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Bem Vindo ao Portal da
Sabedoria. |
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Será
que o Homem chegou à Lua?
Taveiros
“Um
pequeno passo para o homem, um grande salto para
a humanidade”, Neil Armstrong.
No dia
20 de Julho de 1969, o homem pisou pela primeira
vez o solo lunar, mas terá pisado
realmente? Há muitas pessoas que dizem
que não. Tudo não passou de uma
armação da NASA para iludir o mundo,
mostrando que os americanos foram os primeiros
a pisar a Lua.
São várias
as teorias que dizem que o homem não foi
à Lua, e um dos grandes motivos para os
Estados Unidos terem elaborado esta mentira, foi
a competição que existia entre os
EUA e União Soviética, um clima
conhecido como Guerra Fria. Após a União
Soviética ter dado início à
exploração espacial, com o lançamento
do Sputnik, a América enciumada decidiu
ir ao encontro do satélite natural do nosso
planeta. Muitas são as provas que desmentem
os Estados Unidos, afirmando que a América
nunca pisou em solo lunar. Existem várias
fotografias com sombras em várias direções,
sendo que a única fonte de luz deveria
ser o Sol, também a falta de estrelas no
fundo das fotografias criam dúvidas já
que, com a ausência da atmosfera, as estrelas
tornam-se mais brilhantes. Em centenas de fotografias,
vê-se pegadas dos astronautas na Lua, mas
sem oxigênio e humidade é difícil
que haja a formação de pegadas.
Uma outra prova que diz que o homem nunca pisou
na lua é o fato de em 1969 era impossível
manter uma conversa em tempo real entre os astronautas
e a NASA, tecnologia que ainda hoje não
existe. A prova mais marcante da chegada do homem
à lua é a colocação
da bandeira americana no solo lunar, onde fica
tremulando ao vento, só que, na Lua não
existe vento porque não há atmosfera.
Com todas estas provas concluíram que os
Estados Unidos não pisaram o pequeno satélite,
foi tudo montado no deserto do Nevada, que, em
vários locais, tem uma enorme similaridade
com a aparência das fotografias que teriam
sido tiradas. Todo o material teria sido levado
para o estúdio onde foram realizados efeitos
especiais no filme e fotografias. Segundo muitos
defensores desta idéia de conspiração,
toda esta falcatrua teve um grande mentor, o Presidente
Richard Nixon, isto porque foi o único
Presidente que vivenciou em apenas três
anos, todas as seis supostas viagens do homem
à Lua, entre 1969 e 1972. Após a
sua saída do poder, estranhamente nunca
mais nenhum astronauta realizou a viagem.
Dá que pensar, se a célebre frase
de Neil Armstrong “um pequeno passo para
o homem, uma grande salto para a Humanidade”,
tem algum fundamento?
N.R. É lamentável
o questionamento sobre assunto de tanta significância
científica e política.
A História vem evidenciando que
o estado policialesco americano vem desempenhanho
triste papel interferindo em questões de
política interna de Países e militarmente
em Estados Soberanos, a pretexto de defender o
povo.
A péssima diplomacia dos americanos do
norte, sempre perdeu para a política do
“BIG STIC”, uso da força, como
justificativa para seus fins políticos
duvidosos, mas, economicamente, claros. Como acontece
agora na política de Internacionalização
da Amazônia, sob alegação
de preservação dos povos indígenas
e das florestas.
Defensores dos “direitos humanos”
são os que mais os violam em campos de
prisão e tortura, que são mantidos
dentro e fora dos Estados Unidos, onde submetem
prisioneiros indefesos a humilhações
e atos de torpe covardia, já filmados e
revelados para o mundo;
O culto à imagem de heróis imbatíveis
dentro do falso paradigma Holliwoodiano da-lhes
a sensação de poder e invencibilidade.
Para manter a imagem de superiores, como o foi
para os Nazistas, tudo é possível
até a fraude científica.
As leis da física apóiam o questionamento
do autor.
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Texto enviado por Alexandre Silveira
Casemiro
Parece
que toda a ficção científica
está se tornando realidade - está
cada vez mais difícil acreditar em impossibilidades...
Há uns 40 anos houve
um livro do então chamado realismo fantástico,
denominado Planeta das Possibilidades Impossíveis
(de Louis Powels e Jacques Bergier), que especulava
sobre progresso das ciências, em especial
da Física. Essa proposição
já vem da década de 40 do século
passado. Dado o atual progresso da ciência
e tecnologia vemos que ainda devemos estar engatinhando...
o impossível não existe. E a Nanotecnologia
?!?!?
N.R.: imaginem
o helicóptero, as aeronaves diversas, os
caminhões, todos esses meios de transporte,
sem atrito e sem as propulsões convencionais.
Seria essa a forma usada para deslocamento dos
OVNIs?
EFEITO
DE LEVITAÇÃO criado em laboratório
Parece que a ficção
está se tornando cada vez mais próxima
da realidade: um grupo de cientistas da Universidade
de Saint Andrews (Escócia) conseguiu simular
o efeito de levitação, descobrindo
como fazer objetos flutuar em pleno ar, ao basearem-se
na manipulação de um efeito que
induza a atração entre dois corpos,
chamado Efeito Casimir. Esse
efeito é responsável, por exemplo,
pela aderência da lagartixa em diversas
superfícies. Pesquisas mostraram que, com
materiais de certa permissividade e permeabilidade
ou com uma certa configuração, o
Efeito Casimir pode ser repulsivo, pois os físicos
descobriram, utilizando-se de lentes especialmente
construídas, como reverter o efeito para,
ao invés de atrair, repelir objetos. Isso
abre um leque enorme de possibilidades, desde
o melhoramento dos trens com trilhos magnéticos
(trem-bala) que funcionam praticamente sem atrito,
comuns no Japão, até a invenção
de várias máquinas, que teriam sua
dinâmica totalmente alterada com peças
e mecanismos que podem usar a flutuação.
Os cientistas esperam utilizar a técnica
primeiramente para reduzir a fricção
em nanomáquinas e já estão
inventando maneiras de “ligar e desligar”
a força de atração e repelência,
um fator chave par fazer com que o maquinário
nanométrico trabalhe sem atrito. Dr. Thomas
Philbin, pesquisador do projeto, afirmou que até
o momento o processo só pode ser realizado
com pequenos objetos, mas estuda a possibilidade
futura de aplicação em objetos maiores
e até em pessoas, pois o efeito das lentes
é poderoso e abre a possibilidade de que,
futuramente, alguém levite de modo totalmente
controlado. Quem sabe se não está
longe o dia de possuirmos dispositivos especiais,
como sapatos flutuadores, que nos façam
levitar? Estes pesquisadores podem estar no processo
demudar o mundo. Que a força esteja com
eles!
Veja
o vídeo.
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Ciência
e Esoterismo
Existe possibilidade de convivência?
Qual é a mais importante?
Por
Flavio P. Ramos.
Professor universitário, editor deste
Portal.
Na qualidade de professor do terceiro grau, cabe-me
a responsabilidade de multiplicador: o compromisso
com a verdade, a apresentação dos
temas de estudo de forma isenta, sem usar maneiras
de persuadir, mas preferindo o raciocínio
lógico e a razão, abandonando o
campo emocional e passando ao largo das ideologias
políticas e religiosas.
Há uma natural resistência às
mudanças. Sempre que uma idéia ou
fato novo ocorrem, há grande dificuldade
até na apresentação desse
novo fato.
O desconhecimento do significado da palavra fato,
que sempre é real, por si só já
representa bem a dificuldade semântica e
filosófica desse entendimento. Exemplifico:
“Essa história é baseada em
fatos reais”. Por acaso existem fatos fictícios?
Engolimos essa asneira sem nos darmos conta, sempre
que vemos um filme. Um colega de universidade
tornou-se meu inimigo porque levantei essa questão.
É
anti-científico julgar uma hipótese
sem antes experimentá-la (testá-la)
É o que ocorre em platéias heterogêneas,
quando pessoas têm uma opinião formada,
que julgam ser verdadeira ou eficaz, não
aceitam a nova tese mesmo que comprovada a hipótese.
Democracia é forma de governo não
e forma de avaliação de hipóteses.
Não raro, platéias amadoras se unem
para condenar uma hipótese comprovada,
simplesmente porque não é a que
lhes agrada ou aquela à qual estão
acostumados, ou por contrariar tradição
familiar ou social.
É anti-científico não acompanhar
o progresso avaliando a hipótese como parte
envolvida e não como cientista que refaz
o experimento para verificar o seu conteúdo,
ou se é uma forma mais eficaz de resolver
um problema.
No primeiro caso, uma nova alternativa de solução,
no segundo, uma forma mais eficaz, portanto não
alternativa, já que a velocidade ou a segurança
são fatores significativos nessa segunda
forma.
Há também o medo de sair do “bolo”,
do grupo de pessoas que cooptou em determinada
hipótese para um universo novo. Exemplo:
“Os extra-terrestres são mais evoluídos,
portanto, suas intenções são
boas.” É uma premissa falsa, no entanto
considerada verdadeira. O fato de serem mais evoluídos
não os torna bons ou maus. Na Segunda Guerra
Mundial, um cientista e médico alemão
chamado Joseph Mengele fazia experiências
abomináveis com seres humanos, principalmente
judeus, com o pretexto de melhoramento da ciência.
Há também o medo do desconhecido;
entretanto, sem experimentação não
haverá comprovação ou não
da hipótese e o risco é sempre inerente
à pesquisa e impossível de ser evitado,
mas aceitável em ambiente sob condições
controladas.
O
papel do multiplicador
Admitindo-se que o multiplicador, palestrante,
professor, orador apresente uma idéia que
não é do conhecimento do grupo,
isso não significa uma rejeição
ao grupo ou às teorias aceitas pelo grupo,
mas apenas um esforço de demonstrar um
fato novo.
Como
agradar a qualquer platéia
Em nossa formação básica
em comunicação, isso é muito
fácil, basta conhecer o grupo e dizer o
que o grupo espera ou quer ouvir, elogiar os presentes
por seu conhecimento, agradecer por sua atenção
acrescentar uma parte insignificante ao conteúdo
e se possível distribuir brindes.
Desta forma, o objetivo de ser querido e de agradar
seria plenamente satisfeito. É assim que
agem os políticos desonestos. Através
de pesquisa, descobrem o que o povo quer e dizem
que vão fazer e melhor que os concorrentes
e distribuem brindes e promessas de cargos de
confiança, se eleitos.
Há ocasiões em que é preciso
mostrar e comprovar uma hipótese para que
essa mesma hipótese seja aceita e, mesmo
assim, por alguns, os de mente científica.
Os que têm a coragem de mudar, de admitir
que há uma melhor forma de atingir o propósito
esperado.
Os grupos de pressão, entretanto, não
deixam de se fazerem presentes, fazem parte da
regra do jogo.
Essa é a razão de, em foros elevados
como a Escola Superior
de Guerra, os oradores falarem
e após a fala não haver debates.
O orador tem a seu dispor os meios e pode discorrer
sobre o tema de forma completa levantando a hipótese
e demonstrando-a de forma a comprovar a sua tese
(tese é definida como comprovação
de uma hipótese).
A cartelização da ciência
que se fecha e é corporativista, atrapalha
o progresso e as novas idéias como ufologia,
vida após a morte e o estudo das religiões
que passam pelos teólogos. Isso ocorre
com mais freqüência em países
do terceiro mundo. Talvez por isso sejam terceiro
mundo.
Não esquecer que os médicos prescreviam
sangrias a pacientes feridos (para remover o sangue
ruim) e os senhores cardeais, representantes do
poder dominante, acreditavam, acima da ciência,
que a terra era quadrada; daí a expressão
os quatro cantos do mundo.
Lembro-me bem da frase de um ex-Ministro da Aeronáutica,
já no Oriente Eterno, “Veja só
o Alberto Santos Dumont, é Marechal do
Ar, mas não poderia nem ser oficial da
FAB porque não cursou a Academia da Força
Aérea-AFA e muito menos construir aeronaves
sem a supervisão e aprovação
de um engenheiro aeronáutico! Não
é uma loucura? Imagine Sócrates
e Aristóteles: jamais seriam professores
de Filosofia no Brasil, não eram formados
em Filosofia.”. Tive a honra de conviver
quando menino com essa criatura cultíssima
e boníssima que foi Vasco Alves Secco,
um exemplo de vida.
É por isso que evito falar sobre temas
esotéricos na qualidade de professor e
adoto um nome templário. Esse nome é
o divisor de águas entre a ciência
e o esoterismo, que a meu juízo podem e
devem interagir para o progresso e o bem da humanidade.
Que Deus abençoe os que buscam a verdade
e nela o progresso para a elevação
da raça humana, única semelhante
a seu criador e por Ele dotada de poder para mudar
o mundo segundo sua vontade.
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Fonte: BBC Brasil
19.09.05
Trabalho
publicado na Science indica que ciclones estão
mais fortes e mais freqüentes.
Furacões
estão se tornando mais potentes, diz estudo.
A força dos furacões vem aumentando
nos últimos anos, indica um estudo feito
nos Estados Unidos que analisou ciclones desde
que eles começaram a ser registrados por
satélite, há 35 anos.
"Um
grande aumento foi visto no número e na
proporção dos furacões de
categorias quatro e cinco", afirmam os autores
do estudo no site do jornal científico
Science.
Os furacões são classificados de
acordo com a escala de Saffir-Simpson, que vai
de um a cinco, dependendo da velocidade dos ventos
– um furacão que causa ventos de
até 153 km/h está na primeira categoria
enquanto o mais forte na escala pode provocar
ventos de até 249km/h.
O trabalho que analisou furacões desde
que eles envolveu pesquisadores da Escola de Ciências
da Terra e Atmosfera do Instituto de Tecnologia
de Atlanta, no Estado da Geórgia, e do
Centro Nacional de Investigação
Atmosférica de Boulder, no Colorado.
Segundo os cientistas, que entre 1990 e 2004,
houve 269 furacões, número bastante
superior aos 171 registrados nos 14 anos anteriores
(entre 1975 e 1989).
Aquecimento global
Um dos autores do estudo, Peter Webster, disse
que a intensidade do Katrina – que arrasou
a costa do Golfo do México no fim de agosto
– "está de acordo com a tendência"
que eles identificaram.
O trabalho deve acirrar o debate sobre o aquecimento
global e a sua influência no funcionamento
do planeta.
Webster disse ser "muito cedo" para
estabelecer uma relação direta entre
a ocorrência de furacões como o Katrina
e o aquecimento global, mas destacou que existe
uma ligação entre a temperatura
das águas e a formação dos
ciclones.
"Podemos dizer que o aumento da intensidade
é possivelmente resultado do aumento da
temperatura da superfície do mar e acredito
que o aumento da temperatura da superfície
do mar é uma manifestação
do aquecimento global".
Ainda de acordo com as conclusões do estudo,
o maior aumento ocorreu nos oceanos Pacífico
e Índico. Embora menor, o oceano Atlântico
também registrou um aumento na quantidade
de furacões.
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PORQUE
CESAR LATTES
NÃO FOI “PRÊMIO NOBEL”
Opinião
Dentro de dois anos estaremos
comemorando meio século de uma das maiores
descobertas no campo da física de partículas,
o que veio acelerar de forma crescente esse ramo
da ciência...
Tratava-se do “méson pi”, uma
partícula 200 vezes maior que o elétron,
a qual seria o elemento de ligação
entre os prótons que em condições
normais se repelem.
Deveria haver, segundo teoria da época,
atribuída ao físico japonês
Hidela Yukawa, uma partícula, desconhecida
até então, cuja propriedade seria
a de criar a coesão no núcleo do
átomo...
Físicos do mundo inteiro se lançaram
na busca, tentando encontrar a tal partícula
que até então somente existia na
teoria de Yukawa...
Podemos nos ufanar, porquanto o mais expressivo
entre os autores da descoberta do “mesón
pi”, o físico brasileiro Professor
Cesar Lattes, desempenhou o mais importante, determinado
e audacioso papel, durante a saga da grande conquista
da ciência no ano de 1947...
Lembro-me, e acompanhei pelos jornais e noticiários
de rádios (naquele tempo não havia
ainda televisão), das notícias de
nosso sábio, voando nas asas da Panair
e depois da Varig, acompanhando com um sofisticado
aparelho fotográfico eletrônico,
a captação de partículas
subatômicas a altitudes de mais de 9 mil
metros, nos vôos entre São Paulo
e Lima no Peru, em cujo transcurso sobrevoavam
a Cordilheira dos Andes...
Para se ter idéia da importância
do evento, basta lembrar que a partícula
elementar de César Lattes tem um tempo
de vida de cerca de um bilionésimo de segundo...
Fantástico! Os cientistas estão
reescrevendo as “histórias das mil
e uma noites de Bagdá”... Com a diferença
que suas lâmpadas e seus gênios são
de verdade...
A pesquisa iniciou em torno da década de
quarenta e César Lattes, após reunir
as custosas emulsões fotográficas,
obtidas durante as inúmeras travessias
andinas, com a participação de sábio
Beppo Occhialini, conseguiu determinar, entre
centenas de emulsões de mésons conhecidos,
traços de um novo méson recolhido
no alto da montanha Pic du Midi...
Para comprovação científica
das pesquisas, a participação do
sábio italiano Beppo Occhialini foi fundamental,
ajudando na confirmação dos novos
traços da emulsão, os quais foram
batizados de “mesons pi”.
Occhialini chegou ao Brasil, em São Paulo
quando conheceu o sábio brasileiro.
E a partir daí tomou ciência das
pesquisas de Lattes. Por ser italiano, durante
a Segunda Guerra Mundial tornou-se “persona
non grata” no Brasil tendo viajado para
a Europa.Terminada a guerra, Lattes enviou as
fotos com as emulsões andinas para o amigo
italiano, e, a partir daí, foi confirmada
a descoberta do grande físico brasileiro
César Lattes como o verdadeiro descobridor
das partículas elementares que foram denominadas
“méson pi”
O epílogo dessa magnífica opereta
internacional foi o “Prêmio Nobel”
ser outorgado a Hideki Yukawa por ter previsto
a descoberta de César Lattes...
Provavelmente por ser brasileiro o físico
Lattes foi postergado...
Precedentes encontramos em Mario Schenberg que
demonstrou que a perda de energia das estrelas
pela perda de neutrinos é responsável
pela explosão das super-novas e que a fusão
nuclear das estrelas se intensifica quando a quantidade
de hidrogênio queimado atinge 11% da massa
total.
Vital Brasil, o criador do antídoto para
a peçonha das serpentes, e o nosso Santos
Dumont, inventor do avião que pretendem
surrupiá-lo para dois irmãos americanos,
fabricantes de bicicletas...
Estes e muitos outros brasileiros tiveram participação
decisiva para o progresso da ciência, mas
eram apenas latino-americanos...
Assuramaya
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ENRIQUECIMENTO
DE URÂNIO,
FÁBRICA PODE FUNCIONAR.
O aval
da AIEA foi concedido após muita polêmica
internacional. Essa primeira unidade
permitirá o enriquecimento de 60% do urânio
que o Brasil precisa para utilização
nas usinas nucleares de Angra dos Reis, no estado
do Rio de Janeiro.
O Brasil, que tem a sexta reserva de urânio
do planeta, ainda depende do Canadá e da
e Europa para obtenção do urânio
enriquecido. É o nosso urânio sendo
exportado e voltando como produto acabado.
As centrífugas da fábrica brasileira
têm tecnologia de ponta desenvolvida no
Brasil e são superiores às existentes
dos demais países do clube atômico,
por isso o governo brasileiro se negava a permitir
a inspeção visual. Tratava-se da
preservação de um segredo industrial,
nada mais que isso.
A AIEA, entretanto, questionava as intenções
pacíficas do Brasil; esse, o motivo do
conflito.
A próxima etapa será o licenciamento
por parte da Comissão Nacional de Energia
Nuclear-CNEN, até a primeira quinzena de
dezembro.
Os Ministérios de Relações
Exteriores e da Ciência e Tecnologia emitiram
nota conjunta afirmando que a última visita
dos técnicos da AEIA ocorrida entre 16,
17 e 18 de novembro foi bem sucedida para ambos
os lados.
A nota diz também que “todos
os procedimentos estabelecidos para a visita de
verificação foram cumpridos, não
tendo sido deixado nada por fazer”.
Resta saber agora quais as novas polêmicas
que serão levantadas pelos interessados
em que o Brasil não se desenvolva em igualdade
com o resto do mundo.
Flavio P.
Ramos
Editor.
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A
energia nuclear na Semana
Nacional de Ciência e Tecnologia
Medicina, indústria, conservação
de alimentos. Nas exposições da
CNEN será possível conhecer diversas
aplicações da energia nuclear
e as ações para garantir o uso seguro
desta tecnologia no Brasil.
A energia nuclear
vem ocupando um importante papel na melhoria da
qualidade de vida dos brasileiros. O uso das tecnologias
nucleares está contribuindo para a conservação
dos alimentos que o homem do campo produz. Na
área médica, há aplicações
no diagnóstico e tratamento de uma série
de doenças. A indústria se beneficia
em diferentes segmentos. A energia elétrica
gerada nas usinas Angra 1 e Angra 2 contribui
para o desenvolvimento do país. Há
ainda diversas outras áreas nas quais poucos
imaginam que a energia nuclear possa estar presente
de forma tão fundamental.
A Comissão Nacional de Energia Nuclear
(CNEN) investe em pesquisa e desenvolvimento na
área nuclear e atua para que o uso destas
tecnologias seja cada vez mais amplo e seguro.
Alguns usos da energia nuclear poderão
ser conhecidos nas exposições que
a CNEN montará em diferentes locais e datas
durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia,
que ocorre de 18 a 24 de outubro. (ver abaixo
a programação no Rio de Janeiro-RJ)
Medicina
O uso das radiações
vem salvando vidas há dezenas de anos através
do tratamento e diagnóstico de vários
problemas de saúde. Entre os procedimentos
mais conhecidos estão a radiografia, a
tomografia e a mamografia. São realizadas
com equipamentos de raio-X, que produzem radiação
a partir de eletricidade, e servem para análise
de diversas partes do corpo humano.
Radiofárrmacos - Boa parte
do uso das radiações ocorre com
radioisótopos e radiofármacos, substâncias
radioativas de uso medicinal produzidas no Brasil
exclusivamente pela CNEN. Cerca de dois milhões
de procedimentos médicos são realizados
anualmente no País com estes produtos.
A maior produção é de tecnécio-99,
empregado no mapeamento de órgãos
humanos. Outros exemplos: o samário-153
alivia dores provocadas por metástases
ósseas e o iodo-131 é usado em radioterapia
de tumores da tireóide. Atualmente está
em estudo a criação da Empresa Brasileira
de Radiofármacos, entidade que poderá
reunir a estrutura da CNEN dedicada à produção
destes materiais.
PET - Uma das mais avançadas
tecnologias usadas na medicina é a Tomografia
por Emissão de Pósitrons, conhecida
por PET (sigla em inglês para Pósitron
Emission Tomography). Com muito mais eficácia
que qualquer outra técnica, ela é
capaz de detectar casos de câncer. O exame
PET identifica alterações metabólicas
nas células cancerosas que ocorrem muito
antes das evidências que as demais técnicas
conseguem identificar. Usado na avaliação
das atividades do coração e do cérebro,
ele acusa sensíveis alterações
de metabolismo que também podem identificar
doenças.
Irradiação de sangue
- A cada ano, o Centro de Desenvolvimento da Tecnologia
Nuclear (CDTN), unidade da CNEN em Minas Gerais,
irradia cerca de 4.000 bolsas de sangue e hemoderivados
para a Fundação Hemominas e para
clínicas particulares de Belo Horizonte.
A técnica impede a divisão dos linfócitos
T. O sangue sem as células T minimiza o
risco de pacientes imunossuprimidos ou imunoincompetentes
desenvolverem a síndrome de GVHD (reação
de enxerto-versus-hospedeiro, Graft-Versus-Host
Disease em inglês), em que as células
imunológicas do doador de sangue ou órgãos
reagem contra os antígenos do receptor
com sistema imunológico deprimido. Como
ainda não se conhece tratamento para a
GVHD, 90% dos pacientes acometidos não
sobrevivem.
Além de pacientes com problemas de imunidade,
pessoas que passam por transplante de medula óssea,
fetos que recebem transfusões intra-uterinas
e receptores de órgãos de parente
em primeiro grau também se beneficiam da
técnica.
Indústria
Fios e
cabos - O processo de irradiação
de fios e cabos elétricos melhora suas
propriedades térmicas, elétricas
e mecânicas. Possibilita a fabricação
de condutores com maior resistência, utilizados
nas indústrias aeronáutica, automobilística,
naval e de computação. O Instituto
de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN),
unidade da CNEN em São Paulo, presta este
serviço. Somente em 2002 foram irradiados
no Instituto cerca de 12 milhões de metros
de cabos e fios elétricos fabricados pela
indústria de São Paulo.
Gamagrafia - Outro uso de técnicas
nucleares bastante conhecido na indústria
é a gamagrafia industrial, uma radiografia
com a utilização de raios gama.
A técnica serve para verificação
de trincas, desgastes e qualidade das soldas de
estruturas metálicas utilizadas em dutos,
equipamentos industriais, aviões, navios
e outros. Na construção civil, permite
analisar a integridade de estruturas de concreto.
Radioesterilização
- Há também o processo de radioesterilização,
que é a esterilização com
o uso de radiação. Na indústria,
serve para os mais diversos tipos de produtos,
como seringas, materiais cirúrgicos em
geral e cosméticos, entre outros.
Energia elétrica - A fonte
nuclear é atualmente a terceira mais empregada
no mundo para a geração de eletricidade.
No Brasil, as usinas nucleares Angra 1 e Angra
2 geram cerca de 4% da energia elétrica
total. Juntas, elas possuem um potencial de produção
superior a 1,9 mil megawatts, o que corresponde
a 50% do consumo de um grande estado, como o Rio
de Janeiro. Nos próximos anos, Angra 3
deverá entrar em funcionamento.
Agricultura
Para favorecer
a conservação e qualidade, os alimentos
recebem uma quantidade controlada de radiação
gama. Essa técnica, aprovada pela FAO -
órgão da ONU responsável
por programas mundiais de alimentação
e agricultura - retarda o tempo de maturação
e destrói bactérias, fungos e outros
microorganismos, reduzindo as perdas e a transmissão
de doenças. A irradiação
de cerca de 40 tipos de alimentos (grãos,
especiarias, carnes, peixes, ovos, frutas e legumes)
já é utilizada por mais de 50 países
em escala comercial.
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