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O BALANDRAU

M. Selaht M:. M:.

Origem:

Balandrana, Latim medieval. A palavra vem do espanhol Balandrán, também chamado de Redingote do inglês Riding Coat, sobre-casaca de montar. Abrigava o cavaleiro e a parte do lombo da montaria. Também chamado de Opa.

Antiga vestimenta com capuz, mangas largas, usada por confrarias em cerimônias litúrgicas. Sofreu várias modificações através dos tempos e, de povo para povo, ganhou botões na frente e teve o seu comprimento subido para uma altura pouco abaixo dos joelhos.

Como veste para iniciados esotéricos
Deve ser completamente fechado, e de enfiar pela cabeça e sem costuras nas costas (as costuras devem ser sempre laterais, sem botões e com capuz).

Confundido como vestimenta profana
Muitos comparam e confundem esse traje com a beca, veste talar usada pelos professores e formandos do ensino superior. É também confundido com a toga.

TOGA
Veste talar dos magistrados juizes que a usam durante cerimônias e julgamentos.
Tem origem no vestuário tradicional dos romanos.

Era constituída de uma peça em forma de segmento de círculo em tecido com aproximadamente 5,70m de corda e 2,50m de flecha.

A toga era envergada de modo a cobrir o braço esquerdo deixando livre e descoberto o direito.

O branco era a cor natural, embora muitos a branqueassem ainda mais com gesso ou giz.

Os pobres a usavam nas cores cinzenta e castanha para suprir a necessidade de muitas vestes e de muitas lavagens.

Os jovens, rapazes até os dezoito anos e as moças até o casamento, vestiam brancas com um filete vermelho púrpura bordado.

Nas grandes cerimônias eram ricamente bordadas


Veste privativa de juízes
Separa-os dos demais oficiais da Corte de Justiça.
A expressão Juiz Togado distingue sua qualidade, separando-o dos que estão em função semelhante sem serem Juizes de Direito.

Balandrau
OPA

Era usada por irmãos de uma fraternidade religiosa nas solenidades.

É uma veste comprida e larga com capuz e mangas largas de enfiar pela cabeça podendo, em casos especiais, vir acompanhada da casula.

Uso Místico

Nos cultos orientais e nas Ordens Esotéricas, o Balandrau é uma vestimenta usada pelos iniciados de modo geral.

Seu significado místico é a representação material da aura espiritual que envolve o corpo do iniciado.

É o emblema do SER enquanto SER.


O Balandrau iguala e nivela os iniciados como apenas irmãos.

Usado por homens e mulheres indistintamente, significa despolarização, desvinculação total da matéria sem distinção do sexo, esse também ignorado.

Nos rituais de magia druídica ou wiccana, (de origem celta) eram usados em cores diversas.

Os iniciados usam o balandrau negro que age comprovadamente como barreira para as energias negativas. Já o balandrau branco é o adequado para o contato com os anjos e deve ser de linho.


Em ordens de cavalaria
Usado sobre a armadura, mostrava a dupla qualidade daquele que foi “criado cavaleiro” (materialmente) e iniciado (espiritualmente) como no caso da Ordem dos Templários.

Veste Litúrgica
Deve obrigatoriamente ser confeccionado em tecido natural, lã, linho, seda, e outras fibras naturais, já que elementos sintéticos são incompatíveis com a tradição pura. Segundo tradição remota, só eram usadas vestes ritualísticas de materiais encontrados na natureza. Também incensos e perfumes usados em alta magia são produzidos a partir de plantas e resinas oloríficas naturais, não sendo admitidas as sintéticas.

O balandrau foi amplamente usado na Europa na Idade Média e também por ordens religiosas como a dos frades em geral.


Balandrau dos Essênios

Ieoshua, nome de Jesus, que em hebraico significa Salvador, o “Rabino da Galiléia”, envergava uma túnica sem costuras feita em um só pano. Esse tipo de veste é usado até hoje no oriente e é confeccionado artesanalmente como nos tempos bíblicos.

Os essênios (seita judaica dirigida por um consistório de 33 mestres ad vitam, usavam balandrau branco e tinham apenas uma muda de roupa).

Sinal de humildade e pobreza (desapego aos bens materiais)
Muitos acreditam que o balandrau branco é usado por pessoas do bem e o negro por pessoas do mal. É um engano lamentável e preconceituoso. O balandrau negro protege, o balandrau branco, não. Na comunidade essênica, seita religiosa judaica, onde possivelmente Cristo viveu, usavam o balandrau branco, porque era uma seita que vivia numa comunidade reclusa, com pouquíssimo contato com a população local. É, portanto, uma exceção.

A túnica (balandrau) era usada por todos, sacerdotes, instrutores e adeptos como símbolo da aura de proteção. Como símbolo, abaixo dela o iniciado está nu, despido de suas vaidades, preconceitos e defeitos, e sobre ele, a aura de proteção materializada no balandrau. Com todos vestidos da mesma maneira, o princípio da igualdade entre os maçons sobressai dos títulos profanos e das riquezas materiais.

Em maçonaria, as vestes são o avental, a faixa e as luvas, considerando-se igualmente apenas a simbologia das alfaias dos graus, em alguns casos outras alfaias são acrescentadas.

O balandrau
É a veste sagrada dos Filhos do Sol, dos Filhos da Luz
(dos que viram a luz, dos que pediram a luz e a luz lhes foi concedida).

Essa representação da aura do iniciado que se eleva, em forma de cruz sobre os dez quadrados da Cidade Santa de Shobboleth ou Árvore da Vida, correspondem também (não por acaso) os dez vórtices de força da cadeia endócrina Humana.

No relato da “Crucifixão”
O Mestre foi despojado de suas vestes (Túnica)
Simbolicamente isso significa que o Círculo Áurico de Proteção foi rompido, e assim ficou Jesus sem a proteção áurica e à mercê das forças que Ele combatia, que então venceram a sua resistência (de seu corpo material).

O Divino Mestre fora destruído por aqueles a quem viera servir.
Sua túnica sem costuras (de um só pano), indicava claramente sua condição de Filho do Sol.

Sobre Sua Túnica os soldados Romanos tiraram sortes, (jogaram) Cumpria-se a profecia, em João Cap.19 Vrss. 23 e 24.


A Túnica Inconsútil de Jesus (efod). Ex.Cap. 28, Vrss. 6 a 9 e Ex .Cap. 39, Vrss. 2 a 4.

1º Samuel (Reis), Cap. 2, 18, 22 Vs 18 e 2º Samuel (Reis) Cap. 6 Vs 14.


Principal peça do vestuário, ia até os tornozelos, seria com ou sem mangas compridas ou mesmo somente com simples buracos para a passagem dos braços. Aparece pela primeira vez em Gen. 37. Vrss. 3, 21.

Sob a forma de Túnica Multicor, era sinal de distinção - Gen. 37. Vrss 3, 23, 32.
A Tradição do uso dessa peça de vestuário remonta a Adon Kadmon e sua mulher, o casal primordial.

O Manto de Apolônio de Tiana:
Apolônio de Tiana foi um sábio (mago) em sua época. Usava um balandrau completo que lhe cobria o corpo da cabeça aos pés. Sobre Apolônio de Tiana, o assunto será estudado, separadamente.

O Balandrau é uma veste pessoal.
A impregnação é um fenômeno comprovado pela radiestesia: quando usamos uma roupa ela deve ser pessoal porque guarda a impregnação da vibração de nosso corpo.

Os cães detectam o cheiro, que é uma das formas de impregnação e são capazes de encontrar o seu usuário.

Médiuns são capazes de perceber essa energia sutil e até saber quem foi o usuário da peça. Por essa razão, os balandraus, não devem ser usados por mais de uma pessoa. Após a morte de seu usuário é adequado que seja incinerado.



O Triângulo e Seus Mistérios

Pela Glória do G.: A.: D.: U.:

Por M.: Selaht.: M.: M.:

Menor das figuras da geometria é a figura de três ângulos, símbolo dos antigos mistérios e dos iniciados no hermetismo.

Sinal dos iniciados
O antigo sinal era a representação no espaço do desenho de um triângulo.
A primeira letra do alfabeto grego alfa simbolicamente representa o princípio de tudo que existe. O alfa e o ômega.

Na KBL, Cabala Judaica, a primeira das letras é o Alef que como o alfa representa o princípio, enquanto o Tau representa o fim.

As divindades antigas eram trinas
Também as divindades antigas eram trinas: Osíris, Isis e Horus. Quando o Faraó Amenófis IV, o Akhenaton, aboliu o culto ao pluralismo das divindades de Mitzraim, nome do Egito, sintetizou as divindades em uma a que chamou de ATON, deus único do Egito.

Os Hebreus adoravam um Deus Uno cujo nome era impronunciável, e era chamado por um eufemismo Adonai Senhor Meu.

A origem do conceito trino de Deus
A heresia católica (nosso grifo) mudou o texto do Êxodo 1 vers.: 1 e passou a adotar, por decisão do Concílio de Nicéia, a fórmula trina. Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, o que contraria as Sagradas Escrituras. Outras foram as heresias criadas a partir desse Concílio. Não é o momento de especificá-las. Torna-se, entretanto, dever de oficio mostrar as premissas falsas dessa seita que baseia sua doutrina na contradição à vontade expressa por D-US no Decálogo Sagrado, escrito de próprio punho no alfabeto de fogo (antigo alfabeto hebreu pré-massorético).

Triângulo Alquímico (Hermético)
Três são os princípios herméticos: o Enxofre (S); princípio macho, o Mercúrio (Hg.); princípio fêmea e o Sal (Cl Na). Para os hermetistas esses princípios são encontrados em todos os corpos da natureza.

Triângulo
O número mínimo para uma reunião maçônica é de três irmãos mestres e vai até o máximo de seis. O triângulo é a Loja provisória e suas deliberações precisam ser votadas em uma Loja Regular. As reuniões de emergência podem ser feitas em triângulo.

Triângulo Áurico (de ouro)
Dentro dessa figura geométrica há o desenho de um olho.

Triângulo Inscrito no Círculo
O triângulo simboliza neste caso a eternidade e o círculo, o universo. É a eternidade no universo.

Triângulo Luminoso, Delta Luminoso ou Delta Iluminado.
É também chamado de Triângulo Sagrado, simboliza O Senhor Adonai.

Triângulo Radiante
É o triângulo com um sol centrado envolvido por uma circunferência. É um símbolo da Sabedoria Divina. Representada pelo Sol, cujo espectro luminoso e vibração eletromagnética é a energia que mantém a biodiversidade, é a expressão material da criação da qual o homem é o topo dos seres do reino animal.

Triângulo Retângulo
É o que tem um ângulo reto em oposição à hipotenusa. É também chamado Triângulo Pitagórico. No antigo Egito era o símbolo representativo de Osíris, Isis e Horus. Osíris, a perpendicular; Isis, a base e Horus, a hipotenusa. O mesmo que Pai, Mãe e Filho ou Vontade, Amor e Inteligência.

O Olho que tudo vê é o olho de Horus, o deus com cabeça de falcão e visão de grande acuidade. Águias, falcões e gaviões são aves da mesma espécie. Horus representa Osíris Renascido (lenda do julgamento de Osíris).

Triângulo Sublime
É a figura formada pela extremidade da pentalfa com ângulos de36 e 72 graus.

Triângulo Tríplice
É formado pela justaposição de três triângulos formando uma estrela de nove pontas.
Era usado pelos cavaleiros templários como símbolo da Santíssima Trindade (uma das heresias criadas pelo Concílio de Nicéia. É um dogma que contraria as sagradas escrituras).

Simboliza; Alegria, Paz, Tolerância, Bondade, Amor Fidelidade coragem e vitória e glória.

Triângulos Entrelaçados
Signo de Salomão ou estrela de David.

Triângulos Entrelaçados, preto e branco
Símbolo da igualdade dos contrários e do equilíbrio dos contrários, como o bem e mal, a noite e dia, luz e trevas.

Triângulo Altar Triangular
É a forma mais usada na Franco Maçonaria. O altar dos juramentos é uma peça de forma triangular.

Também chamado de ARA, do grego, significa lugar alto. Os antigos eram de pedras irregulares e brutas e eram erguidos nos topos dos morros. Sobre essas pedras era colocado um feixe de lenha sobre o qual era oferecida a hóstia - um animal de pele branca sem manchas em sacrifício a D-US.

Era sobre o altar que se prestavam os juramentos mais sérios. Outros eram feitos na forma ortodoxa. Aquele que jurava, segurava o membro viril do que recebia o juramento.

Era um juramento sobre o lugar onde havia corrido o sangue da circuncisão, o compromisso com D-US, celebrado Brit Milah, a cerimônia sagrada circuncisão em que o prepúcio da criança era oferecido a D-US como prova de fidelidade (aliança com D-US).

Terminamos aqui essa prancha, amados irmãos, pedindo que o Grande Arquiteto do Universo vos cubra com a Sabedoria de Salomão e vos dê os dons dos Santos.

Saudamos a todos vós, Maçons e Rosacruzes, nas três pontas do N:. S:. T:. lembrando a origem una e o sigilo de nossa união fraternal.




Ágape, amor fraternal universal

Por M. Selaht
Mestre maçom


Ágape
Uma palavra de amor universal desinteressado, o amor da um rei por seu povo, de um mestre por seus discípulos, o amor pela pátria.

Palavra grega ágape, procura definir um amor sublime e desinteressado, um amor igualitário, solidário e permanente, um amor despido do desejo carnal.

Os esotéricos simbolizam esse amor pela cor rosa, maravilha e visualizam essa cor enquanto se unem dando as mãos em “cadeia de união”.

Desperdiçam uma oportunidade de vivenciar e sentir esse amor incondicional e fraterno os que não visualizam essa cor durante reuniões de caráter fraterno como preparação para seções de cura ou em momentos em que em comunicação com outros planos desejam demonstrar claramente as intenções.

É o amor da egrégora dos que se unem com o mesmo propósito ou objetivo como os maçons em seus trabalhos “na construção do templo das virtudes”.

Será esse tipo de amor que unirá os povos da terra quando “o lobo pastar com o cordeiro”, quando os sentimentos baixos derem lugar aos nobres e os seres humanos se aceitarem mutuamente como são, sem julgamentos, sem castas, sem preconceitos.

Saber amar e compartilhar:
A humanidade só crescerá e mudará para um plano superior quando todos os seus componentes igualmente crescerem espiritualmente.

Somos diferentes exatamente para que essa ajuda mútua aconteça e assim a relação de dependência se torne uma relação de “amor ágape”. É na dependência um do outro que apreendemos que todos somos iguais e temos atributos que nos permitem somar nossa necessidades e dividir os resultados. O cooperativismo é uma conseqüência do ágape.

O amor fraternal: é o que deve ser vivenciado nas fraternidades, como a maçonaria e a rosa-cruz já fazem. É um trabalho de constante vigilância e prática através de exercícios diários de mentalizações e visualizações.

A ignorância, a vaidade e o egoísmo são as raízes de todos os males, levam à fome, à miséria e às doenças, como conseqüência desses comportamentos patológicos.

O amor de um mestre: Sem dúvida a compreensão da frase do mestre Ieoshua ben Josef tem o sentido completo dessa palavra “amai–vos uns aos outros como eu vos amei”.

O pacifista Mohandas Karamcham Ghandi, o “Mahatma Ghandi” baseou sua campanha para libertação da Índia do jugo britânico no amor ágape.

O amor à Pátria: Temos um exemplo desse amor imenso e desinteressado na pessoa de Sua Majestade Real e Imperial, o Senhor D. Pedro II, deposto de seu cargo por um golpe de Estado no momento em que seu prestígio era o mais alto. Retirou-se para o exílio na França onde terminou seus dias em um humilde quartinho de hotel, em Paris. Recusou a pensão que o governo brasileiro usurpador lhe ofereceu e, durante o restante de sua vida, modestamente, seu último desejo foi repousar sua cabeça em um travesseiro contendo terra do seu Amado País.

Durante o tempo em que governou, o Brasil teve economia estável, fartura à mesa e modernismo. O primeiro telefone foi trazido por ele.

Se compararmos ao momento atual, quando o executivo comete toda sorte de crimes e desmandos e nomeia ministros igualmente sem qualificações para o cargo. Sentimos falta do passado em que nosso País era respeitado e seu Imperador era uma voz respeitada e ouvida internacionalmente.

A refeição Ágape
Um típico exemplo dessa refeição foi a “Santa Ceia”, uma reunião religiosa entre Jesus e seus discípulos. Nesse banquete de Pessah, a festa judaica que lembra a “passagem do cativeiro para a liberdade”, na saída do Egito para a terra prometida por DUS, a massa do pão não chegou a fermentar e o pão foi assado sem fermentar. Esses pães ázimos (não fermentados) são compartilhados nessa cerimônia.

A palavra companheiro, tão desgastada pelo mau uso, vem do grego “cumpanis”, significa compartilhar, dividir, o pão. Assim sendo, companheiro é o que divide o pão conosco.

O ágape festivo dos Cavaleiros Rosacruzes.
É um exemplo das ceias maçônicas. Acontece na semana santa e reúne o “Conclave dos Cavaleiros Rosacruzes”. Comemora as elevações ao grau 18, que marca o fim de um ciclo do filosofismo maçônico e antecede o próximo.

Para comemorar iniciações é um costume maçônico realizar um banquete quando são convidados os familiares e amigos dos novos iniciados e aos quais são prestados esclarecimentos do que é a Maçonaria. Quando esses banquetes são realizados entre irmãos podem obedecer ao Ritual de Banquetes (Ágapes).

Os antigos cristãos realizavam diariamente uma ceia em comemoração à ultima em que Jesus esteve presente materialmente.

No ano de 397 d.C. a igreja católica aboliu o costume dos ágapes alegando que se transformavam em verdadeiros festins.


 


BERESIT

(Princípio)

Mago Selaht

Beresit significa princípio, em hebraico. É a primeira palavra da Torá - primeira parte do conjunto de livros sagrados que compõem a Bíblia. Gênese 1, versículo1.

Não por obra do acaso, que não existe, é uma palavra de sete letras e como o menorah, candelabro de sete luzes de azeite consagrado das primícias oferecido a DUS em Sua Casa.

É a luz que ilumina o que se sucede nos escritos sagrados.

A letra consoante B, “Beit”, significa soleira da porta e também casa. É a letra que revela bondade e esperança em “Dus” na medida em que começa a sua revelação maior, que são as regras para a felicidade e perfeita interação com o “Princípio Criador” a partir do Decálogo Sagrado (Dez Mandamentos).

A ESCADA DE JACÓ – Gen. 28:12 (Dos sonhos de José do Egito)

Significado esotérico

Na verdade, seria como uma rampa em espiral. É uma alegoria e como tal pode ter muitos significados. Um deles seria o de que os Gênios (malakl hebraico), Mensageiros, Anjos de Adonai estariam subindo e levando ao Senhor as reivindicações em forma de orações de cada um da humanidade e recebendo as ordens do Senhor e descendo, e revelando-as a cada uma de suas criaturas.

Como alegoria, representa o aprendizado passo a passo sempre em direção à LUZ, em ressonância com seu Eu criador, o Grande Arquiteto do Universo.

É a alegoria do caminho do aprendiz onde cada espiral superposta representa um segmento de nossa vida eterna, cada espiral representando um segmento completo de vida em busca da perfeição, o caminho percorrido novamente, mas num plano mais elevado um aprendizado com a base no conhecimento passado, (velado a cada nova encarnação, mas que permanece no inconsciente pessoal e no coletivo). Essas espirais superpostas lembram também a serpente, símbolo da sabedoria, presente no caduceu de Hermes, o tris megisto (três vezes mestre).

Na árvore da Cabala, o caminho de Daat é o caminho reto, o caminho do meio, o caminho do iniciado.

O caminho da árvore da cabala é percorrido por todos independentemente de sua fé.


Os paradigmas

As religiões criaram o preconceito religioso.


Paradigmas são matrizes de vida e comportamento que mostram claramente a descendência da raça humana UNA EM SUA ORIGEM e una em sua crença, que as religiões, por interesse e ignorância dividiram e, com isso, criaram o preconceito religioso.

O Primeiro paradigma é o Adonita

Trata da descendência de Adão em Abel, Caim e Set, filho que, após a morte de Abel, assassinado por Caim, recebeu de Dus a incumbência de transportar a luz divina no mundo e perpetuar a geração de seu pai Adam Kadmon (Adam ou Adon significa homem), o homem primordial e sua mulher Eva.

O segundo paradigma é o Noaquita

A nova descendência de Noé (Noah). Purificada pelo elemento água (dilúvio), surge a família Noaquita, a nova raça de judeus (hebreus), que deu origem a toda a população do mundo em que vivemos e o porquê de sermos todos judeus é porque, assim sendo, as religiões vieram para separar e criar preconceitos que resultaram em guerras religiosas entre irmãos.

A unção do primeiro rei de Israel: (o poder humano no lugar do poder divino)

O povo reclamava que os demais povos tinham reis e que os hebreus não. Dus mostra-lhes a incoerência da reclamação, mas atende ao pedido e Saul é ungido como primeiro rei de Israel. Essa passagem mostra a tentativa do povo de exercer o arbítrio (relativo) que, contrariamente ao plano de Dus, apenas estabeleceu sofrimento.

Magia

Maggi é palavra de origem persa, região onde hoje fica o Iran, e tinha um conceito diferente daquele que maldosamente as “religiões” massificaram através de séculos de mentiras.

Na época em que o Povo de Dus vivia na Babilônia, o profeta Daniel era conhecido como Balthazar, o mago de Babilônia, fato pouco divulgado. Porque seria?

Mago era o mesmo que sábio, aquele que tinha um conhecimento especial, muito acima da massa, um estudioso da medicina, da farmacologia, da química, da geometria e das ciências matemáticas, das artes, e dos fenômenos climáticos, e também das ciências herméticas. O clero católico mente ao chamar os magos que visitaram Jesus de REIS e dar a eles nomes supostos. Desafio a qualquer hierarquia religiosa a mostrar onde estão esses reis a seus nomes nas escrituras sagradas.


Os magos do passado eram versados em Astrologia, usada principalmente para estudar os fenômenos climáticos que influenciavam o plantio e as colheitas. Por isso, estudavam a Astrologia, nome genérico para a “Astronomia” que hoje conhecemos, e a influência dos astros nas pessoas. Enquanto os magos usavam a sua ciência na pesquisa da cura das doenças, e para isso usavam ervas medicinais, os padres usavam as ervas para produzir venenos e licores, como Benedictine e o Chartreuse, fatos históricos que são conhecidos e escondidos da maioria. O licor Frangelico apresenta garrafa em forma de monge.
 

Na ilustração, vemos um monge em seu balandrau de trabalho exercendo sua função de alquimista, produzindo, pelo processo da maceração, a essência herbácea de um licor. A essência herbácea é chamada de tintura-mãe (tintura-mater) e é a matéria-prima que diulída em açúcar e álcool de cereais, dá origem ao licor.

Também os escravos que trabalhavam para o clero são esquecidos, porque não convém mostrar a verdade. O pensamento dos cientistas foi, em grande parte, sepultado pela “santa” Inquisição que se apropriou dos bens dos que covardemente assassinou.

Os Profetas

Catalogados e com suas profecias conhecidas (quando convém aos cleros) estão povoando o antigo testamento. Muitas profecias são consideradas tabus porque mostram a realidade, hoje, com a visão cristalina do profeta inspirado por Dus.

Os oráculos ficaram sendo os “profetas não oficializados” rejeitando-se-lhes as previsões (profecias) sem analisar os fatos.

Essa origem obscurecida do espiritismo provada em documento “a própria Bíblia” é a história profana dos testemunhos espíritas.

Esse assunto está esgotado por Hippolite Léon Denizard Rivail (Allan Kardec), Camille Flamarion e outros mais recentes como o conhecido médium americano Edgar Cayce e o brasileiro Francisco Cândido Xavier (no Portal www.mensageiro.com.br. Ver em Espiritismo).

O Oráculo de Delfos era famoso e por ser um oráculo profano, era rejeitado pelo pensamento teológico cerceador e hipócrita da época.

O dom de profecia independe da religião.

Os profetas de hoje

A história não parou de ser escrita. Muitos deles foram canonizados como santos, outros vivem intra-muros nos conventos, fora do acesso público, como é o caso de uma das meninas que teria visto e falado com a “Virgem” Maria, em Fátima, Portugal e dela recebido profecias. (pessoalmente questiono esse fato porque também teria a “Virgem” Maria pedido que no local fosse construída uma igreja. Jamais uma mulher judia mandaria que se fizesse no local, a cova da Iria, um templo a ela devotado, pois o culto é dirigido unicamente a Dus. Parece-me mais uma artimanha da igreja católica), como a farsa dos “três reis magos”, que não aparecem em lugar nenhum das sagradas escrituras. Meu grifo.

Enganam-se os que pensam que não existem profetas na atualidade. Os que revelam esse dom estão eclipsados pelos clérigos das diversas seitas que usam a religiosidade para seu próprio enriquecimento.

Ciência e Magia:

Podemos afirmar sem medo de errar que a ciência de hoje teve origem na magia de ontem, sendo em muitos casos uma evolução. Em outros, a ciência estagnou principalmente devido aos chamados dogmas de fé impostos pelo clero.

Foi a profecia de José, filho de Israel, a das vacas magras e gordas, a partir de um sonho premonitório inspirado por Dus, que livrou o Egito da fome. Esse foi também o principio da saga do povo escolhido que foi viver no Egito, chamado então Mitzraim, e lá aprender com o povo mais culto da época o necessário para a construção da Cidade Santa Jerusalém no lugar em que fora edificada Salem, onde o sacerdote Melquizedec recebera o primeiro dízimo do patriarca Abraham.

Os astros não influenciam a vida do homem, falsa é essa premissa. A menstruação é regulada pelo ciclo lunar, como as colheitas e o plantio.

A direção dos rodamoinhos no hemisfério norte é oposta à dos rodamoinhos no hemisfério sul. Os doentes mentais sofrem a influência da lua bem como os lobos que assumem comportamento diferente em certa fase. A madeira cortada na fase errada da lua apodrece e dá cupins e as madeiras de lei estão incluídas.

O sol é importante fixador de vitaminas e cálcio no corpo humano e nos animais, e fundamental no crescimento das plantas.

A luz do sol e os raios ultra-violeta são bactericidas e se usados em excesso podem causar câncer.

A comprovação científica da Astrologia já é uma realidade. Só na Universidade de Brasília duas teses aprovadas já constituem documenta.

As instituições iniciáticas, que guardam a Sabedoria, conhecem e mantêm viva essa força ígnea, que é a “Tradição”.

Temos a esperança de que muito brevemente possamos voltar a ser um só povo com um só Dus, o de nossos Pais Abraham, Issac e Jacob sem o preconceito e a interferência dos cleros que hoje se adonaram do direito de intermediar a ligação com o Criador e sua Criação, que é pessoal e intransferível, não cabendo, portanto, intermediários.

Para os interessados no espírito de profecia, peço acessar o portal

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Liberdade - Igualdade e Fraternindade

À Gloria do Grande Arquiteto do Universo

MANIFESTO PRÓ-UNIÃO MAÇÔNICA.

Por Aureo Goulart de Souza
mestre maçom

A MAÇONARIA tal como a conhecemos hoje nasceu no século XVIII, a partir das concepções de Desaguliers e do pastor presbiteriano James Anderson. Estes dois mentores da nossa Instituição forjaram uma organização poderosa, e que tem atraído mais adeptos do que qualquer outra do gênero. Muito se terá a dizer a favor do que foi construído por homens sábios e eméritos, desde l7l7(século XVIII), porém, muito se terá a dizer contra.

Baseado em nosso conhecimento, estudo e sabedoria quanto às origens remotíssimas de nossa sublime Instituição. Devemos convir que houve uma dramática ruptura com a Antiga Tradição Maçônica.

Talvez - para facilitar essa ruptura - supõe-se que teria sido feita uma inusitada queima de documentos, a qual teria sido ingenuamente justificada por James Anderson.


Perante esse inusitado fato, e também com referência às discrepâncias, fomentações infundadas e maldosas, intrigas, mentiras e sede de poder que, diga-se de passagem, residem na personalidade do ser humano, e que devem ser banidas dessa mesma; naquele trabalhar, naquele burilar constante da pedra bruta, para a pedra polida, em se falando das células, do grande corpo maçônico. Dignemo-nos, nós maçons e obreiros da arte real, a verdadeiramente nos unir!

Devamos nós restabelecer os liames, a integração espiritual, a reativação de nossas forças magnéticas com a Tradição e Operatividade, de nossos irmãos antepassados e que se fazem presentes constantemente em nossas reuniões - embora estejam habitando em outra dimensão,ou seja, no Oriente Eterno.

Devemos imperiosamente valorizar as forças vivas presentes e atuantes na Maçonaria de todos os tempos e de todos os lugares.

No século XIII, já se encontravam irmãos maçons, que ao seu trabalho ajuntavam o sublime ideal de fraternidade e estudo.

A Loja de Estrasburgo é um dos monumentos vivos da Tradição maçônica anterior a 1717. Havia muitas outras células iguais à mesma, geograficamente disseminadas pela Europa e se bem que não houvesse a preocupação de permanência formal dos seus membros, havia a preocupação da permanência do ideal de fraternidade e estudo.

O esquadro e o compasso foram herdados dessas células, as quais passaram à história, como sendo grupos de maçons operativos. Mas além deles, a Maçonaria herdou uma tradição iniciática, que remonta a muitos séculos anteriores ao XIII. Essa tradição iniciática, é representada pelo Livro da Lei. É a mística maçônica.

Penso e defendo que devemos atualizar esses símbolos sagrados, esquadro, compasso e Livro da Lei, valorizando-os, respeitando-os e honrando-os.


A Loja Maçônica reúne-se em um templo. A nossa Maçonaria é templária. Portanto, expandamos nossa consciência, nossa essência interior, para visualizar essa tríade maravilhosa: TRABALHO, ESTUDO, ORAÇÃO.

O século XVIII pretendeu construir a sociedade nas bases da Justiça, Igualdade e da Liberdade, e a Revolução Francesa infelizmente não o conseguiu. A moderna globalização dista ainda mais do mesmo. Como bem disse, certa vez, de forma inspirada, um irmão de Loja: “Pavimenta-se a estrada com os cadáveres dos operários para o rei passar por cima.”

Nada mais distante da Justiça, da Igualdade, da Fraternidade e da Liberdade. É hora de corrigirmos esses desvios, que foram feitos ao longo dos séculos, em relação à nossa sagrada tríade.

Reunamos o material que temos, herdado dos nossos antepassados, construtores e sacerdotes. Unamos: Esquadro, Compasso e Livro da Lei. Somemos Trabalho, Estudo e Oração e dignemo-nos de assim sendo, sermos a Luz Maior trabalhando em prol da evolução, bem-estar e felicidade dos povos do planeta Terra.

 
 
 
 

 

Painel pintado sobre argamassa será restaurado

O painel, que representa símbolos maçônicos “Ouro em Campo de Blau” foi
danificado por infiltração de águas pluviais, que escorreram pelo forro do prédio, que é tombado pelo Patrimônio Histórico.

Contido o problema, resta salvar o antigo painel que ornamenta a biblioteca do Palácio Maçônico do Grande Oriente do Brasil,
antigo prédio da Rua do Lavradio nº 97, no Corredor Cultural do Centro.

A oferta foi do agrado do engenheiro Sérgio Romay, Grão-Mestre do Grande Oriente do Estado do Rio de Janeiro, que autorizou verbalmente o começo da negociação.

O tempo de restauro deve ultrapassar os 30 dias e, após completado, devolverá o brilho e as cores originais da pintura.

 
 
 
 
 
 


O portal www.mensageiro.com.br patrocinará o restauro e conclama aos Irmãos federados que se unam para restaurar os demais quadros e obras de arte que necessitam de atenção imediata, para preservação desse patrimônio
cultural maçônico, que também pertence à Humanidade.

A administração do Grão-Mestre Sergio Romay vem se caracterizando por
grandes transformações e modernizações. Sem dúvida, é o grão-mestrado do
terceiro milênio que ergue a Maçonaria para a sua missão de preservação
da ética, da moral e dos bons costumes.


 
 

 

O QUE É MAÇONARIA?

O que é a Maçonaria?
- A Maçonaria é uma instituição essencialmente filosófica, filantrópica, educativa e progressista.

Por que é Filosófica?
- É filosófica porque em seus atos e cerimônias ELA trata da essência, propriedades, e efeitos das causas naturais. Investiga as leis da natureza e relaciona as primeiras bases da moral e da ética pura.

Por que é Filantrópica?
- É filantrópica porque não está constituída para obter lucro pessoal de nenhuma classe, senão, pelo contrário, suas arrecadações e seus recursos se destinam ao bem-estar do gênero humano, sem distinção de nacionalidade, sexo, religião ou raça.
Procura conseguir a felicidade dos homens por meio da elevação espiritual e pela tranqüilidade da consciência.

Por que é Progressista?
- É progressista porque partindo do princípio da imortalidade e da crença em um princípio criador, regular e infinito, não se aferra a dogmas, prevenções ou superstições. E não põe nenhum obstáculo ao esforço dos seres humanos na busca da verdade, nem reconhece outro limite nessa busca senão o da razão com base na ciência.

Quais são os seus princípios?
A liberdade dos indivíduos e dos grupos humanos, sejam eles instituições, raças, nações; a igualdade de direitos e obrigações dos seres e grupos sem distinguir a religião, a raça ou nacionalidade; a fraternidade de todos os homens, já que somos todos filhos do mesmo CRIADOR e, portanto, humanos e como conseqüência, a fraternidade entre todas as nações

Qual o seu lema?
- Ciência - Justiça - Trabalho: Ciência para esclarecer os espíritos e elevá-los; Justiça, para equilibrar e enaltecer as relações humanas; e Trabalho por meio do qual os homens se dignificam e se tomam independentes economicamente.
Em uma palavra, a Maçonaria trabalha para o melhoramento intelectual, moral e social da humanidade.

Qual é seu objetivo?
- Seu objetivo é a investigação da verdade, o exame da moral e a prática das virtudes.

O que entende a Maçonaria por moral?
-Moral é para a Maçonaria uma ciência com base no entendimento humano. É a lei natural e universal que rege todos os seres racionais e livres. É a demonstração científica da consciência. E essa maravilhosa ciência nos ensina nossos deveres e a razão do uso dos nossos direitos. Ao penetrar a moral no mais profundo da nossa alma sentimos o triunfo da verdade e da justiça.

O que entende a Maçonaria por virtude?
- A Maçonaria entende que virtude é a força de fazer o bem em seu mais amplo sentido; é o cumprimento de nossos deveres para com a sociedade e para com a nossa família sem interesse pessoal. Em resumo: a virtude não retrocede nem ante o sacrifício e nem mesmo ante a morte, quando se trata do cumprimento do dever.

O que entende a Maçonaria por dever?
- A Maçonaria entende por dever o respeito e os direitos dos indivíduos e da sociedade. Porém não basta respeitar a propriedade apenas, mas, também, devemos proteger e servir aos nossos semelhantes. A Maçonaria resume o dever do homem assim: "Respeito a Deus, amor ao próximo e dedicação à família". Em verdade, essa é a maior síntese da fraternidade universal.

A Maçonaria é religiosa?
- Sim, é religiosa porque reconhece a existência de um único principio criador, regulador, absoluto, supremo e infinito ao qual se dá o nome de GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, porque é uma entidade espiritualista em contraposição ao predom&iacut