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  Bem Vindo ao Portal da Sabedoria.
 
 
 
 
Semana da ASA.


Coube a um brasileiro a invenção do avião. Fato que os americanos não aceitam. Cremos que Deus, homeopaticamente, permite que as “invenções” cheguem à raça humana, segundo seu merecimento. De fato “há um momento para tudo”.

O tenente-coronel Marcos Pontes,
agora na reserva,
foi o primeiro astronauta brasileiro.

Estudou e treinou junto aos seus pares do mundo inteiro, nas mesmas difíceis condições, quase sempre solitário, sem poder dar atenção aos filhos e à esposa como qualquer pai e marido.


Graças ao esforço do
tenente-coronel Marcos Pontes,
o Brasil faz hoje parte do seletíssimo
número de países que já mandou
astronautas ao espaço
.

 

 


Alberto Santos Dumont teve apoio pessoal do Imperador D. Pedro II, numa época em que o Brasil era respeitado e tinha um Imperador culto e amado pelo povo, era um país respeitado internacionalmente.

Alberto Santos Dumont recebeu patente de Marechal do Ar, em 1971, post mortem, nunca cursou a Academia da Força Aérea e não era formado pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica. É, entretanto, Marechal do-Ar. Acho muito justo.

Marcos Pontes passou oito anos em rigoroso treinamento para ser o Único, até agora, astronauta brasileiro. É o único brasileiro detentor de bagagem tecnológica e cultura geral sem parâmetros de comparação no Brasil.

Enquanto na Rússia os astronautas recebem a maior condecoração do seu país junto com a patente de general, o que aconteceu aqui?

Marcos Pontes foi para a reserva a Força Aérea Brasileira. Alega que não cursou e Escola de Comando e Estado Maior. Qual é a duração deste curso?

Na visão deste jornalista, há muitas nuvens toldando o raciocínio vetusto dos que não sabem mudar para fazer justiça.

Se o Brasil fosse um país sério, se os chefes militares soubessem usar o discernimento inerente aos estrategistas, Marcos Pontes seria promovido ou pelo Comandante Geral ou por ato do Congresso, isso se o país fosse sério.
Diante do mundo e diante de Deus mostramos a nossa cara - somos o país do mensalão, das sanguessugas da omissão e da quadrilha escolhida, nomeada e comandada pelo Supremo Comandante das Forças Armadas.

Receba, Doutor Marcos Pontes, único astronauta brasileiro, o aplauso de pé da Nação orgulhosa por seu herói, e coberta de vergonha por saber que a letra da lei só vale em alguns casos, como no da sua promoção, mas é omissa e covarde na cobrança dos crimes de lesa-pátria praticados pelos que foram eleitos para defender o Estado e a Constituição.

 

Há momentos em que sinto saudade do passado, quando ser homem significava ser honrado, corajoso, ético, digno e verdadeiro; significava assumir um dever como cidadão.

Flavio P. Ramos
Editor


A aeronave é um Catalina, anfíbio usado na integração da Amazônia.

 
 
     
 

DIA DO AVIADOR BRASILEIRO

Reprortagem de Flavio P. Ramos
Fotos de André Rodrigues

Quem são os comandantes das aeronaves que colocam
o Brasil em posição de destaque entre os países que mais possuem aeronaves comerciais no mundo e têm baixíssimo índice de acidentes aéreos?


 
 

"São pessoas especiais, que sonhavam voar, como os pássaros, que atravessam os céus, como se estivessem em seu próprio elemento."

É a perícia desses pilotos oriundos de famílias de classe média que formam o grosso dessa classe. São especialistas que nada devem aos colegas do resto do mundo, em dedicação, técnica e profissionalismo.
 
 
 
Foto de André Rodrigues
Com. Mauricio Silveira Casemiro
 
     
   
 

Pensamos em entrevistar alguns dos heróis da Segunda Guerra Mundial, mas, lembrando o arrojo deles, lembramos de quando eram jovens, como os jovens que hoje lhes seguem o exemplo.

Pensamos na razão principal da escolha de nosso colunista de Aviação, o Comandante Maurício Silveira Casemiro.


 
 
 
Nós o conhecemos ainda estudando, em 1998. Acompanhamos os sacrifícios, o seu trabalho árduo no comércio e as fugidas para receber instruções de vôo até que conquistou seu brevê, em 2000.

Sem dúvida, uma vocação, mais do que isso, uma religião, uma forma de chegar mais junto do Criador,
um
desafio permanente de atenção
 
 
e responsabilidade, por muitas vidas, além da própria.
Na foto de André Rodrigues,um avião de treinamento prepara-se para a decolagem.
 
 


Nós o escolhemos por seu mérito pessoal, por seu desejo de vencer e, principalmente, porque conseguiu. Contra a falta de dinheiro, contra a fadiga, contra todos os obstáculos, ele é um vencedor.

O Comandante Maurício Silveira Casemiro é um jovem piloto carioca de 31 anos, capricorniano, marido de Cristina e pai de Isabel, de dois anos e sete meses, vem de uma família de mais seis irmãos, está em fase final de testes para ser checado como comandante de aeronaves multimotores. É instrutor de vôo por instrumentos (IFR) em simulador, presta serviços também para uma empresa que faz parte de um grupo líder no mercado brasileiro de transporte aéreo em aeronaves de asa fixa e helicópteros de portes diversos, cujo nome omitimos a pedido da direção da empresa.


 
 




Helicóptero decolando do Aeroporto de Jacarepaguá com destino a plataformas de perfuração de petróleo da Petrobrás, na costa de Macaé, no estado do Rio de Janeiro.


Fotos: André Rodrigues

 
     
 
Fomos encontrar o comandante Mauricio Casemiro em seu gabinete de trabalho, no aeroporto de Jacarepaguá, Rio de Janeiro.



Em seu horário de almoço, como todos os que não temem que a luz dos outros também brilhe, apresentou seus colegas e disponibilizou as instalações do aeroporto, onde o diretor de Arte e fotógrafo do Portal www.mensageiro.com.br, André Rodrigues, fez as imagens desta matéria.
 
 


Sempre estudando e aperfeiçoando-se em sua arte, o Comandante Mauricio nos deu mostras do perfil dos novos e jovens pilotos brasileiros, mais cultos, mais rápidos, voando aeronaves mais sofisticadas, produzidas no Brasil e exportadas para os países mais desenvolvidos do Planeta.

A integração e a criatividade dos profissionais em manutenção permite alcançar e ultrapassar metas e padrões internacionais.

 
 

Ao fundo, à direita, hangares de manutenção. A aeronave em frente ao hangar, à dreita, é um bandeirante fabricado pela EMBRAER.



Foto de André Rodrigues
 
 
Aeronave de treinamento, de fabricação brasileira. Instrutor e aluno preparam-se para decolagem em vôo de instrução.



Foto de André Rodrigues
 
 


Vimos ainda como são reparadas pás de hélices de helicópteros, e demais hangares, onde estão as aeronaves em manutenção e que passam por rigorosa inspeção e reparos. A perfeição desses serviços é a garantia de segurança nos vôos.
Nessas atividades aeronáuticas, o profissionalismo é encontrado em todos os membros das equipes de trabalho de manutenção.

Controladores de vôo são os anjos que guardam a vida pos pilotos. São olhos e ouvidos treinados para emergências, responsáveis pela segurança de vôo e operações de pouso e decolagem.

Esses são os profissionais altamente treinados que, anonimamente, transportam vidas humanas em absoluta segurança. Reserva técnica de ética e moral nos céus do mundo e em terra, dia e noite, a serviço da aviação brasileira.

Aos Comandantes Civis e Militares, Controladores, Mecânicos e demais especialistas, as justas homenagens da equipe do www.mensageiro.com.br por sua luta eterna, elevando os ideais de Alberto Santos Dumont. E de todos que tornaram possível o sonho de voar. Àqueles que não se encontram mais em nosso plano, mas do oriente eterno nos acompanham, a todos, nossa homenagens em vosso dia.


 
 


Enviado por Nilson Victorino

AEROSCRAFT, o maior objeto voador
já criado pelo homem

Pois esse é o AEROSCRAFT, que será o maior objeto voador já criado pelo homem quando entrar em serviço. Por enquanto está sendo construído um protótipo com operacionalidade total prevista para o ano de 2010. Terá o tamanho de dois campos de futebol e carregará até 250 pessoas com o conforto de um hotel, equipado com restaurante, bar e um grande lobby panorâmico. Possuirá quartos para os viajantes e poderá também acomodar um cassino em seu pavimento inferior. Será como um Queen Mary voador.

Ele decolará e aterrissará verticalmente como um helicóptero, auxiliado por seis grandes hélices movimentadas por motores à base de células de hidrogênio, que não passarão vibração ou barulho aos compartimentos de passageiros.

Diferente de seus ancestrais, os dirigíveis, o Aereoscraft não será mais leve que o ar, pois seus 400.000 metros cúbicos de gás hélio representarão apenas dois terços do peso total da aeronave, que se manterá no ar por conta dos grandes motores que o elevarão com facilidade, viajando até uma velocidade máxima de 280 km por hora, com expectativa de atravessar os Estados Unidos de costa a costa em 18 confortáveis horas.

Por não voar muito alto como os aviões a jato, o Aeroscraft não necessitará de pressurização, o que permitirá o uso de grandes janelas envidraçadas, pelas quais os passageiros poderão se deliciar com as paisagens aéreas vistas a 2.400 metros de altura, como demostrado na imagem abaixo:


O mamute voador está sendo fabricado pela Worldwide Aeros Corporation, uma empresa californiana de propriedade de Igor Pasternak, também seu idealizador e projetista.
 

Dados do AERROSCRAFT:
Concebido para viagens de longo curso para passageiros mais interessados em aproveitar a viagem do que na chegada rápida ao destino. Capacidade para até 250 passageiros. Velocidade máxima de 280 km por hora. Autonomia de vôo para até 9.000 km de distância.

Dimensões: largura 50 metros - altura 75 metros – comprimento 197,2 metros.

 
     
 


Brasil também tem projeto semelhante
ao "mamute voador".
São os dirigíveis de emprego geral

 

DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS Na DEFESA da AMAZÔNIA

A história dos dirigíveis é antiga. Construíram dirigíveis o inventor do avião, o mineiro Alberto Santos Dumont (que, infelizmente, até hoje não é reconhecido mundialmente, por obra e graça por nossos “queridos irmãos americanos” que insistem em cobrir a verdade) e o padre Bartolomeu de Gusmão, um brasileiro que, com a sua barcarola, e outros tantos bravos pioneiros, utilizando técnicas e materiais da época, lograram êxito em suas intenções.

O dirigível como transporte aéreo de passageiros

Os dirigíveis, para uso civil, entretanto, sofreram uma grande perda de credibilidade como meio de transporte, com o incêndio do dirigível alemão HINDENBURG dos anos 30.
Os dirigíveis cruzavam o oceano, vindos da Europa, trazendo passageiros com as facilidades e conforto de um navio.

O gás da morte

O uso do gás hidrogênio, altamente combustível e a pintura adotada como inovação na parte externa do balão, provocaram acúmulo de eletricidade estática que foi a causa principal do incêndio ocorrido com o HINDENBURG, nos Estados Unidos.
Na ocasião, a tragédia foi transmitida ao vivo pelo rádio e podiam ser ouvidos os gritos aflitos dos queimados e agonizantes. Esse impacto ampliado pelos meios de comunicação decretou o fim dos dirigíveis para uso no transporte civil de passageiros.

Os dirigíveis, hoje

Atualmente, os dirigíveis são muito usados nos Estados Unidos na transmissão de televisão ao vivo. Câmeras colocadas a bordo de dirigíveis telecomandados ou pilotados cobrem estádios de diversas modalidades esportivas, principalmente o futebol americano e o baseball.
No Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, já são vistos dirigíveis de certa marca de refrigerantes usados na cobertura do Carnaval ou em jogos no Maior Estádio do Mundo.

Atraso Político

A esquerda brasileira, que sempre aglutinou uma “inteligência na contramão da modernidade e dos interesses nacionais, tudo fez para torpedear qualquer iniciativa do Governo que tivesse sido apresentada ao Congresso Nacional. Graças a Deus, que por certo período foram implantadas usinas hidrelétricas que hoje garantem o desenvolvimento da indústria que nos coloca par e passo com a economia mundial.
Com o fim dos governos presididos por militares, mais nenhuma iniciativa energética foi iniciada. Afinal, essa esquerda estúpida tinha que se manter com suas opiniões retrógradas de que as usinas hidrelétricas eram obras faraônicas. Por isso, hoje temos apagões e racionamentos, e falta de abastecimento hídrico para as grandes cidades.
Essa mesma esquerda que age nas sombras, com movimentos como o MST-Movimento dos Sem-Terra e alguns sindicados, principalmente os subordinados à CUT Central Única dos Trabalhadores, que são especialistas em invasões em propriedades ocupadas e produtivas, e badernas comandadas, torpedeia iniciativas de ocupação civil da Amazônia.
Por outro lado, grandes quantidades de terra foram demarcadas como reservas indígenas como as terras Ianomâmi. Esses brasileiros primitivos vêm sendo doutrinados por nações “amigas”, para que ser revoltem contra o Governo Central e se tornem uma nação independente sob a proteção da ONU e dos Estados Unidos da América do Norte.
Essa é a contribuição real que a esquerda tem dado às nossas políticas externas e de desenvolvimento da Amazônia.
Os cientistas das Forças Armadas Brasileiras, longe do que se pensa, vêm planejando, cuidadosamente, meios de defesa para desarticular a invasão sistemática, as rotas do tráfico de drogas e para estabelecer uma política eficaz e dentro de uma razão custo-benefício que venha de encontro aos interesses nacionais. É claro que sobrariam mais verbas para estes projetos se o Sr. Presidente da República não tivesse se dignado a comprar uma Airbus novo para seu uso pessoal. Sob a alegação de que a aeronave Boeing 707 é uma sucata, o que é falso. As autoridades de Israel e de outros países intelectualmente desenvolvidos, continuam utilizando essa aeronave que pode ser recuperada em todas as suas necessidades.

MULTIMISSÃO NA AMAZÔNIA

O desenvolvimento de um meio de transporte rápido, eficaz e de custo compatível com a realidade econômica, levou os cientistas das forças armadas a pensar qual meio de transporte deveria ser usado para uma área da vastidão da Amazônia, com dificuldades climáticas e praticamente fora do controle oficial.

A visão moderna dos dirigíveis

Os materiais de tecnologia de ponta, como a fibra de carbono e o emprego do gás hélio, não-combustível, os modernos equipamentos de navegação (aviônicos) e localização, como o GPS-Ground Position System-Sistema de Posicionamento em Terra, que permite encontrar latitude e longitude imediatamente, utilizando satélites geo-estacionários, sistema de visão noturna infravermelho e outros sistemas modernos, dão mobilidade e segurança ao vôo em dirigíveis.
O vôo noturno facilitado pelos instrumentos de IFR- Instrument Flying Rule, juntamente com o sistema de visão noturna e o radar meteorológico, farão desta aeronave um veículo sofisticado de emprego para qualquer missão.

Logística

O transporte intermodal de containers de alumínio para aeronaves não pode ser descartado e seria de largo emprego num abastecimento de medicamentos, alimentos e outros itens para distâncias e localidades hoje impraticáveis, em função do peso ou da perecibilidade.
O design arrojado, parecido com o de OVNIS, permitindo uma aerodinâmica compatível com a velocidade e a necessidade de emprego geral desse meio de transporte estão sendo considerados no anteprojeto.

Dirigível Híbrido - DIRIGÍVEIS NA AMAZÔNIA - EB

Emprego geral

Transporte de pessoal, material pesado, viaturas e cargas diversas e a mobilidade de poder ser estacionado sob a copa das árvores, aterrissar como um helicóptero ou amerrissar como um hidroavião, mostram a eficácia desse projeto desenvolvido pelos nossos cientistas militares.
Missões de patrulha e vigilância
Em conjunto com outras organizações militares, Marinha, Aeronáutica e Fuzileiros Navais, ou com órgãos de fiscalização florestal e proteção ambiental, IBAMA, órgãos científicos, como o Instituto de Pesquisas da Amazônia e outros.

Amazônia - Vista a partir do Pico da Neblina.
Foto do EB

O emprego no turismo

Não pode ser descartada a possibilidade de emprego de dirigíveis para o turismo, já que a mobilidade e o espaço interno fazem com que seja bem melhor do que os helicópteros, que têm limitados lugares.
Imaginem um dirigível saindo de um grande aeroporto internacional diretamente para a Amazônia, sobrevoando as belezas naturais do Brasil a baixa altitude, permitindo fotografias dos rios, da fauna e da flora. Provocaria, certamente, um frisson nos mais experientes aventureiros e nos mais viajados turistas. É, sem dúvida, uma alternativa a ser pensada.
Vejam, por exemplo, o emprego no salvamento de massa, como no caso dos países recentemente atingidos pelas ondas gigantes. Cada um desses dirigíveis pode transportar até 300 passageiros, com a vantagem de poder decolar verticalmente, pousar em terra ou na água e carregar a bordo uma UTI completa.

Segurança total

Os modernos equipamentos de navegação, localização, associados aos materiais modernos para construção do veículo o tornariam mais seguro do que cada um dos outros veículos hoje empregados. Com a parte externa blindada, principalmente a parte do piso, seria muito difícil atingir os ocupantes utilizando armas leves.
A facilidade de poder parar sobre a copa das árvores eliminaria a necessidade de grandes clareiras, no caso de uma emergência para retirada de pessoal. Há também a navegação silenciosa que nos parece adequada e harmônica com o ambiente do silêncio inspirador das florestas e também para aproximação, para confronto com invasores, se necessário.
O Exército Brasileiro vem planejando a construção de dirigíveis desde 1990. Essa iniciativa deve ser encarada como prova da inequívoca capacitação dos cientistas e autoridades do Exército Brasileiro. É uma prova da criatividade que pode ser alcançada mesmo com dificuldades econômicas, desde que haja cérebros pensantes e vontade de vencer.

Made in Brazil – Produzido no Brasil

Estamos certos de que em breves dias estaremos vendo essas aeronaves sendo exportadas para o Canadá e outros países com grandes áreas desérticas, desabitadas e de difícil acesso, como já acontece com as aeronaves já produzidas pela EMBRAER.

Flavio P. Ramos
Editor


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