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Maquiagem
para olhos no Antigo Egito tinha virtudes
medicinais
Sabedoria ou acaso?
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Da
Agência France Press
Na foto detalhe de sarcófago
em ouro.
Os olhos são pintados
como na maquilagem dos vivos.
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Além de suas virtudes estéticas,
a maquiagem para os olhos, no Antigo
Egito, tinha propriedades medicinais,
como acabam de elucidar químicos
franceses.
Há 4.000 anos, os
egípcios misturavam frequentemente
chumbo à maquiagem para os
olhos. Naquela época, os médicos
gregos e romanos afirmavam que este
metal era benéfico para os
olhos.
Hoje em dia,
o chumbo é mais conhecido por
ser um metal potencialmente tóxico.
Para entender melhor este uso do chumbo
como cosmético, a equipe de
pesquisadores coordenada por Christian
Amatore avaliou o impacto de uma escassa
quantidade de chumbo em uma célula
da pele.
Os pesquisadores
constataram que em doses ínfimas,
o chumbo não mata a célula.
Induz a produção no
organismo de uma molécula,
o monóxido de azoto, conhecida
por ativar o sistema imunológico.
Assim sendo, a aplicação
desta maquiagem com chumbo pode provocar
um mecanismo de defesa que, em caso
de infecção dos olhos,
limita a proliferação
das bactérias.
O
estudo coordenado por Amatore foi
publicado antecipadamente nesta quinta-feira
na edição online da
revista especializada
Analytical Chemistry
do dia 15 de janeiro.
Para
a demonstração, os pesquisadores
utilizaram laurionita,
um cloreto de chumbo que
está entre os sais sintetizados
pelos egípcios daquela época,
para observar sua ação
em uma célula isolada da pele
com a ajuda de ultramicroeletrodos,
uma ferramenta eletroquímica
moderna miniaturizada que permite
analisar sinais muito fracos emitidos
por uma única célula.
Após
colocar ínfimas quantidades
de solução de laurionita
na célula de pele, os pesquisadores
observaram uma superprodução
de dezenas de milhares de moléculas
de azoto (NO). O azoto intervém
como mensageiro do sistema imunitário
ao estimular a chegada de macrófagos,
células que atuam como limpadores
do organismo ao ingerir bactérias
vivas e resíduos diversos.
Assim, em
vez de ser tóxica, a ínfima
quantidade de chumbo misturada à
maquiagem protegia os olhos de infecções
bacterianas, segundo o estudo.
N.R. Os antigos
alquimistas ingeriam pequenas quantidades
de venenos, que eram aumentadas, gradualmente.
Desta forma, se preveniam de atos
criminosos de envenenamento e ganhavam
tempo até que pudessem procurar
um antídoto.
A homeopatia (do grego hómoios-
+ páthos = "semelhante"
+ "doença") baseia-se
também no princípio
da dinamização.
Alguns princípios gerais da
homeopatia já teriam sido enunciados
por Hipócrates,
há cerca de 2500 anos, quando
demonstrou os princípios básicos
da holística, hoje tão
presentes na medicina oriental e com
médicos adeptos no ocidente.
Hipócrates
foi também o primeiro a descrever
as duas maneiras principais de abordar
a terapêutica: Similia
similibus curantur:
"Semelhantes são curados
por semelhantes", base terapêutica
da homeopatia. Contraria
contrariis curantur.
"Contrários são
curados por contrários".
Princípio seguido
por Galeno, que estabeleceu também
as bases da alopatia.
Christian Friedrich
Samuel Hahnemann
no século XVIII, nascido em
1755 e falecido em 1843, para designar
um método terapêutico
cujo princípio está
baseado na similia similibus curantur
("os semelhantes curam-se pelos
semelhantes"), usou o termo Homeopatia.
A homeoppatia confunde-se-a
com a fitoterapia, por conta dos produtos
usados em suas formulações,
embora ambas tenham corpo ideológico
e metodologia essencialmente distintos.
A partir de 1801, Hahnemann começa
a usar "medicamentos dinamizados"
(técnica própria da
homeopatia que visa o desenvolvimento
da força medicamentosa latente
na substância e que consiste
em submeter a droga a diluições
e sucussões sucessivas) e observa
que isso dá mais potência
ao medicamento. Em
1810 publica sua obra fundamental,
"Organon da Medicina Racional",
mais tarde, "Organon da Arte
de Curar". Em vida, chega a publicar
cinco edições do Organon.
A sexta e definitiva edição
vai para o prelo, post mortem, em
1921.
De fato, o tratamento
homeopático consiste em fornecer
a um paciente sintomático doses
extremamente pequenas dos agentes
que produzem os mesmos sintomas em
pessoas saudáveis, quando expostas
a quantidades maiores. A droga homeopática
é preparada em um processo
que consiste em diluição
sucessiva da substância, sucussão
e "dinamização"
(ou "potencialização"),
em uma série de passos.
Atualmente, a homeopatia expandiu-se,
tendo seu desenvolvimento e sua aceitação
atingido diferentes níveis
nas várias regiões do
mundo. Na Índia e no Brasil
a homeopatia faz parte das políticas
oficiais de saúde. Na
Argentina está
banida das políticas públicas,
chegando a ser praticamente proibida
em algumas províncias.
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Mumificação
e embalsamamento
Por
M. Selaht
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Múmias
são corpos
de pessoas e animais conservados
por um processo artificial chamado
embalsamamento ou “mumificação”.
Algumas sociedades
acreditam no retorno ao corpo de uma
entidade entendida analogamente a
um espírito que é imortal.
Tem como fim religioso preservar o
corpo para a recepção
do "espírito".
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Ritos
e embalsamamentos preparavam os corpos
para a vida após a morte, transformando-os
em múmias.
Uma das obrigações na vida
futura era defender lugares sagrados.
Caso
ladrões ou outros profanadores
perturbassem seu descanso, as múmias
levantar-se-iam e destruiriam os inimigos.
Muitos povos tinham
o costume de mumificar seus mortos.
Os povos maias, na América do Sul,
também embalsamavam seus mortos.
Tinham a mesma crença de
ressureição dos egípcios.
As múmias de Chinchorro, no deserto
do Atacama, atual norte do Chile e sul
do Peru, na América Latina, recentemente
datadas em 7.000 a.C. São múmias
mais antigas que as egípcias, com
mais 2.000 anos.
As múmias
mais conhecidas são as egípicias.
Os antigos egípcios tinham
o costume de embalsamar os seus reis e
altos funcionároios e animais especiais.
O processo era executado nas “casas
de purificação” e
supervisionado por um grande sacerdote,
que usava uma máscara de cabeça,
como a do deus Anúbis.
As víceras eram retiradas e os
cadáveres eram enrolados em ataduras
de pano.
As múmias eram inumadas em mastabas,
que eram escavadas na rocha viva. E nas
pirâmides, poliedros de base quadrada
e faces triangulares, orientadas segundo
os pontos cardeais.
Os reis do Egito, chamados faraós,
eram inumados com todos os seus bens.
Mumificação
Mumificação é
o nome do processo que foi aprimorado
pelos egípcios, que durava cerca
de 70 dias.
Retivam-se os olhos, vísceras e
cérebro, exceto o coração,
dificultando, assim, a decomposição
do cadáver.
Geralmente, os corpos eram colocados em
ataúdes ricamente ornamentados,
chamados sarcófagos de pedra, madeira
e ouro, envoltos por faixas de algodão
ou linho.
Processos de mumificação
A mumificação era
um processo bastante complexo e demorado.
O sacerdote (embalsamador) começava
por retirar o cérebro do morto,
com um gancho, por meio das narinas. Depois,
faziam um corte no lado esquerdo do corpo,
retirando os órgãos, que
eram colocados em vasos próprios
e guardados no túmulo. Com exceção
do coração, que, por ser
necessário na outra vida, era mantido
no seu lugar.
Então, o corpo era coberto
com natrão, cristais de
sal, e deixado a secar durante 70 dias.
Após esse processo, as cavidades
eram cheias com linho e substâncias
aromáticas, e enrolava-se o corpo
com ligaduras. Os olhos eram retirados
e as cavidades eram preenchidas com linho
ou pedras pintadas de branco. Também
os animais de estimação
eram, por vezes, embalsamados e colocados
em sepulturas próprias.
Mumificação Solar
do Egito Faraônico
O Faraó morto tinha a cavidade
abdominal limpa e lavada com vinho de
palma e com substâncias aromáticas.
O ventre era enchido com uma mistura de
mirra e canela, sendo cozido. até
as carnes se desprenderem dos ossos. Os
ossos são então pintados
de vermelho, enfaixados, fazendo-se uma
estocagem na múmia com gesso. Pinta-se
o retrato da pessoa morta na própria
múmia. E esta
se tranforma ao mesmo tempo em uma estátua
Ka (1) .
Mumificação Osiriana
É o processo que mais conhecemos
e o que se tornou mais utilizado. Para
o faraó, para a nobreza e pessoas
mais ricas, era feita da seguinte forma:
O cérebro é retirado
pelas narinas, através
de um instrumento curvo, mexe-se no cérebro,
que é uma massa mole, e este se
liquefaz. Injeta-se vinho de tâmara
e substâncias corrozivas, ajudando
a dissolver mais o cérebro. Vira-se
o morto e o cérebro escorre pelas
narinas os olhos são retiradose
substituidos por contas ou pedras pintadas
de branco.
É aberta uma incisão
no abdômen e todos os órgãos
internos, exceto o coração,
são retirados, embalsamados
e colocados em jarros chamados de (1)
canopos. Em seguida, o corpo
é enchido com saquinhos de Sal
Natrão, (silicato de sódio
e alumínio) e mergulhado em uma
espécie de bacia um pouco inclinada
com um furo de um lado, para que seus
líquidos escorram. Após
isso, a múmia é literalmente
enterrada em Sal de Natrão por
*72 dias. O sal que é ávido
de água, absorve todo o líquido
do corpo.
Após estes 72 dias (*7+2=9,
número cabalístico das terminalidades),
o corpo, que está escurecido e
ressecado, é retirado. Os 9 orifícios
do corpo são fechados com mirra
e a cavidade toráxica abdominal
preenchida com resinas aromáticas,
bandagens de linho perfumado. Entre as
bandagens, são colocados amuletos,
como o Olho de Hórus e o "nó
de Ísis", e inserido pó
de serra na cavidade abdominal, para recompor
a forma original do corpo. Depois disto,
a abertura no abdômem é costurada,
o corpo é ungido com óleo
perfumado, a cabeça recebe um casquete
de linho, e é colocada uma placa
mágica de cera de abelhas sobre
a incisão abdominal, por onde foram
retiradas as vísceras, geralmente,
com o desenho dos quatro filhos de Hórus,
e/ou de seu olho, udjet,
o olho que tudo vê.
Começa, então, o
processo de enfaixamento com metros e
metros de tiras de pano de linho com resinas,
até fazer a composição
que vemos nas múmias.
A cada volta, colocam-se amuletos e colares.
Assim, a múmia está pronta
para o sepultamento.
No caso de um Faraó, este
sepultamento é um grande cerimonial
e acompanhado de um extenso ritual, com
cânticos, choro de carpideiras e
encantamentos, realizado por sacerdotes.
Canopos (1) (vaso ou
jarro canopo) representavam os quatro
filhos de Hórus.
Duamute - deus
com cabaça de chacal que preside
o estomago.
Imset - deus
com cabeça antropomórfica,
que preside o fígado.
Hapi - deus
com cabeça de babuíno, que
preside os pulmões.
Kebehsenuf -
deus com cabeça de falcão,
que preside os intestinos.
Tutankamon,
múmia egípcia mais famosa
de todos os tempos
A descoberta por Howard Carter, do túmulo
totalmente intacto, do Faraó Tutankamon,
é a mais famosa de todas.
Quando o achado arqueológico aconteceu,
todo o tesouro enterrado com o Faraó
Tutankamon estava do modo como foi colocado
no momuento da inumação
ritualística. Os ladrões
de túmulos não haviam encontrado
a Mastaba Real e tudo permanecia intocado,
exatamente como havia sido colocado no momento
da inumação ritualística
do “Faraó Menino”.
Para pessoas de classe baixa havia
uma mumificação simplificada.
Davam uma injeção de essências
e de “vinhos com corrosivos”
através do ânus (enema), punham
uma espécie de tampão e depois
de alguns dias tiravam o tampão removendo
o resíduo que fui dissolvido. Então,
eles enfaixavam a múmia e devolviam
o corpo para a família.
Comércio de múmias
e de pó de múmias
Quando as múmias foram encontradas,
muitas foram comercializadas e quando o
comércio delas acabou e ninguém
mais se interessava em comprá-las,
alguns ladrões de túmulos
decidiram triturar múmias e comercializá-las
como pó para fazer chá.
Muitas pessoas adquiriram este pó
achando que haveria algum poder de cura
para seu tipo de doença.
Ritual
do julgamento no Tribunal de Osíris
“*Um
ritual de iniciação”
A múmia contendo a alma do morto
era levada por Anúbis, o
“hierofante”, até a sala
da justiça, ao Tribunal, e se apresentava
a Osíris e a mais 42 deuses
com cabeças de animais. O morto fazia,
então, a chamada "confissão
negativa" através da qual proclamava
não ter roubado, matado ou cometido
adultério. O coração
era pesado numa balança pelo deus
Anúbis. Tot anotava os resultados.
O coração, colocado em um
dos pratos da balança e no outro
a pena (de avestrus) de Maât (2).
Se o coração fosse pesado
pelas más ações ocorridas
em vida, o coração (3) seria
devorado pelo monstro Ammut, que era parte
leão, parte hipopótamo e parte
crocodilo. Se o coração fosse
leve como uma pluma, os pratos da balança
ficariam equilibrados e a alma era considerada
“limpa e pura”, colocada de
pé e acolhida pelos deuses, quando
era despertado o Akh. A alma justa
seria então levada para um local
de primavera eterna (Sekhet-hetepet),
onde continuaria a viver como antes, desempenhando
as mesmas funções que em vida
material.
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O
ritual de *iniciação
dos neófitos, no Egito, carregado
de simbolismo culmina com o julgamento
no Tribunal de Osiris.
O
candidato representando Osiris é
conduzido pelo Hierofante, um Hen-netjer,
sacerdote com a cabeça de Anúbis.
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O candidato
representando Osiris é conduzido
pelo Hierofante, um Hen-netjer,
sacerdote com a cabeça de Anúbis.
Participa de uma procissão à
luz de archotes; é incumbido de
uma missão específica, uma
“busca”, passa por “provas
iniciáticas”, é levado
para uma câmara subterrânea,
colocado em um sarcófago pelo “hierofante”
e depois de passar por um “ritual
secreto”, na presença dos
deuses com cabeças de animais,
no tribunal de Osiris, é induzido
a um sono de paz profunda. O sopro da
vida o acorda, é feita a luz para
o neófito. É, então,
levantado, “renascido”, como
Horus.
Deuses
com cabeças de animais –
estátuas de deuses; o número
mínimo de pessoas para esse ritual
era de nove “ministros de Anúbis”.
O total dos presentes era de onze almas:
Anúbis, o Hierofante,
e mais nove ministros com as cabeças
de deuses e o “neófito”
e/ou as estátuas representando
os demais “deuses”.
Podiam assistir à cerimônia,
que acontecia na câmara subterrânea
de formato circular, “Caverna de
Tiphon”, os que dessem a “palavra”
à entrada do umbral, pórtico
que antecede a câmara. Após,
a câmara era fechada e impostos
os “sigilos” até o
término do ritual. Segue–se
um ritual festivo com um ágape.
Todos os
iniciados passam por quatro provas para
alcançar a luz e a ordem. Pormenores
de como o ritual completo acontece, é
assunto sob sigilo.
Múmias
Naturais
As múmias naturais são
muito raras, pois é necessário
que haja condições específicas
para a sua formação, no entanto
este processo produziu as múmias
mais antigas conhecidas.
A múmia mais conhecida é
“Ötzi the Iceman”,
congelada em uma glaciação,
nos Alpes Ötztal,
em torno de 3.300 a.C., foi encontrada em
1991. Uma outra múmia mais antiga
ainda, no entanto menos preservada, foi
encontrada em Nevada, EUA em 1940, e foi
datada com carbono-14 em torno de 7.400
a.C.
Na Europa, Reino Unido, Alemanha,
Suécia e Dinamarca há regiões
pantanosas, chamadas de bogs.
Nestes terrenos, a acidez da água,
as baixas temperaturas e a falta de oxigênio
são combinados para curtir os tecidos
moles dos corpos escondidos nas águas,
normalmente vítimas de sacrifícios
rituais e assassinatos.
Tais múmias são extremamente
bem consevadas. Normalmente, os esqueletos
se decompõem, mas, em alguns casos,
é possível determinar a última
refeição da múmia,
analisando o conteúdo estomacal.
Descobertas recentes do século
passado: em 1972 foram descobertas
oito múmias extraordinariamente bem
conservadas em uma comunidade Inuit,
chamada Qilakitsoq,
na Groelândia. As “Múmias
da Groelândia” são um
grupo formado por um bebê de seis
meses, um garoto de quatro anos e seis mulheres
de várias idades, que morreram há
aproximadamente 500 anos. Os corpos foram
mumificados pelas temperaturas abaixo de
zero e os ventos secos que provocam desidratação,
os quais cercam a caverna onde foram encontrados
os despojos fúnebres.
Algumas das mais bem preservadas múmias
datam do período Inca, no Peru.
Há 500 anos, quando crianças
eram sacrificadas em rituais, os corpos
eram colocados na posição
de cócoras ornamentados e colocados
em huacas,(4)
voltadas para o Sol ou para a Lua, divindades
incas, nos picos das montanhas da Cordilheira
dos Andes. O clima frio e seco age na preservação
dos corpos.
México, estado de Guanajuato
Foram descorbertas múmias em um cemitério
da cidade chamada Guanajuato, a nordeste
da capital, Cidade do México. Estas
são múmias modernas acidentais
e foram desenterradas entre os anos de 1896
e 1958. As múmias de Guanajuato estão
expostas à visitação
no “Museu de las Momias”,
uma colina próxima.
Mumificação na atualidade
A "mumificação"
é um fenômeno natural.
Não confundir com a técnica
de embalsamamento egípcia, que popularmente
são conhecidas por múmias.
A mumificação é o resultado
de cadáveres que são enterrados
em terreno seco, quente e arejado. O cadáver
sofre uma desidratação rápida
e intensa, e o corpo não entra em
decomposição, pois a fauna
cadavérica não resiste. A
pele do cadáver fica escura, com
aspectos de couro.
Notas:
(1) O ka era a energia vital do
indivíduo, criada no momento
da criação do corpo físico.
Depois da morte, habitava no corpo mumificado
ou em estátuas, que o representavam
de forma idealizada, necessitando de comida
e de bebida para continuar a existir, sendo,
por isso, necessário que os vivos
realizassem oferendas.
Na arte, era geralmente representado
como uns braços que se levantavam
para cima.
O akh [plural: ak]
era uma espécie de força luminosa
gerada depois da morte pela união
do ka e do ba, embora alguns investigadores
considerem que poderia gerar-se através
da união do ba e do corpo. Seja como
for, este elemento gerava-se após
o julgamento de Osíris, sendo uma
espécie de transfiguração
do ser. Este conceito era representado como
um *íbis de poupa.
Os deuses também tinham o seu akh.
O ba, por vezes, traduzido como
"alma", era representado como
um falcão com cabeça humana.
No momento da morte o ba deixava o corpo,
podendo visitar os locais que o defunto
conhecia ou viajar até às
estrelas, mas à noite tinha que regressar
ao túmulo. Devido ao fato de poder
deslocar-se o ba levava ao ka a alma do
morto que permanecia no corpo embalsamado,
a energia que se encontrava nas oferendas.
Na parede da capela funerária dos
túmulos encontrava-se a chamada "estela
da falsa porta" que era uma imitação
em pedra, madeira ou em pintura de uma porta.
Acreditava-se que esta porta permitia ao
ba do defunto aceder aos alimentos e bebidas
que tinham sido colocados na mesa de oferendas
que existia na capela e levá-los
ao “ka”. O “ba”
não levava fisicamente os alimentos,
mas sim a essência destes.
Os filhos do defunto tinham o dever de abastecer
regularmente esta mesa. Para garantir que
o “ba” não ficasse sem
alimentos, pintavam-se nas paredes as mesas
de oferendas com os alimentos ou escreviam-se
em hieróglifos as oferendas.
Bastava, nestes casos, o defunto ler o nome
das oferendas para poder desfrutar delas.
(2)
- Maât - palavra
que significa verdade , Maât
era a deusa da justiça e
da verdade.
(3) -Sem o coração a múmia,
segundo as crenças de então,
não poderia ser ressuscitada.
(4) - Huaca,
waqa no idioma quechua
dos incas, significa algo como "sagrado”
na cultura andina do Peru, pode ser tanto
uma divindade como o lugar onde uma divindade
é cultuada.
Local de veneração - As huacas
são também famosas por ser
o local em que se depositavam oferendas.
Por esta razão foram vítimas
de saques durante os primeiros anos da invasão
espanhola no Peru (século XVI), tanto
por sua fama de conter tesouros, como ser
o centro da religiosidade local nas províncias
que conformavam o Tawatin Suyu.
Formam parte dos panteões locais
das culturas incaicas e pré-incaicas
peruanas, junto às demais divindades
andinas "maiores" (como, por exemplo,
Viracocha, Pacha Kamaq ou
Pariacaca). As huacas ,em alguns
casos, ainda são na atualidade objeto
de veneração.
*Íbis de poupa - Threskiornithinae
é uma subfamília de aves ciconiformes
que inclui as aves conhecidas como íbis,
curicaca ou tresquiórnis.
Classificação científica
Reino- animalia, Filo-chordata, Classe-
aves, Ordem- ciconiiformes, Sub familia-threskiornithinae.
Os íbis são aves pernaltas
com pescoço longo e bico comprido
e encurvado para baixo. São, na maioria
dos casos, animais gregários, que
vivem e se alimentam em grupo. Vivem em
zonas costeiras ou perto de água,
ricas nos seus alimentos preferenciais:
crustáceos e moluscos. O grupo está
distribuído pelas regiões
quentes de todos os continentes.
De acordo com a tradição popular,
em alguns países, o íbis é
a última ave a desaparecer antes
de um furacão e a primeira a surgir
depois da tempestade passa. No Egito Antigo,
o íbis era objeto de veneração
religiosa e associado ao deus Tot.
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Tumbas de faraós do período de Ramsés
II são descobertas no Egito
Da AFP, no Cairo para www.mensageiro.com.br.
Um grupo de arqueólogos
egípcios descobriu em *Sakkara (Sudoeste
de Cairo) tumbas da época do faraó
Ramsés II, que conteriam um sarcófago
e fragmentos de uma múmia, informou nesta
terça-feira o Conselho Superior de Antigüidades
Egípcias (CSAE).
O grupo da Faculdade de Arqueologia da Universidade
do Cairo descobriu uma grande quantidade de sepulturas
em fossas que datam da época de (1) Ramsés
II, que reinou entre 1279 e 1212 antes de Cristo,
declarou o presidente do CSAE, Zahi Hawwas.
O sarcófago talhado em
pedra foi encontrado em uma fossa a 12 metros
de profundidade, afirmou o chefe da missão,
Ola al-Egueizi.
Ela pertencia a Sekhmet Nefret,
da 27ª dinastia (525-405 a.C.), mãe
do sacerdote do culto de Mykerinos, rei da quinta
dinastia (2494 a.C.) e fundador da terceira pirâmide
de Gizeh", precisou Hawwas.
O fato de seu filho ter sido chamado
de “sacerdote de Mykerinos”, apesar
da diferença de cerca de 2.000 anos entre
a época de Sekhmet Nefret e o reino de
Mykerinos, significa que os egípcios continuaram
profetizando um culto ao rei muito depois de sua
morte, adicionou Zahi Hawwas presidente do CSAE.
A fossa mede dois metros de comprimento
por 1,5 metro de largura e possui várias
cavidades, com profundidade que variam de sete
a 30 metros.
As sepulturas indicam que a tumba
construída durante a 19ª dinastia
também foi utilizada em épocas seguintes
assegurou Egueizi.
A parte inferior de uma múmia
foi encontrada em uma das aberturas cavadas na
rocha e destinada a colocar as múmias,
disse o chefe da equipe de trabalho no terreno,
Ahmed Said.
* local da pirâmide escalonada de Imenhotep,
ou Tho, também conhecido como Hermes o
Trismegisto
(1) Ramses II foi o faraó do êxodo,
libertação do povo de D’US
que foi liderado por Moche, ( Moisés) ex
príncipe do Egito para a terra prometida.
Jerusalém
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Fonte:
Reuters
Hatshepsut
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Encontrada
múmia em área fechada
do Museu do Cairo que levanta nova
hipótese sobre a verdadeira
múmia de Hatshepsut.
Encontrada
entre centenas de objetos esquecidos
em área fechada no Museu do
Cairo, uma múmia que parece
ser, contrariando a informação
de que a verdadeira múmia de
Hatshepsut teria sido encontrada há
décadas, em Luxor. |
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A informação é do diretor
do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito,
Zahi Hawass.
A mais poderosa das governantes do Egito
e também a governante que reinou
por mais tempo (22 anos) usou barba e trajes
masculinos.
Como faraó, foi um dos mais bem sucedidos.
Foi a primeira mulher governante de que
se tem registro na História Universal.
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| O
dia seis de dezembro do ano de mil oitocentos
e doze seria mais um dia do ameno inverno do Egito.
O grupo de trabalho do egiptólogo alemão
Ludwig Borchardt escavava um sítio arqueológico
da antiga cidade de Tell El Amarna. Mas as ruínas
escondiam sepultados pela poeira do tempo, as
areias do Saara, misturadas ao lodo, o passado
e os segredos da XVIII dinastia. Entre os segredos,
o busto de Nefertiti, a Rainha Herética. |
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Foto
arquivo: Nefertiti |
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Os Achados
Técnicos e operários
escavavam cuidadosamente a superfície dividida
por eles em quadrados de 200 metros quadrados cada,
como de praxe nas escavações científicas.
Esse dia ficaria para sempre gravado na História
da Arqueologia; os arqueólogos estavam a ponto
de uma grande descoberta.
No quadrado P 47 foram encontrados fragmentos
de um “busto policromado” do faraó
Akhenaton.
Mais artefatos, diversas cabeças e bustos,
fragmentos de pedra de diversos tipos e origens indicavam
a possibilidade de terem chegado à oficina de
trabalho de um Mestre Escultor.
A arte egípcia era mágica e religiosa
na sua essência. Sempre representava as figuras
inteiras e não em forma de bustos ou cabeças,
já que isso representaria mutilação.
Pelo princípio Hermético, (paradigma de
Hermes Trismegisto) significava que essas agressões
poderiam significar mutilações também
nas pessoas que retratassem em vida ou após a
morte.
Esse paradigma inspira um grande sinal para os iniciados.
Uma alegoria que o representa está nos afrescos
da capela Sixtina, no Vaticano, pintados por Michelangelo
Ludovico Buonarroti Simoni.
Seria obra do acaso ?
A descoberta que assombrou o mundo
Naquele seis de dezembro de mil oitocentos e doze, os
trabalhos estavam sob a orientação do
professor Herman Hanke. Por volta das
treze horas, operários egípcios encontraram
um busto de mulher numa das salas do atelier do Mestre
Escultor Tutmés. A sala pavimentada
em pedra media dois metros de largura por cinco metros
e meio de comprimento. O contramestre das escavações,
Mohamed, ao remover uma camada de cerca de
um metro de altura de escombros em frente à porta
de acesso, viu os contornos do que parecia ser um pescoço
de mulher. “O artefato tinha um colorido
fresco e estava rodeado de fitas pintadas em vermelho”.
Ofegante e trêmulo, o professor Ludwig Borchardt
escavou, cuidadosamente, com suas próprias mãos.
E, finalmente, viu surgir uma peruca pintada na cor
do lápis lazuli, só usada pelas Rainhas
do Egito.
“O busto estava quase intacto, media quarenta
e oito centímetros de altura faltava um fragmento
da orelha e o olho esquerdo”.
Era um belo rosto da Rainha que iria tornar-se a mais
célebre da história.
Quando posou para a escultura, Nefertiti estava com
cerca de vinte e cinco anos.
Nefertiti, segunda das esposas de Akhenaton nasceu em
mil trezentos e oitenta e um a.C. no reino de Mittani
na Ásia Menor. Aos quinze anos foi entregue,
junto com mercadorias, ouro e cavalos para o Rei do
Egito Amenófis III, como parte de um tratado
de retificação de fronteiras.
Nascida com o nome de Taduchepa, em mil trezentos
e sessenta e seis, adota o nome de Nefertiti que significa
“a bela veio”, desposa Amenófis III
que, com quarenta anos, era considerado velho para os
padrões da época.
Nefertiti não era a Esposa Real, pois
o Faraó já era casado com a Rainha Tiyi
com quem tivera um filho, o Herdeiro Real Amenófis
IV, que mais tarde seria chamado Akhenaton.
Nefertiti e seu enteado casam-se.
Em Mil trezentos e sessenta e três, viúva
casa-se com Amenófis IV seu segundo marido e
parte com ele para a região de Amarna onde fundam
uma cidade. A cidade do sol Aton, a
qual chamaram Akhenaton em honra ao Sol Aton.
Era o rompimento com a poderosa e corrupta classe
sacerdotal e a instituição de um único
deus, Aton. O monoteísmo humilhou e tirou o poder
dos antigos sacerdotes e Akhenaton assumiu ele próprio
o culto a Aton. (No passado, o sumo sacerdote
tinha delegação de poder do faraó
para dirigir os ritos religiosos).
Amenófis IV adota o nome de Akenaton,
que significa Aton está satisfeito.
Pelos idos de mil trezentos e cinqüenta e um, Akhenaton
começa a sofrer um processo gradual de efeminização.
O Faraó torna-se amante de um jovem
chamado Semenkhare e tira de Nefertiti o título
de Esposa Real.
Akhenaton é traído por sua obra
O novo conceito de arte realista introduzido
por Akhenaton e que custou ao casal real a reputação
de heréticos, já que não seguia
os padrões da arte antiga, impostos pelos sacerdotes,
retrata as mudanças físicas do Faraó.
A bela e fiel estatuária mostra que pouco
a pouco Akhenaton torna-se efeminado.
A traição de Nefertiti
Nefertiti, dona de um grande apetite sexual,
já nessa época traía seu Real Marido
sem o menor constrangimento e com quem lhe aprouvesse.
Descartando seus amantes com a maior naturalidade. dos
filhos que teve, apenas os três primeiros seriam
do Faraó.
Em descobertas recentes de mil novecentos e setenta,
três tabuinhas da declaração do
Tribunal de Amarna confirmam a infidelidade de Nefertiti.
Morrem Akhenaton e seu amante
Em mil trezentos e quarenta e sete a.C. morrem Akhenaton
e seu amante Semenkharê e a filha da bela Nefertiti
Anksunemen casa-se com o novo faraó, ainda um
menino, Tutankaton.
Morre a mais bela Rainha do Egito.
A bela Nefertiti morre sete dias antes de completar
quarenta anos, uma anciã para os padrões
da época.
A volta do domínio sacerdotal e dos antigos
deuses do Egito
Tutankaton abandona a cidade de akenaton subitamente,
cede às pressões dos sacerdotes do velho
culto, muda seu nome para Tutankamon e restabelece o
culto aos antigos deuses do Egito. Era o fim do monoteísmo,
que só viria a acontecer novamente com o povo
Hebreu seis séculos mais tarde.
Egito, a Grande Escola da Humanidade
Quem sabe Deus já inspirava seus servos
preparando-os em MITSZRAIM (nome Hebraico do
Egito) para mais uma grande transformação,
pois foi no Egito que as doze tribos de Israel
aprenderam a construir Grandes Obras de Engenharia.
As ciências matemáticas, a geometria, a
astronomia, a medicina, a metalurgia, a agricultura
irrigada intensiva, a geometria foram aprendidas pelo
povo hebreu durante a servidão no Egito.
As artes plásticas, a pintura, a escultura, a
cantaria, a cerâmica, a moldagem, a metalurgia,
a tecelagem também fizeram parte do aprendizado
do povo de Deus.
No Egito, aprenderam o embalsamamento, a rabdomancia,
a radiestesia e outras artes e ciências ocultas
que se tornaram privilégio dos sacerdotes cujos
poderes variavam. Na fuga do Egito, o povo carregou
seus pertences,animais e a múmia de José.
Êxodo 13, verso 19.
Na casa da preparação dos mortos, os judeus
refinaram-se na arte da preparação das
múmias processo demorado e cuidadoso onde eram
usadas diversas substâncias aromáticas
e conservantes, entre elas a mirra que fechava os nove
orifícios do corpo.
Teria essa arte dado origem à moderna Chevrá
Kadisha, sagrada sociedade composta de sacerdotes encarregados
da missão de preparar os mortos para o sepultamento
dentro do ritual adequado.
O Príncipe do Egito, Moisés Moché,
em hebraico, um menino hebreu recolhido das águas
do Nilo foi adotado pela filha de Faraó e feito
Príncipe do Egito. Era conhecido como Moisés,
o Egípcio. Êxodo 2, versos de 1 a 6.
Por sua qualidade nobre, já que o adotado era
considerado como legítimo pelas leis egípcias
, Moisés foi iniciado no templo e recebeu instruções
e ganhou poder. Essa afirmação do poder
de Moisés é comprovada por prova documental:
Moisés conversa com Deus na sarça ardente.
Êxodo 3, versos de 1 a 6. Deus revela seu nome
e dá a Moisés o dom dos milagres. Êxodo
4, versos de 1 a 17 “toma também na
tua mão a tua vara, que será o instrumento,
com que farás todas essas maravilhas”.
Verso 17.
Após a saída do Egito, já no deserto,
o povo sentiu sede
Em Êxodo 17 versos 5 e 6, Números
20 verso 13, Moisés encontra água com
sua vara rabdomântica. Foi chamada de água
da contradição, pois o povo murmurara
contra o Senhor e, irritado, Moisés golpeou a
rocha duas vezes
Os “Rosacruzes”
Atribuem a Akhenaton também chamado Amenhotep
IV o título de Grande Mestre da Antiga Fraternidade
Egípcia, e afirmam que a Ordem Rosacruz teria
sua tradição herdada daquela época.
Segundo a Ordem, um grande segredo foi revelado:
a dualidade do corpo Físico e Etéreo,
Corpo Material e Corpo Espiritual.
A Sublime Ordem Rosacruz veio a público somente
no século XV com os folhetos de autoria atribuída
a Sir.Francis Bacon, R.C. e Maçom (nosso
grifo).
Também a “Maçonaria”
Segue o mesmo princípio da tradição
oral, passada de boca a ouvido,de forma secreta. E os
símbolos de ambas as Ordens são comuns
e do mesmo significado.
Nas Catedrais Góticas Medievais foram
usados os princípios de construção
do Templo de Salomão, as medidas áuricas
e muitos dos símbolos comuns da R.C. e da Maçonaria
nelas são encontrados gravados em pedra
ou pintados ou esculpidos em madeira. Os mais comuns
são o pelicano, o olho que tudo vê, a águia,
o cordeiro e a pomba.
Os Keri-Hebs, Mestres dos antigos iniciados
deixaram sua marca indelével até os nossos
dias Do Egito para Salém (antigo nome de Jerusalém)
de, Jerusalém para o mundo, a Glória de
Deus se estabeleceu no templo de Salomão, a mais
sublime construção jamais edificada.
Abandonada à pressa, por seus habitantes que
deixaram todos os seus bens e pertences para trás,
trinta e cinco séculos de história e mistérios
quase intocados, conservados pelo lodo do Nilo e pela
areia do Saara, foi o que a expedição
encontrou: Akhenaton a
Cidade do Sol.
O professor Ludwig Borchardt
e sua equipe desvendam, para a nossa época, as
maravilhas da cidade que foi construída para
ser a “primícia do mundo”.
Berço de uma arte revolucionária, desafio
ao clero conservador e ao estilo atrasado que os sacerdotes
impunham. Nefertiti e Akhenaton desafiaram e humilharam
os sacerdotes com sua arte fulgurante, tão semelhante
à realidade em oposição à
arte geométrica do passado
Precursores de uma nova era de luz e sabedoria
Era que marcou profundamente a história universal,
com o culto a um deus uno. E as artes libertas dos padrões
obtusos, por isso devem ser lembrados em sua Verdadeira
Grandeza.
Lembremo-nos como na época em que Nefertiti e
Akhenaton foram as luzes da modernidade da arte realista
e da perfeição.
NEFERROU-ATON (Nefertiti) e NEFERCHEPÉROU-RE
o Filho do Sol que Vive da Verdade Mestre das Duas Coroas
(Akenaton).
ATON ESTÁ SATISFEITO!
“VIVAM EM SAÚDE, SABEDORIA E ESTABILIDADE,
E EM GLORIA PARA SEMPRE E ETERNAMENTE
ASSIM ESTÁ ESCRITO E ASSIM SE CUMPRA.”
Mago Selaht
Fontes: Nefertiti, de Philipp Vandenberg, Bíblia
Sagrada, pesquisas pessoais do autor. Folheto “O
Domínio da Vida”, da Ordem Rosacruz Amorc.
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Nota
sobre o autor do livro Nefertiti, de
Philipp Vandenberg
Philipp Vandenberg nasceu em Munique, Alemanha
Ocidental, em 1941. Dedicou-se a estudos literários
e lingüísticos, complementados por
uma licenciatura em História
da Arte.
Ao concluir esse curso, empreendeu uma viagem
de contorno à bacia mediterrânea,
no roteiro de alguns dos mais importantes sítios
arqueológicos da região.
Em contato com o Egito, apaixonou-se pela antiga
civilização que ali floresceu há
milênios. Dedica-se com afinco à
egiptologia. O resultado inicial dessa paixão
foi A Maldição dos Faraós
(1973) e, em seguida, Nefertiti
(1976), a primeira biografia arqueológica
dessa rainha. Para concluir essa obra, Vandenberg
consumiu três anos de pesquisas.
Fonte: Encarte da revista de Bloch Editores, Fatos
& Fotos.
VANDENBERG, PHILIPP
Estudió Historia del Arte y Germánica
en Munich. Trabajó como periodista hasta
que a los treinta y dos años publicó
su primera novela. Su maestría y su peculiar
manera de presentar los acontecimientos históricos
le han consagrado como uno de los autores alemanes
de mayor peso y sus obras se han traducido a más
de treinta lenguas.
Fonte:
http://www.casadellibro.com/fichas/fichaautores/0,1463,VANDENBERG32PHILIPP,00.html?autor=VANDENBERG%2C+PHILIPP
Referências
sobre o autor
No dia 22 de janeiro de 2007 foram encontradas
56 páginas de resultado, apenas no Google,
sobre autor alemão Philipp Vandenberg.
As obras de Philipp Vandenberg
foram traduzidas em mais de 30 línguas.
A obra
VANDENBERG, Philipp. Néfertiti: Une reine
de légende une biographie magistrale. s.l.:
Pierre Belfond, s.d. HG/V315n
Classificada em História Geral (HG) no
site: http://www.arquivohistorico.ufjf.br/col_b_odilon.htm
DA COLEÇÃO BIBLIOGRÁFICA
ODILON BRAGA
A Coleção Odilon Braga integra o
Fundo Odilon Braga que se encontra depositado
no Arquivo Histórico da UFJF e é
composta de periódicos e obras.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Amarna
1907–1914
– Liderada por Ludwig
Borchardt, a Deutsche Orientgesellschaft
(Sociedade Oriental Alemã) escava as regiões
norte e sul da cidade. É descoberto o famoso
busto de Nefertiti,
agora em Berlim,
entre outros objectos que pertenciam ao atelier
do escultor Tutmés. O começo da
Primeira Guerra Mundial
em Agosto 1914 põe
fim às escavações alemãs.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nefertiti
...“Um aspecto que gera alguma perplexidade
nestas representações são
os crânios alongados dos membros da família
real. Akhenaton, por exemplo, surge em estátuas
e relevos como um
homem muito diferente da norma e representado
fora dos padrões rígidos da cultura
milenar da época, exibindo femininos e
andróginos, com uma cintura fina, porém
com quadris largos e coxas decididamente femininas.
Além disso, em várias obras os seus
seios são aparentes. A sua face também
aparece alongada e com lábios carnudos,
femininos e sensuais. Para alguns estas características
indicariam que a família sofreria de síndrome
de Marfan, enquanto que outros consideram
tratar-se de uma mera tendência estética
exagerada, que visava criar novos padrões
estéticos à semelhança do
que tinha acontecido no campo da religião.”...
http://pt.wikipedia.org/wiki/Akhenaton
...“O reinado de Akhenaton assistiu à
emergência da chamada "arte armaniana",
que se caracteriza por um lado pelo naturalismo
(abundância de plantas, flores
e passáros) e por outro lado, por uma representação
mais realista das personagens que por vezes atinge
o ponto da caricatura. A arte oficial apresenta
o rei com uma fisionomia andrógina, com
um crânio alongado,
lábios grossos, ancas largas e ventre proeminente.
Possivelmente Akhenaton era portador de algum
tipo de deficiência. Tem sido também
sugerido que teria uma doença genética
rara que transmitiu aos seus descendentes, como
a Síndrome de Marfan
ou a síndrome de Fröhlich. Se este
fosse o caso, Nefertiti e os altos dignitários
também sofreriam de alguma destas doenças
visto que surgem representados da mesma forma,
o que em parte parece descartar esta hipótese.
Para alguns autores, esta iconografia seria uma
manifestação artística que
visava romper com os canônes do passado
(tal como Akhenaton fizera no domínio religioso)
e afirmar a singularidade da família real.
Atribui-se a Akhenaton igualmente talentos na
poesia. O faraó teria sido autor do famoso
"Hino a Aton" que apresenta semelhanças
com o Salmo 104 da Bíblia.”...
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Prática
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Não cabe também criticar a obra
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Em momento algum o resumista do texto, se mantidas
as regras que preservam a integridade da idéia,
pode ser julgado pelo seu resumo.
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