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BENGALA
DE UMBIGO
Descrição
do artefato: Bengala flexível em couro bovino.
Na verdade, construída de uma outra parte da
anatomia do boi, o pênis, amputado, curtido e
esticado até o comprimento adequado. Medida:
92 centímetros.
Pertenceu ao professor e jornalista
Flavio Pinto Ramos, que a herdou do avô materno
o médico Manoel Pinto, colecionador de bengalas.
Muito flexível, não servia como apoio.
Quando chegou ao Brasil para tentar nova vida, o médico
Manoel Pinto ganhou a peça de um amigo que conhecera
em Portugal, mas que havia imigrado bem antes.
O amigo português, no ato do presente disse da
estranha finalidade do artefato:
“Serve para espantar cães
agressivos e para espancar negros atrevidos”
Diante do horror do médico, que era maçom
e abominava a crueldade, acrescentou:
“Essa bengala, apesar de antiga jamais foi usada”
Em homenagem aos Povos Africanos que contribuíram
com seu sacrifício e seu sangue para a formação
desta grande Nação Brasileira
No dia 13 de maio de 2002
O professor doou-a à Museóloga
Dra. Juracy Arruda Caetano da Silva, Diretora do Museu
do Negro “para que dela faça o uso que
desejar”.
N.R Atualmente o artefato encontra-se em
exposição no MUSEU DO NEGRO
Rua Uruguaiana, 77 tel. (21) 2224 2957 - E.mail: irmandade@
irmandade.org.br
FPR
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Conselho
Regional de Museologia RJ - COREM
Notícias On Line nº 043.
17/11/2008
Museólogos e Museólogas,
O Conselho Federal de
Museologia estabeleceu o calendário eleitoral
para renovação das vagas de Conselheiros
do COFEM/COREM que obedecerá as seguintes datas:
a) Até 21.11.2008
- Recebimento das candidaturas;
b) Até 24.11.2008
- Comunicação do deferimento ou indeferimento
aos candidatos, através de telegrama;
c) Até 25.11.2008
- Data limite para recebimento de recursos;
d) Até 28.11.2008
- Prazo final para julgamento e comunicação
dos recursos;
e) De 01.12.2008 a 10.12.2008
- Divulgação dos nomes dos candidatos
aos COREM’s e COFEM;
f) Até 01.12.2008
- Data limite para convocação para as
eleições;
g) Dias 11 e 12.12.2008
- ELEIÇÃO;
* obs.: NÃO RECEBEREMOS PAGAMENTO DE ANUIDADE
NOS DIAS DA ELEIÇÃO – O PAGAMENTO
SERÁ EFETUADO NAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS.
h) Dia 12.12.2008 - Apuração
dos votos e divulgação dos resultados,
para categoria e COFEM;
i) Dia 15.12.2008 - Posse
dos eleitos e eleição da diretoria 2009.
j) 31.12.2008 - Término
dos atuais mandatos;
Para efetivar sua candidatura,
o Museólogo deverá apresentar requerimento
de inscrição e um breve curriculum vitae
de no máximo uma lauda, contendo informações
sobre: graduação ou pós-graduação
em Museologia; participação no sistema
COFEM-COREM’s; atividades atuais, instituição
na qual trabalha, entre outras;
Os requisitos de elegibilidade
do Museólogo, constantes da Resolução
nº 001/1989, em seu Art.8º e a Resolução
03/2008, são:
I - Ser cidadão brasileiro nato ou naturalizado;
II - Encontrar-se em pleno gozo de seus direitos profissionais
e civis;
III - Possuir registro no COREM há mais de 01
(um) ano;
IV - Estar inscrito no COREM onde exerça atividade
profissional;
IV - Inexistir condenação e pena superior,
em virtude da sentença transitada em julgado;
V - Estar quite com a Tesouraria do COREM;
VI - Não estar sendo indiciado ou cumprindo penalidade
por infração ao Código de Ética
Profissional do Museólogo;
VII - Não ocupar nem exercer função,
emprego ou qualquer atividade remunerada em Conselhos
de Museologia;
VIII - Não ter perdido mandato eletivo em Conselho
de Museologia, excluindo o caso de renúncia;
IX - Não ser Membro Efetivo ou Suplente de COREM,
com mandato em exercício;
X - Não ter sido destituído de cargo,
função ou emprego por prática de
ato de probidade na administração pública
ou privada, em virtude de sentença transitada
em julgado.
Contamos com vocês!
Cordialmente,
Diretoria
Presidente:
Alexandre Valadão Rios
Vice Presidente:
Marco Aurélio M. Caldas
Tesoureira:
Vera Lúcia de Carvalho Finkel
1ª Secretária:
Elaine de Souza Carrilho
2ª Secretária:
Roseane Silva Novaes
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EDITORIAL
“A luta
continua...”
Iniciamos nosso editorial com a memorável frase
que tantas vezes foi pronunciada pelo ex-sindicalista
Luis Ignácio Lula da Silva.
É verdade que, atualmente, no exercício
da Presidência da República, esqueceu os
direitos dos trabalhadores e repete o gesto daqueles
que já ocuparam sua cadeira.
Lamentavelmente, o Ministério da Cultura, ainda,
não atendeu as reivindicações dos
seus funcionários e as diversas instituições
museológicas continuam de portas fechadas.
Situação lastimável e vergonhosa
para o contingente de turistas que estarão na
Cidade do Rio de Janeiro por ocasião dos Jogos
Pan-americanos. Infelizmente, serão privados
de conhecer um pouco da história nacional preservada
nos museus cariocas.
Reproduziremos, neste número, a matéria
“Museus à beira de um ataque de nervos”,
de Sucena Shkrada Resk, publicada na Revista Desafios
do Desenvolvimento do IPEA, nº 33 de abril/2007
e a feliz crônica “Sorria, você está
num museu!” de Tutty Vasques, publicada na Veja
Rio de 20 de junho/2007.
Informamos que a Secretária, Fabiana Ferreira,
estará de férias entre 13 de julho e dia
16 de agosto. A diretoria atenderá toda quinta-feira
das 14 às 17 horas.
MUSEUS À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS
Por Sucena Shkrada
Resk, de São Paulo
O Brasil conta com cerca de 2,3 mil instituições
museológicas ativas, mas praticamente todas sofrem
com a falta de público, de recursos e de profissionais
qualificados. Atualmente, 76 estão com as portas
fechadas. As esperanças do setor depositadas
no Sistema Brasileiro de Museus, um novo regime de gestão
que começou a ser implantado em 2003.
Museus públicos e privados brasileiros enfrentam
hoje uma batalha diária para garantir a sobrevivência
no mercado cultural. Falta de recursos para melhorar
a infra-estrutura, a programação e o acervo,
além de carência de mão-de-obra
qualificada, são as principais dificuldades apontadas
pelas instituições. Das 2.285 unidades
distribuídas no país, 76 estão
com as portas fechadas, enquanto outras centenas convivem
com o fantasma da crise. As estatísticas integram
o Cadastro Nacional do Departamento de Museus e Centros
Culturais do Instituto do Patrimônio Artístico
Nacional, do Ministério da Cultura (Iphan/Minc).
Um dos anúncios mais recentes foi o fechamento
em março, por tempo indeterminado, do Museu Internacional
de Arte Naïf do Brasil (Mian), no Rio de Janeiro,
coordenado pela Fundação Lucien Finkelstein.
À procura de parceiros, atualmente a instituição
conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura
do Rio de Janeiro, na cobertura a um terço de
suas despesas.O espaço cultural inaugurado em
1995 é considerado um dos mais importantes representantes
mundiais do gênero de pintura intitulado de ingênuo
e primitivo, com um acervo superior a 6 mil obras, algumas
do século XV.
“Não temos previsão de reabertura.
Por enquanto, atenderemos visitas agendadas e monitoradas
com no mínimo dez pessoas. O museu aberto custa
muito caro, desde a folha de pagamento até as
contas de consumo. Nos últimos anos, tivemos
dificuldades para consolidar projetos com a iniciativa
privada e com outras fontes de recursos públicos.
Estamos concentrando esforços nesse sentido para
mudar esse quadro,” afirma a diretora da instituição,
a museóloga Jacqueline Finkelstein.
Ao completar 60 anos, o maior acervo de arte moderna
da América Latina, o Museu de Arte Moderna de
São Paulo – Assis Chateaubriand (Masp),
também não escapa aos problemas financeiros
e vê seu público minguar ano a ano. Administrado
pela sociedade civil sob a presidência do arquiteto
Júlio Neves, a instituição, nos
últimos anos, acumulou um caixa negativo que
chega a 10 milhões de reais.
Sem uma solução imediata, o atual curador
coordenador do Masp, o critico de arte Teixeira Coelho,
defende que uma das saídas para revitalizar a
instituição é investir na formação
de coleções mais completa e atrativas
ao público, por meio da troca de obras de determinado
artistas com outras instituições, além
de buscar efetivamente patrocinadores. O patrocínio
foi o único meio de garantir recentemente a mostra
de uma coleção internacional de obras
do artista espanhol Francisco de Goya.
A parceria público-privada parece ter se tornado
imprescindível. Pelo menos essa é a opinião
de Vera Lúcia Bottrel Tostes, diretora do Museu
Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, uma unidade
federal inaugurada em 1922, detentora de um dos maiores
acervos nacionais, superior a 268 mil peças.
“Hoje, mais de dois terços dos recursos
da instituição, 3,87 milhões de
reais, provêm de convênios, e cerca de 1,7
milhão de reais vêm do Iphan, valor que
é destinado à destinado à manutenção
básica de infra-estrutura”, diz. Para manter
um público anual na faixa de 150 mil pessoas,
a diretora conta que é estratégico recorrer
à versatilidade. “Promovemos exposições
temporárias, espetáculos de música,
teatro e programação para crianças,
além de outros eventos culturais”, relata.
A maior dificuldade enfrentada pelo Museu, segundo a
diretora, é a renovação e a ampliação
de seu quadro funcional, preenchido por 70 profissionais
fixos e o mesmo número de temporários.
Em concurso aberto pelo Iphan no ano passado, a unidade
recebeu só um arquivista e um historiador. “Nosso
acervo é muito grande e precisamos de profissionais
especializados. Algumas técnicas têm de
ser passadas de geração para geração
e não se aprendem só na universidade.
Mantemos cursos de formação, mas não
conseguimos captar essa mão-de-obra, que acaba
indo para outras opções mais atrativas
financeiramente no mercado”, constata Tostes.
O maior exemplo desse déficit operacional está
na manutenção da coleção
de moedas do museu, que é a maior da América
Latina. “Só temos dois profissionais para
cuidar do acervo e um deles está preste a se
aposentar.”
Para Cristina Tejo, diretora do Museu Municipal de Arte
Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), no
Recife (PE), o trâmite lento da viabilização
dos recursos provenientes de órgãos governamentais
é outro fator que obriga os gestores a buscar
o auxilio da iniciativa privada. “A verba institucional
geralmente só cobre as despesas básicas
e a programação anual e não dá
para fazer obras de manutenção”,
relata.
Segundo a diretora, atualmente o museu precisa reformar
urgentemente suas instalações elétricas
e ampliar sua acessibilidade para atender o público
com segurança. “O prédio é
de madeira e tem três pisos sem dispor de um elevador.Com
isso, inviabiliza a visita de idosos e portadores de
deficiência. Já enviamos projetos ao governo
federal e preparamos incursões com a iniciativa
privada, além de ampliar o diálogo com
a sociedade civil para tentarmos obter os recursos.”
Longo prazo Marcelo Mattos Araújo, diretor da
Pinacoteca do Estado de São Paulo, que está
no hall dos mais tradicionais e eficientes espaços
de arte do Brasil, afirma que um dos aspectos importantes
na gestão museológica é não
perder a perspectiva de planejamento de médio
e longo prazo. Projetos imediatistas, segundo ele, podem
ser fatais para as instituições. Mesmo
assim, como os demais museus brasileiros, tem dificuldades
de fazer novas aquisições para o acervo,dependendo
praticamente de doação. Também
não consegue efetivar projetos de modernização,
como da página na Internet, que se encontra em
manutenção.
“ Para manter a instituição viva,
nosso desafio é buscar a articulação
entre o poder público, e a sociedade civil e
a iniciativa privada, além de acompanhar as novas
linguagens contemporâneas e promover a inclusão
social, por meio de entrada gratuita no museu aos sábados,
entre outras ações”, afirma Araújo.
Com um público anual aproximado de 500 mil pessoas,
a Pinacoteca do estado possui atualmente um acervo com
cerca de 6,5 mil itens de obras artísticas que
vão desde a segunda metade do século XIX
até a fase contemporânea. O sucesso de
público, entretanto, não pode ser utilizado
como elemento absoluto de avaliação, na
opinião do diretor. “O que devem ser julgadas
são a natureza e a qualidade dessa relação”,
diz.
Infra-estrutura O quadro da crise do setor museológico
ganha mais elementos quando ingressa no interior do
Brasil. Na cidade de São Raimundo Nonato, no
Parque Nacional da Serra da Capivara (PI), a coordenadora
da Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham),
a antropóloga Niède Guidon, afirma que
tem como principal adversária a precariedade
da infra-estrutura logística local. Segundo a
especialista, a situação pode comprometer
o futuro da unidade, que é a única referência
sistematizada no Brasil sobre arte rupestre, com um
acervo composto por mais de 1 milhão de peças.
“O maior problema são os sucessivos adiamentos
e investimentos financeiros perdidos pela gestão
pública, desde 1998, para a construção
do aeroporto internacional na região”,
critica. Segundo Niède, as obras foram interrompidas,
apesar de o empreendimento ser estratégico para
a implementação de um pólo turístico
voltado para o desenvolvimento socioeconômico
local. O governo do Piauí anunciou que a inauguração
do aeroporto está programada para o ano que vem.
“Sem aeroporto e com as estradas esburacadas,
que representam um perigo terrível, principalmente
na estação das chuvas, são recebidos
somente 12 mil turistas por ano, em vez dos 3 milhões
aguardados. Desde modo, fica difícil assegurar
a manutenção do Museu e, sobretudo, manter
a exposição em dia com as novas descobertas”,
diz. Só no ano passado foram descobertos mais
de 200 sítios arqueológicos, segundo Niède.
A arqueóloga afirma que essa situação
dificulta a auto-sustentabilidade do projeto e prejudica
os investimentos do projeto e prejudica os investimentos
feitos até agora. A instituição
chegou a receber recursos de diversos organismos, como
o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que
possibilitou a contratação de uma firma
suíça responsável pelo estudo destinado
à organização e pela oferta de
atrativos às visitas. O Iphan em 2005 também
apoiou a modernização de parte da exposição.
Espelho do país O diretor do Departamento de
Museus e Centros Culturais do Iphan/Minc, José
do Nascimento Júnior, constata que a realidade
dos museus brasileiros espelha a realidade do país.
“São instituições vivas e,
nesse sentido, refletem o contexto econômico,
social e cultural onde estão inseridas. Assim,
os problemas vão de infra-estrutura à
falta de qualificação de pessoal”,
diz.
Para Adolfo Nobre, presidente da Associação
Brasileira de Museologia (ABM), na maioria dos casos
falta compreensão pór parte dos gestores
quanto ao papel dos museus e suas finalidades. “São
instrumentos para o desenvolvimento social, de percepção
crítica da realidade, suporte educativo, gerador
de renda e de auto-estima”, afirma. Outras dificuldades
são decorrentes da ausência de padrões
universais definidos, o que estimula a prática
de procedimentos informais que vão desde a aquisição
até o descarte de acervos, passando por atividades
de restauro e permissão de reprodução
não documentada devidamente.
Nobre considera que atualmente os pequenos museus municipais
registram a maior dificuldade do sistema para adequar-se
a um padrão mínimo de gestão museológica,
pois, em muitos casos, não têm orçamento
próprio nem profissionais qualificados. “Os
maiores problemas de uma gestão são falta
de um horizonte definido e o desconhecimento do instrumento
que se tem em mãos para alcançar os objetivos
pretendidos”.
Mas o Departamento de Museus e Centros Culturais do
Iphan/Minc começou, em 2003, a dar os primeiros
passos para achar com essa “informalidade”
da gestão dos museus. Nesse ano foi lançada
a Política Nacional de Museus (PNM), que resultou
na criação do Sistema Brasileiro de Museus.
O novo modelo administrativo ainda está em fase
de implementação, em parceria com municípios,
estados e sociedade civil. Segundo o órgão
federal, o objetivo é organizar e otimizar projetos
nas unidades públicas e privadas distribuídas
pelo país.
Cadastramento Uma das ações mais recentes
foi a criação do Cadastro Nacional dos
Museus, resultado de um levantamento realizado entre
março e outubro de 2006, quando foi celebrado
o Ano Nacional dos Museus, atualizado no mês passado.
O novo levantamento aponta a existência de 2.403
instituições mapeadas, o que representa
mais de 400% do total cadastrado no último guia
publicado no Brasil, em 2000. Nesse panorama estão
incluídos também museus fechados (76)
ou em processo de implementação (42) entre
2007 e 2008. A maioria é do tipo presencial,
sendo somente dezenove virtuais.
Segundo Nascimento Júnior, diretor do departamento,
alguns dos resultados significativos do PNM são
o fortalecimento de políticas públicas
por meio do cadastro e o aumento de editais de financiamentos,
que já possibilitaram a modernização
do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli e
a implementação do Programa de Registro,
Difusão e Salvaguarda das Manifestações
Culturais do Estado do Pará. São investidos
aproximadamente 95 milhões de reais ao ano, entre
Orçamento federal e Lei Federal de Incentivo
à Cultura.
O problema está na concentração
dos investimentos nas regiões Sul e Sudeste do
país, onde ficam 70% das unidades, de acordo
com Nobre, da ABM. “ Isso se deverão só
ao fato de que a maioria das instituições
estão instaladas nessas regiões, mas também
à falta de qualificação profissional
para a elaboração de projetos de captação
nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste”.
O museólogo estima que a questão será
gradualmente resolvida com políticas afirmativas
e com o reforço no oferecimento de cursos e oficinas
de elaboração de projetos nessas regiões.
Capacitação O Programa Nacional de Formação
e Capacitação do PNM existe desde 2003
e até agora registrou mais de 11 mil participantes
em 22 estados e no Distrito Federal, mas ainda não
foi suficiente para solucionar uma das maiores carências
do setor: a de mão-de-obra qualificada. “Esperamos
em 2007 atingir a marca de cem oficinas, capacitando
aproximadamente 15 mil pessoas”, diz Nascimento
Junior. Na grade há tema como Implantação
Gestão, Organização e Segurança
em Museus. As ações também se estendem
as parcerias com universidades para a criação
de cursos de graduação e pós-graduação
em Museologia.
Até 2003, apenas a UniRio e a Universidade Federal
da Bahia (UFBA) formavam museólogos no país.
Atualmente, a situação melhorou um pouco.
Estão em funcionamento um curso de pós-graduação
no nível de mestrado e mais três de graduação
vinculados à Universidade Federal de Pelotas
(UFPEL), no Rio Grande do Sul, à Fundação
Educacional Barriga Verde (FEBAVE), em Santa Catarina,
e à Universidade Federal do Recôncavo da
Bahia (UFRB). São previstos mais quatro cursos,
ainda em fase de implantação, nas Universidades
Federais do Pará (UFPA), de Brasília (UnB),
de Minas Gerais (UFMG) e de Sergipe (UFS).
Outra medida tomada no ano passado pelo Departamento
de Museus e Centros Culturais do Iphan/Minc foi a aprovação
de uma portaria para regulamentar a ligação
entre associações de amigos de museus
e as instituições federais. Segundo Nascimento
Junior, a medida tornará a relação
mais transparente. “As associações
têm contribuído de forma positiva para
o processo de sustentabilidade e para a melhoria das
instituições museológicas, mas
é importante que esse intercâmbio seja
claro para a sociedade e as esferas públicas”,
afirma.
Adolfo Nobre, da ABM, explica que o controle é
necessário porque as associações
de amigos de museus, em muitos casos, funcionam como
principal fonte de recursos das unidades, pela facilidade
que têm de arrecadar e gastar, sem necessidade
de enfrentar os trâmites burocráticos exigidos
pelas leis que regulam o uso de verbas públicas.
“Já são conhecidos casos em que
os museus se tornaram reféns de suas associações,
e vice-versa. Fico receoso apenas quanto ao caráter
legal da portaria, já que a Constituição
Federal estabelece a liberdade de associação
e o Código Civil prevê as formas de organização
dessas entidades”, analisa Nobre. O museólogo
acredita que a destinação de mais recursos
públicos aos museus federais atenuará
essa situação.
Criação do Ibram Na pauta do Programa
Nacional de Museus (PNM), o que ainda é aguardado
pelo setor, está a aprovação do
Projeto de Lei que cria o Instituto Brasileiro de Museus
(Ibram), uma nova autarquia para gerir os 28 museus
atualmente ligados ao Iphan. Os ministérios do
Planejamento e da Cultura estão na fase final
de elaboração do texto. “Esperamos
que, com o lançamento ainda em 2007, haja um
avanço nos programas e projetos específicos
que colaboram para o crescimento do setor”, diz
Nascimento Junior, do Iphan/Minc.
Nobre, da ABM, explica que a criação de
uma instituição dessa natureza é
uma reivindicação antiga da comunidade
museológica. “Poderá estabelecer
uma nova fase para os museus no Brasil, longe do colecionismo
dos ilustrados, das propagandas de estado e dos estereótipos
de depósito de coisas velhas”, considera.
O Estatuto dos Museus que é a normatização
do setor, é mais uma lacuna a ser preenchida
e está sob análise na Câmara dos
Deputados. “O texto foi objeto de ampla discussão
com o Comitê Gestor do Sistema Brasileiro de Museus,
resultando no Projeto de Lei nº. 7.568/06. Certamente
quando for aprovado será um marco regulatório”,
analisa Nascimento Júnior. A estimativa é
que a votação ocorra ainda neste semestre.
Educação Apesar de todas as ações
já desenvolvidas até agora pelo PNM, Nascimento
Júnior afirma que a tarefa de melhoria e sustentabilidade
dos museus brasileiros tem ainda uma longa trajetória
pela frente. “É preciso adensar as ações
da Política Nacional para que se tornem uma política
de Estado. Para tanto,precisamos ampliar as possibilidades
de financiamento e fomento em todas as esferas de governo
e não apenas no governo federal”, afirma.
O antropólogo conclui que as transformações
devem ocorrer também na área de educação.
“A escola é um espaço de formação
humanística e precisa incorporar em seu currículo
conteúdo que sensibilize os jovens e as crianças
para as questões de memórias e patrimônio.
Essa revolução poderia, a principio ser
capitaneada pelas secretarias municipais e estaduais
de Educação”, diz. O fato de o universo
museológico nacional requerer ainda muito aprimoramento
não impede que novos projetos estejam em andamento
no país. O que é possível registrar
atualmente é a ampliação da visão
empresarial com mais ênfase em iniciativas temáticas
de grande porte, além de projetos com coleções
particulares, entre outras.
Nesse viés, um dos anúncios mais recentes
é o inicio das obras do Museu do Futebol, no
Estádio Municipal Paulo Macho de Carvalho (Pacaembu),
em São Paulo. O projeto, lançado no final
de 2005, tem previsão de inauguração
em 2008. Orçado em 25 milhões de reais,
reúne o poder público municipal com a
Fundação Roberto Marinho, a Confederação
Brasileira de Futebol (CBF) e parceiros da iniciativa
privada. Mas, como qualquer outro empreendimento, vai
requerer após sua inauguração uma
gestão modernizada para enfrentar os obstáculos
impostos hoje pelo mercado cultural.
SORRIA, VOCÊ ESTÁ
NUM MUSEU!
Vida de cronista é um inferno. Está difícil,
caros leitores, muito difícil escapar do lugar-comum
que andam sussurrando no breu das tocas. Vocês
sabem do que estou falando: todo dia o noticiário
nos inicia à ladainha dos indignados. É
preciso resistir à tentação de
virar porta-voz do que estão falando alto pelos
botecos: “basta!”, “assim não
dá!”, “onde vamos parar?”,
“a situação está fora de
controle”, “é o fim do mundo”,
enfim, o famoso estado de coisas a que chegamos, o tal
lugar-comum que anda nas cabeças, anda nas bocas.
O que será que será que resta dizer quando
não se quer falar no que não tem conserto
nem nunca terá? O pior é que o queixume
faz um sucesso danado: o leitor – ô raça!
– adora quem dá forma escrita ao senso
comum do pessimismo. Soa verdadeiro, autêntico
e corajoso declarar que não dá mais para
viver no Rio de Janeiro, que o Brasil não tem
governo nem nunca terá, a conversa mole de sempre.
Nessas horas o melhor é ir buscar inspiração
lá fora, deixar-se surpreender pela cidade que,
basta olhar a paisagem em volta, não é,
positivamente, lugar comum. Lá fui eu, do CCBB
vizinho da Candelária ao Sesc Copacabana, dia
de luz, festa de sol, lagoa, mar, baía, uma tarde
inteira no circuito mais popular e democrático
do balneário, experimente só dar uma olhada
no roteiro cultural de museus e galerias. Na semana
passada, contei 21 opções grátis
de programas do gênero, alguns instalados em raros
templos cariocas do Primeiro Mundo das artes.
A tal “cidade partida” que Zuenir Ventura
diagnosticou há mais de uma década parece
sarada nas mostras e exposições em cartaz
no Rio de Janeiro. Vêem-se muito mais negros e
suburbanos hoje em eventos de artes plásticas
do que em teatros, por exemplo. A paisagem humana é
por vezes mais brasileira na Casa França-Brasil
do que num multiplex desses qualquer.
O carioca como ele é – alô, alô,
Realengo, aquele abraço! – está
exposto na instalação Auto-retrato Falado,
cujo resultado vai tomando as paredes do estande montado
no foyer do CCBB. O projeto do multimídia Jair
de Souza convida o público a construir a própria
imagem a partir de 8000 elementos faciais captados no
rosto de 1000 pessoas de todas as idades, sexos e origens
fotografadas uma a uma, seletivamente, nos quatro cantos
da cidade. Um trabalho cão para uma experiência
que está se revelando fantástica na prática.
Funciona assim:
O participante é chamado a uma cabine onde é
fotografado pó uma webcam e, com auxilio de operadores
de um software de retrato falado, vai montando na tela
do computador como imagina seu contorno do queixo, o
desenho da boca, o nariz, o cabelo, só de olhos
são mais de 1500 pares a escolher. O processo
dura vinte minutos e, no final, o auto-retrato falado
é impresso ao lado da foto real em um postal.
Ainda que você não queira participar, vale
a pena conferir o mural da mestiçagem que vai
tomando conta da instalação. Alguns ficam
parecidíssimos, outros bem mais bonitos, há
também quem mude de sexo, de identidade, de cor...
Um andar acima, o museu oferece as mostra China Hoje
e Instantâneos da Felicidade (Coleção
Maison de la Photographie de Paris), tudo de graça.
Do outro lado da rua, na Casa França-Brasil,
passei uma boa meia hora tentando entender o processo
criativo do francês Georges Rousse em suas fotos
de intervenções artísticas em ambientes
arquitetônicos, um negócio louquíssimo.
Programação que pode se estender sem custos
por muitos outros espaços de arte espalhados
pela cidade. Optei por aproveitar o tempo que restava
até o pôr-do-sol para dar uma olhada na
estranha sensualidade das fotos de Irina Ionesco (espelhos
de Luz e sombra), cartaz da galeria Sesc Copacabana,
e nem sei se fiz a melhor escolha. Tinha a Foto-Rio
2007, no Centro Cultural Justiça Federal, com
onze individuais de craques como Rogério Reis
e Cássio Vasconcelos, mais a pintora Vera Fischer
em Botafogo, Portinari no Moreira Salles, Valéria
Costa Pinto na Casa do Saber....
Faça você o seu roteiro e, no voltar para
casa, experimente a sensação de que o
Rio de Janeiro do noticiário – esse que
não tem vergonha, decência ou juízo
– é mera ficção. Ou não
seria habitado por esse povo educado que a gente encontra
quando visita o mundo das artes plásticas. Pode
até não ser bem assim, museu não
é exatamente marca registrada do lugar onde vivemos,
mas é um santo remédio para a auto-estima
ferida do carioca. Xô , depressão! Ao primeiro
sinal de indignação crônica, dê
um pulinho no CCBB. Étiro e queda! A persistirem
os sintomas, procure um médico.
Tutty Vasques
Veja Rio,20 de Junho, 2007.
Pg. 98
Cursos:
CURSO DE INICIAÇÃO ÀS AÇÕES
BÁSICAS DE CONSERVAÇÃO E PRESERVAÇÃO
Ministrante:
Helena Lúcia Cardoso Antunes - Museóloga
e restauradora de papel e têxteis.
Ementa: A proposta é oferecer iniciação
às ações básicas de conservação
e preservação em papel e têxteis.
Oferecer noções teóricas e práticas
dos princípios gerais de tratamento de conservação.
Contemplará ainda breves exposições
sobre os materiais trabalhados.
Inicio e Horário: As aulas serão ministradas
as quartas, orientando-se pelos seguintes horários:
INICIO: Setembro de 2007
HORARIO: Das 18 às 21 horas.
Duração: Cada módulo terá
duração de quatro aulas.
Objetivos: Municiar o aluno de:
• Noções acerca da história
e desenvolvimento do papel;
• Noções de formas de combate aos
agentes agressores do papel;
• Noções básicas de medidas
de conservação de acervo documental;
• Noções básicas de conservação
de encadernações.
• Noções básicas sobre a
conservação e preservação
dos têxteis;
• Cuidados básicos na manipulação
e no acondicionamento dos têxteis;
• Cuidados básicos no trabalho;
• Noções básicas de higienização
e acondicionamento de têxteis.
CERTIFICADOS emitidos pelo COREM/2ª
região.
Investimento:
Registrados no COREM-2ª Região: R$ 200,00
por técnica (têxteis ou papel).
Outros Profissionais: R$ 250,00 por técnica (têxteis
ou papel).
Estudantes: R$ 150,00 (com apresentação
de comprovante).
Contatos: 2257-1461; 9662-4193; 9659-8238; helena_antunes@yahoo.com.br
ou 2233.2357 (Corem/2ª Região)
ANUIDADE 2007
Anuidade Pessoa Física:
Julho: R$ 181,44 até 31/07
Agosto: R$ 184,80 até 31/08
Importante: o pagamento parcelado deverá ser
feito na sede do COREM mediante a entrega de cheque
pré-datado para quitação das parcelas
(Art. 4º - Resolução COFEM 04/2005).
Anuidade Pessoa Jurídica:
Julho: R$ 355,10 31/07
Agosto: R$ 388,60 31/08
Importante 2: Após 31 de março de 2006
as anuidades para Pessoas Físicas e Jurídicas,
sofrerão acréscimos mensais no valor de
2%, sendo 1% de juros de mora e 1% de multa. (Art. 6º
- Resolução COFEM 01/2006).
Taxas:
- Taxa de Inscrição de Pessoa Física
e Jurídica: R$ 44,00
- Expedição da Cédula de Identidade
Profissional e Certificado de Funcionamento de Pessoa
Jurídica: R$ 44,00
- Substituição ou 2ª Via da Cédula
de Identidade Profissional:R$ 44,00
- Certidões ou Declarações: R$
44,00
Obs.: Lembramos que os profissionais e/ou empresas em
débitos dos anos anteriores, deverão quitar
seus débitos através da "MARIOTTI
ASSESSORIA E COBRANÇAS LTDA", pelo telefones:
2240-2639/2220-8822/ 2532-7280.
- A QUITAÇÃO
DA ANUIDADE 2007 NÃO QUITA DÉBITOS ANTERIORES
-
____________________
CONSELHO REGIONAL DE MUSEOLOGIA - 2ª
REGIÃO [RJ - MG - ES]
Rua Álvaro Alvim, 48 salas 403 / 404 - Rio de
Janeiro/RJ - 20031-010
Telefax: 21 2233-2357 / E-mail: corem2r@rionet.com.br
NOVO HORÁRIO: Segunda a Sexta: 12h às
18h
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Se você não quiser mais
receber o Corem 2ª Região - NOTÍCIAS
ON LINE, envie-nos e-mail com o assunto: Exclua-me da
lista.
Se você conhece o Corem 2ª Região
- NOTÍCIAS ON LINE, mas não o recebe em
seu endereço eletrônico, envie-nos e-mail
com o assunto:Inclua-me na lista.
Este Boletim é atualizado ao longo do mês.
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Museus
da Cidade do Rio de Janeiro
Museu Aeroespacial (*)
Entrada franca
End.: Av. Marechal Fontenelle, 2000 Campo dos Afonsos
Tel. xxx-21-3357-5212, 3357-5213 – Fax: 3357-5814
Website: http://www.musal.aer.mil.br
Horário: Ter-Sex, 9-15h, Sáb-Dom e feriados,
9:30-16h
(*) Veja também Museus Militares
Museu Amsterdam Sauer de Pedras Preciosas
Entrada franca.
End.: Rua Garcia D´Ávila, 105 - Ipanema
Tel. xxx-21-2512-1132
Website: http://www.amserdamsauer.com
Horário: Seg-/Sex, 9:30h-18h, Sáb, 10-15h
Museu Arquidiocesano de Arte Sacra do Rio de
Janeiro
End.: Av. República do Chile, 245 - Centro
Tel. xxx-21-2240-2669
Horário: Qua, Sáb e Dom, 10-16h, Ter,
Qui e Sex, visitas orientadas com marcação
prévia.
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAN
End.: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque Brigadeiro
Eduardo Gomes – Centro
Tel. xxx-21-2240-4944 Fax: 2240-4899
Website: http://www.manrio.org.br
Horário: Ter-Sex, 12-18h, Sáb-Dom-Feriados,
12-19h, sujeitos a modificação, de acordo
com a exposição em cartaz.
Museu de Astronomia e Ciências Afins
– MCP
Visitas guiadas: Departamento de Educação
End.: Rua General Bruce, 586 – São Cristóvão
Tel. xxx-21-2580-7010, 2580-1383
Website: http://www.mast.com.br
Horário: Ter-Sex-10-17h, Sáb-Dom, 16-20h
Museu do Banco do Brasil
End.: Rua Primeiro de Março, 66/4º andar
- Centro
Tel. xxx-21-3308-2020
Horário: Ter-Dom, 10-21h
Museu do Bonde
End.: Rua Carlos Brandt, 14 – Santa Teresa
Tel. xxx-21-2242-2354, Tel/fax: 2222-1003
Horário: Diariamente, 9-16:30h
Museu Carmem Miranda
Entrada Franca.
End.: Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (em frente ao
nº 560 da Av. Rui Barbosa – Flamengo)
Tel: xxx-21-2551-2597
Horário: Ter-Sex, 10-17h, Sáb-Dom, 12-17h
Museu Casa de Benjamin Constant
Visitas orientadas com marcação prévia.
Entrada franca aos sábados.
End.: Rua Monte Alegre, 255 – Santa Teresa
Tel. xxx-21-2509-1248, 2242-0062
Horário: Qui-Dom, 13-17h
Museu Casa de Rui Barbosa
Entrada franca
End.: Rua São Clemente, 134 - Botafogo
Tel. xxx-21-2537-0036, Fax: 2537-1114
Website: http://www.casaruibarbosa.gov.br
Horário: Ter-Sex, 9-18h, Sáb-dom e feriddos,
14-17h
Museu Casa do Pontal – Arte Popular Brasileira
End.: Estrada do Pontal, 3295 – Recreio dos Bandeirantes
Tel. xxx-21-2490-4013 – Tel/fax: 2490-3278
E-mail: pontal@openlink.com.br
Horário: Ter-Dom, 9:30-17h
Museu de Ciências da Terra - DNPM
End.: Av. Pasteur, 404/2º - Urca
Tel. xxx-21-2295-0032 – Fax: 2295-4896
Website: http://www.dnpm.gov.br/museu1.htm
Horário: Ter-Dom, 10-16h
Museu de Farmácia da Santa Casa de Misericórdia
End.: Rua Santa Luzia, 206 – Castelo - Centro
Tel. xxx-21-2297-6611
Horário: Seg-Sex. 8-12h e 13-17h
Obs: ver também no Museu Histórico Nacional:
reconstituição minuciosa da Farmácia
Homeopática Teixeira Novaes, fundada em 1847,
na rua Gonçalves Dias, Rio de Janeiro, e fechada
em 1983.
Museu da Fazenda Federal
Visitas guiadas para grupos com marcação
prévia. Entrada Franca.
End.: Av. Presidente Antonio Carlos, 375/A/1003 –
Castelo - Centro
Tel. xxx-21-3805-2003, 3805-2004
Website: http://www.fazenda.gov.br
Horário: Seg-Sex, 9-17h
Museu de Folclore Edison Carneiro
End.: Rua do Catete, 181 - Catete
Tel. xxx-21-2285-0441 – Fax: 2205-0090
Horário: Ter-Sex, 11-18h, Sáb-Dom-Feriados,
15-18h
Museu Histórico da Cidade do Rio de
Janeiro
End.: Estrada de Santa Marinha, s/nº - Parque da
Cidade, Gávea
Tel.: xxx-21-2512-2353, Fax: 2294-5990
Website: http://www.rio.rj.gov.br/cultura
Horário: Ter-Dom, 11-17h
Museu Histórico e Diplomático
Visitas monitoradas com duração de 45
minutos.
Entrada franca.
End.: Av. Marechal Floriano, 196 - Centro
Tel. xxx-21-2253-7691, Fax: 2263-3053
Horário: Seg, Qua, Sex, 14h, 15h, 16h (visitas
guiadas)
Museu Histórico Nacional
Entrada franca aos domingos
End.: Praça Marechal Âncora, s/n - Centro
Tel. xxx-21-2550-9255, 2550-9229, Fax: 2220-6290
Website: http://www.museuhistoriconacional.com.br
Horário: Ter-Sex. 10-17:30h – Sáb-Dom
e Feriados, 14-18h
OBS.: Ver também Museu de Farmácia da
Santa Casa de Misericórdia
Museu da Imagem e do Som
End.: Praça Rui Barbosa, 1 – Praça
Quinze de Novembro - Centro
Tel. xxx-21-2507-6210, 2224-8461
Website: http://www.mis.rj.gov.br
Horário: Seg-Sex, 10-17h
Museu de Imagens do Inconsciente
Entrada franca. Visitas com marcação prévia
End.: Rua Ramiro de Magalhães, 521 – Engenho
de Dentro
Tel. xxx-21-3111-7464, Tel/fax: 3111-7465
Horário: Seg-Sex, 9-16h
Museu da Imperial Irmandade de Nossa Senhora
da Gloria do Outeiro
End.: Praça Nossa Senhora da Glória, 135
- Glória
Tel. xxx-21-2257-4600
Website: http://www.outeirodagloria.org.br
Horário: Ter-Sex, 9-12h e 13-17h, Sáb-Dom,
9-12h
Museu da Imprensa Brasileira
Visitas agendadas para grupos. Entrada franca.
End.: Rua Marquês de Olinda, 29 - Centro
Tel. xxx-21-2620-1122
Horário: Seg-Sex, 10-17h
Museu do Índio
Visitas orientadas para grupos, marcação
prévia nos ramais 238, 239.
End.: Rua das Palmeiras, 55 - Botafogo
Tel. xxx-21-2286-8899 – Fax: 2286-0845
Website: http://www.museudoindio.org.br
Horário: Ter-Sex, 10-17h, Sáb-Dom, 13-17h
Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil
– MIAN
Visitas guiadas e preços especiais para grupos.
End.: Rua Cosme Velho, 561 – Cosme Velho
Tel. xxx-21-2205-8612
Website: http://www.museunaif.com.br
Horário: Ter-Sex, 10-18h – Sáb-Dom
e Feriados, 12-18h
Museu Judaico
Visitas guiadas. Entrada franca.
End.: Rua México, 90/1º andar
Tel. xxx-21-2524-6451 – Fax: 2240-1598
Website: http://www.museujudaico.org.br
Horário: Seg-Qui, 10-16h – Sex, 10-14h
Museu da Justiça
Entrada franca
End.: Rua Dom Manuel, 29/3º - centro
Tel. xxx-21-2588-3765 – Fax: 2588-3766
Website: http://www.tj.rj.gov.br
Horário: Seg-Sex, 11-17h
Museu da Limpeza Urbana
Entrada franca.
End.: Rua Praia do Caju, 385 – Caju – Casa
de Banho de D. João VI
Tel/Fax: xxx-21-3890-6027
Horário: Ter-Dom, 10-17h
Museu Maçônico do Palácio
do Lavradio
Rua do Lavradio, 97 – Centro - Rio de Janeiro
- RJ - Brasil
Tel.: xx-21- 2262-4311,
Fax: xx-21- 2533-9159, 2242-3621
www.goerj.org.br
Horário de funcionamento: das 14h às
17h. Agendar por telefone.
Situado num prédio tombado pelo Patrimônio
Histórico, o Museu tem seu acervo livros raros,
pinturas, esculturas, espadas, medalhas maçônicas,
obras de arte e mobiliário incluindo o trono
de Sua Majestade Real e Imperial Dom Pedro I, Defensor
Perpétuo do Brasil e Grão-Mestre Geral
da Maçonaria Brasileira.
Museu Maçônico
do Supremo Conselho do Grau 33
para o Rito Escocês Antigo e Aceito
Museu Maçônico Francisco Gê Acaiaba
de Montezuma
Complexo Arquitetônico de São Cristóvão
Campo de São Cristóvão, 114
Telefax-xx-21- 2589-8773, 021-2589-4022
www.ritoescoces.org
supremo@ritoescoces.org.
Horário – com visitas agendadas:
de 2ª a 4ª de 9h às 12h e de 13h às
16h
3ª e 5ª: de 9h às 10:45h e de 13h às
16:h
6ª feira: de 9h às 12h e de 13h às
15:45h
Museóloga: Esther C.L. Pereira
O acervo é composto por quadros de diversos temas
e estilos, paramentos maçônicos, medalhas,
esculturas, estátuas de porcelana, louças
e de um mobiliário centenário. Trata-se
de um museu onde culmina o valor simbólico maçônico,
conhecimentos de história e cultura geral.
Museu Nacional
End.: Quinta da Boa Vista, s/nº - São Cristóvão
Tel. xxx-21-2568-8262, 2254-4320, 2568-1314
Website: http://www.acd.ufrj.br/museu
Horário: Ter-Dom, 10-167h
Museu Nacional de Belas Artes
End.: Av. Rio Branco, 199 - Centro
Tel. xxx-21-2240-0068 - Fax: 2262-6067
E-mail: adm@mnba.gov.br
Horário: Ter-Sex, 10-18h – Sáb-Dom,
14-18h
Museu do Negro
Imperial Irmandade N. S. do Rosário e São
Benedito dos Homens Pretos
Visitas orientadas para grupos, marcação
prévia.
End.: Rua Uruguaiana, 77 – Centro
Tel: xxx-21-2224-2957, 2224-2941
Horário: Seg-Sex, 9-17h
Museu de Odontologia Professor Salles Cunha
End.: Rua Barão de Sertório, 85 –
Rio Comprido
Tel. xxx-21-2504-0002 – Fax 2504-3859
Horário: Seg-Sex, 14-16h
Museu do Primeiro Reinado
Entrada franca. Visitas orientadas para escolas e grupos
com marcação prévia.
End.: Av. Pedro II, 293 – São Cristóvão
Tel. xxx-21-2589-9627
Website: http://www.funarj.rj.gov.br
Horário: Ter-Sex, 11-17h
Museu do Rádio Roberto Marinho
End.: Rua da Constituição, 78 - Centro
Tel. xxx-21-2232-6172
Horário: Seg-Sex, 13-17h, exceto feriados
Museu da República Palácio do
Catete
Visitas agendadas para grupos escolares.
Entrada franca às quartas-feiras
End.: Rua do Catete, 153 - Catete
Tel. xxx-21-2558-6350 – Fax: 2285-0795
Website: http://www.museudarepublica.org.br
Horário: Ter-Sex, 12-17h – Sáb-Dom-Feriados,
14-18h
Museu Sítio Arqueológico Casa
dos Pilões
Rua Jardim Botânico, 1.008 – Jardim Botânico
Tel: xxx-21-2294-9349
Website: http://www.jbrj.gov.br
Horário: Seg-Dom, 8017h
Museu dos Teatros do Rio de Janeiro
End.: Rua São João Batista, 105 - Botafogo
Tel/fax: xxx-21-2286-3234
Horário: Seg-Sex. 10-17h
Museu de Tecnologia Educacional – Instituto
de Pesquisas em Educação e Eventos Educacionais
End.: Av. Pres. Vargas, 418/21º - Centro
Tel. xxx-21-2253-3179, Fax: 2296-9460
Website: http://www.ipae.com.br
Horário: Seg-Sex, 9-17h
Museu do Trem
Entrada franca
End.: Rua Arquias Cordeiro, 1.045 – Engenho de
Dentro
Tel. xxx-21-2269-5545
Horário: Ter-Sex, 10-12h, 13:30-16h, Sáb,
13-17h
Museu Universitário Gama Filho
Entrada franca.
End.: Rua Manuel Vitorino, 625 – Piedade
Tel.: xxx-21-2599-7117, Fax: 2599-7190
Website: http://www.ugf.br
Horário: Seg-Sex, 9-17h
Museu da Vida
Entrada franca. Visitas orientadas com marcação
prévia por telefone, exceto aos sábados
e domingos.
End.: Av. Brasil, 4.365 – Casa de Oswaldo Cruz
– FIOCRUZ – Manguinhos.
Tel/fax: xxx-21-2598-54221
Website: http://www.museudavida.fiocruz.br
Horário: Ter-Sex, 9-17h, Sáb-Dom, 10-16h
Museu Villa-Lobos
Entrada franca.
End.: Rua Sorocaba, 200 - Botafogo
Tel. xxx-21-2266-3845, Fax: 2266-3894
Website: http://www.ibase.org.br
Horário: Seg-Ter, 10-1730h
Museu e Workshop Tour H. Stern
Entrada franca.
End.: Rua Garcia D´Ávila, 113 - Ipanema
Tel. xxx-21-2259-7442
Website: http://www.hstern.com.br
Horário: Seg-Sex, 830-18:30h, Sáb, 830-14h
MUSEUS CASTRO MAYA – IPHAN – Instituto
do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional -www.museuscastromaya.com.br
Museu do Açude
End.: Estrada do Açude, 764 – Alto da Boa
Vista
Tel. xxx-21-2492-2119, 2492-5219
acude@museuscastromaya.com.br
Horário: Qui-Dom, 11-17h
Museu Chácara do Céu
End.: Rua Murtinho Nobre, 93 – Santa Teresa
Tel. xxx-21-2507-1932 Tel/fax: 2224-8981
chacara@museuscastromaya.com.br
Horário: Diariamente, de 12-17h, exceto Ter.
MUSEUS MILITARES
Museu Aeroespacial
Entrada franca
End.: Av. Marechal Fontenelle, 2000 Campo dos Afonsos
Tel. xxx-21-3357-5212, 3357-5213 – Fax: 3357-5814
Website: http://www.musal.aer.mil.br
Horário: Ter-Sex, 9-15h, Sáb-Dom e feriados,
9:30-16h
Museu Cartográfico do Serviço
Geográfico do Exército
Visitas agendadas. Entrada franca. Acesso pela rua do
Acre
End.: Rua Major Daemon, 81 – Morro da Conceição
- Centro
Tel. xxx-21-2223-2177
Horário: Seg-Qui, 13-17:30h, Sex, 7-12h
Museu da II Guerra Mundial
Entrada Franca.
End.: Parque Brigadeiro Eduardo Gomes – Aterro
- Flamengo
Tel. xxx-21-2240-128
Horário: Ter-Dom, 10-16h
Museu do Corpo de Fusileiros Navais
Visitas guiadas para grupos, com marcação
prévia
End.: Praça Barão de Ladário, s/nº
- Ilha das Cobras - Centro
Tel. xxx-21-2291-4441 - Fax: 3870-6628
Horário: Seg-Sex, 10-16h
Museu da Força Expedicionária
Brasileira - FEB
End.: Rua das Marrecas, 35 - Lapa
Tel. xxx-21-2262-360
Horário: Seg-Sex, 12-16h
Museu Histórico do Exército e
Forte de Copacabana
Visitas guiadas com marcação prévia
End.: Av. Atlântica, Posto Seis - Copacabana
Tel. xxx-21-2521-1032
Horário: Ter-Dom e feriados, 10-16h
Museu Militar Conde de Linhares
End.: Visitas agendadas só para colégios,
durante a semana
End.: Av. Pedro II, 383 – São Cristóvão
Tel. xxx-21-2589-9734, 2589-9581
Horário: Ter-Dom e feriados, 10-16h
Museu Naval
Entrada Franca.
End.: Rua Dom Manuel, 15 – Praça Quinze
de Novembro
Tel. xxx-21-2533-7626
Horário: Ter-Sex, 12-16h
Navio-Museu Bauru
Entrada Franca.
End.: Av. Alfredo Agache, s/nº - Cais do Espaço
Cultural da Marinha – Praça XV - Centro
Tel. xxx-21-3870-6191
Website: http://www.sdm.mar.mil.br
Horário: Ter-Dom, 12-17h
Museu - Espaço Cultural da Marinha
Entrada gratuita.
End.: Av. Alfred Agache s/nº - Praça XV-
Centro
Tel.: 3870-6992
Website: http://www.sdm.mar.mil.br
Horário: Ter-Dom, 12h-17h.
Museu – Ilha Fiscal
Saída do Cais Espaço Cultural da Marinha
Agendamento para grupos: xx-21-2233-9165
End.: Av. Alfred Agache s/nº - Praça XV-
Centro
Tel.: 3870-6992
Website: http://www.sdm.mar.mil.br
Submarino-Museu Riachuelo
Entrada Franca
End.:Av. Alfred Agache s/nº - Praça XV-
Centro
Tel.:xx-21- 3870-6025
http://www.sdm.mar.mil.br
Horário: Ter-Dom, 12-17h
Panteão Duque de Caxias
End.: Praça Duque de Caxias, 25 (em frente ao
Palácio Duque de Caxias) – Centro
Horário: Seg-Qui, 10-16h, Sex, 10-12h
Museu da Polícia Civil
End.:Palácio da Polícia, Rua da Relação,
40, 2º andar - Centro
Horário: Seg-Sex, 11-17h
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Maçonaria
Abre Portões Para Visitantes
O Palácio Maçônico recebe
visitantes inclusive mulheres para visitas guiadas por
irmãos que fazem parte da administração
do Grande Oriente do Estado do Rio de Janeiro.
O palácio Que é tombado, abriga Documentos
Históricos, Quadros, Móveis, e Objetos
de Arte de Valor Incalculável.
O Edifício que já foi Sede da Maçonaria
Brasileira,a sede hoje está em Brasília,
pode ser visitado na parte da tarde.
O horário entre 14.00horas e 18.00 horas
deve ser agendado,para melhor atendimento dos
visitantes.Para marcar visitas de grupos , colégios
ou indivíduos. Telefonar para.2262-4311 fax 2533-9159....
Atualmente o engenheiro Sérgio Tavares Romay
ocupa o lugar de Grão Mestre e foi reeleito
pelos maçons.das lojas do Estado do
Rio de Janeiro.
A visita Guiada é promovida .pela Grande
Secretaria de Cultura e Educação.
www.goerj.org.br
E mail:protocolo@goerj.org.br
informática@goerj.org.br |
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