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Bem Vindo ao Portal da
Sabedoria. |
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da Maçonaria
"Maçonaria unida
e forte por princípios éticos, dispersa
pela superfície da Terra como a semente
da romã."
M.Selaht
Mestre Maçom |
Grande
Oriente do Brasil
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O
BALANDRAU
M. Selaht
M:. M:.
Origem:
Balandrana, Latim medieval. A palavra
vem do espanhol Balandrán,
também chamado de Redingote do inglês
Riding Coat, sobre-casaca de montar.
Abrigava o cavaleiro e a parte do lombo
da montaria. Também chamado de Opa.
Antiga
vestimenta com capuz, mangas largas, usada
por confrarias em cerimônias litúrgicas.
Sofreu várias modificações
através dos tempos e, de povo para
povo, ganhou botões na frente e teve
o seu comprimento subido para uma altura
pouco abaixo dos joelhos.
Como
veste para iniciados esotéricos
Deve ser completamente fechado, e de enfiar
pela cabeça e sem costuras nas costas
(as costuras devem ser sempre laterais,
sem botões e com capuz).
Confundido
como vestimenta profana
Muitos comparam e confundem esse traje com
a beca, veste talar usada pelos professores
e formandos do ensino superior. É
também confundido com a toga.
TOGA
Veste talar dos magistrados
juizes que a usam durante cerimônias
e julgamentos.
Tem origem no vestuário tradicional
dos romanos.
Era constituída de uma peça
em forma de segmento de círculo em
tecido com aproximadamente 5,70m de corda
e 2,50m de flecha.
A toga era envergada de modo a cobrir o
braço esquerdo deixando livre e descoberto
o direito.
O branco era a cor natural, embora muitos
a branqueassem ainda mais com gesso ou giz.
Os pobres a usavam nas cores cinzenta e
castanha para suprir a necessidade de muitas
vestes e de muitas lavagens.
Os jovens, rapazes até os dezoito
anos e as moças até o casamento,
vestiam brancas com um filete vermelho púrpura
bordado.
Nas grandes cerimônias eram ricamente
bordadas
Veste privativa de
juízes
Separa-os dos demais oficiais da
Corte de Justiça.
A expressão Juiz Togado
distingue sua qualidade, separando-o dos
que estão em função
semelhante sem serem Juizes de Direito.
Balandrau
OPA
Era usada por irmãos de uma fraternidade
religiosa nas solenidades.
É uma veste comprida e larga com
capuz e mangas largas de enfiar pela cabeça
podendo, em casos especiais, vir acompanhada
da casula.
Uso
Místico
Nos
cultos orientais e nas Ordens Esotéricas,
o Balandrau é uma vestimenta usada
pelos iniciados de modo geral.
Seu significado místico é
a representação material da
aura espiritual que envolve o corpo do iniciado.
É o emblema do SER enquanto SER.
O Balandrau iguala e nivela os iniciados
como apenas irmãos.
Usado por homens e mulheres indistintamente,
significa despolarização,
desvinculação total da matéria
sem distinção do sexo, esse
também ignorado.
Nos rituais de magia druídica
ou wiccana, (de origem celta) eram usados
em cores diversas.
Os iniciados usam o balandrau negro que
age comprovadamente como barreira para as
energias negativas. Já o balandrau
branco é o adequado para o contato
com os anjos e deve ser de linho.
Em ordens de cavalaria
Usado sobre a armadura, mostrava a dupla
qualidade daquele que foi “criado
cavaleiro” (materialmente) e iniciado
(espiritualmente) como no caso da Ordem
dos Templários.
Veste
Litúrgica
Deve obrigatoriamente ser confeccionado
em tecido natural, lã, linho, seda,
e outras fibras naturais, já que
elementos sintéticos são incompatíveis
com a tradição pura. Segundo
tradição remota, só
eram usadas vestes ritualísticas
de materiais encontrados na natureza. Também
incensos e perfumes usados em alta magia
são produzidos a partir de plantas
e resinas oloríficas naturais, não
sendo admitidas as sintéticas.
O balandrau foi amplamente usado na Europa
na Idade Média e também por
ordens religiosas como a dos frades
em geral.
Balandrau dos Essênios
Ieoshua,
nome de Jesus, que em hebraico significa
Salvador, o “Rabino da Galiléia”,
envergava uma túnica sem costuras
feita em um só pano. Esse tipo de
veste é usado até hoje no
oriente e é confeccionado artesanalmente
como nos tempos bíblicos.
Os
essênios (seita judaica dirigida por
um consistório de 33 mestres ad
vitam, usavam balandrau branco e tinham
apenas uma muda de roupa).
Sinal
de humildade e pobreza (desapego aos bens
materiais)
Muitos acreditam que o balandrau branco
é usado por pessoas do bem e o negro
por pessoas do mal. É um engano lamentável
e preconceituoso. O balandrau negro protege,
o balandrau branco, não. Na comunidade
essênica, seita religiosa judaica,
onde possivelmente Cristo viveu, usavam
o balandrau branco, porque era uma seita
que vivia numa comunidade reclusa, com pouquíssimo
contato com a população local.
É, portanto, uma exceção.
A
túnica (balandrau) era usada por
todos, sacerdotes, instrutores e adeptos
como símbolo da aura de proteção.
Como símbolo, abaixo dela o iniciado
está nu, despido de suas vaidades,
preconceitos e defeitos, e sobre ele, a
aura de proteção materializada
no balandrau. Com todos vestidos da mesma
maneira, o princípio da igualdade
entre os maçons sobressai dos títulos
profanos e das riquezas materiais.
Em maçonaria, as vestes são
o avental, a faixa e as luvas, considerando-se
igualmente apenas a simbologia das alfaias
dos graus, em alguns casos outras alfaias
são acrescentadas.
O
balandrau
É a veste sagrada dos Filhos do Sol,
dos Filhos da Luz
(dos que viram a luz, dos que pediram a
luz e a luz lhes foi concedida).
Essa representação da aura
do iniciado que se eleva, em forma de cruz
sobre os dez quadrados da Cidade Santa de
Shobboleth ou
Árvore da Vida,
correspondem também (não por
acaso) os dez vórtices de força
da cadeia endócrina Humana.
No
relato da “Crucifixão”
O Mestre foi despojado
de suas vestes (Túnica)
Simbolicamente isso significa que
o Círculo Áurico de Proteção
foi rompido, e assim ficou Jesus
sem a proteção áurica
e à mercê das forças
que Ele combatia, que então
venceram a sua resistência (de seu
corpo material).
O
Divino Mestre fora destruído
por aqueles a quem viera servir.
Sua túnica sem costuras
(de um só pano), indicava claramente
sua condição de Filho
do Sol.
Sobre Sua Túnica os soldados
Romanos tiraram sortes, (jogaram) Cumpria-se
a profecia, em João Cap.19 Vrss.
23 e 24.
A Túnica Inconsútil
de Jesus (efod). Ex.Cap. 28, Vrss.
6 a 9 e Ex .Cap. 39, Vrss. 2 a 4.
1º Samuel (Reis), Cap. 2, 18, 22 Vs
18 e 2º Samuel (Reis) Cap. 6 Vs 14.
Principal peça do vestuário,
ia até os tornozelos, seria com ou
sem mangas compridas ou mesmo somente com
simples buracos para a passagem dos braços.
Aparece pela primeira vez em Gen. 37. Vrss.
3, 21.
Sob a forma de Túnica Multicor, era
sinal de distinção - Gen.
37. Vrss 3, 23, 32.
A Tradição do uso
dessa peça de vestuário remonta
a Adon Kadmon e sua mulher, o casal primordial.
O
Manto de Apolônio de Tiana:
Apolônio de Tiana foi um sábio
(mago) em sua época. Usava um balandrau
completo que lhe cobria o corpo da cabeça
aos pés. Sobre Apolônio
de Tiana, o assunto será estudado,
separadamente.
O
Balandrau é uma veste pessoal.
A impregnação é um
fenômeno comprovado pela radiestesia:
quando usamos uma roupa ela deve ser pessoal
porque guarda a impregnação
da vibração de nosso corpo.
Os cães detectam o cheiro, que é
uma das formas de impregnação
e são capazes de encontrar o seu
usuário.
Médiuns são capazes de perceber
essa energia sutil e até saber quem
foi o usuário da peça. Por
essa razão, os balandraus, não
devem ser usados por mais de uma pessoa.
Após a morte de seu usuário
é adequado que seja incinerado.
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O Triângulo
e Seus Mistérios
Pela
Glória do G.: A.: D.: U.:
Por M.:
Selaht.: M.: M.:
Menor
das figuras da geometria é a figura
de três ângulos, símbolo
dos antigos mistérios e dos iniciados
no hermetismo.
Sinal
dos iniciados
O antigo sinal era a representação
no espaço do desenho de um triângulo.
A primeira letra do alfabeto grego alfa
simbolicamente representa o princípio
de tudo que existe. O alfa e o ômega.
Na KBL, Cabala Judaica, a primeira
das letras é o Alef que
como o alfa representa o princípio,
enquanto o Tau representa o fim.
As
divindades antigas eram trinas
Também as divindades antigas
eram trinas: Osíris, Isis e Horus.
Quando o Faraó Amenófis
IV, o Akhenaton, aboliu o culto ao pluralismo
das divindades de Mitzraim, nome
do Egito, sintetizou as divindades em
uma a que chamou de ATON, deus único
do Egito.
Os Hebreus adoravam um Deus Uno cujo nome
era impronunciável, e era chamado
por um eufemismo Adonai Senhor Meu.
A
origem do conceito trino de Deus
A heresia católica (nosso
grifo) mudou o texto do Êxodo 1
vers.: 1 e passou a adotar, por decisão
do Concílio de Nicéia, a
fórmula trina. Deus Pai, Deus Filho
e Deus Espírito Santo, o que contraria
as Sagradas Escrituras. Outras foram as
heresias criadas a partir desse Concílio.
Não é o momento de especificá-las.
Torna-se, entretanto, dever de oficio
mostrar as premissas falsas dessa seita
que baseia sua doutrina na contradição
à vontade expressa por D-US no
Decálogo Sagrado, escrito de próprio
punho no alfabeto de fogo (antigo alfabeto
hebreu pré-massorético).
Triângulo
Alquímico (Hermético)
Três são os princípios
herméticos: o Enxofre
(S); princípio macho, o
Mercúrio
(Hg.); princípio fêmea
e o Sal (Cl Na).
Para os hermetistas esses princípios
são encontrados em todos os corpos
da natureza.
Triângulo
O número mínimo
para uma reunião maçônica
é de três irmãos mestres
e vai até o máximo de seis.
O triângulo é a Loja provisória
e suas deliberações precisam
ser votadas em uma Loja Regular. As reuniões
de emergência podem ser feitas em
triângulo.
Triângulo
Áurico (de ouro)
Dentro dessa figura geométrica
há o desenho de um olho.
Triângulo
Inscrito no Círculo
O triângulo simboliza neste caso
a eternidade e o círculo, o universo.
É a eternidade no universo.
Triângulo
Luminoso, Delta Luminoso ou Delta Iluminado.
É também chamado
de Triângulo
Sagrado, simboliza O Senhor
Adonai.
Triângulo
Radiante
É o triângulo com um sol
centrado envolvido por uma circunferência.
É um símbolo da Sabedoria
Divina. Representada pelo Sol, cujo espectro
luminoso e vibração eletromagnética
é a energia que mantém a
biodiversidade, é a expressão
material da criação da qual
o homem é o topo dos seres do reino
animal.
Triângulo
Retângulo
É o que tem um ângulo
reto em oposição à
hipotenusa. É também chamado
Triângulo Pitagórico. No
antigo Egito era o símbolo representativo
de Osíris, Isis e Horus. Osíris,
a perpendicular; Isis, a base e Horus,
a hipotenusa. O mesmo que Pai, Mãe
e Filho ou Vontade, Amor e Inteligência.
O Olho que tudo vê é o olho
de Horus, o deus com cabeça de
falcão e visão de grande
acuidade. Águias, falcões
e gaviões são aves da mesma
espécie. Horus
representa Osíris Renascido
(lenda do julgamento de Osíris).
Triângulo
Sublime
É a figura formada pela extremidade
da pentalfa com ângulos de36 e 72
graus.
Triângulo
Tríplice
É formado pela justaposição
de três triângulos formando
uma estrela de nove pontas.
Era usado pelos cavaleiros templários
como símbolo da Santíssima
Trindade (uma das heresias criadas
pelo Concílio de Nicéia.
É um dogma que contraria as sagradas
escrituras).
Simboliza; Alegria, Paz, Tolerância,
Bondade, Amor Fidelidade coragem e vitória
e glória.
Triângulos
Entrelaçados
Signo de Salomão ou estrela de
David.
Triângulos
Entrelaçados, preto e branco
Símbolo da igualdade dos contrários
e do equilíbrio dos contrários,
como o bem e mal, a noite e dia, luz e
trevas.
Triângulo
Altar Triangular
É a forma mais usada na
Franco Maçonaria. O altar dos juramentos
é uma peça de forma triangular.
Também chamado de ARA,
do grego, significa lugar alto.
Os antigos eram de pedras irregulares
e brutas e eram erguidos nos topos dos
morros. Sobre essas pedras era colocado
um feixe de lenha sobre o qual era oferecida
a hóstia - um animal de pele branca
sem manchas em sacrifício a D-US.
Era sobre o altar que se prestavam os
juramentos mais sérios. Outros
eram feitos na forma ortodoxa. Aquele
que jurava, segurava o membro viril do
que recebia o juramento.
Era um juramento sobre o lugar onde havia
corrido o sangue da circuncisão,
o compromisso com D-US, celebrado Brit
Milah, a cerimônia sagrada
circuncisão em que o prepúcio
da criança era oferecido a D-US
como prova de fidelidade (aliança
com D-US).
Terminamos
aqui essa prancha, amados irmãos,
pedindo que o Grande Arquiteto do Universo
vos cubra com a Sabedoria de Salomão
e vos dê os dons dos Santos.
Saudamos a todos vós, Maçons
e Rosacruzes, nas três pontas do
N:. S:. T:. lembrando a origem una e o
sigilo de nossa união
fraternal.
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Ágape,
amor fraternal universal
Por
M. Selaht
Mestre maçom
Ágape
Uma
palavra de amor universal desinteressado,
o amor da um rei por seu povo, de um mestre
por seus discípulos, o amor pela
pátria.
Palavra
grega ágape, procura definir um amor
sublime e desinteressado, um amor igualitário,
solidário e permanente, um amor despido
do desejo carnal.
Os
esotéricos simbolizam esse amor pela
cor rosa, maravilha e visualizam essa cor
enquanto se unem dando as mãos em
“cadeia de união”.
Desperdiçam
uma oportunidade de vivenciar e sentir esse
amor incondicional e fraterno os que não
visualizam essa cor durante reuniões
de caráter fraterno como preparação
para seções de cura ou em
momentos em que em comunicação
com outros planos desejam demonstrar claramente
as intenções.
É
o amor da egrégora dos que se unem
com o mesmo propósito ou objetivo
como os maçons em seus trabalhos
“na construção do templo
das virtudes”.
Será
esse tipo de amor que unirá os povos
da terra quando “o lobo pastar com
o cordeiro”, quando os sentimentos
baixos derem lugar aos nobres e os seres
humanos se aceitarem mutuamente como são,
sem julgamentos, sem castas, sem preconceitos.
Saber
amar e compartilhar:
A humanidade só crescerá
e mudará para um plano superior quando
todos os seus componentes igualmente crescerem
espiritualmente.
Somos
diferentes exatamente para que essa ajuda
mútua aconteça e assim a relação
de dependência se torne uma relação
de “amor ágape”. É
na dependência um do outro que apreendemos
que todos somos iguais e temos atributos
que nos permitem somar nossa necessidades
e dividir os resultados. O cooperativismo
é uma conseqüência do
ágape.
O
amor fraternal:
é o que deve ser vivenciado nas fraternidades,
como a maçonaria e a rosa-cruz já
fazem. É um trabalho de constante
vigilância e prática através
de exercícios diários de mentalizações
e visualizações.
A ignorância, a vaidade e o egoísmo
são as raízes de todos os
males, levam à fome, à miséria
e às doenças, como conseqüência
desses comportamentos patológicos.
O
amor de um mestre:
Sem dúvida a compreensão da
frase do mestre Ieoshua ben Josef tem o
sentido completo dessa palavra “amai–vos
uns aos outros como eu vos amei”.
O pacifista Mohandas Karamcham Ghandi, o
“Mahatma Ghandi” baseou sua
campanha para libertação da
Índia do jugo britânico no
amor ágape.
O
amor à Pátria:
Temos um exemplo desse amor imenso
e desinteressado na pessoa de Sua Majestade
Real e Imperial, o Senhor D. Pedro II, deposto
de seu cargo por um golpe de Estado no momento
em que seu prestígio era o mais alto.
Retirou-se para o exílio na França
onde terminou seus dias em um humilde quartinho
de hotel, em Paris. Recusou a pensão
que o governo brasileiro usurpador lhe ofereceu
e, durante o restante de sua vida, modestamente,
seu último desejo foi repousar sua
cabeça em um travesseiro contendo
terra do seu Amado País.
Durante
o tempo em que governou, o Brasil teve economia
estável, fartura à mesa e
modernismo. O primeiro telefone foi trazido
por ele.
Se
compararmos ao momento atual, quando o executivo
comete toda sorte de crimes e desmandos
e nomeia ministros igualmente sem qualificações
para o cargo. Sentimos falta do passado
em que nosso País era respeitado
e seu Imperador era uma voz respeitada e
ouvida internacionalmente.
A
refeição Ágape
Um típico exemplo dessa refeição
foi a “Santa Ceia”, uma reunião
religiosa entre Jesus e seus discípulos.
Nesse banquete de Pessah, a festa judaica
que lembra a “passagem do cativeiro
para a liberdade”, na saída
do Egito para a terra prometida por DUS,
a massa do pão não chegou
a fermentar e o pão foi assado sem
fermentar. Esses pães ázimos
(não fermentados) são compartilhados
nessa cerimônia.
A palavra companheiro, tão
desgastada pelo mau uso, vem do grego “cumpanis”,
significa compartilhar, dividir, o pão.
Assim sendo, companheiro é o que
divide o pão conosco.
O
ágape festivo dos Cavaleiros Rosacruzes.
É
um exemplo das ceias maçônicas.
Acontece na semana santa e reúne
o “Conclave dos Cavaleiros Rosacruzes”.
Comemora as elevações ao grau
18, que marca o fim de um ciclo do filosofismo
maçônico e antecede o próximo.
Para comemorar iniciações
é um costume maçônico
realizar um banquete quando são convidados
os familiares e amigos dos novos iniciados
e aos quais são prestados esclarecimentos
do que é a Maçonaria. Quando
esses banquetes são realizados entre
irmãos podem obedecer ao Ritual de
Banquetes (Ágapes).
Os antigos cristãos realizavam diariamente
uma ceia em comemoração à
ultima em que Jesus esteve presente materialmente.
No ano de 397 d.C. a igreja católica
aboliu o costume dos ágapes alegando
que se transformavam em verdadeiros festins.
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BERESIT
(Princípio)
Mago
Selaht
Beresit
significa princípio, em hebraico.
É a primeira palavra da Torá
- primeira parte do conjunto de livros sagrados
que compõem a Bíblia. Gênese
1, versículo1.
Não por obra do acaso, que não
existe, é uma palavra de sete letras
e como o menorah, candelabro de sete luzes
de azeite consagrado das primícias
oferecido a DUS em Sua Casa.
É a luz que ilumina o que se sucede
nos escritos sagrados.
A letra consoante B, “Beit”,
significa soleira da porta e também
casa. É a letra que revela bondade
e esperança em “Dus”
na medida em que começa a sua revelação
maior, que são as regras para a felicidade
e perfeita interação com o
“Princípio Criador” a
partir do Decálogo Sagrado (Dez Mandamentos).
A
ESCADA DE JACÓ – Gen. 28:12
(Dos sonhos de José do Egito)
Significado esotérico
Na verdade, seria como uma rampa em espiral.
É uma alegoria e como tal pode ter
muitos significados. Um deles seria o de
que os Gênios (malakl hebraico), Mensageiros,
Anjos de Adonai estariam subindo e levando
ao Senhor as reivindicações
em forma de orações de cada
um da humanidade e recebendo as ordens do
Senhor e descendo, e revelando-as a cada
uma de suas criaturas.
Como alegoria,
representa o aprendizado passo a passo sempre
em direção à LUZ, em
ressonância com seu Eu criador, o
Grande Arquiteto do Universo.
É a alegoria
do caminho do aprendiz onde
cada espiral superposta representa um segmento
de nossa vida eterna, cada espiral representando
um segmento completo de vida em busca da
perfeição, o caminho percorrido
novamente, mas num plano mais elevado um
aprendizado com a base no conhecimento passado,
(velado a cada nova encarnação,
mas que permanece no inconsciente pessoal
e no coletivo). Essas espirais superpostas
lembram também a serpente,
símbolo da sabedoria, presente no
caduceu de Hermes, o tris megisto (três
vezes mestre).
Na árvore da Cabala, o caminho de
Daat é o caminho reto, o caminho
do meio, o caminho do iniciado.
O caminho da árvore da cabala é
percorrido por todos independentemente de
sua fé.
Os
paradigmas
As religiões criaram o preconceito
religioso.
Paradigmas são matrizes de vida e
comportamento que mostram claramente a descendência
da raça humana UNA EM SUA ORIGEM
e una em sua crença, que as religiões,
por interesse e ignorância dividiram
e, com isso, criaram o preconceito religioso.
O
Primeiro paradigma é o Adonita
Trata da descendência de Adão
em Abel, Caim e Set, filho que, após
a morte de Abel, assassinado por Caim, recebeu
de Dus a incumbência de transportar
a luz divina no mundo e perpetuar a geração
de seu pai Adam Kadmon (Adam ou Adon significa
homem), o homem primordial e sua mulher
Eva.
O
segundo paradigma é o Noaquita
A nova descendência de Noé
(Noah). Purificada pelo elemento água
(dilúvio), surge a família
Noaquita, a nova raça de judeus (hebreus),
que deu origem a toda a população
do mundo em que vivemos e o porquê
de sermos todos judeus é porque,
assim sendo, as religiões vieram
para separar e criar preconceitos que resultaram
em guerras religiosas entre irmãos.
A
unção do primeiro rei de Israel:
(o poder humano no lugar do poder divino)
O povo reclamava que os demais povos tinham
reis e que os hebreus não. Dus mostra-lhes
a incoerência da reclamação,
mas atende ao pedido e Saul é
ungido como primeiro rei de Israel.
Essa passagem mostra a tentativa do povo
de exercer o arbítrio (relativo)
que, contrariamente ao plano de Dus, apenas
estabeleceu sofrimento.
Magia
Maggi é
palavra de origem persa, região onde
hoje fica o Iran, e tinha um conceito diferente
daquele que maldosamente as “religiões”
massificaram através de séculos
de mentiras.
Na época em que o Povo de
Dus vivia na Babilônia, o profeta
Daniel era conhecido como Balthazar, o mago
de Babilônia, fato pouco divulgado.
Porque seria?
Mago
era o mesmo que sábio, aquele
que tinha um conhecimento especial, muito
acima da massa, um estudioso da medicina,
da farmacologia, da química, da geometria
e das ciências matemáticas,
das artes, e dos fenômenos climáticos,
e também das ciências herméticas.
O clero católico mente ao chamar
os magos que visitaram Jesus de REIS e dar
a eles nomes supostos. Desafio a qualquer
hierarquia religiosa a mostrar onde estão
esses reis a seus nomes nas escrituras sagradas.
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Os magos do passado eram versados
em Astrologia, usada principalmente
para estudar os fenômenos climáticos
que influenciavam o plantio e as colheitas.
Por isso, estudavam a Astrologia,
nome genérico para a “Astronomia”
que hoje conhecemos, e a influência
dos astros nas pessoas. Enquanto os
magos usavam a sua ciência na
pesquisa da cura das doenças,
e para isso usavam ervas medicinais,
os padres usavam as ervas para produzir
venenos e licores, como Benedictine
e o Chartreuse, fatos históricos
que são conhecidos e escondidos
da maioria. O licor Frangelico apresenta
garrafa em forma de monge.
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Na ilustração,
vemos um monge em seu balandrau de trabalho
exercendo sua função de
alquimista, produzindo, pelo processo
da maceração, a essência
herbácea de um licor. A essência
herbácea é chamada de tintura-mãe
(tintura-mater) e é a matéria-prima
que diulída em açúcar
e álcool de cereais, dá
origem ao licor.
Também os escravos que trabalhavam
para o clero são esquecidos, porque
não convém mostrar a verdade.
O pensamento dos cientistas foi, em grande
parte, sepultado pela “santa”
Inquisição que se apropriou
dos bens dos que covardemente assassinou.
Os
Profetas
Catalogados e com suas profecias conhecidas
(quando convém aos cleros) estão
povoando o antigo testamento. Muitas profecias
são consideradas tabus porque mostram
a realidade, hoje, com a visão
cristalina do profeta inspirado por Dus.
Os oráculos ficaram sendo
os “profetas não oficializados”
rejeitando-se-lhes as previsões
(profecias) sem analisar os fatos.
Essa origem obscurecida do espiritismo
provada em documento “a própria
Bíblia” é a história
profana dos testemunhos espíritas.
Esse assunto está esgotado por
Hippolite Léon Denizard Rivail
(Allan Kardec), Camille Flamarion e outros
mais recentes como o conhecido médium
americano Edgar Cayce e o brasileiro Francisco
Cândido Xavier (no Portal www.mensageiro.com.br.
Ver em Espiritismo).
O Oráculo de Delfos era
famoso e por ser um oráculo
profano, era rejeitado pelo pensamento
teológico cerceador e hipócrita
da época.
O dom de profecia independe da
religião.
Os
profetas de hoje
A história não parou de
ser escrita. Muitos deles foram canonizados
como santos, outros vivem intra-muros
nos conventos, fora do acesso público,
como é o caso de uma das meninas
que teria visto e falado com a “Virgem”
Maria, em Fátima, Portugal e dela
recebido profecias. (pessoalmente questiono
esse fato porque também teria a
“Virgem” Maria pedido que
no local fosse construída uma igreja.
Jamais uma mulher judia mandaria
que se fizesse no local, a cova da Iria,
um templo a ela devotado, pois o culto
é dirigido unicamente a Dus.
Parece-me mais uma artimanha da igreja
católica), como a farsa dos “três
reis magos”, que não aparecem
em lugar nenhum das sagradas escrituras.
Meu grifo.
Enganam-se os que pensam que não
existem profetas na atualidade. Os que
revelam esse dom estão eclipsados
pelos clérigos das diversas seitas
que usam a religiosidade para seu próprio
enriquecimento.
Ciência
e Magia:
Podemos afirmar sem medo de errar que
a ciência de hoje teve origem na
magia de ontem, sendo em muitos casos
uma evolução. Em outros,
a ciência estagnou principalmente
devido aos chamados dogmas de fé
impostos pelo clero.
Foi a profecia de José, filho de
Israel, a das vacas magras e gordas, a
partir de um sonho premonitório
inspirado por Dus, que livrou o Egito
da fome. Esse foi também o principio
da saga do povo escolhido que foi viver
no Egito, chamado então Mitzraim,
e lá aprender com o povo mais culto
da época o necessário para
a construção da Cidade Santa
Jerusalém no lugar em que fora
edificada Salem, onde o sacerdote Melquizedec
recebera o primeiro dízimo do patriarca
Abraham.
Os astros não influenciam a vida
do homem, falsa é essa premissa.
A menstruação é regulada
pelo ciclo lunar, como as colheitas e
o plantio.
A direção dos rodamoinhos
no hemisfério norte é oposta
à dos rodamoinhos no hemisfério
sul. Os doentes mentais sofrem a influência
da lua bem como os lobos que assumem comportamento
diferente em certa fase. A madeira cortada
na fase errada da lua apodrece e dá
cupins e as madeiras de lei estão
incluídas.
O sol é importante fixador de vitaminas
e cálcio no corpo humano e nos
animais, e fundamental no crescimento
das plantas.
A luz do sol e os raios ultra-violeta
são bactericidas e se usados em
excesso podem causar câncer.
A comprovação científica
da Astrologia já é uma realidade.
Só na Universidade de Brasília
duas teses aprovadas já constituem
documenta.
As instituições
iniciáticas, que guardam a Sabedoria,
conhecem e mantêm viva essa força
ígnea, que é a “Tradição”.
Temos a esperança de que muito
brevemente possamos voltar a ser um só
povo com um só Dus, o de nossos
Pais Abraham, Issac e Jacob sem o preconceito
e a interferência dos cleros que
hoje se adonaram do direito de intermediar
a ligação com o Criador
e sua Criação, que é
pessoal e intransferível, não
cabendo, portanto, intermediários.
Para
os interessados no espírito de
profecia, peço acessar o portal
www.jbastos.siteonline.com.br
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Liberdade
- Igualdade e Fraternindade
À
Gloria do Grande Arquiteto do Universo
MANIFESTO PRÓ-UNIÃO
MAÇÔNICA.
Por
Aureo Goulart de Souza
mestre maçom
A
MAÇONARIA tal como a conhecemos hoje nasceu
no século XVIII, a partir das concepções
de Desaguliers e do pastor presbiteriano James
Anderson. Estes dois mentores da nossa
Instituição forjaram uma organização
poderosa, e que tem atraído mais adeptos
do que qualquer outra do gênero. Muito se
terá a dizer a favor do que foi construído
por homens sábios e eméritos, desde
l7l7(século XVIII), porém, muito
se terá a dizer contra.
Baseado em nosso conhecimento, estudo e sabedoria
quanto às origens remotíssimas de
nossa sublime Instituição. Devemos
convir que houve uma dramática ruptura
com a Antiga Tradição Maçônica.
Talvez - para facilitar essa ruptura - supõe-se
que teria sido feita uma inusitada queima de documentos,
a qual teria sido ingenuamente justificada por
James Anderson.
Perante esse inusitado fato, e também com
referência às discrepâncias,
fomentações infundadas e maldosas,
intrigas, mentiras e sede de poder que, diga-se
de passagem, residem na personalidade do ser humano,
e que devem ser banidas dessa mesma; naquele trabalhar,
naquele burilar constante da pedra bruta, para
a pedra polida, em se falando das células,
do grande corpo maçônico. Dignemo-nos,
nós maçons e obreiros da arte real,
a verdadeiramente nos unir!
Devamos nós restabelecer os liames, a integração
espiritual, a reativação de nossas
forças magnéticas com a Tradição
e Operatividade, de nossos irmãos
antepassados e que se fazem presentes constantemente
em nossas reuniões - embora estejam habitando
em outra dimensão,ou seja, no Oriente Eterno.
Devemos imperiosamente valorizar as forças
vivas presentes e atuantes na Maçonaria
de todos os tempos e de todos os lugares.
No século XIII, já se encontravam
irmãos maçons, que ao seu trabalho
ajuntavam o sublime ideal de fraternidade e estudo.
A Loja de Estrasburgo é um dos
monumentos vivos da Tradição maçônica
anterior a 1717. Havia muitas outras
células iguais à mesma, geograficamente
disseminadas pela Europa e se bem que não
houvesse a preocupação de permanência
formal dos seus membros, havia a preocupação
da permanência do ideal de fraternidade
e estudo.
O esquadro e o compasso foram herdados dessas
células, as quais passaram à história,
como sendo grupos de maçons operativos.
Mas além deles, a Maçonaria
herdou uma tradição iniciática,
que remonta a muitos séculos anteriores
ao XIII. Essa tradição iniciática,
é representada pelo Livro da Lei.
É a mística maçônica.
Penso e defendo que devemos atualizar esses símbolos
sagrados, esquadro, compasso e Livro da Lei, valorizando-os,
respeitando-os e honrando-os.
A Loja Maçônica reúne-se em
um templo. A nossa Maçonaria é templária.
Portanto, expandamos nossa consciência,
nossa essência interior, para visualizar
essa tríade maravilhosa: TRABALHO, ESTUDO,
ORAÇÃO.
O século XVIII pretendeu construir a sociedade
nas bases da Justiça, Igualdade e da Liberdade,
e a Revolução Francesa infelizmente
não o conseguiu. A moderna globalização
dista ainda mais do mesmo. Como bem disse, certa
vez, de forma inspirada, um irmão de Loja:
“Pavimenta-se a estrada com os cadáveres
dos operários para o rei passar por cima.”
Nada mais distante da Justiça, da Igualdade,
da Fraternidade e da Liberdade. É hora
de corrigirmos esses desvios, que foram feitos
ao longo dos séculos, em relação
à nossa sagrada tríade.
Reunamos o material que temos, herdado dos nossos
antepassados, construtores e sacerdotes. Unamos:
Esquadro, Compasso e Livro da Lei. Somemos Trabalho,
Estudo e Oração e dignemo-nos de
assim sendo, sermos a Luz Maior trabalhando em
prol da evolução, bem-estar e felicidade
dos povos do planeta Terra.
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Painel pintado
sobre argamassa será restaurado
O painel, que representa
símbolos maçônicos “Ouro
em Campo de Blau” foi
danificado por infiltração de águas
pluviais, que escorreram pelo forro do prédio,
que é tombado pelo Patrimônio Histórico.
Contido o problema, resta salvar o antigo painel que
ornamenta a biblioteca do Palácio Maçônico
do Grande Oriente do Brasil,
antigo prédio da Rua do Lavradio nº 97,
no Corredor Cultural do Centro.
A oferta foi do agrado do engenheiro Sérgio
Romay, Grão-Mestre do Grande Oriente do Estado
do Rio de Janeiro, que autorizou verbalmente o começo
da negociação.
O tempo de restauro deve ultrapassar os 30 dias e,
após completado, devolverá o brilho
e as cores originais da pintura.
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O portal www.mensageiro.com.br
patrocinará o restauro e conclama aos Irmãos
federados que se unam para restaurar os demais quadros
e obras de arte que necessitam de atenção
imediata, para preservação desse patrimônio
cultural maçônico, que também
pertence à Humanidade.
A administração do Grão-Mestre
Sergio Romay vem se caracterizando por
grandes transformações e modernizações.
Sem dúvida, é o grão-mestrado
do
terceiro milênio que ergue a Maçonaria
para a sua missão de preservação
da ética, da moral e dos bons costumes.
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O
QUE É MAÇONARIA?
O
que é a Maçonaria?
- A Maçonaria é uma instituição
essencialmente filosófica, filantrópica,
educativa e progressista.
Por
que é Filosófica?
- É filosófica porque em seus atos e cerimônias
ELA trata da essência, propriedades, e efeitos
das causas naturais. Investiga as leis da natureza e
relaciona as primeiras bases da moral e da ética
pura.
Por
que é Filantrópica?
- É filantrópica porque não está
constituída para obter lucro pessoal de nenhuma
classe, senão, pelo contrário, suas arrecadações
e seus recursos se destinam ao bem-estar do gênero
humano, sem distinção de nacionalidade,
sexo, religião ou raça.
Procura conseguir a felicidade dos homens por meio da
elevação espiritual e pela tranqüilidade
da consciência.
Por
que é Progressista?
- É progressista porque partindo do princípio
da imortalidade e da crença em um princípio
criador, regular e infinito, não se aferra a
dogmas, prevenções ou superstições.
E não põe nenhum obstáculo ao esforço
dos seres humanos na busca da verdade, nem reconhece
outro limite nessa busca senão o da razão
com base na ciência.
Quais
são os seus princípios?
A liberdade dos indivíduos e dos grupos humanos,
sejam eles instituições, raças,
nações; a igualdade de direitos e obrigações
dos seres e grupos sem distinguir a religião,
a raça ou nacionalidade; a fraternidade de todos
os homens, já que somos todos filhos do mesmo
CRIADOR e, portanto, humanos e como conseqüência,
a fraternidade entre todas as nações
Qual
o seu lema?
- Ciência - Justiça - Trabalho: Ciência
para esclarecer os espíritos e elevá-los;
Justiça, para equilibrar e enaltecer as relações
humanas; e Trabalho por meio do qual os homens se dignificam
e se tomam independentes economicamente.
Em uma palavra, a Maçonaria trabalha para o melhoramento
intelectual, moral e social da humanidade.
Qual
é seu objetivo?
- Seu objetivo é a investigação
da verdade, o exame da moral e a prática das
virtudes.
O
que entende a Maçonaria por moral?
-Moral é para a Maçonaria uma ciência
com base no entendimento humano. É a lei natural
e universal que rege todos os seres racionais e livres.
É a demonstração científica
da consciência. E essa maravilhosa ciência
nos ensina nossos deveres e a razão do uso dos
nossos direitos. Ao penetrar a moral no mais profundo
da nossa alma sentimos o triunfo da verdade e da justiça.
O
que entende a Maçonaria por virtude?
- A Maçonaria entende que virtude é a
força de fazer o bem em seu mais amplo sentido;
é o cumprimento de nossos deveres para com a
sociedade e para com a nossa família sem interesse
pessoal. Em resumo: a virtude não retrocede nem
ante o sacrifício e nem mesmo ante a morte, quando
se trata do cumprimento do dever.
O
que entende a Maçonaria por dever?
- A Maçonaria entende por dever o respeito e
os direitos dos indivíduos e da sociedade. Porém
não basta respeitar a propriedade apenas, mas,
também, devemos proteger e servir aos nossos
semelhantes. A Maçonaria resume o dever do homem
assim: "Respeito a Deus, amor ao próximo
e dedicação à família".
Em verdade, essa é a maior síntese da
fraternidade universal.
A
Maçonaria é religiosa?
- Sim, é religiosa porque reconhece a existência
de um único principio criador, regulador, absoluto,
supremo e infinito ao qual se dá o nome de GRANDE
ARQUITETO DO UNIVERSO, porque é uma entidade
espiritualista em contraposição ao predom&iacut | | | |