “Este é o cara!”
E ele, inchado de vaidade, interpretou como
um elogio!
Os americanos,
como os ingleses, cobiçam a Amazônia
e consideram a comunização
da América Latina um risco para os
Estados Unidos, já que conhecem bem
o problema via Cuba.
A CIA mantém perfis psicológicos
(*background) de todos os dirigentes mundiais,
engana-se quem pensar que a mudança
de presidente muda o “pensamento americano
em relação ao comunismo”.
O governo americano
conhece as falhas de cada um dos que detêm
poder, inclusive e principalmente as de
caráter e as de tendências
políticas. O *background de cada
presidente e dos ministros de cada país
do mundo é conhecido.
Pelo
tamanho do território e da economia
brasileira, os Estados Unidos sabem o perigo
de uma aliança comunista na America
Latina e que o Brasil é um forte
candidato a essa liderança. Essa
é uma das razões para fomentar
a divisão do território brasileiro,
separando e demarcando territórios
indígenas além dos recursos
minerais e da biodiversidade.
Obama
é bem informado e conhecedor do ego
do “cara”
Vai continuar a política
de elogiar e não criticar, mas a
preocupação com o risco do
Brasil e da America latina em relação
aos Estados Unidos e seus aliados do primeiro
mundo continua. Política é
assim, e Barack Obama demonstra que é
bom de política externa e sabe usar
a lisonja para conseguir apoios.
Politicamente
incorreto e falastrão
Primeiro foi o “mentiraço”
do pagamento da dívida externa.
Depois culpou os brancos de olhos azúis
pela crise.
"É uma crise causada por comportamentos
irracionais de gente branca de olhos azúis
que antes da crise parecia que sabia tudo
e agora demonstra não saber nada".
Lula
E o convite a Obama
para visitar a Bahia? O “cara”
sem-noção demonstra seu racismo
e convida-o para conhecer o “estado
que tem mais negro do Brasil”; é
tudo que não se faz, pelo menos enquanto
se está presidente, além de
mostrar sua ignorância e falta de
tato, mostra indisfarçável
racismo.
Depois, a parceria
com Sua Majestade, não seria com
o Governo Inglês? Lula não
sabe, mas a Rainha Elisabeth é chefe
de Estado, não de Governo.
Vem
aí o golpe final o Brasil: vai EMPRESTAR
dinheiro ao FMI?
“Quero
entrar para a história com empréstimo
ao FMI”, diz Lula.
LONDRES- O presidente
Luiz Inácio Lula da Silva afirmou,
esta quinta-feira, que gostaria de entrar
para a história como o presidente
que emprestou "alguns reais" para
o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"Você não acha chique
o Brasil emprestar dinheiro para o FMI?",
disse ele. "Eu passei parte da minha
juventude carregando faixa contra o FMI
no centro de São Paulo."
“Sou torcedor do Obama e do Ronaldão,
diz Lula”.
“Emergentes e desenvolvidos tiveram
igualdade no G20, diz Lula”
E aqui, como estão? Educação,
saúde, segurança interna,
estradas, ferrovias, portos de exportação,
energia? E ainda o reaparelhamento das Forças
Armadas para poderem cumprir as missões
de, no mínimo, guardar e fiscalizar
as fronteiras, evitando que drogas e armas
venham a abastecer o crime?
Onde ficam os aposentados, os idosos, os
transplantados, os pacientes renais, os
dependentes de medicamentos de uso contínuo
e os portadores de deficiência?
Cabem
aqui as palavras que o Rei Juan Carlos de
Espanha disse para o coleguinha de “o
cara” Lula, Hugo Chávez:
Por
que não te calas ?
N.R.
*Background é o perfil do dirigente
avaliado sob diversos enfoques: nível
cultural, experiência em política
interna e externa, relações
com os estados unidos, ideologia política,
experiência militar, experiência
administrativa e experiência econômica:
capacidade na escolha dos que terão
delegação de poder nos escalões
de governo, reações sob pressão,
hábitos rotineiros, capacidade de
liderança, avaliação
psicológica.
|
"É
uma crise causada por comportamentos irracionais
de gente branca de olhos azuis
que antes da crise
parecia que sabia tudo e agora demonstra
não saber nada".
Lula da Silva, presidente do Brasil
Comentário de *Maria
Lucia Victor Barbosa 28/03/2009
Enviado pelo colaborador
Nilson Victorino
Dia 26 deste, ( março) durante entrevista
coletiva que encerrou o encontro oficial
de Lula da Silva com o primeiro-ministro
britânico, Gordon Brown, o presidente
brasileiro mais uma vez contaminou a platéia
com seus coliformes mentais. Deitando falatório
pelos cotovelos como se estivesse num daqueles
comícios em que leva a mãe
do PAC a tiracolo, ele sapecou diante da
delegação inglesa a seguinte
"preciosidade", referindo-se à
crise mundial: "É uma crise
causada por comportamentos irracionais de
gente branca de olhos azuis que antes da
crise parecia que sabia tudo e agora demonstra
não saber nada".
Deixemos de condescendências. Não
foi uma gafe, como se costuma dizer para
atenuar os desastrados gracejos do presidente
da República. Foi uma estupidez.
Pior. Foi crime de racismo, coroado pela
gabação xenófoba de
que aquela gente branca, irracional, de
olhos azuis são uns ignorantes que
não sabem nada. Lula da Silva deve
achar que só ele entende das coisas,
como seu alter ego, Hugo Chávez,
igualmente populista e chibante.
Questionado por um repórter britânico
se sua declaração tinha viés
ideológico, o presidente titubeou,
engasgou e se saiu como mais uma idiotice:
disse não conhecer nenhum banqueiro
negro ou índio.
Acontece que existem banqueiros negros,
como Stan O'Neil, ex-presidente do Merryll
Lynch, um dos bancos norte-americanos que
teve que ser vendido por causa das perdas
bilionárias com as hipotecas subprime.
E o negro Frank Raines, ex-presidente da
Fannie Mae, nstituição financeira
que ajudou a desencadear o colapso de Wall
Street.
Mas Lula da Silva sabe que ao associar raça
e classe, como se todos os brancos de olhos
azuis fossem capitalistas exploradores de
negros e índios, joga bonito para
platéia brasileira e mesmo latino-americana.
Afinal, não somos todos de esquerda
nessas plagas? Se formos temos que levar
adiante a luta de classes como fiéis
seguidores de Karl Marx. Mas nem esse chegou
a tanto, pois teorizou sobre burguesia e
proletariado e não sobre brancos
de olhos azuis e negros de olhos escuros.
Vai assim Lula da Silva como porta-voz das
garbosas esquerdas brasileiras fomentando
ódio e preconceito. Em nome do PT
ele veio para desagregar e não para
agregar a nação. Como um Chacrinha
de auditório propositalmente confunde
a mente dos incautos que enxergam nele o
defensor dos pobres e oprimidos, quer dizer,
dos índios e negros, vítimas
dos brancos irracionais de olhos azuis.
Diante desse despautério a impressão
que se tem é que o presidente da
República quer se portar como um
Hitler subdesenvolvido às avessas.
Ele não gosta de gente branca de
olhos azuis, como se existisse pureza racial.
E se quis referir aos países desenvolvidos,
especialmente aos Estados Unidos, esqueceu
que no Brasil existe gente branca de olhos
azuis. São descendentes dos europeus
que para aqui vindo deram uma substancial
colaboração para o progresso
que o país hoje desfruta.
Além do mais, alguém conte
para o presidente que brancos de olhos azuis,
aqui, na Europa ou nos Estados Unidos, não
são intrinsecamente maus ou ignorantes
e nem sempre são ricos. No Brasil
muitos se casaram com negras, com índias,
e seus descendentes compõem nossa
sociedade multirracial. Como resultado dessa
miscigenação, não temos
um tipo racial específico.
O bestialógico de Lula da Silva deve
ter soado no mínimo inusitado aos
ouvidos dos ingleses. Mas o presidente deu
mais vexame. Segundo o Estado de S. Paulo
(27/03/2009), ele "se expressou com
pouca familiaridade sobre questões
que estarão em debate no encontro
de cúpula do G-20, em Londres, no
próximo dia 2".
Naturalmente, nesse encontro, o presidente
da República defenderá os
pobres e oprimidos e clamará contra
o protecionismo daquela gente branca de
olhos azuis. Curiosamente, matéria
do jornal citado dá conta de que
o Brasil dobrou barreiras em 2008. Yes,
nós somos fortemente protecionistas
e nossos principais alvos foram a China,
a Europa e os Estados Unidos.
Outra incoerência que se observa em
nossa política externa diz respeito
à generosidade de um presidente que,
se por um lado defende negros e índios,
por outro permite que seu governo, do qual
é o principal responsável,
se recuse no Conselho de Direitos Humanos
da ONU a aprovar resolução
que condena duramente as "graves violações
de direitos humanos na Coréia do
Norte. As atrocidades cometidas na tirania
comunista norte-coreana incluem a fome,
a tortura e a perseguição
política. Horrores que existem em
Cuba, também vigorosamente apoiada
por Lula da Silva e seu governo. O Itamaraty
tampouco condena regimes acusados de violações
graves como os do Sudão e do Congo.
Mas endossa fortes críticas contra
Israel.
Os coliformes mentais de Lula da Silva foram
lançados para inglês ver, sendo
que nesta enorme Sucupira em que vai se
transformando o Brasil são tidos
como lampejos de genialidade. Em todo caso,
nossos brancos irracionais de olhos azuis
que se cuidem. E se Lula cismar de mandá-los
para aqueles chuveiros de onde não
se volta?
Notas da Redação:
* A mineira Maria Lucia Victor Barbosa é
socióloga e escritora. mlucia@sercomtel.com.br
Graduada em Sociologia Política e
Administração Pública
pela Universidade Federal de Minas Gerais,
lecionou na Pontifícia Universidade
Católica de Belo Horizonte, com especialização
em ciência política pela Universidade
de Brasília. Publicou artigos científicos
em revistas especializadas, inclusive internacionais,
e análises políticas em vários
jornais, como o Jornal do Brasil, Jornal
da Tarde e O Globo.
|
ONGS
LIGADAS AO MST SE MULTIPLICAM
PARA OBTER VERBA FEDERAL
Marta
Salomon, Folha Online
28/03/2009
Um grupo de 43
entidades ligadas ao MST (Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem Terra) já
recebeu pelo R$ 152 milhões em repasses
federais (1), informa Marta Salomon, em
reportagem que será publicada na
edição deste domingo da Folha.
Segundo a reportagem, algumas dessas entidades
foram criadas depois que os principais braços
jurídicos do movimento dos sem-terra
se tornaram alvo de investigações
do TCU (Tribunal de Contas da União),
por supostos desvios de recursos.
Algumas dessas investigações
já resultaram no bloqueio dos bens
de entidades, como o caso da Anca (Associação
Nacional de Cooperação Agrícola),
suspeita de repassar ilegalmente recursos
federais para o MST e que foi alvo de decisão
da 14ª Vara Cível Federal de
São Paulo no início deste
mês.
A polêmica em torno do assunto voltou
à tona depois do presidente do Supremo
Tribunal Federal, Gilmar Mendes, chamar
de ilegal o repasse verbas públicas
para o MST.
Criado em 1984, o MST não tem CNPJ
e não pode receber recursos públicos
diretamente, o que o levou a criar entidades
para isso, como Anca (Associação
Nacional de Cooperação Agrícola)
e Concrab (Confederação das
Cooperativas de Reforma Agrária).
Nota da Redação do Portal:
A criação de ONGS para receberem
verbas federais é uma burla comum
no governo corrupto de Lula, um artifício
usado em profusão na Amazônia
para mascarar as verdadeiras ações
dessas ONGS, incluindo as estrangeiras.
O fato já foi denunciado neste portal
por vários colaboradores, entre eles,
militares de altas patentes.
Resta saber se por baixo dos panos parte
dessas verbas não estariam garantindo
votos de cabresto ou sendo repassadas para
os partidos de apoio ao senhor presidente
com vistas às futuras eleições.
Fontes do www.mensageiro.com.br dão
conta de que no Norte, Nordeste, Tocantins
e Minas Gerais os políticos dos partidos
de esquerda estão dizendo que se
o PT e os partidos de apoio não elegerem
o candidato de Lula, as bolsas e vantagens
serão cortadas. Jogo muito sujo,
mas que é normal para os sem ética
Marta
Maria Röhe Salomon
(Rio de Janeiro, maio de 1962) É
brasileira formada pela Escola de Comunicação
da Universidade Federal do Rio de Janeiro
habilitada em jornalismo.
Repórter especial na Folha
de S. Paulo, já foi chefe da redação
da sucursal de Brasília.
Especialista na cobertura de políticas
públicas, é uma das jornalistas
brasileiras que mais conhece e usa o Sistema
Integrado de Adminsitração
Financeira do governo federal (Siafi).
Trabalhou na Rádio JB,
onde participou da equipe que realizou a
apuração paralela das eleições
brasileiras de 1982, revelando uma tentativa
de fraude contra o candidato Leonel de Moura
Brizola, que ficou conhecida como Escândalo
Proconsult. Trabalhava na Rádio
Roquette Pinto quando, em 1985,
mudou-se para a capital, Brasília,
onde também trabalhou na
TV Manchete, onde coordenou e apresentou
o programa dedicado à cobertura da
Assembléia Nacional Constituinte,
e nos periódicos Gazeta Mercantil
e O Estado de S. Paulo.
Nos últimos anos do governo
Lula, por exemplo, levantou pela primeira
vez informações sobre o uso
indiscriminado e sigiloso de cartões
de crédito por assessores presidenciais,
apontou os custos da troca do avião
presidencial, que ficou conhecido como Aerolula,
detalhou aspectos dos programas sociais,
como o Fome Zero, que levaram o governo
a mudar o funcionamento do programa, mostrou
que o programa Primeiro Emprego não
funcionou, revelou que as contas do presidente
Lula eram supostamente pagas pelo presidente
do Sebrae, Paulo Okamoto, expôs
o lobby contra a legislação
de desarmamento no país.
Foi, ainda, uma das principais repórteres
na cobertura das CPIs que marcaram o Congresso
nos anos 2005 e 2006.
===================================================================
|
O
Erro em Roraima - Doc. 67/2009
O
Grupo Guararapes repassa o artigo do deputado
Aldo Rebelo, com este título. A defesa
do deputado pela integridade territorial
do Brasil merece ser conhecida por todos
brasileiros, inclusive pelos Srs. Ministros
do STF.
Seus
argumentos são ponderados e, a nosso
ver, absolutamente corretos, à base
de um sadio patriotismo; e se somam aos
do Grupo Guararapes, que vem, sempre, lutando
pela grandeza do Brasil.
Somos de campos ideológicos adversos,
mas, ao que vemos, estamos unidos na defesa
da soberania nacional. Grupo Guararapes.
Feliz Páscoa.
Amazônia
espoliada
O
erro em Roraima
Aldo Rebelo "É
pior que um crime, é um erro."
Talleyrand, ministro francês. Ao saber
que Napoleão Bonaparte mandara matar
o príncipe Louis Antoine Henri de
Bourbon-Condé, mais conhecido por
duque d’Enghien, o poderoso ministro
das Relações Exteriores Charles-Maurice
de Talleyrand-Périgord alertou sua
majestade de que o ato era mais grave do
que parecia e poderia trazer, como trouxe,
dissabores ao imperador impetuoso.
A advertência
se aplica a decisões irrefletidas
que o Brasil vem tomando em áreas
estratégicas, como a da proteção
geopolítica do território,
de que é exemplo a recente decisão
do Supremo Tribunal Federal (STF) de ratificar
a destinação de 1,7 milhão
de hectares da reserva Raposa-Serra do Sol,
numa zona de fronteira, para usufruto exclusivo
de cinco tribos indígenas. Conforme
os ministros votavam, até as pedras
sabiam que o Supremo iria manter, em Roraima,
a desastrada decisão do Executivo
de agredir a formação social
brasileira ao expulsar os não-índios
e edificar uma espécie de Muro de
Berlim, que separa nacionais como se inimigos
fossem. Até as pedras sabiam que
a decisão correta a tomar era acomodar
os direitos de índios (incluindo
os que são contra a demarcação
da reserva em área contínua
e apoiam a presença de arrozeiros)
e de outros brasileiros que lá se
estabeleceram, no modelo secular de ocupação
do território. É um truísmo
reconhecer que os nordestinos, goianos e
gaúchos que arribam para a Amazônia
repetem a epopeia dos bandeirantes, e sua
presença não significa um
esbulho dos direitos indígenas. Até
as pedras sabiam que a decisão correta
era a abrangente, sem particularismos étnicos
ou unilateralidades de ambições,
e que o sagrado direito dos índios
a terras que tradicionalmente ocupem seria
mais bem respeitado pela demarcação
da reserva em ilhas comunicantes, e não
em área contínua. Até
as pedras sabiam que nesses conflitos intestinos
não pode haver derrotados, e só
se admite um vencedor: a Nação
e os interesses permanentes de seu povo.
Se o Executivo, por intermédio da
Fundação Nacional do Índio
(Funai) e do Ministério da Justiça,
que demarcaram e homologaram a reserva,
falhou ao separar brasileiros em castas
beneficiadas e prejudicadas, ainda havia
esperanças de que o Supremo, como
tribunal político, formasse em conjunto
o que apenas o ministro Marco Aurélio
de Mello foi capaz de fazer ao lavrar um
voto de estadista no que chamou de "momentosa
controvérsia". O ministro atentou
na História ao observar que é
necessário conjugar os "dispositivos
que conferem proteção aos
índios em conjunto com os demais
princípios e regras constitucionais,
de maneira a favorecer a integração
social e a unidade política em todo
o território brasileiro". Foi
assim que construímos uma Nação
isenta do fratricídio racial que
jorra desunião e sangue noutros países,
pois, como observou o ministro, o "convívio
harmônico dos homens, mesmo ante raças
diferentes, presente a natural miscigenação,
tem sido, no Brasil, responsável
pela inexistência de ambiente belicoso".
Desunião e sangue parecem estar,
no entanto, no horizonte dos que pregam
a fabricação e o acirramento
do confronto. Como se pode ler na edição
do dia 22 deste jornal, há quem preveja,
se é que não deseja, que as
naturais divergências entre nacionais
assumam no Brasil a dimensão bélica
que se verifica entre Israel e o Hamas no
Oriente Médio. Os que escrevem a
imitação burlesca deste novo
livro do Apocalipse são os mesmos
que procuram internacionalizar as contradições
internas. Agora mesmo, o Estado brasileiro
é réu na Comissão de
Direitos Humanos da Organização
dos Estados Americanos (OEA), acusado por
uma incerta Fundação Interamericana
de Direitos Humanos de violar prerrogativas
dos índios. O recurso a organismos
multilaterais é o meio mais rápido
de abrir caminho para resoluções
que viabilizem, e mesmo legalizem, a interferência
estrangeira em assuntos exclusivos do Brasil.
De qualquer forma, convém registrar
a frequência e a estridência
de ONGs em causas sempre associadas à
exploração do território
e a recursos naturais, sobretudo na Amazônia
mais erma. Salta aos olhos que não
se vejam ONGs tão eloquentes em socorro
de índios que vegetam na árida
cidade de São Paulo. Tampouco, na
outra ponta, que se omitam na vigilância
de interesses do conjunto do País,
a exemplo do nosso próspero agronegócio
estrangulado pelo protecionismo dos países
que controlam os organismos multilaterais.
As decisões tomadas pelo aparelho
de Estado, incluído o Judiciário,
em relação à Raposa-Serra
do Sol e mesmo à absurda área
de 9,6 milhões de hectares reservada
aos ianomâmis na fronteira com a Venezuela
não podem ser admitidas como fato
consumado. Urge resistirmos, dentro da ordem
e de forma não violenta. Uma forma
disponível de resistência democrática
é o projeto de lei que apresentamos,
em associação com o deputado
Ibsen Pinheiro, para que o assunto seja
submetido ao Congresso Nacional. Atualmente,
as reservas são delimitadas com base
em pareceres unilaterais da Funai e homologadas
por decreto do presidente da República.
O projeto mantém a prerrogativa do
Poder Executivo para definir as terras indígenas,
mas determina que a homologação
seja feita por lei ordinária, sujeita
à apreciação do Legislativo.
Outra inovação é que
não se fará demarcação
de terra indígena em faixa de fronteira.
Poder soberano e popular por excelência,
o Parlamento poderá oferecer soluções
isonômicas para um problema que se
agrava e prevenir a implantação
no Brasil de um Estado multiétnico
e uma Nação balcanizada, fomentada
pela leniência interna e por interesses
externos.
Aldo
Rebelo é deputado federal pelo PC
do B-SP.
E-mail:dep.aldorebelo@camara.gov.br
|
|
Cué-Cué
Marabitanas: O Arco Indigenista se Fecha
Sobre a Amazônia
http://www.midiasemmascara.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=52:cue-cue-marabitanas-o-arco-indigenista-se-fecha-sobre-a-amazonia&catid=8:desinformacao&Itemid=14
Guarde
bem este nome:
Cué-Cué Marabitanas
Logo irá aparecer nos noticiários!
Felix Maier 2009
O livro A Farsa Ianomâmi,
escrito pelo coronel do Exército
Carlos Alberto Lima Menna Barreto (*), põe
a nu, ao provar com inúmeros documentos,
a farsa do século passado, que foi
a criação da Terra Indígena
Ianomâmi (TI Ianomâmi). Na verdade,
o blefe monumental foi arquitetado por uma
fotógrafa belga, Cláudia Andujar,
que reuniu algumas tribos, que não
tinham nenhuma relação entre
si, e criou a "nação
imemorial dos ianomâmis", com
o total apoio dos caciques brancos de Brasília.
O livro de Menna Barreto tem a apresentação
feita pelo general-de-divisão Carlos
de Meira Mattos, que assim inicia seu escrito:
"A questão ianomâmi,
como é apresentada pelos interesses
alienígenas, clama contra a lógica
e o bom senso. Como reivindicar o controle
político de um território
brasileiro da extensão de 94.1991
km2 (semelhante à área de
Santa Catarina e três vezes a superfície
da Bélgica), para uma tribo que o
habita, de 5.000 índios, no máximo,
e que vive, até hoje, no mais baixo
estágio da ignorância e primitivismo?
Estes próprios índios ignoram
as reivindicações que são
feitas em seu nome, por organizações
internacionais mascaradas com intenções
científicas (ecologia, ambientalismo,
antropologia) e que fazem uma pressão
crescente no sentido de entregar a soberania
dessa área aos seus habitantes"
(pg. 11).
Em 1973, em noticiário bombástico,
Cláudia Andujar se referiu pela primeira
vez aos índios ianomâmis, os
quais, no entanto, nunca haviam sido identificados
pelos exploradores que passaram pela região.
E olha que foram muitos, tanto do Brasil,
quanto do exterior. No capítulo 3,
A Ianomamização dos Índios,
diz Menna Barreto: "Manoel
da Gama Lobo D'Almada, Alexandre Rodrigues
Ferreira, os irmãos Richard e Robert
Schomburgk, Philip von Martius, Alexander
von Humboldt, João Barbosa Rodrigues,
Henri Coudreau, Jahn Chaffanjon, Francisco
Xavier de Araújo, Walter Brett, Theodor
Koch-Grünberg, Hamilton Rice, Jacques
Ourique, Cândido Rondon e milhares
de exploradores anônimos cruzaram,
antes disso, os vales do Uraricoera e do
Orenoco, jamais identificaram quaisquer
índios com esse nome"
(pg. 29). Com a autoridade de quem foi o
primeiro comandante do 2º Batalhão
Especial de Fronteira e do Comando de Fronteira
de Roraima, diz Menna Barreto: "É
preciso ficar claro antes de tudo que os
índios supostamente encontrados por
Cláudia Andujar são os mesmos
de quando estive lá, em 1969, 1970
e 1971. (...) eles continuam a ser os xirianás,
os uaicás, os macus e os maiongongues
de sempre, ficando essa história
de 'ianomâmis' só para brasileiros
e venezuelanos" (pg.
33).
Em 1985, quando Menna Barreto era Secretário
de Segurança de Roraima, a população
de Boa Vista ficou admirada com tantos aviões
da FAB fazendo evoluções nos
céus: dois aviões de transporte
Búfalo, uma esquadrilha de jatos
e alguns helicópteros. As aeronaves
não eram para compor a Base Aérea
de Boa Vista, recém-inaugurada. Eram
para transportar agentes federais, que desceram
no Garimpo de Santa Rosa, para aplicar castigos
aos trabalhadores, como escreveu Menna Barreto:
"Após retirarem
as pessoas de suas choupanas ao lado da
pista, as teriam obrigado a se despirem,
submetendo-as a vexames, ofensas e agressões,
enquanto outras equipes procediam à
destruição dos equipamentos
e mantimentos existentes nas imediações"
(Pg. 59 e 60). Menna Barreto soube, por
integrantes da FAB, que a ordem de Brasília
era, em um prazo de 4 semanas, "esvaziar
os garimpos a oeste dos 62º e as áreas
reivindicadas por macuxis, ingaricós
e taulipangues nos Rios Suapi, Quinô,
Cotingo e Maú, na região montanhosa,
ao norte do Território" (pg.
60). Finaliza Menna Barreto seu capítulo
7, A Vingança da Gringa: "Tempos
depois - por informações vazadas
da FUNAI - soube-se que a autoridade misteriosa
não era outra senão a belga
Cláudia Andujar. Com singular prestígio
nas altas rodas de Brasília, intimidou
órgãos do Governo com um protesto
pela existência de brasileiros a oeste
do meridiano 62º, no Garimpo Santa
Rosa. A solução encontrada
foi desencadear uma operação
secreta de espancamento de garimpeiros,
de modo a contentá-la, sem que mais
ninguém neste país ficasse
sabendo”... (pg. 62
e 63)
Raposa Serra do Sol teve sua origem em blefe
semelhante à geração
espontânea dos ianomâmis. Diz
Menna Barreto: "E muito
menos se pode chamar de ideal a conspiração
criminosa de alguns 'padres' com os índios
transviados, para arrancar outro pedaço
de Roraima, com a criação
pretendida da reserva indígena Raposa
- Serra do Sol, em uma parte do estado povoada,
há dois séculos, por brasileiros
(pg. 155).
Não se pode esquecer o modus
operandi desses patifes, muitos
travestidos de padres e pastores evangélicos.
Diz Menna Barreto: "Agem
pela violência, seguindo a conhecida
receita da guerrilha: intimidar para subjugar.
E nem sabem mais por quê. O terrorismo,
a violência deixou de ser o processo
para ser o objetivo. E violência não
pode ser ideal de ninguém. Bandido
não pode ser herói. Bandido
é bandido mesmo”
(pg. 155). Depois das Nações
Ianomâmi e Raposa Serra do Sol, vem
aí uma nova nação,
que está sendo engendrada pelos morubixabas
da Funai, pelo CIMI e por sociólogos
e antropólogos de diversas partes
do mundo, para arrancar mais um naco do
mapa do Brasil: a Nação
Cué-Cué Marabitanas.
Guarde bem este nome:
Cué-Cué Marabitanas. Logo
irá aparecer nos noticiários.
No momento é a TI Cué-Cué
Marabitanas, que, juntamente com outras
TI, existe apenas nos mapas da FUNAI, do
CIMI e das ONGs. Fica no Estado do Amazonas,
município de São Gabriel da
Cachoeira e tinha 1.645 indígenas,
em 1996, segundo fonte do Instituo Socioambiental
(ISA). Na extremidade sul da TI Cué-Cué
Marabitanas fica a cidade de São
Gabriel da Cachoeira. Esta TI dos cués
fica entre a TI Balaio, a leste (que faz
fronteira com a TI Ianomâmi), a TI
Alto Rio Negro, a oeste, a TI Médio
Rio Negro I, ao sul, e a Venezuela, ao norte.
Abaixo da TI Alto Rio Negro, existe ainda
a TI Rio Apapóris (próximo
à Vila Bittencourt). E a leste da
TI Médio Rio Negro existem as TI
Médio Rio Negro II e TI Rio Tea.
Abaixo da TI Médio Rio Negro I -
depois de uma faixa de terra ainda não
pleiteada pela Funai para os indígenas
- existe a TI Uneiuxi. Todas estas TI ficam
no Amazonas. Com as demarcações
de Balaio e Cué-Cué Marabitanas,
o município de São Gabriel
da Cachoeira terá 90% de suas terras
destinadas aos índios! Convém
lembrar que no Amazonas existe, ainda, a
TI Rio Cuieras, na região de Manaus
e Nova Airrão.
A Portaria da FUNAI nº 1.131,
de 23 de novembro de 2007
(Cfr.http://ccr6.pgr.mpf.gov.br/atuacao-do
pf/portarias/docs_portarias/portaria_funai_1131.pdf),
publicada no Diário Oficial da União
nº 229, de 29 de novembro de 2007,
define o Grupo Técnico para realizar
a delimitação da TI Cué-Cué
Marabitanas, constituído também
vejam só! por "lideranças
indígenas" e integrantes da
ONG Federação das Organizações
Indígenas do Rio Negro (FOIRN). O
Exército, que durante séculos
ocupou e preservou a Amazônia para
o Brasil, mais uma vez não foi chamado
para opinar sobre o assunto.
Pesquisando na Internet, descobri
algo espantoso, que não vem sendo
divulgado pela mídia, para que os
vendilhões de nossa Pátria
possam trabalhar mais à vontade.
No Blog do antropólogo e ex-presidente
da Funai, Mércio Pereira Gomes
(http://merciogomes.blogspot.com/2007/10/iluso-messinica.html),
lê o seguinte: "...A ilusão
messiânica também tem configurações
laicas. Veja,
por exemplo, a proposta do ISA de forçar
a Funai a demarcar a Terra Indígena
Cue Cue Marabitanas em tal dimensão
que junte em uma única área
as terras indígenas Yanomami (9,9
milhões de hectares) e Alto Rio Negro
(10,5 milhões de hectares), as quais,
junto com a demarcação de
mais duas terras contíguas ao Sul,
totalizariam cerca de 23 milhões
de hectares e fechariam uma fronteira contínua
de 2.500 km com a Venezuela e a Colômbia".
O que se pode depreender das investidas
do ISA, com pleno apoio da Funai e do CIMI,
e de milhares de ONGs, tanto nacionais quanto
estrangeiras, o problema indígena
no norte de Roraima e Amazonas é
muito mais grave do que imaginávamos,
depois que foram criadas e homologadas pelo
Governo Federal as TI Ianomâmi e Raposa
Serra do Sol. Ou seja, o movimento indigenista,
de caráter entreguista (entre os
brasileiros que apóiam tal patifaria)
e de propósito gatuneiro (entre os
espertalhões estrangeiros, que querem
preservar para si, no futuro, a colossal
riqueza do subsolo, de minerais raros),
quer transformar uma área igual a
três vezes o solo de Portugal em uma
mega nação indígena,
ao unir''nações indígenas"
de Roraima à Vila Bitencourt, AM,
passando pela Cabeça do Cachorro,
em um arco de 3.000 km de extensão
com a agravante de fazer fronteira
com tropas das FARC escondidas nas florestas
colombianas. Existe pressão
de expandir ainda mais esse imenso território
amazônico, se o avanço indigenista
se estender também ao Mato Grosso
e Mato Grosso do Sul. Sem falar que a TI
Raposa Serra do Sol, que também faz
divisa com a Venezuela, ao norte, e a Guiana,
a leste, tem uma área superior a
1,7 milhão de hectares.
Espertamente, brasileiros apátridas,
sob as ordens de ONG estrangeiras, pretendem
que o Governo Federal primeiro homologue
a TI dos cués, um território
menor, para então darem o golpe final,
monumental, definitivo, que é a criação
e homologação da TI Alto Rio
Negro, que tem uma área superior
ao território ianomâmi. Com
isso, terão conseguido o diabólico
intento, que irá mais do que triplicar
as terras contínuas dos territórios
indígenas junto à fronteira
com a Venezuela e a Colômbia, para
mais fácil criar uma gigantesca e
riquíssima Nação Indígena.
E por que aquela enorme região foi
escolhida para comportar tão poucos
índios? Uma visita ao endereço
do site de Rebecca Santoro (Imortais Guerreiros)
nos dá uma valiosa e decisiva pista,
em seu texto "O misterioso, rico e
estratégico corredor que passa por
Roraima"
(Cfr. http://www.imortaisguerreiros.com/artigosrebeccasantoro.htm#255844686):
a riqueza de sua bacia sedimentar.
O que se pode prever é que, em futuro
não muito distante, será criada
a Grande Nação Ianomâmi,
ou algum outro nome bombástico que
venha a ter, como Cué-Cué
Marabitanas, que é o sonho milenarista
dos novos beatos da atualidade. Será
a efetivação da balcanização
de toda a Amazônia, dilapidando as
extensas terras que um dia pertenceram ao
Brasil, país que, daí em diante,
será conhecido mundialmente como
Brasilistão - uma mistura de Brasil
com Afeganistão. Outras extensas
áreas indígenas do País
terão o mesmo destino no futuro,
a persistirem o entreguismo estatal e a
inércia dos cidadãos brasileiros.
Convém lembrar, que, além
dos indígenas, outros bantustões
segregacionistas (Cfr. http://www.webartigos.com/articles/2172/1/brasilistao-os-bantustoes-dos-indios-quilombolas-e-mst/pagina1.html),
também de cunho socialista, estão
sendo criados em todo o Brasil, dentro dos
moldes do Apartheid sul-africano de triste
memória, que são os acampamentos
do MST e as terras reivindicadas pelos quilombolas.
(*) MENNA BARRETO, Carlos Alberto Lima.
A Farsa Ianomâmi, Biblioteca do Exército
Editora, Rio de Janeiro, 1995.
Nota: Cfr.-para conferir as fontes
|
| |
Excelentíssimo
Senhor Ministro da Defesa
NELSON JOBIM Doc. Nº 63/2009
Nós, do GRUPO GUARARAPES, esperamos
que esta carta o encontre com boa saúde
junto aos seus e que, ao recebê-la,
não a considere uma afronta ao seu
elevado posto e, sim, que ela pode ser mais
uma aula para quem ainda engatinha na arte
de comandar. Não estamos fazendo
este documento-aula para defender o Excelentíssimo
Senhor General de Exército Luiz Cesário
da Silveira Filho, pois o mesmo, em missiva
magistral, soube bem colocar os pontos nos
(ii), mostrando ao Ministro da Defesa a
dignidade do militar, seja na ativa ou reserva.
Vossa Excelência, vem lá dos
pampas, onde despontam muitos dos nossos
grandes heróis, que souberam defender
as nossas fronteiras. As figuras de Osório,
Mallet, Porto Alegre, Argolo, Andrade Neves,
assim como Caxias (embora fluminense lá
teve grande projeção) e tantos
e tantos outros são exemplos de simplicidade,
humildade e de coragem física e moral
que devem ser seguidos por todos brasileiros,
particularmente, os militares.
Recomendamos
aos seus prestimosos auxiliares que o ensinem
sobre a grandeza desses homens. Caxias foi
conduzido ao túmulo por soldados-de-pré,
de bom comportamento, como desejava, numa
demonstração de humildade.
Osório caracterizava-se pela bravura
e sua afirmação: "Fácil
é comandar homens livres" significa
também uma indicação
de que o General Cesário é
filho descendente de heróis do Exército
dos Pampas. Não é a primeira
vez que Vossa Excelência comete o
grande erro de ser um comandante primário.
Sabemos que é muito difícil
Vossa Excelência entender que a arrogância
representa uma das mais mesquinhas qualidades
de um comandante. O arrogante caracteriza-se
pelas posturas de fanfarrice e quixotismo.
Tal postura é própria dos
medíocres. Sabemos que é muito
difícil para Vossa Excelência
entender as nossas palavras que não
deixam de ser leais e amigas, pois não
foi formado nas lides militares e, sim,
advocatícias. O linguajar de Vossa
Excelência deve se prender às
pombalinas, aos livros de Pareto, Clovis
Bevilaqua, Piero Calamandhei, Giuseppe Chovenda,
Ada Pellegrine Grinover e tantos e tantos
outros, que pontificaram no campo do direito,
ensinando que a JUSTIÇA baseia-se
na VERDADE e que as leis e as Constituições
existem para a defesa da sociedade e que
nenhum cidadão pode falsificá-las
ou deturpá-las para defesa de interesses
outros. Por isso acreditamos que seria muito
bom que Vossa Excelência, que pontifica
no campo do direito, e agora lida no campo
militar, determinasse aos seus diletos auxiliares
que providenciassem livros a respeitos de
Aníbal, Alexandre, César,
Turenne, Federico ogrande, Napoleão,
Lyautey, Foch e, se tivesse tempo, se debruçasse
nos maravilhosos livros do grande PLUTARCO.
E caso queira ser mais moderno mandasse
comprar nas boas livrarias a vida dos grandes
generais da 2ª. Guerra Mundial onde
alguns brasileiros lá se encontram
como Mascarenhas de Moraes, Castello Branco
e outros. Antes de terminar, com todo o
respeito, estamos transcrevendo alguns pensamentos
de alguns chefes que brilham na constelação
dos líderes militares, para que Vossa
Excelência possa animar-se a modificar
suas atitudes perante seus subordinados.
"A recompensa do capitão não
está nas notas do comando, mas no
olhar dos seus homens". Lyautey (francês).
"Quando mais elevado se está
na hierarquia e quando mais se sabe, mais
necessidade existe de ser bom". Foch
(francês). "Sigam-me os que forem
brasileiros". Caxias (brasileiro).
"Quando as coisas dão errado
em seu comando, procure descobrir a causa
em círculos concêntricos cada
vez maiores em redor do seu gabinete".
Bruce y Clarke (americano). "Um tolo
é desagradável; mas um pedante
é insuportável". Napoleão
(francês). Finalmente, O GRUPO GUARARAPES
transcreve o que consta do livro COMANDAR,
do general Torres de Melo, que procurou
codificar todas as virtudes que precisa
ter um chefe, assinalando as mais importantes:
"abnegado, atuante, AMIGO, austero,
ativo, BOM, corajoso, caridoso, consciente,
criativo, CULTO, devotado,dedicado, digno,
decidido,disciplinado, desprendido, entusiasmado,
ÉTICO, educado, estudioso, enérgico,
franco, fraterno, firme, fiscalizador, HUMANO,
HUMILDE, ÍNTEGRO, justo, LEAL, lógico,
MORAL, MAGNÂNIMO, manso, obediente,
otimista, objetivo, paciente, pontual,respeitador,
responsável, religioso, simpático,sereno,
trabalhador, tenaz, vigilante e virtuoso".Não
sabemos se este documento-aula será
útil ao nosso Ministro, pois nem
sabemos se algum assessor, que não
seja medíocre, deixará que
ele seja lido pelo nosso segundo Chefe Maior.
Talvez por isso este não chegue a
ver o brilho nos olhos de seus subordinados.
Excelentíssimo Senhor Ministro. Felicidades
e que jamais esqueça de que o BRASIL
sofre de uma doença pior do que o
CÂNCER. Estamos cercados de medíocres
mas o Excelentíssimo Senhor General
de Exército Cesário foi e
é um grande Chefe. Cuidado com os
que sempre concordam. Com os que são
como as lagartixas, sempre balançando
a cabeça em afirmação,
dizendo "AMÉM". São
falsos.
Uma simples
pergunta que o GRUPO GUARARAPES GOSTARIA
DE FAZER: já levaram Vossa Excelência
ao túmulo do soldado desconhecido
e, lá, curvou-se em homenagem a um
defensor da Pátria? Se não
o fez, faça-o, mas sem alarde, sem
exibicionismo como quando se fantasiou de
General para o seu próprio engrandecimento,
inclusive perante sua própria consciência.
General de Divisão Reformado Francisco
Batista Torres de Melo (Coordenador Geral
do Grupo Guararapes).
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES!
PERSONALIDADE JURÍDICA
sob reg. Nº 12 5893, Cartório
do 1º registro de títulos e
documentos, em Fortaleza.
Somos 1.676 CIVIS 49 da Marinha 465 do Exército
49 DA Aeronáutica; total 2.239.
In memoriam30 militares e 2 civis.
batistapinheiro30@yahoo.com.br www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
|
| CEARÁ
– homenagem ao 31 de março
- Doc.62/2009
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
1 Novamente,
o Ceará presta homenagem à
Revolução de 31 de março
de 1964. A comissão presidida pelo
General de Exército Gazzineo e composta
pelos Círculo Militar de Fortaleza,
Associação dos Oficiais da
Reserva e Reformados das Forças Armadas
do Ceará (Asorfac), Associação
dos Oficiais da Reserva e Reformados do
Estado do Ceará PM BM (Aorece), Grupo
Guararapes e Clube Militar, pelo seu representante,
idealizaram a seguinte programação:
a. concentração no mausoléu
do General Humberto de Alencar Castello
Branco, com o canto do Hino Nacional, palavras
do General Torres de Melo, colocação
de uma coroa de flores no túmulo
do Marechal Castello Branco e toque de silêncio.
b. missa da esperança na capela do
Hospital Militar. c. Coquetel comemorativo
da Revolução e posse diretoria
reeleita da Asorfac, no círculo militar
de Fortaleza.
O general
Torres pronuncia as seguintes palavras:
“Há
que se perguntar o que estamos fazendo aqui.
Estamos para chorar a saudade do passado
ou a grandeza do futuro? Estamos reunidos
pelas duas coisas.
Foi 1964 que permitiu ao Brasil mudar. Passamos
a ter energia e o nosso mundo noturno a
ter luz pela noite a dentro. Deixamos de
andar nas estradas de barro para corrermos
nas estradas de asfalto. Vimos milhares
de jovens entrando nas novas universidades
e sendo até envenenados contra os
que fizeram a contra revolução
de 1964. Vimos ser instalado o maior programa
social no Brasil. Era o FUNRURAL que tanto
ajudou o homem idoso do sertão. Foi
Médici que fez. Nós, hoje
de cabelos brancos, vislumbramos o futuro
para o nosso País e quem não
se lembra dos novos aeroportos construídos
pela Infraero? Galeão, Cumbica, Eduardo
Gomes com suas pistas que permitem a descida
dos grandes. As hidroelétricas e
a energia nuclear... Havia tranqüilidade
nas ruas e emprego para todo mundo. O dinheiro
público sagrado e o País deixando
de ser uma Nação periférica
para se tornar a oitava economia do mundo.
O nordeste se industrializando e o sul desenvolvendo
o agronegócio com a ajuda da empresa
EMBRAPA, que com os técnicos criaram
as condições para fazer da
agricultura o sustentáculo de nossa
economia.
Quem não
se lembra do programa do álcool,
que para ser escondido agora é chamado
etanol. E Carajás com o Porto de
Itaqui? E Tubarão? Já não
são mais o futuro e sim presente.
Foram eles, os homens de 64 que construíram
este presente que nos permitem ver um futuro.
Petrobrás em águas profundas.
Eletrobrás com as linhas de transmissão
movendo as indústrias. A chegada
das TV e o povo falando para o mundo pelos
telefones. E Manaus com sua zona franca
explodindo com as indústrias que
lá se instalaram? É bom lembrar
o BNH com os seus programas de casas populares.
E o grande Projeto RONDOM para que os jovens
conhecessem o Brasil. e aprendessem a trabalhar
pelo Brasil. Juntamos o passado e o futuro
e aqui, bem perto, encontra-se o grande
brasileiro que permitiu tudo, pelo seu saber,
sua força moral e o amor que tinha
por este Brasil grande. Este homem chama-se
Humberto de Alencar Castello Branco. O grande
Marechal Castello Branco. Aqui, estamos
para homenageá-lo e agradecer o que
fez por nós, por nossos filhos e
netos. Sabemos que a coroa de flores é
muito pouco pelo que ele fez. O mais importante
de tudo é estarmos firmes e com os
mesmos ideais que salvaram o Brasil da desgraça
de uma ditadura de esquerda. Viva 31 de
março General Torres de Melo
2 - Podemos
afirmar que o sucesso da programação
deve-se ao espírito patriótico
daqueles que acreditam no Brasil do futuro,
por HOMENS que amam o seu País. 200
civis e militares compareceram ao mausoléu
do Marechal Castello Branco onde FOI colocado
uma coroa de flores.
3 - o nosso decano, General Salgado, escreveu
este documento, que engrandece o Grupo Guararapes
e o 31 de março de 1964.
31 de março, Redenção
da Democracia
"Eles foram chegando, aos poucos, à
Praça da República. E, antes
das 14 horas, já ocupavam todos os
espaços do local. Quando partiram
em direção à Catedral
da Sé, somavam, segundo estimativas
da época, meio milhão de pessoas,
ou cerca de 10% da população
da cidade de S. Paulo naquele ano. Era a
Marcha da Família com Deus e pela
Liberdade, uma das maiores demonstrações
populares da historia do País, que
aconteceu no dia 19 de março de 1964,
Dia de S. José - Padroeiro da Família,
exigindo o fim do governo do presidente
João Goulart". (Jornalista Kiyomori
Mori. Folha S.Paulo, 21.01.04).
E as Forças Armadas, sensíveis
ao apelo popular - o eco no seu peito de
povo, que elas também são
- entenderam que era chegada a hora de acorrer
àquele apelo, um apelo de toda a
Nação. Os valores cívicos
ameaçados, em risco a DEMOCRACIA.
A consciência de que somente elas
poderiam restabelecer a ordem. Era preciso
cumprir a missão constitucional -
de defender a Pátria, cuja Honra,
Integridade e Instituições
estavam em perigo de soçobrarem a
uma ideologia estranha e contraria à
nossa tradição histórica.
Os militares compreenderam que era impositivo
violentar suas consciências democráticas,
cumprindo o espírito da Lei, que
não somente a sua forma. Tinham que
reagir à baderna socialista-comunista
que ameaçava se apossar do Poder.
Era um dever patriótico.
As causas remotas remontam aos idos da intentona
comunista de 35, com a sua traição,
sua ignomínia. Entre outras, os desdobramentos
da renúncia de Jânio chegando
ao desgoverno. Goulart e suas crises - políticas,
econômicas e sociais. As causas imediatas
já estavam ali, no desafio que se
estava vivendo naquele março atípico.
O comício subversivo da Central do
Brasil, no dia 13, e a reunião no
Automóvel Clube do Rio, no dia 30,
ambos com a presença e o estímulo
do próprio presidente da República.
A Nação em desordem, quebravam-se
a disciplina e a hierarquia nos navios,
nos quartéis e nas bases - chegando-se,
desde uma revolta anterior de sargentos
em Brasília, ao inusitado de um Almirante
Fuzileiro Naval levado aos ombros e aclamado
por praças da sua Força, na
via pública, no Rio. A inflação
galopante, a corrupção campeando.
A insegurança, o temor e o quase
desespero da população. Um
clamor que vinha de todas as partes com
o apoio da grande maioria da imprensa. A
revolução comunista estava
nas ruas, era preciso uma contra revolução
- exigida pelos anseios e o clamor público,
para impedir, corrigir e renovar. E foi
o que ocorreu, com uma vitória imediata
e esmagadora. Tão necessária
que não teve sangue, por isso que
as forças do mal não tinham
respaldo na opinião pública.
Os atos e seqüências são
bem conhecidos de todos de ontem; deverão
sê-lo pelos de hoje, por isso que
registrados pela Imprensa, ficando para
a posteridade. O País se reorganiza
e tem início uma fase de governos
sérios, comandados por militares
com a valiosa ajuda de uma maioria de civis
ilustres, criteriosamente escolhidos. E
o resultado foi a preservação
da Democracia, a reorganização
do governo e um clima de planejado desenvolvimento
econômico e social. Principalmente,
obras de infra-estrutura: Itaipu, Tucuruí,
e outras - mais de 700% de crescimento da
capacidade instalada de geração
de energia elétrica e os primeiros
passos para o domínio da Energia
Nuclear; Aeroportos do Rio, Guarulhos, Confins,
e outros; Portos de Itaqui, Sepetiba e Tubarão,
e melhora da operacionalidade nos de Rio
Grande, Santos e São Sebastião,
Salvador, Suape e Mucuripe; aumento da rede
rodoviária - de menos de 19.000 para
mais de 75.000 Km; a ponte Rio-Niterói;
moderno e avançado complexo de Comunicações.
E ainda: mais de 300% de aumento na produção
diária de petróleo, a Petrobrás
tornando-se líder na exploração
em Águas Profundas; o Proálcool,
um êxito, copiado pelo primeiro mundo,
pois uma importante fonte alternativa à
falta do óleo; incremento da Mineração
e da Siderurgia (Carajás, Açominas
- 21 milhões Ton/ano de aço).
E ainda mais: o Fundo Rural, um humanitário
programa de distribuição de
renda, no socorro aos idosos desassistidos
do interior. E o combate cerrado à
corrupção. E a Reforma Administrativa
- o Dec 200. Vinte anos de fidelidade ao
lema de nossa Bandeira: Ordem e Progresso,
ou seja, Segurança e Desenvolvimento.
O País deixando uma incômoda
48ª posição para a de
8ª Economia do mundo. E o povo era
feliz; E O SABIA! 31 de março ! Uma
data a relembrar, marcada indelevelmente
nas páginas de nossa História
! Um Feito, uma Alavanca para o Futuro de
Grande Potência! A Redenção
da Democracia Brasileira! 31 de Março
de 2004. Quarenta e cinco anos depois!"
Gen Bda Ref LUCIANO SALGADO CAMPOS.
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE
JURÍDICA sob reg. Nº 12 58
93, Cartório do 1º registro
de títulos e documentos, em Fortaleza.
Somos
1.76 CIVIS - 48 da Marinha - 465 do Exército
- 49 da Aeronáutica; total
2.238. In memoriam32 militares e 2 civis.
batistapinheiro30@yahoo.com.br
31 de março de 2009
QUEM NÃO
DESEJAR RECEBER NOSSOS DOCUMENTOS , FAVOR
AVISAR
VIDA À
VERDADE! MORTE À MENTIRA!
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É, hoje,
a notícia que mais preocupa os brasileiros
que têm sentido na Soberania do País:
o STF manteve válida, por expressiva
maioria somente um voto contrário
a demarcação, em terra contínua,
decretada pelo presidente da República,
em abril 2005, da terra indígena
RAPOSA SERRA DO SOL. O mal está feito,
embora as pretensões dos índios
ficassem restringidas pelas 19 condições
estabelecidas pelo Tribunal.
O Supremo
determinou, também, a saída
dos arrozeiros e outros não-índios,
que trabalhem ou vivam na área da
reserva. O presidente do STF, acanhado,
diz que "a utilização
das terras deve ser limitada, com respeito
ao meio ambiente e às riquezas naturais,
e também com a presença de
forças, policiais e Armadas".
A saída
dos não-índios não
está ainda definida, ficando incumbido
de fazê-lo o ministro relator da ação,
Carlos Ayres Britto, que, ao que também
se noticia, acertará prazos e detalhes
com o ministro da justiça, este que
foi o grande defensor da reserva contínua
e até irritantemente parcial quanto
à condução das ações
da Polícia Federal e de sua outra
polícia, uma "polícia
especial", a chamada Força Nacional
de Segurança. Preocupado, decerto,
ele já teme, em suas declarações
recentes sobre o assunto, uma "postura
de insurreição contra o Estado
que seria promovido pela violência"
se a desocupação não
for pacífica. (Folha de S. Paulo,
9.03.2009)
Mas
cinco considerações precisam
ser feitas sobre a decisão, no mínimo,
impatriótica:
1ª.) O Brasil
abandona, de vez, sua tradicional política
de integração dos indígenas
à comunidade nacional, preconizada
e praticada pelo grande brasileiro um índio-descendente
integrado o Marechal Cândido Mariano
da Silva Rondon; e defendida pelo Presidente
Médici, com a convicção
de um elevado sentido de Pátria soberana,
quando repetia e praticava o que se tornou
o lema do PROJETO RONDON : "Integrar
para não entregar".
2ª.) A decisão
atendeu, servilmente, aos objetivos de países
hegemônicos,que, sempre, desde a colonização,
pretendem, sem disfarces, apossar-se da
AMAZÔNIA ou, pelo menos, das riquezas
que ela encerra, necessárias à
sua manutenção de Poder; e,
simultaneamente, evitar o surgimento de
um novo Poder concorrente, um Brasil desenvolvido,
principalmente no aproveitamento sustentável
daquela mais rica região do mundo.
A demarcação da reserva foi
conseguida pelo trabalho insólito
de ONGs estrangeiras, à frente a
Survival International, criada pelo Príncipe
Phillip, na Casa de Windsor, inicialmente
para conseguir o absurdo sem nome da demarcação
da reserva dita Ianomâmi, e depois
continuar para conquistar, como agora o
fez, a RAPOSA SERRA DO SOL. Ação
esta reforçada com a ameaça
que foi a presença do Príncipe
Charles no Brasil, inclusive na AMAZÔNIA,
justamente no momento em que o STF iria
decidir a matéria. Vitória
completa, à traição
do Poder Judiciário, submisso a um
presidente sem visão estratégica,
mas que foi quem nomeou, em maioria, os
gratos ministros para o rendoso posto.
3ª.) Indica-se
necessário modernizar a nossa Constituição
Federal, acabando-se com a nomeação
dos ministros do STF pelo presidente da
República, passando a serem eleitos
por magistrados, do próprio Poder
Judiciário, conforme regulamentasse
o Congresso Nacional.
4ª.) Registre-se
que as Forças Armadas maiores responsáveis
pela integridade do território sempre
se mostraram contrárias à
demarcação como foi feita,
fieis ao seu destacado papel na formação
histórica da Nação
Brasileira e na defesa da sua Soberania.
5ª.) A solução
do STF, a nosso ver, foi um crasso erro
de lesa-pátria. A História
certamente julgará, pelo que poderá
decorrer, que não foi somente um
ERRO, mas sim um imperdoável porque
irreparável CRIME DE LESA-PÁTRIA.
ESTAMOS VIVOS!
GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA
sob reg. Nº 125893, Cartório
do 1º registro de títulos e
documentos, em Fortaleza. Somos 1.676 CIVIS
49 da Marinha 465 do Exército 49
da Aeronáutica; total 2.238. In memoriam
32 militares e 2 civis.
batistapinheiro30@yahoo.com.br
24 DE MARÇO DE 2009
VIDA À VERDADE! MORTE À MENTIRA!
============================================================= |
O
BRASIL EM PERIGO doc. Nº 60 –
2009
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
O Brasil encontra-se em perigo e
poderá tomar três direções
graves: perda de parte de seu território;
partir para uma ditadura de esquerda disfarçada
de democracia ou marchar para uma revolução
social.
O
GRUPO GUARARAPES vai apontar fatos que levam
a afirmação acima.
1. Solução
dada pelo STF ao caso da Raposa Terra do
Sol. O brasileiro para entrar nestas terras
demarcadas necessitará de passaporte?
2. O STF
considera furto de pequeno valor não
CRIME. Pode-se entrar num supermercado e
roubar feijão ou arroz? E se for
uma bicicleta? Com esta decisão o
pequeno pode roubar. O STF apenas
igualou com os grandes ladrões da
coisa pública, que estão soltos
e até defendidos por autoridades.
FOLHA SP 21-3 09
3.
Pelas notícias dos jornais e o que
vai se sabendo o SENADO DA REPÚBLICA
apodreceu. Ficou sem moral. Lá tudo
pode acontecer da noite para o dia.
4. Brasileiros
são condenados a prisão perpétua
nos EUA por crime de seqüestro e no
Ceará um seqüestrador é
solto pela justiça, pois o STF disse
que ninguém pode ficar preso antes
do processo passar em julgado. Todos os
criminosos soltos.
5.
Jornais publicam declaração
do Presidente da Republica de que não
cumprirá a ordem de deportação
do criminoso caso seja esta a decisão
do Supremo. O GRUPO GUARARAPES nem pode
imaginar uma coisa desta.
6.
O Ministro da Defesa, do alto de suas tamancas,
ataca e procura humilhar general que vai
para a reserva. A honra do militar foi ferida
e o militar não aceita coisa deste
tipo, particularmente de quem não
tem moral para tal, pois é criminoso
confesso de ter falsificado a Constituição
Federal Brasileira.
7. Existe
uma guerra no Rio e em São Paulo.
Bandidos procuram criar áreas livres
para prática do crime.
8. Livro
de geografia apresenta erros grosseiros
no Mapa da América do Sul. Milhões
de reais jogados fora e ninguém responsabilizado.
9. O senhor
Delúbio, o grande envolvido no escândalo
do mensalão, no seu legítimo
direito, procura voltar ao seu Partido.
Vai voltar e será eleito deputado
federal pelo seu Estado. Finalmente, estamos
assistindo a campanha para as eleições
de 2010 na rua.
Vão
gastar o último tostão do
País para eleger o candidato do governo
e a compra de votos vai ser pratica pela
liberação das verbas parlamentares.
Já foi assim na eleição
passada. Tudo legal e o PAÍS chegando
a ter uma dívida interna próximo
2 trilhões de reais.
RESPONDAM
SE: O BRASIL NÃO SE ENCONTRA EM PERIGO?
QUEM VAI SEGURAR A BOIADA? AS FORÇAS
ARMADAS DIRIGIDAS PELO ATUAL MINISTRO?
SOLUÇÃO:
BRASILEIROS DE PÉ PARA DEFENDER A
PÁTRIA?
ESTAMOS
VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA
sob reg. Nº 12 5893, Cartório
do 1º registro de títulos e
documentos, em Fortaleza. Somos 176 CIVIS
- 48 da Marinha - 465 do Exército
49 da Aeronáutica; total 2.238. In
memoriam32 militares e 2 civis. batistapinheiro30@yahoo.com.br
CASO
CONCORDE REPASSE POR FAVOR
25 DE MARÇO DE 2009
|
PLANO
DE SALVAÇÃO NACIONAL doc.
Nº 59 2009
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
A mídia
nacional, mesmo limitada, na sua liberdade,
pela força do poder econômico
estatal, que a sustenta, deixa escapar,
por todos os poros, a situação
caótica, por que passa o País,
com os três Poderes da República
e principais Instituições
fragilizadas pela corrupção,
subversão, falta de autoridade, gestão
fraudulenta e pelo distanciamento, de um
mínimo de ética.
O Executivo
não se mantém no poder por
uma linha de autoridade de administração
séria, moralizada e eficiente, pela
execução de um Plano Estratégico,
voltado para os Objetivos Nacionais Permanentes,
pelo exemplo de ética e moralização
nas atividades do Estado; mas, está
no poder, com 84% de aceitação
popular, face ao comprometimento com a mentira,
falsidade e desinformação,
junto à classe social mais necessitada
e parte da sociedade produtiva, condicionada
aos favores financeiro e econômico
do Poder Executivo.
Basta lembrar
que, 64% da população do Piauí
recebem o bolsa-família e 100% recebe
a luz-para-todos, sustentando os 84% de
popularidade do Presidente. Os 11 milhões,
referentes às famílias assistidas
pelo bolsa-família, e os 100% da
luz-para-todos representam, no mínimo,
30 milhões de votos.
O Legislativo
parece um ente leproso, em estágio
final. Diariamente, estouram ferimentos,
em todo o "corpo", já quase,
completamente, putrificado. Por último,
surgiram os escândalos das horas-extras,
não-trabalhadas e os da existência
dos 181 diretores administrativos do Senado,
isto é, mais de dois diretores para
cada Senador, recebendo, em média,
de R$24.000,00 a R$30.000,00 mensais. Há
um diretor para administrar a garagem o
que é "compreensível",
pois cada um dos 181 diretores usa carro
oficial com combustível e motorista;
outro diretor cuida do embarque e desembarque
dos Senadores no aeroporto de Brasília.
O Senador encarregado da área disse,
na TV, em tom de galhofa, que existia até
diretor de "fantasia", sem função
definida etc.
No judiciário, até o Presidente
da corte foi objeto de denúncia pela
Internet, no dia 18 março, com 27
acusações desclassificantes,
para qualquer magistrado. Por outro lado,
o próprio poder anunciou estar desestruturado
com 600 mil processos "encalhados".
Justiça que tarda é justiça
negada. "Poderíamos retratar
com as mesmas tintas, a situação
das principais Instituições,
onde se salvam, com honrosa exceção,
as Forças Armadas, que vêm
sendo confirmadas, em pesquisa da Fundação
Getúlio Vargas, entre as de maior
credibilidade, junto ao povo brasileiro.
Face a essa situação, urge
a montagem de um Plano de Salvação
Nacional, contando com as Instituições
de Credibilidade e os 16% do povo que vê
a situação caótica,
como nós.Um Plano de Salvação
Nacional a ser oferecido aos partidos políticos,
às Instituições e às
Comunidades, ainda, não contaminadas,
contendo duas ou mais dezenas de Objetivos
a serem alcançados, tais como: reformas
das Constituição, Organização
Política, Administração
Pública, Previdência Social,
Tributação e Fiscalização,
Política Nacional de Ética
e Moral, Reestruturação das
Forças Armadas, Reformas dos Poderes
Judiciário e Legislativo, Ensino;
e de áreas pontuais, como - Remuneração
do Trabalho, Combate à Impunidade,
Corrupção e Subversão,
Eliminação da Pobreza, distribuição
de Renda, Desenvolvimento Científico
e Tecnológico, Plano de Habitação,
entre outras. Teríamos que transformar
cada objetivo a ser conquistado, num esboço
de Plano, que no seu conjunto comporiam
o Plano de Salvação Nacional.
Para exemplificar, vejamos o Objetivo Plano
de Remuneração do Trabalho
nos seus dois principais itens: 1 (Situação
Geral; 2 Execução) 1.Situação
Geral da Remuneração do Trabalho
no Brasil: cerca de 50% da força
de trabalho do País recebem menos
de R$200,00; basta lembrar que 12 milhões
de famílias recebem a cesta básica,
por, cerca de R$125,00; somente, 35 % da
força de trabalho do País
têm carteira assinada, sendo que,
40%,desta, têm carteira assinada,
de meia jornada ( R$232,50). Já,
no serviço público municipal,
mais da metade das cidades, não paga
o salário mínimo. Nas áreas
estadual e federal, as aberrações
são inacreditáveis; os maiores
salários são 62 vezes maiores
que o salário menor ( R$480,00 )
e se contarmos com os salários indiretos
do Congresso ou do Judiciário que
chegam a R$120.000,00, seriam 250 salários
mínimos. Entre as chamadas carreiras
de estado, a remuneração é
ainda mais irracional e imoral. 2. Execução:
O Executivo terá, por Missão,
de apresentar ao Congresso Nacional uma
Medida Provisória (Relevância
e Urgente) regulando a Remuneração
do Trabalho, estabelecendo a isonomia salarial
para funções iguais ou semelhantes,
em todos os níveis dos três
poderes municipal, estadual e federal, estabelecendo
que o salário mínimo, estatal
e privado, não seja inferior a 25
avos ( 1/25 ) da maior faixa salarial, devida
aos Presidentes dos três Poderes da
República, e, ainda que todos os
brasileiros recebam uma renda mínima,
mesmo, quando desempregados. Assim poderíamos
desenvolver cada um dos objetivos de salvação
nacional e formalizar um Plano de Salvação
Nacional a ser encaminhado para todos os
partidos políticos e Instituições
com credibilidade para servirem de orientação,
no caso de a situação caótica
provocar uma renovação ou
uma Revolução.
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES!
PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº
12 5893, Cartório do 1º registro
de títulos e documentos, em Fortaleza.
Somos1627 CIVIS - 48 da Marinha - 465 do
Exército - 49 da Aeronáutica;
total 2.238. In memoriam32 militares e 2
civis.
batistapinheiro30@yahoo.com.br
27 DE MARÇO DE 2009
VIDA À VERDADE! MORTE À MENTIRA!
|
CHORA,
CORAÇÃO BRASILEIRO !
VAlte(Ref)
Sergio Tasso Vásquez de Aquino
O Supremo
Tribunal Federal, a mais alta corte de justiça
do Brasil, por 10 votos a 1, frustrou a
expectativa e a esperança dos patriotas.
O dia 19 de março de 2009 passará
à História como uma data trágica
para a Pátria, pois que a decisão
favorável à demarcação
contínua das chamadas “terras
indígenas” de Roraima poderá
ter o efeito perverso e indesejado de dar
reforço formal ao processo de entrega
da Amazônia Brasileira. Isso, porque,
na prática, poderá ter a conseqüência
de conceder respaldo legal às pressões
estrangeiras, que visam à internacionalização
do nosso majestoso território amazônico,
para facilitar e tornar possível
o usufruto ilegítimo das suas riquezas
por não-nacionais.
Não
por acaso, os dias que antecederam a infausta
medida registraram mais uma “visita
ao Brasil”, cercada, como das ocasiões
anteriores, de todas as honras e deslumbramentos
comuns às colônias mais dependentes,
do herdeiro do trono britânico e figura
de proa e porta-voz de sombrios interesses
de usurpação internacional,
dos grandes centros de poder mundial, sobre
os indiscutíveis direitos seculares
do Brasil sobre a Sua Amazônia. Desde
o início, interesses estrangeiros
poderosos estiveram por trás do apelo
pela “demarcação das
terras indígenas” e da “preservação
da Amazônia”.
Amazônia
que é nossa de direito e por força
da luta, do sangue, do suor e do sacrifício
de bravos e abnegados ancestrais, portugueses
e brasileiros, que a penetraram, desbravaram,
plantaram marcos de posse e a vêm
ocupando desde há tanto tempo! E
do talento de outros brasileiros ilustres
e ilustrados que, nos foros devidos, com
sua garra e seu exemplar amor ao Brasil,
e conhecimento profundo e Direito Internacional,
História e Geografia, ganharam para
nossa Pátria, com argumentos irretorquíveis,
as disputas jurídicas havidas e os
pareceres de sucessivos laudos arbitrais
de Chefes de Estado, que vinham garantindo
o reconhecimento internacional à
posse mansa e completa do incomparavelmente
rico e portentoso território amazônico
pelo nosso País.
Assim como
é frágil o ecossistema amazônico,
que exige todo o cuidado e atenção,
para garantir sua pujança perene
e a possibilidade de exploração
racional, por muito tempo, de seus formidáveis
recursos naturais em favor do desenvolvimento
e do progresso do Brasil e dos brasileiros,
assim também devem ser tomadas todas
as cautelas no trato dos problemas legais,
fundiários, envolvendo a posse de
todas as porções do vasto
e incomparável território,
sujeito a declarada e desabrida cobiça
internacional. Já existem relatos
repetidos sobre extensas áreas na
região, em que brasileiros são
impedidos de entrar, guardadas que estão
por mercenários internacionais a
serviço dos “proprietários
estrangeiros”!
O que mais
dói na alma é a indiferença
generalizada quanto ao esbulho à
soberania, que deve ser total sobre tudo
o que nos pertence, e sem restrições
de qualquer natureza e da parte de quem
quer que seja, e à geração
de mais que prováveis tentativas
de criação de fraturas e secessões
futuras do maior, mais importante e mais
sagrado patrimônio nacional, o próprio
território do Brasil. Nenhuma reação
com ressonância se fez ouvir da parte
de qualquer instituição que
represente as Expressões do Poder
Nacional: política, econômica,
psicossocial, científico-tecnológica,
militar! Nenhuma outra manifestação
vigorosa de qualquer personalidade ou pessoa
dotada de qualquer parcela de poder no cenário
nacional, que acompanhasse as ponderadas
palavras de alerta, proferidas pelo bravo
Comandante Militar da Amazônia, tempos
atrás!
Aqui e ali,
vozes isoladas erguem-se altaneiras, bradando
justos inconformismo e indignação,
partidas de particulares pertencentes ao
segmento esclarecido do povo, aquele comprometido
com o passado, o presente e o futuro do
Brasil, e que teima em clamar por sensatez
e pela defesa do que é nosso. Todas,
porém, minoritárias e sem
maiores capacidades de influência
ou de meios para arregimentarem seguidores
e imporem comportamentos e ações
que sustem a desatinada marcha, rumo ao
caos, que vimos trilhando desde 1990. Entre
os que não renunciam ao dever de
defesa da Pátria, destacam-se bravos,
encanecidos e combativos militares da reserva
e reformados, sempre fiéis ao Brasil!
Onde está
o patriotismo, onde está o amor ao
Brasil? “Ama com fé e orgulho
a terra em que nasceste! Criança,
não verás País nenhum
como este!” Os inspirados versos do
poeta embalavam nossos sonhos nos tempos
de antanho, ajudando a cimentar o elo profundo,
visceral, que unia os brasileiros à
terra dadivosa que os vira nascer, sem paralela
no mundo e tão amada!
Hoje, depois
de tanto tempo de deseducação
em massa, de culto desenfreado do materialismo,
do hedonismo, do prazer a qualquer custo
e a qualquer preço, o egoísmo
e a falta de vergonha imperam. O eu vem
em primeiro lugar, junto com a necessidade
de satisfazer, sem culpa e sem remorsos,
todos os caprichos, apetites e desejos pessoais.
No pensamento
e nas ações da maioria, entorpecida
e embrutecida, não há mais
lugar para altruísmo, solidariedade,
compaixão, patriotismo. Só
interessa “vencer”, “ter
prestígio e poder”, “enriquecer”
de qualquer maneira, mesmo que atropelando
o semelhante, a ética e a moral e
olvidando os compromissos com o Bem Comum
e o futuro, o progresso, a grandeza da Pátria,
a serem construídos com a colaboração,
o trabalho honrado e o sacrifício
de todos.
No predomínio
da nefasta e pervertida “nova moral”
que nos foi, paulatinamente, imposta, está
a razão de tantos males que nos assolam:
as ameaças constantes à ordem
democrática; os projetos em marcha
de eternização no poder do
Executivo, com o emprego de todo o arsenal
de apelos populistas, demagógicos
e ideológicos; a incrível
corrupção que infesta o poder
público, nas três esferas administrativas,
federal, estadual e municipal, e destina
ao lixo do desperdício e a bolsos
indevidos os impostos tão sofridamente
pagos pelos cidadãos; a violência
crescente nas cidades e nos campos, que
mantém refém a parte sadia
da população e que bem pode
ser interpretada como ensaio para ações
futuras de terrorismo e guerrilha e embrião
de malfadadas “Forças Armadas
Revolucionárias do Brasil - FARB”;
a generalizada e crescente desmoralização
dos políticos, principalmente aqueles
em funções públicas,
no Executivo e no Legislativo, por fazerem
do Erário coisa própria e
não terem limites à sede de
mordomias, vantagens e benesses indevidas;
a sensação de impunidade reinante,
que beneficia ricos e poderosos por excelência...
Por tudo
isso, CHORA E SANGRA O CORAÇÃO
BRASILEIRO! A quem apelar? Parece ser inútil
pedir socorro à sensibilidade e à
justiça dos homens, que, há
tanto tempo, tudo vêem, nada fazem
e parece considerarem normal o que se está
passando...
Onde estão
os heróis do Brasil, os cavaleiros
com os estandartes verde-amarelos desfraldados
aos ventos, prontos a afirmar, com garra,
bravura e valor, a grandeza eterna da Pátria
e o primado do Bem e da Justiça?
Resta-nos rezar muito, pedir a Deus Todo-Poderoso
que proteja Sua Terra de Santa Cruz e que
não permita que sobre ela triunfem
a maldade, a iniqüidade e a injustiça.
O Senhor é Misericordioso, Infinitamente
Bom e há de zelar pelo Brasil!
Oferecendo
a doação da luta e do exemplo
diários de vida, todos os brasileiros
de bem, não importa quão minoritários
aparentem ser no momento presente, apaixonados
pela Pátria e confiantes num futuro
que ainda será radioso, apesar de
todos os percalços, provações
e amarguras do presente, auxiliarão
a Obra Divina, “combatendo o Bom Combate”.
O dever de quem tem Fé é ter
Esperança: cremos que o sol da justiça
e da paz, afinal, há de raiar, esplendoroso,
sobre nossa Terra! Vai demorar, o preço
a ser pago será alto, mas o mal e
os maus serão vencidos e passarão!
Com a Graça de Deus e a perseverança
das nossas crenças e do nosso valor!
Rio de Janeiro, 23 de março de 2009.
|
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Senhores Comandantes
de Companhia, Esquadrão, Bateria,
Batalhão, Regimento, Brigada, Divisão,
Navio de Guerra, Base Aérea, Esquadra,
Esquadrilha, NAPAFLU, NAÉ, e de outros
escalões, defendam o Brasil.
A nobre missão
de comandar tem o risco ao se tomar decisão
em confronto com o “é mais
fácil não fazer” da
omissão.
*Ernesto Caruso, 22/03/2009
Os Senhores
têm em mãos o elemento humano
— sensível às suas palavras
— que a cada ano se renova, conscritos
que chegam cheios de interrogação
e dúvidas, jovens quase imberbes.
Na caserna se transformam em reservistas
que voltam aos seus lares, plenos de brasilidade,
civismo e amor à Pátria. Fizeram
um juramento, segmento impar da sociedade
que não se compromete somente com
as práticas de uma profissão,
mas com a própria vida se preciso
for. Jubilosos e senhores de si, com a satisfação
do dever cumprido.
Efetivo
grandioso, massa crítica que ouve
e transmite as boas lições.
Aproveitem todas as oportunidades disponíveis
da formatura matinal à da leitura
do Boletim no fim da tarde, mensagens curtas,
mas que ficam, não são esquecidas,
são comentadas nos seio da família,
o dia a dia dos exercícios, as novidades,
mancadas, diante da apreensão, preocupação
de mãe, cuidado, mas, coragem e incentivo
do pai, espanto e curiosidade do irmão
mais novo. Não deixem cantar marchinhas
que lhes diminuam o amor próprio;
bola murcha, bunda mole. Soldado tem que
ser audaz, valoroso, competente, capaz de
lutar e vencer.
Toda agressão
aos nossos heróis deve ser respondida
nesses momentos e até nas conversas
informais. Não só aos heróis,
mas a tudo que afete à coesão
do homem fardado, da mulher fardada, do
passado e do presente. Da ativa e da reserva.
Não deixem por menos. Rebatam tudo
que é dito como inverdade, dito e
repetido nos telejornais, sem pudor, nas
novelas (veículo dos mais utilizados
para a propaganda subliminar e não
é de hoje; o fazem por 30, 40 anos),
nos filmes e reportagens, das emissoras
institucionais, tipo TV Câmara e do
Governo, aliada à Telesur, nas propagandas
partidárias, mentindo e contrariando
a História, escrita por muitos deles
nos livros, que poucos leem, do tipo Combate
nas trevas (Gorender) e Carbonários
(Sirkis).
Contem a História como ela é.
Verdade histórica. A Revolução
Democrática de 31 de Março
de 1964 tem sido o alvo dessa mentira, que
não deve ser só lembrada a
cada aniversário. Eles, os derrotados
nas armas e nas idéias, o fazem sempre.
Sempre que podem, criam simpósios,
reuniões, comemoram nos bares, fazem
almoços e brindam os sequestros,
roubos de cofres, explosões, assaltos.
Digam quem
foi Dilma, Dirceu, Tarso, Genoino, o que
fizeram. Quem foi Carlos Prestes. Isto é
História, está registrado
nos livros que alguns deles escreveram e
nossa gente também.
Quando o
presidente Lula defende culto a “heróis”
mortos na ditadura em homenagem ao prédio/UNE.
"Imagina se a Frente Sandinista
ficasse lamentando todos que Somoza matou.
Imagine se Fidel (Castro) ficasse lamentando
todos que Batista matou. Não! É
fazer com que essas pessoas que tombaram
lutando por alguma coisa em que acreditavam
se transformem em heróis, que sejam
símbolos da nossa luta. Que na sede
da UNE tenha a fotografia e a história
dos que morreram", digam quantos
Fidel e Che Guevara mataram, não
no ato em si dos combates de tomada do poder,
mas ao longo do 50 anos que o casseta foi
à Cuba para comemorar. Comentem a
ida do casseta; passou no fantástico.
Os ministros da Justiça, Tarso Genro,
e dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi,
pregam que a Lei da Anistia não deveria
valer para os “torturadores”
e que a tortura não é um crime
político, perdoado pela anistia,
e sim um crime hediondo, omitindo que terrorismo
também o é.
Levem
o jornal para a formatura, comentem, claro
com todo respeito à figura do presidente,
mas digam que existem outros como o Duque
de Caxias, Antonio João e tantos
mais.
Digam quem foi Dilma, Dirceu, Tarso, Vanucchi,
o que fizeram. Quem foi Carlos Prestes.
Como ainda hoje admiram e homenageiam Fidel,
FARC, Morales que mandou tropas invadirem
as propriedades da Petrobras em solo boliviano.
Em Rondonópolis,
quando lá comandava o 18º GAG,
um político local disse por um jornal
que “os militares vivem engordando
nos quartéis com polpudos soldos”.
Suficiente para que o assunto fosse abordado
na formatura matinal.
Se a retratada
pela TV for Olga Benário, contem
quem foi Olga Benário. Imediatamente,
poucas palavras, mas repetidas em todas
as oportunidades que lhes surgirem.
Não
podemos esquecer os nossos mortos e feridos,
não lamentando como ensina o presidente,
mas lhes rendendo homenagens, prestigiando
e defendendo. Convidando-os para palestras
ao longo do ano. Muitos estão vivos
e poderão comparecer para relatar
as vicissitudes que enfrentaram, a experiência
de combate nas selvas, no Araguaia, em Registro
e na guerrilha urbana, peito a peito com
eles e elas, agora comportados, de terno
e terminho, treinados em Cuba, China, Rússia
e Argélia, seguidores dos ensinamentos
de Prestes, da linha maoísta, foquista,
trotskistas, terroristas, algozes, matadores
a coronhadas e por estrangulamento como
foi com jovem justiçada a mando de
Prestes e pelo tribunal vermelho: Elvira
Cupelo.
Cito nomes de alguns de nossos combatentes
feridos como o Cel Lício Maciel,
Cel Fredie Perdigão, mortos com o
Maj Toja Martinez, Sgt FAB Walder Lima,
Sd Kozel Filho e injustiçados como
o Cel Carlos Brilhate Ustra e Cel Audir
Maciel que estão sendo fustigados
pelos derrotados que os escolheram para
sintetizar uma vingança, abominável
gesto dos vencidos em combate, como se após
um duelo, tempos mais tarde o perdedor,
salvo por milagre, tenta apunhalar pelas
costas aquele que lhe preservou a vida.
Consultem as páginas do TERNUMA
(www.ternuma.com.br),
A VERDADE SUFOCADA ( www.averdadesufocada.com.br
).
Abomináveis
ontem, quando colocaram explosivos no Aeroporto
de Guararapes, matando inocentes, abomináveis
hoje. Não querem justiça,
perdão, anistia, nem estão
satisfeitos com milhões de indenização,
querem sangue, AINDA.
Digam
quem foi Dilma, Dirceu, Tarso, Franklin,
Marighela, ....
Sintam que o Brasil está sendo fragmentado.
No STF, só um voto patriótico,
vencido, e dez outros não convincentes.
Não podemos aceitar o caminho da
divisão, da transformação
do todo — chamado Brasil, um grande
legado — em várias nações.
As estrelas brilharam
ontem, resplandecerão sempre.
Contribuam com o fortalecimento
dos clubes militares, pois foram autores
e atores da História. Que os Clubes
facilitem a existência de um sócio
simbólico, fora das sedes, a baixíssimo
custo de cinco reais, por exemplo. Nossas
associações serão mais
fortes, muito mais representativas, fazendo
com que as suas mensagens se propaguem com
maior velocidade e penetração,
em contrapartida ao que o ministro da Defesa
do Governo Lula propõe como alijamento
dos militares do cenário da segurança
do Estado e da Nação.
Que se repita todo ano a “Manhã
memorável e de muita emoção”
do 31 de março de 2008 no Palácio
Duque de Caxias e em todos os quartéis.
Saudações
Ernesto Caruso
egcaruso@gmail.com
N.R. Ernesto Caruso é coronel reformado
do E.B., é escritor e articulista
deste portal.
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|
AS LEALDADES MILITARES
VAlte(Ref) Sergio Tasso Vásquez
de Aquino
Os
militares realmente vocacionados são
pessoas corajosas, nobres e generosas, em
cujos corações, almas e mentes
Deus planta semente muito especial, que
os torna semelhantes aos sacerdotes, pois
que desabrocha na vocação
inesgotável de servir, no culto,
na adoção pessoal e na prática
diuturnos das melhores qualidades do ser
humano, na devoção e na dedicação
sem limites à Pátria. Por
isso, lealdade tem de ser uma de suas características
básicas, sempre presente em suas
personalidades.
Exibem,
pois, no dia-a-dia de suas vidas, todas
as lealdades comuns aos bons cidadãos
e às pessoas bem formadas: lealdade
à religião dos ancestrais,
lealdade à família, lealdade
à pessoa amada, lealdade aos amigos,
lealdade às escolas em que se formaram
e se desenvolveram e às lições
que receberam, lealdade à palavra
empenhada e às convicções
mais profundas... Algumas lealdades há,
porém, que são o cerne da
carreira militar, tornando-se praticamente
específicas dos militares e balizando
superlativamente suas existências.
Tornam-se as principais para eles e, por
isso, delas trataremos.
Assim,
a primeira lealdade determinante do militar
é para com o Brasil, cujas honra,
integridade e instituições
defenderá sempre, se necessário
com o sacrifício da própria
vida. A requerida ação conseqüente
está ligada à decisiva contribuição
das Forças Armadas para a conquista
e a manutenção dos objetivos
nacionais: soberania, integridade do patrimônio
nacional, integração nacional,
democracia, paz social e progresso.
A
segunda lealdade é para com o cumprimento
da Missão e a fidelidade aos valores,
costumes e tradições da Instituição
armada, com a Força a que pertence.
A
terceira lealdade é para com os superiores
hierárquicos, no cumprimento dos
requisitos básicos de hierarquia
e disciplina. Essencial para a coesão
militar e a eficácia e a eficiência
operacionais do braço armado do Estado,
é atributo fundamental das forças,
na paz e na hora decisiva do combate. Tal
lealdade, natural, espontânea, sem
riscos e franca entre iguais de formação
e de crença, os militares de diferentes
níveis hierárquicos, passou
a apresentar crescentes graus de dificuldade
e desafio, com a inclusão de escalões
políticos, civis, de valores éticos,
arcabouço moral, usos e costumes
bastante distintos daqueles dos militares,
no mais alto patamar da estrutura do poder
militar. No caso do Brasil dos anos recentes,
ainda mais agravados, pelo comprovado divórcio
dos objetivos nacionais, sobejamente demonstrado
pelos ideais, motivações,
comportamento e ações de tais
escalões!
A
quarta lealdade é para com os camaradas,
os irmãos de armas de mesmo círculo
hierárquico, e para com os subordinados,
os comandados, cujos preparo, formação
moral, adestramento e prontificação
para a guerra, bem-estar e alocação
dos recursos essenciais ao alcançar
pleno da operacionalidade exigida é
dever dos chefes e dos comandantes. A obrigação
que cada escalão de comando tem para
com os subordinados só perde, em
importância, para o cumprimento da
missão.
O
Brasil, de 1990 para cá, vem apresentando
um quadro de continuada deterioração
da estrutura do Estado, motivada pelo comportamento
irresponsável, demagógico,
moral e ideologicamente pervertido de significativa
parcela, sempre crescente, das pessoas investidas
de autoridade formal e que detêm poder
nos Três Poderes da República
e nos três níveis administrativos,
federal, estadual e municipal. Desídia,
incompetência, desperdício,
corrupção, agressão
tolerada e estimulada ao ordenamento jurídico
vigente, impunidade e traição
ao projeto de afirmação nacional
nos caminhos de paz, justiça e verdade
têm sido cruéis e dolorosas
constâncias.
A
repercussão e a influência
negativas de tal situação,
em todos os setores da vida nacional, têm
sido desastrosos. O mau exemplo e o desencanto
resultante tornam-se responsáveis
pelo generalizado nivelamento por baixo
da condução das tarefas e
da consciência de responsabilidades
e deveres, em todos os campos, regiões
e setores, e pelo abastardamento ético
e moral da sociedade, que passa a aprovar
e a aplaudir o vício e o erro, conforme
provado pelos resultados alardeados de sucessivas
pesquisas de opinião, com finalidade
político-eleitoral, e pelos elevadíssimos
índices de audiência alcançados
pelo lixo eletrônico, vendido pelas
emissoras de televisão mais populares.
A sobrevivência da Pátria,
tal qual foi construída pelo sacrifício
dos nossos bravos ancestrais e tal qual
desejamos que seja mantida, para passar
aos nossos descendentes, está ameaçada.
Ameaça para a ordem democrática
nunca antes tão real, imediata e
poderosa quanto hoje! É grave, muito
grave a situação, e extremamente
perigosa.
Hoje
e sempre, especialmente no momento decisivo
em que vivemos, cada consciência militar,
em todos os níveis hierárquicos,
mas principalmente naqueles investidos de
maiores autoridade e responsabilidade, por
fidelidade às suas origens e aos
valores da nobre profissão das armas,
periodicamente deve interrogar-se a fundo,
no mais íntimo de suas convicções:
“para mim, qual a lealdade maior e
mais importante”?”Para com a
Pátria”, deve ser a resposta
de todos aqueles dotados de verdadeira vocação
militar, firme e permanentemente congregados
em torno do ideal de “combater o bom
combate”, sem esmorecimento e sem
quartel, pelo Brasil!
Os heróis
da nossa História são exemplo
e inspiração!
Não
pode, nem deve qualquer militar do Brasil,
por mais atraente e prazeroso que possa
ser o prêmio prometido, ceder à
tentação de envolvimento pelas
hostes macunaímicas! Afinal de contas,
por voluntário juramento pessoal
assumido, por vocação e por
formação, os interesses pessoais
de cada um de nós vêm em último
lugar. Espírito de renúncia
e de sacrifício do próprio
eu são o nosso nome! Nosso compromisso
visceral, como sinalizado em Riachuelo,
é com a Pátria brasileira!
Sabemos
bem que não têm qualquer guarida,
no verdadeiro e autêntico espírito
militar, a descabida invocação
de hierarquia e disciplina, para tentar
justificar omissão, os afagos públicos
e honras além do cumprimento das
exigências protocolares regulamentares
para com autoridades civis que, na prática
de cargos e funções, fazem-se
responsáveis por ações
que redundam em prejuízo para a conquista
dos objetivos nacionais ou que visam a restringir
e a denegrir as Forças Armadas, e
a aceitação como normal, inclusive
por parte de pessoas retas, boas e bem-intencionadas,
da prevalência de considerações
e preocupações atinentes a
carreira, cargos e comissões sobre
tudo o mais.
A
perseverança dos ideais militares
em nossos corações, nossa
sublime união em torno das boas causas
e da defesa do Brasil, em quaisquer circunstâncias,
são nosso alento e nossa força,
e garantia da existência perene da
Pátria livre, feliz, soberana e senhora
dos seus destinos! Hoje, como sempre, somos
o mais poderoso e último bastião
contra todos os inimigos da Pátria,
internos e externos! Não podemos,
nem devemos, fraquejar ou ceder, mas deixar
bem firmada e clara, sempre, nossa posição!
E tranquilamente agir de acordo!
Rio de Janeiro,
RJ, 9 de março de 2009.
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Articulação
perigosa
Ernesto Caruso, 18/03/2009
A estrada que liga Campo Grande ao sul do
Estado Mato Grosso do Sul, no trecho entre
Nova Alvorada e Dourados está pontilhada
de fazendas e em várias delas, próximas
às suas porteiras, lá estão
tremulando bandeiras do MST marcando a presença
da entidade em pequenos acampamentos.
Se considerarmos como fato isolado, nada
de mais, pois o MST vem atuando de forma
consentida e até apoiada em todo
o território nacional. Denúncias
não faltam. No Pará, a autoridade
governamental é acusada de descumprir
as sentenças de reintegração
de posse, fato que não deixa de ser
lamentável e preocupante.
No entanto, há que se questionar
a respeito dos propósitos dessa disseminação
de pontos de observação, controle
ou destinados a operações
futuras.
Como posto de observação é
bem interessante, pois colhe as informações
do que entra e sai, seja referente a pessoas,
produtos, suprimentos, veículos,
além de uma aproximação
que pode facilitar o relacionamento entre
esses e aqueles responsáveis pelos
vários setores da atividade empresarial,
com possível captação
de simpatizantes e aliados infiltrados.
Claro está, com relevância,
sobre os meios de segurança disponíveis
e o que fazer para neutralizá-los.
Ou seja, um PO sem necessidade de binóculo
e camuflagem.
Pode ser um ponto de pressão permanente
com o objetivo de obter apoio do empresário,
de modo que a ameaça não se
transforme em invasão, além
de aliviar a logística do Movimento.
Uma doce ilusão tão igual
como criar uma fera dentro de casa.
Do posto de observação ao
ponto de controle é questão
de tempo. Permanecerão nas condições
atuais enquanto for preciso, recursos e
vontade não lhes faltam.
Abrindo parênteses, a Via Campesina
tem sido estimulada, como um meio de adestrar
as mulheres nas ações, com
emprego dos filhos em desafiadora atitude
contra a autoridade policial e a própria
Justiça. Crianças mártires
são o que sempre quiseram criar e
o fazem com maestria em flagrante desrespeito
à legislação, no caso
específico do Estatuto da Criança
e do Adolescente.
Chega a ser constrangedor: mães sem
o devido zelo, desprovidas de amor por suas
criaturas, carregando em um dos braços
o filho e na outra mão a foice, não
para defendê-lo, para agredir e usar
o indefeso como escudo.
Será que alguém ouviu um pronunciamento
pela televisão de zeloso jornalista
comentando sobre esse abuso e agressão
aos próprios filhos nos colos, bebês,
como fazem quando filhos ajudam os pais
nas lavouras ou absurdamente são
empregados na produção de
carvão ou colheita de cana de açúcar.
Uma dessas mulheres foi detida por infração
ao ECA? As autoridades judiciárias
não viram essas cenas? E os Conselhos
Tutelares (órgão permanente
e autônomo, não jurisdicional,
encarregado pela sociedade de zelar pelo
cumprimento dos direitos da criança
– Art. 131)? Ministério público?
Será que submeter as crianças
aos riscos de uma invasão, portando
armas cortantes, perigosas (Lembram do brigadiano
degolado?), que por descuido, manuseio incorreto
ou brusco, com tumultos previsíveis
e admissíveis ferimentos e morte,
os seus autores não estariam contrariando
o Art. 5º que preconiza: “Nenhuma
criança será objeto de qualquer
forma de negligência, discriminação,
exploração, violência,
crueldade e opressão, punido na forma
da lei qualquer atentado, por ação
ou omissão, aos seus direitos fundamentais.”
Vale registrar que ao adolescente empregado,
aprendiz, é vedado o trabalho perigoso,
insalubre ou penoso (Art. 67). Para os irresponsáveis,
invasão com bebê no colo não
deve ser uma ação perigosa,
nem penosa; deve ser como se o levasse a
passear no jardim.
Fechado os parênteses, e voltando
para mais um ponto da articulação,
o grau de invasões e outras ações
no nível nacional e internacional
também é crescente e ameaçador,
ou seja, é uma ponta do iceberg gigantesco
que dilacera o casco da Nação
brasileira para afundá-la como um
Titanic.
Podemos iniciar pela feliz coincidência
entre a visita do príncipe Charles
e o julgamento no STF sobre a famigerada
cunha “até tu Brutus”
propiciada pela reserva Raposa Serra do
Sul, entremeada com jocosas “sambadinhas”
do príncipe, risos jornalísticos,
reencontros com o Raoni e preparação
para uma nova Pirara, compondo a questão
indígena cujo foco principal está
sobre a Amazônia, não dando
maior importância aos índios
de outras áreas como as do Mato Grosso
do Sul, embora com os mesmo objetivos separatistas.
Mas, o MST é a grande ferramenta
de sapa, desafiando a todos, agora com o
“abril vermelho”, pois desde
março, o número de terras
tomadas chega a 73. Pará, Bahia,
Pernambuco, São Paulo, bloqueio de
estrada na Paraíba para liberação
de cestas básicas para acampamentos
do movimento.
A CUT e a UNE alimentam greves nos estados
governados pela oposição,
mais o menos o que faz Chávez com
os aeroportos lá na Venezuela, compondo
um arco vermelho da mesma ideologia, a partir
de Cuba, passando ainda pelas FARC, Rafael
Correa, do Equador e Evo Morales, da Bolívia.
Os quilombolas são aquinhoados com
parte do bolo e verdadeiras quadrilhas sangram
o país, quer do Tesouro, tipo sanguessuga,
mensaleiros, etc, quer do cidadão,
dos bancos, tipo PCC, Comando Vermelho,
com roubo de fuzis e metralhadoras, até
de quartéis, como lhes deixaram as
lições os guerrilheiros terroristas
marxistas das décadas de 60/70.
Enquanto isso o PMDB na sua propaganda diz
que “lutou” contra a ditadura,
mas que apóia esse governo responsável
pelo quadro acima resumido, e que “pega
pesado”— onde? —, e um
dos seus senadores o acusa de parceiro da
corrupção. Logo, quem. Governou
o país após a vitória
na eleição indireta em 1985
e que tanto tempo depois pretende fazer
proselitismo como grande combatente vitorioso,
mas que perde na moralidade. Lá se
vão 24 anos, período maior
do que o revolucionário, administrado
por quem era oposição, resultando
o caos, incontrolável e ameaçador
das instituições, como antecede
1964.
Saudações
Ernesto
Caruso
egcaruso@gmail.com
|
O príncipe
pirata
PARA
LEITURA E REFLEXÃO....
Príncipe Charles, a caça e
a raposa
Anos atrás, havia quem censurasse
o príncipe prevaricador por sua crueldade
na caça à raposa. Hoje, percebemos
que o interesse pela "Raposa"
também tem outras conotações:
desmembrar o Brasil, criando uma nação
indígena que seja dócil aos
interesses do primeiro mundo.
O príncipe Charles defendeu nesta
quinta-feira, em discurso no Palácio
Itamaraty, que a conservação
das florestas tropicais, como a Amazônia,
seja financiada com recursos garantidos
pelos países desenvolvidos. No pronunciamento,
o príncipe afirmou que o dinheiro
seria dado, não emprestado, e seria
o pagamento aos países tropicais
pelos "serviços ecológicos"
prestados pelas florestas ao mundo. Ninguém
no Congresso, ao que se saiba de público,
pediu explicações. Engoliram
sorrindo as mentiras, os atrasos e as grosserias
dos seguranças britânicos.
Pareciam estar recebendo seu futuro rei.
Todos sabemos da crise financeira mundial
e que a Inglaterra enfrenta sérias
dificuldades. O generoso príncipe
vai tirar empregos de seus compatriotas
para proteger as florestas de um país
longínquo? Quanto altruísmo.
O que ele realmente veio fazer?
Timidamente tem aparecido na imprensa uma
certa "teoria da conspiração"
que , entre outras metas, tentaria dividir
alguns países de grande extensão
territorial, como o Brasil, a China, a Índia
e a Rússia. Essa meta seria orientada
pela oligarquia financeira anglo-holandesa-americana,
que estaria também procurando evitar
o desenvolvimento que lhes pudesse fazer
sombra.
É difícil saber até
onde isto é verdade, mas para falar
só do nosso país, a tentativa
de balcanização é a
cada dia mais evidente. Homologam-se imensos
territórios indígenas interditados
aos brasileiros. Aí estão
as digitais das ONGs anglo-holandesas, WWF,
entre outras; interditam-se para a produção
de parques ecológicos do tamanho
de países europeus. De novo, ONGs
anglo-holandesas como a Greenpeace e americanas
como a fundação Ford, sem
falar na oposição às
hidrelétricas e ao asfaltamento de
estradas.
Agora nos visita o príncipe-sem compostura.
Exatamente agora nas vésperas do
julgamento da Raposa/Serra do Sol. Vem falar
sobre a proteção das florestas.
Por que agora?
As evidências apontam: a manobra final
para garantir a retirada dos brasileiros
do único lugar habitado por nacionais
nas serras da fronteira norte.
Vejamos alguns antecedentes:
O mercado de minérios é, há
séculos, controlado por cartéis
de Londres. Eles sabiam da extrema mineralização
das serras do norte do Brasil. Até
pouco tempo, manobraram apenas para que
não fossem exploradas.
Quando começamos a explorar o estanho
das jazidas do Pitinga e quebramos o cartel
do estanho, se assustaram e jogaram tudo
nos movimentos indianistas e ambientalistas.
A moderna utilização de metais
quase só encontrados aqui os fez
compreender que teriam de lidar com governos
submissos, e o ideal seriam governos indígenas,
não o de uma nação
do porte do Brasil, que, quando despertasse,
lhes criaria problemas.
Aliaram-se aos Estados Unidos. Financiaram
demarcações, propagandas e
compraram homologações. Conseguiram
a assinatura do Itamaraty na declaração
de direitos que na prática concede
status de nação independente
às áreas indígenas,
sempre sobre as principais jazidas algumas
como a ianomâmi, já sob inteiro
domínio das ONGs.
Entretanto, para que o novo "país
indígena" não ficasse
cortado ao meio, a Raposa tem de ser cooptada
mesmo com a oposição da maioria
dos índios que lá vivem. Então
vamos à caça à Raposa.
Tem de ser agora! A crise está mordendo
os calcanhares do Reino Unido, como dos
EUA e da Holanda. Em breve não mais
poderiam conseguir; até suas ONGs
enfrentam penúria. O Brasil está
tomando conhecimento da manobra e iniciando
a levantar a cabeça. Não dá
para esperar mais. Já haviam sido
retirados alguns opositores: o diretor-geral
da Abin e generais do Ministério
da Defesa. O general Monteiro, comandante
da Brigada em Boa Vista. Agora retiram o
general Heleno, o que não ousaram
fazer antes. É a hora do julgamento.
É tudo agora ou não dará
mais.
Vale pedidos pessoais dos governos. Vale
visita do príncipe. Vale promessas
de dinheiro, impossível de cumprir
por um país em crise. Vale mentir,
enganar, jogar charme, aproveitar a vaidade
de nossos dirigentes. É a hora da
caça à raposa.
A situação é séria
e merece atenção. O Exército
ainda reage? - tratam de o desmoralizar.
Lembremos que todas as nações
que descuidaram da sua defesa e/ou desprestigiaram
os seus soldados terminaram subjulgadas
por aquelas outras que agiram de outra forma.
Brasil, desperta !
Coronel
Gelio Fregapani
EX-SUPERINTENDENTE DA ABIN EM RORAIMA
|
Quem
tem medo da CPI das ONGs?
“A
JULGAR pelos senadores que assinaram o pedido
para a criação da Comissão
Parlamentar de Inquérito, ninguém”.
Senador *Heráclito
Fortes
DEM Piauí
Pois foi
um recorde de adesões, de todos os
partidos, sem exceção. Por
que, então, há um boicote
tão sistemático, por parte
da base do governo, ao seu funcionamento?
Por que, depois de mais de um ano de sua
instalação, não foi
possível quebrar sigilos, aprofundar
investigações sobre casos
notórios-já levantados por
órgãos insuspeitos, como o
Tribunal de Contas da União e a Controladoria
Geral da União, convocar pessoas,
enfim, esclarecer o que se passa nesse setor?
Talvez a pergunta certa seja: por que há
tanto medo de que a investigação
vá adiante e abra essa caixa-preta
que já consumiu, sem controle, bilhões
de reais?
Mais de R$ 34 bilhões, de 1999 a
2006, segundo a CGU.
Não há sequer dados definitivos
sobre a quantidade de ONGs e suas congêneres
no Brasil. Um estudo divulgado recentemente
pelo IBGE analisa dados de 2005 e estima
em 338 mil as entidades sem fins lucrativos
em todo o país. Há quem diga
que já existem mais de 500 mil.
Não é possível que
um universo dessa magnitude não mereça
do governo e do Congresso atitude mais séria.
Não se quer cercear o trabalho das
boas organizações, que prestam
serviços inestimáveis; a elas,
o nosso aplauso. Mas, se queremos corrigir
distorções, deve ser aí
o nosso foco.
A CPI, com maioria governista, nem sequer
consegue quorum para as suas reuniões.
O relator não apresentou um único
pedido de quebra de sigilo, mesmo de casos
que se tornaram escândalo nacional,
como o que envolveu as fundações
ligadas à UnB (Universidade de Brasília).
Chama a atenção igualmente
a omissão das entidades ligadas aos
ditos movimentos sociais, que não
pediram, não pressionaram os congressistas,
não clamaram pelo esclarecimento
dos escândalos e pela punição
dos que desviam recursos públicos.
Será por que estão igualmente
envolvidas? Será por que a cada ministério
dominado por determinado partido tem correspondido
liberação de verbas para as
entidades afins? Será por que foram
cooptadas pelo governo? Recuso-me a acreditar
que viraram todas "chapas-brancas".
Deixo aqui alguns dados para reflexão:
somente as organizações que
se dedicam a causas ambientais e de defesa
dos animais experimentaram, segundo o estudo
do IBGE, um aumento de 61%, três vezes
mais do que áreas como saúde
e assistência social.
O Ministério da Defesa calcula que,
na Amazônia, existam mais de 100 mil
entidades atuando, muitas delas estrangeiras,
mas a Secretaria Nacional de Justiça
não tem registradas nos seus cadastros
nem 30 delas. Ou seja, o descontrole é
total.
Desde que passamos a insistir na instalação
da CPI para analisar as irregularidades
que envolvem ONGs e Oscips, o governo, que
boicota os trabalhos sistematicamente, dá
alguns espasmos de preocupação
com o setor e finge que toma providências.
Foi assim com um decreto anunciado como
a grande moralização para
esse segmento pelo ministro do Planejamento,
Paulo Bernardo. Que, porém, adiou
sua aplicação, dizendo que
ele só entraria em vigor neste ano;
após, portanto, o período
em que a legislação, por conta
das eleições, ainda permitia
assinatura de convênios.
Depois, diante do noticiário sobre
compra de terras na Amazônia por um
empresário sueco-como se não
soubesse que isso vinha acontecendo há
anos, anuncia que as ONGs estrangeiras terão
que se cadastrar no Ministério da
Justiça. Antes, em dezembro de 2006,
já havia garantido que só
receberiam verbas públicas entidades
não-governamentais que se inscrevessem
em cadastro no ministério e disponibilizasse
suas contas na internet.
E por que o governo não passa da
retórica à prática?
Onde está esse anunciado controle?
Quem viu as prestações de
contas dessas organizações?
Por que não há alguma forma
de seleção pública
para as entidades que assinam convênios
com o governo? O próprio Tribunal
de Contas da União, em diversas auditorias
em que aponta um sem-número de irregularidades
nessa relação, diz que ela
mais parece uma "ação
entre amigos".
E, por fim, o governo anuncia anistia às
filantrópicas que devem muito dinheiro
para a União. Por meio de mais uma
medida provisória, claro, há
muitas perguntas sem resposta, muita falta
de transparência. Estamos a ponto
de prorrogar os trabalhos da CPI. Precisamos
dar uma satisfação à
sociedade e aos que se preocupam com o destino
dos recursos públicos. Mas não
podemos deixar que esse novo prazo signifique
mais omissão, mais encenação.
Sem pressão externa, os senadores
da base não vão se comover.
E tudo ficará como está. É
o que queremos?
*HERÁCLITO DE SOUSA FORTES, 58, senador
pelo DEM-PI, é presidente da CPI
as ONGs.
|
|
Flavio P. Ramos
Para
os que acreditam em estatística:
nenhum país do mundo que adotou o
regime comunista deu certo.
Os que ainda praticam o comunismo estão
estagnados e neles o povo vive oprimido,
vítima do
crime organizado, e de uma economia paralela
baseada no “mercado negro” e
contrabando, enquanto o poder dirigente
vive nababescamente.
A China pratica uma economia
híbrida enquanto oprime a classe
trabalhadora com salários aviltantes
e enriquece uns poucos privilegiados. Pratica
o “dumping” exportando, a preços
inferiores ou iguais ao custo, para concorrer
deslealmente e minar as economias do resto
do mundo.
O Venezuelano Hugo Chavez mantém
um governo de farsas e forças, sustentado
pelo medo e pelo petróleo, uma matéria-prima
não renovável, mas que pode
levar a um conflito, como o do Iraque, se
os acordos de exportação com
os americanos não forem cumpridos.
Há ainda o namoro de Hugo Chavez
com a Rússia e a compra de armamento,
que ameaça o equilíbrio de
forças na América do Sul.
A Bolívia, governada por Evo Morales,
um colega de ignorância de Lula e
alinhado com o perigoso Hugo chaves, vive
um conflito entre os que são cultos
e produtivos e que querem um país
melhor e o atraso dos cocaleros, que são
maioria inculta e politicamente alienada,
alinhados com seu idêntico, Evo Morales.
Evo, Hugo e Lula são o carcinoma
em metástese, subordinados à
ideologia da Cuba atrasada de Fidel e seu
irmão presidente.
Hugo Chavez, Evo Morales e Lula, completam,
com Fidel e sua quadrilha política,
o quadrilátero maligno que preocupa
o governo americano e torna perigosamente
instável a América do Sul.
No Brasil, há quadrilhas em diversos
setores da economia: a quadrilha oficial
de corruptos envolvendo os três poderes,
banqueiros e marqueteiros, ONGs e outros
escroques menores.
Quadrilhas de orientais, que estão
situadas principalmente na importação
e na venda de produtos importados e de “segurança
e proteção”, a comerciantes
orientais.
O trabalho semi-escravo de orientais em
confecções onde empregam imigrantes
irregulares que moram e são escondidos
nas fábricas clandestinas.
Os impostos são sonegados e os encargos
sociais não são pagos, de
forma que os trabalhadores, incluindo mulheres
e crianças, ficam reféns dos
patrões e sem atendimento de saúde.
Os grandes dirigentes, com situação
regular no Brasil, compram autoridades corruptas
e são mantidos em liberdade com “habeas
corpus” e sentenças feitas
de encomenda para cada caso, fato que, e
de domínio público, que incomoda
a polícia séria.
O governo do PT nada faz para proteger os
trabalhadores, faz vista grossa e ouvidos
de mercador, e indiretamente se volta contra
policiais que desvendam “misteriosas
quadrilhas aliadas do governo”, destampando
a “Caixa de Pandora” da corrupção.
Enviado por Wenceslau Costa Neto
10 mandamentos da
Ideologia Socialista, escritos em 1913
Atribuídos ao líder
revolucionário russo Vladimir Lênin,
pai do comunismo, sistema governamental
ateísta.
Prestem atenção: como fica
aqui bem observado, que qualquer semelhança
com acontecimentos atuais e recentes, quase
100 anos depois, não é mera
coincidência:
1-Corrompa a juventude e dê a ela
a liberdade sexual.
2-Infiltre e controle depois todos os meios
de comunicação.
3-Divida a população em grupos
antagônicos, incitando-os a discussões
sobre assuntos sociais.
4-Destrua a confiança do povo em
seus líderes.
5-Fale sempre em democracia e Estado de
Direito, mas, tão logo haja oportunidade,
assuma o poder sem qualquer escrúpulo.
6-Colabore com o esbanjamento do dinheiro
público, coloque em descrédito
a imagem do país, especialmente no
exterior, provoque o pânico e o desassossego
na população por meio de inflação.
7-Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias
vitais do país.
8-Promova distúrbios e contribua
para que as autoridades constituídas
não as coíbam.
9-Colabore para a derrocada dos valores
morais, da honestidade e da crença
nas promessas dos governantes.
10-Procure catalogar todos aqueles que têm
armas de fogo, para que sejam confiscadas
no momento oportuno, tornando impossível
qualquer resistência.
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“Marcha
a Roraima” consegue furar bloqueio
WILLAME SOUSA
A operação
realizada por integrantes do Conselho Indígena
de Roraima (CIR), Movimento dos Trabalhadores
Sem-Terra de Roraima (MST), Movimento das
Mulheres Camponesas de Roraima (MMC), Comissão
Pastoral da Terra (CPT), Central Única
dos trabalhadores (CUT), ontem, não
foi suficiente para impedir a chegada da
“Marcha a Roraima” ao Estado.
Os manifestantes começaram a se organizar
por volta das 7h, entretanto, apenas às
17h obstruíram o trecho da rodovia
BR-174, a cerca de 10 quilômetros
da sede do Município de Mucajaí,
no sentido Boa Vista/Manaus, em frente do
acampamento Irmã Dorothy Stang, em
área invadida pelo MST.
Pedaços de madeira, pneus, galhos
de árvores e uma barreira humana
impediam que veículos passassem em
dois pontos da estrada. Cerca de 600 metros,
segundo estimativa de James Rocha, um dos
dirigentes do MST, separavam um local bloqueado
do outro.
Após mais de 12h de mobilização,
que foi arquitetada por entidades no movimento
realizado no último dia 13, na Praça
do Centro Cívico, teve um desfecho
pacífico, por volta das 20h, embora
já tivesse causado grandes transtornos
a inúmeras pessoas que ficaram impedidos
de passar pelo bloqueio no sentido Manaus/Boa
Vista e Boa Vista/Manaus.
“Queremos ouvir quais as propostas
e projetos destes produtores para a nossa
terra. Eles devem nos dar explicações
sobre as intenções deles em
nosso Estado. Caso os produtores do Mato
Grosso não queiram negociar, vamos
impedir que cheguem à Capital”,
afirmou Terêncio Manduca, vice-coordenador
do CIR.
Porém, as explicações
que Manduca queria ouvir ficaram para outra
ocasião, pois cerca de 12 do total
de 19 caminhonetes, que carregavam os produtores
vindos de diferentes municípios do
Mato Grosso, conseguiram fazer um desvio
e chegar ao Município de Mucajaí.
Para evitar o confronto, a comitiva contou
com a ajuda de policiais militares de Caracaraí,
que os guiaram pela Vicinal do Roxinho,
uma estrada sem asfalto cuja entrada é
no Município de Iracema e saída
em Mucajaí.
Os produtores chegaram por volta das 19h30
a Mucajaí. Muito exaltados, pois
sete veículos se perderam da comitiva
que fez o desvio pela Vicinal do Roxinho,
estrada sem asfalto que liga Iracema a Mucajaí,
eles explicaram que só dariam entrevistas
à imprensa depois da chegada deles
a Boa Vista.
Conforme Manduca, 150 indígenas das
etnias Macuxi e Wapixana estavam no local,
desde as 12h, esperando o comboio. Foram
três ônibus alugados para levá-los
até o local. “Sabemos o horário
de chegada, entretanto, não temos
previsão para irmos embora, por isso
estamos com mantimentos e preparados para
passar a noite aqui de plantão”,
relatava Manduca.
Por volta das 18h30, a situação
já causava revoltada nos cerca de
20 carros enfileirados ao lado da pista
esperando a resolução do problema
para irem até a Capital. Um deles
era o técnico em enfermagem Daniel
Zanona, 22, que havia saído às
12h do Município de Caroebe, a mais
de 350 km de Boa Vista.
Zanona voltava da comunidade indígena
de Jatapu, em Caroebe, onde presta atendimento
de saúde aos índios, por meio
de convênio entre CIR e Fundação
Nacional de Saúde (Funasa), e na
qual estava há mais de 12 dias. “A
população tem todo o direito
de reclamar, porém não pode
atrapalhar a vida de outras pessoas. Estão
nos privando do nosso direito de cidadãos
de ir e vir”, disse Zanona.
Entretanto, as opiniões divergiam
em relação ao bloqueio. David
Albano, analista judiciário do Tribunal
Regional Eleitoral (TRE), que trabalha em
Caracaraí, município a cerca
de 150 km da Capital, era um dos favoráveis
a situação, embora tenha afirmado
que não é favor nem contra
a demarcação contínua
da reserva indígena Raposa Serra
do Sol.
“Estas pessoas estão exercendo
um direito delas, pois é uma das
poucas formas que eles têm de chamar
a atenção da população
roraimense à causa defendida por
eles”, opinou Albano. Conforme o analista,
a viagem dele até Boa Vista era a
serviço, pois pretendia entregar
documentos ao TRE de Boa Vista, algo que
foi adiado até a próxima segunda.
POLÍCIAS - Neste mesmo horário,
a Polícia Rodoviária Federal
(PRF) já havia deixado os 36 homens
do efetivo da instituição
em alerta. “Estamos aqui para garantir
que não haja conflito e evitar que
prejuízos ao patrimônio público
e de terceiros não aconteçam”,
disse o inspetor da PRF, Tarcísio
Melo.
Apesar da possibilidade de conflito, primeiro
entre manifestantes e produtores, depois
entre a população impedida
de trafegar na rodovia, que com o passar
do tempo aumentava a irritação,
e os bloqueadores, havia apenas dois policiais
da PRF, dois da Polícia Federal,
dois da Força Nacional, 15 policiais
civis e quatro militares.
Embora existisse um grande número
de materiais que bloqueavam a passagem,
e até mesmo fogo ateado em pneus,
sempre que uma ambulância ou outros
tipos de veículos com pessoas doentes
necessitavam passar era removida parte dos
entulhos para possibilitar a passagem. “Pelo
menos estes carros eles permitem que transitem,
confesso estar mais aliviado com esta iniciativa”,
disse Albano.
Motorista temia explosão
de combustível
O motorista de caminhão–tanque
Veraldo da Silva, que vinha do Município
de Caracaraí, após ter passado
o dia carregando o veículo de gasolina
na base da Petrobras, temia que um confronto
acontecesse e, devido a isto, deixou o transporte
a cerca de 500 metros do tumulto.
“Carrego um produto inflamável
que não pode ficar por muito tempo
no tanque, pois é perigoso. A ameaça
aumenta com a possibilidade de um confronto
com fogo que poderia provocar uma explosão,
caso o meu caminhão estivesse muito
próximo”, relatou Silva.
O caminhoneiro era uma das muitas pessoas
que se diziam prejudicadas e irritadas com
a situação. “Meu telefone
está descarregado, minha filha ficou
em casa doente, não almocei e preciso
levar a gasolina para abastecer o posto
no qual trabalho. Essa manifestação
é uma vergonha, pois está
me impedindo de trabalhar”, reclamou.
MST mobiliza acampados
Um dos representantes do MST em Roraima,
James Rocha, demonstrou apoio à comunidade
indígena que luta pela permanência
da demarcação contínua
da Reserva Indígena Raposa Serra
do Sol. Para demonstrar a adesão
do movimento à causa, o local do
bloqueio da rodovia BR-174 foi em frente
ao acampamento Dorothy Stang, a cerca de
10 km de Mucajaí.
Segundo Rocha, vivem à beira da rodovia
180 famílias, totalizando 320 pessoas,
e a situação das duas comunidades,
indígena e sem terras, são
semelhantes, por isso devem unir forças
para lutar contra os latifundiários
e impedir que pessoas de outros estados
se envolvam com os problemas locais.
“Realizamos um ato legítimo
em reivindicação a melhorias
para a população sofredora
de Roraima. Nós somos pacíficos
e não pretendemos criar conflitos,
mas queremos explicações destes
produtores vindos de outras regiões
para se meter em nossos assuntos”,
afirmava Rocha.
Cleidiane Freitas, 27, solteira, agricultora,
um filho de 6 outro de 2 anos, está
no acampamento desde que ele foi organizado,
em março deste ano, e afirmou concordar
com as lutas dos índios. “Se
for possível, fico a noite inteira
de plantão para resolvermos esta
situação. Queremos uma resposta
quanto aos interesses destas pessoas em
Roraima. Acho um absurdo que eles tenham
tanta terra e nós, agricultores familiares,
não tenhamos nada”, reclamou
Cleidiane.
O acampamento Dorothy Stang, segundo Rocha,
é uma região com cerca de
30 mil hectares e reivindicada por famílias
sem terras. Elas afirmam que o local está
abandonado há mais de 16 anos e é
uma área improdutiva, contudo, aguardam
que o Instituto Nacional de Colonização
e Reforma Agrária (Incra) regularize
a situação, porém,
para isto ocorrer é necessário
esperar que possíveis donos se manifestem.
Empresa de ônibus planejava
baldeação
Uma empresa de transporte rodoviário
de Roraima planejava realizar baldeação
caso a situação não
fosse resolvida até 00h. Juntamente
com cerca de 150 veículos impossibilitados
de passar estavam quatro ônibus, dos
quais dois iam para Manaus (AM) e dois vinham
até Boa Vista.
Segundo José Ferreira, motorista
de um destes veículos que saiu às
18h da Capital com destino a Manaus, o ônibus
que ele dirigia estava com 24 passageiros
aguardando apreensivos a liberação
da pista.
“Comuniquei o que está acontecendo
aos meus superiores e, se houver liberação
da rodovia até 00h, será necessário
fazer baldeação, sendo que
as pessoas dos dois ônibus com destino
a Boa vista passarão para os veículos
que irão até a capital amazonense
e vice-versa”, disse.
Fonte: www.folhabv.com.br- 16.08.2008
“Marcha a Roraima” consegue
furar bloqueio
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Tudo
combinado
Ernesto Caruso,
10/07/2008
Quem pagou,
quanto pagou, se é que pagou, ainda
não se sabe, mas que foi combinado
não pairam dúvidas. Quem com
quem é outro mistério. O resgate
da ex-candidata ao governo da Colômbia,
Ingrid Betancourt, foi cinematográfico,
tipo James Bond 007. Nem há razões
para desqualificar a operação
do Exército daquele país que
logrou êxito.
Mas, daí
não se pensar e analisar o fato,
seria desprezar todo um cenário que
envolve as FARC, conjunto narcotraficante,
guerrilheiro e terrorista de origem marxista,
com os governos da Colômbia e dos
Estados Unidos em combatê-las, o vizinho
Hugo Chávez da Venezuela, manifesto
aliado das forças revolucionárias,
juntamente com o governo de Rafael Caldera
do Equador e o Brasil com as suas fronteiras
sob influência das incursões
dos vermelhos em busca de sobrevivência,
escapes e apoio que lhes puder recompensar.
Do outro lado do Oceano Atlântico
o oportunismo de Nicolai Sarcozy empenhado
em salvar a franco-colombiana Ingrid Betancourt,
que como se viu, logo que pode, voou para
a França para receber as homenagens
e galanteios do seu presidente e para agradecer
o valioso apoio à sua libertação.
Revela mais gratidão ao governo francês
do que a Uribe.
A operação
pode ter sido facilitada. No mínimo
se pode presumir a existência de uma
conversa do tipo senta que o leão
é manso, entre os três governos
dos vizinhos já citados, que, aficionados
das FARC, pretendem dar uma guinada para
pacificar a região, mudando a estratégia
do enfrentamento, típico e muito
praticado pelo presidente Hugo Chávez,
que gradativamente vem atenuando a sua braveza.
Os mestres do governo Lula sabem muito bem
como fazê-lo, trilhando a via pacífica
de chegar ao poder, onde tudo se faz e desfaz
com o judicioso uso do próprio poder,
particularmente advindo dos recursos financeiros
e policiais.
O ponto
crítico do conflito entre Colômbia,
Equador e Venezuela, com mobilização
de tropas deste último, gerado pelo
ataque às forças da guerrilha
em território equatoriano por tropas
regulares da Colômbia quando foi atingido
mortalmente o segundo homem das FARC, Raúl
Reys, parece ter sido superado e saiu do
noticiário, especialmente nas manifestações
de apoio, mas que ressurge em forma de apelo
à pacificação, de enfraquecimento,
de esvaziamento, sem, no entanto, valorizar
as ações do presidente Uribe
da Colômbia, para no futuro substituí-lo
por alguém afinado com a esquerda
dos países circunstantes.
Ingrid
Betancourt em entrevista à televisão
diz que é de esquerda como Lula e
que esse pode ajudar na pacificação,
assim como Chávez. Por outro lado,
revela em várias oportunidades todo
sofrimento vivido no cativeiro por seis
anos, convivendo com mosquitos, doenças,
acorrentada, torturada, com pés descalços
na mata agressiva, castigada, alvo de atentados
sexuais, mas que rebate as críticas
de Álvaro Uribe contra as FARC, qualificando-as
como uma linguagem de ódio e extremista.
Atrai simpatias pelo sofrimento, quase perdoando
seus algozes.
Assim, mostra
que chegou a hora de neutralizar essas forças,
o que não vai ser fácil, pelo
viés narcotraficante que não
interessa abertamente ao movimento pacifista,
mas que se possa reduzi-lo aos níveis
existentes em outros países, como
bandos nucleados e rivais, mantendo o ataque
sobre Uribe.
Quanto ao
resgate, há que se considerar o valor
dos recuperados, como o da ex-senadora Ingrid,
com o demonstrado engajamento do presidente
da França, três norte-americanos,
soldados e policiais colombianos, que impunha
o extremo cuidado da narcoguerrilha com
esses ilustres prisioneiros. Daí
a surpresa da ação sem um
tiro sequer, difícil de acreditar,
recuperando 15 reféns.
Ao que consta tudo realizado em um prazo
muito curto para infiltrar um agente nas
FARC, composta de combatentes incontestavelmente
experientes, por seu longo tempo de luta
— quatro décadas, 700 reféns,
grande zona liberada — e realizar
a operação com quatro tripulantes
de helicóptero, cinco delegados da
suposta missão humanitária,
médico, enfermeira e uma falsa equipe
de comunicação social, com
operador de câmara e jornalista.
Infiltrar
esse agente não seria tarefa fácil
e muito menos convencer os chefões
de que a transferência de tão
valiosos reféns feita por essa equipe
desconhecida e humanitária, fosse
executada sob controle de dois guardas,
parece, prontamente dominados durante o
vôo, ao invés de um efetivo
de segurança proporcional ao número
e à qualificação dos
prisioneiros, dentre os quais militares
e policiais, mais os “humanitários”,
em torno de 28 pessoas.
Admissível,
portanto, um caminho alternativo que pode
ter sido seguido. Ou mais de um. Negociação
entre as FARC e um grupo interessado, sem
a participação do governo
colombiano, mediante pagamento de resgate
e/ou compromissos políticos futuros
de interesse de ambos, tendo por meta a
pacificação e a chegada ao
poder, como Lula, Chávez, Morales,
Caldera, etc.
O Brasil
tem dado o exemplo com destaque ao presidente
Lula, por parte da imprensa internacional,
como líder na América do Sul,
diferente de como sentimos, ensinando como
percorrer uma aparente via pacífica,
vivendo em uma falsa democracia, com a polícia
e o dinheiro no controle de tudo.
O emprego
da Polícia Federal tem assustado
e o ministro do STF Gilmar Mendes falou
muito claro, alertando que não podemos
viver em um Estado policial e com ações
espetaculosas, que geram manchetes combinadas
com a política assistencialista do
coronelismo institucionalizado, como por
exemplo, no jornal Extra, de 9 de julho,
Endinheirados atrás das grades, para
mostrar que acusados de crimes do colarinho
branco vão presos, não somente
os pobres.
Estranha-se pois, os endinheirados presos,
Daniel Dantas e Naji Nahas, são acusados
de lavagem de dinheiro advindo dos desvios
de recursos públicos lá do
mensalão, mas como os recursos lhes
chegaram às mãos sem a participação
do administradores públicos desses
recursos, que não foram presos na
mesma oportunidade, com luz, câmara
e ação de uma só TV,
também tudo combinado.
E os outros,
Dirceu, Genuíno, Valério,
Roberto, Paulo, que eram acusados, não?
O elo do grupo com o governo e o congresso
que seria Eduardo Greenhalgh do PT, no esquema
da Folha, teve o pedido de prisão
não aceito. Ora, se não há
provas da origem do dinheiro desviado e
por quem, como acusar alguém da lavagem
desse rotulado dinheiro. A investigação
só dá resultado contra os
não do governo e não petistas.
O ministro Mendes foi uma voz isolada, enquanto
pelo governo, o presidente, o ministro da
Justiça (mais de uma vez e enfaticamente
que agora se prende rico também)
e o chefe da Polícia Federal, defenderam
com veemência as suas posições.
Interessante observar que o chefe de Polícia
é bem ouvido e não criticado.
O mesmo não se dá quando um
comandante militar ou general se pronuncia.
Por trás da refrega dos Poderes,
a comunicação do governo prevalece
substancialmente quando demonstra que os
seus órgãos investigam e prendem
bandidos ricos, e a Justiça os libera.
Esta é a lição que
se passa a Chávez e Caldera e se
pretende implantar na Colômbia.
No contexto se dá a recriação
da Quarta Frota da Marinha Norte-Americana
para a América Latina e o Caribe.
Os senadores Eduardo Suplicy (PT/SP), João
Pedro (PT/AM), Pedro Simon (PMDB/RS) e Cristovam
Buarque (PDT/DF) foram à Embaixada
dos Estados Unidos manifestar preocupação.
A deles é outra e não vão
mudar.
O mais grave, é que empregam os militares
no miudinho da Providência, em tarefa
de importância ligada à habitação
no nível municipal, quando as autoridades
fardadas deviam se manifestar nos momentos
azados diante dos desmandos reinantes, da
falta de harmonia dos Poderes constituídos,
das invasões, da fragmentação
anunciada, da instabilidade política,
da frota que eles do norte reeditam e nós
não temos, repetindo e mantendo aceso
o alerta dado pelo Gen Augusto Heleno. As
Forças Armadas não servem
a governos.
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Fronteira não
pode ficar "a reboque" de índios,
diz general
HUDSON
CORRÊA
SÉRGIO LIMA
da Folha de S.Paulo,
em Brasília
A política indígena
do governo brasileiro, complacente com a
atuação de ONGs estrangeiras
na fronteira amazônica, ameaça
a soberania nacional.
A afirmação é do general-de-brigada
Luiz Eduardo Rocha Paiva, comandante de
2004 a 2006 da escola que prepara os oficiais
superiores do Exército.
Paiva, 56, endossou em entrevista à
Folha as críticas do general Augusto
Heleno, responsável pelo CMA (Comando
Militar da Amazônia), quando eclodiu
o conflito entre arrozeiros e índios
na reserva Raposa/Serra do Sol (Roraima).
"Eu acho que na faixa de fronteira
tem que ter cidades, vilas, comércio.
A terra indígena impede o surgimento.
Somos 190 milhões de habitantes.
Não podemos ficar a reboque de 700
mil [índios]", disse.
O general acha que, como estão pouco
povoadas, as reservas na área de
fronteira podem virar territórios
autônomos: "Se o brasileiro não-índio
não pode entrar nessas reservas,
daqui a algumas décadas a população
vai ser de indígenas que, para mim,
são brasileiros, mas para as ONGs
não são. Eles podem pleitear
inclusive a soberania".
Paiva afirma que o Estado "não
se faz presente". "A Amazônia
não está ocupada. É
um vazio. Alguém vai vir e vai ocupar.
Se o governo não está junto
com as populações indígenas,
tem uma ONG que ocupa. As ONGs procuram
levar as populações indígenas
a negar a cidadania brasileira. Elas atuam
sem o controle do Estado brasileiro. Ligadas
a interesses estrangeiros, são um
perigo."
O risco maior, segundo o general, está
na região entre Roraima e Amapá,
devido à influência de Inglaterra
(sobre a Guiana), França (Guiana
Francesa) e Holanda (Suriname) e aos interesses
dos EUA. "Eu acho que podemos perfeitamente
caracterizar a ameaça e dizer o nome
desses atores."
Na fronteira com a Venezuela e com a Guiana,
na região da Raposa/Serra do Sol,
o Exército mantém pelotões
especiais, mas o general diz que isso de
pouco adianta. "O pelotão de
fronteira não defende nada. É
preciso uma ação de presença
importante, mas para vivificar. Vivificar
com gente brasileira, inclusive com o índio."
Paiva, que passou à reserva em julho
passado, disse que "a cobiça
pelas riquezas" da Amazônia é
o assunto principal da Eceme (Escola de
Comando e Estado-Maior do Exército),
que fica no Rio de Janeiro.
"Quando eu cheguei ao comando da escola,
já era o assunto mais importante.
Eu continuei estimulando para que o assunto
mais importante, a ser estudado, fosse a
Amazônia em relação
à ameaça", afirmou.
As idéias do general ainda circulam
no meio militar. Ele deve publicar em breve
artigo sobre ameaça à Amazônia
na revista "Idéias em Destaque"
do Instituto Histórico-Cultural da
Aeronáutica. Em 2006, o general publicou
um artigo na revista da Eceme sobre "vulnerabilidade,
cobiça e ameaça" à
Amazônia. O material foi republicado
na edição de março
e abril na "Military Review",
edição brasileira.
N.R. deste Portal
Compartilham dessa opinião também
os Almirantes Roberto Gama e Silva
e Sergio Tasso Vásquez de
Aquino. Vejam os artigos por eles
assinados neste portal.
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BREVE
NOTA SOBRE O SUBSOLO DE RORAIMA
O subsolo de RORAIMA, estado situado no
setentrião brasileiro e totalmente
encaixado no Hemisfério Norte, é
um bom exemplo para reflexão dos
brasileiros, normalmente descuidados, por
apresentar bom potencial mineral, por enquadrar-se,
quase totalmente, no regime especial da
Faixa de Fronteiras, por acomodar diver-sas
comunidades indígenas e por estar
na mira de numerosas “Organizações
Não Governamentais” estrangeiras.
Cerca de dois terços
do estado assenta-se na grande unidade Pré-cambriana,
conhecida como “Escudo das Guianas”,
outrora parte da Placa Amazônica que
deu origem à América do Sul.
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Ficam fora das áreas cratônicas
(áreas do cristalino), apenas um
trecho situado a nordeste, denominado “Fossa
do Tacutú”, medindo aproximadamente
17 mil quilômetros quadrados no território
brasileiro, e outro segmento distribuído
nas duas margens do
rio Branco, desde a foz até um pouco
a jusante de Caracaraí, cujos 47
mil quilômetros quadrados incluem-se
na sinéclise do Amazonas. Essas duas
áreas, vale esclarecer, exibem
coberturas sedimentares fanerozóicas.
Bem ao norte do estado,
nas latitudes onde começa o Brasil,
despontam as coberturas sedimentares de
plataforma, aqui denominadas como “Grupo
Roraima”, que compõem a seqüência
geomorfológica conhecida como “Planalto
Sedimentar de Roraima”, resultado
dos choques entre as Placas Tectônicas
da América do Sul e da América
do Norte, antes da ligação
feita pelo Istmo do Panamá. O planalto
é notável por exibir altitudes
compreendidas entre 1.000 e 3.000 metros.
O grande bloco contínuo do planalto
forma parte da linha demarcatória
com a Venezuela e a Guiana, incluindo os
montes Roraima, Caburaí, Uailan,
Paracanari e Sol, além do segmento
da serra Pacaraima compreendido entre os
rios Cotingo e Miang. Caminhando para oeste,
junto à fronteira, há vários
testemunhos isolados do Grupo Roraima, como
o são as serras de Tepequém,
Surubaí, Uratanin, Uafaranda, Melo
Nunes e Surucucus.
Os
conglomerados basais do Grupo Roraima são
propícios à prospecção
dos diamantes e do
ouro, os primeiros, com certeza, oriundos
de chaminés kimberlíticas
recobertas pelos sedimentos. Na serra dos
Surucucus foram detectadas fortes anomalias
cintilométricas, indicando a presença
de minerais radioativos, provavelmente o
tório. A ilmenita, um dos minérios
de titânio, também aparece,
com freqüência, nos pláceres
forma-dos pela desagregação
dos conglomerados basais.
Atenção
especial deve ser dispensada aos diamantes
garimpados no estado, quase todo descaminhado
para outras plagas. Note-se, pela relevância,
que desde 1912 são conhecidas as
ocorrências de diamante em Roraima.
Outra presença
importante na geologia roraimense é
a dos corpos graníticos, representados
pelas Serras do Mel, Surucucus e Mapuera.
O Granodiorito Serra do Mel, exposto principalmente
em torno do paralelo 04º N, dos limites
com a Guiana até a Serra de Tepequém,
é um ambiente propício para
as mineralizações sulfetadas,
sobretudo de cobre e molibdênio. Os
corpos graníticos de Surucucus contêm
depósitos de cassiterita, além
da possibilidade de alojarem tantalita,
columbita, wolframita, fluorita, ouro e
topázio, além de minerais
radioativos. O Granito Mapuera, localizado
nas proximidades da divisa com o Amazonas,
é, comprovadamente, um hospedeiro
de cassiterita e de uma série de
outros minerais, inclusive o ítrio.
Também
é importante assinalar, nesta altura,
quando se menciona a presença de
columbita, minério de nióbio,
que a grande reserva desse mineral de liga,
deveras estratégico, não se
localiza em Roraima, mas em terras do Amazonas:
é o Complexo Carbonatítico
dos Seis Lagos, situado a uns 80 quilômetros
a nordeste de São Gabriel da Cachoeira,
antigamente Vaupés ou Uaupés.
Roraima
ainda exibe corpos alcalinos pré-cambrianos,
como o Sienito Surucucus, que são
ambientes potenciais para mineralizações
de titânio, zircônio, nióbio,
tântalo, lítio, cobre, fósforo,
ouro e minerais radioativos.
Os corpos
básicos e ultra-básicos localizados
no estado, como o Diabásio Pedra
Preta e os de Tepequém, apresentam
possibilidades para a prospecção
de cobre, níquel e cromo.
Há ainda, no subsolo roraimense seqüências
vulcânicas ácidas e intermediárias,
como a Formação Surumu. Todavia,
são limitadas as possibilidades metalogenéticas
dessas seqüências, que poderiam
hospedar minérios sulfetados, além
de ouro, prata e galena.
Finalmente,
as áreas cristalinas de Roraima ainda
contam com seqüências metassedimentares-metavulcânicas,
semelhantes àquelas do Grupo Grão
Pará (Carajás) e Vila Nova
(Amapá). É o Grupo Cauarane,
hospedeiro usual de ferro, manganês,
cobre, zinco, chumbo, ouro e prata.
No Mesozóico, houve deposições
na Fossa do Tacutú de seqüências
vulcano-sedimentares, Grupo Rewa, pouco
testado, mas que poderia alojar evaporitos
e óleo, sendo que esta última
possibilidade está praticamente descartada,
depois das pesquisas feitas no outro lado
da fronteira, na Guiana, por diversas empresas
petrolíferas.
Embora o
subsolo de Roraima seja, ainda, pouco pesquisado,
deduz-se do que foi apresentado, que poderá
ele contribuir de modo relevante para o
desenvolvimento do país.
Entretanto,
para isso faz-se necessário modificar
a legislação em vigor, inclusive
a Carta Magna, de modo a impedir que as
multinacionais da mineração
possam dominar o subsolo do estado e o do
próprio país.
Um esforço
muito grande foi desenvolvido por ocasião
da Assembléia Nacional Constituinte,
que aprovou a última Constituição,
para reservar a pesquisa e a lavra do subsolo
para as empresas brasileiras de capital
nacional (empresa brasileira, segundo a
legislação, é toda
aquela inscrita nas Juntas Comerciais, mesmo
que formadas por sócios estrangeiros,
não residentes no país). Infelizmente,
o furacão neoliberal que varreu o
país, sob a batuta do Sociólogo
Fernando Henrique Cardoso, retirou das mãos
dos brasileiros o privilégio, deixando
os bens armazenados no subsolo à
mercê de qualquer empresa de mineração
registrada em Juntas Comerciais.
Isso
é um erro gravíssimo, pois
sendo os minerais bens escassos, não-renováveis
e assimetricamente dispostos no globo terrestre,
a sua exploração deve, obrigatoriamente,
ser reservada para as empresas brasileiras
de capital nacional, de modo a propiciar
um controle mais efetivo sobre os ritmos
e escalas de extração dos
minérios e sobre a destinação
dos mesmos.
TUDO PELA PÁTRIA
Roberto Gama e Silva
Almirante Reformado
Rio de Janeiro, em 30 de maio de 2008.
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*Ernesto Caruso, 11/08/2003
Volta e meia circula
pela Internet um mapa, onde a Amazônia
não é parte do nosso território,
dito como parte de um livro didático norte-americano,
logo a seguir desmentido, de certo modo ridicularizando
tal divulgação. Fazem comentários,
particularmente quanto ao idioma inglês,
mal escrito. Não se sabe se a fonte não
é a mesma, exatamente para enfraquecer
a preocupação dos patriotas quanto
à ambição internacional sobre
a área, plena de recursos naturais e de
vazios demográficos. Não necessariamente
para invadi-la, ocupá-la, se motivo maior
não houver segundo seus critérios
de avaliação, mas para controlá-la,
explorando-a sob o beneplácito de governos
títeres, ou mantê-la como reserva
aos seus interesses.
O mapa posto em
dúvida não é nada diante
do que faz o SOS Mata Atlântica ao estampar
a Bandeira Nacional desfigurada, como motivação,
em busca de um apoio altamente justificado para
sua recuperação e conservação,
no interesse de todos nós brasileiros.
Injustificável mutilação,
a despeito de pretender chamar a atenção
para a questão.
Algumas ações
são aceitas mansamente e outras repudiadas.
Enquanto alguns
sem terra são vistos com bons olhos invadindo
propriedades estabelecidas, na beira de estradas
e do asfalto, outros, desbravadores vão
ocupando na marra sem apoio os vazios demográficos.
Nova Linha de Tordesilhas. Errando, desmatando,
não muito diferente dos irmãos do
norte, nas suas corridas para o oeste, com peles-vermelhas,
epopéias, filmes e dólares nos bolsos.
Deles.
Por isso,
uma Proposta de Emenda Constitucional pela Amazônia
e para o Brasil, a começar pelo
clamor em prol de uma sólida integração,
inserindo um Parágrafo Único no
Art. 12, assim, “O dia 19 de Abril é
considerado o Dia da Nacionalidade, representando
a união das etnias, na Batalha de Guararapes,
em 1648, de índios - os brasileiros primitivos
– negros e brancos.” Ou o “Dia
da Etnia Brasileira”. Reforçando
o Art. 19, III, onde consta a vedação
de “criar distinções
entre brasileiros ou preferências entre
si.”
Outra inclusão,
com o empenho de vivificação da
fronteira ao norte, ampliando o § 2º
do Art. 20, que trata de faixa dos 150 Km, com
os seguintes dizeres, ou outros que melhor traduzam
a necessidade: “Deve merecer prioridade
a faixa correspondente à Região
Amazônica, sem qualquer exceção,
para onde serão destinados efetivos das
Forças Armadas, de acordo com as suas características,
para o estabelecimento e apoio, no mínimo,
de Colônias Militares.” A lei ordinária
poderia, ainda, proporcionar incentivos a médicos,
dentistas e farmacêuticos, formados por
universidades públicas, ou aquinhoados
com crédito educativo, de modo que pudessem
transmitir a outros parte do que receberam, saldando
compromissos com a Nação, associado
ou não ao serviço alternativo.
Por certo,
vão alegar ser uma situação
temporária, imprópria à Constituição,
mas lá vão mais de quinhentos anos
de História, provando o contrário.
Ontem, hoje e sempre, as ações,
declarações e ameaças, estiveram,
estão e estarão presentes. Em cada
época a razão do momento.
*Ernesto Caruso é Coronel Reformado do
EB.
|
| Posição
firme, clara, expressa e oportuna
*Ernesto
Caruso, 14/06/2008
Foi
assim com a questão indígena abordada
pelo Gen Augusto Heleno, Comandante Militar da
Amazônia, posição firme, clara,
expressa e oportuna.
Tanto
deu certo que o governo Lula em simultânea
e hábil orquestração afinada
com a imprensa cativa, tem feito de tudo para
superar a forte e incisiva ação
do Exército, nas palavras daquele oficial-general,
porquanto identificada com o Alto-Comando dirigente
da Força. Exceção feita para
o telejornal da Band, que mantém vivas
a imagem e as palavras daquele líder militar,
exemplo que deve ser seguido, principalmente pelas
entidades militares.
O
dito governo, caracterizado por aberrações
administrativas de toda a ordem e escândalos
sucessivos, nauseantes e repulsivos mesmo, substituiu
a ministra do Meio Ambiente, criou um Plano Amazônia
Sustentável (PAS), teatralizou com índios
e cocares, discursos, palanques e festas, com
reprodução exaustiva e televisiva,
para enfumaçar, esvaziar e retirar da mídia
a reprimenda — não há dúvida
de que o foi e a sociedade assim entendeu —
da cúpula do Exército à caótica
política indigenista, agora, um tanto tardiamente,
trazida a público, pela demarcação
e homologação da reserva de Raposa
Serra do Sol, em Roraima, que já tem quase
a metade do seu território com repetida
destinação. É bom lembrar
esse despautério, verdadeira dilaceração
provocada pela incúria de governos irresponsáveis.
Mas,
as coincidências continuam e a última
foi patrocinada pelos fatos e fotos tristes e
desencontrados do gênero a gaiola das
loucas, mesclando drama, música, imitação,
plumas, transformação e mistério
tão a gosto da platéia anestesiada
pelo tema novelista ou patrulha-balanço-urgente-policia-ladrão.
Deram início pela publicação
na revista Época e depois foi só
aguardar o desdobramento, que veio sem plumas
e brilhos, mas com farda pela metade, sem garbo,
nem pompa, mas com gritos e histeria. O momento
é intrigante. A parada gay, o seminário
com a presença do presidente e senhora,
bandeiras, bonés e arco-íris.
Mais
um palanque político. Próceres do
PT são convocados, como se estivessem na
cochia. Dias e dias alimentando e curtindo o assunto.
Entrevistas com especialistas em direito e direitos
humanos, mais políticos e autoridades civis,
se sucedem para ditar regras ao segmento militar
da sociedade. Claro que o escândalo Variglog
perde espaço, não como o governo
esperaria, pois Câmara e Senado não
fazem outra coisa do que digladiar por CPI escorregadia,
ficando em segundo plano a fragmentação
do país pela partilha indígena-quilombola
e venda de terras a estrangeiros nas barbas desse
alienado parlamento.
Alguém há de perguntar, porque não
há movimento de rua face a esse mar de
esgoto. Muito simples, os movimentos estudantil
e sindical estão no governo e o MST substituiu
o protesto do passado pela invasão no presente,
em grande escala como adestramento militar com
esmerada ação de coordenação
e controle no nível nacional. Exceto para
governadores de outros partidos, como p.ex., da
governadora Yeda Crusius do Rio Grande do Sul,
onde se viu a bandeira da CUT em profusão
nas ruas de Porto Alegre, por conta de um escândalo
local muito menor do que todos os somados por
gente próxima ao presidente da República,
a partir do ex-ministro Dirceu. Não apareceram
bandeiras das entidades contra Lula, mas invasões
até do Congresso, cujas comemorações
não se realizam (é bom levantar
e divulgar a cada ano). Como deve estar dizendo
o espírito de Ulisses Guimarães:
Tenho nojo dessa gente que invade o Congresso.
O caso dos sargentos gays não pode ser
melhor para ser explorado. Além de dar
trabalho à mídia no desvio da atenção
popular sobre os escândalos do governo central,
pretende desqualificar o Exército como
perseguidor das minorias.
Como se sabe, o crime e as transgressões
disciplinares estão previstos nas leis
e regulamentos, a começar pelo Art. 5°,
LXI, da CF/88, assim "ninguém
será preso senão em flagrante delito
ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade
judiciária competente, salvo nos
casos de transgressão militar ou crime
propriamente militar, definidos em lei".
Lá
no Art. 243/CPPM: "Qualquer pessoa
poderá e os militares deverão
prender quem for insubmisso ou desertor,
ou seja encontrado em flagrante delito."
Do Regulamento Disciplinar do Exército
(RDE), Dec nº 4.346/2002, já o assinado
pelo ex-presidente Fernando Henrique, com alterações
do que era tradição, expõe
no Art. 14: “Transgressão
disciplinar é toda ação praticada
pelo militar contrária aos preceitos estatuídos
no ordenamento jurídico pátrio ofensiva
à ética, aos deveres e às
obrigações militares, mesmo na sua
manifestação elementar e simples,
ou, ainda, que afete a honra pessoal,
o pundonor militar e o decoro da classe.”
Assim,
independentemente da acusação do
crime de deserção, o fato de se
assumir um efetivo convívio homossexual
afeta a honra, o pundonor e o decoro da classe.
Fere a coesão, imprescindível elo
nas ações de combate, e solapa o
alicerce da disciplina. Só entende quem
é da caserna. Descoberto um capitão
que anda aliciando soldados, que os coloca na
sua barraca, ou caçando homens pela cidade,
surge uma reação imediata de repulsa
dos tenentes que nem a continência —
sinal de respeito ao superior — querem lhe
prestar, por obrigação regulamentar.
Caco, fragmentação, ruptura que
não pode ser incorporada.
Nem que políticos no afã de auferir
votos, queiram mudar a lei ou fazer média
para livrar os transgressores, os GENERAIS com
letra maiúscula, poderão aceitar.
Nem os CORONÉIS com letra maiúscula
deverão aceitar. Nem os CAPITÃES
com letra maiúscula irão aceitar.
Cumprirão sim, com a obrigação
moral e legal de punir o infrator.
O Art. 32 desse RDE é peremptório:
“Licenciamento e exclusão a bem da
disciplina consistem no afastamento,
ex-officio, do militar das fileiras do Exército,
conforme prescrito no Estatuto dos Militares.
§ 1º O licenciamento a bem da disciplina
será aplicado pelo Comandante do Exército
ou comandante, chefe ou diretor de OM à
praça sem estabilidade assegurada, após
concluída a devida sindicância, quando:
I - a transgressão afete a honra
pessoal, o pundonor militar ou o decoro da classe
e, como repressão imediata, se torne absolutamente
necessário à disciplina;”
Também
não é só o caso dos sargentos.
Circula pela Internet a foto de um major em trajes
sumários na parada gay, juntamente com
a sua foto, fardado com nome e sobrenome; fato
que deveria ser apurado e esclarecido pelas autoridades
militares. A coesão é mais ameaçada
se os comandantes, senhores da ordem, são
poupados e acobertados. Se verdade, o tal major
deveria ser punido por falta de decoro, para não
ficar patente uma perseguição às
praças.
A relação das transgressões
vincula o desvio disciplinar a delitos com tipificação
quer como crime ou contravenção
penal: 9, “Deixar de cumprir prescrições
expressamente estabelecidas no Estatuto dos Militares
ou em outras leis e regulamentos, desde que não
haja tipificação como crime ou contravenção
penal, cuja violação afete
os preceitos da hierarquia e disciplina, a ética
militar, a honra pessoal, o pundonor militar ou
o decoro da classe;”; 40, “Portar-se
de maneira inconveniente ou sem compostura;”...
68, “Usar o militar da
ativa, em via pública, uniforme inadequado,”;
...86, “Desconsiderar ou
desrespeitar autoridade constituída;”...
98, “Desacreditar,
dirigir-se, referir-se ou responder
de maneira desatenciosa a superior hierárquico;”
99, “Censurar ato de superior hierárquico
ou procurar desconsiderá-lo seja
entre militares, seja entre civis;” 100,
“Ofender, provocar, desafiar, desconsiderar
ou procurar desacreditar outro militar,
por atos, gestos ou palavras, mesmo entre civis.”
101, “Ofender a
moral, os costumes ou as instituições
nacionais ou do país estrangeiro em que
se encontrar, por atos, gestos ou palavras;”;
112, “Exercer a praça,
quando na ativa, qualquer atividade comercial
ou industrial, ressalvadas as permitidas pelo
Estatuto dos Militares;”
Por
outro lado, o ser militar é sacramentado
em COMPROMISSO, previsto em lei, como dita o Estatuto
do Militar no seu Art. 32, “Todo
cidadão, após ingressar em uma das
Forças Armadas mediante incorporação,
matrícula ou nomeação, prestará
compromisso de honra, no qual afirmará
a sua aceitação consciente
das obrigações e dos deveres militares
e manifestará a sua firme disposição
de bem cumpri-los.”
A grande nação do norte,
da Estatua da Liberdade, sem dúvida,
beligerante e com poder militar incomparável,
não teve as Forças Armadas enfraquecidas
pela aceitação da homossexualidade
a despeito das campanhas do candidato Bill Clinton
e posterior ascensão à presidência
dos Estados Unidos.
Lá, com toda a pregação
da liberdade é assim, a homossexualidade
é incompatível com o serviço
militar:
-
“Under “don’t ask, don’t
tell,” any servicemember who acknowledges
his or her homosexuality by word or deed is discharged.
Between 1994 and the end of 2001, more than 7,800
servicemembers were forced out of the military
because of the policy.” (www hrw org )
A lei que Obama e os Clinton querem revogar:
- Pub. L. No. 103-160, § 546, 107 Stat.
1670 (1993) (codified at 10 U.S.C. A. § 654
(West Supp. 1995)). The statute provides: §
654. Policy concerning homosexuality in the armed
forces (4) The primary purpose of the armed forces
is to prepare for and to prevail in combat should
the need arise. (5) The conduct of military operations
requires members of the armed forces to make extraordinary
sacrifices, including the ultimate sacrifice,
in order to provide for the common defense. (6)
Success in combat requires military units that
are characterized by high morale, good order and
discipline, and unit cohesion. (7) One of the
most critical elements in combat capability is
unit cohesion, that is, the bonds of trust among
individual service members that make the combat
effectiveness of a military unit greater than
the sum of the combat effectiveness of the individual
unit members. (8) Military life is fundamentally
different from civilian life in that- (A) the
extraordinary responsibilities of the armed forces,
the unique conditions of military service, and
the critical role of unit cohesion, require that
the military community, while subject to civilian
control, exist as a specialized society; and (B)
the military society is characterized by its own
laws, rules, customs, and traditions, including
numerous restrictions on personal behavior, that
would not be acceptable in civilian society. (9)
The standards of conduct for members of the armed
forces regulate a member's life for 24 hours each
day beginning at the moment the member enters
military status and not ending until that person
is discharged or otherwise separated from the
armed forces. (10) Those standards of conduct,
including the Uniform Code of Military Justice,
apply to a member of the armed forces at all times
that the member has a military status, whether
the member is on base or off base, and whether
the member is on duty or off duty. (11) The pervasive
application of the standards of conduct is necessary
because members of the armed forces must be ready
at all times for worldwide deployment to a combat
environment. (12) The worldwide deployment of
United States military forces, the international
responsibilities of the United States, and the
potential for involvement of the armed forces
in actual combat routinely make it necessary for
members of the armed forces involuntarily to accept
living conditions and working conditions that
are often spartan, primitive, and characterized
by forced intimacy with little or no privacy.
(13) The prohibition against homosexual conduct
is a long-standing element of military law that
cotinues to be necessary in the unique circumstances
of military service.
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