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Editorial
Consciência
Negra?
20 de novembro de 2008
Flavio P. Ramos
O
Museu
do Negro, no Rio de Janeiro está vivendo no caos,
nas mãos de apedeutas.
Antes dirigido pela competente museóloga e arqueóloga,
Juracy Arruda Caetano da Silva, o Museu do Negro está,
hoje, acéfalo.
A direção atual da Irmandade de Nossa
Senhora do Rosário e São Benedito dos
Homens Pretos, entidade à qual o Museu pertence,
está à deriva, entre a incompetência,
a ganância e a ignorância. Desenvolve um
processo de destruição sistemática
dos valores da importante cultura negra e do patrimônio
da Irmandade e de seus membros.
A revel e em flagrante desobediência à
Lei, que determina que a direção de museus,
por ser cargo técnico, deva ser ocupada unicamente
por museólogos, a atual diretoria da Irmandade
permanece omissa.
Que esperar de quem responde a inúmeros processos
na Justiça por motivos diversos, incluindo improbidade,
e segue impune nos crimes contra a História e
a etnia brasileiras?
A Irmandade Nossa Senhora do Rosário e São
Benedito dos Homens Pretos, segundo várias fontes
confirmadas, está ruindo graças a erros
sistemáticos e má gestão de recursos.
Neste país, onde os políticos têm
por escopo o assistencialismo e o desapego às
coisas da cultura, obras de arte são roubadas
por falta de segurança, nos museus, e por falta
de vontade política e amor à História.
É o caso do Museu do Negro, no Rio de Janeiro:
é uma vergonha que o ISPHAN-Rio e o Conselho
Regional de Museologia fiquem “vendo a banda passar”,
enquanto se sucedem crimes contra o patrimônio,
a História e contra a atividade de museólogo.
A apuração desses desvios de conduta administrativa,
com prejuízos ao patrimônio da História
da cultura negra, são caso para a Polícia
Federal e para ação civil pública.
Enquanto isso, em São Paulo, outra instituição,
o Museu Afro-Brasil, situado dentro do Parque do Ibirapuera,
recebe anualmente 15 000 visitantes por ano e tem essa
infra-estrutura adequada à sua importante finalidade
como museu.
Apesar de abafados, os escândalos de corrupção
da quadrilha de Brasília são conhecidos
por todos.
É o triunfo da ignorância e da mentira
repetitiva, sobre a lógica, a vitória
da maioria corrupta contra os que querem o melhor para
todos os brasileiros, mas, que, por terem ética,
deixam de usar de esquemas torpes para se manterem no
poder. É a epidemia de impunidade e de corrupção,
como nunca houve, contaminando as instituições
públicas e privadas.
Se falta dinheiro para manter a História e o
patrimônio cultural, sobra para as festanças,
para os cartões corporativos, para as viagens
e para as mordomias e, principalmente, para o assistencialismo,
que acomoda, na letargia, o povo improdutivo à
espera de dinheiro que não conquistou, ao invés
de estimulá-lo a progredir, a contribuir e a
viver por seu próprio esforço e mérito,
com dignidade.
Qual
será o futuro de uma população
predadora que não lê, não preserva
seu passado e não planta para seu futuro, mas
quer colher os frutos
que os outros plantaram?
É uma vergonha para a raça humana!
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Relíquia histórica abandonada em Itaipava
Landau que serviu ao Presidente Emilio Garrastazú
Médici, que governou o Brasil entre 15 de outubro
de 1969 e 15 de março de 1974, e à primeira
dama D Syla, abandonado. O carro está sem condições
mecânicas de funcionamento e com a lataria enferrujada,
já o interior permanece intacto como na época
em que transportava o presidente.
Descobrimos o Landau do Presidente Médici,
por acaso, em uma casa vizinha da pousada Leo e Lu na
rua das Arcas, Loteamento Xavier, Rua B, 152. Foi onde
o presidente e dona Syla viveram seus últimos
momentos, na modesta casa de Itaipava.
Foi o que constatamos em nossa viagem a Itaipava, distrito
de Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro, para
uma reportagem sobre turismo e hotelaria.
Só para relembrar um
pedacinho da nossa História recente.
No mesmo estádio Mario Filho MARACANÃ
onde o povo vaiou Lula, uma vez, Médici era aplaudido
de pé sempre que comparecia aos jogos.
Não seria o caso de salvar esse carro histórico
e colocá-lo em exposição em um
museu, como o Museu da República no Palácio
do Catete, junto com outros que também serviram
ex-presidentes?
Exemplo
já existe
No Museu Aeroespacial da Aeronáutica, no Campo
dos Afonsos, na cidade do Rio de Janeiro, junto a outras
aeronaves históricas, está uma aeronave
que transportava o presidente Getúlio Vargas,
restaurada em sua configuração original.
Uma bela iniciativa de preservar a História Pátria.
Pena que seja um caso isolado. Pobre do país
que não respeita a sua história.
Na contramão do que diz o pior dos presidentes
do pior dos governos que o Brasil já teve, o
governo do PT procura sepultar a parte da história
que não lhe agrada. Uma época em que éramos
a oitava economia do mundo, não havia desemprego,
como hoje, nem crime organizado, podíamos andar
nas ruas sem temermos assaltantes
e arrastões.
Hoje, vivemos a era da impunidade e da corrupção,
governados por presidente e ministros com folha penal
e mantidos no poder por esquemas sórdidos de
compra de votos e prestígio com dinheiro público,
travestido de assistencialismo e distribuição
de renda.
Coitados dos que não tiverem “afinidade”
com o esquema Lula, prefeitos ou não. É
a ameaça que aparece nos filmes das campanhas
pelos candidatos apoiados pela quadrilha oficial e que
detêm a chave do cofre.
Só para lembrar,
países como a Inglaterra, França, Estados
Unidos e Canadá, ao contrário do Brasil,
têm profundo respeito pela História deles.
Em Niagra Falls,
por exemplo, há um Museu do Automóvel,
onde, por um preço módico, podem ser vistos
automóveis que contaram a história de
personalidades famosas.
Ao lado de outros, relíquias que pertenceram
a presidentes dos Estados Unidos e a outros chefes de
Estado há, também, carros de gangsters
que já eram blindados naquela época.
Fortes históricos
são encontrados no Canadá e Estados Unidos.
Neles, a guarnição de serviço ainda
usa armamentos e uniformes históricos com perucas
brancas e tudo o mais, preservados e restaurados em
estado de perfeita conservação.
São escolhidos soldados de excelente comportamento,
parte deles descendentes das famílias dos que
formavam nas guarnições originais.
Tudo isso é mantido em perfeito estado com a
venda de filmes, slides, cartões postais e pelos
ingressos.
Todos que os visitam pagam com prazer para ver
a história viva. E Aqui, no Brasil?
Flavio P.Ramos
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O “bufão
de plantão”, eleito pelo voto da corrupção
dos idênticos, despeja sua verborréia contra
o FMI.
Só na cabeça
escatológica do conhecido alcoólatra fanfarrão
e mentiroso Lula cabe uma estupidez de tamanho calibre.
Estará desviando a atenção para
longe das asneiras internas?
Dizer que a crise dos
bancos a americanos não vai afetar o Brasil só
mostra infantilidade.Mas chegar ao ponto de não
perceber o fenômeno cascata e não saber
o que é uma economia globalizada e interdependente
é coisa de quadrúpede.
Países fornecedores
de matérias primas, como aço e manganês
e de alimentos essenciais, precisam de parceiros para
efetuar seus negócios, ou não?
Os que dependem de tecnologias
de ponta ainda mais.
Na contra-mão
da inteligência, o aumento dos juros diminui o
poder de compra. A inadimplência atinge os desvairados
consumistas, que pensam em prestações
e não em preços. Tudo na euforia baseada
na mentira de que não há risco para o
Brasil, único país do mundo que não
poderá ser atingido porque Lula não vai
deixar. É mais uma mentira e o tempo vai mostrar.
Parece que a cabeça
camaronesa do senhor presidente, e de sua quadrilha
de goela grande, percebe que se o povo que acreditou
é burro, o resto do mundo está acordado
para a realidade. Lá fora, não seriam
pesquisas de opinião encomendadas que mascarariam
o bom senso.
Na Bolívia, o
coleginha de colégio, Evo “Imorales”,
já está sentindo a seu arbusto de coca
assando, até na Bolívia, imaginem só,
a luz já está aparecendo!
Quando essa sujeira,
que é tão grande que as pessoas despreparadas
não acreditam que seja possível vier à
tona, não haverá lugar seguro para ser
esconderijo dessa corja.
É fácil
identifica-los: usam seus símbolos gravatas vermelhas,
barbas, camisas vermelhas.
Há muito que o verde e o amarelo são as
cores das toalhas de praia, cangas e biquínis.
Só espero não ver o dia em que nossa bandeira
seja tapete ou estampas ainda mais indignas, ou seja
substituída de vez pela bandeira vermelha.
Nunca a auto-estima
dos patriotas esteve tão comprometida.
Quando se pensava que o Brasil finalmente iria decolar,
essa canalha, apoiada em asneiras casuístas,
como o voto dos analfabetos e a descarada compra de
votos, nos bolsões de miséria, elegem
um semelhante, em cultura como presidente.O
empossado espertalhão, conhecedor da forma venal
de obter apoios, forma uma quadrilha de passado sujo
e folha penal conhecida, para governar. Depois, com
a máquina do poder nas mãos e os cordões
da bolsa com dinheiro público, consegue de novo.
É um erro pensar que pela via ética haverá
mudanças. Não foi pela ética que
a quadrilha chegou ao poder.
Com a impunidade, a corrupção atual, imprensa
séria ameaçada e o cidadão decente
vigiado e com telefones grampeados, é impossível
haver justiça. Essa tem sido a maneira que os
comunistas sempre usaram para se manterem no poder,
sempre contra a s elites, o pensamento culto e a imprensa
livre.
Com imprensa controlada (TV Pública) e concessões
controladas pelo poder dominante, meios de comunicação
amarrados pelo Estado.
Será que estamos nos dias do “Apocalipse”
ou falta corda para a forca?
Editor
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Editorial
Pequeno
burguês mentiroso
*Flavio P. Ramos
“A
mentira e a farsa sistemática, com grande dose
de compra de votos, com o pseudo-assistencialismo, tem
sido a tônica do megalomaníaco fronteiriço
Lula, que a “afinidade”, a inexperiência
dos jovens e o comprometimento dos comparsas e aproveitadores
interessados, colocaram no poder o “pior dos presidentes
que esse pobre país conhece.” FPR
Atribuir ao
alcoolismo crônico, já mundialmente conhecido,
ou à compulsão patológica de mentir
e se sentir impune e amado, já seriam motivos
para ajuda psiquiátrica, tratando-se do presidente
da república. É caso para “impeachment”
e reclusão em manicômio judiciário.
“Paguei a dívida
externa do Brasil.”MENTIRA.
“O Brasil melhorou
no meu governo.” MENTIRA. Já
fomos a oitava economia do mundo nos governos militares,
e agora?
“Vou destinar
os lucros do petróleo de pré-sal para
a educação.” MENTIRA.
Não há
como perfurar para explorar economicamente o petróleo
na área do pré-sal, que fica a mais de
seis mil metros de profundidade, no governo Lula, nem
no próximo “há diferença
entre sondagem e perfuração em nível
de produção”, nenhum poço
foi perfurado nessa área ainda o que apareceu
na televisão foi um engodo: o óleo era
de um poço em águas de pouco mais de mil
metros.” (nossa fonte é um engenheiro
altamente especializado em corrosão e perfuração
em águas profundas.) Portanto é
MENTIRA que os lucros serão
usados pelo governo Lula em educação,
Lula mentiu e “jogou para a galera”.
Segundo nossa fonte,
que é engenheiro e nordestino, como o presidente,
mas não é ignorante nem viaja na maionese,
não há como esconder mais essa MENTIRA.
O engenheiro está
revoltado com o comportamento presidencial, que mostra
o lado vergonhoso da conseqüência do voto
de cabresto e da fanfarronice de Lula que está
“poluindo a imagem do nordestino.”
“Liberdade de
Imprensa e a TV Brasil é do povo.” MENTIRA.
Nem nos mais duros momentos da história do Brasil
houve tanto patrulhamento contra os membros da imprensa.
A bem da verdade, nunca tantos se venderam e foram ameaçados
de demissão, e até demitidos.
A TV BRASIL
está sendo usada para propaganda comunista e
para enaltecer as “qualidades pessoais de Lula”
forjadas por especialistas (Duda Mendonça e outros),
para reforçar falsa imagem de LULA:
Como enaltecer Luiz
Carlos Prestes “O cavaleiro da esperança.”
Esperança de quê? De tornar o Brasil comunista
e súdito da ex-União Soviética?
Prestes foi um tenente do Exercito Brasileiro, onde
ingressou por livre vontade e de onde saiu como DESERTOR.
Prestes e seus comparsas invadiam e saqueavam
fazendas por onde passavam amedrontando os fazendeiros,
abatendo gado e destruindo plantações.
(Não parece coisa de filme de cangaceiro e do
MST?) essa é a parte da História
que a esquerda maligna esconde.
Lula é
popular no exterior. MENTIRA. É motivo de chacota
de todos que ouvem as suas asneiras de improviso com
“De álcool eu entendo”. Lula é
o presidente bufo, alcoólatra e ignorante de
um país do clube dos corruptos e sub-desenvolvidos
chamado Brasil. É a prova viva de que “todo
país tem o governo que merece” Será?
“Estamos cuidando
das florestas Brasileiras e protegendo os índios
com assentamentos em reservas.” MENTIRA.
Está entregando as florestas brasileiras, a floresta
Amazônica é apenas uma delas, e os recursos
minerais e hídricos, além das plantas
medicinais e madeiras nobres, a ONGs estrangeiras e
ainda, dando a essas ONGS dinheiro público, dos
impostos mais altos do hemisfério, nosso rico
e suado dinheiro. Esse hipócrita falastrão
se dizia contra as privatizações. MENTIRA
deslavada.
Com a Lei 11284, assinada em 2 de março
de 2006, o governo Lula abriu um sério precedente
legal, que privatiza as florestas brasileiras um crime
contra a Soberania Nacional cometido insanamente pelo
Presidente da República, que desrespeita a Constituição
e a Soberania Nacional.
“Não admito grampos telefônicos.”
MENTIRA. A ABIN é subordinada a ele e o Ministério
da Justiça e a Policia Federal, também.
Não sabia de nada. MENTIRA.
“As maletas
da ABIN não servem para escutas, esse não
é o enfoque do problema.” MENTIRA.
Escutas são feitas nas centrais operadoras, diretamente
do sistema telefônico, diretamente nas linhas
não necessárias, maletas ou outros equipamentos.
Telefones celulares são ainda mais facilmente
grampeados. Nossa fonte é técnico inscrito
no CREA, e demonstrou como é feito. É
dessa forma que os bandidos clonam e ouvem linhas telefônicas
celulares dos cidadãos do bem.
As pesquisas apontam
Lula como sendo o presidente de maior prestígio
popular. MENTIRA a amostra de apenas
2.000 pessoas é pouco em relação
à população votante do Brasil,
e mais, responda, por favor. QUANTAS VEZES
VOÇÊ, SEUS FAMILIARES, AMIGOS e CONHECIDOS
FORAM PESQUISADOS?
Por mentiras medíocres
como essas, qual é a credibilidade interna e
externa que esse senhor pode ter?
O governo do PT (e seus comparsas aliados políticos
da quadrilha oficial) é honesto e todos têm
mãos limpas. MENTIRA como explicar o enriquecimento
deste senhor e sua parentela, especialmente o do Lulinha.
E a ministra Dilma Rousseff,
candidata de LULA, conhecida ladra, apanhada quando
roubava Adhemar de Barros, ex-governador de São
Paulo?
Eleições
limpas. MENTIRA. É uma piada de mau gosto os
escândalos financeiros. O portfolio dos antigos
e atuais ministros e que estão no poder, assessores
diretos do senhor presidente mostra o perfil da quadrilha
no passado e hoje. Onde estão os “sérios”
diretores de jornalismo das emissoras de televisão
que não mostram? E a Polícia Federal?
Será que Lula
tem bola de cristal? Já afirmou publicamente
que o próximo presidente será uma mulher.
Por que esses
fatos aqui apresentados, não afetam o grosso
do povo brasileiro?
As emissoras
de TV estão cooptadas e qualquer jornalista que
ouse falar contra Lula é demitido. Os que eram
comunistas e mudaram de idéia enfiam a viola
no saco para não admitirem a asneira que fizeram
e para conservarem seus empregos, mordomias e sinecuras
em órgãos públicos.
Qualquer membro
da Imprensa que denunciar a corja do poder dominante
está sujeito a ser morto ou desaparecer e o ato
criminoso ser atribuído a envolvimento com drogas
ou simples atentado “por engano”.
É só olhar para o passado dessa corja
para ver do que são capazes, ainda mais com o
poder nas mãos.
Lula vai apoiar Evo
Morales (eleito pelos plantadores que têm o mesmo
nível cultural de Lula e Evo) de coca, matéria
prima da COCAINA com apoio logístico de LULA
(Isso é interferência em assuntos internos
de um outro país). Lula vai ajudar o “colega”,
que já mostrou a que veio, quando desapropriou
as refinarias da Petrobrás, descumpriu os acordos
no preço do gás natural e usa essa matéria-prima
como móvel (objeto) de chantagem, ameaçando
o parque industrial brasileiro.
Grampos telefônicos
não são ordenados pelo governo Lula? MENTIRA.
Os órgãos envolvidos são subordinados
ao presidente Lula e seus gestores nomeados por LULA.
Os grampos telefônicos estão monitorando
os que podem comprometer essa farsa.
Foi com falsas denúncias,
MENTIRAS engendradas pelo PT, hoje
descartadas, que o presidente Fernando Collor foi afastado
do poder.
O presidente Fernando Collor foi absolvido pelos tribunais
por falta de comprovação das acusações
forjadas que foram a ele imputadas.
Por uma falha (que não
foi nossa) de acesso à internet houve um atraso
dessa matéria e acrescentamos. Lula e seu Ministro
Guido Mantega em transmissão em rede pelas emissoras
de televisão garantiram que a crise da economia
americana não afetaria significativamente o Brasil
MENTIRA Manchete de O Globo de 21 de setembro de 2008.
Crise: empresas perderam US
$ 215 bilhões no Brasil. Isso,
até esta data e só na bolsa de São
Paulo. Os economistas projetam um crescimento ainda
menor para a economia brasileira, de até 2 por
cento contra os cinco por cento em 2008.
A população
culta e economicamente ativa do Brasil não merece
tantas MENTIRAS e FALCATRUAS!
Estou pasmo diante do perigoso quadro de ameaças
externas e internas, que o povo não é
capaz de perceber.
É a “Síndrome
de Stocolmo”, ou outro fenômeno?
Forças
Armadas estão esperando o quê?
E os nobres militares que compõem a reserva moral
das FF AA por vocação e amor ao Brasil,
onde estão? Será que estão todos
na reserva ou reformados?
Democracia
existe: sem compra de votos, uso da máquina pública,
sem terrorismo aliado, sem ameaça à segurança
nacional e pessoal e o direito de ir e vir garantido
pelo Estado.
Democracia
existe com imprensa livre sem grampos nos telefones
e com garantia dos direitos individuais parece que aqui
só há direitos humanos para os bandidos
e criminosos do colarinho branco.
Governantes:
só homens dignos e de reputação
ilibada podem ter o direito de governar.
O Supremo Tribunal Eleitoral têm de impugnar os
criminosos candidatos e mostrar ao povo quem são
eles.
“Não basta que presidentes e outros
políticos sejam honestos, eles têm de parecerem
ser honestos”, inspirar confiança, sem
clientelismo favorecimentos ou compra de aliados entre
o povo ignorante.
Cumprir
a Constituição, um dever de todos os Brasileiros.
O resto
é o resto, é MENTIRA.
*O autor,
64 anos, é carioca, professor universitário
e editor do Portal
www.mensageiro.com.br
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Maricá,
22 set 2003
Caríssimo editor “Em
complemento ao seu editorial, “Pequeno Burguês
Mentiroso”, com o qual concordo em gênero,
número e grau, venho adicionar o seguinte comentário
a título de ilustração: noto uma
semelhança que me incomoda, e muito, com o filme
“1984”, baseado na obra de George Orwell
e, não posso deixar de salientar, com magnífica
atuação de John Hurt.”
O que estamos passando no atual momento político
de nosso país, tem tudo a ver com a história
acima citada.
Vejamos
o seguinte: o filme em questão apresenta uma
sociedade de um país, a Oceania,
que vive com inúmeras dificuldades. Sua sociedade
é vigiada constantemente e subordinada a um partido
político corrupto, que vive nas melhores moradias
e trabalha nas melhores instalações. Tudo
ao povo é proibido, vestem-se com trajes iguais
e são bombardeados com propaganda do tal partido
concretizando-se assim uma lavagem cerebral.
As notícias são
todas mentirosas. Notícias sobre superprodução
de suas indústrias, sobre feitos mirabolantes
do governo e sobre uma guerra fictícia
contra vários inimigos, guerra esta que, é
claro, está sendo vencida pela Oceania.
A cada momento o inimigo muda, hora é a Eurasia,
hora é a Lestasia, tudo para
gerar confusão nas pobres mentes da população.
As notícias ufanistas
chegam a anunciar a prisão de um milhão
de inimigos combatendo na frente
malabar!. Nada do que se diz corresponde ao
visual de moradias em ruínas e artigos de primeira
necessidade que muitas vezes são obtidos no cambio
negro. A Imprensa é totalmente censurada e manipulada.
Ao final do filme, o personagem de
John Hurt é preso por estar
envolvido amorosamente com uma cidadã, o que
também era proibido e numa das sessões
de tortura a ele impostas, o BIG BROTHER
chamado John, mostra ao indefeso homem três dedos
em sua mão e pergunta: "Quantos dedos você
vê aqui?"
Ele responde três. A sessão
de pancadaria recomeça e John volta a perguntar.
Desta vez ele responde quatro.
John faz a afirmação de que tudo que o
PARTIDO quer que seja verdade, será!
Sem querer ser alarmista,
passamos por esta situação, onde a corrupção
impera, onde a teia de mentiras cresce incessantemente,
a imprensa limita-se a prestar informações
truncadas e este homem com a sua mitomania, vai seguindo
em frente com o objetivo de tornar esta riqueza tropical,
num país sem instituições, controlado
pelo Partido, com a sua população vigiada
e a mentira e o “EU NÃO SABIA DE
NADA” como lei!
Noto que não
há mais imagens, muito menos reportagens sobre
os bolsões de miséria de nosso país.
Muito pelo contrario, noticia-se a redução
da pobreza, uma educação refinada e um
Sistema de Saúde “quase perfeito”.
Recentemente,o candidato a Prefeitura
da cidade onde resido, viajou à Cuba comunista,
para se espelhar no “Modelo Cubano de Educação”
(?!) Perguntei ao seu assessor, que também viajou
como acompanhante (claro que esta conta foi paga com
o nosso bolso). Por que vocês não
foram à Finlândia ao invés de Cuba?
A Finlândia foi apontada, não só
pela ONU, como por vários órgãos
internacionais especializados, como o país no
mundo com o melhor sistema de educação?
Não obtive nenhuma resposta, apenas um “sorrisinho
sem graça” do cidadão. Relembro
que no filme em questão, todos trajavam-se da
mesma maneira, a informação sub-liminar
de um regime comunista, regime este que não deu
certo em nenhum país no qual fora implantado,
no decorrer da História da civilização
humana.
W.Abdulaziz
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Nossos governantes
Olavo de Carvalho
filósofo
Desafio o governo
Lula e seus 60 intelectuaizinhos de estimação,
os partidos de esquerda, o Dr. Baltasar Garzón
e todos os camelôs de direitos humanos a provar
que qualquer das afirmações seguintes
não corresponde aos fatos:
1. Todos os militantes de esquerda mortos pela repressão
à guerrilha eram pessoas envolvidas de algum
modo na luta armada. Entre as vítimas do terrorismo,
ao contrário, houve civis inocentes, que nada
tinham a ver com a encrenca.
2. Mesmo depois de subir na vida e tomar o governo,
tornando-se poderosos e não raro milionários,
os terroristas jamais esboçaram um pedido de
perdão aos familiares dessas vítimas,
muito menos tentaram lhes dar alguma compensação
moral ou material. Nada, absolutamente nada, sugere
que algum dia tenham sequer pensado nessas pessoas
como seres humanos; no máximo, como detalhes
irrisórios da grande epopéia revolucionária.
Em contrapartida, querem que a opinião pública
se comova até às lágrimas com
o mal sobrevindo a eles próprios em retaliação
pelos seus crimes, como se a violência sofrida
em resposta à violência fosse coisa mais
absurda e chocante do que a morte vinda do nada, sem
motivo nem razão.
3. Bradam diariamente contra o crime de tortura, como
se não soubessem que aprisionar à força
um não-combatente e mantê-lo em cárcere
privado sob constante ameaça de morte é
um ato de tortura, ainda mais grave, pelo terror inesperado
com que surpreende a vítima, do que cobrir
de pancadas um combatente preso que ao menos sabe
por que está apanhando. Contrariando a lógica,
o senso comum, os Dez Mandamentos e toda a jurisprudência
universal, acham que explodir pessoas a esmo é
menos criminoso do que maltratar quem as explodiu.
4. Mesmo sabendo que mataram dezenas de inocentes,
jamais se arrependeram de seus crimes. O máximo
de nobreza que alcançam é admitir que
a época não está propícia
para cometê-los de novo – e esperam que
esta confissão de oportunismo tático
seja aceita como prova de seus sentimentos pacíficos
e humanitários.
5. Consideram-se heróis, mas nunca explicaram
o que pode haver de especialmente heróico em
ocultar uma bomba-relógio sob um banco de aeroporto,
em aterrorizar funcionárias de banco esfregando-lhes
uma metralhadora na cara, em armar tocaia para matar
um homem desarmado diante da mulher e do filho ou
em esmigalhar a coronhadas a cabeça de um prisioneiro
amarrado – sendo estes somente alguns dos seus
feitos presumidamente gloriosos.
6. Dizem que lutavam pela democracia, mas nunca explicaram
como poderiam criá-la com a ajuda da ditadura
mais sangrenta do continente, nem por que essa ditadura
estaria tão ansiosa em dar aos habitantes de
uma terra estrangeira a liberdade que ela negava tão
completamente aos cidadãos do seu próprio
país.
7. Sabem perfeitamente que, para cada um dos seus
que morria nas mãos da polícia brasileira,
pelo menos 300 eram mortos no mesmo instante pela
ditadura que armava e financiava a sua maldita guerrilha.
Mas nunca mostraram uma só gota de sentimento
de culpa ante o preço que sua pretensa luta
pela liberdade custou aos prisioneiros políticos
cubanos.
Desses sete fatos decorrem algumas conclusões
incontornáveis. Esses homens têm uma
idéia errada, tanto dos seus próprios
méritos quanto da insignificância alheia.
Acham que surrar assassinos é crime hediondo,
mas matar transeuntes é inócuo acidente
de percurso (e recusam-se, é claro, a aplicar
o mesmo atenuante às mortes de civis em tempo
de guerra, se as bombas são americanas). São
hipersensíveis às suas próprias
dores, mesmo quando desejaram o risco de sofrê-las,
e indiferentes à dor de quem jamais a procurou
nem mereceu. Procedem, em suma, como se tivessem o
monopólio não só da dignidade
humana, mas do direito à compaixão.
Qualquer tratado de psiquiatria forense lhes mostrará
que esse modo de sentir é característico
de criminosos sociopatas, ególatras e sem consciência
moral. Não tenham ilusões. É
esse tipo de gente que governa o Brasil de hoje.
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Respeito
à concepção do Estado
*Ernesto Caruso
O Estado, que
não é um condomínio edilício,
pressupõe salvaguardas de maior intensidade,
protetoras quanto à sua indissolubilidade ou
alteração territorial, do que as Convenções,
próprias dos condomínios, mutáveis
por vontade das Assembléias Gerais, mas com exigências
mínimas de 2/3 dos seus integrantes e até
unanimidade para aprovar alienação ou
gravame sobre parte ou totalidade da propriedade.
A concepção
do Estado é o resultado da conjunção
de corpo e alma do homem-natureza com a terra, criando
raízes tão profundas que mesmo afastado
do local onde nasceu, o velho forasteiro, errante, a
procura de outros recursos em plagas distantes não
esquece a sua origem. É um nativo, cujos pais
migraram ao longo do tempo, por necessidade, por obrigação,
por imposição. A vida criando mandamentos.
Todos nós somos nativos de algum lugar na terra,
no universo, submetidos às mesmas forças,
ora da própria vontade, em cumprimento do dever,
por pressão incontida.
Cada pedaço de
chão gera identidades, caracteres comuns de linguagem,
costumes, crenças, regras de convívio,
que se aperfeiçoaram na abscissa do tempo, se
absorveram reciprocamente, se fundiram, se misturaram
ou combinaram conforme os elementos em presença,
mais ou menos miscíveis, radicalizações
e afinidades. Assim, não é mais brasileiro
quem nasceu há quinhentos anos, se vivo fosse,
com direitos e obrigações, ou quem está
nascendo hoje do monte Caburaí/Oiapoque ao Chuí
ou da serra do Divisor à ponta Seixas, Berço
Esplêndido de veneração.
Nem sempre foi assim,
mas há muito tempo é assim, por desbravamento,
posse, miscigenação, sincretismo, tratados,
arbitramento, lutas internas e externas, expulsão
de invasores, legados e hereditariedade, amalgamando
vontades e desenhando e concebendo um Estado.
A Constituição
é uma certidão que define este Estado
chamado Brasil. Veio depois da concepção
e não tem a sua grandiosidade, por melhor que
se tente escrevê-la, descrevê-la e decantá-la.
De somenos as grafias mutáveis do peagá
(ph) ao efe (f) dos nomes de quem as subscreveram, sem
pretender desqualificar, mas para exaltar o liame intenso
entre o homem-natureza e a terra já definida.
Os escritos ou mal escritos,
por emoção do momento, mas sem o fundamento
da razão, e até má intenção
ou traição, não podem ameaçar
a coesão, a unidade, nem macular quem lutou e
morreu por ela e nô-la transmitiu por herança,
que por necessária pertence aos sucessores das
etnias que a geraram.
Há que se preservar
este princípio, reprimindo qualquer tipo de ruptura,
baseado em texto mal escrito a suscitar interpretação
favorável à fragmentação
do território dos nossos sucessores. Há
de prevalecer a tradição, a definição
histórica sobre qualquer ação rasteira
como a do felino que mansamente progride sem fazer ruído
para dar o mortífero bote.
Não.Não
podemos assistir ao sangramento da Nação
como se estivéssemos sentados assistindo a um
filme do mundo animal, com as mentes propositadamente
distraídas, entorpecidas pelo BBB, aquecimento
global, escândalos do governo Lula, estórias
de lobos, lambões, fanfarronices do governo Chávez
nas escaramuças de fronteira com o país
vizinho, a Colômbia, e seu apoio às FARC
e a Evo Morales na corda bamba, também amparado
por Lula, que vai à Bolívia, não
só para oferecer mais recursos da Petrobrás,
mas para dar um recado aos aguerridos opositores do
cocalero.
Hodiernos estão
rasgando as Constituições, desrespeitando
as concepções, a História e as
nossas tradições, forjadas, sedimentadas,
demarcadas do descobrimento ao século XX, de
Cabral, bandeirantes, Vidal de Negreiros, Henrique Dias,
Felipe Camarão, do mártir Tiradentes,
ao Barão do Rio Branco, seringueiros, Plácido
de Castro, Marechal Rondon, do Tratado de Tordesilhas
ao de Petrópolis, das valorosas e destemidas
ações do Duque de Caxias, Almirante Tamandaré,
Marcílio Dias, do Correio Aéreo Nacional,
vencendo distâncias e turbulências sob a
liderança do Brigadeiro Eduardo Gomes e do Brigadeiro
Nelson Lavenère-Wanderley, dos bravos Pelotões
de Fronteira, das Colônias Militares, da Flotilha
do Amazonas, presença da Pátria e assistência
em todos os rincões. Soldados, marinheiros, aviadores.
Civis fardados e fardados civis.
Marechal Mascarenhas de Moraes e Marechal Castelo Branco
serão lembrados sempre.
Liberdade. Democracia.
Soberania nacional. Estado indivisível.
Agir enquanto
é tempo.
* Ernesto Caruso é Coronel Reformado
do EB
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O
Padre Antonio Vieira
UM PIONEIRO DOS DIREITOS HUMANOS
Taveiros
Decorrem 400 anos do
nascimento do Padre Antonio Vieira ocorrido, em Lisboa
no ano de 1608. Viera veio com os pais para o Brasil
aos 8 anos de idade, tendo aqui estudado e se formado
em padre e missionário da Companhia de Jesus.
Foi Diplomata e conselheiro do Rei. O pensamento, a
palavra e a ação de Vieira assumiram tão
alto significado, que o tornaram num dos expoentes máximos
da História e da Cultura Portuguesas.
São famosos os
seus sermões, cartas e livros proféticos.
Defendeu os judeus, dirigindo ao Rei D. João
IV Petições solicitando a sua igualdade
de direitos civis com os naturais do Reino e ainda pediu
a abolição de algumas práticas
dos tribunais da Inquisição. Estes aplicavam
torturas e outras penas severas aos praticantes dos
delitos contra a fé. As maiores vítimas
da Inquisição eram os cristãos
novos (judeus forçados ao catolicismo) perseguidos
por seguirem a religião judaica e não
a católica. Ora, ao defender o fim da tortura
e demais castigos cruéis contra os denunciados.
Vieira protegia a vida e a dignidade do homem. Na defesa
da igualdade, pregava que todos os homens são
iguais. Para ele, a perseguição da raça
judaica era uma injustiça que violava a dignidade
humana.
Vieira defendeu também os índios, que
trabalhavam na plantação de cana e tabaco,
lutou pela libertação dos cativeiros onde
eles permaneciam às ordens dos colonos. Dedicou-lhe
vários sermões dos quais se destaca o
Sermão de Santo Antonio aos peixes, pregado a
13 de Junho de 1654, em São Luiz do Maranhão.
Em alegorias muito felizes, aludia aos defeitos dos
peixes, querendo referir-se aos vícios dos colonizadores
que maltratavam os índios.
Os escravos negros da África (mercadoria que
se comprava e vendia) chegavam ao Brasil para os trabalhos
duros dos engenhos e outros serviços braçais.
Na época, a escravatura era aceita em toda a
Europa e a mão de obra dos escravos era necessária
às tarefas do desenvolvimento da agricultura.
O Padre Vieira condenava a escravatura: queria que fosse
regulamentada por leis régias para salvaguardar
os escravos dos abusos dos colonos. Vieira nos seus
sermões e escritos, com o recurso dos textos
bíblicos, defendeu obstinadamente a vida e outros
valores da pessoa humana.
Foi, assim, há quatro séculos um precursor
dos Direitos Humanos, que, numa formulação
simples, são os direitos fundamentais do homem,
válidos para todos os povos e em todos os tempos.
Os direitos humanos fazem parte da condição
humana sem os quais os indivíduos deixam de ser
homens. O Padre Antonio Vieira do púlpito flagelava
os colonos que maltratavam os índios e os negros.
Ele lutou incessantemente contra a desigualdade, a exploração
e a opressão dos poderosos. Ele próprio
foi ofendido, perseguido e condenado. Ele não
cuidou só de evangelizar, mas defendeu a vida,
a liberdade, a igualdade, a justiça e o respeito
pela diferença. A mensagem do Padre Vieira é
de uma atualidade espantosa. Ontem, como hoje, é
necessário combater o egoísmo do homem
e o desprezo pelo seu semelhante. Nos nossos dias há
outro tipo de colonos, mas estes vestem pelo mesmo figurino
dos colonos do tempo de Vieira.
Ficar indiferente ao quarto centenário do nascimento
de Antonio Vieira é não compreender a
sua mensagem intemporal; é não pretender
um mundo melhor.
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RORAIMA Caso
da reserva indígena
ASSUNTO
SERÍSSIMO, QUE VEM REVESTIDO, AGORA,
DE UM ENFOQUE ESTRATÉGICO-CIENTÍFICO.
DEVE SER DIVULGADO A QUEM POSSA TER AÇÃO
NO
ALTO ESCALÃO, ATUANDO NO CAMPO DA POLÍTICA
E DE FORTE EXPRESSÃO SOCIAL, COMO JORNAIS E
MÍDIA TELEVISIVA. QUEM PODERIA ?
CMG Nilson Victorino
“O
Brasil parece apático com o problema da gradual
invasão da Amazônia, e o descaso do governo
pela vigilância da área fornecendo meios
e equipamentos
na quantidade necessária.
A sobrevivência dessa área não acontecerá
nas mãos
de estrangeiros, que não foram capazes de cuidar
das florestas de seus países e exterminaram seus
povos indígenas.
Abra o power point e
caia na realidade.
RORAIMA
A CAUSA REAL DA BRIGA
O
Governo já está cedendo às pressões
internacionais.”
Flavio P. Ramo editor.
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Ernesto Caruso, 28/08/2008
Aconteceu e acontece.
Um pouco de matéria orgânica M+4ALFA é
colocada em pequenos frascos, com formas arrojadas e
rótulos muito bem produzidos, que circulam pelo
salão e pelo olfato dos mais apurados e refinados
narizes, considerado o seu conteúdo como puríssimo
perfume francês.
O processo de desconstrução do país
é avassalador ao som da canção
NÃO TÔ NEM AÍ, com o propósito
de alijar o cidadão das grandes questões
nacionais, gerando crises umas atrás das outras,
ou as que surgem espontaneamente, quanto o ladrão
desajeitado quebra o pote do mel. Talvez as autoridades
estejam falsamente conscientes de que não haverá
reação alguma frente a tanta safadeza.
Por incrível que pareça, as paralelas
se encontraram não no infinito, mas no finito
— que não seja o do Brasil — desenhadas
por Sarney e Lula, no meio a Constituição
de 1988. São vinte e três anos de solapamento
das instituições, da degradação
moral, da impunidade, da perda do controle do Estado
para a garantia do cidadão e da propriedade,
pública e privada. Em nome dos movimentos dito
sociais se pode tudo, canetas e pistolas assassinas,
operando juntas, assaltando nos gabinetes e nas ruas.
A questão indígena está nesse cenário
ameaçador. É mais uma vertente de onde
pode rolar a avalanche. E das mais graves. Áreas
de conservação daqui e dacolá,
à semelhança do Lago Amazônico (intentona
frustrada), podem trazer preocupações,
mas não impedem uma mudança de postura,
independente de manifestações internacionais,
diferentemente da reservas indígenas, de forma
contínua, gigantescas e contíguas com
outras em países com os quais o Brasil faz fronteira.
O que é pior, as campanhas, nesse sentido, são
patrocinadas e alardeadas por entidades estrangeiras.
Às claras.
Ontem, 27 de agosto de 2008, montaram mais um espetáculo
no STF, data na qual seria proferida uma decisão
sobre a RI Raposa Serra do Sol. Fomentaram muita expectativa
de conflito. Trouxeram um observador da ONU, o norte-americano
James Anaya, relator especial para os direitos indígenas,
que em visita de 12 dias, segundo consta, só
teve tempo para ouvir o lado indígena que deseja
a demarcação como está definida
no decreto/Lula, desrespeitando o outro grupo de indígenas
e mestiços que são a maioria e repudiam
viver no primitivismo do zoológico humano. O
jogo é desonesto sempre, como fazem nos debates.
Lá deram vez e voz como transmitido pela TV a
uma índia que argumentou pela reserva contínua,
mas deveriam ouvir aquela outra que aparece no vídeo
do Youtube ao enfrentar as ações da polícia
KGB/Tarso, rompendo cadeados e invadindo fazendas, pois
não tinham mandado judicial para fazê-lo,
mais ou menos assim: “Tragam o presidente Lula...
Quero comer o fígado dele.”
Se por um lado, a televisão apresenta uma grande
quantidade de índios com cocares tipo filme do
oeste americano, quando matar índio era o padrão
way of life, por outro, dá uma conotação
de insignificância, a oposição de
um isolado líder arrozeiro, produtor de alimentos,
a caminhar perdido e cabisbaixo. Ganham no grito com
uma minoria ativa e financiada.
No Congresso, que abdicou de legislar, quando podia,
cumprindo o Art. 48, V e VI, como sua atribuição
constitucional de dispor sobre todas as matérias
de competência da União, em particular
dos bens do domínio da União (Art. 20,
§2º) e a incorporação, subdivisão
ou desmembramento de áreas dos Estados, poucas
vozes se fizeram presentes e veementes como as dos senadores
Mozarildo (PTB/RR), Augusto Botelho/RR (que se declarou
descendente de índios), do mesmo PT/Lula, e Mariza
Serrano (PSDB/MS). Contra o Sen José Nery (PSOL/PA).
No julgamento, o temido aconteceu. O ministro Ayres
Britto, relator da matéria, independente do laudo
denunciado como falso e com erros graves, do Estado
de Roraima com metade do território já
reserva indígena, mutilado por decreto, arbitrariamente
subdividido por órgão inferior da administração,
como a FUNAI, alertado pelo clamor da sociedade diante
das palavras do Gen Heleno, Cmt Militar da Amazônia,
do interesse das grandes potências nos minérios
como urânio, nióbio e titânio sob
controle de tribos primitivas e ignorantes para ser
facilmente controlado, votou pela retirada dos não
índios, mestiços e produtores de arroz
da região e pela demarcação em
área contínua. Um verdadeiro atentado
à soberania.
Por trás de tudo isso um petismo arraigado pelos
muitos anos de militância e obediência aos
ditames da doutrina, em especial dos que não
são de Roraima, pois os de lá se unem
a despeito da sigla partidária a que pertencem.
Para quem não acreditava, aí está
a prova. Embora não definitivo pesa muito o voto
do relator.
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“Brasil,
ameaças à sua soberania”
Um Seminário vitorioso
Geraldo Luiz Nery da Silva (*)
Ernesto Caruso (**)
O Clube Militar não deixou por menos. Jogou o
peso das suas tradições como co-partícipe
da História, após a oportuna intervenção
do Gen Ex Augusto Heleno Ribeiro em um programa de televisão,
quando foi entrevistado sobre o tema Amazônia/reservas
indígenas, já que está à
frente do Comando Militar de uma área do território
nacional, rica por sua biodiversidade e muito ambicionada
por esse motivo, pela sua localização
geoestratégica e por outras razões, como
a riqueza mineral de seu subsolo e a existência,
naquela região, de 1/5 da água doce do
Planeta.
A crise gerada pela demarcação e homologação
da reserva indígena Raposa Serra do Sol, com
a ameaça da retirada de outros tantos brasileiros
não-índios, produtores rurais, lá
enraizados, uns há mais de cem anos, outros,
desde a criação do Projeto Rondon e da
implementação do Campus Avançado
do Projeto, em Boa Vista, nos anos finais da década
de 60, miscigenados de vários matizes, inclusive
com os próprios silvícolas, precipitou
os acontecimentos. O governo interveio, “pesado”
e sem avaliar as conseqüências, com o emprego
da Polícia Federal e da Força Nacional
de Segurança.
As repercussões da entrevista e da palestra do
Gen Heleno, observadas, inclusive, nas advertências
públicas de elementos do governo contrários
às manifestações do Comandante
Militar da Amazônia, aguçaram o sentimento
de brasilidade que se encontrava adormecido.
A iniciativa do Clube Militar, ao realizar o Seminário
“Brasil, ameaças à sua soberania”,
com assuntos de fundamental importância, aberto
com o tema “Defesa da Amazônia”, no
dia 16 de abril de 2008, manteve o ribombar da questão.
Quiçá tenha acrescentado argumentos a
serem considerados pelo STF. Nossas fronteiras pertencem
a todos os nacionais – brancos, negros e índios
–, que são iguais perante a lei, sem distinção
de qualquer natureza (artigo 5o da Constituição
de 1988).
A imprensa presente, compreendendo a relevância
da problemática amazônica, contribuiu com
a divulgação do evento, reforçada
pelas entrevistas pessoais e pelos desdobramentos em
diversos programas de televisão, com a participação
de outros especialistas do assunto, além do debate
no meio político, particularmente na Câmara
e no Senado. Tudo isso levou o governo central, que
defende a irracional manutenção da reserva
em área contínua, a aguardar a decisão
do STF.
Sabe-se que, em passado recente, o Exército brasileiro
teve problemas para inaugurar o 6o Pelotão Especial
de Fronteira, em Uiramutã, dentro da área
Raposa Serra do Sol, enfrentando ação
judicial interposta por algumas comunidades indígenas
favoráveis à reserva em área contínua.
Ousaram declarar: “Não há supremacia
da soberania nacional sobre os direitos indígenas”
(Conselho Indígena de Roraima – CIR –
02 de maio de 2002).
O entusiasmo dos presentes naquela tarde histórica
no Clube Militar era contagiante. Revivemos a chama
que iluminou, em tantos momentos marcantes, os inolvidáveis
acontecimentos vividos pelo Clube em defesa dos princípios
democráticos e dos interesses nacionais. O vibrante
canto do Hino Nacional fortaleceu os corações
de civis e da gente fardada e bem marcou aquela lide
relevante para a consecução dos nossos
ONP, em particular, da soberania e da paz social.
O primeiro palestrante foi o Gen Heleno que tratou do
assunto do momento, as ameaças à soberania
da Amazônia, em face da política indigenista,
que está engessando a administração,
particularmente, do estado de Roraima, com quase 50%
do seu território comprometidos com terras indígenas
que, somadas às áreas de preservação
ambiental e corredores ecológicos, reduzem drasticamente
o espaço para as atividades governamentais daquele
estado. Uma verdadeira mutilação, com
a extinção de várias vilas centenárias
ali existentes, como a de Surumu e tantas outras. O
General foi enfático quando asseverou: “A
política indigenista está dissociada da
História brasileira e tem de ser revista urgentemente.
Não sou contra os órgãos do setor,
quero associar-me a eles para rever uma política
que não deu certo; é só ir lá
para ver que se trata de uma política lamentável,
para não dizer caótica”.
O problema é extremamente sério, e todos
sabem que chegamos ao excessivo patamar de 15% do território
nacional comprometido com reservas indígenas,
concentradas, principalmente, na fronteira amazônica,
por orientação vinda do exterior.
As reservas indígenas na Amazônia, sobretudo
no estado de Roraima, foram demarcadas e homologadas
por diplomas manifestamente inconstitucionais, pelo
grave fato, dentre outros, de o Congresso Nacional não
ter se pronunciado, nem as Assembléias Legislativas
dos estados atingidos por desmembramentos terem sido
ouvidas, flagrante lesão às regras do
Art. 48, incisos V e VI da nossa Carta Magna.
A seguir, falou o Gen Mário de Paula Madureira,
atual Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste
e que comandou a 1a Brigada de Infantaria de Selva.
Discorreu sobre a articulação daquele
grande comando na área considerada, alertando
sobre a possibilidade de recrudescimento do conflito.
Ao responder uma pergunta do segundo autor deste artigo
nos debates, sobre a ameaça que poderia representar
a criação de um Território Federal
Indígena, como previsto no Estatuto do Índio,
o Gen Madureira lembrou do que hoje ocorre com o Kosovo,
considerado um território independente, uma outra
nação. Completou com a assertiva: “Um
grupo de indígenas pode solicitar a separação
política do Estado”.
No Art. 30 do Estatuto do Índio, o referido Território
é definido como "a unidade administrativa
subordinada à União, instituída
em região na qual pelo menos um terço
da população seja formado por índios".
Um enorme perigo que tal tipo de organização
representa para o nosso País.
Por derradeiro, no primeiro dia do importante Seminário,
fez uso da palavra o índio Dr. Jonas Marcolino
que preside a Sociedade de Defesa dos Índios
do Norte de Roraima (SODIUR). Asseverou que a maioria
dos indígenas da localidade não quer a
homologação contínua, porque a
demarcação nuclearizada contribui para
que todos os brasileiros, que lá estão,
tenham seus direitos respeitados e, mais, o índio,
em sua quase totalidade, não quer o isolamento,
não deseja viver primitivamente, e, sim, ter
acesso ao estudo, ao trabalho, com qualidade de vida
comparada aos demais cidadãos do mundo civilizado.
Em 17 de abril, segundo dia do Seminário, a programação
incluía: “Entraves ao Desenvolvimento”
com as ilustres participações do Embaixador
José Botafogo Gonçalves e dos professores
Ives Gandra Martins e José Walter Bautista Vidal.
O jurista Ives Gandra fez uma análise da Constituição,
afiançando que o texto que trata dos direitos
indígenas não foi lido com correção
no caso da demarcação da reserva Raposa
Serra do Sol. Lá, está escrito (Art. 231,
caput) “terras que tradicionalmente ocupam”
no momento em que a Constituição foi promulgada,
ou seja, no ano de 1988, e não a que os índios
ocuparam em outros tempos. Assim, o índio foi
transformado num cidadão extremamente privilegiado,
chamando a atenção para a influência
de organizações não-governamentais,
integradas a movimentos externos, interessados na criação
de grandes enclaves nas nossas faixas de fronteira para
escasso número de indígenas.
Dentre os principais arquitetos dessa equivocada e perniciosa
política indigenista estão a FUNAI, o
CIR e o CIMI (Conselho Indigenista Missionário)
que sempre atuam na contramão dos verdadeiros
interesses nacionais.
No último dia, assistiu-se ao desenrolar do tema
“Poder Dissuasório das Forças Armadas”,
com as importantes participações do Almirante
de Esquadra Marcos Martins Torres e dos Professores
Expedito Carlos Stephani Bastos e Jairo Cândido.
Os dois mestres apresentaram, a extraordinária
fase vivida pela indústria de material de interesse
militar, que atraiu a Universidade e a FIESP a participarem
intensamente do processo que chegou a impressionar outros
países, pela sua efetiva evolução,
com integral apoio do meio militar, na década
de 70 e no limiar da de 80.
Hoje, lamentavelmente, estamos aquém do que seria
admissível como poder dissuasório, considerando
a grandiosidade do Estado brasileiro, a extensão
continental do seu território, as dimensões
das fronteiras terrestres e marítimas, a plataforma
continental, os vazios demográficos, as vias
fluviais de penetração na área
amazônica e, principalmente, a corrida armamentista
que põe em risco a segurança do País,
sobretudo na fronteira norte.
Nesta abordagem, pretendemos, fundamentalmente, destacar
a oportunidade, a importância e a imensa repercussão
do Seminário na sociedade brasileira, contribuindo
decisivamente, para o engajamento e o interesse de parcela
ponderável de nosso povo nos temas amazônicos.
O vitorioso Seminário enfocou, perfeitamente,
as ameaças que envolvem à Amazônia,
bem como a nociva política indigenista, mormente
a do atual e insensível governo, calcada no racismo,
gerando conflitos permanentes entre os brasileiros.
Analisou a soberania, o crescimento socioeconômico
e a crítica situação das Forças
Armadas, para cumprir a sua missão constitucional,
covalidando a dualidade do lema, segurança e
desenvolvimento, que, em síntese, encontra-se
expresso na Bandeira Nacional: “Ordem e Progresso”.
(*) É General de Brigada, Coordenador de Projetos
de História Oral do Exército, membro do
CEBRES e da Academia de História Militar Terrestre
do Brasil.
(**) É Coronel do Exército e membro da
Academia de História Militar Terrestre do Brasi
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LICENÇAS
AMBIENTAIS E HIDRELÉTRICAS.
*Roberto Gama e Silva
Os jornais
e as televisões anunciaram dias atrás
que as “Licenças Ambientais”, que
demoravam cerca de 37 meses para serem concedidas, doravante
teriam esse prazo reduzido para 13 meses, no máximo!
O primeiro
pensamento que me veio à mente, quando tomei
conhecimento desses prazos absurdos foi o seguin-te:
“se já existisse um IBAMA em 1966, nem
a penetrante visão de estadista de Sebastião
José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal,
que durante o reinado de Dom José I, de Portugal
(1750 a 1777), recomendava a interiorização
da capital do Brasil – Colônia; nem o sonho-revelação
de Dom Bosco, que em 30 de agosto de 1883, segundo sua
própria descrição, “viu-se
levado pelos anjos para um país de selvas amazônicas,
rios cauda-losos e minas de metais preciosos, no qual,
entre os paralelos de 15º e 20º, surgiria
uma grande civilização, a Terra Prometida,
onde correrá leite e mel”; nem tampouco
seria cumprido, embora com muito atraso, o disposto
no artigo 3º da Constituição Republicana
de 1891 que, em favor da integração nacional,
determinou a reserva de uma área de 14.400 quilômetros
quadrados, no Planalto Central, para o estabelecimento
da futura Capital Federal.
Com efeito, tendo sido eleito em outubro de 1955 e tomado
posse em janeiro de 1956, o Presidente Juscelino Kubitschek
de Oliveira lançou, logo a seguir, o seu “Plano
de Metas”, que previa a construção
da nova capital federal no Planalto Central e a sua
inauguração em 21 de abril de 1960.
Ora,
se o IBAMA já estivesse em operação,
a “Meta-Síntese” só receberia,
nas condições normais de trabalho dos
órgãos competentes (todavia incompetentes),
sua “Licença Ambiental” no mês
de setembro de 1959 e o Presidente da República
disporia apenas de uns sete meses para construir Brasília.
Como
qualquer iniciativa, no Brasil, que envolva a construção
de reservatórios de água é encarada
pelo IBAMA como lesiva ao meio ambiente, haveria uma
ressalva na “Licença Ambiental”,
proibindo o represa-mento de alguns riachos que hoje
formam o Lago Paranoá, essencial para a umidificação
do clima seco da nova capital.
Outra
notícia, veiculada dias depois, dava conta da
resistência do IBAMA à construção
da Usina Hidrelétrica do “BELO MONTE”,
na primeira curva do XINGU, cuja “Licença
Ambiental” estaria sujeita à desistência
da construção de outras usinas no mesmo
rio.
Agora mesmo, a imprensa noticiou que a “Licença
Ambiental” para a construção da
Usina Hidrelétrica de “SANTO ANTÔNIO”,
no rio MADEIRA, submetida a licitação
pública em dezembro de 2007, só será
expedi-da no dia 12 do corrente mês, ou seja quase
nove meses depois da seleção da empreiteira
da obra, não obstante ter sido a mesma considerada
de interesse nacional pelos atuais governantes.
Qual
o motivo dessa implicância dos “ambientalistas
de araque” em relação ao
represamento de águas e à construção
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