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  Bem Vindo ao Portal da Sabedoria.
 
       
     
 
 
 

A Escada em Caracol
Múltiplas interpretações

M. Selaht


Estava em uma palestra atendendo a um pedido, para um público eclético, o que evito, porque o tempo é gasto com futilidades, e falei sobre o sonho de Jacó, o da escada que levava ao céu. (Gen.28:12). Na interpretação mais conhecida, uma escada por onde Anjos subiam levando as preces e desciam trazendo as ordens de D’us para a humanidade.

Dizíamos que era uma alegoria bíblica e que tinha várias explicações e que era preciso uma abertura de consciência, sem apegos dogmáticos, para aceitar todas e que mais interpretações ainda poderiam surgir no aprofundamento do estudo, o que não era absolutamente objetivo nosso numa palestra para público tão eclético. Temos experiência anterior que nos mostra que assuntos ligados às religiões são sempre de difícil condução e que, mesmo à luz de provas irrefutáveis, permanece a paixão, a emoção, e o dogma de fé (a nosso ver por pura ignorância) sobre a razão.

Em primeiro lugar, que escada já é uma tradução distorcida do original. O correto seria uma rampa em espiral.
O católico não tem o costume de estudar os livros sagrados. Mesmo seminaristas e padres têm uma visão distorcida da realidade do texto bíblico, tudo por conta dos dogmas oriundos de decisões dos concílios e dos altos membros dos cleros das diversas seitas católicas. Católico: lembro aqui que a religião é o Cristianismo. Muitos católicos ainda pensam que a língua original era o latim.

Os judeus também só estudam em ocasiões especiais, mas não têm essa visão distorcida dos protestantes e católicos, porque lêem o texto na língua original.

O círculo é uma representação do universo; pode ser também uma representação do sol e era assim no tempo dos Patriarcas. Até muito depois, ainda pensavam que a terra fosse um tabuleiro de forma quadrada. A expressão “os quatro cantos do mundo” vem daí, mas o sol sempre foi redondo.

Partindo da simbologia do círculo, visualizamos uma rampa em espiral, como uma mola espiral. Se a olharmos de topo, ou seja, do alto da rampa para baixo veremos que se trata de uma rampa contínua onde há uma superposição contínua dos trajetos a serem percorridos.

Se fossem círculos fechados, superpostos seriam a representação de vários universos paralelos. Ligando os círculos, obtemos a rampa ascendente.

Cada um desses trajetos representados pelos círculos seriam uma de nossas vidas. Já começa aí a ferver a coisa: os que não acreditam em reencarnação já começam a discordar antes mesmo de ouvir a conclusão da história. Essa mesma alegoria pode ser usada para períodos de sono e vigília.

Na espiral ascendente, temos a vida eterna, o aprendizado do espírito, a verdadeira matriz do nosso corpo, que permanece viva após a morte do corpo físico. (Outro ponto que alguns rejeitam, mas que é um paradigma provado pala ciência, que abordamos em separado nas notas do rodapé).

Assim sendo, a vida eterna é dividida em segmentos finitos onde acontece a perda do corpo material com o que convencionamos chamar de morte, seguida de um período de espera até uma nova encarnação.

Os desencarnados e os que passaram por uma experiência de quase morte, costumam narrar que entraram em um túnel ou em uma espiral ascendente de luz, e que flutuavam de pé, como se levitassem em direção a uma luz cada vez mais forte, mas que não incomodava aos olhos.

Outra interpretação é a de que a escada em espiral teria trinta e três degraus (33 é um “número mestre”, cabalístico, cujo estudo mais aprofundado não pode caber aqui) seria o caminho da iluminação conquistada gradualmente, passo a passo.

Cada degrau ou grau representa uma parcela de conhecimento a ser apreendida como requisito para galgar o grau imediatamente superior até a iluminação.

Quando certo número alcançar o topo simbólico da escada terá percorrido o caminho da sabedoria também simbolizado na “Árvore Sefirotal”. Essa árvore é a arvore das esferas da Cabala, plantada na terra, região da humanidade a que vai até a região Divina, onde está a divindade cujo nome é impronunciável.

Há um só D’us observando o desenho dos 7 chacras principais dos hindus. A posição deles é bem semelhante à da Árvore da Cabala. Os ensinamentos de Buda são bem semelhantes aos encontrados na Torá, na Bíblia e nos Vedas. É preciso rasgar o véu de Isis e ter a visão do falcão para entender. As escolas iniciáticas fazem isso. As religiões separam as pessoas entre elas, e da verdade. O caminho para a

“Luz do Criador”, simbolizado na “Escada de Jacó” é pessoal ninguém pode percorrê-lo por outro. É um caminho pessoal e, portanto, diferente para cada um. A forma de viver experiências é diferente para cada pessoa. Essa é minha opinião pessoal.

Quero deixar para todos vós estas palavras de dúvida. Procurem por elas. Se refletirem sobre os conteúdos, elas serão palavras de certeza, de verdade, da verdade que liberta.

Ouçam os vossos corações. O criador vos ama tanto que vos designou um Anjo para guardar a cada um de vós. Há um caminho de luz à vossa disposição para ser trilhado cada qual no seu tempo. D’us sabe exatamente a carga que cada um de vós pode suportar.

O Sopro da Vida, a Ablução pela Água Probática Consagrada, a Solidão Sob a Terra e a Purificação pelo Fogo darão a têmpera, quintessência de vosso caráter e as condições de aprendizado. Vosso conhecimento será a única bagagem permitida nesta viagem em busca da perfeição. Aprendam e BOA VIAGEM!

(1) Com a trans-comunicação está provado, cientificamente, que de fato há outros planos além deste. A teoria dos “Campos Unificados” é real e a física quântica toma o lugar da física newtoniana.
O embotamento dos clérigos das diversas religiões, na contramão da ciência e do fato, teimam em não aceitar a verdade, por que não admitem o erro, ou por pura ignorância. D’us é o LOGUS, lógica e ciência.

* Do livro “Magia Passo a Passo, a Escada de Jacó”. Direitos da ARA, Editora e Publicidade, também proprietária deste portal.

Sinais
Estão por toda parte, são reconhecidos
por uns poucos

M. Selaht

Conversávamos no café e bar Grande Oriente, na rua do Lavradio, Rio de Janeiro, o ano 1978. Meu companheiro de café era um irmão, coronel reformado do Exército Brasileiro, um defensor da Amazônia, ilustre maçom e mago, já na época, Grande Inspetor do Rito escocês, Grau 33, tinha perfeito domínio do elemento fogo. Uso seu nome verdadeiro, por ser muito conhecido entre maçons e estar hoje no “Oriente Eterno”.

O Irmão Luiz Bayardo da Silva já era meu antigo conhecido de palestras e conferências acadêmicas. Nessa época, eu ainda não o conhecia como esotérico. Era um estudioso de assuntos maçônicos e esotéricos, em geral. Desta feita, conversávamos sobre sinais, que alguns evidenciam e que, sem dúvida, são parte do plano evolutivo da raça humana, do qual sempre houve pessoas e ordens esotéricas do passado, como a fundada em Amarna, (Tel el Harum) por Amenofis IV, a ordem Templária de S.J. de Jerusalém, a Rosacruz, os Sufistas e outras mais, que guardaram zelosamente pedras e argamassa para a “grande construção do templo de nossas virtudes”.

Sinais
Sinais dessa construção, que é o beresit (primeira palavra da Bíblia, que significa princípio em hebraico) da humanidade do atual milênio, vêm aparecendo e passam despercebidos freqüentemente.

A máquina quântica de Shakara, cromoterapia, expansão de consciência, os Dons e outros sinais, que os céticos teimam em rejeitar.

Quando aconteceu o fenômeno da separação das línguas na construção da “Torre de Babel”, (significa Porta de Deus, em hebraico. Gen.11 vv.6 a 9), a Misericórdia Divina, como sempre se fez presente, os intérpretes e tradutores das novas línguas, passaram a ser uma classe social importante, e foram os embaixadores da época primitiva.

O Plano
D’us sempre teve Seu Plano escrito e o “arbítrio relativo”, que concedeu à humanidade, foi sempre, como ainda é hoje, motivo de transgressão. A dificuldade de comunicação teria sido um castigo, mas foi também uma forma de evolução, pena que pela dor.

A esperança de um novo paradigma para unir a humanidade
Vislumbrada por um iluminado judeu polonês, Ludwik Leger Zamenhof (Lázaro Zamenhof), com a criação do esperanto, em 1887, uma língua universal com cinco vogais e 23 consoantes, como sempre, interesses egoísticos e econômicos impediram que esse sinal fosse reconhecido. A linguagem diplomática era o francês, mais tarde o inglês tomou esse lugar e o dolar americano passou a ser o padrão monetário.

O adoção do euro é mais um sinal, embora infinitamente de menor importância que a linguagem universal, a unidade de linguagem e a de valores econômicos, vão acontecer.

O Irmão Bayardo e eu falávamos que no futuro o “paradigma do esperanto” seria materializado na linguagem telepática, que acabaria de vez com a mentira e a falsidade, já que todos estarão lendo as mentes uns dos outros.

Telepatia
Telepatas e comunicações mentais acontecem, embora às escondidas. É o medo de ser chamado de louco ou charlatão. É também a influência maligna de algumas seitas religiosas do cristianismo, que se negam a ver a verdade dos fatos, mesmo quando provada à luz da ciência.

O despertar da Verdade Arcana
As “descobertas” e os prodígios terão lugar garantido nos veículos de comunicação, da forma como já eram conhecidos na Cabala, há milênios. Somos “um povo de dura cerviz” fechamos os olhos para o obvio, e colocamos rótulos de mentirosos nos sábios. Os Kaballa Centers, ao redor do mundo, são um exemplo atual.

A trans-comunicação já removeu o mito eclesiástico de que não há vida após a morte. É possível comunicar-se com consciências desencarnadas e até com outros seres, por esse método que não utiliza médiuns, apenas aparelhos e cujas experiências podem ser repetidas e gravadas (para a desmoralização de certos clérigos). Os “Torquemadas” sempre foram servos do mal a serviço dos que confundem fé com ignorância e dos que acreditam que os homens não têm o dom dos milagres.

Eles não são capazes de ver e reconhecer os SINAIS.

N.R. No Brasil, mais informações podem ser obtidas no site BRASILIA ESPERANTO-LIGO www.esperanto.org.br
Transcomunicação: www.ipati.org/gravandovozes

A Magia no PAN

Mago Selaht

Cercados de magia, não nos damos conta disso. O ser humano pensa que evoluiu, mas não é capaz de perceber o que está abaixo do nariz.

A preocupação evolutiva presente no ser humano leva a ações que chegam a ser hilárias. Enquanto nega-se a validade das afirmações astrológicas, ignoram-se os fatos do cotidiano como o regime das marés e dos ventos, o ciclo menstrual e o período da gravidez da mulher. E mais as teses universitárias que, ao contrário, demonstram que a astrologia é, sim, um método de efetuar prognósticos.

No recém terminado evento do PAN, a criação do fogo, um ritual antiqüíssimo foi efetuado. A “chama primordial” foi transportada em uma duas lanternas e dessa chama foi feito o “contágio” para as tochas que seriam transportadas por inúmeras pessoas até o acendimento da pira no local de abertura e encerramento da cerimônia. Aí estão os elementos de magia presentes.

A “criação” - a chama, como criatura consagrada, é o mais poderoso dos elementos. A preocupação de multiplicação em duas lanternas para garantir a preservação do fogo sagrado caso uma das lanternas se apagasse.

O “contágio” - a chama é usada para acender a tocha e esta, a pira.
Todo esse ritual é mágico, embora algumas etapas, como o transporte em aeronave das lanternas pudesse envolver risco.

Alguns erros foram cometidos, como “apagar a chama da pira”. O correto seria recolher a chama para as lanternas e voltar com a chama para o local de origem onde permaneceria ardendo até o próximo PAN.

A palavra apagar não é usada pelos praticantes da “arte” - a palavra usada é adormecer. A chama é adormecida até o momento em que será “acordada”.

Chamas, místicas nunca devem ser sopradas como, simbolicamente, foram as do PAN. São adormecidas pela ausência do comburente, são abafadas. O adequado, entretanto, será manter a chama acesa no mesmo lugar e deste, transportá-la ao do próximo evento.

Há quem diga que esse ritual é pagão. Não é verdade: o povo escolhido mantinha em seu Templo e, mais tarde, nas Sinagogas, uma chama permanente. Também esse costume foi adotado no ritual católico, um arremedo corrupto do ritual judaico de onde foi copiado.

A lanterna em frente ao altar era mantida acesa permanentemente. Hoje, uma lâmpada substitui a lamparina de azeite.

Não cabe a nós mostrar que esses erros apontados são de fato significativos. Mas se é para executar um ritual tão antigo, respeitar a tradição é o mínimo desejável.

A chama consagrada resultante do azeite das primícias ofertado a D’Us é tão importante, que um milagre já aconteceu com respeito a essa chama. O milagre do Chanucah.

 

 

Humor

Recomendado para Sogras

Um jovem mago mostra à sua jovem esposa e à sogra um antiqüíssimo grimório.

- Querida, descobri uma raridade. É parte de um antiqüíssimo grimório que contém fórmulas mágicas até hoje desconhecidas. A mais importante delas é a que possibilita fazer desaparecer uma pessoa.

A sogra, implicante, aproveita para sacanear o mago e diz:

- Duvido, essa eu quero ver.

O mago vira-se para a esposa e pergunta:

- E agora?

A mulher, conciliadora, responde:

- Faça a vontade de mamãe, benzinho.

Mais que depressa, o mago pronuncia o encantamento e a sogra desaparece. A esposa bate palmas contente e diz:

- Bravo! Bravo! Agora mamãe vai parar de encher o saco. Traga mamãe de volta.

O jovem mago responde:

- Então, querida, esse encantamento está na parte perdida do grimório.


 
     
 

 

E o círio se apaga

Estavam reunidos no pequeno “quarto santo” os seus discípulos e as primícias deles, seus filhos primogênitos. O velho mestre passava ao seu discípulo mais antigo instruções a serem rigorosamente obedecidas.

O “quarto santo” era um cômodo independente da casa onde o mago dormia nos dias de jejum e preparava o corpo material para seu ofício, era o único a entrar nesse recinto consagrado.

A luz elétrica no teto havia sido desligada, incomodava os olhos do mago. Ao lado direito do modesto catre de madeira de cedro, um círio iluminava fracamente o aposento. Lençóis de linho eram as únicas peças que revestiam o leito e o mestre. O de cobertura era bem antigo, puído, mas limpíssimo - era o único que usava desde a sua iniciação.

Da janela aberta suave brisa soprava, o dia estava para nascer.

A luz do círio que iluminava o ambiente não era suficiente para iluminar os presentes, que estavam em penumbra.

Dadas as instruções, o velho mago recostou-se no travesseiro e deu inicio a uma oração.

“Recebe, Pai, este vosso humilde servo em Vossa morada se for de Vossa Santa Vontade e agradar aos Vossos olhos.

Abençoa estes meus filhos e vossos servos e estende Vossas mãos sobre a cabeça do que os irá guiar doravante, na Vossa senda e na prática do bem, na preservação da natureza que criaste e na Arte Real.

A mim, meu Santo a Amado Anjo! A vossa guarda e em vossas mãos...” . O círio se apaga, o sol lá fora, em breve, irá iniciar sua jornada pelo “arco die”. Súbito, a brisa suave dá lugar a um ar repleto de ozônio; pontos de luz começam a surgir; luz, uma luz intensa ilumina o aposento.

Lá fora, o luminar do dia inicia seu arco e os pássaros cantam a sinfonia da manhã. É a vida que resplandece, a promessa de que o ciclo se repete, sempre, e eternamente.

Enquanto os cavaleiros da luz acreditarem que há um Deus Uno e que do “Santo Bendito Seja o Seu Nome” há uma lei universal; haverá vida eterna e esperança eterna.

O corpo do velho Mago fora lavado e revestido do lençol da iniciação - o círculo estava fechado.

Segundo a sua vontade, foi cremado junto com as suas alfaias. As cinzas foram sepultadas debaixo da frondosa acácia no jardim. Cai agora uma chuva forte. A bênção do Senhor cai sobre todos da egrégora e a acácia nunca esteve tão viçosa e florida.

O trabalho continua sempre, a semente precisa ser cuidada. Um lindo bosque de acácias está para ser plantado. É o círculo da vida que se repete e renova, como está em cima.

Mago Selaht
do livro “ Magia passo a passo ,
a escada de Jacó”


 
     
 


Família Espiritual ou Família Material?

Mago Selaht
Do livro Magia passo a passo , a escada de Jacó

O conceito

“Pessoas aparentadas que vivem, geralmente, na mesma casa, particularmente, o pai, a mãe e os filhos.”

O conceito de família é bem mais amplo do que a maioria pensa. Aliás, o conceito de maioria não significa verdade.

Dizer o que a maioria pensa de determinada maneira não significa que estejam certos, apenas que são maioria e como tal, sendo grupo de pressão, podem fazer valer à força suas idéias, o que não lhes dá poder sobre a verdade. A homossexualidade existe entre os animais e não podemos afirmar que seja opção sexual ou comportamento opcional, é sim, um desvio do padrão.

Família não é somente aquela que conhecemos; é preciso estabelecer indicadores ou criteria, para definição.

No conceito mundano

Os membros de um clube que mantenham interação constante são uma forma de família. A família flamenguista, a família palmeirense. É comum o termo “família militar” ou “família muçulmana”, no lugar de povo muçulmano ou povo árabe.

No conceito espiritualista

Quando o grupo social tem um fator espiritual ou carnal que o une essa é uma forma de família no conceito espiritual. Uma loja maçônica é uma forma de família e há um forte vínculo entre seus membros - a escolha, a aceitação mútua.

Uma família carnal, pai, mãe, filhos, avós, netos é constituída por pessoas com vínculo carnal e têm descendência genética. O fator de coesão é o gen, no campo material.

No campo espiritual, da mesma forma, há uma “genética” espiritual. Da mesma forma que uma célula tronco se parte para formar um ser inteiro, o que poderíamos chamar de célula genética, o espírito também se parte formando novos espíritos. É assim que o número de espíritos cresce. São as almas gêmeas que, a partir desse momento, terão vidas autônomas e corpos autônomos, independentemente do sexo. O espírito de uma mulher pode se partir em espíritos de homem e mulher e vice-versa.

A natureza material nada mais é do que a cópia da natureza espiritual. A natureza espiritual precede a natureza material.

“Genética” espiritual

Unirá essa família espiritualmente constituída o que os hindus chamam de egrégora (palavra de origem do Sânscrito). Quando o indivíduo é procriado, um filho adulterino, por exemplo, essa criança e sua mãe passam a ser membros da egrégora. Há um vínculo genético da criança, independentemente da situação social e ambos farão parte da egrégora para as próximas encarnações.

O mesmo acontece quando uma criança é adotada. Neste caso, não há genética espiritual nem material ainda, mas, convivendo com a família de adoção, essa criança será parte da egrégora espiritual futura.

O homem tem poder de arbítrio relativo e pode, em alguns casos, interferir ou alterar o seu destino. Uma criança adotada pode ter sido um benfeitor, um amigo, ou um assassino, numa vida anterior e poderá ter o mesmo comportamento na nova vida. Poderá vir como um agente do karma para cumprir com a missão de destruir seu pai adotivo, como forma de resgate de uma vida passada.

Há uma tendência de a egrégora ser repetida por várias encarnações e, portanto, há uma tendência a um Karma coletivo dessa egrégora.

Quando homem ou mulher tem uma relação extraconjungal, essa pessoa faz parte da mesma egrégora ou família espiritual, embora desconhecida da família legalmente constituída ou aceita pela sociedade.

Acontece da mesma forma na adoção de uma criança.

Os acontecimentos advindos dessa adoção fazem parte do Karma coletivo dessa família.

O desconhecido conhecido

È o conhecido de vidas passadas. São os que se reencontram em um mesmo segmento de tempo, que nós chamamos de “esta vida.” São as pessoas que já nos parecem conhecidas, com quem simpatizamos ou não, sem saber de onde os conhecemos ou se os conhecemos nesta vida.

Encarnação e Ressurreição

Se há uma reencarnação, não seria o mesmo que ressurreição. Espiritualmente sim, trata-se da volta do espírito à matéria, mas materialmente, não. Reencarnação seria a volta do espírito em um corpo novo, um bebê que poderia ser de mesmo sexo, ou não. Essa seria inclusive a explicação falsa para a homossexualidade.

Fatos cientificamente comprovados e testemunhados. Ambos os casos já ocorreram.

Ressurreição

Registros bíblicos mostram que muito tempo antes de Jesus ressuscitar a Simão, o Lázaro (leproso) (João 11 Verss. 17 a 26), o profeta Eliahu (Elias) já havia ressuscitado o filho da viúva (3° Reis 17-Vrs 22).

No caso de Simão, o Lázaro, irmão de Marta e Maria de Magdala (Maria Madalena), o cadáver já estava em adiantado estado de putrefação, pois havia morrido já há quatro dias.

Mas não interessa aos cleros corruptos que tais assuntos sejam mostrados.

Reencarnação

Ao admitir que um espírito retorna a um corpo putrefato e por milagre se restaura, é possível admitir que o mesmo pudesse ingressar em um corpo de recém-nascido, fato que pode ser provado pela regressão. A própria regressão já é uma prova de vida anterior.

A Família do Mago

Por que o Mago deve desposar uma virgem?
Anatomicamente, Homem e Mulher são diferentes. A mulher tem um desenvolvimento mais acentuado na puberdade e está preparada para a maternidade após a segunda menstruação. Estamos deixando de lado, aqui, as leis dos homens e as opiniões da sociedade, para atermo-nos aos fatos.

A mulher nasce com os ovários já repletos de óvulos que envelhecem com ela. Assim, a mulher, aos quarenta terá óvulos com quarenta anos e possibilidades menores de gerar. A fase de procriação e fertilidade vai até a menopausa. Não estamos aqui discutindo técnicas artificiais de fertilização.

O Homem tem um desenvolvimento mais lento na puberdade. Aos quinze anos é um menino enquanto a moça já está praticamente completa. O aparelho reprodutor masculino funcionará até a andropausa, mas, diferente do da mulher. Os espermatozóides serão sempre renovados e jovens podendo decrescer em número, mas sempre serão novos.

A questão da virgindade

A tradição recomenda uma virgem pelos motivos que passo a explicar:

Como já escrevemos as anatomias são diferentes, quando o homem ejacula, o seu sémen sai do corpo para ambiência externa, que pode ou não ser a vagina de uma mulher.

A mulher quando tem relações sexuais recebe dentro de si o sémen de seu parceiro que passa por osmose pela mucosa interna da vagina para fazer parte integrante dela. Radiestesicamente é o que chamamos impregnação. A palavra prenhez vem de impregnação.

Mesmo não havendo fecundação houve impregnação. Quando as relações são com vários homens acontecem varias impregnações. O maligno sempre ataca a parte mais fraca como pássaros e pequenos animais, exceto os felinos que têm grande resistência, e sempre ataca usando a mulher e os filhos, para atrapalhar o trabalho de propagação da luz em meio às trevas. Outro grande engano é pensar que o mal e seus agentes não existem, sendo fruto da imaginação e das crendices populares. O Mal existe e não é mais fraco que o Bem, é exatamente igual, e é por isso que existe um equilíbrio relativo, porque a balança está sempre pendendo um pouco para cada lado, sendo que as atitudes do ser humano são o fiel dessa balança, responsável pela manutenção do equilíbrio, até a vitória final do Bem, que certamente virá a acontecer. Por isso é tão importante o desenvolvimento da sociedade como um todo e que o Bem ocupe os espaços para que Mal não os ocupe.

São regras, não obrigações, já que o ser humano pode fazer o que desejar. Nada lhe é proibido desde que esteja preparado para assumir as conseqüências, principalmente se ferir a terceiros.

Para os céticos nada disso é importante. Para quem quer seguir a senda da Arte, o mínimo que se espera é que não seja cético, mas que tenha a mente aberta e aprenda com os antigos que já experimentaram e viram qual seria o melhor caminho, por isso são Mestres.
Muito pensei ao escrever essa peça, sobre as discordâncias e a polêmica que irá despertar. A modernidade, em alguns aspectos, nada tem com a tradição, que não representa atraso, mas experiência acumulada e que vem dando certo. O mago do tarô é um jovem, o Eremita, um velho, já sem esposa, mas olhando o mundo do alto da montanha, vendo ao longe, com a alma e a visão aumentadas e com poder (que precisa ser conquistado).

Tradição oral

Normalmente, esse estudo é passado aos discípulos, oralmente, e não como o fizemos. A magia requer disciplina, renúncia e estudo. A esposa do mago é muito mais que uma mulher e companheira, é uma cúmplice e por isso entende os jejuns e as abstinências necessárias em certas ocasiões.

Ela vê e participa dos resultados, da colheita e das bênçãos, recebe os filhos como uma dádiva divina e sabe que não nasceram nessa família por obra do acaso.

A Mulher é a pessoa mais importante na vida de um mago. Ela é amada como cálice divino da criação.

O mago não pode ter vida dupla. É a regra e é respeitada.

A mulher do mago sabe que é uma “escolhida” e que “o amor é a chave do universo”.

 


Notas do autor:

Os exercícios para desenvolvimento, meditação, chamadas de força e outros que o mago pratica durante sua existência, mexem com os chacras (em Sânscrito, vórtices de energia) e como resultado, aguçam a libido e comprovadamente aumentam a sexualidade.
Na tradição druídica, os wiccanos acreditam que a mulher é dona absoluta de seu próprio corpo, podendo, se desejar, até prostituir-se.
É ela quem escolhe seus parceiros, podendo descartá-los quando desejar.
Não contestamos tal tradição, que não é a nossa, mas lembramos que não é correto misturar tradições, ou seja, aceitar parte de uma e parte de outra. Por outro lado, o fenômeno da impregnação permanece, quer o comportamento social aceite a pluralidade de parceiros, quer não. A impregnação é um fato.
As possíveis conseqüências, como o ciúme, sensação de perda e depressão podem não ocorrer, com freqüência, mas a impregnação é um fato científico.
Cada qual tem o direito sagrado da escolha e pagará o preço dos erros que advenham dela.

 

 
 
 
 


Magia Eterna, Magia

Realidade ou ficção?

(Comentários sobre palavras do Papa)

M. Selaht


Dois eventos estão se sucedendo como se fossem parte de um mesmo programa: A visita de Bento XVI, o Papa e a novela Eterna Magia.

Uma das perguntas mais freqüentes que me fazem é sobre maldições. “Será que isso pega? É verdade mesmo?” Interessante é que, qualquer que seja a resposta e por mais sincera que seja a dúvida permanece.

Acredito que seja o conflito entre o racional e o emocional ou o conflito entre uma mentira, que já vem de geração para geração e uma verdade que igualmente corre em paralelo e é antiga como o mundo.

Assistindo uma reportagem sobre a viagem do Papa, amplamente divulgada pela impressa mundial, presente na comitiva papal, quando o Dux Cleri “Líder do Clero” ameaça com excomunhão aos que aprovarem o aborto, entre outros assuntos considerados proibidos pela Igreja de Roma. Percebi que a resposta sobre maldição estava ali, debaixo do meu nariz.

Canso de dizer que a relação entre o ser humano e D’us é pessoal e intransferível, não dependendo, absolutamente, de intermediários e menos ainda de seitas ou igrejas.

Excomunhão é um ato de Magia Negra

Excomungar, Lat. Excomungare, Ex comunicare. Nesse ritual, o sacerdote exclui o gozo de todos os bens espirituais ao fiel ou alguns desses bens.
Qualquer dos membros da igreja é expulso e torna-se maldito, esconjurado, condenado como réprobo.

Aí está um exemplo universal e incontestável ato de MAGIA NEGRA praticado pelo SUMO SACERDOTE CATÓLICO, cujo julgamento é infalível.

Satanás sabe enganar e esconder-se, e disfarçar seu trabalho. Pode influenciar um sacerdote para negar que existe.

Com uma organização e uma hierarquia, a seita católica exerceu sempre forte influência política e social, através dos padres e seus sermões junto á comunidade, que conhece as orações do serviço religioso, mas nada conhece da Bíblia e acredita em tudo que ouve dos sacerdotes.

Qualquer pessoa, medianamente inteligente, de mente aberta e com conhecimento de filosofia, ao ler a Bíblia ao menos uma vez, jamais será católica. Tantos são os engodos e mentiras pregados como verdade. Como exemplo, cito a data do nascimento de Jesus, o domingo como dia santo, a eterna virgindade de Maria, o culto a Maria, o culto aos “Santos”, às imagens cultuadas, à canonização.

É incrível que pessoas formadas em nível superior creiam nessa farsa, que é um arremedo medíocre do judaísmo. As crianças, inseridas no estudo de determinada religião, quando adultas, não procuram conhecer outras religiões, não havendo, assim, a busca da verdade, preferindo, por comodismo, deixar tudo como está. Lendo a Bíblia e conhecendo o catecismo católico, é facilmente identificável onde está a verdade.

Realidade ou ficção

Realidade de origens muito antigas. Não confundir com truques de prestidigitação.
A magia sempre esteve presente nas culturas dos povos. Aos magos podem ser creditados os princípios das ciências modernas e também a preservação das artes antigas.

As diversas tradições se confundem nas brumas do tempo e estão subjacentes na história e na filosofia.

Neste escrito, enfocamos o emprego da ferramenta magia em seu sentido maligno, no ritual católico da excomunhão, que seria terrível SE o Papa tivesse realmente o poder que em sua vaidade desmedida pensa ter.

O Santo Bendito Seja Seu Nome, o D’us de Abraão, de Isaac e de Jacó, não concede um dom a quem não o usará para o bem da humanidade.

Não desejamos desrespeitar qualquer religião, mas desafiamos que nossas palavras possam ser contestadas. Se o forem, será à custa de argumentos puramente emocionais, sem nenhuma prova. Poderíamos ir mais fundo, nas heresias do clero católico, mas preferimos deixar para mais tarde, se qualquer fanático tiver a infantilidade de contestar a verdade.

“Eterna Magia”

Com um elenco formidável, essa novela pode ser esclarecedora da verdade sobre o culto pagão, que é a magia de origem céltica. Fui iniciado em práticas de medicina herbácea por minha avó paterna. Essa história do inicio da minha vida está contada em “A Velha Senhora”. Longe das mentiras espalhadas pelas seitas cristãs que levaram às masmorras e à fogueira pessoas simples que foram privadas da liberdade e da vida, em nome de um Deus, que pregava o amor e a fraternidade, parece loucura e é mesmo. É o fanatismo de uma coletividade incitada à perversidade extrema por lideranças que dizem servir a uma causa nobre.

A novela pode ser uma forma de mostrar a verdade sempre ocultada ou pode seguir a fórmula do cinema americano e das igrejas de transformar amor em ódio mais por temor que por fatos. Pode descambar para a feitiçaria e a prática da maldade, que era exceção, e foi muito mais presente nas igrejas do que entre os bardos.
Resta-nos esperar que a verdade surja desta vez.


 
     
 


ENCANTAMENTOS E MALDIÇÕES

Mago Selaht
Do livro “Magia passo a passo, a escada de Jacó”

Tentar fazer mal a um ser vivente seja ele pessoa, animal ou planta, não agrada ao seu criador, Deus, que os antigos hebreus chamavam de Senhor Meu (Adonai).

Dos Espíritos:

Há espíritos bons e espíritos maus, como há pessoas boas e pessoas más. A índole boa ou má de uma pessoa não é alterada pelo fato de ela ter perdido o corpo físico e ser agora um ser desencarnado.
A simples proximidade de um espírito desencarnado maligno pode alterar o nosso campo vibratório ou campo áurico e levar a doenças físicas e a perda de energia.

Vampirismo:

A perda de energia é tratada no capítulo Vampirismo, de nosso livro Magia Passo a Passo, a Escada de Jacó e pode ser visto neste Portal - ESOTERISMO / Mistérios.
O ato de crer ou não crer não invalida os encantamentos ou maldições, mas pode, no caso de não se crer, criar uma certa barreira que dificulta a agressão espiritual. Tomamos por exemplo a maldição aos arqueólogos que descobriram a Mastaba de Tutankamon, o Faraó Menino. Todos os que participaram da abertura da sala mortuária morreram de forma estranha.
Fica difícil conversar com pessoas que não são capazes de encarar o encantamento e a maldição cientificamente por questões dogmáticas, religiosas ou por ignorância mesmo, já que duvidar a priori de um fato sem estudá-lo é anticientífico.
A Kabalah nos revela uma tabela de anjos de Deus, chamada pelos antigos estudiosos de tabela da direita. A ela corresponde uma tabela da esquerda ou dos anjos decaídos, que erroneamente são chamados de demônios (do Gr. Daimon) que significa apenas espírito, não se lhes atribuindo qualidade alguma, se do bem ou do mal. É bom que se saiba que contrariar a vontade de Deus desejando mal não é uma coisa digna a se fazer.

O ciclo da maldição ou do encantamento

Qualquer trabalho de maldição ou encantamento depende muito do poder de volição do oficiante (é preciso desejar ardentemente que a maldição se realize) e de elementos que liguem, conectem o que pronuncia a maldição ao amaldiçoado. São pedaços de roupa usada, objetos de uso pessoal ou pedaços de pele, sangue, urina, cabelo, saliva, unhas, enfim, que sejam parte da pessoa que vai ser amaldiçoada.
Há uma tendência moderna de associar o encanamento e a maldição à magia e a complicados rituais. É bem verdade que os magos não se dedicam a tal prática. Apenas alguns seres abjetos são capazes de praticá-los. O mago sabe que a maldição e o encanamento percorrem um ciclo, ou melhor, um círculo que voltam sempre ao ponto de partida, que é aquele que proferiu a maldição ou encanamento.

A bênção e a maldição


Aquele que é capaz de pronunciar uma bênção (não como as que são pronunciadas pelos sacerdotes em geral, que não têm nenhum efeito prático, mas a que sai da alma acompanhada de um intenso desejo e certeza de que será realizada). É capaz de pronunciar uma maldição, mas, a bem da verdade, estará prejudicando a si próprio, pois que esse poder de volição não deve jamais ser usado para o mal. Aquele que assim o fizer será indigno diante de Deus.

Formas negativas de pensamento

É possível criar, com formas de pensamento, elementos que venham a prejudicar pessoas, plantas, objetos. Uma experiência prática pode facilmente demonstrá-lo ao mesmo tempo em que pode ser usada para testar o poder da bênção e o dom da cura. Para tal, devem ser usadas sementes de plantas de fácil crescimento, escolhidas a esmo, de forma que não haja uma ou outra de melhor qualidade e plantadas em igual número em três vasos de planta de tamanho igual e material igual. Dentro deles será colocado um composto de terra, esterco e nutrientes pesados e que tenha peso igual para os três vasos. Nestes vasos, a uma profundidade medida, serão colocadas as sementes e cobertas com igual quantidade de terra. As três plantas deverão ser colocadas em lugar onde permanecerão e regadas adequadamente sempre com a mesma quantidade de água. Os vasos deverão ter uma distância entre si de 50 centímetros e estarem todos expostos a igual quantidade de luz e sombra.

Início da experiência

Escolher a esmo um dos vasos. Impor as mãos sobre o mesmo, fazer uma prece e desejar que planta cresça viçosa, sem pragas e rapidamente. Escolher entre os dois vasos restantes, mais um e impor as mãos sobre ele desejando que a plana morra. No terceiro vaso nada fazer. Esse será o testemunho de controle. Conforme já foi dito, regar sempre com quantidade igual de água usando o medidor graduado e repetir sempre que regar a bênção e maldição sobre os vasos destinados à bênção e à maldição. Incrível será o resultado: a planta abençoada chega a crescer 70% mais em relação à planta-testemunho, a amaldiçoada pode não chegar a germinar ou tornar-se raquítica e cheia de doenças, morrendo depois. Ao terminar a experiência, não se esqueça de pedir a Deus perdão por ter destruído a planta amaldiçoada e que isso é feito apenas como demonstração para os incrédulos.

Acreditamos que após esta experiência ninguém mais duvidará de que a bênção e a maldição são possíveis.

 

Maldições e pragas

No século XVI, o autor alemão Johann Weyer, geralmente cético sobre a eficácia das maldições e das pragas diz “Se algum sinistro vier a acontecer ocasionalmente será visto como resultado de maliciosas imprecações feitas pelos pais contra seus próprios filhos. Isso não invalida meu ponto de vista, de forma alguma, mas devido a peculiar afinidade congênita entre pais e filhos. Por essa razão, Deus, algumas vezes, amedronta com exemplos” (de que as maldições são, de fato, reais).(1)
Johann Weyer, in De Praestigiis Daemonum, edição de 1583.
O autor Keithoms em sua obra Religion and Decline of Magic (Oxford, 1971, p. 512), diz “quando uma mulher de língua perversa amaldiçoar alguém, a morte virá logo depois.” (2)

Um pedido de justiça

Quando o Papa e Felipe, o Belo, de França, concluíram que a dívida em dinheiro para com a Ordem dos Templários(3) era impagável, pois os cofres de França e do Vaticano estavam “vazios”, decidiram por tornar proscrita a Ordem Templária, em 22 de novembro de 1312, julgar no Tribunal da Inquisição seus membros e condená-los à morte pelo fogo. O Grão-Mestre Jacques du Molay foi cremado em praça pública, em frente à Catedral de Notre Dame e durante sua agonia pronunciou a seguinte frase: “Nakan Adonai. Conjuro o Papa e o Rei de França a comparecerem perante Deus no prazo de um ano.”(4)

O Grão Mestre dos Templarios, Jacques du Molay não teve poder para mudar o seu destino, mas teve suficiente poder de volição para ver cumprido seu pedido de justiça. A Ordem du Molay está hoje espalhada pelo mundo.

Notas do autor:

(1) O elo existente entre pais e filhos chega a ser tão forte que podem sentir à distância quando um acidente ocorre. Uma angústia, um grito, um sonho premonitório ou revelador.
(2) Vemos aí, uma opinião contraditória. O que ocorre é que a maldição e a bênção são a mesma ferramenta, usada na forma amorosa da bênção e da odiosa maldição e dependem, fundamentalmente, do poder de quem as pronuncia. M. Selath
(3) Ordem Religiosa de Cavaleiros que guardavam a Cidade Santa de Jerusalém e que inventou a Carta de Crédito para que os viajantes não fossem assaltados durante sua peregrinação. Adquirida na cidade de origem, no convento templário, era resgatada no destino, Jerusalém. Na volta, ocorria a mesma coisa, nova carta de crédito a ser resgatada na cidade de destino. Essa operação, que era cobrada como hoje, rendeu aos Templários imensa fortuna, que era usada como empréstimos a diversos reinos na Europa e, inclusive, ao papado.
(4) para serem julgados pelo fato sabido de que o Papa diz ser o representante de Deus na Terra e o Rei de França era tido como Rei pela Graça de Deus. Absurdo que permanece até hoje.
Nakan Adonai, em hebraico, significa “Justiça, meu Senhor” (Deus).
Os fatos narrados aconteceram e são históricos. São prova histórica do delito da calúnia e da cobiça, roubo e assassinato cometidos por um supremo dirigente do clero católico, com a cumplicidade de um Rei. Os bens da Ordem dos Templários foram divididos entre a Igreja que os deu à Ordem de São João e Felipe, O Belo, Rei de França.

M. Selath

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MONTANDO SEU ALTAR PESSOAL

Mago Selaht
Do livro Magia Passo a Passo, a Escada de Jacó.

A palavra Altar, em grego ARA significa lugar alto.
O Altar Pessoal é seu microcosmo uma miniatura do universo ressonante com o todo.

Itens necessários:

Toalha de linho nova medindo quarenta por quarenta centímetros, ou uma toalha circular com diâmetro de quarenta centímetros. Provisoriamente pode ser usada uma toalha de papel absorvente descartável.(queimar após o uso) é o recomendável e mais fácil.

Um copo de cristal para servir de lamparina, azeite extravirgem pavios para lamparina.
Um copo liso para água, um turíbulo (incensório de carvão) em metal sem relevos de imagens, incenso na formulação adequada.

Sal grosso bruto, enxofre em pó (flor de enxofre ) colocados em recipientes novos.
Um frasco contendo mercúrio líquido (Hg).

Montagem:

Os Altares fixos devem ser montados a leste de um cômodo previamente consagrado e limpo, Num dia de sábado logo após o nascer do sol.

Em Alta Magia não existem pontos cardeais simbólicos. A posição oriental dos altares deve ser mantida por motivos radiestésicos e tradicionais, (todos os altares de alta magia no mundo ficam no leste)
O melhor dia para montagem de um Altar Permanente é um sábado após o nascer do sol nas luas nova ou cheia. Sábado é o dia santo para os praticantes da alta magia oriental, como recomenda Deus na Bíblia. “Guardarás os meus sábados”.

Altar temporário.

Podem ser montados em qualquer dia da semana.
Quando forem montados apenas para uma finalidade específica
, para fazer consultas com o pêndulo devem ser montados do lado norte, no sentido norte-sul, para não contrariar as linhas telúricas.
O oficiante no sul voltado para o norte magnético (sentido da corrente magnética terrestre, a principal corrente telúrica)
O Altar de Trabalho (temporário) deve ser montado sobre uma mesa comum.de forma que o oficiante trabalhe sentado.

O Santo Sábado chamado SHABATH começa ao por do sol da sexta-feira e vai até o pôr do sol do sábado). Esse é o período determinado por Deus, nunca o domingo.
Durante esse período Deus abre um portal especial de orações.
Jamais são usadas imagens e outras bugigangas que podem adquirir energia e uma vez impregnadas prejudicar o trabalho. A razão está no primeiro mandamento.

DESMONTANDO O SEU ALTAR PESSOAL

Guardar a lamparina coberta dentro de um armário na caixa de madeira pintada de preto com nanquim )pigmento natural feito de tinta de polvo e lulas). Guardar todos os objetos menos os frascos,o copo e o turíbulo.

O altar pessoal é um microcosmo, a toalha quadrada de linho é a toalha das oferendas. Sua forma quadrada representa a terra, os quatro cantos do mundo guardados por quatro anjos. Michael, Príncipe do Oriente; Rafael, Príncipe do Ocidente; Gabriel, Príncipe do Setentrião e Uriel, Príncipe do Meio Dia.
A lamparina, a presença de DEUS, a chama da Sabedoria e da Esperança.
O Sal que evita a corrupção dos elementos, representa a purificação.
O Enxofre, a proteção contra espíritos malignos.
O Mercúrio (hidrargirum), forma com o súlfur (enxofre) e o cloreto de sódio o trio da alquimia.
O azeite, as primícias da terra, o alimento da primeira colheita destinada a DEUS, e o emulsionador das essências de unção. Também representa o elemento água, na ausência desta.
A chama é o elemento Fogo. O Ar que nos cerca é o elemento ar, o Prana dos Hindus o Pneuma dos gregos, o Sopro que Dá e mantém a Vida.
Obs:.Os iniciados conhecem bem o significado do Sopro dentro da boca e do sopro frio desimpregnador.

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ESPADAS

Instrumentos de trabalho dos Iniciados, símbolos de honra e cavalheirismo.
Pertencem à categoria das armas brancas.
Um prolongamento do braço, a espada aumenta o perímetro de segurança do território pessoal.

Simbologia:


A espada era o símbolo da guerra enquanto o arado era o símbolo da paz.

É o Símbolo da Honra
e a Arma dos Cavaleiros dos Nobres dos Oficiais. Quando a recebem em cerimônia própria são comunicados que a partir daquele momento são oficiais e cavalheiros (cavaleiros) a serviço da Pátria que prometem defender com a própria vida.
Esse é um vestígio das ordens de cavalaria que permanece até nossos dias.
Os Guerreiros Japoneses chamados Samurais consideravam sua espada como sua alma.

Descrição:


A espada é constituída de uma lâmina de aço Flexível Pontiaguda e Afiada.

Pode ser reta ou curva, afiada em um ou ambos os gumes.
Usada como arma de ataque e defesa, para a prática desportiva ou como instrumento de cerimonial de uso Místico ou Mágico.
Seu uso militar atualmente é como armamento de cerimonial.
A origem exata dessa arma branca se perde no tempo. As primeiras eram facas de pedra de jade, de excelente corte, mas extremamente frágeis.
Em 6.000 a.C. o cobre era encontrado em grande quantidade. Era batido com pedras, para ser endurecido e convertido em diversos utensílios, entre eles as armas e ferramentas.
Em cerca de 3.500 a.C. foram encontrados, no Oriente Médio, durante escavações arqueológicas, armas de metal fundido e vazado, técnica metalúrgica usada até os dias de hoje.
Armas também foram encontradas no Egito (que na época se chamava Mitszraim) e na Índia.
O Bronze, liga metálica de Cobre e Estanho, surgiu por acidente em torno de 3.000 a.C., na Suméria. Esse metal, mais resistente que o cobre logo foi utilizado em armas.

A DESCOBERTA do FERRO


O ferro teria sido descoberto na China (na época chamada Katai) mais ou menos pelo ano 2000 a.C.
O ferro que era extraído de meteoritos de níquel e ferro (a mesma composição do núcleo da terra) era considerado de origem divina, pois vinha do céu, seu preço era então elevadíssimo considerando-se ser de origem divina e rara.
Enquanto as espadas de cobre e bronze eram pesadas e não podiam ser longas e finas, a nova descoberta permitiu a confecção de armas mais adequadas e eficazes já que o ferro era muito mais duro.
Foi no Egito, na Mastaba do Faraó Tut Ank Amon, durante os procedimentos arqueológicos, que a lâmina de um punhal foi encontrada em lugar de destaque
(Tut Ank Amon, filho de Amenófis IV, o Akhenaton, que foi o segundo marido de Nefertiti. Tut Ank Amon foi, entretanto, concebido por uma esposa secundária).

As Grandes Transformações


O período de Akhenaton e o que se segue foi de significante importância para a História das Civilizações.
Em 1381 a.C nasce Tadouchepa, na Ásia Menor, no reino de Mittani. A jovem, de rara beleza, foi entregue a Amenófis III como parte de um tratado. Em 1366 a.C. adota o nome de Nefertiti, que significa A Bela Veio, e desposa Amenófis III, em 1363 a.C., após a morte de seu marido, casa-se com o filho e herdeiro de Amenofis III, Amenofis IV, também chamado Amenotep.
Amenotep, o Akhenaton, era um pacifista. Determinou que seus exércitos usassem espadas de madeira para não ferir seus inimigos. Amenófis IV e Nefertiti marcaram uma época de grande progresso no Egito, grande avanço nas artes e a introdução do monoteísmo com o culto a Aton. Foram chamados de heréticos por contrariarem o politeísmo ate então aceito.

A idéia de monoteísmo, com um Deus uno só veio a surgir novamente cerca de 600 anos depois com os Profetas Hebreus.

Moisés o Príncipe do Egito:

Moisés, iniciado nos Mistérios Egípcios, teria sua inspiração monoteísta nesse faraó.

O casal real fundou em Amarna a Cidade do Sol, em honra Aton, e Amenofis IV adota, então, o nome de Akhenaton, que significa Aton está satisfeito.
O herdeiro de Akhenaton, Tut Ank Aton, por morte dele foi renomeado Tut Ank Amon. É conhecido como o faraó menino. Tut Ank Amon casou-se com a filha de Nefertiti, chamada Anksunemen.

A importância do ferro:

Segundo historiadores, o ferro teria chegado ao Egito com os Hicsos, povo invasor, ao fim da XII dinastia, em aproximadamente 1.750 a.C. É importante ressaltar que a obra das grandes pirâmides, em 2.700 a.C., não seria possível sem a metalurgia do ferro para a fabricação de ferramentas como cinzéis, e impossível com instrumentos de cobre.
O ferro era considerado metal sagrado e só uma pequena classe de sacerdotes conheciam sua metalurgia.

A PRODUÇÃO DO AÇO:

Na Índia, por volta do século XIV, foi iniciada a produção do aço
, mas foram alquimistas árabes que, enquanto tentavam descobrir a pedra filosofal que transmutaria metais em ouro, descobriram ligas de aço e de outros metais e fizeram descobertas que revolucionaram a ciência entre elas a química (chamada então espagiria) e a metalurgia.
Duas vertentes trouxeram alta tecnologia na produção de armas brancas de altíssima qualidade.
A Sino-Japonesa e a Indo-Árabe
A construção
de uma espada deve observar a finalidade a que se destina.
A escolha adequada dos materiais deve obedecer a criteria pré-estabelecidos
Uso desportivo, uso militar, uso cerimonial Uso Místico.

A Espada Mística, Uma Arma de Combate


Constituída de lâmina, cruzeta, copo, punho (ou empunhadura) e picoreto ou pomo (uma espécie de porca rosqueada no lado oposto à ponta da espada, após a empunhadura).
A lâmina pode ser de diferentes seções e formatos:
Reta, Curva em zig-zag (flamígera), afiada em um gume ou em ambos.
A espada flamígera ocupa lugar de destaque.
Sobre ela encontramos a citação bíblica no livro de Gênesis, Capítulo 3, Verso 24. “E depois que os pôs para fora Adão e Eva (Adam e Chevá) do jardim do Edem (em Hebraico GAN EDEN) pôs diante desse lugar um querubim (anjo do coro dos Querub) com uma espada de raios” (espada cintilante ou flamígera, cujo significado é espada com o poder divino).
Essa espada tem uso especial. É usada com a mão esquerda e serve para conferir graus.
É de Uso privativo daquele que detem o poder de conferir graus e só por essa pessoa pode ser tocada.
Nos rituais Celtas Wicca é usada u