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BENGALA DE UMBIGO

Descrição do artefato: Bengala flexível em couro bovino.
Na verdade, construída de uma outra parte da anatomia do boi, o pênis, amputado, curtido e esticado até o comprimento adequado. Medida: 92 centímetros.

Pertenceu ao professor e jornalista Flavio Pinto Ramos, que a herdou do avô materno o médico Manoel Pinto, colecionador de bengalas. Muito flexível, não servia como apoio.
Quando chegou ao Brasil para tentar nova vida, o médico Manoel Pinto ganhou a peça de um amigo que conhecera em Portugal, mas que havia imigrado bem antes.
O amigo português, no ato do presente disse da estranha finalidade do artefato:

“Serve para espantar cães agressivos e para espancar negros atrevidos”

Diante do horror do médico, que era maçom e abominava a crueldade, acrescentou:
“Essa bengala, apesar de antiga jamais foi usada”
Em homenagem aos Povos Africanos que contribuíram com seu sacrifício e seu sangue para a formação desta grande Nação Brasileira
No dia 13 de maio de 2002
O professor doou-a à Museóloga Dra. Juracy Arruda Caetano da Silva, Diretora do Museu do Negro “para que dela faça o uso que desejar”.

N.R Atualmente o artefato encontra-se em exposição no MUSEU DO NEGRO
Rua Uruguaiana, 77 tel. (21) 2224 2957 - E.mail: irmandade@ irmandade.org.br
FPR

 

 
     
  Conselho Regional de Museologia RJ - COREM


Notícias On Line nº 043.
17/11/2008


Museólogos e Museólogas,

O Conselho Federal de Museologia estabeleceu o calendário eleitoral para renovação das vagas de Conselheiros do COFEM/COREM que obedecerá as seguintes datas:

a) Até 21.11.2008 - Recebimento das candidaturas;

b) Até 24.11.2008 - Comunicação do deferimento ou indeferimento aos candidatos, através de telegrama;

c) Até 25.11.2008 - Data limite para recebimento de recursos;

d) Até 28.11.2008 - Prazo final para julgamento e comunicação dos recursos;

e) De 01.12.2008 a 10.12.2008 - Divulgação dos nomes dos candidatos aos COREM’s e COFEM;

f) Até 01.12.2008 - Data limite para convocação para as eleições;

g) Dias 11 e 12.12.2008 - ELEIÇÃO;

* obs.: NÃO RECEBEREMOS PAGAMENTO DE ANUIDADE NOS DIAS DA ELEIÇÃO – O PAGAMENTO SERÁ EFETUADO NAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS.

h) Dia 12.12.2008 - Apuração dos votos e divulgação dos resultados, para categoria e COFEM;

i) Dia 15.12.2008 - Posse dos eleitos e eleição da diretoria 2009.

j) 31.12.2008 - Término dos atuais mandatos;

Para efetivar sua candidatura, o Museólogo deverá apresentar requerimento de inscrição e um breve curriculum vitae de no máximo uma lauda, contendo informações sobre: graduação ou pós-graduação em Museologia; participação no sistema COFEM-COREM’s; atividades atuais, instituição na qual trabalha, entre outras;

Os requisitos de elegibilidade do Museólogo, constantes da Resolução nº 001/1989, em seu Art.8º e a Resolução 03/2008, são:
I - Ser cidadão brasileiro nato ou naturalizado;
II - Encontrar-se em pleno gozo de seus direitos profissionais e civis;
III - Possuir registro no COREM há mais de 01 (um) ano;
IV - Estar inscrito no COREM onde exerça atividade profissional;
IV - Inexistir condenação e pena superior, em virtude da sentença transitada em julgado;
V - Estar quite com a Tesouraria do COREM;
VI - Não estar sendo indiciado ou cumprindo penalidade por infração ao Código de Ética Profissional do Museólogo;
VII - Não ocupar nem exercer função, emprego ou qualquer atividade remunerada em Conselhos de Museologia;
VIII - Não ter perdido mandato eletivo em Conselho de Museologia, excluindo o caso de renúncia;
IX - Não ser Membro Efetivo ou Suplente de COREM, com mandato em exercício;
X - Não ter sido destituído de cargo, função ou emprego por prática de ato de probidade na administração pública ou privada, em virtude de sentença transitada em julgado.
Contamos com vocês!
Cordialmente,
Diretoria
Presidente:
Alexandre Valadão Rios
Vice Presidente:
Marco Aurélio M. Caldas
Tesoureira:
Vera Lúcia de Carvalho Finkel
1ª Secretária:
Elaine de Souza Carrilho
2ª Secretária:
Roseane Silva Novaes

 
 

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EDITORIAL

A luta continua...”
Iniciamos nosso editorial com a memorável frase que tantas vezes foi pronunciada pelo ex-sindicalista Luis Ignácio Lula da Silva.
É verdade que, atualmente, no exercício da Presidência da República, esqueceu os direitos dos trabalhadores e repete o gesto daqueles que já ocuparam sua cadeira.
Lamentavelmente, o Ministério da Cultura, ainda, não atendeu as reivindicações dos seus funcionários e as diversas instituições museológicas continuam de portas fechadas.

Situação lastimável e vergonhosa para o contingente de turistas que estarão na Cidade do Rio de Janeiro por ocasião dos Jogos Pan-americanos. Infelizmente, serão privados de conhecer um pouco da história nacional preservada nos museus cariocas.
Reproduziremos, neste número, a matéria “Museus à beira de um ataque de nervos”, de Sucena Shkrada Resk, publicada na Revista Desafios do Desenvolvimento do IPEA, nº 33 de abril/2007 e a feliz crônica “Sorria, você está num museu!” de Tutty Vasques, publicada na Veja Rio de 20 de junho/2007.

Informamos que a Secretária, Fabiana Ferreira, estará de férias entre 13 de julho e dia 16 de agosto. A diretoria atenderá toda quinta-feira das 14 às 17 horas.


MUSEUS À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS

Por Sucena Shkrada Resk, de São Paulo


O Brasil conta com cerca de 2,3 mil instituições museológicas ativas, mas praticamente todas sofrem com a falta de público, de recursos e de profissionais qualificados. Atualmente, 76 estão com as portas fechadas. As esperanças do setor depositadas no Sistema Brasileiro de Museus, um novo regime de gestão que começou a ser implantado em 2003.

Museus públicos e privados brasileiros enfrentam hoje uma batalha diária para garantir a sobrevivência no mercado cultural. Falta de recursos para melhorar a infra-estrutura, a programação e o acervo, além de carência de mão-de-obra qualificada, são as principais dificuldades apontadas pelas instituições. Das 2.285 unidades distribuídas no país, 76 estão com as portas fechadas, enquanto outras centenas convivem com o fantasma da crise. As estatísticas integram o Cadastro Nacional do Departamento de Museus e Centros Culturais do Instituto do Patrimônio Artístico Nacional, do Ministério da Cultura (Iphan/Minc).

Um dos anúncios mais recentes foi o fechamento em março, por tempo indeterminado, do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil (Mian), no Rio de Janeiro, coordenado pela Fundação Lucien Finkelstein. À procura de parceiros, atualmente a instituição conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, na cobertura a um terço de suas despesas.O espaço cultural inaugurado em 1995 é considerado um dos mais importantes representantes mundiais do gênero de pintura intitulado de ingênuo e primitivo, com um acervo superior a 6 mil obras, algumas do século XV.
“Não temos previsão de reabertura. Por enquanto, atenderemos visitas agendadas e monitoradas com no mínimo dez pessoas. O museu aberto custa muito caro, desde a folha de pagamento até as contas de consumo. Nos últimos anos, tivemos dificuldades para consolidar projetos com a iniciativa privada e com outras fontes de recursos públicos. Estamos concentrando esforços nesse sentido para mudar esse quadro,” afirma a diretora da instituição, a museóloga Jacqueline Finkelstein.

Ao completar 60 anos, o maior acervo de arte moderna da América Latina, o Museu de Arte Moderna de São Paulo – Assis Chateaubriand (Masp), também não escapa aos problemas financeiros e vê seu público minguar ano a ano. Administrado pela sociedade civil sob a presidência do arquiteto Júlio Neves, a instituição, nos últimos anos, acumulou um caixa negativo que chega a 10 milhões de reais.

Sem uma solução imediata, o atual curador coordenador do Masp, o critico de arte Teixeira Coelho, defende que uma das saídas para revitalizar a instituição é investir na formação de coleções mais completa e atrativas ao público, por meio da troca de obras de determinado artistas com outras instituições, além de buscar efetivamente patrocinadores. O patrocínio foi o único meio de garantir recentemente a mostra de uma coleção internacional de obras do artista espanhol Francisco de Goya.
A parceria público-privada parece ter se tornado imprescindível. Pelo menos essa é a opinião de Vera Lúcia Bottrel Tostes, diretora do Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, uma unidade federal inaugurada em 1922, detentora de um dos maiores acervos nacionais, superior a 268 mil peças. “Hoje, mais de dois terços dos recursos da instituição, 3,87 milhões de reais, provêm de convênios, e cerca de 1,7 milhão de reais vêm do Iphan, valor que é destinado à destinado à manutenção básica de infra-estrutura”, diz. Para manter um público anual na faixa de 150 mil pessoas, a diretora conta que é estratégico recorrer à versatilidade. “Promovemos exposições temporárias, espetáculos de música, teatro e programação para crianças, além de outros eventos culturais”, relata.

A maior dificuldade enfrentada pelo Museu, segundo a diretora, é a renovação e a ampliação de seu quadro funcional, preenchido por 70 profissionais fixos e o mesmo número de temporários. Em concurso aberto pelo Iphan no ano passado, a unidade recebeu só um arquivista e um historiador. “Nosso acervo é muito grande e precisamos de profissionais especializados. Algumas técnicas têm de ser passadas de geração para geração e não se aprendem só na universidade. Mantemos cursos de formação, mas não conseguimos captar essa mão-de-obra, que acaba indo para outras opções mais atrativas financeiramente no mercado”, constata Tostes. O maior exemplo desse déficit operacional está na manutenção da coleção de moedas do museu, que é a maior da América Latina. “Só temos dois profissionais para cuidar do acervo e um deles está preste a se aposentar.”

Para Cristina Tejo, diretora do Museu Municipal de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), no Recife (PE), o trâmite lento da viabilização dos recursos provenientes de órgãos governamentais é outro fator que obriga os gestores a buscar o auxilio da iniciativa privada. “A verba institucional geralmente só cobre as despesas básicas e a programação anual e não dá para fazer obras de manutenção”, relata.
Segundo a diretora, atualmente o museu precisa reformar urgentemente suas instalações elétricas e ampliar sua acessibilidade para atender o público com segurança. “O prédio é de madeira e tem três pisos sem dispor de um elevador.Com isso, inviabiliza a visita de idosos e portadores de deficiência. Já enviamos projetos ao governo federal e preparamos incursões com a iniciativa privada, além de ampliar o diálogo com a sociedade civil para tentarmos obter os recursos.”

Longo prazo Marcelo Mattos Araújo, diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo, que está no hall dos mais tradicionais e eficientes espaços de arte do Brasil, afirma que um dos aspectos importantes na gestão museológica é não perder a perspectiva de planejamento de médio e longo prazo. Projetos imediatistas, segundo ele, podem ser fatais para as instituições. Mesmo assim, como os demais museus brasileiros, tem dificuldades de fazer novas aquisições para o acervo,dependendo praticamente de doação. Também não consegue efetivar projetos de modernização, como da página na Internet, que se encontra em manutenção.

“ Para manter a instituição viva, nosso desafio é buscar a articulação entre o poder público, e a sociedade civil e a iniciativa privada, além de acompanhar as novas linguagens contemporâneas e promover a inclusão social, por meio de entrada gratuita no museu aos sábados, entre outras ações”, afirma Araújo. Com um público anual aproximado de 500 mil pessoas, a Pinacoteca do estado possui atualmente um acervo com cerca de 6,5 mil itens de obras artísticas que vão desde a segunda metade do século XIX até a fase contemporânea. O sucesso de público, entretanto, não pode ser utilizado como elemento absoluto de avaliação, na opinião do diretor. “O que devem ser julgadas são a natureza e a qualidade dessa relação”, diz.

Infra-estrutura O quadro da crise do setor museológico ganha mais elementos quando ingressa no interior do Brasil. Na cidade de São Raimundo Nonato, no Parque Nacional da Serra da Capivara (PI), a coordenadora da Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham), a antropóloga Niède Guidon, afirma que tem como principal adversária a precariedade da infra-estrutura logística local. Segundo a especialista, a situação pode comprometer o futuro da unidade, que é a única referência sistematizada no Brasil sobre arte rupestre, com um acervo composto por mais de 1 milhão de peças.
“O maior problema são os sucessivos adiamentos e investimentos financeiros perdidos pela gestão pública, desde 1998, para a construção do aeroporto internacional na região”, critica. Segundo Niède, as obras foram interrompidas, apesar de o empreendimento ser estratégico para a implementação de um pólo turístico voltado para o desenvolvimento socioeconômico local. O governo do Piauí anunciou que a inauguração do aeroporto está programada para o ano que vem.

“Sem aeroporto e com as estradas esburacadas, que representam um perigo terrível, principalmente na estação das chuvas, são recebidos somente 12 mil turistas por ano, em vez dos 3 milhões aguardados. Desde modo, fica difícil assegurar a manutenção do Museu e, sobretudo, manter a exposição em dia com as novas descobertas”, diz. Só no ano passado foram descobertos mais de 200 sítios arqueológicos, segundo Niède.
A arqueóloga afirma que essa situação dificulta a auto-sustentabilidade do projeto e prejudica os investimentos do projeto e prejudica os investimentos feitos até agora. A instituição chegou a receber recursos de diversos organismos, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que possibilitou a contratação de uma firma suíça responsável pelo estudo destinado à organização e pela oferta de atrativos às visitas. O Iphan em 2005 também apoiou a modernização de parte da exposição.
Espelho do país O diretor do Departamento de Museus e Centros Culturais do Iphan/Minc, José do Nascimento Júnior, constata que a realidade dos museus brasileiros espelha a realidade do país. “São instituições vivas e, nesse sentido, refletem o contexto econômico, social e cultural onde estão inseridas. Assim, os problemas vão de infra-estrutura à falta de qualificação de pessoal”, diz.
Para Adolfo Nobre, presidente da Associação Brasileira de Museologia (ABM), na maioria dos casos falta compreensão pór parte dos gestores quanto ao papel dos museus e suas finalidades. “São instrumentos para o desenvolvimento social, de percepção crítica da realidade, suporte educativo, gerador de renda e de auto-estima”, afirma. Outras dificuldades são decorrentes da ausência de padrões universais definidos, o que estimula a prática de procedimentos informais que vão desde a aquisição até o descarte de acervos, passando por atividades de restauro e permissão de reprodução não documentada devidamente.

Nobre considera que atualmente os pequenos museus municipais registram a maior dificuldade do sistema para adequar-se a um padrão mínimo de gestão museológica, pois, em muitos casos, não têm orçamento próprio nem profissionais qualificados. “Os maiores problemas de uma gestão são falta de um horizonte definido e o desconhecimento do instrumento que se tem em mãos para alcançar os objetivos pretendidos”.

Mas o Departamento de Museus e Centros Culturais do Iphan/Minc começou, em 2003, a dar os primeiros passos para achar com essa “informalidade” da gestão dos museus. Nesse ano foi lançada a Política Nacional de Museus (PNM), que resultou na criação do Sistema Brasileiro de Museus. O novo modelo administrativo ainda está em fase de implementação, em parceria com municípios, estados e sociedade civil. Segundo o órgão federal, o objetivo é organizar e otimizar projetos nas unidades públicas e privadas distribuídas pelo país.

Cadastramento Uma das ações mais recentes foi a criação do Cadastro Nacional dos Museus, resultado de um levantamento realizado entre março e outubro de 2006, quando foi celebrado o Ano Nacional dos Museus, atualizado no mês passado. O novo levantamento aponta a existência de 2.403 instituições mapeadas, o que representa mais de 400% do total cadastrado no último guia publicado no Brasil, em 2000. Nesse panorama estão incluídos também museus fechados (76) ou em processo de implementação (42) entre 2007 e 2008. A maioria é do tipo presencial, sendo somente dezenove virtuais.

Segundo Nascimento Júnior, diretor do departamento, alguns dos resultados significativos do PNM são o fortalecimento de políticas públicas por meio do cadastro e o aumento de editais de financiamentos, que já possibilitaram a modernização do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli e a implementação do Programa de Registro, Difusão e Salvaguarda das Manifestações Culturais do Estado do Pará. São investidos aproximadamente 95 milhões de reais ao ano, entre Orçamento federal e Lei Federal de Incentivo à Cultura.

O problema está na concentração dos investimentos nas regiões Sul e Sudeste do país, onde ficam 70% das unidades, de acordo com Nobre, da ABM. “ Isso se deverão só ao fato de que a maioria das instituições estão instaladas nessas regiões, mas também à falta de qualificação profissional para a elaboração de projetos de captação nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste”. O museólogo estima que a questão será gradualmente resolvida com políticas afirmativas e com o reforço no oferecimento de cursos e oficinas de elaboração de projetos nessas regiões.

Capacitação O Programa Nacional de Formação e Capacitação do PNM existe desde 2003 e até agora registrou mais de 11 mil participantes em 22 estados e no Distrito Federal, mas ainda não foi suficiente para solucionar uma das maiores carências do setor: a de mão-de-obra qualificada. “Esperamos em 2007 atingir a marca de cem oficinas, capacitando aproximadamente 15 mil pessoas”, diz Nascimento Junior. Na grade há tema como Implantação Gestão, Organização e Segurança em Museus. As ações também se estendem as parcerias com universidades para a criação de cursos de graduação e pós-graduação em Museologia.

Até 2003, apenas a UniRio e a Universidade Federal da Bahia (UFBA) formavam museólogos no país. Atualmente, a situação melhorou um pouco. Estão em funcionamento um curso de pós-graduação no nível de mestrado e mais três de graduação vinculados à Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), no Rio Grande do Sul, à Fundação Educacional Barriga Verde (FEBAVE), em Santa Catarina, e à Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). São previstos mais quatro cursos, ainda em fase de implantação, nas Universidades Federais do Pará (UFPA), de Brasília (UnB), de Minas Gerais (UFMG) e de Sergipe (UFS).

Outra medida tomada no ano passado pelo Departamento de Museus e Centros Culturais do Iphan/Minc foi a aprovação de uma portaria para regulamentar a ligação entre associações de amigos de museus e as instituições federais. Segundo Nascimento Junior, a medida tornará a relação mais transparente. “As associações têm contribuído de forma positiva para o processo de sustentabilidade e para a melhoria das instituições museológicas, mas é importante que esse intercâmbio seja claro para a sociedade e as esferas públicas”, afirma.

Adolfo Nobre, da ABM, explica que o controle é necessário porque as associações de amigos de museus, em muitos casos, funcionam como principal fonte de recursos das unidades, pela facilidade que têm de arrecadar e gastar, sem necessidade de enfrentar os trâmites burocráticos exigidos pelas leis que regulam o uso de verbas públicas. “Já são conhecidos casos em que os museus se tornaram reféns de suas associações, e vice-versa. Fico receoso apenas quanto ao caráter legal da portaria, já que a Constituição Federal estabelece a liberdade de associação e o Código Civil prevê as formas de organização dessas entidades”, analisa Nobre. O museólogo acredita que a destinação de mais recursos públicos aos museus federais atenuará essa situação.
Criação do Ibram Na pauta do Programa Nacional de Museus (PNM), o que ainda é aguardado pelo setor, está a aprovação do Projeto de Lei que cria o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), uma nova autarquia para gerir os 28 museus atualmente ligados ao Iphan. Os ministérios do Planejamento e da Cultura estão na fase final de elaboração do texto. “Esperamos que, com o lançamento ainda em 2007, haja um avanço nos programas e projetos específicos que colaboram para o crescimento do setor”, diz Nascimento Junior, do Iphan/Minc.

Nobre, da ABM, explica que a criação de uma instituição dessa natureza é uma reivindicação antiga da comunidade museológica. “Poderá estabelecer uma nova fase para os museus no Brasil, longe do colecionismo dos ilustrados, das propagandas de estado e dos estereótipos de depósito de coisas velhas”, considera.

O Estatuto dos Museus que é a normatização do setor, é mais uma lacuna a ser preenchida e está sob análise na Câmara dos Deputados. “O texto foi objeto de ampla discussão com o Comitê Gestor do Sistema Brasileiro de Museus, resultando no Projeto de Lei nº. 7.568/06. Certamente quando for aprovado será um marco regulatório”, analisa Nascimento Júnior. A estimativa é que a votação ocorra ainda neste semestre.
Educação Apesar de todas as ações já desenvolvidas até agora pelo PNM, Nascimento Júnior afirma que a tarefa de melhoria e sustentabilidade dos museus brasileiros tem ainda uma longa trajetória pela frente. “É preciso adensar as ações da Política Nacional para que se tornem uma política de Estado. Para tanto,precisamos ampliar as possibilidades de financiamento e fomento em todas as esferas de governo e não apenas no governo federal”, afirma.

O antropólogo conclui que as transformações devem ocorrer também na área de educação. “A escola é um espaço de formação humanística e precisa incorporar em seu currículo conteúdo que sensibilize os jovens e as crianças para as questões de memórias e patrimônio. Essa revolução poderia, a principio ser capitaneada pelas secretarias municipais e estaduais de Educação”, diz. O fato de o universo museológico nacional requerer ainda muito aprimoramento não impede que novos projetos estejam em andamento no país. O que é possível registrar atualmente é a ampliação da visão empresarial com mais ênfase em iniciativas temáticas de grande porte, além de projetos com coleções particulares, entre outras.

Nesse viés, um dos anúncios mais recentes é o inicio das obras do Museu do Futebol, no Estádio Municipal Paulo Macho de Carvalho (Pacaembu), em São Paulo. O projeto, lançado no final de 2005, tem previsão de inauguração em 2008. Orçado em 25 milhões de reais, reúne o poder público municipal com a Fundação Roberto Marinho, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e parceiros da iniciativa privada. Mas, como qualquer outro empreendimento, vai requerer após sua inauguração uma gestão modernizada para enfrentar os obstáculos impostos hoje pelo mercado cultural.


SORRIA, VOCÊ ESTÁ NUM MUSEU!
Vida de cronista é um inferno. Está difícil, caros leitores, muito difícil escapar do lugar-comum que andam sussurrando no breu das tocas. Vocês sabem do que estou falando: todo dia o noticiário nos inicia à ladainha dos indignados. É preciso resistir à tentação de virar porta-voz do que estão falando alto pelos botecos: “basta!”, “assim não dá!”, “onde vamos parar?”, “a situação está fora de controle”, “é o fim do mundo”, enfim, o famoso estado de coisas a que chegamos, o tal lugar-comum que anda nas cabeças, anda nas bocas.

O que será que será que resta dizer quando não se quer falar no que não tem conserto nem nunca terá? O pior é que o queixume faz um sucesso danado: o leitor – ô raça! – adora quem dá forma escrita ao senso comum do pessimismo. Soa verdadeiro, autêntico e corajoso declarar que não dá mais para viver no Rio de Janeiro, que o Brasil não tem governo nem nunca terá, a conversa mole de sempre.
Nessas horas o melhor é ir buscar inspiração lá fora, deixar-se surpreender pela cidade que, basta olhar a paisagem em volta, não é, positivamente, lugar comum. Lá fui eu, do CCBB vizinho da Candelária ao Sesc Copacabana, dia de luz, festa de sol, lagoa, mar, baía, uma tarde inteira no circuito mais popular e democrático do balneário, experimente só dar uma olhada no roteiro cultural de museus e galerias. Na semana passada, contei 21 opções grátis de programas do gênero, alguns instalados em raros templos cariocas do Primeiro Mundo das artes.

A tal “cidade partida” que Zuenir Ventura diagnosticou há mais de uma década parece sarada nas mostras e exposições em cartaz no Rio de Janeiro. Vêem-se muito mais negros e suburbanos hoje em eventos de artes plásticas do que em teatros, por exemplo. A paisagem humana é por vezes mais brasileira na Casa França-Brasil do que num multiplex desses qualquer.

O carioca como ele é – alô, alô, Realengo, aquele abraço! – está exposto na instalação Auto-retrato Falado, cujo resultado vai tomando as paredes do estande montado no foyer do CCBB. O projeto do multimídia Jair de Souza convida o público a construir a própria imagem a partir de 8000 elementos faciais captados no rosto de 1000 pessoas de todas as idades, sexos e origens fotografadas uma a uma, seletivamente, nos quatro cantos da cidade. Um trabalho cão para uma experiência que está se revelando fantástica na prática.

Funciona assim:

O participante é chamado a uma cabine onde é fotografado pó uma webcam e, com auxilio de operadores de um software de retrato falado, vai montando na tela do computador como imagina seu contorno do queixo, o desenho da boca, o nariz, o cabelo, só de olhos são mais de 1500 pares a escolher. O processo dura vinte minutos e, no final, o auto-retrato falado é impresso ao lado da foto real em um postal.
Ainda que você não queira participar, vale a pena conferir o mural da mestiçagem que vai tomando conta da instalação. Alguns ficam parecidíssimos, outros bem mais bonitos, há também quem mude de sexo, de identidade, de cor... Um andar acima, o museu oferece as mostra China Hoje e Instantâneos da Felicidade (Coleção Maison de la Photographie de Paris), tudo de graça. Do outro lado da rua, na Casa França-Brasil, passei uma boa meia hora tentando entender o processo criativo do francês Georges Rousse em suas fotos de intervenções artísticas em ambientes arquitetônicos, um negócio louquíssimo.

Programação que pode se estender sem custos por muitos outros espaços de arte espalhados pela cidade. Optei por aproveitar o tempo que restava até o pôr-do-sol para dar uma olhada na estranha sensualidade das fotos de Irina Ionesco (espelhos de Luz e sombra), cartaz da galeria Sesc Copacabana, e nem sei se fiz a melhor escolha. Tinha a Foto-Rio 2007, no Centro Cultural Justiça Federal, com onze individuais de craques como Rogério Reis e Cássio Vasconcelos, mais a pintora Vera Fischer em Botafogo, Portinari no Moreira Salles, Valéria Costa Pinto na Casa do Saber....

Faça você o seu roteiro e, no voltar para casa, experimente a sensação de que o Rio de Janeiro do noticiário – esse que não tem vergonha, decência ou juízo – é mera ficção. Ou não seria habitado por esse povo educado que a gente encontra quando visita o mundo das artes plásticas. Pode até não ser bem assim, museu não é exatamente marca registrada do lugar onde vivemos, mas é um santo remédio para a auto-estima ferida do carioca. Xô , depressão! Ao primeiro sinal de indignação crônica, dê um pulinho no CCBB. Étiro e queda! A persistirem os sintomas, procure um médico.

Tutty Vasques
Veja Rio,20 de Junho, 2007.
Pg. 98
Cursos:

CURSO DE INICIAÇÃO ÀS AÇÕES BÁSICAS DE CONSERVAÇÃO E PRESERVAÇÃO

Ministrante:
Helena Lúcia Cardoso Antunes - Museóloga e restauradora de papel e têxteis.
Ementa: A proposta é oferecer iniciação às ações básicas de conservação e preservação em papel e têxteis. Oferecer noções teóricas e práticas dos princípios gerais de tratamento de conservação. Contemplará ainda breves exposições sobre os materiais trabalhados.
Inicio e Horário: As aulas serão ministradas as quartas, orientando-se pelos seguintes horários:
INICIO: Setembro de 2007
HORARIO: Das 18 às 21 horas.

Duração: Cada módulo terá duração de quatro aulas.
Objetivos: Municiar o aluno de:
• Noções acerca da história e desenvolvimento do papel;
• Noções de formas de combate aos agentes agressores do papel;
• Noções básicas de medidas de conservação de acervo documental;
• Noções básicas de conservação de encadernações.
• Noções básicas sobre a conservação e preservação dos têxteis;
• Cuidados básicos na manipulação e no acondicionamento dos têxteis;
• Cuidados básicos no trabalho;
• Noções básicas de higienização e acondicionamento de têxteis.

CERTIFICADOS emitidos pelo COREM/2ª região.
Investimento:
Registrados no COREM-2ª Região: R$ 200,00 por técnica (têxteis ou papel).
Outros Profissionais: R$ 250,00 por técnica (têxteis ou papel).
Estudantes: R$ 150,00 (com apresentação de comprovante).
Contatos: 2257-1461; 9662-4193; 9659-8238; helena_antunes@yahoo.com.br
ou 2233.2357 (Corem/2ª Região)

ANUIDADE 2007
Anuidade Pessoa Física:
Julho: R$ 181,44 até 31/07
Agosto: R$ 184,80 até 31/08

Importante: o pagamento parcelado deverá ser feito na sede do COREM mediante a entrega de cheque pré-datado para quitação das parcelas (Art. 4º - Resolução COFEM 04/2005).

Anuidade Pessoa Jurídica:
Julho: R$ 355,10 31/07
Agosto: R$ 388,60 31/08

Importante 2: Após 31 de março de 2006 as anuidades para Pessoas Físicas e Jurídicas, sofrerão acréscimos mensais no valor de 2%, sendo 1% de juros de mora e 1% de multa. (Art. 6º - Resolução COFEM 01/2006).

Taxas:
- Taxa de Inscrição de Pessoa Física e Jurídica: R$ 44,00
- Expedição da Cédula de Identidade Profissional e Certificado de Funcionamento de Pessoa Jurídica: R$ 44,00
- Substituição ou 2ª Via da Cédula de Identidade Profissional:R$ 44,00
- Certidões ou Declarações: R$ 44,00

Obs.: Lembramos que os profissionais e/ou empresas em débitos dos anos anteriores, deverão quitar seus débitos através da "MARIOTTI ASSESSORIA E COBRANÇAS LTDA", pelo telefones: 2240-2639/2220-8822/ 2532-7280.

- A QUITAÇÃO DA ANUIDADE 2007 NÃO QUITA DÉBITOS ANTERIORES -

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CONSELHO REGIONAL DE MUSEOLOGIA - 2ª REGIÃO [RJ - MG - ES]
Rua Álvaro Alvim, 48 salas 403 / 404 - Rio de Janeiro/RJ - 20031-010
Telefax: 21 2233-2357 / E-mail: corem2r@rionet.com.br
NOVO HORÁRIO: Segunda a Sexta: 12h às 18h
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Museus da Cidade do Rio de Janeiro

Museu Aeroespacial (*)
Entrada franca
End.: Av. Marechal Fontenelle, 2000 Campo dos Afonsos
Tel. xxx-21-3357-5212, 3357-5213 – Fax: 3357-5814
Website: http://www.musal.aer.mil.br
Horário: Ter-Sex, 9-15h, Sáb-Dom e feriados, 9:30-16h
(*) Veja também Museus Militares

Museu Amsterdam Sauer de Pedras Preciosas
Entrada franca.
End.: Rua Garcia D´Ávila, 105 - Ipanema
Tel. xxx-21-2512-1132
Website: http://www.amserdamsauer.com
Horário: Seg-/Sex, 9:30h-18h, Sáb, 10-15h

Museu Arquidiocesano de Arte Sacra do Rio de Janeiro
End.: Av. República do Chile, 245 - Centro
Tel. xxx-21-2240-2669
Horário: Qua, Sáb e Dom, 10-16h, Ter, Qui e Sex, visitas orientadas com marcação prévia.

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAN
End.: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque Brigadeiro Eduardo Gomes – Centro
Tel. xxx-21-2240-4944 Fax: 2240-4899
Website: http://www.manrio.org.br
Horário: Ter-Sex, 12-18h, Sáb-Dom-Feriados, 12-19h, sujeitos a modificação, de acordo com a exposição em cartaz.

Museu de Astronomia e Ciências Afins – MCP
Visitas guiadas: Departamento de Educação
End.: Rua General Bruce, 586 – São Cristóvão
Tel. xxx-21-2580-7010, 2580-1383
Website: http://www.mast.com.br
Horário: Ter-Sex-10-17h, Sáb-Dom, 16-20h

Museu do Banco do Brasil
End.: Rua Primeiro de Março, 66/4º andar - Centro
Tel. xxx-21-3308-2020
Horário: Ter-Dom, 10-21h

Museu do Bonde
End.: Rua Carlos Brandt, 14 – Santa Teresa
Tel. xxx-21-2242-2354, Tel/fax: 2222-1003
Horário: Diariamente, 9-16:30h

Museu Carmem Miranda
Entrada Franca.
End.: Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (em frente ao nº 560 da Av. Rui Barbosa – Flamengo)
Tel: xxx-21-2551-2597
Horário: Ter-Sex, 10-17h, Sáb-Dom, 12-17h

Museu Casa de Benjamin Constant
Visitas orientadas com marcação prévia. Entrada franca aos sábados.
End.: Rua Monte Alegre, 255 – Santa Teresa
Tel. xxx-21-2509-1248, 2242-0062
Horário: Qui-Dom, 13-17h

Museu Casa de Rui Barbosa
Entrada franca
End.: Rua São Clemente, 134 - Botafogo
Tel. xxx-21-2537-0036, Fax: 2537-1114
Website: http://www.casaruibarbosa.gov.br
Horário: Ter-Sex, 9-18h, Sáb-dom e feriddos, 14-17h

Museu Casa do Pontal – Arte Popular Brasileira
End.: Estrada do Pontal, 3295 – Recreio dos Bandeirantes
Tel. xxx-21-2490-4013 – Tel/fax: 2490-3278
E-mail: pontal@openlink.com.br
Horário: Ter-Dom, 9:30-17h

Museu de Ciências da Terra - DNPM
End.: Av. Pasteur, 404/2º - Urca
Tel. xxx-21-2295-0032 – Fax: 2295-4896
Website: http://www.dnpm.gov.br/museu1.htm
Horário: Ter-Dom, 10-16h

Museu de Farmácia da Santa Casa de Misericórdia
End.: Rua Santa Luzia, 206 – Castelo - Centro
Tel. xxx-21-2297-6611
Horário: Seg-Sex. 8-12h e 13-17h
Obs: ver também no Museu Histórico Nacional: reconstituição minuciosa da Farmácia Homeopática Teixeira Novaes, fundada em 1847, na rua Gonçalves Dias, Rio de Janeiro, e fechada em 1983.

Museu da Fazenda Federal
Visitas guiadas para grupos com marcação prévia. Entrada Franca.
End.: Av. Presidente Antonio Carlos, 375/A/1003 – Castelo - Centro
Tel. xxx-21-3805-2003, 3805-2004
Website: http://www.fazenda.gov.br
Horário: Seg-Sex, 9-17h

Museu de Folclore Edison Carneiro
End.: Rua do Catete, 181 - Catete
Tel. xxx-21-2285-0441 – Fax: 2205-0090
Horário: Ter-Sex, 11-18h, Sáb-Dom-Feriados, 15-18h

Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro
End.: Estrada de Santa Marinha, s/nº - Parque da Cidade, Gávea
Tel.: xxx-21-2512-2353, Fax: 2294-5990
Website: http://www.rio.rj.gov.br/cultura
Horário: Ter-Dom, 11-17h

Museu Histórico e Diplomático
Visitas monitoradas com duração de 45 minutos.
Entrada franca.
End.: Av. Marechal Floriano, 196 - Centro
Tel. xxx-21-2253-7691, Fax: 2263-3053
Horário: Seg, Qua, Sex, 14h, 15h, 16h (visitas guiadas)

Museu Histórico Nacional
Entrada franca aos domingos
End.: Praça Marechal Âncora, s/n - Centro
Tel. xxx-21-2550-9255, 2550-9229, Fax: 2220-6290
Website: http://www.museuhistoriconacional.com.br
Horário: Ter-Sex. 10-17:30h – Sáb-Dom e Feriados, 14-18h
OBS.: Ver também Museu de Farmácia da Santa Casa de Misericórdia

Museu da Imagem e do Som
End.: Praça Rui Barbosa, 1 – Praça Quinze de Novembro - Centro
Tel. xxx-21-2507-6210, 2224-8461
Website: http://www.mis.rj.gov.br
Horário: Seg-Sex, 10-17h

Museu de Imagens do Inconsciente
Entrada franca. Visitas com marcação prévia
End.: Rua Ramiro de Magalhães, 521 – Engenho de Dentro
Tel. xxx-21-3111-7464, Tel/fax: 3111-7465
Horário: Seg-Sex, 9-16h

Museu da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Gloria do Outeiro
End.: Praça Nossa Senhora da Glória, 135 - Glória
Tel. xxx-21-2257-4600
Website: http://www.outeirodagloria.org.br
Horário: Ter-Sex, 9-12h e 13-17h, Sáb-Dom, 9-12h

Museu da Imprensa Brasileira
Visitas agendadas para grupos. Entrada franca.
End.: Rua Marquês de Olinda, 29 - Centro
Tel. xxx-21-2620-1122
Horário: Seg-Sex, 10-17h

Museu do Índio
Visitas orientadas para grupos, marcação prévia nos ramais 238, 239.
End.: Rua das Palmeiras, 55 - Botafogo
Tel. xxx-21-2286-8899 – Fax: 2286-0845
Website: http://www.museudoindio.org.br
Horário: Ter-Sex, 10-17h, Sáb-Dom, 13-17h

Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil – MIAN
Visitas guiadas e preços especiais para grupos.
End.: Rua Cosme Velho, 561 – Cosme Velho
Tel. xxx-21-2205-8612
Website: http://www.museunaif.com.br
Horário: Ter-Sex, 10-18h – Sáb-Dom e Feriados, 12-18h

Museu Judaico
Visitas guiadas. Entrada franca.
End.: Rua México, 90/1º andar
Tel. xxx-21-2524-6451 – Fax: 2240-1598
Website: http://www.museujudaico.org.br
Horário: Seg-Qui, 10-16h – Sex, 10-14h

Museu da Justiça
Entrada franca
End.: Rua Dom Manuel, 29/3º - centro
Tel. xxx-21-2588-3765 – Fax: 2588-3766
Website: http://www.tj.rj.gov.br
Horário: Seg-Sex, 11-17h

Museu da Limpeza Urbana
Entrada franca.
End.: Rua Praia do Caju, 385 – Caju – Casa de Banho de D. João VI
Tel/Fax: xxx-21-3890-6027
Horário: Ter-Dom, 10-17h

Museu Maçônico do Palácio do Lavradio
Rua do Lavradio, 97 – Centro - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel.: xx-21- 2262-4311,
Fax: xx-21- 2533-9159, 2242-3621
www.goerj.org.br

Horário de funcionamento: das 14h às 17h. Agendar por telefone.
Situado num prédio tombado pelo Patrimônio Histórico, o Museu tem seu acervo livros raros, pinturas, esculturas, espadas, medalhas maçônicas, obras de arte e mobiliário incluindo o trono de Sua Majestade Real e Imperial Dom Pedro I, Defensor Perpétuo do Brasil e Grão-Mestre Geral da Maçonaria Brasileira.

Museu Maçônico do Supremo Conselho do Grau 33
para o Rito Escocês Antigo e Aceito
Museu Maçônico Francisco Gê Acaiaba de Montezuma

Complexo Arquitetônico de São Cristóvão
Campo de São Cristóvão, 114
Telefax-xx-21- 2589-8773, 021-2589-4022
www.ritoescoces.org
supremo@ritoescoces.org.
Horário – com visitas agendadas:
de 2ª a 4ª de 9h às 12h e de 13h às 16h
3ª e 5ª: de 9h às 10:45h e de 13h às 16:h
6ª feira: de 9h às 12h e de 13h às 15:45h
Museóloga: Esther C.L. Pereira
O acervo é composto por quadros de diversos temas e estilos, paramentos maçônicos, medalhas, esculturas, estátuas de porcelana, louças e de um mobiliário centenário. Trata-se de um museu onde culmina o valor simbólico maçônico, conhecimentos de história e cultura geral.

Museu Nacional
End.: Quinta da Boa Vista, s/nº - São Cristóvão
Tel. xxx-21-2568-8262, 2254-4320, 2568-1314
Website: http://www.acd.ufrj.br/museu
Horário: Ter-Dom, 10-167h

Museu Nacional de Belas Artes
End.: Av. Rio Branco, 199 - Centro
Tel. xxx-21-2240-0068 - Fax: 2262-6067
E-mail: adm@mnba.gov.br
Horário: Ter-Sex, 10-18h – Sáb-Dom, 14-18h

Museu do Negro
Imperial Irmandade N. S. do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos
Visitas orientadas para grupos, marcação prévia.
End.: Rua Uruguaiana, 77 – Centro
Tel: xxx-21-2224-2957, 2224-2941
Horário: Seg-Sex, 9-17h

Museu de Odontologia Professor Salles Cunha
End.: Rua Barão de Sertório, 85 – Rio Comprido
Tel. xxx-21-2504-0002 – Fax 2504-3859
Horário: Seg-Sex, 14-16h

Museu do Primeiro Reinado
Entrada franca. Visitas orientadas para escolas e grupos com marcação prévia.
End.: Av. Pedro II, 293 – São Cristóvão
Tel. xxx-21-2589-9627
Website: http://www.funarj.rj.gov.br
Horário: Ter-Sex, 11-17h

Museu do Rádio Roberto Marinho
End.: Rua da Constituição, 78 - Centro
Tel. xxx-21-2232-6172
Horário: Seg-Sex, 13-17h, exceto feriados

Museu da República Palácio do Catete
Visitas agendadas para grupos escolares.
Entrada franca às quartas-feiras
End.: Rua do Catete, 153 - Catete
Tel. xxx-21-2558-6350 – Fax: 2285-0795
Website: http://www.museudarepublica.org.br
Horário: Ter-Sex, 12-17h – Sáb-Dom-Feriados, 14-18h

Museu Sítio Arqueológico Casa dos Pilões
Rua Jardim Botânico, 1.008 – Jardim Botânico
Tel: xxx-21-2294-9349
Website: http://www.jbrj.gov.br
Horário: Seg-Dom, 8017h

Museu dos Teatros do Rio de Janeiro
End.: Rua São João Batista, 105 - Botafogo
Tel/fax: xxx-21-2286-3234
Horário: Seg-Sex. 10-17h

Museu de Tecnologia Educacional – Instituto de Pesquisas em Educação e Eventos Educacionais
End.: Av. Pres. Vargas, 418/21º - Centro
Tel. xxx-21-2253-3179, Fax: 2296-9460
Website: http://www.ipae.com.br
Horário: Seg-Sex, 9-17h

Museu do Trem
Entrada franca
End.: Rua Arquias Cordeiro, 1.045 – Engenho de Dentro
Tel. xxx-21-2269-5545
Horário: Ter-Sex, 10-12h, 13:30-16h, Sáb, 13-17h

Museu Universitário Gama Filho
Entrada franca.
End.: Rua Manuel Vitorino, 625 – Piedade
Tel.: xxx-21-2599-7117, Fax: 2599-7190
Website: http://www.ugf.br
Horário: Seg-Sex, 9-17h

Museu da Vida
Entrada franca. Visitas orientadas com marcação prévia por telefone, exceto aos sábados e domingos.
End.: Av. Brasil, 4.365 – Casa de Oswaldo Cruz – FIOCRUZ – Manguinhos.
Tel/fax: xxx-21-2598-54221
Website: http://www.museudavida.fiocruz.br
Horário: Ter-Sex, 9-17h, Sáb-Dom, 10-16h

Museu Villa-Lobos
Entrada franca.
End.: Rua Sorocaba, 200 - Botafogo
Tel. xxx-21-2266-3845, Fax: 2266-3894
Website: http://www.ibase.org.br
Horário: Seg-Ter, 10-1730h

Museu e Workshop Tour H. Stern
Entrada franca.
End.: Rua Garcia D´Ávila, 113 - Ipanema
Tel. xxx-21-2259-7442
Website: http://www.hstern.com.br
Horário: Seg-Sex, 830-18:30h, Sáb, 830-14h


MUSEUS CASTRO MAYA – IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -www.museuscastromaya.com.br
Museu do Açude
End.: Estrada do Açude, 764 – Alto da Boa Vista
Tel. xxx-21-2492-2119, 2492-5219
acude@museuscastromaya.com.br
Horário: Qui-Dom, 11-17h

Museu Chácara do Céu
End.: Rua Murtinho Nobre, 93 – Santa Teresa
Tel. xxx-21-2507-1932 Tel/fax: 2224-8981
chacara@museuscastromaya.com.br
Horário: Diariamente, de 12-17h, exceto Ter.

MUSEUS MILITARES
Museu Aeroespacial
Entrada franca
End.: Av. Marechal Fontenelle, 2000 Campo dos Afonsos
Tel. xxx-21-3357-5212, 3357-5213 – Fax: 3357-5814
Website: http://www.musal.aer.mil.br
Horário: Ter-Sex, 9-15h, Sáb-Dom e feriados, 9:30-16h

Museu Cartográfico do Serviço Geográfico do Exército
Visitas agendadas. Entrada franca. Acesso pela rua do Acre
End.: Rua Major Daemon, 81 – Morro da Conceição - Centro
Tel. xxx-21-2223-2177
Horário: Seg-Qui, 13-17:30h, Sex, 7-12h

Museu da II Guerra Mundial
Entrada Franca.
End.: Parque Brigadeiro Eduardo Gomes – Aterro - Flamengo
Tel. xxx-21-2240-128
Horário: Ter-Dom, 10-16h

Museu do Corpo de Fusileiros Navais
Visitas guiadas para grupos, com marcação prévia
End.: Praça Barão de Ladário, s/nº - Ilha das Cobras - Centro
Tel. xxx-21-2291-4441 - Fax: 3870-6628
Horário: Seg-Sex, 10-16h

Museu da Força Expedicionária Brasileira - FEB
End.: Rua das Marrecas, 35 - Lapa
Tel. xxx-21-2262-360
Horário: Seg-Sex, 12-16h

Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana
Visitas guiadas com marcação prévia
End.: Av. Atlântica, Posto Seis - Copacabana
Tel. xxx-21-2521-1032
Horário: Ter-Dom e feriados, 10-16h

Museu Militar Conde de Linhares
End.: Visitas agendadas só para colégios, durante a semana
End.: Av. Pedro II, 383 – São Cristóvão
Tel. xxx-21-2589-9734, 2589-9581
Horário: Ter-Dom e feriados, 10-16h

Museu Naval
Entrada Franca.
End.: Rua Dom Manuel, 15 – Praça Quinze de Novembro
Tel. xxx-21-2533-7626
Horário: Ter-Sex, 12-16h

Navio-Museu Bauru
Entrada Franca.
End.: Av. Alfredo Agache, s/nº - Cais do Espaço Cultural da Marinha – Praça XV - Centro
Tel. xxx-21-3870-6191
Website: http://www.sdm.mar.mil.br
Horário: Ter-Dom, 12-17h

Museu - Espaço Cultural da Marinha
Entrada gratuita.
End.: Av. Alfred Agache s/nº - Praça XV- Centro
Tel.: 3870-6992
Website: http://www.sdm.mar.mil.br
Horário: Ter-Dom, 12h-17h.

Museu – Ilha Fiscal
Saída do Cais Espaço Cultural da Marinha
Agendamento para grupos: xx-21-2233-9165
End.: Av. Alfred Agache s/nº - Praça XV- Centro
Tel.: 3870-6992
Website: http://www.sdm.mar.mil.br

Submarino-Museu Riachuelo
Entrada Franca
End.:Av. Alfred Agache s/nº - Praça XV- Centro
Tel.:xx-21- 3870-6025
http://www.sdm.mar.mil.br
Horário: Ter-Dom, 12-17h

Panteão Duque de Caxias
End.: Praça Duque de Caxias, 25 (em frente ao Palácio Duque de Caxias) – Centro
Horário: Seg-Qui, 10-16h, Sex, 10-12h

Museu da Polícia Civil
End.:Palácio da Polícia, Rua da Relação, 40, 2º andar - Centro
Horário: Seg-Sex, 11-17h

 

 
 

Maçonaria Abre Portões Para Visitantes

O Palácio Maçônico recebe visitantes inclusive mulheres para visitas guiadas por irmãos que fazem parte da administração do Grande Oriente do Estado do Rio de Janeiro.
O palácio Que é tombado, abriga Documentos Históricos, Quadros, Móveis, e Objetos de Arte de Valor Incalculável.
O Edifício que já foi Sede da Maçonaria Brasileira,a sede hoje está em Brasília, pode ser visitado na parte da tarde.
O horário entre 14.00horas e 18.00 horas deve ser agendado,para melhor atendimento dos visitantes.Para marcar visitas de grupos , colégios ou indivíduos. Telefonar para.2262-4311 fax 2533-9159....
Atualmente o engenheiro Sérgio Tavares Romay ocupa o lugar de Grão Mestre e foi reeleito pelos maçons.das lojas do Estado do Rio de Janeiro.
A visita Guiada é promovida .pela Grande Secretaria de Cultura e Educação.

www.goerj.org.br
E mail:protocolo@goerj.org.br
informática@goerj.org.br

 
 
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Mensageiro Jornal - http://www.mensageiro.com.br