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Bem Vindo ao Portal da
Sabedoria. |
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O
que há de verdade científica sobre
o propalado
fim do mundo em 2012
Enviado por Roberto
Carrazedo C.M.G. M.B.
O sistema solar
gira em torno de Alcione, estrela central da constelação
de Plêiades.
Esta foi a conclusão dos astrônomos
Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José
Comas Solá e Edmund Halley, depois
de estudos e cálculos minuciosos.
Nosso
Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação
- localizada a proximadamente 28 graus de Touro,
e leva 26 mil anos para completar uma órbita
ao redor de Alcione, movimento terrestre também
conhecido como Precessão dos Equinócios.
A divisão
desta órbita por doze resulta em 2.160,
tempo de duração de cada era "astrológica"
(Era de Peixes, de Aquário, etc.). Descobriu-se
também que Alcione tem à sua volta
um gigantesco anel, ou disco de radiação,
em posição transversal ao plano
das órbitas de seus sistemas (incluindo
o nosso), que foi chamado de Cinturão de
Fótons.
Um fóton
consiste na decomposição ou divisão
do elétron, sendo a mais ínfima
partícula de energia eletromagnética,
algo que ainda se desconhece na Terra.
Detectado pela
primeira vez em 1961, através de satélites,
a descoberta do cinturão de fótons
marca, segundo esotéricos, "o início
de uma expansão de consciência além
da terceira dimensão". A ida do homem
à Lua nos anos 60 simbolizou esta expansão,
já que antes das viagens interplanetárias
era impossível perceber o cinturão.
A cada
dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois
mil anos no anel de fótons, ficando mais
próximo de Alcione. A última
vez que a Terra passou por ele foi durante a "Era
de Leão", há cerca de doze
mil anos.
Na Era
de Aquário, que está se iniciando,
ficaremos outros dois mil anos dentro deste disco
de radiação.
Todas as moléculas e átomos de nosso
planeta passam por uma transformação
sob a influência dos fótons, precisando
se readaptar a novos parâmetros.
A excitação molecular cria um tipo
de luz constante, permanente, que não é
quente, uma luz sem temperatura, que não
produz sombra ou escuridão.
Talvez
por isso os hinduístas chamem de "Era
da Luz" os tempos que estão por vir.
Desde 1972, o Sistema Solar vem entrando no cinturão
de fótons e em 1998 a sua metade já
estava dentro dele. A Terra começou a penetrá-lo
em 1987 e vem gradativamente avançando,
até 2.012, quando vai estar totalmente
imersa em sua luz.
De acordo
com as cosmologias maia e asteca, 2.012 é
o final de um ciclo de 104 mil anos,
composto de quatro grandes ciclos maias e de quatro
grandes eras astecas.
Humbatz
Men, autor de origem maia, fala em "Los
Calendários" sobre a vindoura
"Idade Luz". O Cinturão de Fótons
emana do Centro Galáctico.
Alcione, o Sol Central das Plêiades, localiza-se
eternamente dentro do Cinturão de Fótons,
ativando sua luz espiralada por todo o Universo.
Mas afinal
e nós nisso tudo? Segundo os esotéricos,
nós somos os mais beneficiados com tudo
isso.
Todos nós, os seres encarnados na Terra
estamos passando por um processo de iniciação
coletiva e escolhemos estar aqui nessa difícil
época de transição de nosso
planeta, que atingirá todo o Universo.
Os fótons
funcionam como purificadores da raça humana
e através de suas partículas de
luz, às quais estamos expostos
nos raios solares, dentro em breve estaremos imersos
nesta "Era de Luz", depois de 11 mil
anos dentro da Noite Galáctica ou Idade
das Trevas, como os hindus se referiam a Kali
Yuga.
Como um
sistema de reciclagem do Universo, o Cinturão
de Fótons inicia a Era da Luz.
Cada partícula vai se alojando em todos
os cantinhos de nosso planeta trazendo a consciência
(Luz), a verdade, a Integridade e o Amor Mútuo.
Cada um de nós tem um trabalho individual
para desenvolver aliado ao trabalho de conscientização
da humanidade.
Os corpos que não refinarem suas
energias não conseguirão ficar encarnados
dentro da terceira dimensão, pois
a quarta dimensão estará instalada.
E todos nós
redescobriremos a nossa multidimensionalidade
e ativaremos nossas capacidades adormecidas dentro
da Noite Galáctica.
Todos
estes acontecimentos foram registrados no Grande
Calendário Maia, que tem 26 mil anos de
duração e termina no solstício
de inverno, no dia 21 de dezembro de 2012 dC,
que marca a entrada definitiva da Terra dentro
do Cinturão de Fótons por 2000 anos
ininterruptos.
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A
cura pela fé é realmente possível?
M Selaht
Alegria, otimismo e
solidariedade, além da fé e das
orações são verdadeiramente
caminhos da auto-cura e da saúde pessoal
ou coletiva. Orar em grupo é uma prática
positiva e saudável.
O corpo humano
reage a comandos gerados pela mentalização
e pela visualização. Poderosas ferramentas
da magia, das religiões e seitas religiosas,
alcançando limites em grande parte ainda
inexplicáveis pela ciência ortodoxa
sem a pretensão de querer desvendar a anatomia
dos milagres, que são uma outra história,
vejamos como:
Com o uso de um
polígrafo já foi possível
provar a comunicação de pessoas
com plantas. Isso é narrado com fartas
provas no livro “A Vida Secreta das Plantas”(1).
Também
usando um polígrafo, a polícia de
diversos países do mundo, o Brasil incluso,
é capaz de determinar se um suspeito mente
nos interrogatórios. É possível
também aprender a fraudar o programa, tudo
obra da mente.
Alegria, esse estado provoca a formação
de endorfinas(2) que implementam a produção
dos linfócitos T, capazes de exterminar
células cancerígenas. Os praticantes
da risoterapia e os comediantes estão nesse
caso.
Assistir a filmes
de terror e de suspense pode ser um hábito
insalubre.
A adrenalina mata os linfócitos T e por
isso é prejudicial se mantida na circulação
por longos períodos. Os mal humorados estão
sujeitos a úlceras nervosas e prejudicam
o sistema imunológico.
Otimismo e atitudes
solidárias dão prazer e ativam a
cerotonina, poderoso neurotransmissor.
A repetição de uma palavra que pode
ser seu próprio nome age como um mantra
de cura, ao contrário ofensas palavrões
xingamentos geram adrenalina.
Orações
são mantras e quanto mais repetidas, mais
eficientes para a auto-cura e para a cura coletiva.
É sabido
que determinados sons podem ser curativos, assim
como cores. Esse é um mecanismo que pode
ser outra forma de cura autógena ou exógena.
Não é por acaso que a escala de
notas musicais é chamada de escala cromática
e a palavra harmônico significa em “harmonia”.
Enquanto as endorfinas
acalmam, a adrenalina acelera o coração
e aumenta a força física em momentos
de necessidade, mas é prejudicial se o
nível for mantido alto.
Os místicos
orientais: antigos magos, monges tibetanos, Yoguis
e outros esotéricos, aprenderam a controlar
e vencer “as paixões e os comportamentos
agressivos e intolerantes”. São exemplos
vivos de auto-controle e têm o beneficio
da saúde como resultante. Pessoas calmas
e alegres podem viver mais. Seja um deles e aproveite
para exercer a fraternidade e a solidariedade.
Pessoas que praticam esses comportamentos descrevem
o imenso prazer que desfrutam como conseqüência.
Mas, a história
continua e vai mais longe...
Pouco a pouco a Ciência explica a Magia
e a convalida. Interessante é saber que
os nossos antepassados já sabiam dessa
verdade oculta.
É licito
dizer que o mundo foi feito de sons (palavras,
o verbo de D’us) símbolos, cores
e números. Antigos místicos sabiam
disso ...
Notas do autor:
(1) Editora Pensamento.
(2) Endorfina. Sua denominação se
origina das palavras "endo" (interno)
e "morfina" (analgésico). A palavra
vem do nome do deus grego do sono, Morfeu.
A endorfina é um neurotransmissor, assim
como a noradrenalina, a acetilcolina e a dopamina,
um neurotransmissor, precursor natural da adrenalina
e da noradrenalina. Tem como função
a atividade estimulante do sistema nervoso central.
São substâncias químicas utilizadas
pelos neurônios na comunicação
do sistema nervoso e também hormônios,
uma substância química que, transportada
pelo sangue, faz comunicação com
outras células.
As endorfinas foram descobertas em 1975. Foram
encontradas 20 tipos diferentes de endorfinas
no sistema-nervoso, sendo a beta-endorfina a mais
eficiente, pois é a que dá o efeito
mais eufórico ao cérebro. Ela é
composta por 31 aminoácidos. A endorfina
é produzida em resposta à atividade
física, visando relaxar e dar prazer, despertando
uma sensação de euforia e bem-estar.
Durante o orgasmo a beta-endorfina é liberada
na corrente sangüínea, provocando
uma intensa sensação de relaxamento
no casal e é por isso que alguns até
adormecem após a relação.
Efeitos principais das endorfinas:
Melhoram a memória; melhoram o estado de
espírito (bom humor); aumentam a resistência;
aumentam a disposição física
e mental; melhoram o nosso sistema imunológico;bloqueiam
as lesões dos vasos sanguíneos;
têm efeito antienvelhecimento, pois removem
superóxidos (radicais livres) e aliviam
as dores.
Atualmente sabemos que a endorfina é produzida
na hipófise e liberada para o sangue juntamente
com outros hormônios como o GH (hormônio
do crescimento) e o ACTH (hormônio adrenocorticotrófico),
que estimula a produção de adrenalina
e cortisol.
Nos últimos trinta anos, autores como Harber
& Sutton, McGowan , Shyiu , Hoffmann e Heitkamp
muito contribuíram para o que hoje se conhece
sobre endorfina.
Estudos recentes apontam que a endorfina pode
ter tanto um efeito sobre áreas cerebrais
responsáveis pela modulação
da dor, do humor, depressão, ansiedade,
como pela inibição do sistema nervoso
simpático, responsável pela modulação
de diversos órgãos como coração,
intestino etc... Elas podem também regular
a liberação de outros hormônios.
Provavelmente parte da capacidade da acupuntura
em aliviar a dor, seja devida ao estímulo
da liberação de endorfinas. Uma
vez estimulados pelas agulhas os terminais nervosos
("pontos") é gerado um impulso
para aumentar a liberação de neurotransmissores
no complexo supressor de dor, ou seja, é
produzido o efeito analgésico na região
cerebral.
Algumas drogas estão responsáveis
pela liberação deste neurotransmissor;
por isso a perigosa sensação de
bem-estar.
Como o álcool, por exemplo, uma droga legal
estimulante que, usada indiscriminadamente, oxida
e destrói a glândula hepática
e neurônios, como efeito colateral maléfico.
O consumo de chocolate (theobrobina) e pimenta
também estimula a produção
de endorfinas e é por isso que o chocolate
vicia.
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Os
Tempos do Mundo
A Grande Espiral
M.
Selaht
“Há um tempo
para tudo; a semente de cada espécie vegetal
tem um certo tempo para germinar, os animais têm
um certo tempo de gestação, as estações
do ano, que são diferentes nos hemisférios
Norte e Sul, também são variáveis
que determinam o plantio e o acasalamento entre
os animais”.
Acontecimentos a nível global, atmosféricos,
astronômicos ou históricos tendem
a serem repetidos e cíclicos. Cabe-nos
aprender e inferir sobre eles. Fazem parte da
“grande espiral dos tempos”.
Observando essa
mecânica dos tempos, podemos inferir que
há um sincronismo inteligente que administra
esses tempos. Sem o menor vacilo afirmo: D’us
está presente nisso.
Foi aprendendo a observar esses fenômenos,
que as antigas civilizações irrigaram
as terras, tornando-as mais produtivas e aprenderam
a guardar e conservar as colheitas. Estabeleceram
um tempo de fartura, o “tempo das vacas
gordas”, como no sonho de José do
Egito.
Como a escada (rampa em sua tradução
correta) visualizada pelo patriarca Jacó,
em seu sonho, há também uma espiral
ascendente para o tempo do mundo. Nela
estão simbolicamente inseridas as épocas
e os acontecimentos significativos que o planeta
e tudo que nele é criação
de D’US.
Aos que tinham conhecimento “xamânico”
(1) e do ciclo das plantas, e delas produziam
remédios, os que conheciam as épocas
das flores, do sol, da muda das folhas, e do frio
e eram capazes de prever eclipses e se orientarem
pelas estrelas, o povo chamava “MAGI”,
palavra persa que é a origem semântica
da palavra “magia”, e aos conhecedores
dessas artes, o nome de “magos.”
Símbolos
arcanos transcendem os tempos.
A serpente era o símbolo da sabedoria e
sua forma de se enrolar, as espiras, representam,
simbolicamente, as “idades”, “eras”,
“épocas” e “tempos”.
Este símbolo místico aparece com
freqüência nas alegorias das mais diversas
culturas. Ainda hoje é encontrado nos anéis
simbólicos da graduação em
medicina, odontologia e fisioterapia.
O Caduceu de Hermes Trismegisto,
também conhecido como Thot
ou Imenhotep, o sacerdote médico construtor
da pirâmide de Sakara,
no Egito, e do gerador de energia taquiônica,
era representado com duas serpentes:
uma de prata e outra de ouro,
subindo pelo bastão desde a base até
o castão. Igualmente, o Kundalini dos Hindus
é uma serpente que sobe desde o chakra
basal Mudlahara Chakra até
o chakra coronário, no topo da caixa craniana.
Os símbolos falam diretamente ao subconsciente.
Dito desta forma parece crendice. Mas vejam o
que são os arquétipos de Jung senão
símbolos?
A energia de forma é irradiada
de símbolos, desenhos, iantras
(como as mandalas) e/ou peças em três
dimensões.
O
Novo e o Antigo convivem naturalmente
A verdade e as soluções de problemas
estão sob nossos narizes e não vemos.
Por exemplo: a falta de produtos químicos
para corrigir o solo e aumentar a produção
com fertilizantes químicos.
A resposta é a agricultura natural. A compostagem
é a forma de obtenção de
fertilizantes, e a reciclagem, a modernice que
substitui o método natural de deposição
de resíduos pelo biodigestor, que acelera
a decomposição. A terra manipulada
com as mãos produz mais e com melhor qualidade
nutritiva (1). A luz elétrica é
uma fonte de iluminação, mas a vela
e o candeeiro ainda são usados; é
uma convivência necessária.
Novo
e antigo
“Os iniciados, desde o primórdio
dos tempos, têm compartilhado segredos que
têm sido guardados por ordens e fraternidades
iniciáticas. Deles, o maior é o
“conhecimento”, porque conhecimento,
informação e poder são a
mesma coisa.” M. Selaht
É
esse conhecimento, “wisdom” em inglês,
que o rei Salomão pediu a D’us para
que governasse “com justiça”
O mais sábio dos reis de sua época
pedira a D’us simplesmente a ILUMINAÇÃO.
É o que vem incomodando as igrejas que
desejam o conhecimento e o poder dele resultante,
somente para seus padres (aqui há apenas
uma constatação de fatos históricos
e não preconceito religioso). É
por isso que caluniam, temem e perseguem os iniciados
(Inquisição). É o medo do
desconhecido, do conhecimento, do poder dele resultante.
O conhecimento deve pertencer à humanidade.
Os cleros o querem para poder dominar e impor
as suas vontade e dogmas. Os colégios de
padres são exemplos disso, são forma
legal de implantar dogmas de fé junto com
o conhecimento profano que os demais colégios
não religiosos ensinam. Fica assim difícil
para o estudante exercer o livre arbítrio
que é garantido no “Estado Laico”,
como acontece no Brasil. O “Index”
da Igreja católica é uma lista de
livros proibidos pelos líderes do clero.
Na Idade Média o “Index” continha
obras científicas, esotéricas e
outras que contrariavam os dogmas da “igreja
do Cristo”. Isso, na opinião dos
padres.
Combustíveis
fósseis, riqueza finita.
A mãe Terra sempre nos deu o sustento e
também nos dá os bio-combustíveis.
Essa energia já poderia ter sido usada
se os governos tivessem vontade política
e inteligência para ouvir os cientistas.
O óleo de mamona é amplamente usado
na indústria de plásticos e na aviação
como fluido lubrificante. O hidrogênio está
agora sendo usado. O fim de um modelo energético
revela um novo que o substitui.
Métodos naturais
de diagnósticos médicos
Medicina social mais barata e de maior alcance
para todos. Os diagnósticos pela iridologia
e radiestesia são eficazes, mas
por puro preconceito não são admitidos
pelos Conselhos Regionais de Medicina, Farmácia
e Enfermagem.
A numerologia e a iridologia, igualmente, poderiam
ser usadas para acelerar diagnósticos para
os psicólogos e médicos. Seria maior
o alcance social principalmente em áreas
rurais, mas não são consideradas
como método nos protocolos.
O astrólogo prof. Assuramaya (2), igualmente,
tinha entre seus alunos e clientes médicos
e psicólogos.
Durante uma certa época, ministrei aulas
inaugurais para os cursos de Astrologia Científica
do professor Assuramaya, hoje no “Oriente
Eterno”. Sempre houve uma constante: o incrível
o número de psicólogos presentes.
Entrevistando-os, só a muito custo obtive
a verdade, já que o Conselho Regional de
Psicologia não vê com bons olhos
o envolvimento de psicólogos com Astrologia.
Na verdade, era a dificuldade de diagnóstico
e a decorrente demora em chegar ao âmago
do problema. Esses profissionais queriam aprender
uma maneira nova, um novo caminho para conhecer
seus pacientes, logo de imediato.
Estranhamente, o professor Georges
Charbel Farah, (3) recebe médicos
e psicólogos em seus cursos de Radiestesia.
Charbel é capaz de fazer diagnósticos
sem a presença física do doente,
e na presença dos médicos, que não
sabem o que dizer diante dos acertos obtidos,
o demonstrou várias vezes.
Pessoalmente entrevistei vários deles.
Uns confessaram logo que queriam conhecer métodos
“antigos de diagnóstico”, principalmente
de diagnóstico preventivo. Outros responderam
que era pura curiosidade.
Cura
pelas plantas e venenos
Pesquisadores estrangeiros, travestidos de missionários
religiosos, pesquisam as plantas e fauna da Amazônia
em busca do conhecimento dos pagés e xamãs.
A hipocrisia leva os Conselhos Regionais de Medicina,
Farmácia e Enfermagem de chamarem de curandeiros
os que se atrevem a curar, mesmo onde não
há médicos, por puro corporativismo,
já que não conhecem as plantas e
seus princípios ativos medicinais, como
os experientes pagés. A maior parte dos
modernos fármacos é desenvolvida
a partir de vegetais.
No mundo moderno são os bioquímicos
(farmacêuticos) os responsáveis pela
produção de remédios.
Água
potável, o recurso que está sendo
esgotado pelo desrespeito à mãe
Terra.
Os povos da Terra não acompanharam a lógica
de sabedoria arcana, a de somar conhecimento
anterior aos novos, deixando de usar
o conhecimento ancestral dos magos celtas, dos
indígenas e dos povos de áreas desérticas
que sabiam como e onde encontrar água e
que fazia dessa ciência do passado uma forma
barata de obter água.
Na Torá, Moisés golpeia
uma rocha duas vezes e encontra água. Essa
alegoria bíblica demonstra o conhecimento
no uso da “vara de rabdomancia” pelo
grande iniciado, escolhido por D’us, para
condutor do “povo escolhido”, através
do deserto.
Já que o custo desse desafio é praticamente
nulo, se comparado ao delírio de Lula,
transposição do Rio São Francisco.
Para o professor Charbel encontrar água
pela radiestesia não é novidade.
Charbel já o fez antes, nos desertos da
África e no Brasil, e, mais recentemente,
para a General Electric, no Rio
de Janeiro.
O dinheiro
do povo está sendo desperdiçado,
de forma imoral, com dos sonhos de um lunático
e mentiroso, que teme que com o aparecimento da
verdade sua incompetência fique evidente.
(meu grifo).
Representações
e sinais de épocas e idades
Camadas geológicas, “contam”
a história da humanidade. Pelo
estudo das camadas geológicas, cientistas
multidisciplinares se completam dando largo espectro
de abrangência aos estudos geológicos.
Também os círculos observados nos
troncos das árvores vivas e/ou petrificadas
revelam épocas, idades e fatores significativos
da história. É preciso conhecer
os sinais.
Sistemas
científicos de datação
São valiosos instrumentos modernos para
ampliar o conhecimento do mundo em que vivemos.
Calendários antiqüíssimos,
como o “Calendário Maia”,
mostram que, mesmo sem dispor dos meios de hoje,
era possível montar um calendário
perfeito e que até hoje é confiável.
Descobertas
científicas e revelações
recentes chegam a conclusões já
conhecidas em remotas épocas.
A Física
Newtoniana cede lugar à Física Quântica,
e à teoria dos campos unificados.
E a ciência comprova a existência
de mundos paralelos.
Já se sabe como anular a força da
gravidade, 9,8m por segundo ao quadrado, na Terra.
Com sensores acoplados a uma CPU será possível
regular bobinas variáveis e correntes eletromagnéticas
em sentidos opostos, adaptando um veículo
espacial a qualquer campo gravitacional, sendo
igualmente possível viajar usando essa
força de atração.
A levitação de objetos é
possível com a novel teoria dos supercondutores
e logo será também possível
aos humanos sem eles.
A movimentação igualmente é
possível e até fácil de ser
executada e ensinada.
Os movimentos planetários,
o deslocamento da via látea e o deslocamento
do universo.
São em espiral como no microcosmo. É
o caminho da evolução do universo.
Hermes tinha razão.
(1) Provas
podem ser encontradas no livro “A Vida Secreta
das Plantas”, da Ed. Pensamento. O conhecimento
xamânico é o que se refere às
plantas medicinais e nutrientes da biodiversidade
terrestre. Essa palavra é aplicada geralmente
aos pagés nas populações
das florestas.
(2) Assuramaya – João Batista Pinto,
jornalista, professor, astrólogo e escritor
brasileiro, foi apresentador do programa “Assim
Fala Assuramaya” que, durante muitos anos,
foi transmitido pela Rádio Nacional.
(3) Georges Charbel Farah, radiestesista francês,
nascido na Costa do Marfim, África.
O professor Georges Charbel lançou um desafio.
Encontrará água no Nordeste usando
apenas um pêndulo. Precisa apenas de transporte
e da presença da imprensa para documentar
a descoberta.
Novamente, o criminoso ambiental Lula, por falta
de instrução, má-fé,
ou por motivos eleitoreiros, já que a suspeita
de outros interesses pessoais possivelmente econômicos,
ainda não foi provada, contra os pareceres
dos especialistas, mas com a aprovação
do Supremo Tribunal Federal, constituído
de ministros que nada entendem do assunto biodiversidade,
aprova a obra.
Obs. do autor
Conhecimento xamânico e sobrevivência.
O Exército brasileiro, nos cursos de sobrevivência
em nove semanas, na selva, ministrados pelo Cento
de Instrução de Guerra de Selva,
adota essa estratégia de sobrevivência:
busca de água, alimentos e remédios
naturais para sobrevivência na selva. Nessa
área, há intrusos estrangeiros e
ONGs recolhendo e exportando ilegalmente plantas
medicinais para pesquisa no estrangeiro.
É o conhecimento xamânico do Exército
Brasileiro usado objetivamente, salvando vidas
sem agredir a biodiversidade.
O *CIGS possui seis bases principais na base Ajuricaba
(B 5) fica a sede do CIGS.
Nessa área há intrusos estrangeiros
e ONGs, recolhendo e exportando ilegalmente plantas
medicinais para pesquisa no estrangeiro.
Nossas plantas e toxinas animais são patenteadas
no estrangeiro enquanto o governo incompetente
do senhor Lula troca de ministros e finge proteger
a biodiversidade do Brasil.
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Limpe
o espaço espiritual de sua casa.
“Para
ter uma “casa limpa” não basta
fazer uma faxina no “campo material,”
é preciso uma limpeza no “campo espiritual.”
“O que está em cima é como
o que está em baixo (Hermes Trismegisto)”.
M.Selaht
A teoria dos campos unificados, uma realidade
científica, derroga muitos paradigmas entre
os quais a existência de mundos paralelos
e a de “mundos espirituais”.
A física quântica vai além:
mostra como é possível viajar em
um universo paralelo alterando tempo espaço
e velocidade. Seria essa uma explicação
para as viagens espaciais entre sistemas estrelares?
Religiões e clérigos na contramão
da verdade científica, em defesa dos dogmas
de fé.
Respeitamos as crenças religiosas por serem
opções garantidas por lei. Se observarmos
objetivamente, a teoria dos campos unificados
já é prova de que há vida
além da morte física e há
comprovação científica disso
com a possibilidade real de comunicação
com desencarnados. Os desencarnados podem interagir
com os vivos ajudando-os ou prejudicando-os. É
o fenômeno das “casas assombradas”.
Conheça
a verdade cientificamente provada
Quem duvida, ainda
o faz por fanatismo religioso, por desconhecimento,
ou por simplesmente ser refratário aos
fatos. A impregnação com energias
negativas ou positivas é uma realidade
que afeta a vida dos ocupantes dos espaços,
acreditem eles ou não.
O Grupo Gravando Vozes, de IPATI, coordenado por
Sonia Rinaldi, já tem seu importante trabalho
de transcomunicação com o mundo
espiritual e até com extraterrestres. Antes
de duvidar, acesse o site do grupo: www.ipati.org,
e pelo e-mail contatogravandovozes@ipati.org e
comprove. Se ainda mantiver a dúvida, agende
uma entrevista pessoal e vá ao local onde
as experiências são realizadas. Pesquisadores
e cientistas são bem-vindos. E, por favor,
dê descanso ao diabo e a certos sacerdotes
televisivos, esclerosados, que só aparecem
para confundir. Passe a ver e entender porque,
“Na casa do Senhor há muitas moradas”.
Impregnação
e desimpregnação
A arte-ciência da Radiestesia e sua conseqüência,
a Radiônica, também são comprovadas
desde tempos pré-históricos.
A radiestesia, também conhecida como rabdomancia,
pode apontar cargas negativas, formas de pensamento
negativos e presenças espirituais negativas,
segundo o radiestesista francês Georges
Charbel Farah.
A mediunidade é também uma forma
de comprovar a hipótese da impregnação.
Mesmo os céticos podem fazê-lo. Um
médium que tenha a faculdade de tocar objetos
ou visitar locais antigos pode dizer quem habitou
ou foi proprietário da imóvel ou
objeto. Como comprovar? É fácil:
antiquários costumam ter a história
de peça que adquirem em leilões;
é só deixar que o médium
toque as peças escolhidas a esmo e comprovar
com os registros do antiquário. Funciona?
Nós mesmos fizemos a experiência
e, em alguns casos, chegamos a descobrir vários
proprietários do objeto ou do imóvel.
Essa emanação chama-se impregnação
e é como a radiestesia, pode identificar
cargas energéticas.
Em alguns casos é preciso descascar paredes
e tetos para desimpregnar o ambiente, em outros
casos só demolindo o imóvel. É
o caso do Edifício Joelma em São
Paulo, Brasil.
No Joelma, dezenas de pessoas morreram queimadas
e com grande sofrimento. Fantasmas têm sido
vistos e ouvidos no interior do prédio
onde poucos querem manter escritórios.
Como limpar
um ambiente no campo espiritual?
Limpar um ambiente significa desimpregná-lo
de energias negativas. Siga o passo-a-passo.
Retire do imóvel o que não estiver
em uso, móveis, louças, papéis,
fotos, roupas etc. Faça circular energias
novas.
Essa ação vai provocar uma espécie
de “vácuo”, que puxará
novas energias para o ambiente.
Faça uma limpeza geral incluindo paredes
e interiores de móveis, arraste-os limpe
atrás e por baixo.
Em um balde com água, coloque 40 mililitros
de amônia (corresponde mais ou menos a quatro
tampinhas da embalagem de litro), um pouco de
essência de alfazema. Passar em toda casa
com um pano virgem começando pelo teto
paredes e finalmente assoalho.
Após a limpeza, coloque em um litro de
álcool de cereais oito pedras de cânfora
e borrife os cantos das paredes internas da casa
e nas quinas das portas.
O pano usado na limpeza deve ser descartado.
Perfume o ambiente sem usar alfazema.
Defumação
Pode-se defumar a casa, mas neste caso, apenas
com olíbano, mirra, benjoim e canela.
Varetas de incenso não servem, porque são
feitas de essências sintéticas, não
naturais. (veja explicação completa
sobre este tópico em outra parte deste
livro) Após terminar a limpeza do ambiente,
os que estiveram presentes devem tomar um banho
completo da cabeça aos pés com sabão
de coco ou similar, sem perfume e enxaguar normalmente.
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Corrente
mística e contemplativa do Islã.
Os praticantes do sufismo,
conhecidos como sufis ou sufistas, procuram uma
relação direta com D’us através
de cânticos, música e das danças
dervixes.
O termo sufismo
é utilizado para descrever um vasto grupo
de correntes e práticas. As ordens sufis
(Tariqas) podem estar associadas
ao islã sunita, islã xiita ou uma
combinação de várias correntes.
O pensamento sufi
nasceu no Oriente Médio, no século
VIII, mas encontra-se hoje por todo o mundo.
Na Indonésia, atualmente, a nação
com maior número de muçulmanos,
o islã, foi introduzido através
das ordens sufis.
Etimologia
O Árabe
é um idioma substancialmente de origem
egípcia. Etmológica e lingüisticamente
é provado através de estudos filológicos,
reconhecidos e aprovados.
Para alguns autores, a palavra é oriunda
de suf que significa
"lã" em árabe.
Aparentemente, os primeiros praticantes deste
tipo de religiosidade tinham por hábito
vestir-se com lã como forma de demonstrar
a sua simplicidade, sendo provavelmente influenciados
pelos ascetas cristãos da Síria
e da Palestina. A lã possuía também
uma conotação espiritual nos tempos
pré-islâmicos.
Para outros autores, a origem
está na palavra árabe safa,
que significa "pureza".
Estas palavras
têm origem no idioma egípcio antigo,
onde as palavras SOF, SEF, SAF, SUF
e SIF
todas tem como significado PUREZA. Portanto, a
palavra SUFI é de origem
egípcia. Isto não quer dizer que
o Sufismo seja egípcio, embora tenha como
base muito do Egito Antigo, porém a forma
como o conhecemos hoje foi dada graças
ao Islamismo, visto que o Sufismo é atemporal
e a cada época se apresenta de uma forma
diferente, porém sempre com o mesmo conteúdo
essencial.
Conhecido
por muitos como o misticismo do Islã, o
sufismo é uma filosofia de autoconhecimento
e contato com o divino através de práticas
meditativas, reclusão, danças, poesia
e música.
Os sufis
acreditam que D’us é amoroso e o
contato com ele pode ser alcançado pelos
homens através de uma união mística,
independentemente da religião praticada.
Por este conceito
de D’us, os sufis foram, muitas vezes, acusados
de blasfêmia e perseguidos pelos próprios
muçulmanos, pois contrariavam a idéia
de um D’us que julgava e punia, a quem os
homens deveriam se submeter.
Hallad, um dos
maiores representantes do sufismo, foi
executado, pois dizia que D’us passara a
morar dentro dele; que
havia atingido a total união e harmonia
com Ele.
SUFISTAS
ACREDITAM NA BIBLIA, NA TORÁ E NO CORÃO.
Como o ideal do
sufismo era acético, acredita que Jesus
era tão importante quanto Maomé,
que o Alcorão é tão essencial
quanto a Bíblia ou a Torá.
Quase um século
e meio depois, Ghazali, um dos maiores pensadores
do mundo e seguidor sufi, disseminava a idéia
de que a verdade mística não pode
ser aprendida, mas sim experimentada por meio
do êxtase.
Êxtase
pela dança
Os dervixes atingiam o estado de êxtase
rodopiando em dança contínua.
Para os sufis,
a origem histórica da sua religiosidade
pode ser encontrada nas práticas meditativas
do profeta Maomé. Este tinha por hábito
refugiar-se nas cavernas das montanhas de Meca
onde se dedicava à meditação
e ao jejum. Foi durante um desses retiros
que Maomé recebeu a visita do anjo Dgibril
(Gabriel), que lhe comunicou a primeira revelação
de D’us.
Encontramos
seguidores desta corrente em todos os segmentos
sociais: camponeses, donas-de-casa, advogados,
comerciantes...
Sua filosofia
básica é "Estar no mundo, mas
não ser dele", livre da ambição,
da cobiça, do orgulho intelectual, da cega
obediência ao costume ou do respeitoso amor
às pessoas de posição mais
elevada.
As Ordens
Sufis.
A Ordem
Chishti
Deve o seu nome a Khaja Mu´in al-Din Chisti,
oriundo do Afeganistão, mas que se fixou
na cidade indiana de Ajmer, onde ensinou um grande
número de discípulos. Estes discípulos
iriam, por sua vez, criar centros por todo o subcontinente
indiano através dos quais difundiram os
ensinamentos de Chishti.
O dhikr (forma
de meditação) característico
desta ordem é um tipo de interpretação
musical chamado qawwali, no qual um grupo de músicos
entoa cantos religiosos num ritmo sincopado.
A Ordem
Mevlevi
Esta ordem deve o seu nome ao poeta Jalal al-Din
Rumi, chamado Mevlana em turco (século
XIII). Encontra-se geograficamente circunscrita
à atual Turquia e aos Balcãs.
Nas suas práticas
dhikr atribuem grande importância à
música e à dança.
O exercício
de meditação da ordem, denominado
sama, envolve a recitação de orações
e hinos, após os quais os participantes
realizam voltas à sala, numa dança
em que abrem os braços à altura
dos ombros, com a palma da mão direita
virada para cima e a da mão esquerda para
baixo. Os membros desta ordem são mais
conhecidos no Ocidente como os "dervixes
rodopiantes".
A Ordem
Naqshbandi
Largamente presente no mundo islâmico, esta
ordem recebeu o nome de Baha al-Din Naqshband,
um erudito sufi natural do Uzbequistão.
Ao contrário das outras ordens, não
consideram essencial retirar-se da sociedade.
Muitos membros desta ordem desempenham um importante
papel de assistência social em países
islâmicos.
Consideram como fundamentais
oito princípios:
Ter consciência da respiração;
Ver por onde se caminha;
Viajar interiormente;
Experimentar a solidão no meio da sociedade
humana;
A recordação;
O refrear dos pensamentos;
O controlar dos pensamentos;
A concentração no Divino.
O caminho
Sufista na história do homem.
O sufismo, historicamente, pode ser dividido em
períodos: antigo, clássico, medieval
e moderno.
Um dos fatos marcantes
do período clássico foi a crucificação
de Husayn ibn Mansur al-Hallaj, acusado de heresia,
em 922 d.C, após declarar "Eu sou
a verdade" ( declaração igual
a feita por Jesus)
Sufismo
na Idade Média
Foi na época medieval, entretanto, que
os sufistas aprenderam a disfarçar em poesias
complexas qualquer afirmação que
pudesse ser considerada um desafio à crença
do "Deus Único". Assim, só
mesmo os esclarecidos podiam decifrá-las.
Durante a Idade
Média, Abu Hamid al-Ghazzali (1059-1111)
afastou-se da vida mundana para empreender uma
busca por Deus. Seus escritos ajudaram a combinar
os aspectos heréticos do sufismo com o
islamismo ortodoxo. Em números, os sufistas
atingiram o auge na era moderna, entre 1550 e
1800.
Hoje, o sufismo
é, muitas vezes, praticado em segredo nos
países muçulmanos, enquanto na Índia
e em muitos países do ocidente ele comanda
um fiel grupo de seguidores.
Sufismo
nos Estados Unidos
Nos últimos anos, um ramo desta ordem,
a do xeque Nazim e do seu sucessor xeque Hisham
Kabbani, tornou-se muito ativa nos Estados Unidos,
não sem gerar controvérsia; para
os seus críticos o grupo presta um culto
de personalidade ao seu mestre que é contrário
aos ensinamentos do Islã.
Omar Ali-Shah
(1922 - 2005) empenhou-se em ensinar
a Tradição Sufi a mais de 2.000
discípulos, livremente organizados em pequenos
grupos por todo o mundo ocidental.
Ele foi um Sayed (descendente
do Profeta Maomé) que viveu e ensinou no
Ocidente. Era filho do Sirdar Ikbal Ali Shah,
irmão dos autores Sufis Idries Shah e Amina
Shah, e suas traduções do Gulistan
de Saadi e do Rubaiyyat de Omar Khaiyyam (em cooperação
com Robert Graves) revelaram para o Ocidente o
conteúdo Sufi destes livros.
Seus outros livros são: O Caminho
do Buscador, Sufismo para Hoje, A Tradição
Sufi no Ocidente e Sufismo como Terapia.
Após a morte de Omar Ali-Shah, seu filho,
Arif, assumiu a posição do pai.
Ligações
externas
Maktab
Tarighat Oveyssi Shahmaghsoudi (Escola de Sufismo
Islamico)
Ordem
Sufi Halveti Jerrahi no Brasil
Ordem Sufi Naqshbandi no Brasil
Ordem Sufi Alawiya no Brasil
Associação
Internacional de Sufismo
Quando o homem se confude com Deus - por Débora
F. Lerrer.
Movimento Sufi Internacional - site em língua
inglesa
“Haverá
um dia quando a humanidade acordará para
o fato de que a relação com D’us
é pessoal, ninguém pode ser intermediário
dela. Neste dia o amor universal tomará
o espaço ocupado pelo preconceito e pelo
egoísmo e pelas religiões, que apenas
separam os seres humanos de seu verdadeiro destino
e do plano do D’us Uno.”
Mago selaht
N.R.:
Para um melhor entendimento das relações
das ordens esotéricas orientais e/ou as
que tiveram origem no Oriente, devemos nos ater
ao fato histórico de que egípcios,
hebreus, árabes e persas eram povos semitas,
isto é, descendentes da geração
de Shem, filho de Noah (Noé).
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Palavras de sabedoria,
Máxima Hindu
*Enviada
por Jorge Bastos Carvalho
Escritor e profeta.
Aquele
que não sabe e não sabe que não
sabe, é um tolo. Evite-o!
Aquele que não sabe e sabe que não
sabe, é um estudioso. Instrua-o!
Aquele que sabe e não sabe que sabe, é
um sonâmbulo. Desperte-o!
Aquele que sabe e sabe que sabe, é um sábio.
Siga-o!
* autor do best-seller interpretando as Centúrias
de Nostradamus
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Enviado
por Nilson Victorino
DNA
e Mudanças Celulares
- estamos nos transformando em ÍNDIGOS
O
Dr. Berrenda Fox fornece evidências de mudanças
no DNA e nas células em seu artigo escrito
por Patricia Resch. Dr. Fox provou, através
de exames de sangue, que algumas pessoas têm
realmente desenvolvido novas seqüências
de A.
P.R.:
Berrenda, conte-nos um pouco sobre sua experiência.
B.F.: Eu sou doutorado em Fisiologia
e Naturopatia. Durante meu treinamento na Europa,
também estive envolvido com a mídia,
e ainda continuo, em filmes e gerenciamento. Como
você sabe, estou trabalhando com a Rede
de Televisão Fox, a fim de trazer um pouco
de entendimento sobre extraterrestres e seu papel
no que está acontecendo com a humanidade
no momento atual. Os mais conhecidos são
"Sightings" e "Arquivo X".
P.R.: Quais são as mudanças
que estão ocorrendo neste momento no planeta,
e como nossos corpos têm sido afetados?
B.F.:
Existem grandes mudanças, mutações
que não ocorriam, de acordo com geneticistas,
desde quando, supostamente, saímos da água.
Há alguns anos atrás, na cidade
do México, houve uma convenção
de geneticistas de todo o mundo e o tópico
principal foi a mudança no DNA. Nós
estamos fazendo uma mudança evolucionária,
embora não saibamos em no que vamos nos
transformar.
P.R.: Como está mudando o nosso
DNA?
B.F.: Todas as pessoas têm
uma hélice dupla de DNA. O que estamos
descobrindo é que existem outras hélices
que estão sendo formadas. Na hélice
dupla, existem duas seqüências de DNA
enroladas em uma espiral. Meu entendimento é
o de que iremos desenvolver doze hélices.
Durante este tempo, que parece ter começado
talvez entre 5 e 20 anos atrás, temos sofrido
uma mutação. Esta é a explicação
científica. É uma mutação
da nossa espécie em algo para o qual o
resultado final ainda não é conhecido.
As mudanças não são conhecidas
publicamente, porque a comunidade científica
sente que isso iria amedrontar a população.
De qualquer forma, as pessoas estão mudando
a nível celular. Estou trabalhando atualmente
com três crianças que possuem três
hélices de DNA. (O livro Surfista de Zuvuya
- José Arguelles fala sobre o os 3 filamentos
de DNA).
A maioria das pessoas sabe e sente isso. Muitas
religiões têm falado sobre a mudança
e sabem que ela ocorrerá de diversas formas.
Nós sabemos que é uma mutação
positiva mesmo que fisicamente, mentalmente e
emocionalmente possa ser mal compreendida e assustadora.
P.R.: Estas crianças estão
demonstrando alguma característica diferente
de outras crianças?
B.F.: Estas são crianças
que podem mover objetos através da sala
apenas se concentrando neles, ou podem preencher
copos com água apenas ao olhá-los.
Elas são telepatas. Você quase pode
considerá-las como parte angélicas
ou super-humanas, mas elas não são.
Eu acho que elas são aquilo no qual estaremos
nos tornando durante as próximas décadas.
P.R.: Você
acha que isso ocorrerá com todos nós?
B.R.: Parece que a maioria das
pessoas começaram alguma coisa para a geração
seguinte, dando a ela a capacidade de formar outra
hélice durante seu tempo de vida. Nossos
sistemas imunológico e endócrino
são a maior evidência destas mudanças.
Esta é uma das razões pelas quais
trabalho com pesquisas em testes imunológicos
e terapia. Alguns adultos os quais testei já
têm outra hélice de DNA em formação.
Alguns já estão em sua terceira
hélice. Estas pessoas estão passando
por uma série de mudanças em suas
consciências e corpos físicos, porque
estas duas coisas são na verdade uma só.
Na minha opinião, a Terra e todos que aqui
vivem, estão aumentando sua própria
vibração. Muitas das crianças
nascidas recentemente têm seus corpos magneticamente
mais brilhantes. Aqueles de nós que somos
mais velhos, e que escolhemos mudar, temos que
passar por diversas alterações físicas.
P.R.: O que provoca mudanças em corpos
nascidos com as duas seqüências de
DNA normais?
B.F.: A maneira mais fácil
de mutação em nosso DNA é
através dos vírus. Consequentemente,
os vírus não são, necessariamente,
maus.
Os vírus vivem unicamente em tecidos vivos.
Vírus de DNA como Epstein Barr e Herpes
não alteram a estrutura celular. O retro
vírus HIV não é um vírus
de DNA. Ao contrário de provocar mutações
no corpo, na verdade, ele o devora.
A maioria das pessoas que passa por este processo,
como que ressurgindo do outro lado, muda para
uma nova profissão, uma nova forma de pensar,
ou pelo menos, inicia um novo modo de viver. Embora
elas possam se sentir doentes, cansadas, ou algumas
vezes desesperançosas, isto é, na
verdade, um dom. Foi dada a elas a chance de mudar
sua estrutura de DNA e seu corpo para um corpo
mais saudável e brilhante, que pode mantê-los
na próxima geração. Os anjos
que têm sido vistos são sinais de
que estamos mudando. Eu entendo que temos até
aproximadamente o ano 2012 para completar este
processo.
P.R.: Que outras mudanças podemos
esperar?
B.F.:
Não ocorrerão doenças, não
precisaremos morrer. Seremos capazes de aprender
nossas lições não através
do sofrimento, mas através de prazer e
amor.
O sistema antigo desmoronou e isso não
poderia ocorrer sem uma grande luta. Então,
vocês têm guerras, várias formas
médicas de cura não estão
funcionando, o governo não está
agindo. Vários antigos paradigmas não
podem mais existir, embora lutando para manter-se,
mas não há dúvidas de que
tudo está mudando.
Aqueles de nós que escolheram viver neste
momento são precursores de quase praticamente
uma nova espécie. É humana, embora
estejamos ao mesmo tempo manifestando o paraíso
na Terra. Estamos recebendo ajuda extra de mestres
e extraterrestres, seres angélicos, e aprendendo
a entrar em nosso íntimo.
Quanto mais sejamos capazes de entrar e de ouvir
aquela voz silenciosa interior, mais estaremos
em sintonia com as mudanças que estão
ocorrendo.
P.R.: Quais são alguns dos efeitos
colaterais destas mudanças?
B.F.: Com uma mudança
celular, você irá algumas vezes sentir
como se você não estivesse aqui.
Você pode se sentir exausto, porque nós
estamos literalmente mudando células e
nos tornando novos seres. Como um bebê,
você pode necessitar de muito descanso.
Podem ocorrer sintomas como confusão mental
e não ser capaz de se concentrar em tarefas
rotineiras, já que fomos programados para
algo maior. São comuns sofrimento e dores
no corpo para os quais não haja nenhuma
causa específica.
Muitas pessoas sentem como se estivessem ficando
loucas. Se estas pessoas forem a um consultório
médico ortodoxo, é bem provável
que sejam medicadas com Prozac, porque não
saberão diagnosticá-las. É
difícil para a profissão médica
porque eles não estão habituados
a lidar com o corpo energético.
Porque os chacras estão relacionados ao
nosso sistema endócrino, as mulheres passarão
por mudanças hormonais. Poderão
chorar sem saber porque, já que chorar
libera hormônios. Muitas mulheres passarão
pela menopausa mais cedo porque estamos acelerando.
Os homens poderão ficar muito frustrados
com a exaustão já que estão
tão acostumados em serem ativos. Podem
sentir seu lado feminino aflorar porque este é
o lado intuitivo. A terapia emocional que tem
sido difundida nos últimos 20 a 30 anos
vem se acelerando com novas técnicas para
estas mudanças. Nós estamos atualmente
realizando um grande trabalho emocional em um
curto espaço de tempo que deveria, na verdade,
levar milhares de anos.
P.R.: Como você trata uma pessoa
que está passando por estas mudanças?
B.F.: Eu abordo o assunto pelo
ponto de vista de trabalhar cada pessoa individualmente
ao invés de tratar uma doença. "Doutor"
em latim significa educador. O único serviço
efetivo que você pode realizar como um verdadeiro
curador é o de fortalecê-las com
as ferramentas necessárias e lhes reassegurar
de que o que está acontecendo é
real e de que elas podem se curar e se libertar
dos sintomas "negativos" enquanto se
curam. Primeiro, eu solicito um teste imunológico
que não é realizado tradicionalmente.
É um exame de sangue laboratorial realizado
através de uma especialidade avançada
de pesquisa em laboratório. Então,
eu dou ao paciente as informações.
É mais ou menos como um mapa das mudanças,
para que eles tenham o poder da própria
cura. Eu não sou o curador mas apenas um
instrumento em seu processo de cura individual.
Ocorre um processo em cada pessoa quando olha
para seu próprio exame de sangue e que
vê o seu mapa e o que está acontecendo
em seu corpo, que causa algo como um clique no
subconsciente. A verdadeira chave é a de
que a pessoa toma a responsabilidade e faz o seu
próprio trabalho.
O que eu uso como ferramentas não são
comumente usadas. Eu uso várias Terapias
Orgânicas, que são um tratamento
glandular vindo da Europa, para preparar o sistema
hormonal para aceitar as mudanças no DNA.
Também uso homeopatia para trabalhar no
corpo energético, vitaminas, ervas e terapia
a laser frio. A terapia depende inteiramente das
necessidades individuais.
Muito do que eu faço me foi passado por
aqueles aos quais chamaria irmãs e irmãos
mais velhos que se foram antes de nós.
Eles são de outros sistemas solares de
onde todos nós viemos para ajudar a este
planeta nesta transição.
P.R.: Como você prevê a evolução
de seu trabalho?
B.F.: Eu encaro meu trabalho
como uma ponte ou transição. Ele
é tanto científico quanto artístico.
Curar é uma arte e uma ciência. Usar
apenas a ciência ou apenas a arte não
é suficiente para uma cura completa. Eu
não acho que serei um curador durante toda
a minha vida porque acredito que as doenças
serão eliminadas. Nós, como pessoas
conscientes, iremos eliminar as doenças
e sofrimentos.
DNA,
MUDANÇAS CORPORAIS E RECOMENDAÇÕES
Extraído
do artigo "A imagem superior" por Susanna
Thorpe-Clark
Nós
estamos sendo mudados fisicamente de seres basicamente
carbônicos com duas seqüências
de DNA para seres cristalinos com 1.024 seqüências
de DNA (eventualmente), porque apenas substâncias
cristalinas podem existir em níveis dimensionais
mais elevados.
Na verdade, estamos fundindo nossos corpos com
seqüências de DNA dos Sírios,
já que este formato é suficientemente
próximo ao nosso para que nos integremos
com relativamente poucos efeitos colaterais.
Não somos apenas nós, humanos, que
estamos mudando, mas todas as formas de vida na
Terra estão se tornando cristalinas. Todos
os peixes do mar, as flores e as árvores
em nossos jardins, as aves no céu, até
o seu cão ou gato de estimação.
Tudo está mudando. Nada irá morrer
ou ser destruído, já que estamos
todos nos movendo juntos para um novo estado de
ser.
Este novo estado de ser requer então, que
nós, fisicamente, mentalmente e emocionalmente
nos libertemos dos conceitos de 3a. dimensão.
Assim como na morte, esta libertação
corresponde à maior parte deste processo
de mudança, já que ninguém
poderá utilizar os valores antigo e modo
de ser em um completamente diferente pós-morte.
Portanto, a progressão através de
mudanças nos leva a nos libertar dos relacionamentos
atuais, empregos, carreiras, lares, posses, e
assim por diante, já que eles são
incapazes de suportar nossa nova forma de ser.
Não é surpresa, portanto, que haja
uma grande carga de ansiedade e medo sendo sentidos,
porque estas mudanças já estão
ocorrendo, embora a maioria das pessoas não
esteja consciente disto. Também, as mudança
em nossa forma de ser psicológica está
evoluindo rapidamente neste momento, e estão
ocorrendo muitos sintomas físicos temporários
em nossos corpos em conseqüência disto.
Algum deles são:
Sintomas semelhantes aos de gripe - temperatura
alta, suores, ossos e juntas doloridos, etc, mas
que não respondem a tratamentos com antibióticos.
- Fortes dores de cabeça - Dores severas
que não são aliviadas com analgésicos
- Diarréias ocasionais - Coriza ocasional
- Corizas que duram 24 horas, mas que não
sejam ligadas a resfriados ou alergias –
Vertigens - Ruídos no ouvido - Palpitações
no coração - Tremores em todo o
corpo - especialmente à noite quando relaxados
- Espasmos musculares - Associado a dores no corpo,
freqüentemente nas costas - Formigamentos
- nos braços, mãos, pernas e pés
- Perda de forças nos músculos -
nas mãos, causada por mudanças no
sistema circulatório - Dificuldades em
respirar ocasionais - e/ou percepção
de respiração mais pesada ou alta
quando relaxados - Mudanças no sistema
imunológico - Mudanças no sistema
linfático - Sensação de cansaço
- ou exaustão após mínimo
esforço - Necessidade de dormir - mais
freqüentemente que o normal - Unhas dos pés
e cabelos crescendo mais rapidamente que o normal
- Ataques de depressão sem motivos reais
- Nostalgia - e mais atenção a relacionamentos,
obtendo mais clareza em assuntos pessoais - Sensação
de grande purificação - Tensão,
ansiedade e altos níveis de estresse -
porque as pessoas percebem que alguma coisa está
acontecendo, mas não sabem o que é.
Alguns destes sintomas estão sendo sentidos
pela grande maioria das pessoas. Muitas estão
correndo, em pânico, para médicos,
quiropráticos, fitoterapeutas, e assim
por diante, e, normalmente, são informadas
de que não há nada de errado com
elas. E esta é a verdade, já que
todos estes sintomas são apenas temporários
e simplesmente indicam que estas mudanças
fisiológicas estão ocorrendo.
Algumas das recomendações indicadas
para alívio dos sintomas descritos acima
são: deixe o fluxo seguir, não lute
contra ele. Se você se sentir cansado e
exausto, descanse e durma bastante. Beba bastante
água, já que você está
se desintoxicando e se desidratando mais rapidamente
do que o normal. Para alívio da tensão
emocional e níveis de estresse, tome Valerian.
Fenugreek alivia o estresse no sistema linfático
e ajuda na desintoxicação. Para
alívio dos espasmos musculares, tome Valerian
e tente banhos de argila ou um demorado banho
de imersão no qual você adicione
uma xícara de sais de Epsom. Faça
isso diariamente.
Entenda que, se você está tendo palpitações
no coração ou dificuldades em respirar,
sintomas que correspondem ao seu chakra cardíaco
ou ao laríngeo, é porque os mesmos
estão sendo desbloqueados e que os sintomas
são temporários. Você não
está morrendo, apenas mudando!
De qualquer forma, não aceite somente a
minha palavra a respeito disto. Se você
está inseguro, procure ajuda médica.
Se você não sabe aonde conseguir
Valerian ou Fenugreek, tente uma loja de alimentos
naturais, ou, melhor ainda, simplesmente diga
o nome mentalmente quando necessitar de alívio.
Todas as energias de cura são transmitidas
através do som do nome e é tão
eficaz dizê-lo em voz alta ou mentalmente,
quanto ingeri-lo fisicamente.
Tente e confira. Peça aos seus anjos-guias
para ajudá-lo a aliviar qualquer dor. Eles
estão apenas aguardando serem chamados!
A maioria dos sintomas parecem durar algumas semanas
e, depois, se acabam. Alguns sintomas podem reaparecer
de tempos em tempos.
Estas mudanças não precisam necessariamente
ser experienciadas por todos ao mesmo tempo. Uma
pequena porcentagem dos adultos já terminou
a completa mudança para uma forma cristalina
e já possuem 1.024 seqüências
de DNA. Existem registros de uma mulher que cresceu
7 centímetros e teve seu pé aumentado.
Todas as crianças abaixo de 7 anos também
já completaram suas mudanças, ou
o farão brevemente. Bebês nascidos
nos últimos 2 anos já nasceram com
todas as seqüências de DNA. Algumas
pessoas estão apenas começando a
passar por estas mudanças e muitas outras
irão começar. Este processo de mudança
é conhecido como o Despertar, ou como o
Processo de Ascensão, ou como o desenvolvimento
da Merkabah, ou corpo de luz.
Nós precisamos transcender
nossos medos e aprender sobre o amor, amor verdadeiro,
que tem que começar em nós mesmos.
Porque até que consigamos amar e confiar
em nós mesmos, não poderemos verdadeiramente
amar ou confiar em nada ou em mais ninguém.
Nota
da Redação: O mago
Selaht acrescenta algumas explicações
que achamos pertinentes:
“Duas vezes ao ano, pelo menos, reunimos
nossos discípulos e outros interessado
para compartilharmos experiências em uma
“Oficina de Magia”. Uma das experiências
é o Ritual de Saudação do
Sol. Todos os participantes sentem e comentam
suas vivências quando fica evidente para
o grupo os que realmente tiveram pleno êxito
no exercício.
Antigo ritual egípcio, o da “Adoração
do Sol” ou “Saudação
ao Sol” praticado todas as manhãs
ao nascer do Astro Rei pelos membros da casa real
e o povo como um tido tinha como propósito
a iluminação dos chacras. A luz
solar entra pelos olhos, é decomposta em
7 cores do espectro luminoso. Essas sete cores
alimentam e harmonizam os sete chacras equilibrando
os sitemas ligados a cada um deles. Fitando fixamente
um raio de sol altera-se o estado de consciência
e o praticante vê o sol como uma esfera
na cor INDIGO. O faraó Akhenaton e seu
povo praticaram esse ritual intensamente e nunca
houve tanto desenvolvimento no Egito em todos
os campos.
No tratamento por cromoterapia, as pessoas iradas
são acalmadas se submetidas às vibrações
eletromagnéticas da cor INDIGO que afeta
a psique.
Em estudos de fotografia observamos as alterações
dos fotogramas expostos com a presença
de uma cor predominante. É interessante
ver essas fotos sob a influência do índigo.
Na clarividência,
observamos que pessoas com predominância
do vermelho em suas auras são de comportamento
agressivo que se torna menos irascível
à medida que a cor predominante da aura
vai se apresentando mais próxima do azul
tendendo para o INDIGO. Esse efeito pode ser comprovado
pela radiestesia. Um radiestesista experimentado
pode facilmente identificar a proporção
das cores de uma aura humana.
A presença das crianças índigo
mostra claramente o plano de D-US colocar na terceira
dimensão crianças que modificarão,
com sua presença, a raça humana,
com sua “predominância” crescente
e também por “contágio”.
Uma dessas crianças especiais está
hoje com 20 anos e tem a história revelada
no artigo “O Iluminado.”
Quando há predominância, acontece
o contágio decorrente dessa predominância.
Basta uma luz para que deixem de existir trevas.
Há uma evidência clara de uma mudança
de ciclo. Só o tempo mostrará o
novo “Paradigma” para a humanidade.”
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Infância
e adolescência
Enfrentamento
ou... cooptação?
Mago Selaht
Do livro Magia passo a passo, a escada
de Jacó
Quando a idade
e a dependência são constantes temporárias,
a tomada dessa decisão é dolorosa até
porque falta-nos ainda a fleuma que só a experiência
da idade nos ensina.
É impossível narrar sentimentos sobre
fatos ocorridos com outros, por isso conto os que fizeram
parte terrível de minha vida e foram inevitáveis
por dependerem de uma postura sem volta no caminho que
decidimos seguir, ou fomos induzidos a seguir.
Desde o nosso nascimento, neste segmento de vida, ocorreram
vivências que, acredito, marcaram significativamente
e tornaram meu crescimento mais rápido, ao menos
para mim, do que para os garotos da minha época.
A repressão do pai e a omissão
da mãe;
a sabedoria dos avós.
Os estados alterados de consciência.
Ainda que não os compreendesse mesmo com as explicações
de minha avó paterna. “A Velha Senhora”
se esforçava para fazer-me entender o que acontecia,
mas o todo era confuso e doloroso, não apenas
no campo mental, mas principalmente, no campo material.
O silêncio e o
abandono
Havia ocasiões em que via e sentia que
as paredes de meu quarto estavam se fechando como se
estivesse dentro de uma caixa. Fechava os olhos e tornava
a abri-los e as paredes lá estavam se apertando
nas seis direções constrangendo o ambiente
e fazendo com que sentisse que ia morrer esmagado. Fechava
os olhos e, no último momento, as paredes desapareciam
e via-me no meio do firmamento sem saber o lado de cima
ou de baixo, sem saber se caía ou estava imóvel.
Sem saber o que fazer, já que os “sonhos”
eram repetitivos, contava-os à minha avó
paterna, que era quem passava a maior parte do tempo
comigo. A velha senhora ouvia calada, esboçando
às vezes um leve sorriso, mas era só.
Contava também a minha tia Arthulieta (Lolola),
que era médium e vidente. Dela também
nada ouvia. Nenhum comentário, nenhuma pergunta,
nada. Por fim, contava a meus pais.
Também ele nada falava
Sem querer saber dos pormenores, meu pai pegava
o cinto, o relho ou vara de marmelo e me espancava para
que aprendesse que mentir é feio.
A “Velha Senhora” nada opinava e, omissa,
consolava-me dizendo que o pai tem todos os poderes
sobre o filho, pois o colocou no mundo, e tudo o que
fizesse CERTO ou ERRADO era para o meu bem e com a melhor
das intenções. Essa era a parte que na
época eu não entendia. Meu pai era ateu
e materialista, não acreditava em esoterismo,
espiritismo ou em nada que não pudesse pesar,
medir ou ver.
Minha mãe
Conversava comigo e tentava minimizar os atos de violência,
dizendo que meu pai fazia o que era certo, ou o que
sinceramente acreditava ser o certo. Era totalmente
submissa a meu pai e tinha medo de perdê-lo.
Estou contando essa parte tenebrosa e
sofrida deste segmento de vida, porque outras crianças
podem e devem estar passando pelo mesmo caminho e é
importante que os pais percebam que castigos e espancamentos
não são a forma adequada de agir.
Igualmente, psicólogos e/ou psiquiatras que não
tenham conhecimento esotérico vão tentar
resolver com drogas, (aconteceu assim comigo). Quando
os efeitos passam, além do mal-estar e vômitos,
os estados de consciência alterada vão
continuar acontecendo.
Sentia uma horrível
sensação de abandono e solidão
Passava por interrogatórios assistidos pela “Velha
senhora” e por tia Lolola, que nada diziam ou
faziam enquanto, entre bofetadas no rosto e ameaças,
era convidado a reconhecer que mentia e era um mau exemplo
para meu irmão mais novo, convidado a assistir
meu castigo para aprender a não mentir.
Durante as seções de
“educação” ouvia constantemente
uma frase que marcou mais que as pancadas “Vou
quebrar a espinha desse moleque. Vou mostrar quem está
no comando.”
O que me surpreendia era a omissão da
“Velha senhora” que acompanhava os acontecimentos
e nada fazia para mostrar a meu pai, seu filho, que
eu não mentia, sentia e vivia estados alterados
de consciência como acontecia com ela própria.
A avó materna
Zeferina era uma criatura maravilhosa. Tinha pouca instrução,
diante de meu avô médico. Ela só
tinha o primário, mas tinha uma letra linda parecida
com a de um calígrafo, e falava o português
corretamente. Quando era um bebê falava comigo
o dia inteiro, enquanto tratava dos afazeres da casa,
em Laranjeiras, na rua Cardoso Júnior.
Meu avô materno sabia ouvir e pouco interferia
com opiniões, mas sempre era objetivo e fazia
valer o que dizia.
O avô materno
Cuidava da saúde da família e acompanhava
meu desenvolvimento mais profundamente do que na época
pensava. Era uma pessoa de mente aberta, dizia que era
um “anarquista dentro da lei” acreditava
que o ser humano normal sabe muito bem o que é
certo e o que é errado e que essas informações
fazem parte do código genético, são
imprints na nossa memória. Fizera parte do corpo
de saúde do exército português e
participara das “Campanhas de Ultramar”.
Era condecorado por mérito na África,
onde, segundo ele, muito aprendeu com os “médicos”
tribais. Tinha por eles grande respeito, e trocava conhecimento.
Vendo, recentemente, sanguessugas sendo empregadas em
tratamentos hospitalares, lembro que essa foi uma das
técnicas alternativas que meu avô aprendeu
na África e já há muito usava.
Usava também ventosas e hemoterapia.
Era um homem bom. A maioria de seus pacientes não
pagava. Era um péssimo cobrador, dizia-se comunista,
achava que a Medicina devia ser obrigação
do Estado, que os médicos deviam passar por reciclagens
periódicas e avaliações de desempenho
para que o paciente tivesse certeza de que estava recebendo
o que era de mais indicado em cada caso. Seus colegas
o achavam perigoso e chato. Tinha seus próprios
instrumentos de cirurgia geral, que não emprestava
e mantinha prontos para uso.
O Maçom
Maçom filiado ao Grande Oriente do Brasil era
alquimista, herbalista e mago, praticava a radiestesia
e a iridologia com resultados surpreendentes.
Era considerado por meu pai péssimo exemplo,
porque mimava os netos a mim, principalmente.
Quando envelheceu, meu pai conseguiu sua interdição.
Embora sem bens, tivesse apenas uma pequena aposentadoria,
internou-o na Beneficência Portuguesa, onde trabalhara
e era sócio remido na juventude e onde veio a
falecer.
“Santo de casa não faz milagres”
Consultado sobre meu “problema”,
meu avô respondeu secamente: “muito mais
pessoas do que o Sr. meu genro pensa, sentem o que meu
neto diz. Ele é são. O cérebro
é uma caixa de segredos que os médicos
mal conhecem. As pessoas são o que são.
Mozart não podia ser medido pelos valores da
sua época nem pelos atuais. Há os que
possuem dons especiais. Imagine se o senhor fosse espancado
porque sofre de estenose da aorta”.
Foi o primeiro diagnóstico perfeito
e conclusivo da cardiopatia congênita de meu pai,
que muitos anos mais tarde, operado pelo doutor Adib
Jatene, em São Paulo, recebeu uma prótese
e viveu até a morte natural.
A previsão
Manoel, meu avô querido, era um homem de poucas
palavras. Era mais um bom ouvinte, falava cravando seus
olhos nos nossos, seus pacientes o adoravam. Para descrevê-lo
precisaria do espaço de um livro.
Marcenaria e equitação eram seus divertimentos.
Gostava de passear a cavalo e era ótimo ginete.
Como o falecido presidente João Figueiredo, conversava
com os cavalos que considerava mais amigos que os humanos
e era um entusiasta da Veterinária “os
veterinários são melhores médicos
do que nós, porque animais não falam”.
Certo dia apareceu-me com um malhete
de madeira, feito à mão. Perguntei, porque
não de ferro? Hoje sei a resposta. Usei um semelhante
na minha loja maçônica. “há
um tempo para tudo”.
Os Sinais
Ver e ouvir coisas, ver o futuro passar
quadro-a-quadro, ter as perguntas e dúvidas respondidas
como num novo filme, um zoom quadro-a-quadro, mostrando
cada dúvida mais de perto.
Se você, leitor, ouvir um apito dentro
do ouvido, sentir dificuldade em falar, sentir uma leve
compressão sobre os olhos sentir, o ar carregado
de ozônio, vir os objetos em cores vivas e transparentes,
você pode estar entrando em estado alterado de
consciência. Fique calmo, respire profundamente,
sente se e deixe que os Anjos façam o seu trabalho.
Você jamais estará só.
Pedido aos pais
Ser pai é uma dádiva, uma
benção, é a materialização
do poder de dar vida que nos faz semelhante ao Criador,
ao “Santo Bendito Seja Seu Nome”. Um filho
deve ser planejado, amado mesmo quando em vida uterina.
O pequenino ser sabe e sente que é amado. A criança
que é maltratada pode fugir de casa tornar-se
um revoltado ou, pior ainda, pode morrer, ser levado
ainda pequenino, para ser plantado em uma nova família
onde seja amado. Ouçam seus filhos, consultem
especialistas que baseiem seus pareceres em exames e
não em preconceitos.
Meu Anjo tem uma frase que bem
resume tudo isso “O Amor é a Chave do Universo”
Lembre o salmo “Entrega teu caminho ao Senhor,
confia Nele e tudo Ele fará.”
N.R.Veja também "Família Espiritual
ou Família Material?” neste site, em MAGIA
e “A Velha Senhora”, em ESOTERISMO.
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Alma gêmea, há magia
no amor?
Palestra para
familiares de iniciados e aberta ao público
Mago selaht, do livro Magia Passo a Passo, a Escada
de Jacó.
Incontáveis livros têm sido
escritos sobre esse tema. Pessoas questionam o que há
de verdade em cada um deles.
Creio, sinceramente, que há um pouco de verdade
em cada um desses livros, até mesmo nos que são
apenas opiniões de pessoas que nunca conheceram
o Amor ou que chamam aventuras sexuais de amor.
Clérigos pregam o celibato, mas não a
castidade já que praticam a pedofilia e a homossexualidade
às escondidas. Há os que dizem poder separar
as “personas” o padre e o pedófilo
ou o homossexual como “personas” distintas
em um mesmo. Sentem-se inteiramente à vontade
para serem orientadores espirituais de crianças
e jovens.
Estariam essas pessoas a altura de ministrar um sacramento
uma benção ou aconselhar casais em seus
problemas. Sinceramente não creio.
Não encontrei nenhum livro que espelhe uma verdade
absoluta sobre o Amor.
Não pretendo que este escrito seja considerado
como verdade absoluta. Sei que é do ser humano
colocar a sua experiência como verdade, rejeitando
as demais.
Espero, humildemente, que este escrito seja mais um
texto de reflexão para todos, mas, em especial,
para muitos que não têm a coragem de revelar
suas dúvidas e sentimentos com receio de responder
à sociedade, preconceituosa e metida a modernista,
mas que no íntimo do seu ser, está insatisfeita
com os resultados de sua vida a dois, buscando, na promiscuidade
e nas drogas, a solução para o desencontro
no plano do verdadeiro Amor.
Dou-me por satisfeito se puder esclarecer dúvidas
e sentimentos que são estrangulados por medo
do julgamento dos tempos, em nome da modernidade dos
costumes. Escrevo para os que confundem sexo com amor
a aos que têm vergonha de serem castos.
Há magia
no Amor?
No amor, sim. Há uma
reação física e química
cujos passos (etapas) são sempre repetitivos
em qualquer pessoa. Esses passos levam sempre à
mesma conclusão. Se a repetição
não pudesse existir não seria um ato de
magia, mas uma ocorrência sem controle no passo
a passo. As operações de magia têm
com característica poderem ser repetidas e chegarem
sempre à mesma conclusão ou resultado
final.
No ato sexual, não. Os
passos são repetitivos, mas as conseqüências,
não. A conjunção carnal pode ser
uma conseqüência, mas não representa
o amor completo. O orgasmo não representa sozinho
o amor, mas a reação a um estímulo
físico.
O Amor é bilateral e acontece
no plano espiritual, antes mesmo de se projetar no campo
material, da mesma forma que as doenças.
Tudo principia no campo espiritual, tudo que acontece
fisicamente depois é uma conseqüência
dessa ação que principiou no campo do
espírito, como a reprodução.
Também no campo do espírito, o
futuro ser escolheu sua família do plano
material. É, portanto, uma escolha do ser candidato
á reencarnação família material
com quem irá interagir modificar aperfeiçoar
ou resgatar karmas.
A reprodução
deve ser conseqüência de um ato de amor perfeito,
para que haja perfeita ressonância com a egrégora
dos pais e da família.
A criança desejada é
a materialização do amor dos pais, que
se faz carne e é o amor dos pais que nutre espiritualmente
o feto, da mesma forma que o sangue da mãe o
faz no campo material e o leite materno após
o nascimento.
A criança rejeitada, por
uma gravidez indesejada onde não há o
amor ou onde apenas o sexo é relevante, sente
esse desamor que pode trazer seqüelas como conseqüência
física da carência espiritual. Ao contrário,
a criança amada e aceita é tranqüila
e não apresenta, normalmente, problemas físicos
ou psíquicos.
Se a experiência do Mago servir-lhes para alguma
coisa, creiam, ou o amor é pleno ou a relação
é um mero ato mecânico e instintivo, como
nos animais, que se torna desagradável e provoca
sentimento de culpa e arrependimento, com pensamentos
como “desperdicei o meu amor” ou “sujei-me,
fui usado ou usada por uma pessoa que não amo.”
Outra pergunta freqüente que me fazem, com timidez,
e que é comum entre pessoas maduras, é:
Há realmente uma alma gêmea
da minha?
Sim, há mais de uma. Explico:
Os espíritos são evoluídos pelas
múltiplas encarnações em segmentos
que vão do nascimento até a morte. Cada
uma dessas personagens representa seu papel segundo
característicos comportamentais dos doze signos
zodiacais.
Nossos corpos físicos são cascas, invólucros
materiais que guardam dentro de si nosso espírito.
Esses espíritos (almas) têm vida eterna.
O que morre é essa casca material que se desgasta
na combustão das reações químicas
para manter a vida.
Ao morrer um ser humano vira Anjo?
Humanos jamais se transformam em Anjos, tornam-se Puros
ou Santos pelo aprendizado das inúmeras encarnações.
Os que não crêem na vida
após a morte perguntam: “Se os espíritos
são eternos e reencarnam, como explicar o aumento
da população do mundo?”
Da mesma forma que o embrião se divide em células,
s espíritos se multiplicam. O que acontece no
campo da matéria acontece igualmente no campo
do espírito. O princípio de Hermes, o
Trismegisto “O que está em baixo é
igual ao que está em cima” também
se aplica neste caso.
Engraçado é que, como os embriões
podem ser colocados sob o microscópio, e os espíritos
não, as pessoas acreditam apenas no que podem
ver.
Essa partição de um espírito puro
é que forma os novos espíritos, almas
gêmeas. Eva, a mulher de Adão, foi criada
como um clone de Adão quando a clonagem nem existia
como opção científica, Eva foi
feita de “uma parte de Adão”. Ver
em Gen. 2 vrss. 21 a 24.
As crendices, como os dogmas religiosos, estão
inculcadas no campo emocional e não no racional.
Fica difícil, portanto, entender essa explicação,
porque não faz parte do imaginário religioso,
a que as pessoas estão acostumadas, através
da massificação e da repetição
por várias gerações, através
dos séculos. É por isso que pessoas com
curso universitário como médicos, advogados,
professores, se ajoelham diante de estátuas sem
poder algum, mas que podem ser perigosas com a energia
adquirida pela prece, e pela impregnação
do toque.
São as crendices e as religiões que afastam
os homens do Criador e da Fraternidade que Ele deseja
para sua criação. Fraternidade é
convergência, religião é divergência.
Daí, as guerras religiosas.
Os espíritos podem não
desejar a reencarnação?
Os espíritos puros podem. Enquanto estiverem
reencarnando estão sendo aperfeiçoados
e não são ainda puros.
Há um arbítrio relativo, eles podem se
tornar Santos e não mais encarnar. (Entendam:
Santos não são feitos por decreto de nenhum
líder religioso, mas por vontade do Altíssimo).
E os anjos de guarda?
Quando os espíritos são partidos, novos
Anjos são criados para guardá-los. Não
só
Deus pode criar anjos. O homem também pode, pois
carrega dentro de si o poder divino. Assim, ele pode
criar anjos temporários para missões temporárias.
Esses anjos se extinguem após a missão
completada. Mas esse é um assunto para outra
matéria.
Os setenta e dois Anjos cabalísticos, que são
atributos de Deus, detêm o comando desse anjos,
que assistem a cada uma das criaturas de Deus em seus
momentos de necessidade específica.
Como e quando encontramos a nossa outra
parte ou alma gêmea?
Em diversos momentos de nossas vidas terrenas, os encontros
podem não dar certo por diversas causas, como
discronias: uma das pessoas é muito mais velha
(os espíritos bipartidos podem não encarnar
na mesma época) ou por questões da família
material, diferenças de cor ou credo religioso,
questões de desnível financeiro. Tudo
de ordem material e por questões preconceituosas.
O mago pode casar?
Pode e deve. A vida a dois, o acasalamento e uma coisa
natural o celibato é que não é
uma opção antinatural.
O mago é uma pessoa comum com
conhecimento incomum das coisas espirituais,
é um pesquisador do oculto, ou melhor, do que
vem sendo ocultado e distorcido, por pessoas ignorantes
ou de má-fé, infelizmente, por propósitos
que dizem serem nobres como a defesa das religiões.
Um exemplo é a crendice que os Maçons
cultuam um bode. Ou que o balandrau negro que vestem
internamente tem a ver com as trevas. Pura crendice.
E os padres que
usam batina negra? Estes sim, são da Luz?
Os dogmas religiosos atrapalham o Amor
impondo regras e costumes que fazem com que haja preconceitos
entre as famílias dos que se amam. A política
é outro alvo das religiões.
Na tradição Celta, Druídica ou
Wiccana, a mulher pode tudo inclusive ser prostituta
e é ela quem escolhe os parceiros; por isso,
não há ciúme ou cobranças
da sociedade. Daí a possível liberalidade
dos anglo-saxões, herdeiros dessa tradição.
O escritor Paulo Coelho em seu livro As Walquírias
fala de mulheres motoqueiras que circulavam pelo deserto
de Mojave e se prostituíam para arranjar dinheiro.
Elas são da tradição Wicca, onde
esse comportamento é natural.
Amor e religião
O Amor é um sentimento tão sublime que
não depende de nada, simplesmente acontece. As
religiões só atrapalham impondo regras.
Quando o casal se ama, a felicidade é a prova
material da bênção e os filhos sabem
quando os pais se amam.
Amor e salvação são pessoais, independem
das religiões e acontecem independentemente da
fé religiosa de cada um.
As religiões são invenção
dos homens para brigarem entre si e chamarem essas brigas
de “guerras santas”, como nas Cruzadas,
quando saquearam, estupraram e mataram em nome de Deus;
como na noite de São Bartolomeu e durante o Holocausto
e como hoje na Palestina.
A Capela Sixtina, no Vaticano, foi construída
com esse dinheiro coberto de sangue, (o saque das Cruzadas).
Desafio prova em contrário.
O mago não precisa de religião,
porque não está desligado de Deus, ao
contrário do que dizem, há uma profunda
religiosidade no mago, que sabe que há um Criador
e que há regras de convívio social e regras
de moral para que o caos não tome o lugar da
luz.
Leio a Bíblia e Livros Sagrados de Religiões
Diversas todos os dias, entretanto sem os antolhos que
as religiões impõem aos seus fieis e cegos
seguidores.
Há restrições no
casamento de quem almeja ser um mago?
Há, sim, algumas restrições no
casamento com um mago.
Esse é um assunto polêmico, controvertido,
onde a maioria (os errados no caso) tenta impor a sua
vontade e a sua maneira de entender sobre a verdade
e a tradição. Costumo deixar essa explicação
para os que já desejam seguir a senda da magia
e precisam optar, se desejarem alcançar a plenitude.
A habitação do mago é
um lugar consagrado, como um templo. É um lugar
de silêncio, meditação e oração.
O mago deve desposar uma virgem, o que está difícil
em nossos dias. Embora algumas tradições
dispensem a união estável ou casamento
e até permitam que tanto o homem quanto a mulher
tenham pluralidade de parceiros, não é
o caso da nossa tradição e não
dá bons resultados práticos.
Em nossa tradição, o mago até pode
ter uma outra mulher ou outras, mas não pode
coabitar com elas, viver na mesma casa, que é
um templo, mas isso não seria justo, pois seu
coração não pode ser dividido e
também porque isso daria o direito de as mulheres
também agirem da mesma forma, o que não
pode ocorrer porque prejudica o desempenho nos trabalhos
espirituais. As preocupações com a vida
conjugal instável atrapalham a missão
de servir á causa de Deus e à humanidade
que devem ser as premissas maiores do mago.
O casamento monogâmico é
o ideal para um lar de luz
O papel da esposa no casamento é importantíssimo
para o equilíbrio espiritual e material do Mago.
A mulher é o cálice divino da criação.
É na mulher que é gerado o feto e a mulher
que já traz no seu útero materno a partícula
divina que faz o ser em gestação semelhante
a
Deus e o liga a Ele, desde a concepção.
O amor é um sentimento divino, posto nos humanos.
Sem o amor não existe fraternidade, o amor ao
próximo ou o amor universal que os gregos chamam
de Ágape.
“O fato de crerem ou não nem nada altera
a verdade que não é sujeita às
opiniões das maiorias e não é democrática”
Encerro aqui a minha fala, meus amados irmãos
e irmãs, com uma frase de meu Anjo:
“O Amor e A chave do Universo”
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A
horta cercada da velha senhora
Uma iniciação no Herbalismo e na Medicina
Xamânica
Na casa centenária
da Ilha do Governador, onde morava a velha senhora,
muito antes das pontes serem construídas, havia
um pomar, um imenso galinheiro e uma horta de onde vinham
as hortaliças e legumes servidos à mesa
da pensão que minha avó paterna comandava.
Comandava é a palavra correta. A casa e seu perímetro
eram o território onde minha avó exercia
seu comando com mão de ferro, perícia
e ordem.
Entre os regulamentos, a maioria
era de escritos que ficavam emoldurados em lugares pertinentes
e de destaque, como os horários das refeições,
cardápio da semana e outros. Havia os não-escritos,
mas, igualmente, em vigor. Entre eles, os de acesso
à horta cercada vedado para todos.
A horta
cercada
Ficava no lado norte da casa, junto ao poço de
águas sempre cristalinas e que era um dos xodós
de minha avó, ocupava um terço da área
total da horta.
Era um local proibido principalmente para os netos e
as demais crianças que apareciam com os hóspedes
no verão.
Quando já havia descoberto o que a velha senhora
fazia na cozinha nas madrugadas, finalmente tive acesso
“oficial” à horta cercada.
Vovó Yedda me explicou que naquela parte da horta
havia plantas perigosas, plantas medicinais e plantas
venenosas. Eram plantadas sem a preocupação
de grupá-las por espécie de propósito,
para evitar a curiosidade e as pragas naturais.
As plantas serviam para remédios, ungüentos
e outras preparações que a velha senhora
fazia. Fiquei sabendo que algumas plantas venenosas
em quantidades mínimas eram remédios usados
para tratar doenças.
Havia também uma parte dedicada aos temperos,
salsa, gengibre e outras espécies que também
serviam como remédios.
Contou-me que fornecia ervas medicinais para um tal
de “Seu” Waldemar, que manipulava homeopatia
e precisava de plantas colhidas nas épocas certas.
Minha avó explicou-me que a horta cercada era
o lugar de onde tirava as plantas medicinais mais importantes
para as emergências e também as que usava
nos remédios da família. Para os outros
casos procurava as ervas mato adentro. Essas visitas
à mata passaram a fazer parte das minhas atividades
com a velha senhora.
Com a velha senhora aprendi a respeitar a natureza
e suas dádivas, alimentos e remédios.
Mais tarde, foi pensando na velha senhora que cunhei
as frases “Se queres ver a Deus, olha a Natureza
à tua volta”, “Olha-te no espelho,
Deus está dentro de ti” e “O homem
é uno com a natureza.”
Hoje, lembro-me do Livro Sagrado. “Há um
tempo de plantar , há um tempo de colher...”
Nunca soube que minha avó ficasse doente até
o dia em que caiu na banheira e foi hospitalizada e
de onde não mais voltou.
Quando ainda jovem, fora professora primária
em uma colônia de alemães em São
Sebastião do Caí, no vale do rio de mesmo
nome, no Rio Grande do Sul. Estava viúva e meu
pai era criança ainda. Já naquela época
mostrava ser uma mulher forte com características
de liderança e até um certo autoritarismo
construtivo. Não deixava nada para depois.
Seu conhecimento profundo da medicina herbácea
era um forte atrativo para as jovens senhoras dos colonos
alemães e descendentes que só falavam
o alemão, que freqüentavam sua casa e traziam
os filhos doentes para serem curados.
As portas sempre estavam abertas dia ou noite. Segundo
a velha senhora, quando Deus chama tem de ser atendido.
Descobri que a velha senhora tinha conhecimento profundo
das forças da natureza e dos meios naturais.
Produzia seus remédios observando as estações
do ano e as fases da lua.
Localizava água com uma forquilha de galho verde.
E essa habilidade era solicitada por novos vizinhos
quando desejavam abrir poços. Minha avó
nada cobrava, era uma habilidade vista com desconfiança
e eu notava que havia um certo temor, mais que um respeito
por esse conhecimento.
Horticultura natural em respeito à saúde
Já praticava a compostagem, aproveitando os resíduos
de alimentos, varreduras da horta e esterco do galinheiro
e da pocilga. Na sua horta não se usava nenhum
agrotóxico.
Nas refeições da pensão, as saladas
eram o ponto mais forte. Também os peixes e os
frangos caipiras do galinheiro próprio eram servidos
com freqüência.
Parte dos peixes eram o pagamento dos serviços
de mecânica e reparos que meu avô executava
nos barcos de pesca da colônia de portugueses.
Naquela época, o escambo era praticado com naturalidade.
Muito aprendi no tempo em que ela esteve em nosso plano.
Mas confesso que só depois de adulto passei a
entendê-la como merecia.
Os ensinamentos dela eram homeopáticos, mas constantes.
Descobri mais, havia um objetivo oculto.
Mago Selaht
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A
VELHA SENHORA
Mago Selaht
Do livro “Magia passo a passo,
a escada de Jacó"
Neste
dia do ano de 1950 teve continuidade uma experiência
que teria começado muitas vidas antes e que,
agora, inevitavelmente, tinha prosseguimento. Era o
destino tecendo sua teia inexorável, era mais
um ciclo de vida e conhecimento que recomeçava
ou continuava.
Morávamos no centro do Rio de Janeiro, mas meu
irmão caçula e eu passávamos as
férias na Ilha do Governador.
Estávamos numa casa que existe até hoje.
Aquela foi uma manhã diferente: eram mais ou
menos cinco horas da manhã quando notei um barulho
na cozinha. Eram os gatos, pensei. Como já estava
acordado, fui verificar.
A surpresa e a descoberta
A velha senhora estava lá cozinhando, não
sei o quê, em uma panela de ágata de uns
10 litros. Sentindo a minha presença, voltou-se
na minha direção e perguntou sorrindo:
“Por que não dorme mais um pouco? Está
cedo”. Respondi: “Posso ficar? Estou sem
sono”. A senhora atiçava a lenha no imenso
fogão de alvenaria com frente e tampo de ferro
fundido. Era nele que era feita a comida servida aos
hóspedes veranistas da pensão. Acenou
que sim, com um movimento de cabeça.
Fiquei olhando curioso. O feijão, como de costume,
ficava pronto de véspera, faltando apenas temperar.
O caldeirão de ferro ainda estava quente pela
manhã.
Vovó Yedda explicou, então: “estou
pondo ervas em decocção; é um dos
processos para extrair as substâncias medicinais
que uso em remédios. Essas que estou cozinhando,
como todas, têm o momento certo de serem colhidas,
quando estão na sua melhor fase de aproveitamento.
As raízes são sempre colhidas na minguante
e as folhas, na lua cheia ou nova”.
A viagem
A velha senhora e eu estávamos na barca, o único
meio de chegar ao continente, na época, com destino
ao centro da cidade do Rio de Janeiro.
Era uma aventura. Saíamos de casa bem cedo, após
o café da manhã, andávamos até
ao Cocotá, um local a cerca de 500 metros, onde
pegávamos o bonde para a Ribeira, bairro onde
se localizava a estação das barcas e de
lá, a barca seguia até a Praça
XV de Novembro, no continente. Gostava desse passeio
e ficava vendo os navios, os pescadores em suas traineiras
e os golfinhos que, naqueles dias, acompanhavam a lentidão
da barca.
O Mestre Waldemar
Chegamos a uma elegante sapataria na esquina das ruas
Uruguaiana com Sete de Setembro ou com a rua da Carioca,
não estou certo. Logo, chamaram um senhor magro
de terno preto, era calvo e tinha o cabelo colado com
gomalina. Era um tal de Waldemar. Aparentava uns setenta
anos e era um antigo funcionário elevado à
condição de sócio minoritário.
“Seu” Waldemar era um vidente e praticante
da doutrina espírita. Minha avó o tratou
com grande respeito, fez uma consulta sobre uns medicamentos
e recebeu um papel com anotações precisas.
Na saída, ao despedir-se, apresentou-me: “Esse
é meu neto mais velho”. “Seu”
Waldemar segurou a minha mão, olhou-me por alguns
instantes e concluiu: “Está na hora, o
menino tem o dom”, deu-me, então, um forte
abraço e disse: “Serás um grande
entre os maiores”.
A primeira experiência
social
Vovó Yedda levou-me para comer na elegante Confeitaria
Cavé. Estranhei, porque ela era muito “econômica”.
Foi uma surpresa inesperada. Ela, muito contente, falou,
então, que esse era um dia especial e que viera
conversar com seu Mestre e que esperava uma confirmação
sobre o que já sabia, mas que preferira confirmar
com o Mestre, que não era da família.
Assim, sentiria mais segurança para continuar
o que havia começado.
Nova descoberta
Voltamos, à tarde, logo após o almoço.
Deixamos as bolsas com pequenas compras e minha avó
levou-me até à horta, apontou para as
plantas e, em tom solene, disse: “Quando o Senhor
nosso Deus tirou a imortalidade de Adão e sua
mulher eles passaram a estar sujeitos às doenças,
que são espirituais, mas que, com o tempo, acabam
tendo reflexo no corpo físico”.
“Sou o que o povo chama de raizeira, curandeira
e de outras coisas mais.
Essas plantas foram deixadas por Deus para curar as
mais variadas doenças. Elas agem no corpo físico
e no espírito trazendo de volta a saúde
e a harmonia ao doente. Nunca pisei num consultório
médico, nunca precisei, sempre me cuidei com
remédios caseiros.
No passado, tínhamos muitos cuidados para não
sermos vítimas da perseguição,
trabalhávamos como parteiras, enfermeiras e em
profissões que nos permitissem ocultar nosso
trabalho principal.
Quando seu avô paterno, João, ainda era
vivo, eu não trabalhava. Com o falecimento dele,
fui nomeada professora da classe de alfabetização
numa colônia de alemães, em São
Sebastião do Caí, no vale do rio Caí,
no Rio Grande do Sul.
Foi o Doutor Getúlio Vargas, o Presidente da
República, quem me nomeou. Ele queria que todos
os colonos falassem o português.
O salário de professora era muito pequeno;
éramos muito pobres, mas a Mãe Terra nos
dava o sustento e as mulheres dos colonos eram generosas.
Imagine, eu era a pessoa mais importante da colônia:
era a professora e era recebida com a maior cerimônia
em todas as casas e convidada para todas as festas.
Foi o Presidente que pediu a bolsa de estudos para seu
pai no Colégio Marista, em São Sebastião
do Caí”. Seu pai era tratado pelos padres
na base das reguadas e da palmatória, que tinha
até nome - Santa Luzia. Ele odiava ser interno
naquele colégio, que era o único disponível
e com bolsa de estudos, por isso foi ficando por lá
e só vinha para casa de férias.”
“Minha casa era o centro
das reuniões
Havia, entre os colonos, um grande número de
mulheres que se dedicavam, como eu, ao cultivo de plantas
medicinais e à produção de remédios
e licores com plantas e raízes.
Reuniam-se em minha casa, com freqüência,
para contar suas descobertas e para cantar, dançar
e recitar poesias. Muitas canções eram
em uma língua antiga da qual só conhecíamos
algumas poucas palavras. Éramos jovens e felizes.
Sabíamos que éramos especiais.
Em 1980, encontrei-me com ex-alunos dessa velha e maravilhosa
senhora, a professora que virou lenda na colônia
de alemães de São Sebastião do
Caí, onde todos aprenderam o português.
E muitas mulheres eram chamadas Yedda,
como minha avó.
Visitei o velho Colégio Marista de São
Sebastião do Caí, onde Deus e torturas
eram parte do mesmo dia-a-dia. Fizeram de meu pai um
homem amargo, violento e agnóstico, que achava
que sua vontade era a lei e tudo o mais estava errado."
A revelação
Houve um tempo quando as pessoas, como a vovó,
eram queimadas em praça pública pelos
padres da Igreja Católica. “Éramos
chamadas de bruxas e nosso conhecimento atribuído
ao demônio.
Muito tempo, antes disso, um povo que vivia na Europa,
os celtas, conheciam os segredos das plantas medicinais
e eram capazes de saber que doença uma pessoa
tinha. Eram sensitivos. Com a chegada do cristianismo,
houve muita perseguição e morte. Passamos
a trabalhar nas sombras.”
“Guardo esse conhecimento antigo.
Essas plantas que são remédios e são
chamadas plantas medicinais estão aí na
natureza, eu as cultivo, entre as que são alimento
e as flores, respeitando a sua forma natural de crescer
misturadas entre si e em harmonia. Assim, minha horta
não tem pragas e os curiosos não percebem
os meus propósitos.
Essa horta faz parte da minha vida. Peço licença
para retirar qualquer plantinha e digo que será
usada para alimento ou remédio, para sustento
da vida com saúde. Elas ficam felizes de serem
usadas para nos alimentar e curar.”
O armário verde e a caixa
preta
Minha avó tirou uma chave e abriu o cadeado de
um armário rústico, pintado de verde,
que ficava em uma saleta escura entre a sala de refeições
e um escritório. No armário, dezenas de
vidros grandes e escuros. Esses são frascos que
contêm ervas medicinais em uma solução
alcoólica. Estão esperando, no escuro,(1)
envelhecendo, até o tempo certo de serem manipuladas.
A essa altura, eu já não entendia
mais nada, mas a Vó continuou as explicações
que eu haveria ainda de ouvir, repetidas ainda muitas
vezes.
Mostrou-me também uma caixa de cedro, preta,
ficava numa das mesas da sala sob o relógio carrilhão
trancada a chave, continha dezenas de vidros com homeopatias
em diversas diluições. “Essa é
minha farmácia básica para tratar das
coisas mais simples: diarréia, dores de estômago,
prisão de ventre, febre e outras indisposições
simples”.
Estava sendo instruído em uma das mais
antigas atividades, a de alquimista.
Uma família voltada para
o ocultismo
Dona Yedda, minha avó paterna, era casada em
segundas núpcias com um engenheiro politécnico
alemão. Chamava-se Willy, luterano, de mente
aberta, gostava dos meios naturais. Tinha duas irmãs,
minha tia Arthulieta (Lolola), que era parcialmente
cega, era separada do marido, um coronel da Brigada
do Rio Grande do Sul, era a mais nova. Minha tia e madrinha
Albertina (Betina ou Dinda), viúva de um rico
empresário e fazendeiro, a mais velha das três.
Todas espiritualistas e videntes.
Mais tarde, vim a saber que também eram
discípulas do mesmo Mestre Waldemar.
Vozes e visões
Desde pequeno me surpreendia vendo e ouvindo vozes insólitas.
Tinha febre alta, aterrorizado com o que via e ouvia
sem entender porquê.
Minha avó e tias também viam e me consolavam.
Contava a meus pais, meu pai me espancava e me privava
da liberdade para me ensinar a não mentir. Costumava
dizer “Vou quebrar a espinha (vontade) desse moleque”.
Minha avó e minhas tias não interferiam.
Respeitavam o que meu pai chamava de “dar educação”
e achavam que o pai tem total poder sobre os filhos.
Eu era espancado todos os dias para aprender a ser humilde
e obediente e a respeitar os mais velhos. Era proibido
de chorar; caso contrário, seria espancado até
parar de chorar.
Minha mãe era igualmente omissa, amava meu pai,
que a tratava com desdém e volta e meia ameaçava
abandoná-la.
Foi nesse clima de sofrimento desnecessário
de intolerância que iniciei meu aprendizado.
Meu pai era funcionário do Ministério
da Aeronáutica e minha mãe funcionária
pública do Ministério da Saúde.
Trabalhavam o dia inteiro e só voltavam para
casa na barca das 18 horas.
Durante o dia, minha avó, em segredo, me tirava
do quarto onde ficava preso e me ensinava o que era
necessário para minha “futura missão”.
Outro segredo e grande surpresa
Mais tarde, já morando no centro do Rio de Janeiro,
descobri outro grande segredo: meu avô materno
também estava envolvido com o ocultismo. Era
um iniciado maçom e mago. Médico em Portugal,
imigrou, contratado por um hospital português
no Rio de Janeiro. Já estabelecido, mandou buscar
minha mãe e minha avó materna. Dele recebi
as mais importantes instruções e apreendi
o significado do amor irrestrito e da caridade sem esperar
retorno. Era um homem de Deus dedicado à ciência
e ao conhecimento arcano. iridólogo e
alquimista, seus diagnósticos eram precisos,
sua dedicação aos doentes e aflitos, incansável.
Morreu pobre, trabalhando até o ultimo dia de
vida no hospital onde estava internado como paciente.
Entre seus clientes famosos estavam os cantores portugueses
Esther de Abreu, Amália Rodrigues e Francisco
José. Os diretores da Construtora Silva Cardoso,
os sócios da Casa Carvalho de secos e molhados
e a família Seabra são alguns de que me
lembro.
Aprendi com meu avô que a aposentadoria só
é concedida por Deus quando julgar que “nossa
missão está terminada”. Até
lá, devemos estar de pé e à
ordem para seu serviço.
Morte e Glória
Não tive a necessária coragem de vê-lo
morto, mas estou certo de que foi recebido no Oriente
Eterno, de onde peço que me dê a sua bênção.
Ouvi a sua voz repleta de amor ainda uma vez. Foi na
minha iniciação como maçom, no
mesmo lugar onde antes de mim, meu amado avô havia
dado seus primeiros passos a serviço da Arte
Real.
Outra voz
A voz de um amigo de infância na Ilha do Governador
se fez ouvir naquele momento de alegria, quando derramei
lágrimas de saudade, como agora, escrevendo essa
parte da história de minha vida. Era a do Doutor
Carlos Alberto Campagnac Ferreira, que vim, a saber,
mais tarde ser um irmão da minha loja maçônica.
Na época, já Delegado de Polícia
atuante, íntegro e respeitado.
Essa foi outra experiência inesquecível,
neste segmento de minha vida.
Foi nesse cadinho de emoções, que vivi
e dei os primeiros passos em meu caminho do aprendizado
em busca da luz.
N.A (1) envelhecendo
no escuro, a luz interfere prejudicialmente no processo.
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O
APRENDIZADO PELO EXEMPLO
M. Selaht
do Livro "Magia passo a passo,
a escada de Jacó"
A
Mudança para o Centro do Rio de Janeiro
Estava
com exatamente quatro anos, quando minha família
mudou-se para a Rua Riachuelo, no centro do Rio de Janeiro.
Era uma das artérias principais do centro. Por
ela passavam os trilhos dos bondes, que íam em
direção aos Arcos da Lapa, um antigo aqueduto,
que hoje é tombado e serve de ponte por onde
passam os bondes que ligam o Largo da Carioca ao bairro
de Santa Teresa.
Foi por esse tempo que passei a ver a Velha Senhora
somente nos fins-de-semana e nas férias escolares.
Foi
também quando aprendi, na prática, o significado
da palavra saudade.
O engenheiro Willy
O marido de minha avó teve também grande
influência na minha “preparação”.
Recebi das suas palavras conceitos e valores que foram
e são muito significativos. O pouco que falava
em tinha qualidade e precisão. É dele
essa definição do Brasil. “O
Brasil é um país engraçado, é
o único no mundo onde os ângulos retos
têm mais ou menos noventa graus. Ouvi esse absurdo
de um engenheiro, no resto do mundo eles têm mesmo
noventa graus”.
O Brasil é maravilhoso
“Na Alemanha os aprendizes pagam aos mestres
para serem ensinados e moram no local de trabalho, nada
recebem como pagamento. O Brasil é um país
de generosidade onde eles são pagos para aprender.
A hierarquia não existe para humilhar, mas para
estimular o crescimento e o aperfeiçoamento de
cada um. Quando um erra, a culpa é sempre da
equipe e do supervisor que não estava atento
para evitar o erro. Tudo que é fabricado, pode
ser consertado; é uma questão de custo
e competência”.
Essas são algumas das palavras que me fizeram
pensar de forma objetiva e dinâmica. Aprendi o
lugar das coisas e a ordem natural. Havia uma
conspiração para o meu aprendizado.
A
conservação da matéria
A Velha Senhora, sempre respeitosa, raramente opinava
ou discordava do marido, mas, quando o fazia, sua vontade
acabava por ser acatada. Era uma “mestra em economia”.
Com ela aprendi o verdadeiro significado da lei
da conservação da matéria de Lavoisier.
Com ela, nada era desperdiçado, tudo era aproveitado.
“O que sobeja para uns falta para outros”.
Ponha no seu prato o suficiente para suas necessidades,
não deixe sobras.
Cada tempo era aproveitado para aumentar o meu conhecimento
nos campos que ela dominava. Aprendi a fazer
sabão com o sebo que era retirado inteiramente
das carnes.
Aprendi a fazer velas, porque as velas usadas
em magia devem se de cera de abelhas ou de sebo de carneiro.
Aprendi a amanhar a terra; “é
porque a terra revolvida manualmente dá melhor
colheita. Quando revolvemos a terra interagimos com
ela, acontece a impregnação de nossa energia
com a energia da terra. Essa terra dá melhor
colheita, os espíritos da terra vão
ajudar para que as plantas cresçam sadias e nutritivas”.
Aprendi a preparar remédios com as ervas
da horta medicinal que mantinha. Vejo hoje serem feitas
“descobertas” com plantas que já
eram dela há muito conhecidas. Como os múltiplos
usos da Babosa (Aloe Vera e Aloe Barbadensis)
do alho (Allium Sativum) e do popular Alho
Poró (Allium Porrum).
A velha "Wicca" era
um rio de conhecimento
À noite, invariavelmente, ouvia as novelas preferidas
no rádio valvulado, moderníssimo para
a época, e ia se deitar cedo, “dormia com
as galinhas”, como dizia. A melhor parte do dia
estava entre as novelas e o quarto. Dormia na cama ao
lado dela e era nesse momento em que repassávamos
o aprendizado do dia que ela me dava mais atenção,
ouvia minhas perguntas e provocava as respostas, forçava
mesmo as minhas conclusões. Terminada a conversa,
tomávamos um chá de cidreira, rezávamos
e íamos dormir até mais ou menos as cinco
da manhã quando a velha senhora assumia seu posto
de dona da pensão e supervisora ativa do café
da manhã entre “outras coisas mais”.
O tempo do aprendizado, o plantio
e a colheita
A Velha Senhora vivia pelo relógio, o relógio
biológico. Olhava para o céu e dizia:
“É, vamos ter chuva pela madrugada”,
ou, “são quinze e trinta, leve lanche
dos mecânicos, depois vá buscar o jornal
(edição da tarde) e recolha as galinhas
na volta.” Antes de cumprir as ordens, costumava
olhar meu relógio de pulso, presente de minha
“dinda”; estava exata na hora, incrível!
O calendário lunar
“Esse calendário que usam hoje é
ilógico, chama-se Gregoriano. Foi inventado por
uma besta que queria contrariar a vontade de Deus”.
Como assim, vovó? “Esse calendário
é solar. O certo é o calendário
lunar, que tem 13 meses. Trocaram pelo de 12 meses,
como o que é usado hoje. Pelo calendário
antigo, o lunar, o plantio e a colheita acontecem sempre
na mesma época. O calendário solar é
ilógico. Nós usamos sempre o calendário
lunar, que regula os plantios e colheita e as gestações
dos animais e seres humanos com precisão. A natureza
pulsa como o coração humano, há
momentos de repouso, momentos de trabalho, há
um tempo para tudo. Nossa vida tem um tempo, temos de
usá-lo da melhor forma possível para nossa
missão e para agradar ao nosso Criador mostrando
nossa boa vontade a Seu serviço”.
O
“Tempo de Partir”
A velha casa da Ilha do Governador requeria reparos
e trouxe minha avó para morar conosco, pois seu
marido havia desencarnado. A oficina mecânica,
fechada, há muito havia sido saqueada pouco a
pouco pelos empregados, mas a velha senhora relutava
em sair de perto de suas amigas, as plantas, de tantas
décadas. Só concordou quando prometemos
que iria lá regularmente para visitá-las.
A família costumava passar os fins-de-semana
lá.
Tudo isso, a Velha Senhora assistia sem nada reclamar.
Não tinha o menor apego às coisas materiais,
embora cuidasse delas com muito zelo.
Uma queda, durante o banho, provocou um sangramento
dentro do crânio e levou a Velha Senhora para
junto de seus antepassados. Nesse breve tempo, minha
esposa ia diariamente ao hospital e sua dedicação
ajudou na difícil tarefa de cuidar de seus últimos
momentos, quando, à medida que subia a pressão
intracraniana a Velha Senhora perdia as lembranças
a fala e entrava em vida vegetativa até o óbito.
Em nenhum desses momentos minha avó amada reclamou,
manteve sua altivez e dignidade até a perda total
da consciência. O mais triste é que poderia
ter sido salva. O hospital entrou em greve no dia em
que ela chegou e os procedimentos foram sendo adiados.
Quando a greve terminou, o quadro clínico já
era irreversível.
Durante o tempo em que esteve lúcida, no hospital
da Santa Casa de Misericórdia, ainda tentou passar
a minha esposa e a mim seus tesouros de sabedoria. Deixou-nos
em matéria por um breve tempo, para ser nossa
mestra e irradiar sua luz, seu amor irrestrito no “Oriente
Eterno”. “Há, meu neto,
um tempo para tudo, tudo está escrito no Plano
de Deus, verás e saberás”.
Ouço suas palavras agora mesmo em meu cérebro
e as lágrimas me escorrem pelo rosto.
Aprendi
a conhecer o que significa a palavra saudade.
N.R. O autor usa a expressão Velha Senhora
para evitar usar o nome de pessoa falecida, o que corresponde
a uma chamada e é prejudicial aos mortos. Também,
pelo mesmo motivo, não se fazem orações
pelos mortos após o ato fúnebre. Chamar,
orar ou acender luzes pelos mortos é um ato de
desconhecimento prejudicial a mortos e vivos.
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