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Bem Vindo ao Portal da
Sabedoria. |
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Os
livros da Bíblia
sempre foram fonte de consulta
para escavações científicas
em busca da verdade histórica.
Do jornalista John Noble Wilford, do New
York Times
Edição: Flavio P. Ramos
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O arqueólogo
da Universidade da Califórnia Thomas E. Levy
e o diretor de escavações e pesquisas
do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Mohammad
Najjar são de opinião que “somente
uma sociedade complexa, como uma grande tribo ou um
reino primitivo, poderia ter capacidade organizacional
para produzir cobre em escala industrial”.
Processo de datação
Grupo internacional de arqueólogos conseguiu
datações em rádio-carbono feitas
em madeira, grãos e frutos carbonizados em diversos
níveis de sedimentos, revelam que as construções
datam do décimo segundo século a.C. O
grupo desenterrou artefatos que contam muito sobre a
época escaravelhos, cerâmicas, pontas de
flechas em metal, martelos, pedras de moagem entre outros.
O sítio arqueológico
Os indícios foram encontrados nas ruínas
de um grande centro de processamento de cobre em Khirbat
en-Nahas nas terras baixas do antigo reino de Edom,
atualmente parte da Jordânia.
As escavações estão sendo lideradas
por Thomas E. Levy da Universidade da Califórnia.
O arqueólogo israelense, Israel Finkelstein,
da Universidade de Tel Aviv, acredita que o novo estudo
não lança novas luzes sobre a formação
do Estado em Edom. Segundo ele, as atividades como a
do cobre, poderiam ser controladas por membros de outras
sociedades que não a de Edom.
Nosso
grifo:
Essa possibilidade não pode ser descartada,
mas nada prova ser verdadeira. Ademais, os estudos arqueológicos
ainda não foram concluídos nem seus resultados
cruzados com estudos já existentes.
Grande
Interesse no meio acadêmico internacional
Distando 50 km do Mar Morto e outros 50 km das ruínas
de Petra, o mais famoso sítio arqueológico
da Jordânia. As novas descobertas já estão
sendo objeto de trabalhos acadêmicos.
N.R.:
Até que ponto os trabalhos arqueológicos,
sem prazo de conclusão, alterarão a História
ou somarão novos dados aos já conhecidos
ou abrirão novas lacunas no imaginário
científico? Essas respostas, só o tempo
revelará.
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Amo
Minha Gata
“Essa
frase está coberta pala poeira de milênios”
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O
culto à deusa Bast, no Egito dos Faraós,
desde 1850 a .C. evidencia esse amor que chegou
à divinização.
Na mais sábia civilização
antiga os animais tinham importância e utilidade
muito maior do que em nossos dias.
Em escavações arqueológicas,
gatos mumificados foram encontrados nos túmulos
de seus senhores. Acompanharam seus donos em sua
Grande Viagem. Um ato de amor? Será que
evoluímos
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Uma
deusa com rosto de gato:
Bast era deusa do norte e seu principal
lugar de adoração era o sul.
A representação mais comum da deusa
é a de uma mulher com cabeça de gata,
de leão e também representada como
uma gata sentada.
Os gatos do deserto eram feroses na época.
Os egípcios os domesticavam assim como os
cães e os guepardos.
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Presença de espíritos
de boa vibração e de má vibração.
Os sacerdotes criavam, nos templos, soltos e desde pequeninos,
cães e gatos, de forma a serem alertados da presença
daquelas entidades. Os sacerdotes observaram que os
felinos gostam das vibrações negativas
dos espíritos ou dos encostos
Os cães ficavam eufóricos com as presenças
positivas, os gatos adoravam as negativas. Observando
seu comportamento, descobriram que os gatos elegem o
lugar mais negativo do templo ou da casa como seu predileto.
É o chamado “coração maligno”.
Essa hipótese pode ser comprovada com o uso de
um pêndulo radiestésico.
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Faraó,
(o nome significa montículo) “deus
vivo do Egito”
não raramente aparece com um casal de felinos
de sua proteção pessoal. São
os guepardos do deserto, felinos de porte médio
domesticados.
Os guepardos acinoyx jubastus medem um metro e
meio de comprimento e mais cerca de 60 cm de cauda.
Eram criados como animais de guarda e companhia
desde pequenos, treinados para obedecer a Faraó.
Usados como animais de auxilio na caça.
O gepardo é um felino afetuoso e dócil
com seus donos, suas garras não são
retráteis como as do gato a fêmea
tem até cinco filhotes a cada gestação.
Os guepardos são os animais mais velozes
conhecidos, mas seu faro é fraco.
Ritual
e Litanias do Culto a Bast:
Hoje não há templos erigidos dedicados
a Bast.
Não foram encontrados até agora
vestígios confiáveis de rituais
do seu culto, nada que garanta a autenticidade
dos rituais encontrados.
Ficava ao norte do Aegiyptos, nome grego para
Kemet ou Mitzraim (nome bíblico do Egito),
a Cidade Sagrada chamada Kemet. Tel Basta é
o nome atual.
Mais tarde, Per Bastis foi o último nome
antigo da atual Bubastis.
Tel Basta, que significa
a casa de Bast, cidade fica ao norte do Egito.
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Bast
ou Bastet? É possível
que a verdadeira pronúncia desse nome jamais
seja conhecida. Descobertas recentes apontam para os
nomes Ubastyya ou Ubastyyat.
A deusa gata, só 1000 anos
depois do culto a Bast existir é que Bast passa
a ser representada como o gato doméstico.
Bast é um dos “nomes” (aqui nomes
substitui a palavra deuses) mais conhecidos e visíveis
de Netjer, o de Kemet. É um dos muitos “nomes”
que representam o olho de Rá.
Sua missão é de executora, arrancar o
coração dos transgressores e levá-los
aos pés de Faraó.
Bast foi associada à proteção das
mulheres grávidas. Bast é a protetora
dos animais.
As escavações científicas continuam
e novas descobertas surgirão da moderna arqueologia.
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Entidades
oficiais e não oficiais estudam os “mistérios
do Egito”. Esse interesse está evidenciando
cada vez mais a ligação entre passado
e presente, a mais moderna e avançada civilização
do passado.
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O Egito foi o lugar para
onde o povo de Deus, que vivia nômade no deserto,
foi encaminhado pelo Criador para que com os Egípcios
aprendessem. Foi graças a esse conhecimento que
mais tarde os descendentes de Abraão puderam construir
o Grande Templo de Salomão, onde cultuaram seu
Deus uno.
Muito antes em Tel el Amarna, na cidade de Akhenaton,
um deus uno, Aton, foi cultuado. N.R.
No Clube Naval, av. Rio branco nº 180, Rio de Janeiro,
há um grupo que se dedica ao estudo do Egito
e civilizações antigas (Grupo de Estudos
Avançados Fênix.). As palestras são
gratuitas e abertas ao público.
Por
Flavio P.Ramos
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Rainha
de Sabá, a História revista
O Reino de Sabá
foi, durante muito tempo, situado no que é hoje
a Etiópia. Os Reis Etíopes se consideravam
descendentes do Rei Salomão e da Rainha de Sabá.
Há, em diversas partes da Etiópia, mosteiros
onde seus monges afirmam que são guardiões
da Arca da Aliança, caixa de madeira de acácia
recoberta de ouro, onde eram guardadas as “Tábuas
da Lei” e onde, sobre a tampa, estava a glória
de Deus. Um livro histórico não-canônico
afirma que teria sido ocultada em uma caverna pelo profeta
Jeremias (Segundo livro de Macabeus, Cap.2, Vers. de
4 a 6).
As Minas do
Rei Salomão
Documentários exibidos nas televisões
do mundo inteiro mostraram onde seriam as “minas
do Rei Salomão”, de onde teria vindo o
ouro usado na confecção dos vasos sagrados
e na decoração do templo de Salomão,
em Jerusalém, obra suntuosa e riquíssima
que substituiu a tenda do tabernáculo.
Considerado o mais sábio dos reis, Salomão
foi o autor dos livros Cântico dos Cânticos
(cantares para os evangélicos) e a maior parte
do livro dos Salmos.
Mito ou Realidade?
A poderosa rainha era uma mulher misteriosa que reinou
em uma nação riquíssima e seria
uma das mais importantes governantes do mundo de sua
época. Supunha-se que os locais mais prováveis
seriam a Etiópia, ou o Yemen.
Os achados poderão determinar a verdade?
Arqueólogos da Universidade de Toronto, no Canadá,
acreditam, entretanto, que seu reino foi a sudoeste
da Nigéria. O túmulo começa a ser
escavado e a escavação do sítio
arqueológico deve levar anos, após os
quais o mito será finalmente revelado e o mundo
conhecerá, finalmente, a história dessa
bela e poderosa mulher negra que tanto impressionou
o “mais sábio de todos os Reis”.
Não pode haver dúvidas se o reino de Sabá
existiu; relíquias arqueológicas comprovam
que esse reino existiu no século 7 a.C. Os artefatos
são esculturas, inscrições, urnas
mortuárias e outras relíquias, testemunho
documental da existência do reino de Sabá
(Museu Britânico, em Londres)
Era um reinado muito rico por causa do comércio,
principalmente das resinas aromáticas usadas
na confecção do incenso, indispensável
nos rituais do Templo.
O Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos,
também fala da rainha de Sabá, que aparece
com o nome de “Bilquis”.
O Livro das Crônicas, Cap. 9, Vers.1, fala da
visita da poderosa rainha:
A rainha de Sabá, tendo também
ouvido a fama de Salomão, veio a Jerusalém
para sondar por enigmas, trazendo consigo grandes riquezas
e camelos, que vinham carregados de aromas (resinas
aromáticas de grande valor) e grande quantidade
de ouro e de pedras preciosas. Vers. 9. E presenteou
ao Rei com cento e vinte talentos de ouro (cada
talento pesava entre 42 e 49 kg, totalizando, na primeira
hipótese 5.040 kg e, na segunda hipótese,
5.880 kg) uma prodigiosa quantidade de aromas e
pedras preciosas. Não se viram jamais perfumes
tão excelentes, como os que a rainha de Sabá
deu ao rei Salomão.
Curiosidade
Os judeus da Idade Média acreditavam que a rainha
de Sabá seria Lilith, um demônio que tinha
a perna esquerda cabeluda.
A verdade sobre a Tora e o Senhor de nossos pais, Abraham,
Isaac e Jacob vai, aos poucos, sendo comprovada pela
ciência e cada vez mais os incrédulos são
forçados a curvar seus joelhos e com suas faces
no chão dar glórias ao Grande Arquiteto
do Universo que é o D_us Uno, que tirou seu povo
de Mitzraim a casa da servidão e o levou por
Moisés à terra que é sagrada para
todas as religiões, mas que está sendo
profanada pela intolerância e pela ignorância
dos homens na guerra absurda e fratricida entre dois
povos do mesmo sangue e origem.
“Não acreditamos
que o mundo tenha paz enquanto não houver paz
na Terra Santa ”
FPR. editor
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Descoberta de
Conselho Ptolomaico
Essa dinastia de origem grega governou o Egito
de 332 a.C. até o ano 30 d.C.
O nome da dinastia
que desapareceu com sua última rainha, a famosa
Cleópatra, que perdeu a guerra contra o poderoso
Império Romano.
Os gregos dominaram o mundo conhecido então,
não pela força, mas, principalmente, por
sua cultura mais avançada. Os romanos, que venceram
os hebreus e ocuparam a Cidade Santa de Jerusalém,
tinham consultores gregos. A língua grega vulgar
(coiné) foi usada na escrita do novo testamento;
era também usada no comércio, em Mizraim
(Egito) e em Roma, onde vários sábios
gregos ocupavam lugares de destaque.
O general Ptolomeu, segundo em comando após Alexandre
“Magno” da Macedônia, foi quem instituiu
essa dinastia.
CAIRO, em nossos dias
Foi descoberto por arqueólogos franceses, em
uma área distante da cidade do Cairo, um Conselho
Consultivo da dinastia grega dos Ptolomeus.
O achado foi na província de Al
Faiyum, próximo de
um templo do deus crocodilo Sobec, no sítio arqueológico
situado na área onde existira a cidade de Tepumis,
importante centro religioso e econômico na época.
A informação é de Sabri
Abdelaziz, do Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias-CSA.
A descoberta
Foi encontrado um grande recinto quadrado construído
com barro, em cujo interior foram achadas três
esteiras de pedra calcária com instruções
esculpidas e um conjunto de utensílios domésticos
fabricados em madeira e cerâmica, segundo o secretário-geral
da CSA, Zahi Hawas. Foram encontradas pelos arqueólogos,
também, moedas metálicas, caldeiras e
estatuetas em terracota (terra cozida, cerâmica).
Ação da polícia
egípcia
Policia apreende 127 talismãs de divindades da
época faraônica, que um operário
e um alfaiate tentavam vender a turistas. Os artefatos
haviam sido retirados de uma das escavações
arqueológicas.
Brasil
Sem apreço à História ou ao passado
histórico, monumentos são vandalizados
e prédios criminosamente pichados. É a
falta de cultura, aliada à incompetência
e à falta de vontade política.
Flavio P.Ramos
Editor
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